quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Arquivo Ovni: Dois interessantes contatos de abdução

Lee Parish raptado por… Estruturas

Em 27 de janeiro 1977, Lee Parish, de 19 anos, estava dirigindo para casa quando ele alegou que o seu carro foi levantado no ar por um feixe de luz. Sob hipnose, Parish descreveu mais tarde ter sido abduzido por três objetos estranhos que pareciam tão diferente de qualquer vida conhecida que ele só podia imaginar que eles estavam conscientes. 

Um deles era um grande e preto retângulo de 20 metros de altura, com um braço robótico sem juntas estendendo a partir dele. Houve também um prisma rectangular vermelho com um braço semelhante, e um prisma branco imóvel com cerca de dois metros de altura. De alguma forma, o branco deu a impressão de que era o líder. O prisma vermelho aproximou-se dele e estendeu o braço do robô, com Parish ficando com a sensação de que ele estava com medo dele. 

No entanto, quando ele o tocou, deu-lhe uma sensação de frio e dor. Parish pensou que lhe estavam a executar uma varredura. Depois disso, os três objetos mesclados, desfazendo a impressão mais tarde entre alguns entusiastas de OVNIs que as coisas fossem robôs. A próxima coisa que Parish estava ciente, ele estava de volta ao seu carro. A análise do seu tempo faltando indicou que a experiência relatada durou 38 minutos.


Cérebros na estrada
A 17 de agosto de 1971, John Hudges e Paul Rodriguez, estavam dirigindo para casa em Palos Verdes, Califórnia, quando eles viram alienígenas na estrada. Pareciam cerebros com o menor dos dois um pouco maior que uma bola de softball. O maior deles tinha um grande olho vermelho, e começou a flutuar em direção a eles. O par imediatamente manteve a distância, e Hodges deixou Rodriguez em sua casa. 

Mas quando Hodges chegou a casa, os alienígenass voltaram e desta vez ele foi levado para os seus líderes. De acordo com Hodges, estes eram extraterrestres de um tipo mais comummente descrito, com os cérebros essencialmente a serem animais de estimação que eles utilizavam para a comunicação telepática. Por que eles iriam deixar o cérebro vagar livremente ou revelar a sua existência para o seu primeiro contato humano não foi explicado.

FONTE: ARQUIVOXBR
Ufos-Wilson

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Vídeo: Astrônomos detetam misterioso objeto em aproximação da Terra

Astrônomos localizam um misterioso objeto longo parecendo um 'saco de lixo' flutuando acima da Terra

O objeto não identificado se aproxima da Terra, mas gira em torno de si próprio.
No momento, o objeto está numa estranha órbita altamente elíptica.
Às vezes, chega aos 600 quilômetros da Terra.

Por causa de sua pequena massa, A10bMLz é muito suscetível à pressão de radiação do sol. Isso significa que a sua órbita muda "de forma caótica" numa escala de dias a semanas, de acordo com o Northolt Branch Observatories (NBO), com sede em Londres, que está analisar este objeto.


Significa que é impossível prever totalmente onde ele pode estar voando. Está sendo fustigado no espaço como um saco de plástico ao vento. O objeto poderia reentrar na atmosfera da Terra em poucos segundos, por exemplo, ou poderia continuar a voar ao redor da Terra.

Esses objetos "sacos de lixo vazios" já foram vistos antes. Mas este é o primeiro visto à deriva numa órbita tão distante.
O objeto foi visto pela primeira vez pelo telescópio Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System (ATLAS). 

Uma análise mais aprofundada da NBO confirmou que o objeto era muito leve, mas relativamente amplo, assim como sua estranha órbita.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Irlanda investiga aparição de Ovnis reportada por diferentes pilotos


A Autoridade de Aviação Irlandesa abriu uma investigação sigilosa sobre objetos luminosos observados por diferentes pilotos de empresas áreas no espaço aéreo do país


postado em 13/11/2018 


A Autoridade de Aviação Irlandesa (IAA, na sigla em inglês) abriu, nesta terça-feira (13/11), uma investigação confidencial para apurar a aparição de objetos voadores não identificados (Ovnis) no espaço aéreo do país.

O Processo foi motivado por diferentes relatos de pilotos de empresas aéreas que reportaram a aparição de objetos luminosos não identificados, que se deslocavam em altíssima velocidade no céu sobre a costa sudoeste da Irlanda. 

O primeiro a descrever os pontos de luz, às 6h47 da sexta-feira (9/11), foi um piloto da British Airways, que contatou o controle aéreo de Shannon e perguntou se o evento se tratava de algum exercício militar. Porém, o controlador aéreo respondeu que não havia nada registrado nos radares.

Pouco depois, outro piloto que comandava uma aeronave da Virgin Airlines também reportou que múltiplos "meteoros" ou algum outro tipo de objeto brilhante seguiam a mesma trajetória que sua aeronave e subiam em velocidade astronômica. 

O caso ganhou dimensão global depois de um usuário do Twitter chamado Trevor Burkley postar os registros das comunicações entre pilotos e torres de controle, definindo-os como "um relatório muito interessante, com múltiplas aeronaves reportando o aparecimento de um OVNI sobre o Condado de Kerry".

Alienígenas? 
Mais tarde, Jonathan McDowell, astrônomo de Harvard que acompanha lançamentos espaciais e observa pedaços de lixo espacial que queimam na atmosfera, publicou, também no Twitter, que não tinha conhecimento de algum satélite registrado próximo à atmosfera terrestre, o que aumentou as especulações sobre a possibilidade de os pilotos terem avistado algum tipo de objeto alienígena. 

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/

Documentos recém-divulgados expõem programa secreto dos EUA sobre OVNIs

 Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA) divulgou recentemente documentos com detalhes sobre o secreto Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP), que é uma pesquisa sobre a chamada "ciência marginal", como portais estelares e outras dimensões.
Na quarta-feira (16), o pesquisador britânico Nike Pope, que anteriormente investigou relatos de avistamentos de OVNIs, compartilhou detalhes do programa, que funcionou oficialmente de 2007 a 2012 graças ao orçamento anual de Defesa dos EUA.
A carta do Congresso, obtida por Pope, inclui uma lista de 38 itens que a AATIP investigou para o DIA. "O propósito da AATIP era investigar as ameaças avançadas de armas aeroespaciais estrangeiras do presente para os próximos 40 anos", explica o documento.


As três últimas páginas da carta revelam vários projetos sobre os temas de camuflagem da invisibilidade; túneis transponíveis, portais estelares e energia negativa; efeitos de campo em tecidos biológicos; dobras espaciais, energia escura, manipulação de dimensões extras, entre outros.
Apesar de listar os índices do projeto e funcionários associados, o documento não fornece mais informações sobre os resultados dessas pesquisas.
"Qual é a melhor maneira de esconder um programa de OVNIs do que incorporá-lo a um programa aeroespacial, olhando para os 'desconhecidos' em paralelo com as ameaças mais convencionais representadas pela próxima geração de aviões, mísseis e drones?", indagou Pope à Sputnik via e-mail.
"Embora essa seja outra peça intrigante do quebra-cabeça, isso ainda não nos dá uma resposta definitiva para a questão de saber se a AATIP era um programa voltado para as ameaças aeroespaciais da próxima geração, ou, como foi dito, se 'ameaças avançadas de armas aeroespaciais estrangeiras' é uma linguagem codificada para OVNIs", escreveu.
O pesquisador alega que embora céticos continuem a duvidar da existência de extraterrestres, o estudo referente ao assunto deve continuar.

"Algumas pessoas podem chamar isso de ciência marginal, mas eu considero isso como baixa probabilidade/alto impacto de trabalho, onde as imensas recompensas em potencial mais do que justificam a despesa inicial", disse ele à Sputnik Internacional.
Em dezembro de 2017, um artigo do The New York Times sobre a AATIP revelou que o programa ainda estava investigando avistamentos de OVNIs, apesar de ter sido oficialmente fechado em 2012, enquanto que o Pentágono alegou que o programa foi encerrado. Nesse mesmo ano, o vídeo publicado pelo programa ganhou fama na internet ao mostrar a tentativa de dois Super Hornets F/A 18 da Marinha dos EUA de interceptar um objeto não identificado, descrito como "sem asas ou caudas óbvias".

Fonte: Sputnik

A grande casuística ufológica nordestina de Pocinhos (PB) relatada por gente simples

Pocinhos fica há 30 quilômetros de Campina Grande PB, região rica em minérios, principalmente urânio. Com o depoimento de mais de 200 pessoas, das quais mais de 70 foram entrevistadas por João Rocha, que relatam casos de avistamentos ufológicos, de aproximação de ovnis, inclusive, tentativas de abdução, e muitas delas, segundo relatos, que serão apresentados posteriormente. Tanto Pocinhos como municípios circunvizinhos, denunciam as aparições de objetos voadores. Cerca de 10% da população da cidade, já viram coisas estranhas no céu, e não falam com medo de serem ironizados, taxados de loucos ou mentirosos.





FONTE: João Rocha

http://ufos-wilson.blogspot.com/2014/02/a-grande-casuistica-ufologica-de.html?m=1

Arquivo Ovni: O Caso Adelino Roque (1969)

Ivani de Freitas Roque, esposa do desaparecido, não se conforma com a falta de notícias. Mas José Marcório,tio da vítima, garante que o sumiço tem explicação. De qualquer forma há ainda o que apurar.

Já fazem 45 anos que ocorreu em Goiás o primeiro caso de abdução alienígena conhecido no estado.
A surpreendente história do lavrador Adelino Roque, residente em Itauçu, cerca de 60 km de Goiania, foi manchete dos principais jornais locais e nacionais na época, alem de ter envolvido delegados de polícia, moradores da zona rural e até o quarto Comando Aéreo de São Paulo (IV COMAR).

O caso ocorreu na tarde de 20 de abril de 1969, quando o rapaz voltava do armazém de seu tio, José Marcório, indo em direção à Fazenda Serradinho. Logo após ter sido atingido por um raio, Roque contou que foi arrebatado para dentro do que descreve como um "tambor voador". Segundo sua esposa, a dona de casa Ivani de Freitas Roque, ele sentiu ser tirado de cima de seu cavalo, que amanheceu arreado na Fazenda Quilombo, de Zeca Pacheco. Um foco de luz o atingiu no peito e então ele não viu mais nada. Só se lembra de que acordou em Itumbiara no dia seguinte, declarou Ivani.

De acordo com a senhora, o marido sentiu como se estivesse viajando a uma velocidade fora do comum dentro daquele tambor totalmente escuro e incomunicável.

Ele disse não ter visto nem ouvido ninguém. Só recuperou os sentidos na madrugada do dia 22. Quando acordou, estava deitado sobre uma pedra á margem do Rio Paranaíba, na divisa de Goiás com Minas Gerais. A única pessoa que estava no local e o socorreu foi um leiteiro de Itumbiara, que, embora não tenha acreditado em nada relatado por Roque, ajudou-o a voltar para casa. Já o senhor Marcório afirmou que o rapaz morava em Itauçu, mas que não sabia como havia chegado naquele lugar.

"O leiteiro achou engraçado, pois naquela época não havia condução que levasse uma pessoa de nossa cidade para Itumbiara em um dia e voltasse no outro"

Após perceber que se encontrava longe de casa, Adelino precisou fazer duas viagens de ônibus e cavalgar mais 12 km até a Fazenda Quilombo. A esposa, parentes e amigos estavam ansiosos aguardando sua chegada."Reunimos uma turma para procurá-lo, pois pensamos que tivesse caído em um buraco ou coisa parecida. Mas, do mesmo jeito que ele foi, voltou -- até o sapato ainda estava engraxado. Só notei que havia um sinal roxo nas suas costelas, causado pelo revólver que ficava apertado na cintura", explicou Ivani.
"Era normal andar armado naquele tempo"

Depois de ser abduzido, Roque nunca mais foi o mesmo. Começou a negligenciar o trabalho rural e passou a desenvolver hábitos estranhos, como beber quase um litro de pinga por dia. Pouco mais de um mês após seu regresso, o rapaz novamente desapareceu, dessa vez em companhia de uma sobrinha, que ajudava Ivani a tomar conta da casa. De acordo com testemunhas, a dupla partiu para um local indeterminado, onde permaneceu por 22 dias somente com a roupa do corpo.

Em 12 de junho de 1969, Roque e a moça foram encontrados mortos ; acredita-se que tenham ingerido um veneno chamado Aldrin, de uso comum na zona rural.
"Ele deixou uma carta pedindo que eu abençoasse as crianças e pagasse suas contas. E quando morresse, era para ser enterrada junto a ele". lembra Ivani, comovida.

--Investigação mais apurada
Visando solicitar uma investigação mais apurada da história, o COMAR enviou uma carta ao delegado de Itauçu, mas o caso foi abafado. Somente 30 anos após a ocorrência surgiu um novo depoimento que poderia desvendar o mistério. O técnico em telecomunicações Valdir Marcório, sobrinho do falecido Adelino Roque, afirmou que o ocorrido com o tio era invenção para encobrir um caso amoroso.
"foi uma desculpa para ele se ver livre da família. Ele tinha amantes". Mas alguns depoimentos contradisseram essas afirmações, como o de dona Ivani e o de José Marcório ,ele depôs a favor de Roque quando entrevistado pelos periódicos da época.

José Marcório afirmou ainda que o sobrinho foi perseguido por uma estranha luz a caminho de sua fazenda. "Ao cavalgar mais uns 100 m, o rapaz se sentiu hipnotizado por uma corrente de luz fria que lhe havia tocado as costas, ele ficou apenas um dia fora de casa. Na segunda vez que Roque desapareceu com a sobrinha ; que se supunha ser sua amante , Marcório afirmou que o casal havia sumido por 17 dias, e não 22 como se pensava. Ele defende até hoje a veracidade da história.
O menino saiu de casa desorientado, deixando o arroz e o feijão para colher. Não tinha caso nenhum com sua sobrinha. Ele bebia pouco, somente um gole de pinga por dia. Essa é sem dúvida uma das histórias mais curiosas e somente agora divulgada da casuística goiana.

O que todos se perguntam, agora, é quantos casos existem e seriam desconhecidos dos ufólogos?

Fonte: http://ufos-wilson.blogspot.com/2014/05/arquivo-ovni-o-caso-adelino-roque-1969.html

“Não existe objetivo específico para contato”, afirma ufólogo

O tipos "Pequeno Gray" e "Humano" são os mais comuns em relatos.

Thiago Ticchetti, pesquisador de Espiritismo Científico, Psicobiofísica e Ufologia, esclarece que seres extraterrestres não têm como prioridade estabelecer contato direto com os seres humanos. A proximidade, segundo o ufólogo, mudaria a perspectiva que os terrestres possuem acerca do universo. Não estar prontos para tal certamente é o que continua separando os cidadãos da Terra dos outros povos do cosmos.

Ticchetti explica que há muita curiosidade em saber como vivem e o que fazem os humanos e adverte: “se eles realmente quisessem manter um contato, já teriam feito”. Os casos registrados revelam que a telepatia é o principal método de comunicação utilizado pelos alienígenas.

Entretanto, a troca de informações entre ambos possibilitou a catalogação dos extraterrestres que já visitaram o planeta. São 70 espécies, divididas em quatro classes e 14 variações. A palestra TIPOLOGIA EXTRATERRESTRE: QUEM SÃO OS SERES QUE NOS VISITAM? trata exatamente sobre essa questão e será ministrada por Ticchetti durante o COSMOS XIV em Araçatuba/SP.

A catalogação é embasada no livro Guia da Tipologia Extraterreste, do próprio palestrante, que afirma que a lista está em constante atualização em decorrência de novos registros de contatos. O autor, que é pesquisador na área há mais de 20 anos, organiza os seres nas classes Humanóide, Animália, Robótico e Exótico. Ticchetti relata que a origem deles não é um assunto muito tratado entre eles e suas testemunhas, mas há relatos, como o do casal norte-americano Betty e Barney Hill, de 1967, em que os alienígenas contam de onde vieram. No caso Hill, por exemplo, afirmaram vir da estrela binária Zeta Reticuli, da constelação de Reticulum, distante 39 anos-luz da Terra.

Relatos
No livro de catalogação de Ticchetti, o autor relata sobre os acontecimentos que contribuíram com o registro das variadas espécies extraterrestres. Um deles é envolvendo Jamie W. em 1975, na cidade de La Junta, no Colorado, Estados Unidos. Na ocasião, Jamie e seu marido viajavam entre as cidades de Boulder e Lamar (Colorado/EUA) quando, sozinhos na rodovia, foram surpreendidos por um objeto não identificado de forma circular e brilho metálico que estava em uma propriedade próxima a eles. O casal parou no acostamento e observou o OVNI (objeto voador não identificado) por aproximadamente 40 minutos. Jamie, mentalmente, enviou saudações à nave.

Pouco tempo depois, pequenas nuvens apareceram e esconderam o objeto, que desapareceu em seguida. Jamie e seu esposo seguiram o caminho normalmente. Anos mais tarde, durante uma sessão de hipnose regressiva, a mulher revelou que esteve dentro da aeronave. Lá, foi recebida por dois seres, um masculino e outro feminino, muito altos, brancos, com olhos claros e com cabelos longos e loiros. Ambos vestiam macacão azul.

Os estudos acerca do episódio levaram a classificação dos alienígenas como integrantes da classe Humanóide e do tipo Humano, por possuírem semelhanças com os seres humanos. A espécie, a partir do relato de Jamie, é parecida com os povos escandinavos, da região da Noruega, Suécia e Finlândia. Entretanto, os motivos para o contato não foram descobertos. Outro acontecimento, também nos Estados Unidos, é um dos casos de abdução mais conhecidos pela Ufologia mundial. A partir dos relatos de Kathie Davis, de Nova Iorque, foi possível identificar o tipo alienígena Pequeno Gray, que tem como característica olhos grandes, pele cinza e não mais que um metro e meio de altura. A espécie pertence também à classe Humanóide.

No dia 30 de junho de 1983, uma marca não comum apareceu no quintal de Kathie. A jovem não constatou sua procedência e seguiu para o trabalho como de costume. As experiências envolvendo o ocorrido não eram lembradas conscientemente. Apenas por meio de hipnose regressiva foi possível verificar em detalhes os mistérios envolvendo a marca. Kathie recordou que esteve em um ambiente muito claro com criaturas estranhas, as quais detalhou física e emocionalmente. As sessões de hipnose, lideras por Budd Hopkins, importante ufólogo norte-americano, constataram que as abduções ocorriam desde 1977, ou seja, durante seis anos seguidos.

Em uma das experiências, a jovem foi submetida a uma inseminação artificial. No quarto mês de gestação, em março de 1978, acordou ensanguentada durante a noite. Ao procurar por ajuda médica, descobriu que o feto havia sido extraído, permanecendo apenas o cordão umbilical e a placenta.

Em 1983, Kathie foi abduzida novamente e apresentada à filha, uma criatura híbrida, metade humano, metade alienígena. A criança tinha grandes olhos azuis, boca e nariz pequenos, pele branca, pouco cabelo, cabeça maior que o habitual e trajava vestes brancas e brilhantes. As criaturas não disseram os motivos que os levaram à mistura de raças.

A experiência épica ficou mundialmente conhecida a partir do livro Intrusos, escrito por Budd Hopkins, responsável pelas sessões de hipnose em Kathie Davis.

FONTE: http://www.sescsp.org.br/
Ufos-wilson

Os extraterrestres podem ser viajantes do tempo?

Extraterrestres, OVNIs e outros fenômenos estranhos foram relatados desde os tempos antigos. A ideia de astronautas antigos ou de que a humanidade é uma espécie criada por extraterrestres tem sido discutida há muito tempo.

Desde o trabalho de Eric von Däniken, até as ideias do Dr. Steven Greer, foi sugerido que em nosso passado os extraterrestres benevolentes nos deram uma mão para construirmos nossa civilização. Isso leva muitos a fazer a pergunta: se no passado eles estavam tão abertos à humanidade, por que eles são tão secretos hoje em dia?
Alguns teorizam que as espécies extraterrestres do passado, que deixaram o planeta milhares de anos atrás, são diferentes, e as que são relatadas hoje são chegadas mais recentes. E se ambas as ideias estiverem corretas? O que acontece se os visitantes extraterrestres forem tanto do passado quanto do futuro? Os alienígenas viajam através do tempo, ao invés do espaço?
Temos que considerar o tempo como uma construção que é experimentada de maneira diferente por cada espécie que está sujeita a ele. O tempo que passa por um inseto seria muito diferente de como o tempo passa para você. O tempo é uma construção na qual todas as coisas são enquadradas, mas isso não significa que seja o mesmo para extraterrestres.


Os biólogos sabem que várias espécies na Terra parecem experimentar a passagem do tempo de maneiras radicalmente diferentes. Portanto, talvez os ETs também experimentariam o tempo de forma diferente do que o Homo sapiens. Embora seja interessante saber se os alienígenas também regulam suas vidas pelas revoluções de seus planetas em torno de suas estrelas progenitoras, é possível que eles não estejam em sintonia com o tempo da mesma forma que fazemos.
A diferença pode ser algo tão simples quanto a maneira como eles medem o tempo. Aqui na Terra nós baseamos todas as nossas medições de tempo na rotação do planeta, mas existem outras maneiras de manter o tempo e algumas delas são muito mais precisas.
Os cérebros alienígenas poderiam ser estruturados de uma maneira completamente diferente da nossa, e isso poderia significar que o modo como sua percepção do tempo é processada é diferente; quem sabe eles nem mesmo tenham o conceito de tempo.
Ao especular sobre como a viagem no tempo pode ocorrer, o professor Michio Kaku disse que uma forma de alcançá-la seria através do uso de buracos de minhoca. As leis da física sugerem que a intensa gravidade de um buraco negro é suficiente para rasgar o tecido do espaço e do tempo, tornando possível um buraco de minhoca.

E esses buracos de minhoca seriam encontrados em buracos negros; a gravidade intensa causaria uma ruptura no próprio tecido do espaço e do tempo. Isso é algo que muitas vezes vemos em filmes e tem sido publicado na literatura de ficção científica.
Isso nos traz de volta à ideia de criaturas com vidas diferentes que abrangem o tempo de visualização de maneira diferente. Então, o que você acha, esses visitantes extraterrestres são a humanidade de um futuro distante?
Poderíamos dominar a jornada no tempo ou isso tudo que ocorre é devido a uma raça alienígena que está nos usando como ratos?
Fonte: Ovni Hoje

domingo, 27 de janeiro de 2019

Estranhos encontros alienígenas na ex-União Soviética: A onda de avistamentos de 1989


No ano de 1989 (mesmo ano da queda do Muro de Berlim), uma onda de avistamentos de OVNIS ocorreu em todo o imenso território da ex-União Soviética.

Da fronteira da Polônia, aos Montes Urais, e mais ao extremo leste, na vasta Sibéria, pessoas relataram ter visto OVNIs, não somente luzes, mas naves também, discoides ou em forma de charuto.
Mas além disso, estranhos encontros com seres alienígenas ocorreram, muitos deles envolvendo várias testemunhas, incluindo militares.
Destaco alguns, de milhares de casos, a maioria desconhecidos no Ocidente até hoje.
CASO 1
Localização: Região de Badamzar, Kashkadar’yinskaya, Uzbequistão
Data: 22 de outubro de 1989
Hora: Meio dia
Vários residentes locais observaram o pouso de um objeto em forma de cubo, que emitia luzes vermelhas, cujo tamanho foi estimado em 2 m de comprimento e 2 de altura, com 2 saliências cilíndricas adicionais nos cantos. Na parte inferior do objeto, havia um cilindro maior com anéis.
Dois alienígenas eram visíveis através da janela da estranha nave. Um terceiro alien saiu do objeto e caminhou em direção à aldeia.
O alienígena foi descrito como tendo cerca de 2 m de altura, sem pescoço, com braços longos que se chegavam abaixo dos joelhos. A cabeça era quase calva, com pequenas mechas de cabelos grisalhos que se erguiam nas orelhas. A cor da pele da entidade era escura, quase preta ou cinza escuro. Em vez de um nariz, o humanoide tinha pequenas aberturas.
A roupa era de um material que parecia couro, no peito havia um emblema parecido com uma “cruz vermelha” ou duas linhas diagonais vermelhas que cruzavam o meio.
O alienígena tentou sequestrar uma mulher local (Sra. Gulasal Khalikova) e seu filho Muhsinzhon. A Sra. Khalikova gritou: “Não toque meu filho!”
Para seu espanto, o alienígena respondeu na sua língua: “Nós o levaremos”. Apavorada, ela gritou: “Não! Eu não vou te deixar!”, e o alienígena respondeu: “Vamos levar o seu filho por dois anos, se você quiser, nós a levaremos também.”
A Sra. Khalikova se recusou a ir e em pânico tanto ela quanto o filho fugiram do alienígena. O fato foi testemunhado por vários de seus vizinhos, que presenciaram o pouso da nave na aldeia e a tentativa de abdução.
Fonte: Anton Anfalov, Ukraine, quoting Hodzhiakbar Shiy’khov, “UFOs in Uzbekistan”.

CASO 2
Localização: Vladivostok, Rússia
Data: Julho de 1989
Doze pessoas que passeavam numa praia, perto de Vladivostok, extremo oriental da ex-União Soviética, se depararam com estranhos seres, que pareciam estar cavando na areia.
Uma das testemunhas informou que a aparência das criaturas era “repugnante”.
As testemunhas descreveram as entidades como “cinzas”, com cerca de 1 metro de altura, com cabeças absolutamente sem pêlos e bocas sem lábios.
No início, quando ainda nao estavam muito perto, as testemunhas pensaram que eram um grupo de anões de algum circo, mas quando chegaram mais perto viram eles so podiam ser alienígenas.
Depois dos depoimentos às autoridades, nos próximos 7 anos, os investigadores da VAUFON (grupo ufológico de Vladivostok) tentaram rastrear as 12 testemunhas, mas os resultados foram sombrios: 3 das testemunhas tinham morrido em acidentes de carro; 5 tinham sido diagnosticadas com tumores cerebrais, e 2 foram localizadas em uma instituição de saúde mental, onde tinham sido internadas, sendo que os outras 2 restantes aparentemente desapareceram sem deixar rastro!!!!!
Fonte: Sergey Skvortsov, “NLO” Magazine, Saint Petersburg, n. 42, 18 outubro de 1989.

CASO 3
Localização: Perto de Aktash, região de Altay, Sibéria Ocidental, Rússia
Data: 1989 
Hora: Noite
De acordo com o testemunho do major aposentado I. A. Samoilenko, um soldado do destacamento da guarda fronteiriça local havia desaparecido de seu posto durante a noite.
Os militares imediatamente organizaram uma busca na área, mas não encontraram nada. Três dias depois, o guarda de fronteira desaparecido foi encontrada a 5 km de uma área montanhosa denominada Aktash.
O soldado estava muito assustado, fisicamente exausto e não podia explicar detalhes sobre o que havia ocorrido.
Depois de um longo período de reabilitação, ele foi interrogado por oficiais de um destacamento militar especial da KGB. O guarda da fronteira lembrou que, durante a noite, um flash de luz o cegou e, depois disso, perdeu a consciência.
Quando voltou a si, viu que estava em um quarto estranho, cujas paredes emitiam uma luz azulada e sem fonte visível.
De repente, uma voz do nada que se parecia com a voz de uma mulher ou criança, saudou-o e advertiu-lhe que seria levado por uma longa jornada. Ela disse ao soldado que ele foi selecionado para uma importante missão, pois estaria ajudando uma civilização distante muito semelhante aos humanos em muitos aspectos e localizada na constelação dos Gêmeos.
Depois disso, o soldado perdeu a consciência novamente. Ele lembrava vagamente que depois viu várias figuras humanoides, mas não pôde distinguir seus rostos, que se inclinaram sobre ele e examinaram o seu corpo.
Ele então sentiu dores terríveis, quase insuportáveis, durante o que lhe pareceu um “exame médico”. Depois disso, caiu em um estado de euforia, como se tivesse sido anestesiado.
Depois do relato aos oficiais da KGB, o soldado foi enviado para ser examinado em um hospital militar local. Uma comissão de médicos o considerou mentalmente instável, e um mês e meio depois, o infeliz soldado morreu de uma doença fulminante, com sinais muito semelhantes à exposição a altas doses de radiação.
Fonte: Sergey Skvortsov, “NLO” Magazine, Saint Petersburg, n. 42, 18 outubro de 1989.

CASO 4
Data: 10 de janeiro de 1989
Hora: noite
Este incidente ocorreu em um local estratégico de mísseis ao sul de Moscou.
Esta base continha foguetes SS-11 (classe Sego de acordo com a OTAN) com ogivas nucleares. (Este regimento foi dissolvido em 1991).
As testemunhas eram 2 soldados e um sargento. Uma única sentinela estava sozinha em cima da torre de guarda (cerca de 6-8 metros de altura), que era feita de tijolos e conectada à construção por uma sala que abrigava os outros soldados. Nas proximidades estavam silos de misseis nucleares SS-11.
Um sargento e outra sentinela estavam na casa da guarda. De repente, ouviram um som muito alto no telhado da torre da sentinela.
O sargento então pediu aos soldados para direcionarem os refletores para iluminar o telhado da torre da sentinela. Os soldados o fizeram, mas não viram nada incomum. Tudo estava em silêncio.
O projetor de luz foi então retornado à sua posição original (iluminando em cima do silo). Mas novamente, os outros dois soldados ouviram os ruidosos sons e, de repente, a porta da casa da guarda foi aberta, inexplicavelmente pois estava trancada por dentro.
Nesse momento, três entidades humanoides apareceram em frente aos atordoados soldados, na porta. Todos os três tinham cerca de 1,50 m de altura; Um era de cor vermelha e os outros dois brancos (não conseguiram ver se a coloração era de alguma roupa colante ou da pele mesmo).
O sargento, que estava mais afastado dos humanoides, tentou subir a parede para uma janela, depois de ver as criaturas. O outro soldado estava no meio da sala e ficou paralisado olhando com incredulidade para aquelas criaturas.
Ele olhou para o sargento aterrorizado e depois voltou a olhar para os estranhos seres, sem saber o que dizer, mas na última vez que olhou para as entidades, elas haviam desaparecido.
A porta estava novamente fechada, trancada da mesma forma que antes. Depois de passado o choque, os soldados chamaram o chefe da guarda e redigiram um relatório oficial descrevendo invasores desconhecidos nas instalações de armas nucleares protegidas.
Apenas um mês depois, houve rumores de que uma instalação de defesa aérea no Cazaquistão, também foi visitada por três humanoides que conseguiram pegar um rifle Kalashnikov de uma das sentinelas, e o trocaram por outro, sem o número de série (?).
Fonte: army@army.ru, “Kosmopoisk” guestbook, Friday, September 1, 2000.

Ovnis Além do mistério: Do caso Roswell ao Barroso. Conheça fenômenos no Ceará que intrigam até os mais céticos no assunto

Francisca Aurélia - Foto: Alex Pimentel

A agricultora Francisca Aurélia da Silva, 41 anos, conhecida como “Élia”, estava transportando um dos filhos na garupa da sua moto quando foi surpreendida por duas enormes tochas voadoras. Ela e o filho foram perseguidos e chegaram em casa assustados. Quando se deitou, as pernas tremiam muito e, por conta do susto, a mulher teve até hemorragia. Foi socorrida às pressas para o hospital. A aparição, que ocorreu há quase dois anos, deixou a mulher traumatizada, sem conseguir sair de casa à noite, de motocicleta. E é assim que Élia recorda da experiência intrigante que teve com os dois objetos voadores misteriosos conhecidos como Ovnis, alvos de análise da ufologia - campo que estuda relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados ao "mundo" extraterrestre.

“Nos dias seguintes e até por praticamente uma semana as tochas voltaram a aparecer. Muitos vizinhos aqui da Lagoa do Meio também viram. Quem não acreditou nos meus relatos foi surpreendido dias depois. Acho que só deixaram de me perseguir porque resolvi não sair mais de dentro de casa. Hoje, quando sento da varanda fico sempre de olho no céu. Qualquer coisa estranha me escondo. O meu filho ficou revoltado. Ele acha que essas coisas querem fazer mal a gente”, acrescentou.

“Hoje, quando sento na varanda fico sempre de olho no céu. Qualquer coisa estranha me escondo”
Francisca Aurélia da Silva

O produtor musical e DJ Francisco Willianes do Nascimento, 31 anos, passou por uma experiência similar a de Élia. Ele garante ter avistado um OVNI, há pouco mais de dois meses, no Planalto Jerusalém, longe do Centro de Quixadá.


DJ Francisco Willianes mostrando o local de onde viu o objeto - Foto: Alex Pimentel

Estava em uma festa na casa de um amigo quando saiu para atender uma ligação telefônica no celular. Ficou espantado quando viu o clarão no céu. Tentou fotografar com o seu aparelho, de 16 MP de resolução, mas não conseguiu. A luminosidade era muito forte. Coisa assim só havia visto quando era criança, mas como o avó se irritava, se desinteressou pelo assunto. Dessa vez, os vizinhos também testemunharam a aparição. “Eles me disseram que essa luz, esse objeto, só aparece uma vez por ano. Como não era Natal não era nenhuma estrela especial. Eles também não conseguiram fotografar e filmar o objeto luminoso desconhecido. Parecem perceber o que queremos e acabam ofuscando a gente. Agora pretendo acompanhar as vigílias dos ufólogos de Quixadá e me aprofundar no assunto”, revelou.

“Parecem (os ETs) perceber o que queremos e acabam ofuscando a gente. Agora pretendo acompanhar as vigílias dos ufólogos de Quixadá e me aprofundar no assunto”
Francisco Willianes do Nascimento

Entre as manifestações, a que figura no imaginário humano como uma das mais temerosas é a abdução, que existiria desde os primórdios. Existem algumas hipóteses para o que ocorre quando o ser humano é abduzido: a de que a pessoa tem a memória apagada; a hipótese de que o indivíduo recebe uma substância que a faz acreditar que tudo aquilo teria sido um sonho; e a de que o abduzido permanece com a memória em casos raros, de acordo com a vontade dos ETs.

Quixadá: a capital cearense da ufologia

Ambos residentes em Quixadá, Élia e Willianes são alguns dos moradores do município que convivem com a lembrança de experiências com seres de outros lugares. Os moradores não sabem ao certo como esta cidade do Interior do Ceará, situada a 160Km de Fortaleza se tornou o centro das atenções em matéria de contatos imediatos.


Agobar com foto de aparição Foto - Fernanda Siebra

Para o professor Agobar Peixoto, um dos primeiros ufólogos do Ceará, a região pode ser atrativa para os seres por dois motivos: pesquisas com humanos e captação de minérios. “Acredito que eles estejam interessados nas pessoas dessa região por terem um estilo de vida simples e mais natural. Além disso, a região de Quixadá, assim como Sobral, é rica em rochas e possui minerais que seriam interessantes a esses seres”, destaca.

O ufólogo Robisson Alencar, mais conhecido como “Bob Peças”, conta que o município registra uma legião de estudiosos e admiradores do tema. Além dos constantes relatos atuais, a região sempre foi palco de fenômenos curiosos.

Entre eles está o “Caso Barroso”, registrado em 3 abril de 1976 e remete à história de Luis Fernandes Barroso, um agricultor que morreu rejuvenescendo após ter sido raptado e abduzido por ETs. De acordo com a família, Barroso estava voltando da fazenda quando avistou uma nave. Uma luz branca e forte foi lançada sobre o homem, que, após o contato, sofreu alterações físicas e mentais. O homem foi perdendo os movimentos do corpo, habilidades de fala e capacidade cerebral. Médicos de outros estados e até de outros países visitaram o agricultor, mas não conseguiram encontrar uma explicação para tal acontecimento.

Fac-símiles do Diário do Nordeste de 1990, 1993 e 2000.

Para as páginas
Dia 29 de setembro de 2012. A data está marcada nas páginas do livro escrito pelo psicólogo Ken Willame Araújo Sousa, 38. Foi nesse dia que ele e mais dois amigos tiveram contato com objetos estranhos. Durante uma viagem a Quixadá, o trio parou em uma região conhecida por ser palco de estranhos acontecimentos. Lá, foram surpreendidos por fortes ventos, em forma de tornado. “A sensação que tivemos foi de que ficamos alí bem mais tempo que realmente tínhamos estado”, afirma.

Passado um mês, Ken se submeteu à regressão (técnica utilizada para relembrar algo adormecido na memória, muito usada em processos psicoterapeuticos). À medida que as memórias surgiam, a ideia de uma possível abdução era relatada. Com a descoberta, Ken Williame passou a se dedicar ao estudo da Ufologia e, posteriormente, lançou um livro contando toda a experiência.

Ken Willam com seu livro - Foto: Fernanda Siebra

Outros Locais

Apesar de Quixadá ser um município com muitos relatos de contatos, Agobar Peixoto destaca que outras cidades também vêm registraram fenômenos nos últimos dez anos. Casos já foram registrados em Sobral, Reriutaba, entre outras cidades. “No ranking nacional, o Ceará é o estado do País que mais tem fenômenos extraordinários”, destaca.

Sem registros oficiais

Os relatos de contatos extraterrestres ainda gera muitas dúvidas quanto a veracidade das ocorrências. De acordo com o professor Agobar Peixoto, o Brasil não tem um órgão oficial de estudos ufológicos. O que existem são encontros organizados por pesquisadores. Os relatos de de fenômenos aéreos envolvendo objetos voadores não identificados são enviados enviados regularmente ao Arquivo Nacional, conforme previsto na Portaria do Comando da Aeronáutica nº 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, onde são disponibilizados para consulta pública.

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o comando da Aeronáutica não dispõe de estrutura e de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito desse tipo de fenômeno aéreo.


Possível Ovni - Foto: Arquivo Pessoal
Fonte: Ufos-Wilson 

Ufos na América do Sul


"Ovni sôbre os Andes", nono capítulo da série "Semana da Invasão Extraterrestre", exibida pelo canal Discovery em maio de 1999, é dedicado a casos famosos ocorridos no Chile, Brasil e Perú, especialmente a abdução do cabo Armando Valdés (1977) e queda de disco em Copiapó (1914). Participações e depoimentos de Juana Andaur, Reinaldo Borgel, Pedro Munoz, Jaime Sotomayor, Ademar Gevaerd, Rene Mendez, Carlos Ibanez, Martin Chavez, Luiz Latham, Rodrigo Fuenzalida, Raul Sohr, Humberto Rojas, Raul Salinas, David Jacobs e Sixto Paz.


FONTE: Canal Youtube Nelson Pinta

Ufologia-avistamentos de ovnis na Amazônia

Fonte: canal Marco Antônio dos Santos.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Se viu algo de extraordinário, fotografou ou realizou vídeo do mesmo, reporte através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt A sua colaboração é importante


Este poderá ser ou não o novo Roswell Britânico! Tire as suas conclusões

Dois escavadores de iscas para pesca foram ordenados abandonar a praia por militares armados depois de verem ovnis triângulares'
Dois escavadores de minhocas para a prática de pesca, estavam numa praia quando foram confrontados por militares armados momentos depois de ver ovnis de "formato triangular".
Os dois trabalhadores disseram que viram os objetos entrando no mar em Wilsthorpe Beach, perto de Bridlington, a Este de Yorkshire.

Entrevista de Richard Hall a Paul Sinclair


O investigador paranormal Paul Sinclair conta a l história num novo livro que tem vindo a escrevendo sobre o incidente de Wilsthorpe, que foi marcado como o novo Roswell da Grã-Bretanha devido à atividade militar misteriosa aparentemente ligada às observações de ovnis no Reino Unido.
Os dois homens estavam a trabalhar para o dono de uma loja de iscas de pesca próximo ao Porto de Bridlington quando tudo aconteceu, de acordo com o Sr. Sinclair.

"Eles estavam em Wilsthorpe.
Era uma área onde o dono da loja de iscas disse que eles tinham relatado ter visto triângulos indo na direção do mar.
"Neste dia eles estavam cercados por militares armados que perguntavam para onde estavam indo e o que estavam a fazer no local.

"Foram interrogados, os rapazes estavam um pouco fora deles, um dos militares disse: 'Se vocês não saírem da praia neste momento, iremos prendê-los'.
 "Os escavadores de iscas relataram que os militares tinham o que pareciam detectores de metal e estavam subindo e descendo a praia." 

Na semana passada o Express.co.uk revelou exclusivamente como o Sr. Sinclair afirmou que um casal de 80 anos disse ter visto 30 a 40 OVNIs pairando sobre a mesma praia na noite anterior, e a operação militar no dia seguinte.
As alegações bizarras do casal dizem respeito à noite de 14 de setembro de 2009 às 23h.

Wilsthorpe UK 
Eles moravam num dos 30 apartamentos com vista para o mar em Wilsthorpe.
A dupla decidiu ir para a cama, no entanto, quando a mulher foi desligar as luzes, ela viu um brilho do lado de fora da casa.
O Sr. Sinclair conta "parecia que algo me dizia para sair" antes de abrir a porta da frente e olhar para o mar, onde ficou surpresa ao ver vários ovnis, luzes brilhantes acima da costa.

Sinclair disse que ela os descreveu como "aeronaves sobre o mar" de 5 metros de comprimento e 2,4 metros de largura.
No dia seguinte, observaram dois helicópteros Chinook cheios de pessoal da RAF pousando na praia perto da aldeia remota.

Separadamente, um homem que estava trabalhando num barco no complexo de barcos de Blythe Park também confirmou a presença militar.

O Sr. Sinclair apresentou um pedido de Liberdade de Informação ao Ministério da Defesa (MoD) para descobrir por que a operação ocorreu em 15 de setembro.
No entanto, a resposta que ele aguardava, disse que foi apenas um "exercício militar de rotina" e poucos outros detalhes foram fornecidos.

A resposta dizia que "nenhuma munição viva foi usada" e "quaisquer tipo de explosões ouvidas eram detonações controladas de munições simuladas".
A resposta acrescentou que era "um dos vários exercícios regulares" como parte do trabalho para defender o Reino Unido, e novos locais seriam freqüentemente usados ​​com o consentimento dos proprietários dos terrenos.

Abaixo um dos muitos vídeos registados na região em 2009.


Sinclair continua a investigando o caso e tentando obter relatórios históricos da guarda costeira sobre esse período.
Ele acredita que está ligado a um alto nível de atividade OVNI ao longo de um trecho de 25 milhas da costa de Yorkshire e North Yorkshire de Brandesburton em East Yorkshire para Scarborough, North Yorkshire, entre Maio e Setembro de 2009.
Altos níveis de aeronaves militares com vôos baixos e circulando perto da sua casa em Bridlington, East Yorkshire, também foram registrados em Setembro.

Sinclair disse que o caso ainda não provou a presença de um OVNI, mas: "Acho que os militares vieram por causa dos objetos voadores não identificados".
Num post na sua página do Facebook sobre o livro Truth Proof, escreveu: "Nada encontrado pode provar com certeza os OVNIs sobre o mar como um casal de idosos afirmou, triângulos negros entraram no mar em setembro de 2009.
"Tudo o que posso fazer é empilhar as provas a favor e contra, qualquer lado da escala."

De referenciar o descontentamento de muitas testemunhas, inclusive pilotos militares, quando o MOD libertou os seus últimos ficheiros secretos, e os respectivos relatos estavam adulterados, não condizendo com a realidade reportada anteriormente pelas próprias testemunhas.

Seriam projetos militares secretos ou algo de extraordinário?!
Tire as suas conclusões.

Express.co.uk 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Onda OVNI em Valley Hudson EUA

O Valley Hudson tem uma longa história de estranhas ocorrências paranormais.
O mais notável foi a década de 80, com o grande número de relatos de avistamentos OVNI.


A onda de vários avistamentos de OVNIs chegou ao auge em 1983 e 1984, com muitos milhares de relatórios, seguidos por muitos livros e documentários sobre o assunto.
O autor lendário Whitley Strieber teve as suas experiências de abdução por extraterrestres em meados da década de 1980 perto de Middletown, Nova York, sobre o qual ele escreveu em seu famoso livro Comunhão. 

A onda também levou ao estabelecimento do Festival UFO Pine Bush em Crawford Township, que abrange os condados de Ulster e Orange.

Muitos avistamentos durante a década de 1980 atravessaram o inventário conhecido de perfis de formas de OVNIs, com formas de bumerangue e triângulo dominando as reportagens. 
No entanto, parece que a grande maioria das testemunhas nunca relatou formalmente o que viu às autoridades. 

Afinal, serviços como o National UFO Reporting Center (NUFORC) e a Mutual UFO Network (MUFON) não eram estabelecidas on-line até quase duas décadas depois.
Recentemente, a repórter e editora de ciência e meio ambiente Linda Moulton Howe disse que estava recebendo relatórios sugerindo que os avistamentos de OVNIs estavam aumentando no Vale do Hudson “na escala dos anos 80”. 
Então passou um sábado processando condados no vale Hudson.

A desvantagem de trabalhar com estatísticas de OVNIs é que você depende sempre de relatórios anteriores e informações registadas.
Então, se as pessoas não denunciarem os seus avistamentos será muito difícil compactar os números para estatísticas.
Os relatórios do NUFORC de 2018 para o estado de Nova York eram de apenas 57% dos números de 2017 e 36% dos números de 2015. 


Nova York parece ser parte de uma séria queda nos avistamentos de OVNIs sendo relatados nacionalmente.
Da mesma forma, os números de avistamentos de OVNIs relatados no sul do Vale do Hudson estavam significativamente fora dos principais condados de Columbia, Dutchess, Orange, Sullivan, Ulster e Westchester.

Em 2014 e 2015, a quantidade de avistamentos do NUFORC para esses municípios foi de aproximadamente 35 avistamentos por ano, ou cerca de 31% de acompanhamento com o estado.
Os mesmos condados em 2018 registraram apenas 11 avistamentos para o NUFORC.


Numa recente conversa telefônica com o  Dr. C.S. Matthews, indicou que recebeu 12 denúncias durante as duas últimas semanas e que nenhuma delas foi denunciada a um serviço nacional de OVNIs. 

As formas de OVNIs variavam de vários triângulos, alguns tipo bumerangue e formações de bolas de fogo e esferas.

BALANÇO GERAL - Detalhes: família de Iturama diz que foi abduzida por ET's

O Balanço Geral foi até Iturama. Nossos repórteres contam agora os detalhes de um caso que aconteceu,Uma família descreve uma história que divide opiniões. Seu João e dona Rosa afirmam que foram abduzidos por extraterrestres. Acompanhe na reportagem de Danilo Caixeta e João Batista.

Fonte:Youtube

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Entre 1996 e 2000, Itupeva sofreu quatro ONDAS UFOLÓGICAS

A afirmação do título acima é de Helenice Rodrigues, estudiosa de assuntos extraterrestres em Jundiaí e região.

Em 1997, durante a segunda das quatro ondas ufológicas, ela foi uma espécie de ‘tradutora’ entre os donos da fazenda onde o fenômeno foi observado, imprensa e moradores. Helenice foi quem tentou explicar, sob a ótica da ufologia, o que aconteceu no dia 26 de abril daquele ano, uma das aparições mais significativas já registradas na região(veja vídeo abaixo produzido pelo Jornal de Itupeva, na época).
Os avistamentos ocorridos na propriedade de Roque Ming não foram os únicos em Itupeva?

Em meus relatórios ufológicos consta que houve quatro “ondas ufológicas” em Itupeva entre os anos de 1996 ao ano 2000.

A primeira, iniciando no dia 21 de janeiro de 1996, um dia após o caso ufológico ocorrido na cidade de Varginha, Minas Gerais. Foi no bairro Santa Elisa, quando observaram luzes de cor amarela que piscavam intermitentemente, vindas de um Ovni que pairava nas imediações da divisa de Itupeva com Indaiatuba, na direção de um morro.
A aparição foi rápida e, como em fuga. O objeto sumiu por detrás do morro. Inúmeras pessoas confirmaram que o fato não era novo e sempre viam aparecer uma luz como se fosse uma bola de fogo que subia e descia no interior de uma mata ali existente.

No dia 22 e janeiro de 1996, por volta das 2h00 da madrugada, dois moradores do bairro Pinheiros observaram uma forte luminosidade parada sobre a cidade de Itupeva, de cor amarela que alternava para a cor verde e vice-versa. De repente eles viram um Ovni de forma arredondada que se deslocou em velocidade incrível por detrás de um morro.

Dia 26 de dezembro de 1996, um Ovni vindo da direção da Serra do Japi em Jundiaí, parou sobre a minha casa, na rua Xisto Araripe Paraíso,em Itupeva. Ele atendeu aos nossos pedidos. Foi o suficiente para chamarmos as pessoas de casa que o observaram, e neste momento, eufóricas, eu e uma das minhas sobrinhas-neta, erguemos os braços saudando-os. Parecia um fusca no céu. Logo depois ele continuou sua trajetória em direção ao bairro de Monte Serrat. Acreditamos ser o mesmo objeto que desceu lá, quatro meses depois.

A segunda onda ufológica abrange o caso de Monte Serrat, em abril de 1997, e bairro Medeiros, em Jundiaí, paralelamente, com o relato de uma senhora que viu uma nave, em pleno dia, vindo da Serra do Japi, passando sobre a casa dela e indo em direção à Itupeva. 

Faz parte dessa onda ufológica, também, o caso do Ovni que foi avistado na cidade de Indaiatuba, limite com Itupeva, com uma reportagem específica sobre esse caso , de página dupla, no Jornal Expressão de Indaiatuba, e que repercutiu em toda a cidade. A reportagem é datada de 26 de abril daquele ano, mesma data do caso de Monte Serrat. Faz parte dessa onda ufológica também, o caso de um Ovni (que deve ser o mesmo), emitiu um raio de luz, a uns 50 metros de distância do quarto de uma amiga e fez uma marca no seio dela. Voltou outra vez na mesma semana e deixou marca na grama no seu quintal. 
Nossa amizade surgiu depois que ela soube do caso de Itupeva e nos procurou para relatar o caso dela, na vizinha cidade de Indaiatuba. Temos a foto do seio dela com a marca.
A terceira onda ufológica iniciou na véspera do meu aniversário, 16 de agosto de 1997, quando um Ovni ficou sobre a cidade de Itupeva, e permaneceu por uns 20 minutos deixando cair resíduos que julgamos ser o que queimou o pasto em Monte Serrat, no dia 26 de abril. Quando pensamos que poderia ser um balão, ele voltou novamente, num outro dia, no mesmo local e da mesma maneira, relatado por uma vizinha. Outros depoimentos sobre avistamentos ocorreram e foram relatados por pessoas que trabalhavam muito cedo e avistavam objetos cruzando os céus de Itupeva por volta das 5 horas da madrugada. O repórter do Jornal Expressão de Itupeva, naquela época era o Valcyr Moraes que acompanhou todas essas ocorrências e quem divulgou no jornal também. (A ilustração acima, retrata objeto que Helenice e grupo dela observaram no Condomínio Eloy Chaves, Serra do Japi, no dia 4 de novembro de 1992).

A quarta onda ufológica foi de 1998 ao ano 2000, com muitas ocorrências estranhas, avistamentos e uma filmagem de luzes sobre a cidade que não temos em nosso poder. Novamente, foram relatados ocorrências de madrugada, quando viam um Ovni sobre a avenida Itália, em Itupeva, e duas ocorrências relatadas por vizinhos que viram por duas noite seguidas um objeto luminoso sobre a minha casa, em Itupeva, em 2000. Deixei a cidade em 2005. Voltei para Jundiaí…

O que a senhora lembra do caso de Monte Serrat?

Helenice(foto ao lado) – Foi num sábado, por volta das 24h45 , num sábado. A família de Roque Ming estava voltando da festa de um casamento, quando uma luz avermelhada chamou a atenção da esposa dele. Uma nova luz apareceu mais tarde quando estavam na varanda, antes de dormirem. O casal Ming disse à reportagem, na época, que viram luzes coloridas girando lentamente a uma certa altura do solo, quando viram descer quatro seres vestidos com capas brancas, os quais andavam em volta da nave com dificuldade. 
Ouviram suas vozes estranhas de longe e depois ao lado do quarto deles, quando já estavam deitados, com muito medo. Foi feito teste de vozes, pelo ufólogo já falecido Arismaris Baraldi Dias, de São Paulo, que chegou à conclusão de que as vozes humanas não podiam ser ouvidas naquela distância, sendo que as pessoas do sítio vizinho também não ouviram.

Importante lembrar ainda, que houve blecaute em Itupeva, e em várias cidades antes da ocorrência ufológica em Monte Serrat. São testemunhas, dois vizinhos do sítio Três Irmãos, localizado atrás do local do fato, que confirmaram para um repórter de Jundiaí, na minha presença, que viram duas luzes brancas rodeadas por focos vermelhos, as quais se acoplaram e desceram sobre o morro. Disseram também não terem ouvido vozes dos 16 rapazes que afirmaram aos repórteres do Jornal O Estado de São Paulo terem feito fogueira no local.
Foto: Paulo Romeu da Silva

Os Ovnis deixaram marcas no pasto?

No dia seguinte, o proprietário foi até local de manhã e viu um círculo queimado com quatro pontas, uma grande quantidade de pó branco, fino, parecido com cinzas. Outra descrição foi feita por um repórter do jornal Correio Popularde Campinas, de 30 de abril: “No lugar existe uma marca de 10 metros de diâmetro desenhada no capim amassado, tendo no centro do círculo uma esfera menor, com cerca de 1 metro de diâmetro e coberto por um pó de cor branca, algo parecido com cinzas, porém sem cheiro e de textura mais fina. Sob a camada de cinzas o chão foi queimado.”



Quais as reações das testemunhas? O que contaram?

O fotógrafo Paulinho, do Jornal Expressão, já extinto, foi o primeiro a fotografar o local e ele relatou que encontrou uns caroços brancos que se desfaziam entre seus dedos quando ele tentava trazer para nós, juntamente com as amostras dos materiais recolhidos no local da marca. Ele afirmou que não encontrou nenhum vestígio de que havia gente no local, nenhuma lenha queimada, etc.

Como a senhora ficou sabendo do caso?
Pelo repórter Paulinho, que trouxe as amostras dos materiais recolhidos no local queimado, logo no domingo, de manhã, do dia 27 de abril de 1997. Nesse mesmo dia, à tarde, fomos à fazenda com o Grupo Renascendo de Jundiaí e fotografamos o local, trazendo mais amostras e um material que eu recolhi com as mãos, de cor preta, grosso, bem debaixo das cinzas brancas e que ainda estava quente. Depois, esse material, em contato com o flash do fotógrafo do jornal Correio Popular, em minha residência, sofreu uma metamorfose, das 13 às 17 horas: da cor preta para a cor cinza e virou pedregulhos. Essa foi a maior prova para mim(foto abaixo)!
senhora mandou as amostras da vegetação e do terreno para exames?
Como era muito caro obter as análises, depois de três anos, conseguimos que uma pessoa que trabalhava na Unicamp fizesse gratuitamente as mesmas com as amostras que enviamos e que foram recolhidas no local da ocorrência ufológica.
O que concluíram?
Bem, pelo título do laudo: “Materiais Encontrados em Campo de Pouso de Naves Extraterrestres”, concluí que era uma prova de que não foi fogueira, como afirmavam os evangélicos. O referido laudo especificou cada elemento encontrado na composição dos materiais: silício(61,61%); alumínio(26,23%); potássio(8,5%); ferro(7,28%); cálcio (4,36%) e titânio(0,76%). Há também, possivelmente, alguns elementos leves como carbono e oxigênio…

Fonte: http://jundiagora.com.br/ondas-ufulogicas/

OVNI na França: O mistério de Trans-en-Provence

Há 38 anos, um avistamento na França se tornou um dos casos mais bem documentados - e intrigantes - de objetos voadores não identificados

Era por volta de 5 horas da tarde do dia 8 de janeiro de 1981 quando o agricultor Renato Nicolai, morador da comuna francesa de Trans-en-Provence, trabalhava em sua propriedade. De repente, ouviu um estranho assobio e viu um grande objeto voar e descer lentamente em direção ao chão.
Nicolai, prossegue seu relato, se aproximou em tempo de ver o objeto pousar no solo. Então, o objeto começou a emitir um assobio mais alto e consistente. Rapidamente, voltou a subir até a altura das árvores e decolou em direção ao nordeste, deixando marcas de queimadura no chão. Toda a ação aconteceu em cerca de 40 segundos.
Segundo Nicolai, o objeto tinha a forma de dois pratos invertidos um contra o outro e unidos por uma borda. Também tinha cor de chumbo e media cerca de 1,8 metro de altura e 2 metros de diâmetro. Havia também estruturas parecidas com pés e dois círculos que poderiam ser utilizados como portas.
Esboço do objeto voador avistado por Nicolai Reprodução

Mas o agricultor não achou que tivesse visto alienígenas. No dia seguinte, acreditando que se tratava de um dispositivo militar em testes, Nicolai notificou a força militar francesa, que coletou amostras de solo e vegetação. Depois, o caso foi encaminhado ao GEPAN (Grupo de Estudo de Fenômenos Aeroespaciais Não Identificáveis).
A análise da GEPAN concluiu que o solo havia sido comprimido por um grande objeto de cerca de 4 a 5 toneladas, e aquecido entre 300ºC e 600ºC. Quantidades de fosfato e zinco foram encontradas nas amostras.
As folhas teriam sido submetidas a um forte trauma e foram danificadas – o pigmento da clorofila nas amostras afetadas caiu 50%. Além disso, as folhas jovens apresentaram características bioquímicas de folhas mais velhas.

Local em que o objeto teria pousado Reprodução

Segundo a GEPAN, o local não apresentou indícios de forças radioativas, mas de uma forte energia eletromagnética. De acordo com a interpretação do grupo, “é necessário, pelo menos, notar que um evento de larga escala interveio neste lugar”.
No entanto, a GEPAN afirma que fenômenos atmosféricos ou geológicos poderiam ter causado as alterações das amostras. Já o relatório da polícia sugeria que a marca deixada pelo objeto era semelhante a do pneu de um veículo.
O caso Trans-en-Provence, como ficou conhecido, é uma das mais documentadas observações de OVNIs de todos os tempos. Apesar dos esforços investigativos, nenhuma explicação foi encontrada. O caso permanece um mistério em aberto.

Fonte: https://www.google.com.br/amp/s/aventurasnahistoria.uol.com.br/amp/noticias/reportagem/historia-ufologia-ovni-trans-en-provence-franca.phtml%3fsite=/g10/aventurasnahistoria/
Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-ufologia-ovni-trans-en-provence-franca.phtml

VÍDEO – 19 de maio de 1986, a NOITE OFICIAL dos OVNIs


A noite de 19 de maio de 1986 entrou para a história da ufologia brasileira. Vinte e um OVNIs foram detectados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta I), com sede em Brasília. As luzes foram vistas pelo então coronel Ozíres Silva. A data é lembrada até hoje como A Noite Oficial dos OVNIs.
O avistamento durou cerca de três horas. Testemunhas observaram os OVNIs em Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A situação chegou a tal ponto que o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro considerou a segurança de voo ameaçada, principalmente em São Paulo, onde se concentra o maior número de rotas aéreas do país, e onde os OVNIs estavam mais ativos(abaixo, vídeo publicado Rede Brasileira de Pesquisas Ufológicas/trechos de reportagens do Jornal Nacional/Fantástico).


 O  Alto Comando da Força Aérea Brasileira deflagrou duas operações de interceptação e perseguição dos OVNIs por caças F-5E Tiger II e Dassault Mirage III. Uma partiu da Base Aérea de Santa Cruz (RJ) e outra de Anápolis (GO).
O tenente-brigadeiro do Ar, Octávio Júlio Moreira Lima, então ministro da Aeronáutica, deu uma entrevista coletiva à imprensa, juntamente com os pilotos dos caças. Eles confirmaram os acontecimentos. Por este motivo, os eventos da noite de 19 de maio de 1986 ficaram conhecidos como a Noite Oficial dos OVNIs.
Em 25 de setembro de 2009 foi divulgado o relatório oficial da Força Aérea Brasileira sobre o caso. O texto afirma: “É de parecer deste Comando que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados.”

Fonte: http://jundiagora.com.br/noite-oficial/

Arquivo ovni: Caso Geraldo Bichara

Dia 26 de agosto de 1962, Geraldo Bichara, na época com 18 anos de idade, iria montar guarda na 13º Circunscrição Militar de Três Corações (MG), na Escola de Sargentos das Armas (ESA). O que se segue é um típico caso de abdução que foi trazido “à tona” graças ao pesquisador Ubirajara Franco Rodrigues (ver O Caso Varginha). Uma das características mais comum dos casos de abdução é o”lapso de tempo” – a vítima tem a impressão que teria desaparecido de sua consciência um determinado tempo que pode variar de algumas poucas horas a vários dias.

A guarda de Geraldo Bichara correspondia da meia-noite até as duas da manhã. Pelas declarações iniciais de Geraldo, logo após de ele assumir o posto teria ocorrido um blackout na região e, logo em seguida, ele teria sido paralisado por um foco de luz durante alguns minutos. Após ter ocorrido tais fatos, o foco de luz teria desaparecido e ele se recuperou do estado de paralisia. O incidente teria demorado, na melhor das hipóteses, uns 10 a 15 minutos. No entanto, logo após o término do incidente insólito, chegou a sua rendição, o que significa que já seria por volta das 02:00 horas da manhã. Fica claro que teria acontecido muito mais do que Geraldo conseguia se lembrar, uma vez que o fato teve duração de quase todo o expediente de sua guarda (da meia-noite às duas horas da manhã). O próprio Geraldo desconfiava que, pela lógica, desapareceu de sua memória uma boa parcela dos acontecimentos.

Na época que ele teria sido investigado por Ubirajara (dia 08 de julho de 1980), Geraldo Bichara já tinha completado 44 anos de idade. Por sua livre e espontânea vontade, Bichara se dispôs a ser submetido a algumas sessões de hipnose regressiva para tentar resgatar o que, provavelmente, havia desaparecido de sua memória. Para realização das sessões de hipnose, Ubirajara recebeu assistência do professor José Julio Rodrigues, que na época era presidente do Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas (CEVAPPA). Eis o que foi apurado:

Geraldo Bichara tinha assumido o posto a meia-noite. Quando ele estava rondando os recintos da ESA e se encontrava próximo da veterinária, aconteceu um blackout. Do local onde ele estava era possível ver a fabrica da Nestlé que também tinha ficado na mais absoluta escuridão. Logo em seguida, Geraldo avista uma luz azulada que atingia o chão e teria como origem num objeto no qual, devido à escuridão, não foi possível distinguir seus detalhes.
Bichara percebeu uma agitação incomum dos cavalos das baias, pois eles bufavam e faziam um barulho como se estivessem raspando as ferraduras no chão e batendo os peitos na madeira. As portas de aço da garagem da seção de engenharia faziam um barulho enorme devido à vibração, tal qual o barracão que estava a sua retaguarda. Nesse barracão havia canoas metálicas e, pelo som emitido, dava a impressão que elas estavam atritando umas nas outras. Neste momento, ele grita chamando os outros guardas que estavam presentes na ESA e não foi atendido. Geraldo percebe que a luz estava se movimentando: ” (…) uma coisa clareando! Está clareando a porteira da seção de veterinária! Passando por ela! Agora iluminou o potreiro… a luz vai indo do lado de lá da cerca, perto da estradinha das árvores. Está chegando perto da beira do rio”.




Geraldo Bichara

Geraldo Bichara estava completamente paralisado. Ele mal conseguia olhar para cima para tentar ver o agente causador da luz. O pouco que ele conseguiu observar permitiu distinguir algumas peculiaridades do UFO: tinha forma de disco com uma saliência na parte superior. “Parecia um caramujo com a boca para baixo”. Estando paralisado, ele não conseguiu usar seu fuzil e nem sair correndo de lá. De repente ele percebe algo segurando seu braço. Era a mão de alguém baixo que usava um macacão cor de abóbora com uma carapuça na cabeça. Havia uma outra criatura que também estava usando macacão cor de abóbora no seu lado esquerdo. Eles o levaram em direção do UFO, no qual Bichara percebeu que tinha uma escadinha. A escada estava revestida com uma espécie de couro que também tinha cor de abóbora.

Aparentemente, eles subiram e entraram no UFO. Lá dentro, as criaturas deitaram Geraldo Bichara e realizaram uma série de procedimentos que se supõe ser exames médicos (vale ressaltar que estamos descrevendo o testemunho de Geraldo Bichara sob hipnose – há momentos que não são totalmente claros). Há algumas descrições dos seres e do interior do disco, porém a impressão que se tem é que tudo está bastante vago, o que é completamente compreensível e até comum nestas circunstâncias.

Geraldo, então, descreve um aparelho que estaria se aproximando de sua cabeça: ” (…) parece uma caixa de marimbondo. Um chuveiro com uma porção de bicos”. Posteriormente, algo havia sido colocado na sua boca que tinha um sabor bastante desagradável. Geraldo pediu água e, vendo que não estava sendo atendido, começou a reagir de maneira bastante hostil: ” (…) Água! Arrume água! Faça o favor! Faça o favor! Filho da puta! Pedi água para ele três vezes para lavar esta bosta aqui! Um melado misturado… Amargoso! Estou descendo dessa merda aqui… Vou descer sim”. Geraldo Bichara consegue descer da mesa em que se encontrava, porém ele continuava deitado no chão. Ele pegou o fuzil que deveria estar próximo. Um detalhe bastante curioso nesta história é que as pessoas, no momento de suas abduções, parecem estar sob uma espécie de controle, talvez hipnótico. No momento que Geraldo teria reagido, este controle pareceu não estar tão efetivo, como se a reação de Geraldo fizesse que a eficiência desse controle se comprometesse – pelo menos em alguma parte. Nestas circunstâncias, Geraldo teria inclusive conseguido se sentar e ficava ameaçando os seres com o fuzil na mão.

As criaturas chegaram tentar arrancar o fuzil dele sem obter sucesso. Geraldo teria se acalmado devido a um outro ser que não tentou arrancar o fuzil dele e, aparentemente, pedia que ele entregasse de uma forma mais amistosa: ” (…) Vou dar o fuzil pra vocês, graças a ele aí do meio! Eu que não estou podendo mexer direito ainda, mas faço bagunça com essa baioneta aqui”. Finalmente Geraldo Bichara é devolvido ao posto de guarda. Ele ainda pôde ver o objeto se afastar e sumir. Logo em seguida, o blackout teria terminado e as luzes se acenderam. Foi nesse momento que chegava a sua rendição.
ESA.

FONTE: www.infa.com.br  
Ufos-Wilson