quarta-feira, 31 de outubro de 2018

8° Encontro Ufológico Do Vale Do Paraíba (Brasil)



O encontro será realizado em São José dos Campos, interior de São Paulo e será gratuito.

Ficheiros Secretos: Sabia que em Julho de 1965 um objecto estranho foi fotografado a sobrevoar um aeroporto? E já ouviu falar do estranho fenómeno de Santa Comba de Rossas?

"Há mais coisas no céu e na terra do que sonhas na tua filosofia, Horácio". A frase é de Hamlet, de Shakespeare, mas também se poderia aplicar ao pensamento de Joaquim Fernandes e ao seu mais recente trabalho: Ficheiros Secretos À Portuguesa – Avistamentos de Ovnis, fenómenos'impossíveis' e outros casos à espera de explicação, uma obra em forma de compêndio que engloba todos os casos mais pertinentes relacionados com a fenomenologia em Portugal desde a Segunda Guerra Mundial até aos dias de hoje.

Os OVNIS, porém, apesar de estarem constantemente associados a aparelhos aeroespaciais extraterrestre desde 1950, não têm de o ser necessariamente. Tecnicamente, um OVNI pode ser qualquer tipo de aparelho voador que não é facilmente identificável.

Desengane-se quem pense que Ficheiros Secretos À Portuguesa é uma compilação de teorias da conspiração e tentativas de explicar fenómenos misteriosos e complexos. Como explica Tomás George Silva, General Piloto-aviador e ex-chefe do Estado Maior da Força Aérea Portuguesa, que assina o prefácio, pretende "apresentar aos leitores os factos históricos e documentos relacionados com estes avistamentos insólitos, deixando-lhes a iniciativa de poderem tirar as conclusões que possam elaborar".

Será esta ideia que o professor e co-fundador do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da Universidade Fernando Pessoa deseja provocar nos seus leitores: a abertura para o debate e para a consideração de múltiplas hipóteses sobre circunstâncias misteriosas que podem ser investigadas e reflectidas.

Relógios parados no aeroporto de Santa Maria
Sabia que em Julho de 1965 um objecto estranho foi fotografado a sobrevoar um aeroporto? Aconteceu no dia 10 de Julho de 1965 quando um objecto estranho voador sobrevoou a uma altitude moderada o aeroporto de Santa Maria durante 45 minutos. O insólito foi captado em fotografia e notícia no então vespertino Diário de Notícias, que escreveu que "um objecto de forma cilíndrica e cor branca se movia vagarosamente no sentido Norte-Oeste e a uma altura aproximada de 8000 a 1000 metros". No mesmo dia foi confirmado que os serviços meteorológicos dos Açores não lançaram qualquer balão-sonda no dia em questão e que os relógios electromagnéticos do aeroporto estiveram parados entre as 15h e as 15h45 – o período em que o aparelho pôde ser avistado no "céu límpido e excelentes condições de visibilidade.

O avistamento foi testemunhado por várias pessoas no local. Um deles foi António Loureiro, a primeira pessoa a notar a presença do objecto e correspondente da agência noticiosa governamental ANI. "Todos os relógios existentes no aeroporto são comandados por um dispositivo electromagnético central", revelou, confirmando que os técnicos do aeroporto de Santa Maria ficaram surpreendidos "pelo facto de todos os relógios terem voltado a funcionar dez minutos depois de se terem imobilizado".

O objecto, que quase foi seguido por um avião da Companhia Açoriana de Transportes (desapareceu antes que o aparelho português tivesse alcançado altitude suficiente para o observar de perto), "parecia seguir uma rota predeterminada" e aparentava deslocar-se "pelos seus próprios meios".

Engenho tripulado na Base Aérea das Lajes e guarda desmaiado
Segundo o autor, o incidente no interior da Base Aérea das Lajes, amplamente divulgado na comunicação social da altura, foi investigado pelos militares, mas nunca se soube quais foram as conclusões do mesmo, além do "vazio documental" existente em relação ao caso do guarda das instalações militares Azores Air Station e o que este acredita ter sido um encontro imediato.

Na Terceira, a 31 de Janeiro de 1968, Serafim Vieira Sebastião estava a ouvir o relato de futebol do jogo Setúbal-Sporting na rádio. Eram 22h quando o guarda, de 36 anos, começou a perceber que o aparelho transístor não estava a funcionar correctamente e desligou-o. "Senti muita impressão, depois tornei a ligar, vi que o aparelho não dava música nem se ouvia o relato", contou o próprio numa entrevista conduzida por Carlos Cruz para o programa Horizonte da RTP, em Fevereiro de 1968. "Depois fechei-o novamente, quando senti um zumbido, saí para fora do posto e vi ao lado esquerdo do posto do sítio de guarda um veículo, um objecto estranho, aproximar-se do paiol das munições."

Serafim Sebastião já se mostrava assustado nesta altura, tendo retornado ao posto para comunicar que tinha visto um objecto estranho na Base. Foi nesse momento que notou numa luz muito forte e clara a entrar pela janela e deslocou-se lentamente para a saída do posto. Depois viu-os (alegadamente). Viu dois seres dentro do veículo e dois já fora dele, vestidos com fatos de cor de chumbo. "E tão depressa acendi o foco para a projecção para eles, aquilo moveu-se tão rápido e senti logo uma projecção (…) uma luz muito forte. Tive de tapar a cara". Após ter coberto a cara e ter sentido algo como poeira a bater-lhe no rosto, o guarda perdeu os sentidos.
O guarda Serafim foi levado para o hospital para ser submetido a exames médicos físicos e psicológicos. Fora o susto e os sintomas derivantes que duraram algumas horas, encontrava-se saudável. 

Mentalmente, concluiu-se que era um homem confiante, "que fala com convicção e seriedade" e que "não fazia qualquer esforço para convencer". "Quem quiser acredite e quem não quiser não acredite", reagiu Serafim Sebastião.
As suas roupas, porém, não foram analisadas.

Pouco tempo depois do "incidente", Sebastião foi despedido do serviço da Base Aérea e mudou-se para Angola com a família. Alguns anos depois, regressou à Terceira, onde dedicou-se à pesca com uma traineira, acabando por morrer num naufrágio perto da costa da ilha do Pico.

"Fenómeno nunca antes visto" na pacata aldeia de Santa Comba de Rossas
"O que eu vi ninguém me pode negar, se era um OVNI ou outra coisa qualquer, isso não sei. Só sei dizer que nunca vi nada parecido", desabafou Luís Jerónimo, uma das várias testemunhas de um fenómeno estranho que iluminou os céus de Santa Comba de Rossas, em Bragança, em 1999.
Era hora de almoço quando Jerónimo olhou para o céu por acaso, "sob um sol abrasador", e reparou em "algo estranho, muito luminoso, que reflectia o sol e pairava no céu". Intrigado, o homem correu para o seu café e chamou mais pessoas para a rua para o ajudarem de que se tratava aquilo. "Recorrendo a uns binóculos, deparou-se com um objecto que subia na vertical e que, em cerca de cinco minutos, se transformou no que parecia ser apenas uma estrela, acabando por desaparecer. " O avistamento durou 15 minutos.

O evento tão caricato na sossegada aldeia de Bragança atraiu a comunicação social, desde a agência lusa à SIC e Jornal de Notícias, que durante dias cobriu a situação e entrevistou Jerónimo e a sua esposa, Maria Adelaide. Estes descreveram o objecto como algo de cor de alumínio, mas também com tons de azul, esverdeado e amarelo. "Parece que estão sempre a duvidar…", queixou-se Maria Adelaide, preferindo não falar mais sobre o assunto no momento.

A situação motivou ainda uma investigação da GNR de Bragança, que se deslocou ao local para interrogar as testemunhas e apurou que o objecto desconhecido tinha uma forma "rectangular" e estava a um distância de 2 a 3 quilómetros, não tendo provocado qualquer efeito em pessoas, animais ou coisas, ou vistos quaisquer ocupantes". Além disso, os militares confirmaram junto das entidades de meteorologia da zona que não tinha sido lançado qualquer balão-sonda que pudesse ter atingido a região.

Poucas horas depois, em Fânzeres, Gondomar, José Fernandes, gerente de uma imobiliária, acompanhado por um colega, teve de parar o seu automóvel por volta das 17h45 para tentar perceber o que era o objecto que estava a avistar no céu. "Tinha a forma rectangular, achatada. Era cinzento e reflectia uma luz muito forte, seguindo na direcção Norte/Sul". Será que foi o mesmo OVNI que passou por Santa Comba de Rossas?



terça-feira, 30 de outubro de 2018

Por que os astrônomos não veem os OVNIs? …ou dizem que não os veem.


Ao ler o artigo abaixo, é bom estar ciente de que ele foi escrito a partir da ótica de um cientista de tendência predominante, o que é muito impressionante, e talvez esteja mostrando uma mudança de paradigma no meio científico:



Como cientista de pesquisa da NASA que trabalhou por quatro anos no Centro de Pesquisas Ames da NASA, na Divisão de Sistemas Inteligentes, e agora professor de física, Kevin Knuth participou da Conferência de Contato da NASA de 2002, que se concentrou em especulações sérias sobre extraterrestres. Durante a reunião, um participante preocupado disse em voz alta e em tom sinistro: “Vocês não têm a menor ideia do que existe lá fora!”
O silêncio era palpável à medida que a verdade dessa afirmação era absorvida. Os humanos temem os extraterrestres que visitam a Terra. Talvez felizmente, as distâncias entre as estrelas são proibitivamente vastas. Pelo menos é isso que nós, novatos, que estamos apenas aprendendo a viajar para o espaço, dizemos a nós mesmos.
Estamos sozinhos? Infelizmente, nenhuma das respostas parece satisfatória. Estar sozinho neste vasto universo é uma perspectiva solitária. Por outro lado, se não estamos sozinhos e há alguém ou algo mais poderoso lá fora, isso também é aterrorizante. E ‘por que os astrônomos não vêem?’ OVNIs, pergunta Knuth, um professor adjunto nos Departamentos de Física e Informática da Universidade de Albany. Ele é editor-chefe da revista Entropy.
Knuth escreve:
Eu sempre estive interessado em OVNIs. Claro, havia a emoção de que poderia haver alienígenas e outros mundos vivos. Mas mais emocionante para mim foi a possibilidade de que a viagem interestelar fosse tecnologicamente alcançável. Em 1988, durante a minha segunda semana de pós-graduação na Universidade Estadual de Montana, vários alunos e eu estávamos discutindo uma recente mutilação de gado que estava associada a OVNIs.
Um professor de física se juntou à conversa e nos disse que ele tinha colegas trabalhando na Base da Força Aérea de Malmstrom, em Great Falls, Montana, onde eles estavam tendo problemas com OVNIs que desligavam mísseis nucleares.
Na época, achei que esse professor estava falando bobagem. Mas 20 anos depois, fiquei surpreso ao ver uma gravação de uma coletiva de imprensa com vários ex-membros da Força Aérea dos EUA, com uma dupla da Malmstrom AFB, descrevendo ocorrências semelhantes nos anos 60.
Claramente deve haver algo quanto a isso.
Com o dia 2 de julho sendo o Dia Mundial dos OVNIs, foi um bom momento para a sociedade abordar o fato inquietante e refrescante de que talvez não estejamos sozinhos. Acredito que precisamos enfrentar a possibilidade de que alguns dos estranhos objetos voadores que superam as melhores aeronaves em nosso inventário e desafiam as explicações possam de fato ser visitantes de longe – e há muitas evidências para apoiar os avistamentos de OVNIs.
O físico nuclear Enrico Fermi era famoso por fazer perguntas instigantes. Em 1950, no Laboratório Nacional Los Alamos, depois de discutir sobre OVNIs durante o almoço, Fermi perguntou: “Onde está todo mundo?” Ele estimou que havia cerca de 300 bilhões de estrelas na galáxia, muitas delas bilhões de anos mais velhas que o Sol, com uma grande porcentagem delas provavelmente hospedando planetas habitáveis. Mesmo que a vida inteligente tenha se desenvolvido em uma porcentagem muito pequena desses planetas, então deve haver um número de civilizações inteligentes na galáxia. Dependendo das suposições, deve-se esperar de dezenas a dezenas de milhares de civilizações.
Com as tecnologias baseadas em foguetes que desenvolvemos para viagens espaciais, levaria entre 5 e 50 milhões de anos para uma civilização como a nossa colonizar nossa galáxia Via Láctea. Como isso já deveria ter acontecido várias vezes na história da nossa galáxia, devemos nos perguntar onde estão as evidências dessas civilizações?
Essa discrepância entre a expectativa de que deveria haver evidência de civilizações ou visitações alienígenas, e a presunção de que nenhuma visita foi observada, foi apelidada de Paradoxo de Fermi.
Carl Sagan resumiu corretamente a situação dizendo que “alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias”. O problema é que não houve um único encontro bem documentado sobre OVNIs que pudesse ser qualificado como a arma fumegante. A situação é exacerbada pelo fato de muitos governos em todo o mundo terem encoberto e classificado informações sobre esses encontros. Mas há evidências suficientes que sugerem que o problema precisa estar aberto ao estudo científico.
Quando se trata de ciência, o método científico exige que as hipóteses sejam testáveis ​​para que inferências possam ser verificadas. Os encontros com OVNIs não são controláveis ​​nem repetitivos, o que torna o estudo deles extremamente desafiador. Mas o problema real, na minha opinião, é que o tema dos OVNIs é um tabu.
Enquanto o público em geral tem ficado fascinado com os OVNIs por décadas, nossos governos, cientistas e mídia, declararam essencialmente que todos os avistamentos de OVNIs são resultado de fenômenos meteorológicos ou ações humanas. Que nenhum deles é na verdade nave espacial extraterrestre. E nenhum alienígena visitou a Terra. Essencialmente, nos é dito que o tópico é um absurdo.
Os OVNIs estão fora dos limites de um estudo científico sério e de discussões racionais, que infelizmente deixam o tópico no domínio de marginais e pseudocientistas, muitos dos quais contaminam o campo com teorias conspiratórias e especulação maluca.
Eu acho que o ceticismo OVNI se tornou uma espécie de religião com uma agenda, descontando a possibilidade de extraterrestres sem evidências científicas, enquanto muitas vezes fornecendo hipóteses tolas que descrevem apenas um ou dois aspectos de um encontro OVNI, reforçando a crença popular de que existe uma conspiração. Um cientista deve considerar todas as hipóteses possíveis que explicam todos os dados e, como pouco se sabe, a hipótese extraterrestre ainda não pode ser descartada. No final, os céticos frequentemente prestam um desserviço à ciência, fornecendo um mau exemplo de como a ciência deve ser conduzida.
O fato é que muitos desses encontros – ainda uma porcentagem muito pequena do total – desafiam a explicação convencional.
A mídia amplia o ceticismo publicando informações sobre OVNIs quando é emocionante, mas sempre com um tom zombeteiro ou caprichoso, e assegurando ao público que isso não pode ser verdade.
Mas há testemunhas e encontros confiáveis.
Frequentemente amigos e colegas me perguntam: “Por que os astrônomos não vêem OVNIs?”
O fato é que eles os vêem.
Em 1977, Peter Sturrock, professor de ciência espacial e astrofísica da Universidade de Stanford, enviou 2.611 questionários sobre avistamentos de OVNIs a membros da American Astronomical Society. Ele recebeu 1.356 respostas, das quais 62 astrônomos (4,6%) relataram testemunhar ou registrar fenômenos aéreos inexplicáveis.
Esta taxa é similar aos aproximadamente 5% dos avistamentos de OVNIs que nunca são explicados.
Como esperado, Sturrock descobriu que os astrônomos que testemunharam OVNIs eram mais propensos a serem observadores do céu noturno. Mais de 80% dos entrevistados de Sturrock estavam dispostos a estudar o fenômeno OVNI, se houvesse uma maneira de fazê-lo. Mais da metade deles acreditava que o assunto merecia ser estudado, contra 20% que achavam que não deveria.
A pesquisa também revelou que os cientistas mais jovens eram mais propensos a apoiar o estudo de OVNIs.
OVNIs foram observados através de telescópios. Eu conheço um avistamento por telescópio, feito por um astrônomo amador experiente, no qual ele observou um objeto em forma de palheta de guitarra mover-se através do campo de visão do telescópio.
Outros avistamentos estão documentados no livro “Wonders in the Sky” (Maravilhas no Céu), no qual os autores compilaram numerosas observações de fenômenos aéreos inexplicáveis feitas por astrônomos, e publicadas em revistas científicas ao longo dos anos 1700 e 1800.

Evidências de oficiais do governo e militares

Algumas das observações mais convincentes vieram de funcionários do governo. Em 1997, o governo chileno formou a organização Comité de Estudios de Fenómenos Aéreos Anómalos, ou CEFAA, para estudar OVNIs. No ano passado, a CEFAA divulgou imagens de um OVNI capturado com uma câmera infravermelha Wescam, montada em um helicóptero.
Os países: Brasil, Canadá, Dinamarca, Equador, França, Nova Zelândia, Rússia, Suécia e Reino Unido vêm desclassificando seus arquivos OVNIs desde 2008. O Comitê Francês para Estudos em Profundidade, ou COMETA, era um grupo de estudo não-oficial de OVNIs, composto por cientistas de alto nível e oficiais militares que estudaram OVNIs no final dos anos 90. Eles lançaram o Relatório COMETA, que resumiu suas descobertas. Eles concluíram que 5% dos encontros eram confiáveis, mas inexplicáveis: a melhor hipótese disponível era que as naves observadas eram extraterrestres. Eles também acusaram os Estados Unidos de acobertar evidências de OVNIs. O Irã tem se preocupado com OVNIs esféricos observados perto de instalações de energia nuclear que eles chamam de ‘drones da CIA’, os quais supostamente têm cerca de 9 metros de diâmetro, podem atingir velocidades de até Mach 10 (10 vezes a velocidade do som) e podem deixar a atmosfera.
Tais velocidades estão a par com a aeronave experimental mais rápida, mas impensável para uma esfera sem superfícies de sustentação ou mecanismo de propulsão óbvio.
Em dezembro de 2017, o The New York Times publicou uma reportagem sobre o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais, que era um programa de US$ 22 milhões administrado pelo ex-oficial do Pentágono Luis Elizondo, e tinha como objetivo estudar os OVNIs. Elizondo se demitiu do programa protestando contra o extremo sigilo e a falta de financiamento e apoio. Após sua renúncia, Elizondo, juntamente com vários outros membros da comunidade de defesa e inteligência, foram recrutados pela To The Stars Academy of Arts and Science, fundada recentemente por Tom DeLonge para estudar OVNIs e viagens interestelares. Em conjunto com o lançamento da academia, o Pentágono desclassificou e lançou três vídeos de encontros de OVNIs feitos com câmeras infravermelhas de visão frontal, montadas em caças F-18. Embora haja muita empolgação com tais divulgações, lembro-me de uma citação do Coronel do Exército aposentado John Alexander: “A já revelação aconteceu. … Eu tenho pilhas de generais, inclusive generais soviéticos, que disseram que os OVNIs são reais. Meu ponto é, quantas vezes altos funcionários precisam se apresentar e dizer que isso é real?”
Há uma grande quantidade de evidências de que uma pequena porcentagem desses avistamentos de OVNIs são naves estruturadas não identificadas, as quais exibem capacidades de voo além de qualquer tecnologia humana conhecida. Embora não haja um único caso para o qual exista evidência que resista ao rigor científico, há casos com observações simultâneas por várias testemunhas confiáveis, junto com retornos de radar e evidências fotográficas que revelam padrões de atividade que são convincentes.
Informações desclassificadas como secretas de estudos ocultos são interessantes, mas não são cientificamente úteis. Este é um tópico digno de investigação científica aberta, até que haja um consenso científico baseado em evidências, e não em expectativas ou crenças anteriores. Se de fato houver naves extraterrestres visitando a Terra, seria muito benéfico para nós conhecê-las, sua natureza e sua intenção. Além disso, isso representaria uma grande oportunidade para a humanidade, prometendo expandir e avançar nosso conhecimento e tecnologia, bem como reformular nossa compreensão de nosso lugar no Universo.


Fonte: Ovni hoje
Fonte:https://dailygalaxy.com/2018/10/from-the-x-files-why-dont-astronomers-see-ufos/

Noiva de piloto desaparecido após avistar OVNI fala a respeito da integridade do rapaz





No dia 21 de outubro passado foi o quadragésimo aniversário do desaparecimento do piloto australiano Fred Valentich, que teria sido “levado” por um OVNI.
Nenhum fragmento sequer de sua aeronave foi encontrado, após Fred ter reportado que um OVNI estava acima dele e, logo após, misteriosamente desaparecer, o que faz deste um dos casos de OVNIs mais intrigantes de nossa época.
Agora, num artigo publicado no quadragésimo aniversário do desaparecimento de Fred Valentich, sua então noiva, Rhonda Rushton, fala em defesa da honestidade de seu desaparecido amado, já que alguns pesquisadores acharam que o jovem piloto mentiu sobre seu avistamento de OVNI antes de desaparecer:


Rhonda Rushton.
Quarenta anos desde de um intrigante desaparecimento na costa do Cabo Otway, a noiva do piloto vitoriano Fred Valentich revelou uma conversa sinistra que compartilhou com seu noivo apenas um dia antes.
Rhonda Rushton falou pela primeira vez sobre suas palavras finais inquietantes para ela, admitindo que tem sido incapaz de seguir em frente desde que a tragédia ocorreu.
Rhonda disse que, apesar de seus planos de estabelecer sua rota em Bass Strait, o jovem de 20 anos admitiu que estava com medo de voar sobre a água.




Ronda Rushton and Fred Velentich.
Ela disse:
Eu achei um pouco estranho. Mas ficou claro que ele tinha algum tipo de intuição.
Apesar de uma extensa pesquisa aérea e terrestre, nenhum rastro de Valentich ou seu avião foi encontrado depois que ele decolou do aeroporto de Moorabbin, em 21 de outubro de 1978.
Mas acabou sendo a transcrição de sua conversa final com um controlador de tráfego aéreo que frustrou os investigadores e desencadeou um dos mistérios da aviação mais duradouros da Austrália.
Valentich disse ao controle de tráfego aéreo de Melbourne que estava sendo seguido por uma aeronave metálica, não identificada, com quatro luzes brilhantes, que às vezes se movia em alta velocidade ou orbitava acima de seu avião, antes de informar que seu motor estava falhando.
Ele disse ao controle de tráfego aéreo:
Parece-me que ela está jogando algum tipo de jogo. Ela está voando sobre mim duas, três vezes de cada vez, a velocidades que eu não pude identificar.
Melbourne – Delta Sierra Juliet. Não é uma aeronave.
Críticos afirmaram que Valentich estava desorientado e caiu ou pode até ter fingido seu desaparecimento. Porém, Rhonda disse que nunca foram teorias com as quais ela ou sua família se sentem confortáveis.
Ela disse:
Qualquer um que conhecesse Fred sabia o quão honesto ele era. Ele nunca faria algo assim.
Se é isso que ele disse que viu – foi o que ele viu.
O desaparecimento de Fred Valentich tornou-se um dos mais duradouros mistérios da aviação na história da Austrália – e uma das conspirações OVNI mais populares do mundo.

Fonte: Ovni hoje
Fonte: https://www.warwickdailynews.com.au/news/fred-valentich-disappearance-mystery-of-pilots-las/3555028/

Um encontro do outro mundo


Um dos casos mais surpreendente e fantástico pesquisado pela Associação Piauiense de Pesquisas ufológicas do Piauí (APPEU), envolveu um contato ufológico de terceiro grau. O fato aconteceu bem próximo da capital piauiense (Teresina), no vizinho município de Timon (MA). Merece destaque aqui, pelas características inusitadas vividas por seus protagonistas, já que na maioria dos contatos nordestinos, seja em graus menores, há quase sempre o trauma das perseguições luminosas que fazem suas vítimas sentirem medo e não esperarem as conseqüências posteriores às manifestações ufológicas.
Por motivos pessoais e pelos fatos serem colhidos numa época em que a ufologia ainda dava seus importantes e iniciais passos na mídia em geral, onde o preconceito da sociedade formava uma pequena barreira que resistia em aceitar certos acontecimentos como experiências reais, seus protagonistas serão citados apenas pelas iniciais de seus nomes. Participou deste contato o Senhor N. W. N, conceituado promotor público na época, pessoa de ilibada conduta, e o outro o Sr. D., advogado, pessoa idônea, sendo que apenas o primeiro teve participação ativa. Não tive informações de localização na atualidade que pudesse realizar uma nova entrevista, já que ouvi de terceiros sobre muitos fatos estranhos acontecidos depois, nem verificar se a promessa do retorno realizou-se. Cabe aqui relatar como sucedeu os fatos marcantes na lembrança destas testemunhas.

Numa noite do ano de 1978, partiram da capital Piauiense (Teresina) as 19:00 horas com destino ao Estado do Maranhão. Ao viajarem pela estrada vicinal que liga a vizinha cidade de Timon com Presidente Dutra, ambos municípios maranhenses. Observou N.W.N a certa altura e quase sem querer ao seu lado direito, uma estranha luminosidade que se deslocava sobre a vegetação no sentido do percurso que fazia. Relata que aquela “luz brilha distante, corre e desaparece”. Descreveu o fato ao seu colega D., que dirigia o carro, tendo este comentado que era fogo de roça(queimadas), com o que não concordou a testemunha, mas sem dar importância ao acontecido prosseguiram o itinerário.



Algumas centenas de metros adiante, o motor do carro começou a falhar e perder força, obrigando-os a parar. Aborrecidos, supondo ser uma pane, observam ainda que o rádio que vinha ligado, também deixa de funcionar. Ainda no interior de veículo tentando fazê-lo funcionar novamente, notaram uma luz intensa aproximar-se pela frente, sobre a estrada, o que os levou a pensar inicialmente ser de outro carro, com a luz alta sobre eles, ofuscando-os. Passados apenas alguns segundos, a testemunha já fazia o comentário: “D., não é carro....vem de cima...não é da estrada”, e logo pousa a uns 20 metros a sua frente.






Atônitos, pensaram inicialmente em tratar-se de alguma aeronave em apuros, que tinha sido forçada a fazer um pouso de emergência. Trataram em seguida de descer do carro. Neste instante o Sr. D. ao tentar é acometido por uma força estranha e desmaia, caindo no chão ao lado da porta aberta do carro. O Sr. N.W.N, desviou a vista do objeto para se inteirar do ocorrido com o seu colega, e quando retorna novamente o seu olhar a frente, ver que as luzes externas do óvni haviam se apagado e surgiram em seu lugar uma espécie de corredor de luz que jorrava de dentro para fora do estranho aparelho através de uma porta que direcionava ao seu carro. Esta luz ele descreveu com sendo não difusa, visto que era como que aprisionada no referido corredor, permanecendo o resto totalmente às escuras (posteriormente verificou que toda a movimentação dos seres se fazia unicamente dentro deste túnel luminoso).


Viu postados na porta do óvni dois seres que lentamente desceram e se aproximaram da testemunha uns cinqüenta metros e pararam. Do ponto onde se encontravam ficaram a observá-lo. Somente neste momento, a testemunha se deu conta de que estava diante de seres desconhecidos e que vivia um inusitado encontro. Conta o Sr. N.W.N, que a perplexidade e o receio de que fora tomado, diante da presença de duas criaturas, foi aos poucos se transformando numa sensação de submissão, mas ao mesmo tempo, de bem-estar e de uma paz interior indescritível, tal era a superioridade e a mansidão que emanava das mesmas. Uma coisa que chamou muito a atenção do contatado foi à elegância requintada na postura e no caminhar, estas transmitiam paz e serenidade. “Então eu logo vi que não estava diante de monstros, e sim, que ali esperavam um diálogo, um entendimento e não uma agressão. Foi muito reconfortante isso”.




Quanto ao aspecto físico, descreve-os como tendo mais ou menos de 1,20 a 1,30 m de altura, postura elegante, gestos mansos e calmos, cabeça desproporcional, região cerebral proeminente, cabelos quase imperceptíveis, olhos amendoados, boca formada por um talho fino que se movimentava levemente sem produzir som, mesmo quando se comunicavam entre si e com a testemunha. Eram desprovidos de bigode, barba, cílios e supercílios. Possuíam aparentemente uma espécie de plástico sobre o rosto o qual se confundia com a pele, que se notava um brilho surgido ao refletir a luz. A roupa constituía-se de peça única, espécie de macacão azulado, colante, provida de uma cinta. Usavam luvas e botas provavelmente do mesmo material e cor, causando uma difícil distinção com a vestimenta. Não foi notado nenhum distintivo e nem máscaras protetoras. Todos estes aspectos foram observados por longo momento em que eles se aproximaram o suficiente, mas sempre sem demonstrar nenhuma pressa. Chegaram a tocar no braço da testemunha, examinando o seu relógio detidamente, também anel, e os papeis (escrituras de terrenos) que trazia nas mãos.
Diante da preocupação do contatado com o seu amigo D. que encontrava-se ainda desmaiado na lateral do automóvel,um dos seres parece perceber e vai ao encontro do mesmo, colocando a mão sobre a sua testa. Imediatamente este volta a si de maneira agitada, desesperadora, levantando-se e correndo na estrada até desaparecer na escuridão. Estes fatos foram encarados pelos seres com maior tranqüilidade e desinteresse, após o episódio voltaram-se novamente para o contatado.
Notou ainda a testemunha, que entre os dois havia como uma hierarquia ou comando, pois ficavam sempre perfilados um atrás do outro. Ao dialogarem entre si, o faziam sem produzir sons e se entendiam através de gestos confirmados com a cabeça. Apenas a testemunha se comunicava através da fala, mas lhe parecia receber a mensagem deles dentro da cabeça. Transcorreu por longos minutos um diálogo entre os três, tendo os visitantes demonstrados certa preocupação, sobretudo de ordem ecológica. Para eles a “Terra era um planeta privilegiado e a razão de sua presença aqui era científica, a busca do conhecimento científico. Isso já os seduzia há muito, não só a eles como outros visitantes”.
Perguntado de onde provinham, obteve como resposta: “viemos de onde seu pensamento não pode alcançar”. A testemunha sentiu um ímpeto estranho de falar sobre a sociedade humana, a discorrer sobre o tema, sobre a convivência da humanidade com as guerras, com a injustiça social, com a miséria, com as dificuldades, com a fome, mas que ainda assim, aspiravam à paz. Eles não somente ouviram atentamente, como se entreolharam, balançando a cabeça afirmativamente, assentindo no que estava sendo explanado. Durante todo o tempo em que foi, de alguma maneira induzida a fazer uma exposição sobre as condições da humanidade, a testemunha lembra nitidamente que aqueles momentos a sensação era a de que “estava falando de uma tribuna... falando para uma multidão que via e ouvia de algum lugar desconhecido... em algum lugar do universo, como se estivessem sintonizados”.Lembra que ao terminar de falar, os dois seres entreolharam e se confraternizaram, satisfeitos.
“Depois de tudo isso”, afirmou ele que “fui convidado a entrar no aparelho, através de significativos gestos com as mãos”. Aproximou-se do óvni, mas não entrou nem recebeu nenhuma pressão para fazê-lo, embora lembre que “sentia que podia se aproximar do aparelho sem receio” e que “se quisessem me levar, tinham feito sem o menor sacrifício, tal era o domínio total, fascinador, embevecedor que exerciam”.
Segundo a sua descrição, a parte interna do óvni era toda iluminada por luz produzida pelas paredes, não sendo possível localizar a fonte. Era simples o interior do mesmo: uma espécie de assento para dois operadores, feitos do mesmo material de da mesma cor (branco azulado) e a frente do assento um pequeno painel com alguns botões. Tudo era simples, de construção leve, delicada, segundo pode perceber a testemunha. Estava pousado no chão, era circular, achatado e possuía apenas uma porta que se abril por baixo, servindo de escada. Após este breve exame do aparelho, os dois lhe disseram que... “Eu me tranqüilizasse porque um dia tornaria a vê-los”. Fizeram uma reverencia com a cabeça, e detalhe curioso, entraram de costas, um após o outro. Fecha-se a porta, apaga-se a luminosidade interior, ocorre uma ligeira pressão produzida por um vento fraco e nenhum ruído.


O aparelho eleva-se até uns 20 metros do solo, volta à luminosidade externa, dá uma guinada em ângulo reto e apanha velocidade incrível e desaparece. Ficando a sós, o contatado ao retornar ao carro em busca do seu companheiro de viagem, percebe que coincidentemente o pneu esta furado.
Fecha o carro e começa a caminha pela estrada, chamando pelo colega, encontrando-o a alguns quilômetros à frente, agitado e pedindo insistentemente água e para ver os seus filhos. Caminhando mais ainda, encontram um acampamento de operários de conservação de estrada, onde conseguiram uma carona de caminhão e voltaram para casa. No acampamento alguns trabalhadores confirmaram ter visto uma luz passar no céu, com grande velocidade.
Para finalizar, diz o contatado, ter passado cerca de vinte dias sofrendo de uma saudade irresistível, nostalgia profunda que lhe abatia sempre na mesma hora... Na hora do contato.


Flávio Tobler é Técnico eletrônico, geógrafo e especialista. Atualmente Professor da Rede Estadual do Ensino Médio do Maranhão e membro do grupo UPUPI.

Obs: as ilustrações em desenho foram feitas pelo autor, outras imagens capturadas...


FONTE: http://www.upupi.com.br/

Ufos-Wilson

Marinha dos EUA está executando um programa secreto para detectar OSNIS - "Objectos Submarinos Não Identificados"

O principal astrônomo e ufologista, Marc D'Antonio, diz que testemunhou um USO - objeto submerso não identificado 'OSNI EM PORTUGUÊSA - enquanto estava a bordo de um submarino da Marinha no Atlântico Norte.

A Marinha dos EUA está executando um programa altamente secreto para detectar objetos submersos não identificados - ou USOs - sob o mar, de acordo com um especialista em OVNIs.

Marc D'Antonio, astrônomo e analista-chefe de vídeo da organização MUFON UFO NETWORK, disse que ele presenciou o que ele acredita ter sido uma nave alienígena viajando a velocidades impossíveis enquanto estava a bordo de um submarino da Marinha dos EUA no oceano Atlântico Norte.

Marc então ouviu um oficial da marinha ordenando que o operador do sonar registrasse o objeto não identificado - que estava viajando a "várias centenas de nós" - como parte do "Programa Mover Rápido".
Atualmente, a maioria dos submarinos e torpedos só pode ir até 40 nós - devido à resistência da água.

Os russos supostamente têm um torpedo que pode ir além de 200 nós - mas uma velocidade de "várias centenas de nós" parece ser impossível para embarcações construídas pelo homem.

Marc D'Antonio
Marc, que dirige uma empresa de efeitos especiais chamada FX Models, que realiza contratos navais, disse: “Como um agradecimento por fazer algum trabalho para eles, a Marinha me perguntou se eu queria dar uma volta num submarino, então eu disse que sim.

“Quando chegamos ao abrigo, eu estava sentado na estação do sonar e o operador do sonar estava sentado ao meu lado.
"Os submarinos são barulhentos - as pessoas acham que são muito silenciosos e é verdade que estão do lado de fora porque o som não sai. Mas, dentro de você, ouve um barulho constante.

"Fui me sentar noutra área porque estava enjoada e, de repente, o militar do sonar grita 'motor rápido, motor rápido' Despertei - pensando 'O que está acontecendo? É um torpedo?


“O executivo sai e o operador mostra o caminho do objeto e oficial diz: 'O quão rápido isso está se movendo?'
“E responsável de sonar disse 'várias centenas de nós'. Eu começo a me inclinar para ouvir - e o oficial disse: "Você pode confirmar?"

"Foi então ele vai para outra máquina de sonar e confirmou que não era uma anomalia do sonar - era real. Eu pensei "Uau, isto é incrível".

“Quando o sonar disse 'O que eu faço com isto?' O oficial disse 'registre e canse' - em outras palavras, registre-o e enterre-o.”

Quatro anos depois, Marc disse que estava fazendo mais um contrato para a Marinha quando falou com uma figura naval um oficial de topo sobre o que viu.

"Perguntei a ele:" Você pode me falar sobre o programa Fast Mover? ", Explicou Marc.

Ele olhou para mim e disse 'Desculpe Marc, eu não lhe posso falar sobre esse programa'.
“Então basicamente me confirmou que o programa ainda existe - ele disse tudo sem ver nada.

“O que isso me disse foi que os USOs são comuns - temos até um programa para classificar e registrar e determinar a velocidade deles e ele acabam por entra num cofre”.


Marc fez as alegações no Rendezvous OVNI da Torre do Diabo em Hulett, Wyoming - onde os entusiastas de OVNIs de toda a América se encontraram no local da Rocha dos Encontros Imediatos do Terceiro Grau para discutir descobertas relacionadas a alienígenas.

Ele também revelou que está atualmente trabalhando num projeto com o supervisor de efeitos visuais da Close Encounters, Douglas Trumbell, que ele espera que prove cientificamente a existência de vida alienígena.

A dupla está projetando OVNIs detectando unidades terrestres que eles esperam colocar em países de todo o mundo.
Marc, que também dirige o canal do YouTube do SkyTour LiveStream, onde leva os espectadores em turnês ao vivo no céu noturno, está atualmente testando as unidades no seu observatório.

Disse: "O sistema UFOTOG II trará a ufologia para o século XXI ao casar a ciência real com a observação padrão.
"O sistema irá procurar por fenômenos no céu e se encontrar algo que não seja um satélite, um avião ou algum objeto conhecido que possamos acessar num banco de dados, ele nos alertará enviando uma mensagem via satélite GPS para os nossos smartphones.

"Vamos tornar todos os dados que coletamos abertos e disponíveis para todos.


"Temos a mente aberta e acreditamos que a visita de uma raça alienígena avançada não é uma improbabilidade científica."

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

NEWS: Nova Atividade em Rendlesham Forest UK


Investigadores de OVNIs voltaram para o principal ponto de atividade alienígena do Reino Unido e descobriram que ainda existe algo de estranho no local.

A 26 de dezembro de 1980, uma patrulha em volta da RAF Woodbridge relatou ter visto luzes, que pareciam pousar perto da Floresta Rendlesham.

Eles correram para o local, achando que as luzes poderiam ser um avião humano acidentado, no entanto, eles alegaram ter encontrado um objeto de metal redondo e brilhante com luz colorida que assustava os animais numa fazenda próxima.

Investigadores voltaram à cena do crime e identificaram uma atividade estranha.
Durante os dias 8 e 9 de outubro, um grupo de investigadores passou um tempo na Floresta Rendlesham em busca de atividade alienígena.


Para sua surpresa, eles identificaram o que eles acreditam ser um OVNI e até conseguiram filmagens.

Enquanto as luzes brilhantes de um OVNI eram vistas à distância, Jeff Young, investigador principal da Ghostech Investigações Paranormais disse à express.co.uk: que seus walkie-talkies pararam de funcionar e que “não havia um pássaro, esquilo, coruja, vida selvagem ”visto durante a sua investigação.


Young disse: “Na primeira noite conseguimos não apenas ver as luzes para nós mesmos, mas também as capturamos no filme.
“Sabendo onde nós vimos o OVNI se movendo dentro da árvore, na segunda noite nós posicionamos nossa câmera de frente para aquela área, mas desta vez eu andaria meio quilômetro até o lado oposto para que eu pudesse observar toda a área assim como minha equipe sendo posicionada no local de pouso para que possamos ver melhor esses objetos.

"Desta vez, todos nós vimos os OVNIs se movendo através da árvore e novamente os capturamos no filme, mas desta vez muito mais claros do que antes."

Neste momento, o Sr. Young diz que os helicópteros Apache pairavam sobre os investigadores, aparentemente rastreando as luzes brilhantes da floresta.

“Enquanto observávamos os OVNIs, apareceu um helicóptero Apache Longbow acima de mim, ele foi até onde o resto da minha equipe estava no local de pouso, o helicóptero nos circulou várias vezes, onde outro se juntou a ele. seguido por um terceiro.

“Então percebemos que eles também rastreavam esses OVNIs, assim como nós, com nossas câmeras.”
A equipe decidiu então deixar a floresta, temendo a perseguição e tendo suas evidências removidas.
Após o incidente original de Rendlesham Forest em 1980, os militares voltaram ao local na manhã seguinte e tudo o que encontraram foram várias impressões triangulares no solo.

Uma testemunha do evento, o oficial aposentado da Força Aérea dos EUA, Steve Longero, disse em dezembro de 2016: “Acho que era algo que não era deste mundo”.
Ele disse sobre o objeto encontrado na floresta: “Pelo que me lembro, era como se estivesse incandescente, estava realmente brilhando como uma luz avermelhada e esverdeada.

"Estava realmente brilhando, como se algo estivesse realmente quente e estivesse apenas brilhando."

Ele também lembrou como o objeto desapareceu. Ele acrescentou: "Como as pessoas estavam se aproximando dessa coisa, ela chegou mais perto de nós e depois seguiu em frente e depois voltou e, de repente, desapareceu, como algo saído de Jornada das Estrelas, era como velocidade de dobra".

UFO Portugal Network

Jonathan, Nuno Alves, Derek Savory
Em 2013 durante visita de reconhecimento e fotografico a Rendlesham Forest, também o UFO Portugal Network terá sido surpreendido na companhia do investigador Derek Savory.
Numa das fotos surge algo da qual não nos foi possível identificar, como também houve actividade militar nessa noite em plena floresta, o que não é normal segundo avançou Derek Savory.

O UFO Portugal Network se encontra no local a recolher informações como também a realizar leituras magnéticas sobre a floresta em busca de respostas.
Um trabalho arduá, moroso que perdura à cinco anos.

Hoje dia 27 de outubro, estamos novamente de regresso para mais um dia de investigação de campo.

Se estiver proxpró, podera se juntar a nós.


Após a nossa permanência no local, concluímos que as imagens não correspondem à verdade.

Os investigadores registaram provavelmente outra equipe na área.
Os helicópteros apenas fizeram o seu vôo normal de regresso à base.
A informação disponibilizada não corresponde à verdade do vídeo.

Comprovações Fisiológicas [Distúrbios Psicológicos]

Quando casos ufológicos são confirmados por distúrbios psicológicos decorrentes do caso vivenciado.


Nesta categoria enquadram-se os efeitos psicológicos, em seres humanos ou animais, que tiveram origem no fato ufológico vivenciado. Dividem-se em nos seguintes subgrupos:

Insônia

Este efeito pode não ter uma origem no contato em si, mas sempre atinge testemunhas de contatos próximos. Isso ocorre devido ao estado emocional da testemunha que é profundamente afetado durante estes contatos.  



Caso Turíbio Pereira
 Lins (SP)
2 de outubro de 1968

 Ansiedade, nervosismo e insônia por três dias. Nos 18 dias seguintes ao contato perdeu 18 quilos. Formigamento persistente na parte posterior do lado esquerdo.
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 Caso Tiago Machado
 Pirassununga (SP)
 6 de fevereiro de 1969

 Vários moradores do Bairro Pinheiro, da cidade de Pirassununga (SP), assistiram, no dia 6 de fevereiro de 1969, às 7h30m, a um espetáculo impar e emocionante: Um objeto luminoso desceu do céu, a uns 800 metros de distância, no mato. Uma das testemunhas, Tiago Machado, aproximou-se do objeto mantendo contato próximo com os tripulantes deste. Os relatos de todas as testemunhas, em diferentes posições, são semelhantes e complementam-se entre si.
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 Avistamento em Itiquira
Proximidades de Brasília (DF)
 19 de fevereiro de 1977

 Todas as testemunhas tiveram insônia nas noites seguintes ao contato.
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 Caso Santa Filomena
 Fazenda Santa Filomena, Lins (SP)
 13 de maio de 1979

 Na ocasião, Braulino Gomes Ferreira, entra em luta corporal com tripulantes de um OVNI pousado nas proximidades de sua fazenda. Após o contato, a testemunha apresentou insônia, vermelhidão dos olhos, lapsos de memória (amnésia) e palidez.
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 Caso Benedito Miranda
 Itaperuna (RJ)
 25 de setembro de 1971

 Abduzido apresentou, logo após o contato, roupas sujas de terra, olhos congestionados, ardentes, corpo dolorido, braço esquerdo muito dolorido, mão formigando e manchas arroxeadas na região do cotovelo esquerdo.
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Problemas Psicológicos

Inúmeros casos ufológicos são tão aterradores que provocam problemas psicológicos das testemunhas. Em muitos casos estas desenvolvem a chamada síndrome de stress pós-traumático, muito comum em casos de abdução. Em quadros mais leves causa insônia, fobias, medos inexplicáveis, repulsa e manias.

 Caso Kathie Davies, Indianápolis, Indiana [EUA] 30 de junho de 1983 
Abduzida Kathie Davies sofreu stress pós traumático em decorrência de suas abduções.

Caso Santa Filomena, Lins (SP) 13 de  maio de 1979  
Ocorre o caso Santa Filomenta, na zona rural de Lins. Na ocasião, Braulino Gomes Ferreira, entra em luta corporal com tripulantes de um OVNI pousado nas proximidades de sua fazenda. Após o contato, a testemunha apresentou insônia, vermelhidão dos olhos, lapsos de memória (amnésia) e palidez.
 

Hipersensibilidade ou Falta de Sensibilidade

Este tipo de evidência é mais rara. Trata-se de hipersensibilidade tanto tátil quanto auditiva, visual ou até mesmo no paladar. Em geral desaparece depois de alguns dias.

 Caso  Port Coquitlan, Colúmbia Britânica, Canadá 16 de agosto de 1974
 Senhora que coletou amostras no local de pouso sentiu seus dedos dormência imediatamente após começar a mexer no local. O efeito durou mais de uma semana.

Caso Delphos, Delphos, Kansas, Estados Unidos 2  de novembro de 1971  
 Testemunhas que estiveram no local de pouso do OVNI, logo após o fato sentiram seus membros superiores e posteriores amortecidos.

 Caso da Barragem do Funil, Itatiaia, Rio de Janeiro 30 de agosto de 1970
 Durante o avistamento a testemunha disparou contra o OVNI. Um flash foi emitido do objeto ocasionando paralisia, cegueira temporária, ausência de paladar e olfato, sensação de leveza, surdez temporária.

Caso Luis Carlos Serra, Penalva, Maranhão 24 de março de 1978
 O Jovem Luis Carlos Serra foi abduzido. Durante vários dias após ao contato, o protagonista não tinha sensibilidade.

 Caso Benedito Miranda, Itaperuna (RJ) 25 de setembro de 1971
 Abduzido apresentou, logo após o contato, roupas sujas de terra, olhos sensíveis, ardentes, corpo dolorido, braço esquerdo muito dolorido, mão formigando e manchas arroxeadas na região do cotovelo esquerdo.

Caso Antônio Nelso Tasca, Chapecó (SC) 14 de dezembro de 1983
 Abduzido apresentou um ferimento semelhante à uma queimadura em suas costas. Tal ferimento era totalmente indolor.

Medos ou Fobias

Uma curiosa evidência encontrada em alguns casos. Os exemplos mais comuns são medo de sair a noite, passar por determinados lugares, medo de raios, determinados sons, imagens, etc. 

Caso Barroso, Quixadá (CE)  6 de dezembro de 1972
 Protagonista do caso apresentava fobias à luz de flashes.

Caso Januncio de Sousa,  Santa Cruz (RN)  janeiro de 1979
 Após o contato aterrorizante do qual foi protagonista a testemunha teve medo de sair a noite.


 Caso Amador Antônio da Silva, Santo Antônio (RN) novembro de 1979
 Após o contato aterrorizante do qual foi protagonista a testemunha teve medo de sair a noite.

 Caso Moisés Campelo, Sítio Imbiuna, Campo Redondo (RN) maio de 1991
 Após o contato aterrorizante do qual foi protagonista a testemunha teve medo de sair a noite.

Caso Beato, Sítio Cacaruaba, Santa Cruz (RN) entre agosto e novembro de 1979
 Após sua experiência a testemunha evita expor-se às mesmas situações em que se deu seu contato.


 Crise Nervosa
Efeito observado em testemunhas próximas, que apresentam quadro de forte impacto emocional, ou crise nervosa. 

O Fantástico Caso Lins, Lins (SP) 25 de agosto de 1968
 Protagonista do caso apresentou micção intensa involuntária imediatamente após o fato.

 Caso Alfredo Marques Soares, Cardeiros (CE) julho de 1977
 Após o contato sua perna esquerda apresentava-se preta e azulada com aspecto de queimada. Em exame médico constatou-se bolhas e infecção no local. Por dois dias urinou em demasia, sentiu dores de cabeça, dor no estômago, diarréias e dores nas costas. Todo o lado esquerdo do corpo doía e necessitou usar muleta por aproximadamente 3 meses.

Fonte: Fenomenum.


terça-feira, 23 de outubro de 2018

Os extraterrestres podem ter a mesma aparência que os humanos


Se existir, a vida extraterrestre poderia ser “estranhamente semelhante à vida que vemos na Terra”, de acordo com Charles Cockell, professor de Astrobiologia na Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Há alguns anos que a comunidade científica defende que os extraterrestres podem ser mais parecidos com os humanos do que pensamos. Segundo um estudo recente de investigadores da Universidade de Oxford, podem ter passado por processos de evolução, nomeadamente por selecção natural, semelhantes aos humanos.
Mas, de acordo com Charles Cockell, professor da Universidade de Edimburgo, na Escócia, se existir, toda a vida extraterrestre poderia ser estranhamente semelhante à vida que vemos na Terra.

No seu novo livro “The Equations of Life: How Physics Shapes Evolution”, Cockell sugere a existência de uma “biologia universal”. “A vida na Terra pode ser um modelo para a vida no universo”, explicou Charles Cockell à Forbes.
Segundo a teoria do investigador, as leis da física são iguais em todo o lado. Por exemplo, a gravidade é omnipresente, as moléculas orgânicas desintegram-se em altas temperaturas e o carvão e a água são substâncias indispensáveis para a criação de vida.

Estes limites negam a possibilidade de uma “grande modificação” no aspeto dos seres vivos em todo o universo, segundo Charles Cockell.
No oceano, “criaturas com corpos finos e aerodinâmicos” predominam e, por razões óbvias, “movem-se rapidamente pela água”. Isso tem sido verdade por centenas de milhões de anos: golfinhos, tubarões, o ictiossauro – mamífero, peixe e dinossauro extinto – têm uma aparência razoavelmente comparável.

Em terra, a maioria dos animais tem apêndices, ou seja, membros para se movimentar. No céu “são observadas as leis que governam a aerodinâmica”. “As coisas acabam por ter a mesma aparência, apesar de serem de linhagens completamente diferentes”, disse o especialista.

Mas há exceções. Por exemplo, as cobras, sem membros, deslizam. “Experiências da natureza”, admite Cockell. Contudo, a maior parte da vida “é confinada por regras que podem ser surpreendentemente estreitas“.