quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Seriam Falsos os Pousos na Lua?

Seriam Falsos os Pousos na Lua?

Quando o Astronauta americano Neil Armstrong tornou – se o primeiro homem a pisar a Lua, em 20 de Julho de 1969, cerca de 600 milhões de pessoas ao redor do mundo testemunharam o acontecimento histórico pela televisão.
Para muitos foi a realização de um sonho, o momento em que a humanidade finalmente libertou – se de ser prisioneira da Terra e posicionou – se para explorar as fronteiras do espaço.
Houve uma sensação comum de orgulho pela grande conquista, que, encontrou sua expressão nas palavras imortais de Armstrong; (Este é um pequeno grande passo para o homem, mas um salto gigantesco para a humanidade).
No entanto a euforia do momento, poucos notaram algumas anomalias nas fotografias oficiais da NASA, que ainda não foram explicadas satisfatoriamente.
Tampouco ninguém pensou em questionar como determinados obstáculos decisivos para um pouso tripulado na Lua foram miraculosamente e misteriosamente superados, exatamente a tempo de cumprir o prazo estabelecido pelo presidente Kennedy.
Sabe – se que a NASA realizou um estudo de viabilidade no inicio do anos de 1960, que teriam revelado menos de 1% de possibilidade de sucesso.
Ainda assim no final da década, fomos levados a acreditar que os homens pousaram na Lua num foguete cujo computador tinha menos capacidade de processamento que uma moderna calculadora de bolso.
Apenas depois que o programa Apolo foi desactivado, seguindo – se a missão final para a Lua em Dezembro de 1972, a evidencia foi analisada em detalhes por aqueles que suspeitavam que os pousos na Lua podiam ter sido falsos.

O Factor Raio X



Para chegar á Lua os Astronautas tinham de atravessar o Cinturão de Vaan Allen, uma barreira de protecção de partículas carregadas, criadas por raios cósmicos pelos campos magnéticos da Terra.
Esse fenômeno natural protege a Terra da radiação letal do Sol.
Uma vez ultrapassada essa barreira, a tripulação estaria exposta a doses intensas e ininterruptas de radiação, tendo apenas um fino revestimento de chumbo no foguete como escudo de protecção.
A NASA nunca explicou como superou esse problema fundamental.
Antes da Apolo 11, todas as missões tripuladas americanas orbitavam a apenas a algumas centenas de quilómetros acima da Terra, sob a segurança desse teto.
Alguns dos partidários da teoria da conspiração avaliaram esse factor e sugerem que a Apollo 11 não fora além do Cinturão de Vann Allen, mas simplesmente circulavam ao redor da Terra até ao momento programado do retorno.
Eles suspeitaram que o pouso na Lua foi falseado pela NASA, que se encontrava sob a forte pressão para mandar um homem à Lua até ao fim dos anos 60, para cumprir o prazo extensivamente divulgado do presidente Kennedy.
Para os efeitos da propaganda, os Estados Unidos tinham que ser vistos como vitoriosos em relação ao Russos na corrida espacial, enquanto que a NASA sabia que seu financiamento no futuro dependia do sucesso.
Se os cientistas da NASA superaram esse problema fundamental a tempo para os pousos posteriores ainda é uma questão de intenso debate e especulação entre céticos.

A Evidencia Fotográfica


Acredita – s que evidencias mais concretas de um encobrimento posam ser encontradas nas fotografias oficiais da NASA para o pouso da Apolo 11 e também de missões posteriores que, se forem verdadeiras sugerem uma conspiração continuada para enganar o publico.
Se ninguém fosse tolo o suficiente para guardar seus filmes fotográficos na geladeira “frigorífico” e depois assá-los no forno após bater as fotografias, não esperaria obter bons resultados.
Mas foi efectivamente assim que os astronautas trataram seus filmes quando os tiraram de uma área se sombra densa para a brilhante luz Solar na superfície da Lua, onde as temperaturas variam de um extremo a outro.
Não é insensato supor que as temperaturas extremas teriam a impossibilitado o carregamento do filme, que teria se fundido numa gosma pegajosa.
Além disso o filme fotográfico é altamente sensível aos raios – X, como aprenderam a duras penas os desafortunados que tiveram suas fotos de férias “nubladas”pelos antigos sistemas de segurança dos aeroportos.
As fotos dos astronautas deviam ter sido prejudicadas pela radiação Solar de maneira semelhante durante a viagem pelo Cinturão mas saíram todas perfeitas.
Talvez perfeitas demais!
Na missão Apollo 11, Armstrong e seu colega Buzz Aldrin foram dotados com câmeras Hasselblad profissionais de foco fixo, presas ao peito, que tinham lentes teleobjetivas de 250 milímetros e visores em cima.
O procedimento para carregar o filme numa Hasselbadlad é semelhante ao usado nos primeiros dias da fotografia, quando se trocavam as chapas fotográficas antigas tratando – se de uma operação delicada e complicada que requer mãos firmes e dedos ágeis.
Os astronautas da Apollo usavam luvas grossas de borracha que tornavam a substituição do filme um grande problema e martírio.

Camera Asselbland

Mas talvez o aspecto mais intrigante seja as sombras deixadas pelos astronautas e seus equipamento que não parecem combinar com as condições nas quais disseram que as fotografias foram feitas.
A NASA alega que a única fonte de luz era a do Sol, e ainda assim a famosa foto mostrando Armstrong e Aldrin colocando a bandeira americana na superfície da Lua, eles lançavam sombras desiguais, embora estivessem a alguns centímetros de distancia um do outro.
Outra foto, mostrando Aldrin sozinho com Armstrong e o módulo lunar reflectido no visor, é suspeita por diversos motivos.
O primeiro é que a sombra à direita de Aldrin é leve demais para o maior contraste, que é característico na Lua.
O Sol, à esquerda dele, deveria produzir uma sombra escura em seu lado direito e ainda assim podemos ver claramente cada ruga do seu fato espacial.
Mais curioso ainda é o terreno atrás de Aldrin que vai escurecendo, mas deveria estar distinto até ao horizonte, uma vez que não á atmosfera na Lua para afectar a luz.
A NASA explicou que esse fenômeno observado que o filme fotográfico pode fazer com que objectos distantes pareçam mais escuros quanto mais longe estão da câmera.
No entanto esse argumento não convenceu os céticos, que alegam ter identificado todo o conjunto de detalhes curiosos, incluindo um objecto misterioso refetindo no visor de Aldrin na mesma fotografia.
Esse objecto pode ser visto claramente contra a escuridão acima do horizonte, onde se pode esperar ver um pedaço de equipamento de filmagem se fossem feitas imagens falsas em estúdio.
Se as fotos foram feitas em um estúdio, isso também explicaria por detalhes como as placas de inscrição dos Estados Unidos na lateral do módulo lunar são iluminadas, quando deveriam estar na sombra, uma vez mais que não há refracção da luz na Lua, e o Sol estava correndo no lado oposto.
A mesma anomalia pode ser vista em fotos de missões subsequentes que especialistas em fotografia dizem sugerir a presença de mais de uma fonte de luz, como ocorreria num estúdio de filmagem.
Outra singularidade é a ausência de estrelas no céu em muitas das fotografias oficiais da agência espacial.
De acordo com a Maria Blyzinsky, a curadoura de Astronomia no Observatório de Greenwich, em Londres, a falta de atmosfera na Lua deveria tornar as estrelas claramente visíveis, embora a NASA rebata esse argumento alegando que a luz solar era tão forte que obscurecia a luz das estrelas.
As fotografias de missões seguintes revelavam outras peculiaridades, como a falta de marcas de queimado e uma cratera embaixo do módulo lunar que se esperaria tivesse sido criado pelo foguete de pouso.
Essas irregularidades inexplicáveis levam a crer que as fotos tenham sido mesmo falseadas, mas há uma de evidencia concreta para qual os adeptos da teoria da conspiração não tem uma explicação – a peça de 340 quilos de rocha lunar radioactiva que a NASA orgulhosamente apresentou ao exame do publico e de especialistas independentes no retorno dos astronauta.
Os geólogos encontraram menos silício e alumínio que seriam encontrados em rochas da Terra e consideravelmente mais magnésio, ferro e titânio, o que não lhes deixou nenhuma dúvida de que essa amostras vinham de uma fonte extraterrestre.
Se bem que nos dias actuais é fácil de produzir uma rocha com esta qualidades e manusear esta de forma a podermos adquirir os seus componentes, para os mais diversos fins.

Mascarar ou Encobrir?

Uma teoria que ninguém parece ter considerado é a possibilidade de os pousos terem ocorrido, mas a NASA ter ficado embaraçada por seus filmes não terem sobrevivido á viagem pelas razões já apontadas.
Em seu desespero para satisfazer à expectativa do publico, explorar o seu golpe publicitário e segurar financiamentos futuros, ela tolamente forjou fotografias num estúdio, talvez onde o pouso tenha sido ensaiado previamente.
Ou talvez tenham usado as fotografias feitas durante aqueles ensaios.
Um cenário semelhante foi caracterizado no filme de 1978 Capricorn One e no filme de 1971 de James Bond Os Diamantes sã Eternos.
Isso sugere que os rumores sobre fotos forjadas tenham circulado entre os técnicos de cinema e encontrado aplicação na ficção, ou que um informante tenha deixado vazar as informações na forma que pudesse atender à expectativa do público.
Se for verdade, eles com certeza atingiram seus objectivos.


Matéria de Paul Roland
Investigando o Inexplicavel
Transcrita por Nuno Alves
Imagem de Nuno Alves – Google
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2 comentários:

  1. o.O Esse artigo está incrível! Todas as nossas questões estão contidas nessas linhas! Reaalmente a muito que se questionar sobre isso, e não é àtoa que algumas pessoas na época não acreditaram que o homem foi a Lua!

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  2. Acho que este texto é o mais bem documentado até ao momento.
    Está muito bom anível de análise em todas as perspectivas.
    Se bem que tem fatores que foram ignorados no passado e outros em que não se tinham pensado como o caso das fotografias e mudança de film.

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