sábado, 28 de outubro de 2017

O Caso Ilha Terceira (31 de Janeiro de 1968) Serafim Vieira Sebastião

Serafim Vieira Sebastião, 36 anos (na altura do ocorrido) e guarda das instalações militares “Azores Air Station” na Base das Lajes da Ilha Terceira, nos Açores, estava no posto daquelas instalações a guardar o depósito de munições, tranquilo, no que era, aparentemente, uma noite igual às outras, preparando-se inclusive para ouvir no rádio um jogo de futebol Setúbal-Sporting quando, de repente, o rádio deixou de funcionar normalmente. Eram aproximadamente 23 horas da madrugada quando os seguintes factos ocorreram. O aparelho transístor que Serafim usava para ouvir o relato começou a fazer interferências e o guarda tentou averiguar se era um problema de sintonização o que não parecia ser o caso pois o rádio continuava a não funcionar apesar das suas tentativas de repará-lo. Serafim tentou ligá-lo e desligá-lo e nada. Continuava a não dar sinal. Nisto, Serafim ouviu um estranho zumbido vindo do exterior e saiu para ver o que era. Viu surgir, à sua frente, junto ao depósito de munições um estranho e brilhante objecto voador que apontava um foco para o depósito. 

Assustado, voltou a entrar no posto e tentou usar o telefone para informar os colegas da presença daquele estranho objecto. A claridade aumentou vinda de fora pela janela e tendo origem no invulgar objecto. Serafim deduziu que o objecto se aproximava. Voltou a sair do posto e constatou que o objecto se aproximava do paiol de munições do posto, no qual incidia a luz do que parecia ser um poderoso holofote. O objecto que Serafim viu era oval, tinha uma torre de vidro no centro e, à volta dela, um corrimão ao qual pareciam encostar-se dois homens ou dois seres. Dentro da torre estavam outros dois homens. Mais uma vez Serafim voltou a entrar no posto trazendo consigo uma lanterna que apontou para o foco produzido pelo objecto e, no instante em que o fez, pareceu-lhe ter-se levantado do solo uma estranha poeira que o fez perder os sentidos.

Foi encontrado por um colega e levado para o Hospital Regional onde veio a recuperar-se e onde contou a estranha história. O médico determinou que nada havia de fisicamente errado com ele pelo que “deve ter desmaiado do susto”. O Projecto Blue Book, então activo, meteu o bedelho neste assunto e saiu mais tarde uma explicação disparatada – para variar! – de que o que Serafim tinha realmente visto fora “um curto-circuito causado pelo choque de um balão meteorológico nuns cabos de alta tensão”, que ademais nem existiam nas redondezas. Existiam, sim, cabos telefónicos.

De qualquer forma, Serafim Sebastião, insistiu que não tinha visto curto-circuito nenhum, nem “helicóptero, nem avião, nem balão meteorológico”; que o que tinha visto mesmo foi o tal objecto oval com os quatro seres lá dentro e, mais tarde, cansado de toda a publicidade gerada à sua volta pediu para o “deixarem em paz!” e recusou-se a fazer mais declarações acerca do assunto!

Ovnilogiapressbooks.com 

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