As observações tiveram inicio das 22h00 ás 01h30 do dia 03.06.2013
Em Gontijas - Ferreira do Zêzere 2 ovnis ás 23h32 Confirmação dos objectos observados em Abrantes por o Sr. Fábio Oliveira, registados em video em Gontijas - Ferreira do Zêzere
2 objectos em formação surgiram a Este-Sul-Este, dirigindo-se para Norte-Este desaparecendo em direcção ao espaço após 2 minutos e 20 segundos de observação. Os objectos efectuaram por vezes algumas acelerações individuais, mas mantendo-se em média a 2º de distância um do outro, mantendo uma trajectória maioritáriamente linear. Os objectos não emitiram qualquer tipo de sinal visivel. Foi observável em todo o território português.
Fotografia dos objectos
Video dos objectos
3 ovnis ás 23h58 Zona de Fátima
Após 4 flashs grandes visto a Oeste, de cor azul-violetas que formaram 3 pontos cardeais Sul-Oeste-Norte a cerca de 15º de distância entre si e por ultimo, 1 a Este, a uma maior distância, num curto espaço de tempo de aproximadamente 6 segundos, 2 objectos de forma esférica, situados a região de Fátima mais exactamente, mas podendo abranger a zona de Caldas da Rainha e Marinha Grande, elevaram-se do solo, com uma trajectória ascensional de 90º, a uma velocidade extremamente reduzida , tomando após alguns segundos uma trajectória ascensional de 45º aproximadamente, aumentando ligeiramente a sua velocidade e avançando em direcção ao espaço. Os objectos deixaram de ser observados derivado à distância.
A observação inicial teve inicio, a algumas dezenas de metros do local a onde se encontrava o material de filmagem, não possibilitando de imediato a gravação do inicio da observação.
Após melhor observação da gravação existe um 3º objecto que vem ao encontro, após um pequeno flash, dos 2 objectos, com cerca de 45º de inclinação a uma velocidade muito elevada, o objecto é visivél a efectuar uma mudança de atitude de voo, descrevendo uma viragem curta de 90º e reduzindo drasticamente a sua velocidade até á sua imobilização. Esta observação não durou mais que 1 segundo e meio, passando fácilmente despercebido.
Possivelmente poderá haver outros objectos presentes no video, na origem dos flashs, não há qualquer tipo de objecto visivél.
Fotografia dos objectos
Video dos objectos
Mapa explicativo
Zona de observação
Ovni ás 00h39
Após um grande flash inicial, foi observado um objecto, á vertical do ponto de observação, em direcção Norte-Este. O objecto não efectuou uma trajectória linear inicialmente, fazendo duas viragens em direcção Norte e acabando por se dirigir para Norte-Este a uma altitude muito elevada. deixou de ser observável em quanto seguia em direcção ao espaço. * o video deste objecto corresponde dos 0'0'' aos 1'45'' *
Fotografia do objecto
Video dos objectos
Estação espacial ISS
Gravada durante a vigília com inicio ás 22h50 e ás 00h24 LT
Data hora - 03-06-2013 - 23:00h
Localização - Chainça Abrantes.
Testemunha - Sr. Fábio Oliveira.
Vídeo realizado com um Optimos Boston.
Relato da testemunha....
Olá, Chamo-me Fábio Oliveira e sou de S. Miguel do Rio Torto, foi nessa localidade que na Sexta - Feira à noite vi dois ou 3 objecto luminosos muito semelhantes a estrelas cadentes pelo brilho, que quando passavam por cima do sitio onde me encontrava o brilho tornava-se mais intenso e ao fim de uns dois minutos de observação desapareceram sem deixar rasto... esse mesmo fenómeno foi filmado mas em Chainça, Abrantes na noite 3 de Junho pelas 23 horas apróximadamente!
No video, vai aparecer o ponto em questão, e mais por baixo do ecrã vai aparecer algo que parece um cometa (é a antena do carro, eu estava a ver o céu por lá) e que acaba por servir como ponto de referencia, já que inicialmente o objecto se encontra antes desse mesmo ponto de referencia e já no fim tive de me deslocar com a câmera para outras posições (na verdade achava que mais cedo ou mais tarde iria surgir a cauda, tipo estrela cadente, mas isso acabou por não ocorrer, muito pelo contrario, foi como se a luz se desliga-se e desaparecesse)!
As constelações para onde costumo me virar é a Ursa (ursula) maior (ou o que eu chamo de papagaio de papel, e uma outra parecida com ela e que não se encontra muito longe que se assemelha a um arco e flecha)!
Peço desculpa por não poder ser mais preciso e esclarecedor, mas ainda me estou a iniciar nestes andamentos, apesar de sempre olhar o céu...
Ufo Portugal
A noite 03 de Junho deste corrente ano, terá sido perante a sua localização, propicia a uma boa observação de Satélites.
Contudo uma observação de Satélites terá a duração de alguns segundos.
A estação Espacial ISS
Deslocação ISS
esteve presente mas afastada da referência mencionada pela testemunha.
Não sabendo ao certo o que terá efetivamente observado o Sr. Fábio Oliveira ficando o registo em vídeo.
Solicitamos a outras testemunhas que tenham observado e presenciado o mesmo fenómeno, o envio de mais informação.
Data hora - 02 de Junho de 2013 - 22:15h
Localização - Olhão Algarve
Testemunha - Sr. Luís Carlos
Segue o relato da testemunha....
Olá boa noite. Ontem, dia 2 de Junho de 2013 vi, no céu, em Olhão (Algarve - Portugal) a uma altura não muito elevada, dois pequenos objetos, de cor alaranjada/ avermelhada (fusco, ou seja, pouco visível, só perceptíveis por olhares mais atentos), a voarem lado a lado (vindos do mar, Sul, em direção ao Norte) e, um deles, a certa altura, quase se cruzou com o outro.
Voavam silenciosamente, a uma velocidade não muito rápida, mas mais rápida de que qualquer avião comercial, idêntica à dos caças (mas sem emitirem qualquer ruído).
Não consegui perceber do que se tratava... Será que o voo desses dois objetos pode ter sido registado pelos radares do aeroporto de Faro?
Este episódio ocorreu por volta das 22h15 (Portugal).
Ufo Portugal
Certamente que o Aeroporto de "Faro" possui os registos de todo o tráfego aéreo da região.
De salientar que em alguns dos casos em Aeroportos Internacionais, ocorrências anómalas não foram registadas ou detectadas via Radar!
No Algarve durante o Mês de Maio foi elaborado um vídeo de algo sobre o céu!
Pode ser a condensação de um avião ao fundo ou algo mais que a imagem não nos permite ter uma exactidão, percepção.
Objeto está visível sobre o edifício no topo da colina que observamos ao fundo na imagem.
Porem aqui fica o registo de algo que ainda não somos possuidores dessa certeza.
Este relato nos recorda a ocorrência de 27 de Junho de 2012
Perante a observação do Sr. Luís permanece a incógnita do que terá observado, ficando desta forma a colaboração do seu registo.
Estava esta noite, 01-06-2013, no terraço de minha casa, a tentar fotografar Vénus , com um pequeno telescópio, a caminho de se esconder no horizonte.
Estou em Canidelo, Vila Nova de Gaia e tenho uma vista privilegiada sobre a Foz do Douro.
O fenómeno que vou relatar decorreu entre as 22H30 e 22H40.
Estava a observar a olho nu o horizonte sobre a Foz do Douro quando me apercebi de um rasto luminoso de cor clara e de forma comprida e horizontal, como que um rasto de avião a jacto, mas pouco nítido e de cor clara azulada e a relativamente baixa altitude.
Como tinha binóculos à mão, foi com espanto que verifiquei que se tratava de uma espécie de imagens que piscavam de forma intermitente e em posições diferentes e não sincronizadas, agrupadas em forma de losango horizontal e sobre o comprido e que se deslocavam de Norte para Sul e que à medida que se deslocavam foram subindo no horizonte.
A primeira coisa que me ocorreu , foi que me parecia um estranho bando de aves, com o seu bater de asas luminosas(???).
À medida que o fenómeno se deslocava, foi alterando a sua configuração.
A forma de losango, que era horizontal foi-se tornando vertical e quando passou na direcção de Oeste estava com os vértices agudos na forma vertical e à medida que se deslocou para Sul foi voltando à forma horizontal.
Não vou dar por agora mais pormenores, pois não valerá a pena se me disserem que é possível que um bando de aves , possa ter tais efeitos luminosos, o que não me parece que tenha sido.
Um bando de aves desloca-se sempre, penso eu, à mesma altitude, o que não aconteceu.
Fotografia e croqui por Fernando Sousa "testemunha".
Ufo Portugal
Não sabemos exatamente qual o tipo de observação realizado pela testemunha Sr. Fernando Sousa.
Como bem relata, um bando de aves pode criar uma ilusão de óptica, como já ocorreu no passado levando a Associação Portuguesa de Ovnilogia "APO" a fazer como noticia ( Vaga OVNI em Lisboa ).
Consoante a altitude das aves em grupo e vento as mesmas podem mudar a sua configuração de voo.
Uma verificação de tráfego Aéreo confirmou a existência de um número considerável de aeronaves sob a região na hora mencionada.
Porem não significa que o Senhor Fernando Sousa não tenha observado algo de extraordinário!
Os referidos flashes coincidem com uma investigação levada a cabo em Ferreira do Zêzere pelo colaborador Carlos Lopes, que tem vindo a registar este fenómeno em vídeo.
Uma outra testemunha tem vindo a registar em foto alguns objetos anómalos na região mencionada, salientando também as estranhas observações realizadas no ano anterior 2012 em Braga.
Perante esta ocorrência vamos ficar atentos
Se vive na região e presenciou o mesmo fenómeno queira entrar em contacto com o Ufo Portugal através de e-mail deixando o seu depoimento da sua observação ufo_portugal@sapo.pt
Após um grande flash branco-azulado, que cobriu grande parte do céu observável, surgiu um objecto visivél a olho nu, de forma estrutural cónica, onde se podia ver 3 spots luminosos, dos quais eram emitidos os flashs pequenos e pelo conjunto ocasionalmente, um grande flash. O objecto não emitiu qualquer tipo de ruido, dirigindo-se desde vertical do ponto de observação, para Norte numa trajectória rectilínea. 4 minutos após o fim da observação do objecto, foi observado um outro flash branco-azulado semelhante, que cobriu grande parte do céu observável, mas não foi possível observar qualquer tipo de objecto.
Mapa da observação
Fotografia do objecto
Video do objecto
Aeronaves presentes no momento
Ovni ás 23h15
Após uma busca com o visor nocturno, foi observado um objecto que imitia uma luz pulsante e alguns flashs ocasionais, O objecto foi observado a grande altitude, não sendo observável a olho nu, dirigindo-se de Norte para este, numa trajectória linear, acabando por descrever uma curva larga após uma pequena paragem que durou cerca de 2 segundos, deixando de ser observado derivado á distância. Nesse momento havia o satélite SECOR 1 ROCKET que tinha uma orbita muito proxima do objecto, mas a trajectória do objecto não era semelhante,
O satélite que se cruza com o objecto é o COSMOS 2058
Quase no meio do caminho com destino ao Porto de Rio Grande, uma surpresa: ETs e discos voadores em Itaara, uma pequena cidade gaúcha de cinco mil habitantes na beira da BR 392 que se notabilizou por abrigar o primeiro Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência do país com o nome de Victor Mostajo, numa homenagem ao filho do autor do projeto criado em 2001.
A explicação para a iniciativa numa região tão remota do Brasil é que o céu de Itaara possui o “teto perfeito para a observação do Cosmos”, mas o museu também abriga depoimentos de pelo menos duas “abduções” ocorridas em municípios próximos como Santa Maria e Pelotas e de mais três contatos imediatos de terceiro grau ocorridos no Rio Grande do Sul.
Para os visitantes há, também, um acervo de cópias de jornais, revistas e vídeos com todo tipo de noticiário possível sobre o registro de OVNIS. Por conta disso, desde sua criação, o Museu já recebeu mais de 180 mil visitantes e a cidade vizinha de Caçapava do Sul lançou recentemente o seu programa de “Turismo Ufológico”.
Itaara vive seu dia de glória em 24 de junho, data em que um piloto norte-americano registrou, em 1941, o seu contato com OVNIS e este dia passou a ser considerado o Dia Mundial dos Discos Voadores. O museu fica aberto entre dezembro e março e no mês de julho. Nos outros meses é preciso agendar a visita. Por via de dúvidas, é sempre bom ficar atento ao céu, além da estrada, quando se passa por Itaara.
Observatório Astronómico do Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência Victor Mostajo
(Texto: Norberto Staviski / Fotos: Marcelo Curia/Ed. Globo)
Em Portugal neste momento se encontra em construção um observatório com a objectividade no estudo do fenómeno OVNI.
Uma matéria que será disponibilizada assim que o mesmo esteja concluído.
Será o primeiro no país com a objectividade de registar o fenómeno em questão.
Na costa Yucateca México, também se reporta um número considerável de avistamentos de ovnis (Objectos Voadores Não Identificados), 80% na cidade e porto de Progreso e também nas esquadras da policia de Chuburná, Chelem e Chicxulub.
Estes objetos tem sido vistos inclusive dos cruzeiros que semanalmente chegam a Progreso.
Já no final do ano passado 2012, com a chegada de um destes barcos, foram vários os turistas e tripulantes que comentaram ter visto um ovni na noite anterior quando já estavam próximos da costa Yucateca.
Desgraçadamente não existe uma unica evidências sólida (fotos ou vídeos), mas se uma quantidade elevada de testemunhas que assegura ter visto ovnis, incluindo as polícias municipais e estatais bem como autoridades, prestadores de serviços turísticos e os residentes locais.
Na esquadra da policia de Flamboyanes (localizada a alguns quilómetros da entrada a Progreso) faz recordar que alguns anos atrás deram-se vários relatos de vizinhos e gente que transitava com frequência por aí e viam de repente luzes estranhas que não emitiam nenhum tipo de ruído, desciam de forma vertical e depois se perdiam no céu na mesma posição a uma velocidade supersónica.
Sem explicação lógica
Pilotos aviadores entrevistados asseguram que nenhum avião ou helicóptero pode fazer esses movimentos, pelo que se descarta isto como uma explicação ao que a gente via.
Em Progreso, na área do malecón, também se viram vários objetos com cinco luzes, voando em formação que atingiam velocidades super sónicas desaparecendo misteriosamente.
A torre de controle do Aeroporto Internacional de Mérida não reportou nesse momento que se tratasse de algum avião.
Recordando que em Julho do ano passado em conjunto com um turista espanhol aficionado a este fenómeno, que tinha chegado dias antes a Yucatán alugando uma casa nesse porto e me dizia: "Eu sou muito aficionado a estes temas, vi ovnis em algumas ocasiões em Huelva, Espanha, e espero que em Yucatán também possa ver um pois um de meus hobbies é passar longas horas da noite e da madrugada vendo o céu", comentou o turista, de uns 60 anos de idade na companhia da sua esposa.
O turista esteve durante 15 dias em Yucatán, e ficou de enviar o correio electrónico em caso de avistar algum ovni.
Mais depoimentos
Outro depoimento interessante que obtive foi de um conhecido licenciado em direito da cidade de Mérida que me dizia com assombro que também viu em três ocasiões estas naves entrando ou saindo de mar: “Não procuro nenhuma explicação ao que vi.
Observei isto na minha casa de verão em Chelem, inclusive tinha binóculos, e me causou muito impacto, sem dúvida OVNIs existe sim”, comentou...
Outro fenómeno interessante que tem sido visto em Progreso é o dos osnis (Objecto Submarino Não Identificado) e que também se atribui a civilizações de outros planetas, já que dezenas de pescadores, turistas e público em general têm assegurado ter visto estranhas naves que entram e saem do mar, sobretudo durante a noite.
Aliás este fenómeno é mais impactante ainda, já que quando se trata de um objecto no céu podem ser vários motivos (aviões, satélites, estrelas cadentes, etc.), mas no caso das naves que entram e saem do mar as possibilidades lógicas se reduzem quase na sua totalidade.
RELATÓRIO DA TESTEMUNHA:
Embora a realização de um UFO céu relógio em Shropshire UK, consegui capturar dois objetos não identificados no filme através do meu dispositivo de visão noturna.
Eles se moviam em direção a Easterly sentido Sul e, em seguida, se deslocam para Leste numa altitude muito elevada.
A sua movimentação era lenta e não havia aeronaves convencionais no céu, porque sei bem como elas são através das luzes de navegação e de outras formas variadas.
Podiam ser alguma geração de Satélites militares Noss terceiros que se movem em par, mas estes se moviam demasiado lento para a velocidade dum Satélite em órbita habitual.
OVNIs ou satélites? Quem sabe ...
Sou o João, nasci em Moçambique África em 1975, e vivo em Lisboa actualmente, sou um retornado; venho aqui contar as minhas experiências, sem as querer rotular de qualquer modo, não venho aqui afirmar que fui raptado, pois nem eu disso tenho a certeza, exerço psicologia clínica, e não possuo antecedentes de doença mental na família, nem distúrbios relacionados com epilepsia e nem tão pouco sofro de qualquer patologia mental.
Desde a minha infância que experencio eventos bizarros, e venho aqui partilhar os mais marcantes e suspeitos.
Quando tinha uns 5 anos, tinha sonhos constantes com uns monstros, que eram sempre os mesmos, e me aterrorizavam na minha cama, estes pesadelos perduraram até aos meus 10 anos, um dia tinha uns 15 anos vejo um programa na TV, (Unsolved Mysteries) e ai vejo o monstro dos meus sonhos, essa criatura era identificada lá como um extraterrestre, ou "gray", a semelhança era marcante, especialmente a cabeça, todos os detalhes coincidiam, e eu tive uma reacção de pânico quando vi isto pela primeira vez, esta reacção foi-se atenuando com o tempo mas ainda hoje em dia quando vejo um desenho, ou até o esboço grosseiro de um "gray" tenho uma reacção de medo puro, acompanhada com reacções físicas de erecção de pele, arrepios, ritmo cardíaco acelerado, e uma inquietude patente.
Outros acontecimentos bizarros aconteceram na minha infância, como acordar no meu quarto no chão, juntamente com a minha irmã no chão, os lençóis totalmente no chão e as camas (extremamente pesadas) totalmente fora de sitio; ou uma vez perder o controle do meu corpo aquando de um passeio na mata, enquanto sentia uma presença, e uma sensação de pânico e imobilidade, quando voltei a ganhar o controle do meu corpo lembro-me de fugir em pânico, olhar para trás, e ver umas botas prateadas a caminharem no local onde estive imóvel (botas porque os arbustos da minha perspectiva apenas me permitiram observar as botas e uma fracção das pernas), curiosamente não pensei muito nisso e quando vi os meus amigos, estes estavam preocupados porque eu tinha ido á mata e não me viam à 40 minutos.
Outra bizarria que perdura até aos dias de hoje é um sonho constante que tenho, no qual estou deitado na minha cama, o meu quarto está escuro, sinto que algo não está bem, uma presença, viro-me para acender a luz, fico imóvel, não me consigo mexer, e a minha cabeça fica presa a olhar para o interruptor que nunca atinjo, o sonho tem variações a partir daqui, ou uma luz azul ilumina o quarto e vai-se aproximando, até estar a uns milímetros de mim, (eu apenas vejo o reflexo da luz na parede do interruptor, nunca consigo virar a cabeça para ver a fonte da luz), ou sinto uma presença que se aproxima cada vez mais, e por vezes me toca, no ultimo sonho que tive, curiosamente um elemento extra e interessante entrou em acção, supostamente tinha o alarme para as 8:30, para acordar o meu pai, o meu pai por vezes levanta-se antes to tempo e desliga o despertador, então o sonho consistiu em eu acordar, sentir uma presença, olhar para o despertador, e serem 8:19, dizer "bom dia pai" não ouvir qualquer reposta, entrar em pânico, sentir-me imóvel, sentir a presença a tocar-me nas costas, de um modo bastante brusco (como se eu fosse um saco de batatas), então todo o meu esforço era virar a cabeça e ver que me fazia aquilo, quando finalmente viro a cabeça, estou acordado, e são 8:25, o meu pai ainda dormia.
Para Concluir, sempre que discuto OVNIs, ou extraterrestres, (especialmente do tipo cinzento) tenho uma reacção fisiológica que provoca a ocorrência de lágrimas, sem qualquer processo afectivo o provocar, apenas pessoas normais lacrimejam quando estão tristes, eu lacrimejo quando estou triste ou falo de OVNIs ou "greys".
Nunca vi um OVNI, não tenho recordações de estar numa nave, ou de ser raptado ou de interagir com extraterrestres, nem tenho marcas no corpo etc.
Apenas quero partilhar a minha experiência, que pelo seu carácter bizarro pode ser significativa para a pesquisa deste grupo, o GPPOVNIS com a qual partilhei.
A título de curiosidade gostaria de falar de um segredo de família que apenas descobri á pouco tempo, o meu tio na guerra colonial, quando comandava uma base da força aérea no Ngaje Angola, foi alvo de um incidente com OVNIs, esta historia como segredo de família que é passou pela boca da minha tia, que depois passou à minha avó, que passou para a minha mãe e finalmente para mim, logo é possível que alguns detalhes estejam omissos ou incorrectos.
Um dia depois da sua licença, o meu tio regressava para a base de jipe com alguns oficiais do seu esquadrão, subitamente, viram uma luz vermelha de dimensões grandes e sem forma a perseguir o jipe, esta luz pairou por cima do jipe encandeando o meu tio e e seus camaradas, o objecto não emitia barulho, e acompanhava o jipe, independentemente da sua velocidade.
Ao chegar à base o meu tio questionou um concelheiro militar americano que na altura era habitual a sua presença nas bases portuguesas, e este retorquiu desconhecer aquele tipo de objecto afirmando não ser americano.
O meu tio no dia seguinte foi interrogado pelos seus superiores, onde foi obrigado a guardar segredo da situação sob pena de ser penalizado de estar alcoolizado durante o cumprimento de dever.
Gostaria de frisar que estou a contar a verdade, dando para isso a minha palavra de honra, coisa que nos dias de hoje não conta muito como factor de credibilidade mas deveria.
A testemunha não quis se identificar por motivos profissionais e pessoal dando o nome fictício de "João". Crédito e arquivo. G.P.P.O.V.N.I.S
Um dos mais bizarros senão horrorizante, mistérios da idade moderna diz respeito às mortes enigmáticas de nove montanhistas russos cuja viagem terminou numa tragédia tão medonha e desconcertante que tem intrigado os especialistas há mais de meio século.
Passeios na natureza podem ser serenos para alguns e estimulante para os outros, mas para a infelicidade de algumas dessas jornadas nas florestas intocadas do nosso mundo pode ser trágico.
Ainda outros tais viagens para o desconhecido em determinadas circunstâncias assustadoras se transformam em lendas.
Tal é o destino que se abateu sobre nove entusiastas no final de 1950.
Ao contrário de muitos dos mistérios mais intrigantes do século 20 - incluindo o destino da tripulação do Ourang Medan ou o paradeiro dos desaparecidos Villagers Anjikuni no Canadá - o que faz com que o chamado "Incidente de Passagem Dyatlov" tão fascinante é o fato de que não há absolutamente nenhuma dúvida de que esses eventos realmente ocorreram ... e terrivelmente pouca dúvida de que uma das últimas sensações experimentadas por essas pobres almas foi um verdadeiro terror.
A prova desta tragédia não existe apenas na infinidade de fotografias que foram preservados, mas também nos registros extensos (muitos dos quais ainda estão supostamente classificado), o exército soviético que investigou o caso estranho e eram manifestamente incapazes de chegar a qualquer definitivo conclusões, apesar de uma enorme quantidade de evidências físicas.
Na verdade, os investigadores encarregados de resolver este caso foram forçados a atribuir todo o caso peculiar para: ". Uma força desconhecida convincente"
Mas, antes de irmos adiante, como qualquer bom mistério este deve iniciar pelo principio de toda a sua história ...
A 25 de Janeiro de 1959, um instrutor de esqui, três engenheiros e sete estudantes da ex-Ural Instituto Politécnico da União Soviética, localizado na cidade então conhecida como Sverdlovsk, embarcaram de comboio numa viagem para a Serra Otorten nas proximidades, que é aninhado nos Urais do norte, para um cross-country skiing expedição extenuante.
O líder da excursão foi um entusiasta de 23 anos com o nome de Igor Dyatlov, que havia montado uma equipe de esquiadores masculino e feminino, com a intenção de que esta árdua viagem serviria para um exercício para uma futura expedição às regiões árticas mais difíceis e traiçoeiras.
Como o grupo de esquiadores experientes deixaram a estação de comboio e pulou de um caminhão indo em direção a sua própria "Alpine nos Urais", disse um dos membros da equipe, Yury Yudin, adoeceu e foi forçado a ficar para trás na solução de Vizhai, que era o último posto antes do intervalo Otorten.
Yudin abraçou seus companheiros com um adeus lamentando não poder participar na aventura ... ele mal podia imaginar na época em que ele seria o sortudo desta tragédia.
Mais tarde Yudin afirma que a única coisa que o tinha assombrava ao longo dos anos era o não ser capaz de descobrir que tipo de força diabólica roubou as vidas de seus amigos, ao destino que ele teria compartilhado se não fosse por sua doença inesperada . De acordo com Yudin:
"Se eu tivesse a chance de perguntar a Deus apenas uma pergunta, seria: 'O que realmente aconteceu com meus amigos naquela noite?"
Dois dias depois de embarcar na sua aventura, os nove atletas restantes - incluindo engenheiros Rustem Slobodin, Georgyi Krivonischenko e Nicolas Thibeaux-Brignollel, bem como os alunos Yuri Doroshenko, Zinaida Kolmogorova, Lyudmila Dubinina e instrutor de esqui e guia, Alexander Zolotarev - todos Dyatlov seguido para a primeira parada da sua longa viagem e cansativa, à montanha Gora Otorten.
A data era de 28 de Janeiro de 1959.
A equipe nunca iria fazê-lo para o seu destino ... e nenhum deles jamais seria vista com vida novamente.
A pesquisa começa
A 11 de Fevereiro de 1959, a equipe tinha o objetivo de chegar a Vizhai, na sequência de ter uma refeição quente e uma bebida forte, para enviarem aos seus entes queridos telegramas anunciando o sucesso da sua missão.
Porem os telegramas não chegaram ás famílias da equipe após uma semana.
Os familiares começaram a exigir ao Instituto Politécnico Ural, uma operação de busca e resgate, o que fizeram com grande rapidez.
Dentro de dias, tornou-se claro que a iniciativa terrestre do instituto não seria capaz de produzir qualquer resultado por conta própria e que era necessário apoio das autoridades civis e militares.
Aviões militares e helicópteros foram rapidamente enviados para a área e a 25 de Fevereiro, um piloto viu pela primeira vez algo curioso a baixo na montanha.
NASCE UM MISTÉRIO:
No dia seguinte, o grupo de busca - incluindo o companheiro Politécnico e estudante Mikhail Sharavin - fizeram o seu caminho até um acampamento abandonado na encosta leste de uma montanha listado como "1079".
O pico pressentimento é mais conhecido pelos indígenas Mansi tribo como "montanha Kholat Syakhl", que (talvez profeticamente) traduz de sua língua nativa como a "Montanha da Morte".
Os pretensos salvadores descobriram uma tenda muito danificado e uma infinidade de pegadas feitas por aquilo que parecia ser, pelo menos, oito pessoas diferentes que sairam da tenda devastada.
Sharavin de seguida, descreveu o estado da grande tenda que os esquiadores compartilhavam:
"Nós descobrimos que a tenda estava meio derrubado e coberta de neve.
Estava vazia, e todos os pertences, sapatos do grupo havia sido deixado para trás. "
Os membros do grupo de busca e salvamento rapidamente perceberam que as marcas na neve eram constituidas por pés descalços ou de meias vestidas e num caso, um único sapato.
Dois conjuntos de impressões descia uma ladeira em direção a uma área densamente arborizada, mas as pistas foram cobertas pela neve a cerca de 1.500 metros de distância da encosta.
Sharavin seguiu as marcas e encontraram os restos de uma fogueira debaixo de um pinheiro ... e com algo muito pior.
Perto do fogo longo mortos estavam os restos congelados de membros da equipe Doroshenko e Krivonischenko.
Os investigadores observaram com total perplexidade que, apesar de os homens estarem bem próximos do alcance da tenda agora devastada, os homens estavam nus e descalços.
Os investigadores também viram que os ramos do velho pinheiro havia sido arrancado até uma altura de quase 15 metros.
Exames periciais mais tarde confirmaram que vestígios de pele foram encontrados e incorporado na casca do pinheiro, indicando que os dois o tinham freneticamente tentado subir, arrancando ramos até que suas mãos eram massa de carne polpuda.
Neste ponto, os investigadores sem dúvida se questionaram que tipo de "besta" poderia assustar estes homens fazendo estes abandonarem as suas roupas, apesar do frio, e rasgar a pele das suas mãos numa tentativa desesperada de obter segurança.
O fato de que não havia marcas ou pegadas de animais permanecendo os corpos intocados, deixaram os investigadores sem palavras.
Pouco tempo depois de encontrarem os corpos de Doroshenko e Krivonischenko, encontraram o cadáver do líder da equipe Dyatlov quase a 900 metros de distância, mas um pouco mais perto da tenda.
Dyatlov na sua mão agarrava um galho de árvore bétula inferior enquanto a outra mão, trancado em gelo e rigor mortis, parecia estar protegendo a cabeça de algum assaltante desconhecido.
Meio enterrado na neve não muito longe da tenda estava o corpo de Rustem Slobodin, que as equipes de resgate encontraram deitado de bruços na neve.
O crânio de Slobodin tinha uma profunda fratura quase sete centímetros de comprimento, especialistas médicos, no entanto, mais tarde, determinaram que a causa mais provável da morte foi hipotermia, o que só agravou a perplexidade dos voluntários e participantes do grupo de busca militares.
O corpo de Zinaida Kolmogorov foi encontrado mais distante do grupo.
Foram encontrados vestígios de sangue próximos do seu corpo.
As equipes de resgate não conseguiam entender por que não havia nenhuma evidência de luta.
Os esforços continuaram para localizar a restante equipe, mas uma longa pesquisa para os restantes membros não deu em nada.
Os homens no local não conseguia compreender o porquê de um grupo de esquiadores experientes correriam para um frio intenso da floresta em plena escuridão da noite.
Nem podia imaginar o tipo de terror que deve ter instaurado sob os jovens a agir de forma imprudente.
Ainda mais desconcertante é o fato de que os investigadores, depois de inspecionarem a tenda severamente danificada, chegaram à conclusão de que o material foi arrancado de dentro para fora, como se os seus ocupantes tivessem frenética a querer escapar de algo que teria entrado na tenda com estes lá dentro que levar roupas ou proteção não seria uma opção!
No meio de madeira quebrada, e tenda devastada, os investigadores descobriram rolos de filme não revelados e as revistas de alguns dos membros da expedição, mas ao invés de ajudar a iluminar a verdade, esses achados só adicionar mais camadas no mistério.
04 de maio de 1959:
Após dois Meses de buscas infrutíferas, o degelo da primavera, finalmente, deixou revelar os cadáveres dos membros da equipe ainda ausentes num barranco a cerca de 225 metros do pinheiro, que serviu como um memorial para Doroshenko e Krivonischenko.
Os quatro esquiadores perdidos - instrutor Alexander Zolotaryov, engenheiro Nicolas Thibeaux-Brignollel e estudantes Alexander Kolevatov e Ludmila Dubinina - foram descobertos enterrados debaixo de 12 metros de neve e gelo.
Todos tinham aparentemente sucumbiu a ferimentos internos brutais.
Ao contrário de seus amigos que morreram anteriormente, estas vítimas estavam totalmente vestidas.
Como no caso de Slobodin, o crânio de Thibeaux-Brignollel mostrou evidências de ter sido atingido por um objeto pesado.
De Zolotarev e Dubunina tinha sido esmagado por dentro, quebrando várias costelas e causando enorme dano interno. Estranhamente, não havia indícios de quem podia ter causado esse trauma e, ainda mais estranhamente, os cadáveres não revelavam sinais de dano tecidual contusões.
Doctor Boris Vozrozhdenny, que inspecionou os corpos, afirmou que a força com que os corpos foram atingidas excedia à capacidade exercida pelo homem e passou a alegação de que o dano: "... era igual ao efeito de um acidente de carro."
Todos os investigadores ficaram surpresos ao observar que a cabeça de Dubinina estava inclinada para trás, sua boca esticada como emitindo um grito silencioso.
Após uma inspeção mais minuciosa os socorristas perceberam que a língua tinha sido arrancado pela raiz.
Também observaram que tinham trocado ou roubado a roupa dos seus companheiros como o pé de Dubinina foi enrolado num pedaço das calças de lã de Krivonishenko e Zolotaryov foi encontrado usando o chapéu de pele de Dubinina.
Nos funerais, que logo se aperceberam que a pele dos falecidos era deu uma cor de laranja natural e, ainda mais preocupante, a maioria dos relatórios insistia que os seus cabelo tinha perdido a sua pigmentação ficando com uma sombra opaca cinza .
Céticos afirmam que a pele laranja foi causado pela exposição e que o cabelo não tinha perdido a sua cor, mas é interessante que muitos dos parentes enlutados levaram um tempo para perceber essas características estranhas.
Como se tudo isso não fosse estranho o suficiente, alguns dos artigos de vestuário encontrados nos corpos foram medidos, emitindo níveis de radiação acima do normal. INQUÉRITO:
Os enigmas de composição em torno deste caso fantástico, combinado com a juventude e popularidade das vítimas, enviou investigadores soviéticos ao local.
A primeira coisa que fizeram foi tentar reconstruir a série de eventos que levaram Dyatlov Ski Teams à morte chocante com a ajuda dos jornais e rolos de filmes descobertos no local.
O mistério primordial que eles enfrentaram foi por isso que Dyatlov e sua equipe teria escolhido para acampar numa face da montanha exposta quando um desvio de menos de um quilômetro teria dispensado a eles um abrigo contra os elementos agressivos russos.
Seria Yudin - o único membro da equipe a sobreviver graças a uma oportuna doença - que iria lançar luz sobre esta questão:
"Dyatlov provavelmente não queria perder a distância que tinha percorrido de praticar campismo na encosta da montanha."
As fotos desenvolvidos a partir dos rolos de filmes encontrados na tenda revelou que os membros da expedição montou acampamento a 2 de Fevereiro, por volta das 17:00h na encosta da montanha Kholat-Syakhl, para saírem do mau tempo.
O grupo tinha alcançado a linha das árvores e estava a apenas 10 quilómetros do primeiro destino da sua longa jornada, Gora Otorten.
Nas fotos se apresentavam saudável e divertidos.
Os investigadores chegaram à conclusão de que por volta de 19:00h a equipe comeu uma refeição e não muito tempo depois os membros começaram a estabelecer-se para a noite.
A temperatura na inclinação era inferior a cinco graus centígrados, o que sempre fez os investigadores se questionarem por que estavam os esquiadores em estado de nudez!
Quaisquer que sejam suas razões pode ter sido, a maioria dos pesquisadores concorda que a esta altura tudo era relativamente normal.
Patologistas forenses depois Estima-se que os eventos que levou à morte prematura dos esquiadores deve ter ocorrido em algum lugar entre 9h30 e 11h30.
Eles basearam esta especulação sobre o alimento não digerido encontrados nos estomagos das vítimas. Neste ponto, os investigadores militares iniciaram o quebra-cabeça com o melhor da sua capacidade.
O que se segue é, em sua melhor estimativa, o que ocorreu:
A linha do tempo de uma tragédia:
Os investigadores especulam que algum tempo antes da meia-noite de 2 de Fevereiro, os esquiadores ficaram assustados com um "evento desconhecido." Os membros da equipe conseguiram cortar ou rasgar o tecido da tenda numa tentativa desesperada de escapar a algo que lhe terá causado puro pânico.
Sendo esquiadores e montanhistas experientes, o grupo deve ter plena consciência do fato de que eles não seriam capazes de sobreviver por muito tempo num lugar deserto gelado e sem proteção.
Isto indicou aos investigadores que a equipe tinha consciência que enfrentavam um perigo mortal e optando por fugir na tentativa de salvar as suas vidas.
As marcas encontradas na neve profunda indicam que a equipe tinha fugido em todas as direções.
Os investigadores deduzem que Doroshenko e Krivonischenko tentaram subir o pinheiro desesperadamente.
Ainda assim, a evidência sugere que o grupo, obviamente aterrorizado com a possibilidade de retornar à sua tenda, conseguimos reunir bastante ramos para acender uma fogueira.
Os agentes sobre o caso, em seguida, começa a se perguntar se Doroshenko e Krivonischenko poderiam estar a subir o pinheiro numa tentativa fútil de escapar de algo ou na tentativa de obter um melhor ponto de observação para ver a sua tenda, que estava muito mais acima das suas posições.
Os investigadores propuseram que Doroshenko e Krivonischenko provavelmente sucumbiram à exposição climatérica.
Foi então que três membros da equipe - Kolmogorova, Slobodin e Dyatlov - determinaram que enfrentando fosse o que fosse, tinha, aparentemente, infestado a tenda e era preferível morrer de hipotermia.
Resultado (e quase certamente com medo), o trio esgotado tentou fazer o seu caminho de volta.
Yeti fotografado por um dos falecidos
O primeiro a morrer, de acordo com relatórios forenses, foi Thibeaux-Brignollel.
Poucas horas depois, ele foi seguido por Kolevatov e Dubinina. Zolotarev seria o último a respirar a partir de uma combinação de trauma interno e hipotermia.
Não ficou claro se a remoção da língua de Dubinina ocorreu após a morte ou se ela contribuiu para a sua morte.
Quando tudo foi dito e feito, a última sobrevivente morreu menos de oito horas após o evento inicial.
Tal como em tudo, neste caso, a descoberta dos membros da equipe que faltam ofereceu mais perguntas do que respostas, e o mais importante foi ...
O que aconteceu?
Enquanto os investigadores foram capazes de juntar boa parte do que aconteceu naquela terrível noite da evidência física deixada na cena, as questões primárias permanecem sem resposta, em primeiro lugar o que poderia ter assustado os esquiadores experientes para estarem dispostos a congelar até a morte ao invés de enfrentá-lo ... e em segundo lugar, o que (se alguma coisa) mortalmente ferido os sobreviventes restantes?
Apesar da popularidade da região, para 3 anos após este evento angustiante a passagem foi fechada para caminhantes e esquiadores.
Este foi, provavelmente, para evitar o mesmo destino terrível.
Isso prova a seriedade com que as autoridades tomaram o caso, mas depois de meses de impasses e decepções, o caso foi fechado e os arquivos foram enviados para o que muitos alegam para um arquivo soviético clandestino, mas mesmo que a palavra final e oficial do evento foi que os esquiadores caíram: "uma força desconhecida convincente", isso não significa que não havia abundância de teorias flutuando.
Seriam atacados por alguma força vinda do céu?
Seriam algum OVNI a causa e medo dos esquiadores, visto não existirem vestígios de animais em seu redor mas os tecidos apresentarem um valor significativo de radiação?!
Existe um sem fim de teorias para este incidente que permanece até à atualidade sem uma resposta plausível para o fim trágico das 9 vidas.
Primeiro Crop Circle de 2013 foi encontrado num campo de feno próximo da cidade rural Gray a Sul do Tennessee, na seção extremo norte-oriental do estado.
O Crop Circle é consistindo de duas formas "meia-lua" que enfrentam em sentidos opostos ligados por um "bar" com dois círculos completos "dentro" de cada uma das meias-luas.
No alto da vegetação é descrito como tendo sido empurrado para baixo, mas sem "sinais ou marcas, humanas ou máquinas, neste ou na proximidade."
Atividade mais estranha acontece ao redor edifício mais antigo de Santee, que se diz ser assombrado.
Um membro da Sociedade Histórica Santee (SHS), acrescentou uma página à história paranormal de Santee, quando ela tirou uma foto de um "objeto voador não identificado" sob Barn Edgemoor há algumas semanas.
Ellen Henry, investigador do SHS, disse que não se ouviu nem viu o que parece ser um objeto em forma de disco metálico, mas notou uma anomalia na foto quando descarregou as fotos para o seu computador.
Relatos de acontecimentos estranhos em Edgemoor Barn, acabam de completar 100 anos,com investigações levadas a cabo por investigadores do paranormal acreditando que o celeiro é assombrado.
A questão foi discutida em reuniões de conselho do SUS e do Museu, constatando inúmeros incidentes relatados, incluindo figuras de sombra e os sons anómalos como botas caminhando.
Henry também informa que a câmera deixou de funcionar completamente depois de ter feito a fotografia ao OVNI..
Testemunhas de OVNIs relatam frequentemente interferências semelhantes de eletromagneticas com defeito, durante ou depois de um avistamento.
Santee fica bem numa trajetória de vôo militares fazendo fronteiras com Gillespie Field, desta forma a cidade recebe uma grande variedade de aeronaves.
Poderia esta foto ser um prototipo incomum militar, um drone, um avião de testes, ou simplesmente um inseto?
Ou poderia haver coisas ainda mais estranhas sobre a cabeça?!
Relato da sua observação...
Eu não vi ou ouvi o objeto, nem o pessoal da Balfour Beatty que estavam lá fora, ao mesmo tempo eu estava tirando as fotos. Eu pensei que poderia ser militar, mas sendo de um fundo militar estou familiarizado com esses tipos de artesanato de ar, e neste momento o avião mais próximo que muitas vezes é confundido com um OVNI são os bombardeiros Stealth Fighter, e isso não foi definitivamente um. Alguém mencionou talvez fosse um drone, porém eu não vi nenhum drones que estavam ao redor, ou oval, e sem asas, lemes, hélices, ou até mesmo o zumbido que parece uma mosca tem asas.
Eu estava na propriedade Edgemoor, a meio do dia, para tirar fotos do celeiro para atualizar o logótipo do SHS.
Estava constantemente olhando para cima e ao redor da área, incluindo o fundo do céu, nunca vi ou ouvi nada no céu, nem um som de uma aeronave.
No entanto, notei um "pontinho" no LCD da minha câmera logo após realizar o disparo.
Só percebi com clareza que não era um pontinho quando vi a foto no computador..
Não há nenhuma forma de este ser um avião comercial que eu teria ouvido, especialmente um voo tão baixo quanto parece ser.
Como você sabe, nós já temos atividades paranormais que ocorrem no celeiro com alguma regularidade, agora isto!
O Ufo Portugal tem o prazer de apresentar o vencedor do passa tempo extraterrestres, uma iniciativa Canal História.
O passa tempo que se baseou na recente série que estreou a 21 de Abril sobre extraterrestres na Península Ibérica ofereceu a iniciativa aos entusiastas da Ovnilogia a possibilidade de ganharem uma câmera fotográfica Fujifilm Instax Mini 7s.
Após uma vasta escolha de fotografias originais e bem criativas, apresentamos a foto vencedora.
A foto vencedora se trata de uma foto estragada dos vitrais do Mosteiro de Santa Luzia, Viana do Castelo.
A criatividade e originalidade fez o Sr. Manuel Araújo ser o premiado neste passatempo.
Um especial agradecimento a todos os participantes que nos abrilhantaram com algumas fotos bem curiosas.
Recepção do prémio e foto enviada pelo premiado Sr. Manuel Araújo.
Palavras do vencedor
A todos muito obrigado.
Para o UFO Portugal e em especial para o amigo Nuno, desejo grandes êxitos e que continue com a pesquisa UFO.
Somos cada vez mais, mas infelizmente ainda considerados por muitos [ignorantes] como sendo apenas um grupo de "alucinados".
O ex-tenente da Força Aérea Richard French conta que, nos anos 50, quando investigava casos de ovnis, viu duas naves espaciais e dois extraterrestres "de olhos esbugalhados e de cor cinzenta". Sessenta anos depois fala da experiência.
Richard French, tenente da Força Aérea, atualmente com 83 anos, admite ter encontrado Objetos Voadores Não Identificados (OVNIS) quando era investigador no projeto "Blue Book" nos anos 50.
Nessa altura, Richard estava responsável por reportar falsos casos de ovnis.
Em Washington, num encontro que juntou cerca de 40 pessoas, de vários países, Richard French relembrou a sua história.
Depois de várias pessoas terem reportado dois ovnis na costa de St. John's, no início dos anos 50, French foi chamado a investigar o caso. "Disseram-me que havia dois objetos envolvidos e que estavam a uma grande profundidade, depois de terem entrado na água a uma velocidade de 160 quilómetros por hora", conta o tenente segundo o The Huffington Post.
"Estavam imensas pessoas reunidas no cais, pelo menos umas 100, que olhavam admiradas para a água, incluindo vários polícias", contou. O tenente acrescenta ainda que "a água estava tão limpa que conseguiu ver dois objetos circulares, cada um com cerca de 18 metros de diâmetro e 3 metros de espessura".
Citado pela mesma fonte, Richard French admite que nessa altura viu dois indivíduos "com 2 ou 3 metros de altura, com uma tez cinzenta-clara, muito magros, com braços enormes e com 2 ou 3 dedos. O topo da cabeça era muito mais amplo que a zona da mandíbula e os olhos eram muito esbugalhados, sem pupilas. Pareciam-se muito com a forma como são ilustrados nas imagens."
O tenente acrescenta ainda que que uma das naves levantou voo e saiu da água a grande velocidade e desapareceu. "Voltou cerca de 20 minutos depois, abrandou e voltou a mergulhar na água, onde os dois seres trabalharam juntos".
Richard French acrescentou ainda que cerca de 20 minutos depois as duas naves partiram juntas. "Acredito que estavam a reparar a nave e a testá-la e depois foram embora", disse.
No relatório final, Richard French reportou o caso como fictício, não especificando que se tratava de um ovni, mas sim de um veículo não identificado. O tenente da força aérea acrescentou ainda que não tem "nenhuma dúvida" de que eram ovnis e que "havia extraterrestres a bordo".
Não é difícil aceitar que de 13 de Maio a 13 de Outubro de 1917, Jacinta, Francisco e Lúcia presenciaram a aparição de uma figura feminina na Cova da Iria, em Fátima.
Contudo, as divergências começam quando se discute a natureza do ser que comunicou com os três pastorinhos.
Para a Igreja Católica não há dúvidas: a Nossa Senhora foi a figura das aparições. Já para Fina d'Armada e Joaquim Fernandes, os autores das obras "Intervenção extraterrestre em Fátima", "As aparições de Fátima e o fenómeno OVNI" e "Fátima: nos Bastidores do Segredo", "a mulherzinha com uma idade aproximada de 15 anos, com 1,10m de altura e emitindo sons como zumbido de abelha" não representa qualquer figura religiosa.
Em suma, acreditam os autores, docentes de História e de Ciências Sociais e Humanas, respectivamente, o fenómeno poderá inscrever-se nas páginas da ovnilogia.
A hipótese pode parecer difícil de aceitar quando analisada à luz da realidade actual.
Mas suponha que vive num tempo e numa civilização futura, onde se consegue obter o domínio pleno do teletransporte e graças ao controlo do envelhecimento das células ou a terapias genéticas revolucionárias se torna vulgar dobrar um século de vida.
Não choca que façam parte deste mundo meios de transportes ultra-rápidos capazes de realizar viagens de enormes distâncias, nem é difícil imaginar que a curiosidade humana acabaria rapidamente por encontrar outros planetas e novas formas de vida, possivelmente inteligentes, com as quais desejaria entrar em contacto.
Perante este cenário, impõe-se a pergunta: o que seria indispensável à concretização de uma operação encarregue de planificar minuciosamente o contacto com outros seres planetários?
Para Fina d'Armada e Joaquim Fernandes - criador do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da Universidade Fernando Pessoa, no Porto -, o anúncio da "Operação Fátima" seria uma das fases essenciais do contacto.
Talvez o surpreenda, mas as aparições na Cova da Iria foram realmente anunciadas.
A 7 de Fevereiro de 1917, Carlos Calderon, um "médium" famoso na época, recebeu uma mensagem sob a forma de escrita automática.
Ficou registado na acta da reunião que "um dos assistentes pediu papel e lápis e automaticamente escreveu da direita para a esquerda uma comunicação que não se pôde ler senão com o emprego de um espelho".
O conteúdo da mensagem referia que "a data de 13 de Maio será de grande alegria para os bons espíritas de todo o mundo".
Outro pré-anúncio foi divulgado nas páginas da imprensa diária portuguesa no próprio dia 13. "O Primeiro de Janeiro", o "Jornal de Notícias" e o "Liberdade" publicaram um texto, datado da antevéspera, subscrito por um espírita de nome António, procedente do Porto. O postal enviado dizia: "Dia 13 do corrente vai dar-se um facto a respeito da guerra que impressionará fortemente toda a gente".
O milagre da multiplicação
Agora imagine que está encarregado de continuar a operação.
Com certeza teria um especial cuidado na escolha e na preparação dos interlocutores desta experiência "visionária".
Fina d'Armada e Joaquim Fernandes concluíram no seu livro "Fátima: nos Bastidores do Segredo" que esta preparação existiu.
As pré-aparições foram descritas na época por pessoas que conviveram com Lúcia e mais tarde foram relatadas pela própria vidente.
Os interrogatório oficiais de 1923 registaram as declarações da mãe de Lúcia:
"No ano anterior ao das aparições ouviu a filha e a outras dizerem que tinham visto noutro lugar uma pessoa embrulhada num lençol".
Há ainda mais três testemunhos que corroboram o mesmo.
As conclusões dos autores apontam para a existência de quatro pré-aparições em 1916: duas com a dita Nossa Senhora e outras duas com vultos embrulhados num lençol.
Já sabemos que a "Operação Fátima" foi anunciada e os interlocutores previamente preparados. Mas como terá sido possível a comunicação entre seres de naturezas distintas?
Carl Sagan, na obra "Contacto", propõe a matemática como linguagem universal destes contactos, mas no caso de Fátima não foi este o processo utilizado.
Nos registos dos relatos de Lúcia com a Virgem Maria, a vidente refere que a ouviu falar, mas "uma luz interior lhe fazia compreender o sentido das palavras".
No documento-chave do Processo Canónico de 1930 ficou redigido que "Lúcia durante o tempo da aparição parecia alheia a tudo quanto a rodeava, não tendo consciência do que lhe diziam e faziam ao pé dela, achando-se fora de si".
Os historiadores concluíram que o processo aparicional de Fátima deverá ter passado por uma alteração do estado de consciência dos pequenos pastores, e que não existiu produção vocal ordinária, mas sim uma espécie de tradução simultânea e directa no cérebro dos videntes, um fenómeno já referenciado em alguns contactos alienígenas.
Mas o que deu a Fátima uma dimensão internacional, perpetuando o fenómeno até aos nossos dias?
Se os portugueses não duvidam que "o segredo é a alma do negócio", Fina d'Armada e Joaquim Fernandes têm a certeza que o segredo foi a alma de Fátima.
A estratégia deveria garantir o sucesso futuro do contacto.
O que poderá ter surgido inesperado aos visitantes foi o desinteresse da ciência em analisar o fenómeno e o aproveitamento feito pela Igreja Católica.
Em 1917 falava-se apenas de "umas palavrinhas", que em 1927 se transformaram em dois segredos e em 1942 em três.
"Deu-se o milagre da multiplicação", ironizam.
A esta evolução não terá sido indiferente a actuação do bispo de Leiria que, em 1921, tomou as rédeas das aparições e colocou a única vidente viva em quarentena, desterrando-a da sua terra e silenciando-a. Fina d'Armada e Joaquim Fernandes acreditam que os videntes nunca souberam qual era o segredo: "A ideia não era sabê-lo, mas transmitirem-no".
Apesar de reconhecerem que a hipótese "ovni" ainda não está comprovada, Fina d'Armada e Joaquim Fernandes não podem deixar de lembrar:
"É tão absurdo conceber um campo de trigo com uma única espiga, como um mundo único no vasto Universo".