
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
XV Diálogo com o Universo

Londrina – Paraná
Local – Cine Contour – AV. TIRADENTES, 1.241
Dias 28 e 29 de novembro de 2009
Abertura dia 28 – 13h00 – Credenciamento
Taxa única – R$ 50,00
Conferencistas
Sábado – 28/11
13h00 – Credenciamento
14h00 – Wilson Picler (PR) – Graduado em física, professor e empresário no campo educacional superior, diretor do Grupo Educacional Uninter e deputado federal pelo PDT do Paraná. É um dos idealizadores da Universidade Aberta Leonel Brizola. Foi responsável por inúmeras pesquisas no campo da psicotrônica e do Efeito Kirlian, tema em que pretende desenvolver tese de mestrado. Presidente eleito para o Biênio 2008/09 da CWB TV.
Abertura – Saudação especial aos presentes.
14h20 –
Tema – A Abertura dos Arquivos Ufológicos da Aeronáutica.
15h40 – Toni Inajar Kurowski (PR) – Médico veterinário formado pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduado em metodologia da ciência pela Faculdade Espírita do Paraná, perito criminal do Instituto de Criminalística nas áreas de fotografia forense, identificação de veículos e balística forense. Especialista em análises de imagens e responsável pelo Grupo de Análises de Imagens da Equipe UFO.
Tema – Equívocos e Fenômenos Autênticos
16h40 – Intervalo
17h00 – Maurício Guérios (PR) – Ator, diretor, produtor, roteirista de cinema e TV com participações no Brasil e exterior. Foi consultor e representante do astro norte-americano Steven Seagal e diretor de operações do grupo musical americano The Platters. É mestre em várias artes marciais, sendo 4° grau de faixa-preta
Tema – O Conceito Matrix: Ficção ou Realidade?
18h20 – Encerramento do primeiro dia
Domingo – 29/10
09h00 – Waurides Brevilheri Jr. (PR) – Bacharel em comunicação social e jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina. Documentarista, publicitário e consultor de comunicação multimídia aplicada à visão ecossistêmica e ao terceiro setor. Co-fundador do Instituto Amo Curitiba de Responsabilidade Social para a Promoção da Paz.
Tema – Cooperação, Participação, Solidariedade: Conhecimento e Diálogo para um Novo Mundo.
10h10 – Intervalo
10h30 –
Tema – Evidências de Atividades Alienígenas no Sistema Solar.
12h00 – Intervalo para o Almoço
14h00 –
Tema –
15h20 – Mônica Medeiros (SP) – Médica cirurgiã formada pela Unicamp, com mestrado na University of Illinois at Chicago. Fundadora e presidente da Casa do Consolador, entidade filantrópica universalista. Atua como mestra reikiana e presta auxílio a pessoas, entidades carentes e animais em sofrimento, através da ONG Árvore da Vida. Foi entrevistada da edição UFO 145.
Tema – Medicina Extraterrestre
16h40 – Intervalo
17h00 – Wagner Borges (SP) – Diretor do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas (IPPB), projetor extrafísico, autor de inúmeros livros como Viagem Espiritual I, II e III, Falando de Espiritualidade, Ensinamentos Extrafísicos e Projetivos, Falando de Vida após a Morte e Voltar a Viver. É apresentador do programa Viagem Espiritual na Rádio Mundial e consultor da
Tema – Viagens Astrais e Contatos com Extraterrestres.
18h20 – Encerramento do Evento.
Inscrições para o evento
A taxa única para participar do período integral do XV Diálogo com o Universo é de R$ 50,00. Qualquer dúvida consulte nossa Central de Informações. Solicite sua inscrição indicando o código TI 01.
Hotéis Conveniados
Reserva de hotéis através de nossa Central de Informações.
Thomasi Hotel (***)

Av. Tiradentes, 1155 – Ao lado do Cine Contour
Luxo Single: R$ 78,50 – Duplo: R$ 94,00 – Triplo: R$ 118,50
Super Luxo Single: R$ 80,50 – Duplo: R$ 97,00
Suíte Executiva Single: R$ 92,00 – Duplo: R$ 107,50
Suíte Master: R$ 143,50 – Duplo: R$ 192,00
Observação: Incluído café da manhã, taxa de serviço e estacionamento.
A Comissão Organizadora do Encontro pede que as reservas não sejam feitas diretamente com os hotéis e sim através da central abaixo, isso para efeito de melhor acomodação dos congressistas.
Central de Informações
inscrições e reservas de hotel
Núcleo de Pesquisa Ufológica (NPU)
Rua Mariano Torres 792 – Curitiba (PR)
Fone (41) 3324-0805 e fone/fax (41) 3324-1003
E-mail: npubrasil@gmail.com
Caixa Postal 1366, CEP 80011-970 Curitiba (PR)
Ligue em horário comercial
Informações importantes
Na abertura do evento serão fornecidos pela Comissão Organizadora do Encontro: pastas, crachás, canetas e papel para anotações.
Haverá exposição e venda de materiais relativos ao evento, tais como DVDs, livros, revistas etc.
Inscrições e formas de pagamento
Depósito Bancario
Em nome do Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU)
CNPJ - 79547881/0001-15
Banco Itaú - Agência 3891 - Conta 00094-9
Banco Bradesco - Agência 3285-9 - Conta 78932-1
Cheque nominal e vale postal:
Em nome do Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU)
Enviar para Caixa Postal 1.366, 80011-970 Curitiba (PR).
Boleto bancário:
É só preencher o cupom com todos os pedidos e solicitar o envio do boleto. Lembramos que o não pagamento do boleto anula o pedido. Informamos também que, não havendo interesse no pagamento do boleto, é só eliminá-lo.
Atenção:
Para inscrição no dia do evento é necessário solicitação de reserva via e-mail ou fax através do endereço abaixo.
Núcleo de Pesquisa Ufológica (NPU)
Rua Mariano Torres 792 – Curitiba (PR)
Fone (41) 3324-0805 e fone/fax (41) 3324-1003
E-mail: npubrasil@gmail.com
Caixa Postal 1366, CEP 80011-970 Curitiba (PR)
Ligue em horário comercial
Atenção: Só serão computadas as inscrições após o envio de cópia do comprovante de depósito através de fax, e-mail ou caixa postal. Não se esqueça de anexar os dados da(s) pessoa(s) inscrita(s).
Apoio
Instituto Wilson Picler (IWP)
Instituto Galileo Galilei (IGG)
Revista UFO
UEL – Universidade Estadual de Londrina
Realização
Núcleo de Pesquisa Ufológica - NPU
Rua Mariano Torres, 792 - Curitiba.
Fone (41) 3324-0805 e Fone/Fax (41) 3324-1003
E-mail - npubrasil@gmail.com
Site: www.npubrasil.com.br
Caixa Postal - 1366 - CEP 80011-970 Curitiba - Pr. Brasil
EXPERIÊNCIA AVISTAMIENTO OVNI 10 DE AGOSTO DE 1989. Em Portugues.
No dia 10 de agosto de 1989, encontrava-me de baixa trabalhista, tinha-me fraturado um pé semanas dantes.
Às 21 horas aproximadamente, desse dia, saí ao terraço de meu domicílio para abrir as janelas e ao olhar para a direita, ao céu, observe um objeto muito brilhante de tom branco azulado e metalizado, encontrava-se a simples vista estático e sem movimentos aparentes, minha primeira impressão foi a de estar vendo a lua, mas ao olhar um pouco mais à direita pude ver a esta na fase de quarto crescente quase à mesma altura. A iluminación que desprendia o objeto dava a sensação a simples vista que seu volume era a metade do da lua em seu estado presente e tão brilhante como esta, na rua se tinham formado vários corros de vizinhos pendentes do evento e comentando sobre o mesmo.
Com os resultados que pude recopilar deste fato, confeccioné umas anotaciones sobre um mapa de estradas da Comunidade Andaluza, escala 1:500.000, isto é, 1 cm. = 5 Km.
Segundo fui pesquisando os casos mais relevantes, com a informação que ia recebendo de diferentes pontos bem como de testemunhas presenciales e a minha própria, me levei em vários meses de investigação, baseando nas experiências das testemunhas fui aos lugares desde onde se viu o acontecimento. As primeiras que pesquisei partiram de meu próprio domicílio e depois a de meus familiares em Chipiona, posteriormente me desloquei até Ponta Umbría, Os Palácios e por último a Mairena do Alcor.
O primeiro documento, foi o mapa de estradas anteriormente citado e a seguir um mapa estelar onde me dava a referência da Lua, satélites e diferentes constelações em hora, dia e data dos fatos, a altura desta correspondia aproximadamente a uns 20 ou 22º sobre as 21 horas e desde meu ponto de observação, com uma orientação de uns 200º sudoeste, a lua se encontrava em sua fase de quarto crescente, a eclíptica lunar durante essas datas, tem seu ponto mais alto a uns 30º aproximadamente. O objeto, estava à esquerda e acima da lua entre os 5 e 10º aproximadamente. Minhas primeiras observações a “ojímetro...”, deram-me uma altura de uns 50º sobre o horizonte, até que improvisei um clisímetro caseiro que me deu uns resultados mais precisos mas não exatos. Este aparelho consistiu em somar a uma regra um porta ângulos e fazer um péndulo móvel desde o centro da semicircunferencia do porta com um fio contrapesado na ponta, com este despliegue de meios..., Consegui medir uma altura mais precisa de 40º desde o horizonte até o lugar onde apareceu o objeto e com uma bússola a orientação foi de 165º sul, a partir deste ponto já tinha uma anotación no mapa de estradas que me conduzia para um lugar ainda não definido. Posteriormente, com os dados de minha família em Chipiona, seguindo as instruções de onde e como tinham observado o objeto, fiz as medidas correspondentes à altura da praça de abastos, orientado para o nordeste, em linha com a rua e a uma altura aproximada da torre da praça, este lugar me voltou a dar um ângulo de 30º sobre o horizonte e uma orientação de 60º nordeste. Ao plasmarlo sobre o mapa de estradas, esta orientação cruzava-se com a anterior e limitava-me um ponto concreto o qual era a intercesión das duas linhas, curiosamente, apareceu uma estranha coincidência ou uma afortunada casualidade. Sem querer lançar os sinos ao vôo em uns meses depois fui até Ponta Umbría onde também tinha sido observado por D. Juan Fernández, experiente aficionado à astronomia e bom conhecedor do céu pelo que sua precisão, “saiu publicada em um Diário de Huelva”, me fez conseguir uma nova orientação e altura do objeto. Segundo a testemunha, o objeto apareceu sobre Huelva capital orientado para a praia de Mazagón, eu desde Ponta Umbría, tomei a referência desta orientação e me deu 103º este, posteriormente o cálculo da altura a localizei com a referência das duas anteriores pelo que me deu uma altura de 20º aproximadamente, este ponto não fez mas que confirmar e ratificar a situação que anteriormente tinha já estabelecido sobre o mapa de estradas das outras medidas. Também estudei a situação desde o povo dos Palácios mas o lugar do qual foi visto o objeto estava fechado e não consegui nada mais que o depoimento de um garoto que pôde o ver e me comentou que estava situado sobre as copas de uns pinheiros olhando em direção ao povoado de Maribañez. Desde Mairena a situação foi similar já que quis pôr-me em contato com o Sacerdote de Mairena D. Enrique López Guerreiro e não o consegui, “sabendo que ele pessoalmente tinha sido testemunha deste avistamiento”, posteriormente se publicou uma entrevista a D. Enrique na revista Karma 7 e várias de minhas fotos serviram para ilustrar a reportagem.
Com as referências e cálculos estabelecidos em meus mediciones, afirmaram-me experientes que este Ou.V.N.I., teria umas dimensões descomunales para poder ter sido visto em uns pontos tão distantes, o volume deste aparelho poderia ser do tamanho de um estádio de futebol, hoje não há nenhum balão aerostático que tenha a décima parte deste volume. Também não existe até agora em Espanha nenhuma base aérea que seja capaz de desenvolver um aparelho destas características, além de ter umas instalações adequadas para sua manutenção.
Todos estes valores que fui acumulando tomaram corpo dando umas distâncias que para meu curto entender nestes temas me ultrapassavam. Mas aqui estão, por se alguém mais qualificado que eu nestes temas pode contribuir algum dado e inclusive ver os erros que eu tenha podido cometer na investigação.
Desde Sevilla ao objeto ou ponto zero, com uma orientação de 165º sul-sudeste, estimei baseando no ângulo de 40º estabelecidos com o útil, uma distância de 56,5 Km., ou 185.365,20 pés.
Desde Chipiona ao objeto com uma orientação de 60º nordeste e um ângulo de 30º, uma distância de 76 Km., ou 249.340,8 pés.
Desde Ponta Umbría ao objeto com uma orientação de 103º este e um ângulo de 20º, uma distância de 110 km., ou 360.888 pés.
O objeto estaria suspendido a uma altura do solo de 37,2 km., ou 122.045,76 pés.
Todas estas medidas confluyen em uma zona determinada da geografia andaluza como anteriormente citei e neste lugar, se cumprem três ou quatro circunstâncias que sempre alguma delas por separado estão presentes quando há um avistamiento Ou.V.N.I.
A primeira, a existência de uma grande base militar. Morón da Fronteira, PRESENÇA MILITAR.A segunda, um embalse de consideráveis dimensões chamado a Torre da Águia, CONCENTRAÇÃO DE ÁGUA DOCE.
A terça, generadores de alta tensão e tendido elétrico na mesma zona do pântano, ENERGIA.
A quarta, O Palmar de Troya. Neste lugar há numerosas testemunhas que afirmam ter visto estranhos fenômenos luminosos, meteorológicos e de outras índoles inexplicables, APARECIMENTOS MARIANAS.
Este caso ocorrido, além de ter numerosos depoimentos de testemunhas, tem sido um dos que mais videos e fotos têm saído à luz, mas neste relatório o que pretendo é contribuir um pequeno granito de areia com as investigações e resultados realizados por mim.
Agradeço a inestimable ajuda que me contribuiu D. Moisés Garrido Vázquez, este, fez que dita experiência tomasse corpo com os dados que cruzamos.
Posteriormente identificou-se este objeto como um experimento de um balão aerostático de dimensões espetaculares ( não se..!, se de índole militar), que pelas circunstâncias que fosse não se divulgou em nenhum médio de comunicação do momento
Talvez, por uma falha técnica ou porque estava previsto que terminasse assim dito experimento, o aparelho se estrelló nos termos municipais do Coronil, desparramando em vários quilômetros à redonda todo o material que compunha dito artefato, segundo a gente do lugar que puderam ver o balão e foram testemunhas do espetacular acidente, dizem que consistia em uma esfera de cor metalizada, uma canastilla fechada “com umas dimensões parecidas a um elevador”, várias antenas alumiadas em suas pontas e muitas garrafas de metal (me imagino que ditas ampollas seriam para alojar o gás utilizado em dito artefato para o fazer elevar no ar.Dizem que o lugar foi restringido ao passo de curiosos pela Policia civil da zona e todo o material recolhido por militares e caminhões da base Aérea de Morón da Fronteira, base conjunta de forças militares Hispanoamericanas Espanha-USA.
Não conseguindo obter nenhuma informação mais deixei este relatório, como anteriormente menciono a D. Moisés Garrido Vázquez.Rafael Cabello Herreiro.
EXPERIENCIA AVISTAMIENTO OVNI 10 DE AGOSTO DE 1989.
Este avistamiento me ocurrió personalmente y lo vivió toda la familia, además de numerosos vecinos que se encontraban en la calle comentando el hecho, curiosamente también fue observado por miles de personas simultáneamente en distintas provincias andaluzas.
El relato de los hechos es el resultado de los estudios de campo así como vivencias de distintas personas que se encontraban a ochenta y ciento diez kilómetros de distancia respectivamente.
El día 10 de agosto de 1989, me encontraba de baja laboral, me había fracturado un pie semanas antes.
A las 21 horas aproximadamente, de ese día, salí a la terraza de mi domicilio para abrir las ventanas y al mirar hacia la derecha, al cielo, observe un objeto muy brillante de tono blanco azulado y metalizado, se encontraba a simple vista estático y sin movimientos aparentes, mi primera impresión fue la de estar viendo la luna, pero al mirar un poco más a la derecha pude ver a esta en la fase de cuarto creciente casi a la misma altura. La iluminación que desprendía el objeto daba la sensación a simple vista que su volumen era la mitad del de la luna en su estado presente y tan brillante como esta, en la calle se habían formado varios corros de vecinos pendientes del evento y comentando sobre el mismo.
Al instante yo con mis muletas, corrí hasta donde tengo guardado el equipo fotográfico y monté la cámara con el telex 80-200 en el trípode para poder manipular más cómodamente el equipo, nervioso y confuso por lo que había visto, fui de nuevo hacia la terraza dando porrazos con las muletas, el trípode y la escayola de la pierna a todos los cacharros que se me cruzaban en el salón de mi casa. Una vez montado todo el tinglado comencé a hacer fotos, el carrete que llevaba montado en la cámara era de diapositivas Kodak de 68 asa, no quise forzarla para evitar estropear otras instantáneas que ya había realizado en el mismo carrete, por este motivo tuve que manipular el tiempo de exposición entre ½ y 1 segundo, las condiciones de luz en ese momento eran un poco críticas ya que estaba comenzando a ocultarse el sol.
INVESTIGACIÓN DEL CASO DE AVISTAMIENTO OVNI 10 AGOSTO 89
Con los resultados que pude recopilar de este hecho, confeccioné unas anotaciones sobre un mapa de carreteras de la Comunidad Andaluza, escala 1:500.000, es decir, 1 cm. = 5 Km.
Según fui investigando los casos más relevantes, con la información que iba recibiendo de diferentes puntos así como de testigos presenciales y la mía propia, me llevé varios meses de investigación, basándome en las experiencias de los testigos fui a los sitios desde donde se vio el acontecimiento. Las primeras que investigué partieron de mi propio domicilio y después la de mis familiares en Chipiona, posteriormente me desplacé hasta Punta Umbría, Los Palacios y por último a Mairena del Alcor.
El primer documento, fue el mapa de carreteras anteriormente citado y a continuación un mapa estelar donde me daba la referencia de la Luna, satélites y diferentes constelaciones en hora, día y fecha de los hechos, la altura de esta correspondía aproximadamente a unos 20 o 22º sobre las 21 horas y desde mi punto de observación, con una orientación de unos 200º sudoeste, la luna se encontraba en su fase de cuarto creciente, la eclíptica lunar durante esas fechas, tiene su punto más alto a unos 30º aproximadamente. El objeto, estaba a la izquierda y por encima de la luna entre los 5 y 10º aproximadamente. Mis primeras observaciones a "ojímetro...", me dieron una altura de unos 50º sobre el horizonte, hasta que improvisé un clisímetro casero que me dio unos resultados más precisos pero no exactos. Este aparato consistió en sumarle a una regla un porta ángulos y hacer un péndulo móvil desde el centro de la semicircunferencia del porta con un hilo contrapesado en la punta, con este despliegue de medios..., Conseguí medir una altura más precisa de 40º desde el horizonte hasta el lugar donde apareció el objeto y con una brújula la orientación fue de 165º sur, a partir de este punto ya tenía una anotación en el mapa de carreteras que me conducía hacia un lugar aún no definido. Posteriormente, con los datos de mi familia en Chipiona, siguiendo las instrucciones de donde y como habían observado el objeto, hice las medidas correspondientes a la altura de la plaza de abastos, orientado hacia el nordeste, en línea con la calle y a una altura aproximada de la torre de la plaza, este lugar me volvió a dar un ángulo de 30º sobre el horizonte y una orientación de 60º nordeste. Al plasmarlo sobre el mapa de carreteras, esta orientación se cruzaba con la anterior y me limitaba un punto concreto el cual era la intercesión de las dos líneas, curiosamente, apareció una extraña coincidencia o una afortunada casualidad. Sin querer lanzar las campanas al vuelo unos meses después fui hasta Punta Umbría donde también había sido observado por D. Juan Fernández, experto aficionado a la astronomía y buen conocedor del cielo por lo que su precisión, "salió publicada en un Diario de Huelva", me hizo conseguir una nueva orientación y altura del objeto. Según el testigo, el objeto apareció sobre Huelva capital orientado hacia la playa de Mazagón, yo desde Punta Umbría, tomé la referencia de esta orientación y me dio 103º este, posteriormente el cálculo de la altura la localicé con la referencia de las dos anteriores por lo que me dio una altura de 20º aproximadamente, este punto no hizo mas que confirmar y ratificar la situación que anteriormente había ya establecido sobre el mapa de carreteras de las otras medidas. También estudié la situación desde el pueblo de Los Palacios pero el lugar del cual fue visto el objeto estaba cerrado y no conseguí nada más que el testimonio de un chico que pudo verlo y me comentó que estaba situado sobre las copas de unos abetos mirando en dirección al poblado de Maribañez. Desde Mairena la situación fue similar ya que quise ponerme en contacto con el Sacerdote de Mairena D. Enrique López Guerrero y no lo conseguí, "sabiendo que él personalmente había sido testigo de este avistamiento", posteriormente se publicó una entrevista a D. Enrique en la revista Karma 7 y varias de mis fotos sirvieron para ilustrar el reportaje.
Con las referencias y cálculos establecidos en mis mediciones, me afirmaron expertos que este O.V.N.I., tendría unas dimensiones descomunales para poder haber sido visto en unos puntos tan distantes, el volumen de este aparato podría ser del tamaño de un estadio de fútbol, hoy no hay ningún globo aerostático que tenga la décima parte de este volumen. Tampoco existe hasta ahora en España ninguna base aérea que sea capaz de desarrollar un aparato de estas características, además de tener unas instalaciones adecuadas para su mantenimiento.
Todos estos valores que fui acumulando tomaron cuerpo dando unas distancias que para mi corto entender en estos temas me sobrepasaban. Pero aquí están, por si alguien más cualificado que yo en estos temas puede aportar algún dato e incluso ver los errores que yo haya podido cometer en la investigación.
Desde Sevilla al objeto o punto cero, con una orientación de 165º sur-sudeste, estimé basándome en el ángulo de 40º establecidos con el útil, una distancia de 56,5 Km., o 185.365,20 pies.
Desde Chipiona al objeto con una orientación de 60º nordeste y un ángulo de 30º, una distancia de 76 Km., o 249.340,8 pies.
Desde Punta Umbría al objeto con una orientación de 103º este y un ángulo de 20º, una distancia de 110 km., o 360.888 pies.
El objeto estaría suspendido a una altura del suelo de 37,2 km., o 122.045,76 pies.
Todas estas medidas confluyen en una zona determinada de la geografía andaluza como anteriormente cité y en este lugar, se cumplen tres o cuatro circunstancias que siempre alguna de ellas por separado están presentes cuando hay un avistamiento O.V.N.I.
La primera, la existencia de una gran base militar. Morón de la Frontera, PRESENCIA MILITAR. La segunda, un embalse de considerables dimensiones llamado la Torre del Águila, CONCENTRACIÓN DE AGUA DULCE.
La tercera, generadores de alta tensión y tendido eléctrico en la misma zona del pantano, ENERGÍA.
La cuarta, El Palmar de Troya. En este lugar hay numerosos testigos que afirman haber visto extraños fenómenos luminosos, meteorológicos y de otras índoles inexplicables, APARICIONES MARIANAS.
Este caso ocurrido, además de tener numerosos testimonios de testigos, ha sido uno de los que más videos y fotos han salido a la luz, pero en este informe lo que pretendo es aportar un pequeño granito de arena con las investigaciones y resultados realizados por mí.
Agradezco la inestimable ayuda que me aportó D. Moisés Garrido Vázquez, este, hizo que dicha experiencia tomara cuerpo con los datos que cruzamos.
Posteriormente se identificó este objeto como un experimento de un globo aerostático de dimensiones espectaculares (¡ no se..!, si de índole militar), que por las circunstancias que fuese no se divulgó en ningún medio de comunicación del momento.
Tal vez, por un fallo técnico o porque estaba previsto que terminara así dicho experimento, el aparato se estrelló en los términos municipales de El Coronil, desparramando en varios kilómetros a la redonda todo el material que componía dicho artefacto, según la gente del lugar que pudieron ver el globo y fueron testigos del espectacular accidente, dicen que consistía en una esfera de color metalizada, una canastilla cerrada "con unas dimensiones parecidas a un ascensor", varias antenas iluminadas en sus puntas y muchas botellas de metal (me imagino que dichas ampollas serían para alojar el gas utilizado en dicho artefacto para hacerlo elevarse en el aire. Dicen que el lugar fue restringido al paso de curiosos por la Guardia Civil de la zona y todo el material recogido por militares y camiones de la base Aérea de Morón de la Frontera, base conjunta de fuerzas militares Hispanoamericanas España-USA.
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
El Vaticano, frente a la existencia de vida extraterrestre: “Hermanos” de otros mundos

El pasado mes de mayo el director del Observatorio Astronómico Vaticano, José Gabriel Funes, realizó unas sorprendentes declaraciones a L’Osservatore Romano. “Los extraterrestres –aseguró– son nuestros hermanos.”¿Responde esta afirmación a un cambio de estrategia por parte de la Iglesia católica respecto a la posible existencia de vida inteligente fuera de nuestro planeta? Muchos creen que sí.
Miércoles, 14 de mayo de 2008. El periódico oficial del Vaticano, L’Osservatore Romano, publica en primera página una noticia que puede cambiar el rumbo de la investigación OVNI en todo el mundo. “La vida extraterrestre es posible”,subraya el diario católico. Y añade: “Los extraterrestres son nuestros hermanos”. Estas declaraciones, realizadas por monseñor José Gabriel Funes, director del Observatorio Astronómico Vaticano, fueron parte de una conversación sostenida por el periodista del rotativo católico y el clérigo en la que las investigaciones sobre la posible existencia de vida en Marte y las sondas enviadas al Planeta Rojo por la NASA fueron los temas centrales. Pero en cierto momento la entrevista derivó hacia los ovnis y los extraterrestres, que se convirtieron en un tema periodístico más interesante y “jugoso” que el motivo original de la cita con Funes. “El hombre puede creer en Dios y paralelamente sostener una creencia en seres de otros mundos. Ello no pone en discusión la fe en la Creación, en la Encarnación y en la Redención”, afirmaba abiertamente el responsable de la Specola Vaticana. Y añadió:“Así como
existe una multiplicidad de criaturas sobre la Tierra, así podrían existir otros seres inteligentes, creados por Dios. Y ello no contrastaría con nuestra fe, porque no podemos poner límites a la libertad creadora de Dios”.
Pero Funes fue más allá al citar a San Francisco de Asís y asegurar: “Si consideramos a las criaturas terrenales como ‘hermano’ y ‘hermana’, ¿por qué no podríamos hablar también de un hermano extraterrestre? Ellos también forman parte de la Creación”. “Aun si existieran otros seres inteligentes –agregó–,no es un hecho que estos tengan necesidad de la redención, porque podrían haber permanecido en un estado de amistad plena con el Creador. Pero, si hubiera pecado en ellos, Jesús se ha encarnado ya para todos los seres de la Creación una sola vez y por todas”. “Estoy seguro –recalcó–que también ellos tendrían la posibilidad de la misericordia de Dios, así como nosotros gozamos de ella”.
Desafiando el silencio vaticano
Unas declaraciones que nos llevan a pensar que algo se está moviendo dentro de la estructura vaticana. Y lo señalo porque uno de mis trabajos que más revuelo causó hace tiempo fueron las entrevistas que tuve la oportunidad de realizar a monseñor Corrado Balducci (MÁS ALLÁ, 157), quien, desde su estado de pensionario del sistema financiero del Vaticano, ejerció como asistente personal del papa Juan Pablo II para los temas místicos, paranormales, enigmáticos y alternativos. O sea, era la persona con la que el Papa conversaba, entre otros temas, sobre ovnis, vida extraterrestre, vida después de la muerte y demonología. En tales entrevistas, la primera de las cuales realicé en Ciudad del Vaticano el 17 de agosto de 1999, Balducci no solo señaló que “los ángeles de ayer son los extraterrestres de hoy”, sino que me habló de las consideraciones teológicas derivadas de la posible habitabilidad de otros planetas del Universo. Posteriormente, en sucesivos encuentros, el prelado me indicó que debíamos “estar agradecidos a los extraterrestres porque rezan por nosotros en este tiempo de crisis doctrinal creciente”. La última entrevista se produjo con motivo del Congreso Mundial OVNI de Buenos Aires (Argentina), celebrado en noviembre de 2006. Para llevarla a cabo, me desplacé a Italia el 18 de octubre de ese mismo año y dio la casualidad de que hacía muy poco acababa de ser retirado de su cargo el director del Observatorio Astronómico Vaticano, el jesuita George Coyne, quien durante 25 años había sido la cabeza visible de esta institución, así como director del grupo de investigación astronómica de la Universidad de Arizona en Tucson (EE.UU.). Fue sustituido precisamente por José Gabriel Funes, a quien también traté de entrevistar, sin lograrlo, en ese mismo viaje. La verdad es que tenía previsto entrevistar a Coyne, quien había declarado abiertamente, y en repetidas ocasiones, que la existencia de vida extraterrestre era algo más que una posibilidad. De hecho, ya había hablado con él desde Estados Unidos y se había mostrado muy amable y dispuesto a dialogar sobre el tema. También me facilitó los datos de contacto de Funes, que en esos momentos estaba en Chile.
Finalmente encontré a este último, pero no tuve suerte. Me dijo, literalmente, que nunca me concedería “ni esa, ni ninguna otra entre vista”. Jamás supe el motivo por el que se negó tan rotundamente a hablar de algo sobre lo que su predecesor, George Coyne, había hecho abiertamente significativas afirmaciones. Pero a la luz de las declaraciones que Funes realizó el pasado mes de mayo mis sospechas han aumentado considerablemente. Tal vez Funes ha visto algo a través de sus telescopios que le ha hecho cambiar de opinión. O tal vez fue “invitado cortésmente” desde el propio Vaticano a hablar sobre el tema y, especialmente, a hacerlo en un medio oficial, como L’Osservatore Romano.
Balducci y los Ovnis
La Iglesia católica ha dado un paso adelante en lo que se refiere a la consideración de la existencia de los ángeles como entidades reales, y no solo a nivel espiritual. El papa Juan Pablo II abordó esta cuestión en dos de sus audiencias generales, celebradas en julio y agosto de 1986. Pero, sin duda, si alguien ha aportado una visión realmente polémica sobre este particular ha sido monseñor Corrado Balducci, teólogo y exorcista del Vaticano, además de asistente personal de Juan Pablo II en los temas relacionados con fenómenos paranormales y alternativos. Tácitamente, Balducci afirma que los ángeles son los extraterrestres. A este respecto, incluyo un breve resumen de la entrevista que sostuve con él en Italia el 17 de agosto de 1999:
“El motivo principal, digamos exclusivo, por el cual yo me acerqué al fenómeno OVNI –explica Balducci– es precisamente porque ya, en este punto, no se puede negar todo, sino que se tiene que afirmar que algo de verdad existe detrás de esto...”
“Cuando se habla de discos volantes (...) es obvio que inmediatamente se relacionan con alguien que debe conducirlos desde dentro, o bien a distancia por control remoto... no lo sé, pero seguro que con una tecnología que todavía nos es desconocida.”
“La crítica más severa ya no puede desacreditar todos los testimonios que existen alrededor tanto de los avistamientos como de los llamados fenómenos de contactismo, o sea, aquellas personas que tienen contacto con extraterrestres. No es más admisible, está fuera de todo razonamiento, del buen sentido y del sentido común, pensar que todos los avistamientos son mentiras, sugestiones o cuestiones psiquiátricas, o bien que se trata incluso de armas secretas. Es decir, el buen sentido se rebela... Algo de verdad tiene que existir.”
“Si seguimos siendo escépticos hasta el punto de no admitir este fenómeno, no estaremos haciendo otra cosa que disminuir el valor del testimonio humano.”
“Es obvio que la certeza de este fenómeno como tal, la existencia de otros seres en otros planetas, incluso para nosotros como Iglesia, la estamos esperando por parte de la ciencia. Pero en nuestro ambiente es una certeza que cuando esto suceda se dirá: ‘¡Finalmente la ciencia llegó a ese punto!’.”
“Que existan otros seres, antes que cualquier cosa, es algo posible. Desde el punto de vista de las Escrituras, la Biblia, tanto en el Antiguo como en el Nuevo Testamento, no habla ni en forma positiva ni en forma negativa. Es decir, que no dice ni que hay mundos habitados ni que no los hay. Las Sagradas Escrituras dejan abierto este tema. La Iglesia solo puede hacer afirmaciones sobre lo que es la Verdad ya revelada. Y en la Revelación, como ya dije, no se dice que existan, pero tampoco que no existan. La puerta está abierta.”
“Nosotros tenemos que estar a favor. Y si estos seres son efectivamente superiores a nosotros en esta unión entre alma y cuerpo, entonces podremos pensar en que nos ayuden. Pero si nos ayudan, que nos ayuden en el campo de la espiritualidad y a volvernos más buenos. Y estos seres, que serían superiores a nosotros en esta unión alma-cuerpo, quién sabe desde hace cuánto tiempo estarán rezando por nosotros.”
Toda la exclusividad del Revista y Web, MÁS ALLA DE LA CIÈNCIA "ESPAÑA"
O ovni que guiou aos Reis Magos

Sua trajectória aparentemente dirigida tem levado a muitos estudiosos a propor-se a possibilidade de que se tratasse de um aparelho tripulado por seres inteligentes.
Uns sábios têm chegado até um pequeno povo de Palestiniana chamado Belém seguindo um estranho sinal no céu.
É uma primavera cálida do ano IV, ou talvez V, dantes de nossa era, o momento no que se está a escrever uma história que terá um profundo eco durante os próximos 2.000 anos para milhares de milhões de pessoas.
Esses sábios são conscientes de que se encontram ao final de um longo caminho que iniciaram faz mais de três meses em sua longínqua terra de origem, Mesopotamia.
Um caminho que tem estado plagado de dificuldades e de reptos de todo o tipo, mas no que sempre estava clara a direcção para a que deviam marchar.
Tinha algo que desde o céu lhes indicava o caminho: alguns chamá-lo-iam mais tarde estrela, mas outros disseram que era algo diferente, uma dessas luzes que aparecem no céu de vez em quando e que se deslocam através dele.
Uma luz brilhante que lhes indicava para onde tinham que se dirigir, que se movia com eles e que quando deviam parar ficava quieta no céu.
Uma estranha luz que muitos acham que, se tivesse que chamar de alguma maneira, a palavra finque hoje seria ovni.
Luz Inteligente
Esses sábios de Oriente viram desde seus observatórios uma luz estranha que tinha aparecido subitamente no céu e decidiram a seguir.
A cada dia a luz deslocava-se com eles e ao chegar cerca do Mediterráneo se deteve sobre a cidade de Jerusalém.
Ali esses homens sábios falaram com o rei e explicaram-lhe que o motivo de sua viagem era render pleitesía ao novo herdeiro, ao novo rei que acabava de nascer.
Depois os magos seguiram de novo a essa luz que se deslocava pelo céu até que se deteve sobre essa pequena população situada a mal 7 km de Jerusalém.
Era o sinal que sua viagem tinha concluído.
Ali encontrava-se o eleito. “Quando Jesús nasceu em Belém de Judea nos tempos do rei Herodes,
vieram de Oriente a Jerusalém uns magos, dizendo: 'Onde está o rei dos judeus que tem nascido? Porque sua estrela temos visto no Oriente e vimos a adorar-lhe'”.
Estas linhas do Evangelho de Mateo são a primeira referência à estrela de Belém.
Uma alusão que se complementa uns versículos depois quando, depois da entrevista dos magos com o rei Herodes, diz o texto bíblico: “Tenho aqui que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles até que, chegando, se deteve onde estava o Menino.
E ao ver a estrela se regocijaron com um gozo muito grande”.
Que pôde ser essa luz que lhes guiou aparentemente de forma inteligente durante toda sua viagem? São muitas as possíveis respostas que se baralharam: desde alineaciones astrológicas a fenómenos astronómicos fora do comum como meteoritos, estrelas novas ou cometas, passando por espectaculares conjunciones planetarias.
Mas todas essas possibilidades não explicam o estranho comportamento que teve essa singular estrela que guiou aos Magos de Oriente.
Um comportamento que muitos estudiosos não têm duvidado em qualificar de inteligente.
A estrela de Belém não indicou só o caminho que deviam seguir, senão que, o que ainda é mais importante, chegou a se deter em duas ocasiões para assinalar onde tinham que parar: primeiro sobre Jerusalém e depois sobre Belém, onde se encontrava o recém nascido Jesús.
Não há nenhum fenómeno natural que possa justificar este prodígio, e só se se tratasse de algo com um controle inteligente poder-se-ia explicar esse comportamento.
Se admite-se a realidade do relato bíblico, não há nenhuma explicação natural que concorde com a descrição da estrela de Belém.
Hipótese insostentaveis
No imaginario popular a estrela de Belém representa-se como um grande cometa, com sua característica bicha.
Uma imagem que em boa parte se deve ao quadro de Giotto A adoración dos Reis Magos, de 1304, no que aparece sem dúvida como grande cometa.
Na imagem plasmada pelo artista italiano influiu muito provavelmente o brilhante aparecimento só três anos dantes do cometa Halley, um corpo celeste que se acerca à Terra a cada 76 anos.
Há registos de que seu aparecimento no ano 12 a.C. foi realmente espectacular, com um brilho de magnitude 1, comparable ao das estrelas mais brilhantes.
Mas foi um acontecimento que teve lugar anos dantes da época na que nasceu Jesús.
Os astrónomos chineses e seu meticuloso registo de qualquer novidade celeste deixaram constancia do aparecimento de dois cometas na época aproximada na que este vinho ao mundo. Entre março e abril do ano 5 a.C. foi visível um cometa com uma bicha de um tamanho notável no que agora se denomina constelação de Capricornio.
Em abril do ano seguinte registou-se o aparecimento de outro cometa, neste caso na constelação da Águia, ainda que com menor brilho que o do ano anterior.
Foi um cometa a estrela de Belém?
Os cometas são uns astros bem conhecidos e considerados diferentes das estrelas, que é a figura mencionada nos textos evangélicos, e, desde depois, não se param para indicar um lugar concreto.
Ademais, ao tratar-se de corpos localizados fora de nosso planeta sua situação aparente não muda para alguém que se esteja a deslocar por ele.
É impossível que algo assim possa guiar com tanto detalhe, até o ponto de se deter sobre uma pequena aldeia.
O mesmo pode dizer de uma estrela nova, outra das explicações propostas para a estrela de Belém, pois é evidente que a posição aparente de um astro situado a tal distancia de nosso planeta não muda para um viajante, e muito menos se detém sobre um lugar concreto.
Outros fenómenos, como as estrelas fugaces –segundo propôs o conhecido divulgador astronómico britânico Patrick Mooreo os meteoritos, também não parecem ser uma resposta satisfatória.
Trata-se de fenómenos bastante correntes e tão efémeros que resulta difícil pensar que fossem a origem do que viram os Reis Magos.
Uma conjunção de vários planetas, como as que tiveram lugar entre Júpiter e Saturno no ano 7 a.C. também não explica o fenómeno descrito no texto bíblico: são fenómenos fugaces, de mal umas horas de duração, que não poderiam converter na guia de uns viajantes que durante vários meses atravessaram milhares de quilómetros. Ademais, outro detalhe que não convém esquecer é que nessa época as viagens se costumavam realizar de dia, e com a luz do Sol é praticamente impossível ver um cometa ou estrela.
E, desde depois, se tivesse tido alguma nova estrela tão brilhante como para poder ser vista a plena luz, teria sido um espectáculo de tal magnitude que em todo mundo teriam ficado registos escritos desse prodígio.
Mas ninguém, aparte dos magos de Oriente, percebeu nada anómalo no firmamento.
Tradución Español / Portugues
Fonte de infomação MÁS ALLA de la ciência
Ovni fortuito cerca de Trancas, Tucuman
Con motivo de festejarse el dia de la Virgen Maria, Juan Carlos decide realizar unas tomas fotograficas para retratar el luqar, sin percibir en ese momento que un objeto desconocido atravesaba el valle a muy baja altura.

Imagen ampliada del objeto
Según nuestro analisis, se trata de un objeto homogeneo en sus extremos del tipo platoide invertido, de aspecto metalizado y remarcados contornos y bordes sobre la imagen. En la solarizacion, queda evidenciado el componente metalico de su superficie haciendo mas concentrado el rebote de luz en sus partes medias, debido a la postura de perfil del objeto. Con respecto al movimiento, podemos decir que el mismo llevaba una gran velocidad al cruzar el lente de la camara(desenfoque de movimiento).
Como ya venia ocurriendo en el primer trimestre del año, los Valles Calchaquies al igual que el norte tucumano y sur salteño, siguen siendo lugares de alta recurrencia ovni y excelente casuistica. Cabe recordar el celebre caso Trancas ocurrido el 21/10/1963, a minutos de San Pedro de Colalao.
informacion sobre el Caso Trancas del 21/10/1963
http://dragoninvisible.com.ar/tranca.htm
Mail: grupo_gabie@yahoo.com.ar
Web: www.grupogabie.blogspot.com

