quarta-feira, 22 de maio de 2019

OVNI 'Objecto Voador Não Identificado' fotografado em Gondomar 🇵🇹

Localização - Gondomar

Data, hora - 04/05/2019 - 22:30pm

Testemunha - Sr. Paulo Madureira

Relato da testemunha...
"No dia 4 de maio, pelas 22H30, enquanto caminhava na zona de Gondomar, distrito do Porto, observei no céu um objeto em forma de L invertido. Desde o momento em que o fixei até ao instante que desapareceu por de trás da linha de árvores, este objeto demorou cerca de 10 minutos a fazer o trajeto (foto do Google Earth com coordenadas).



Foi um percurso lento, retilíneo e emitia uma luz branca não muito forte. Era perfeitamente percetível o formato do objeto a olho nu, mas no que toca à dimensão e à distancia que se encontrava de mim não consigo sequer fazer qualquer cálculo.
Consegui tirar algumas fotografias mas como foi durante a noite a pouca iluminação não ajudou a focar da melhor maneira. 


No entanto, acho que nas fotos dá para perceber a forma do objeto.
Gostava de salientar que sou um observador atento da esfera celeste e consigo distinguir e identificar diferentes objetos que diariamente atravessam os nossos céus. Dai descartar a hipótese de ser a ISS, qualquer satélite, meteorito ou qualquer aeronave".

O UFO Portugal Network, constatou que não se tratou da Estação Espacial Internacional, Aeronave ou montagem digital, tendo a foto sido submetida ao fotoforencis.

Análise Fotoforencis não revela qualquer tipo de manipulação digital.


Perante a respectiva data e hora, eram visíveis alguns Satélites no espaço aéreo com observação de alguns segundos, imperceptível às câmeras de equipamentos móveis.


A sua origem permanece numa incógnita até ao momento.

Se observou o mesmo fenómeno, entre em contacto com o UFO Portugal Network através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt

Quase 1.000 canadenses relataram ter visto um OVNI no ano passado 2018

Um dos mais prestigiados investigadores de ovnis analisa todas as observações de objetos voadores realizadas no Canadá.

Pelo trigésimo ano consecutivo, Chris Rutkowski e a sua equipe de pesquisa privada documentaram atentamente todos os casos de canadenses que relataram ter visto um objeto voador não identificado durante o ano anterior. Em 2018, a equipe de pesquisa sobre ufologia em Winnipeg registrou 937 aparições de OVNIs por todo o país, o que na verdade é pouco comparado aos últimos anos. Por outro lado, 2018 marcou 4,4 na "escala de estranheza".
Chris Rutkowski, um dos principais ufólogos do Canadá e autor de vários livros sobre OVNIs , diz que documentar todos os avistamentos de OVNIs no Canadá é um trabalho árduo. "Meus colegas e eu temos que olhar para cada caso. Quando você tem cerca de 1000 casos por ano, tende a ser muito tempo. Este é certamente o lado menos glorioso dos Arquivos X. "


O grupo define um OVNI como "um objeto visto no céu que a testemunha não consegue identificar". Ele recolhe dados das testemunhas, outros pesquisadores e grupos de pesquisa paranormais, como MUFON , UFO e fóruns desconhecidos da Internet, e a Transport Canada e o Ministério dos Transportes. Defesa Nacional.
Quebec teve o maior número de observações: 41% dos casos, enquanto a província tem 25% da população canadense. As observações duraram em média 16 minutos, ocorreram especialmente no verão e ocorreram, o que não surpreenderá ninguém, principalmente à noite.

Embora uma média de três avistamentos de OVNIs por dia durante um ano seja impressionante, a maioria era, digamos, indigna dos agentes Mulder e Scully. "Eles são muito menos espetaculares do que o que vemos na TV ou o que dizemos", disse o ufólogo. Normalmente, é apenas uma luz no céu. As pessoas relatam ter visto algo que não se parecia com um avião, uma estrela ou um satélite. Eles querem falar sobre isso e dizer que não estão loucos. "
O que não significa que não houve interações que mudaram do comum. 

Chris Rutkowski relata que, em setembro, em Cape Sable Island, na Nova Escócia, um grupo de pessoas viu um objeto com a forma de um balão. As testemunhas que o fotografaram, no entanto, garantem que "o objeto não tinha as características de um balão".

Outra que ficou fora do comum aconteceu alguns meses depois em Yarmouth, também na Nova Escócia: o capitão de um barco e uma mulher na praia viram a mesma coisa. "Duas testemunhas separadas viram uma série incomum de luzes se movendo no céu, e quando foi noticiado, descobriu-se que a Transport Canada tinha três ecos de radar neste local específico e naquele momento". Não é o tipo de coisa que acontece todos os dias. Foi tão bom quanto Roswell, Shag Harbour ou Falcon Lake ? Não é bem assim, mas indica que há coisas interessantes acontecendo lá que as pessoas não entendem. "

Entre outras coisas, o relatório do ano de 2018 detalha a aparência do que as pessoas viram (especialmente luzes e registros no céu), as cores dos objetos (especialmente brancos), a credibilidade das testemunhas (em geral não infalível) e o número de testemunhas (uma ou duas, em média).
A equipe de Pesquisa em Ufologia dá a cada caso uma nota de estranheza, que é definida como "o grau em que um caso específico é anormal". Luzes no céu são um exemplo de um caso estranho, mas "a observação de um objeto da forma de um disco que se afasta da testemunha flutuando devagar seria considerada muito estranha". (O que é verdade, seria realmente estranho!) Numa escala de 1 a 9, em que "1 significa que a observação não é estranha e 9 é invulgarmente invulgar", 2018 marcou 4, 4.

"Nós provavelmente tivemos uns 9s, porque as pessoas relataram estar em contato próximo com alienígenas no seu quarto, que os levaram para naves onde fizeram lhes fizeram diversas coisas", diz Chris Rutkowski. Esses casos surgem, mas o que existe é que eles são atormentados por seu índice de credibilidade. Há pouquíssimos casos altamente confiáveis ​​e altamente bizarros. "


O ufologista e a sua equipe procuram encontram uma explicação para tantos casos quanto possível: às vezes é um drone, a Estação Espacial Internacional que passou, uma operação de resgate nas proximidades. Em 2018, cerca de 5% dos casos permaneceram sem explicação.

"No final do dia, embora não possamos dizer que extraterrestres visitam o Canadá", "podemos dizer que existe um fenômeno que persiste e é relatado por uma grande proporção da população a cada ano". "

O Misterioso Caso Duas Pontes

Em agosto de 1969, o relato de um menino pobre, analfabeto e tímido provocou celeuma na cidade de Diamantina, repercutindo em todo o estado de Minas Gerais e além de seus limites.

Raimundo Aleluia Mafra, de 12 anos, órfão de mãe, auxiliava seu pai Rivalino Mafra da Silva nas suas atividades de caçada e garimpagem, responsabilizando-se também pela assistência a dois de seus quatro irmãos menores.

Situada em Duas Pontes, distrito de Diamantina, estado de minas gerais, a residência da família Mafra era um casebre completamente isolado. Por dezenas de vezes o menino repetiu seu relato ao tenente Wilson Lisboa, delegado de polícia do município, ao juiz de direito, aos médicos, sacerdotes, jornalistas e a um sem número de pessoas que, apesar de refugarem a versão de Raimundo, ficaram impressionados com sua coerência e tranqüila convicção.

Alegava que seu pai Rivalino tinha desaparecido ante seus olhos, cercado por um redemoinho de poeira amarela levantada por dois pequenos objetos, postados à porta do casebre. E chorava mansamente, convencido de que seu pai jamais voltaria.

Logo após a desaparição de seu pai, Raimundo procurou vestígios seus na vizinhança e foi chamar o Sr. João Madalena de Miranda, funcionário de uma fábrica distante. Chegando este amigo ao local da desaparição, uma clareira de terra batida, notou que ele parecia ter sido cuidadosamente varrido, numa área cujo o raio media 5 metros.

As buscas, já sob a direção da polícia de Diamantina, começaram no mesmo dia e continuaram por muito tempo. Cães amestrados da polícia militar chegaram a belo horizonte, mas não encontraram rastros do garimpeiro. Os vôos de aves de rapina eram acompanhados atentamente como possível indício para localização do corpo de Rivalino.

O cônego José Ávila Garcia, vigário de Diamantina, apesar de não acreditar na versão do menino, revelou que na semana antecedente ao desaparecimento de Rivalino um funcionário do departamento dos correios e telégrafos, Sr. Antonio rocha, avistou duas bolas de fogo voando em círculos, a grande velocidade e baixa altitude, exatamente sobre Duas Pontes, onde residia o garimpeiro. O Sr. Antonio rocha confirmou, ao repórter do diário de minas, esta comunicação.

Após exame clínico efetuado em Raimundo, o médico Dr. João Antunes de Oliveira revelou nada ter descoberto de anormal, além do estado de desnutrição. O menino pareceu-lhe em boas condições mentais.

Por iniciativa do juizado de menores, Raimundo foi conduzido a belo horizonte, pelo comissário Antônio da Cruz. Nesta capital ele repetiu a estória com os mesmo detalhes, inclusive para o CICOANI. Antes de interná-lo no João Pinheiro, instituto para proteção e instrução de menores desvalidos, o juizado providenciou exame psiquiátrico e testes psicológicos, cujos resultados em nada contribuíram para solucionar a questão.



Depoimento do menor Raimundo Aleluia Mafra ao CICOANI em 30/08/1962

Diz Raimundo que, cerca das 20 horas de 19 de agosto deste ano, encontrava-se com seu pai Rivalino Mafra da Silva num cômodo de sua residência, onde dormiam dois de seus quatro irmãos menores. Ele e o pai achavam-se agachados em torno de um pequeno fogo que fizeram no cão de terra batida do quarto, próximos a uma porta que liga o mesmo à cozinha. Em certo momento seu pai chamou-se a atenção para uma sombra escura e indefinível, que deslizava silenciosamente pela cozinha, na direção de um outro cômodo. Essa silhueta foi descrita como tendo quatro pernas; mas delas o menino nada pôde precisar, afirmando apenas que tinha alguma semelhança com homem a engatinhar.

À guisa de cabeça o menino descreveu na sombra um topete, querendo dizer alguma saliência, que teria se virado na direção do quarto, ao passar pela porta, dando a Raimundo e seu pai a impressão de terem sido observados.

Em seguida o Sr. Rivalino levantou-se, indo até a porta por onde a sombra se mostrara, ou um pouco além, nada conseguindo divisar. O menino admite que o medo poderia ter impedido ao seu pai uma revista do resto do casebre escuro, mas garante que as trancas internas das duas únicas portas – uma da cozinha, outra da sala, estavam fechadas.

Voltando para o quarto, o Sr. Rivalino viu-se na impossibilidade de dormir, assim como a seu filho. Em certa altura ouviram ambos vozes humanas, “grossas e enroladas”, citando o nome do Sr. Rivalino e dizendo que tão logo iam matá-lo tão logo saísse de casa. Ouviram também um ruído semelhante ao de um despertador, proveniente de fora da casa. O garimpeiro e seu filho atravessaram a noite sem dormir.

Às 6 horas da manhã do dia seguinte, 20 de agosto, segunda-feira, Raimundo preparou-se para sair da casa e buscar a montaria de seu pai, no terreiro anexo. Ao abrir a porta da cozinha, que dava para o terreiro, deparou com dois pequenos e estranhos objetos pousados no solo, a poucos metros da porta de distância. Diferindo na cor, eram idênticos quanto à forma e tamanho. Ambos tinham forma ovalada e mediam entre 40 e 50 centímetros no diâmetro maior. A existência de um pequeno apêndice numa das extremidades de cada objeto, conjugada à forma dos mesmos, fez lembrar a Raimundo as figuras de tatus. Estes apêndices, do tamanho de um dedo, tinham forma tubular, segundo a descrição do menino. E, tal qual “rabicho”, projetavam-se das partes traseiras dos objetos, as quais estavam um pouco suspensas do solo. No momento em que Raimundo as percebeu, esses apêndices apontavam para a porta, ou seja, para a sua pessoa. Em seguida, quando o Sr. Rivalino chegou à porta, atendendo ao chamado de seu filho, os tubos apontavam para a direção oposta, indicando que os objetos teriam virado. Um dos objetos era inteiramente negro, fosco. O outro era rajado de branco e preto, com listas iguais em largura e traçadas transversalmente ao diâmetro maior do objeto. Esta descrição foi feita pacientemente, com o auxílio de um retrato falado.

O Sr. Rivalino, logo ao perceber os dois objetos, colocados lado a lado, um metro do outro, admirou-se soltando a frase: “que será isto?”. Recomendou ao filho que não saísse ela porta e, tendo ainda na mão a faquinha e o fumo com que preparava seu cigarro de palha, o Sr. Rivalino aproximou-se lentamente dos objetos, afirmando seu filho que ele não parecia demonstrar medo. À aproximação de Rivalino, os dois objetos se uniram lateralmente, com um som surdo e começaram a girar em conjunto, velozmente e levantando logo um redemoinho de poeira amarela, a qual envolveu Raimundo, sem atingir seu filho. Este declarou que, além do surdo ruído durante o choque dos objetos, o único ruído que ouviu foi o zumbido do vento que levantava a espiral de poeira, tendo esta impedido que Raimundo enxergasse tanto os objetos, quanto seu pai, que não reapareceu quando cessou o redemoinho.



Comentários do CICOANI

Após meses de investigação infrutífera, surgiu a notícia de que o esqueleto de Rivalino fora encontrado. O jornal “A Estrela Polar” (Diamantina, 10/03/1963) afirma que, “no dia 3º de carnaval (1963), cinco caçadores encontraram, bem perto do casebre de Rivalino, em lugar de difícil acesso, a sua ossada. Caiu por terra o conto da carochinha. Falta agora esclarecer o resto” – diz o jornal (os grifos são nossos).

Em verdade, diríamos nós, que o “resto” que falta a esclarecer é praticamente tudo. Se não vejamos:

As explicações convencionais se reduziram a duas: o Rivalino teria fugido ou teria sido vítima de seqüestro e/ou assassinato.

Primeiro caso, a estória apresentada pelo filho seria um álibi inspirado pelo próprio Rivalino, para cobrir a sua fuga. Segundo: seria um álibi engendrado pro criminosos. Nos dois casos, portanto, haveria participação do filho, para cobertura de um episódio que, estranhamente, contrariava o interesse a segurança do mesmo. Ele demonstrou gostar do pai e acabou ficando sozinho com dois irmãos menores.

De qualquer forma, estranha-se que sua notória timidez e inexperiência não o levassem a vacilar em qualquer ponto dos repetidos depoimentos que teve que prestar à polícia, juízes, sacerdotes, médicos, jornalistas e finalmente ufologistas do CICOANI e da SBEDV (Dr. Walter Buller). Mais estranho ainda é que, para encobrir um crime se apresentasse um álibi de tal forma sofisticado e discrepante do contexto sócio cultural, a ponto de chamar a atenção não só da polícia de Diamantina, como do estado inteiro. O efeito da estória seria, então, o oposto de um álibi.

Se a estória do menino é inteiramente fruto de delírio e alucinação, como explicar que o exame psiquiátrico não tenha revelado os sintomas correspondentes? Como explicar que o menino tenha projetado no ambiente conteúdos intra-psíquicos de implicações tecnológicas tão avançadas e relativas à um tipo de fenômeno do qual jamais ouvira falar?

Na literatura específica dos discos voadores há referências a diminutos objetos telecomandos semelhantes ao descrito pelo menino. Pela raridade de suas fontes tais referências mantiveram-se praticamente restritas aos especialistas, sendo, obviamente, inacessíveis a crianças analfabetas do meio rural.

Outro ponto a explicar é a presença de objetos aéreos não identificados nas proximidades do casebre de Rivalino, uma semana antes do seu desaparecimento, assim como a extraordinária “varredura” do terreiro onde ele ocorreu.

Quanto ao esqueleto encontrado (se encontrado), que tipo de exame possibilitou relacioná-lo à Rivalino. Se a ossada foi descoberta perto de sua moradia seis meses depois, como se explica que seu cadáver não fosse encontrado, após dias de buscas minuciosas, enquanto era devorado por urubus e outros animais necrófagos? O cadáver não seria consumido por animais se estivesse enterrado mas, então o prazo de seis meses seria insuficiente para que se resgatasse apenas o esqueleto limpo. Caso este seja realmente de Rivalino, resta a hipótese de que sua carne tenha sido consumida de forma total e quase instantânea por meios não convencionais.

Parece, portanto, que do caso “Duas Pontes” tudo resta a explicar.

10/09/1968

Hulvio Brant Aleixo



COMENTÁRIOS EQUIPE FENOMENUM

Segundo o Blog Arraial do Tijuco, da cidade de Diamantina, o esqueleto teria sido encontrado por Paulo Duarte e Chico Prata em uma fenda de pedra e teria sido identificado graças à um cinto. O Blog não explica o grau de proximidade entre aqueles que descobriram a ossada e Rivalino Mafra. Também devemos levar em conta que numa época conturbada, em que vigorava um regime militar, notícias que poderiam gerar preocupação ou agitação eram rapidamente combatidas pelas autoridades. Sendo assim, um cenário armado com uma ossada, identificada como do desaparecido e posicionada em um local propício seria bastante útil numa manobra de silenciamento, se divulgada de forma apropriada. Seja como for, o caso chamou a atenção da Força Aérea Brasileira que registrou o episódio através de um relatório emitido pelo ufologista Hulvio Brand Aleixo que ilustra este artigo. O documento da Força Aérea Brasileira referente ao caso pode ser acessado aqui (arquivo de 6 páginas em formato PDF - 3,19 MB).

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Pesquisador da SBEDV, em visita ao local do fato. Duas abóboras ao chão indicam a posição dos objetos no momento em que foram observados inicialmente

Desenho confeccionado pelos pesquisadores da SBEDV a partir do depoimento de Raimundo Mafra

De pé, da esquerda para a direita: Paulo Ávila, José Domingos, Paulo Duarte, Fabiano Pimenta e Dona Antonieta Motta. Agachados, na mesma ordem, Francisco Machado, Erimar Couto (Bocage), meio escondido, Rômulo Rocha e Waltinho Silva [Fonte: Blog Arraial do Tijuco]

Presença de UFOs no Pará


Ano:2010.
A rotina costumeiramente pacata de quatro comunidades pertencentes ao município de Santo Antonio do Tauá, distante 56 km de Belém (PA), foi perturbada por um fenômeno surpreendente. Dois objetos voadores não identificados foram avistados por dezenas de pessoas na noite de segunda-feira e início da madrugada de terça, dia 26.

Muito mais que surpresa, a aparição dos UFOs causou medo e assustou a maioria dos moradores das comunidades de Santa Rita, Tracuateua, Remédios e Tracuateua da Ponta, localizadas no ramal do Km 23 da PA-140.

A noite de 25 de outubro de 2010 dificilmente vai ser esquecida por parte das 140 famílias da comunidade Remédios, que presenciaram o fenômeno. Por volta das 22h30, Manoel da Conceição Lopes, o “Santos”, foi chamado pelo filho para ver algo estranho que sobrevoava a mata localizada atrás de sua residência.

Um fato curioso ocorreu no momento em que alguns avistaram os objetos, que pairavam sobre a cobertura das árvores. “As televisões saíram do ar. Ficou só o chuvisco. Quando fui ver, pensei que eles iam descer na piçarreira. Vi dois objetos e eles não faziam barulho de avião. Um deles seguiu e se afastou. O outro deu a volta por trás da mangueira, depois voltou em direção do outro e foram embora”, relatou Manoel Conceição.

Essa primeira aparição foi assistida por pelo menos 10 pessoas que se encontravam em suas casas e outras na rua, conversando. Luan Carlos Conceição Costa, de 17 anos, foi quem descreveu com mais clareza os UFOs. “Tinha uma luz forte, parecia um farol, e mais em cima luzes piscando e girando em volta. Fazia um barulho de motor falhando. Pensamos que era um avião falhando, depois sumia e aparecia em outros lugares. As luzes apagavam e apareciam em outro lugar”, disse o adolescente.

Perseguição - Luan contou que dois moradores da comunidade saíram correndo atrás dos artefatos, tentando acompanhá-los e ver para onde seguiriam. Após se afastarem alguns metros, um dos UFOs girou no próprio eixo e jogou um foco de luz em direção aos dois rapazes. Assustados, correram de volta para a comunidade, mas ainda viram os objetos se afastando em direção à mata que circunda a área. Os jovens não foram localizados, pois estavam trabalhando no município vizinho de Santa Izabel do Pará. 

Na localidade de Tracuateua da Ponta, Augusto Souza, de 25 anos, conhecido na comunidade como “Lequito”, estava pescando em um porto do rio Tauá, com três amigos. Já passavam das 21h30 quando eles foram surpreendidos com a passagem de um “avião” sobre as árvores e depois sobre o rio. “Era uma luz muito forte, como um farol. Tinha luzes vermelhas na lateral que ficavam girando. Passou e voltou novamente. Uma hora a luz ‘candiou’ a gente e fazia um barulho intenso, mas não era de avião”, recordou Lequito.

Animais assustados - Ainda em Tracuateua da Ponta, o professor Nazareno Correa contou que os animais, a maioria cães, se assustaram ao avistarem o fenômeno. Ele também chegou a pensar que se tratava de um avião, mas as manobras realizadas pelos objetos não são compatíveis com a movimentação de uma aeronave de pequeno porte, diz o professor.

Correa foi chamado pela mulher para ver o objeto que passava pouco acima de uma torre de transmissão que existe na comunidade. “Ainda disse: mulher, esse avião vai cair e está procurando rota para pousar", mas ia devagar. "Não dava para ser avião”, acredita o professor.

Ele também descreveu o avistado por ele e pelos familiares. “Tinha uma luz forte. A base arredondada era brilhante e havia sete luzes amarelas e três vermelhas que ficavam piscando em um movimento circular constante. Em um avião as luzes são fixas”, compara o professor.

Ele disse ainda que o que mais estranhou foi o comportamento dos animais da redondeza. “Os cachorros latiam, os galos e galinhas faziam barulho. Mas o mais curioso foram os galos, que costumam cantar no início da manhã mas passaram a cantar quando o objeto passou por aqui”.



segunda-feira, 20 de maio de 2019

Incidente com avião da TAP & OVNI em 1976


Caso resolvido

Através de troca de informação com o professor Joaquim Fernandes do CTEC, foi possível chegar há conclusão que o incidente da TAP, estava relacionado com a famosa intercessão no Irão, quando caças F-4 Phaton tentava interceptar e abater um OVNI no seu espaço aéreo a 19 de Setembro de 1976.

Ver video abaixo


Perante as datas, acredita-se que o misterioso objeto perseguido na capital do Irão, seria o mesmo que envolveu uma aeronave da TAP em território nacional.
O vôo da TAP tinha partida do aeroporto de Lisboa com destino a Teerão.

OVNI quase colide com avião da TAP em 1976


Este é um caso que merece uma especial atenção sobre o fenómeno em si, como o desenrolar da sua observação quer por tripulantes e passageiros a bordo do voo TP245 da TAP.

Todos os créditos a cargo de José Garrido. 

No que tange a observações de OVNIS, a madrugada do dia 19 de Setembro de 1976, foi bastante agitada em toda a orla mediterranica, nomeadamente na Península Ibérica e, mais especificamente, em Portugal.

Boeing 707, da TAP 1976
Algumas das testemunhas dos acontecimentos daquela madrugada foram os elementos que constituíam a tripulação de um BOEING 707 dos Transportes Aéreos Portugueses –TAP, comandada por Eloy João Weigert, de 52 anos e 23.000 horas de voo, sobre Lisboa, e que iniciava o voo TP241 transportando 110 passageiros, além dos tripulantes.

Assim, e após a Torre de Controlo do aeroporto de Lisboa ter autorizado a descolagem do avião para efectuar aquele voo, este iniciou uma ascensão normal, a uma velocidade de 235 nós até atingir 3.000 pés QNH, aumentando, depois, para 300 nós até atingir os 4.000 pés.
Nesse momento – 2 : 10 H minutos da madrugada -, não havia qualquer outro tráfego aéreo na zona.

A 4.000 pés de altitude, tendo já transcorrido 6 minutos após a descolagem, o co-piloto, José Pinto, de 32 anos e 3.000 horas de voo, viu algo que pensou tratar-se de um avião com os faróis acessos em rota de colisão; gritando para a Torre "vem um avião contra nós", inicia uma volta apertada para a direita, sobre a vertical da margem do rio Tejo, aproximadamente por cima do Montijo, afastando-se do objecto.

Entretanto, os controladores do aeroporto de Lisboa observavam o OVNI com binóculos enquanto constatavam que a "tela" do radar nada de anormal assinalava.

O objecto passou bruscamente pela frente do BOEING 707:

Os tripulantes tiveram a sensação de que o objecto esteve como que "parado"  cerca de dois ou três segundos, em frente do avião.  Nesse período de tempo ficaram visíveis luzes brancas bem definidas.

Após ter cruzado a rota do avião, da direita para a esquerda, a uma distância entre os 200 e 250 metros deste, constatou-se que "o lado oposto" do fenómeno, que se dirigia no sentido de Sul para Norte, era escuro, emitindo das extremidades luzes intermitentes do tipo "sparking light" ou do tipo "flash" .

Da base do Montijo houve a confirmação que não havia aeronaves militares no ar e que o objecto não era detectado no radar.

Posteriormente, constatou-se que o registo efectuado pela "caixa negra" do BOEING confirmou todos os elementos referidos pela tripulação, quer pela conversação entre os tripulantes na cabina, quer pelos dados técnicos do voo.

Em Portugal, para além da observação acima descrita  houve outras!

Com efeito, ficou confirmado que, em diversas regiões deste país avistaram-se objectos em voo bem como obtidas fotos de objectos próximos do solo.

Assim, cerca das 1 : 40 H dessa madrugada, numa bouça em Fânzeres, Gondomar pessoas testemunharam objectos descendo suavemente até quase tocarem o solo, após o que descolaram na vertical a grande velocidade.


Na madrugada de 19 de Setembro de 1976, foi possível constatar outras observações realizadas em vários pontos do País e Ilhas.
Ler mais ( OVNIs em 1976 ).
O que teria ocorrido nessa madrugada de tão insólito sobre o espaço aéreo português?

1976 Encontro Imediato no Atlântico em vôo da TAP


1976 - Às 01:10 quatro tripulantes de um avião Boeing 707, Duarte, Alexio, Graca e Santos, voando sobre o Oceano Atlântico entre os Açores e Lisboa, a 35.000 pés de altitude encontraram uma luz intensa azulada, que de repente se apagou, em seguida, tornou-se em muitas luzes menos intensas.

Havia três ou quatro na parte superior do objeto, três luzes amarelas menores abaixo e duas na parte inferior do objeto que pareciam vigias.
A distância mínima para o objeto era de uma milha.

A duração do avistamento foi de cinco minutos. (Fonte: UNICAT, caso nº 790, citando professor Joaquim Fernandes, p. 163).

domingo, 19 de maio de 2019

UFO: O incidente de Livingston na Escócia

O Incidente de Livingston, também conhecido como o Incidente de Robert Taylor ou o Encontro de Madeiras de Dechmont, é considerado por alguns como um exemplo altamente convincente de um encontro com um OVNI: e por outros, ser qualquer coisa, menos isso.

Robert Taylor trabalhou como engenheiro florestal para a Livingston Development Corporation, cujo (então) papel era desenvolver o que na época era conhecido como Livingston New Town. 
A 9 de novembro de 1979, ele parou a sua carrinha numa estrada perto da auto-estrada M8 e subiu por um caminho através de uma área florestal recém-plantada um pouco ao norte de Dechmont Law, uma proeminente colina local.

Robert Taylor relatou mais tarde ter visto o que descreveu como uma "cúpula voadora" de cerca de 6 metros de diâmetro, pairando sobre o chão da floresta numa clareira a cerca de quatrocentos metros do seu veículo. 

Ele descreveu o objecto com "uma cor cinza muito escura" tendo um flange externa com braços sobre os quais tinha montados uma espécie de hélices, mencionado também um cheiro forte e asfixiante "como freios em chamas" entretanto duas esferas menores o agarraram e o arrastaram para o objecto maior, perdendo a consciência e, quando despertou, os objetos já tinham desaparecido. 

No entanto, o seu veículo não queria trabalhar, caminhando até sua casa em Livingston.
Quando Robert Taylor chegou a casa, ele estava enlameado com as roupas rasgadas, a sua esposa chamou um médico, que o tratou por escoriações no queixo e coxas. Ela também ligou para a polícia, que levou Taylor de volta ao local do incidente.


A polícia encontrou marcas no chão que se pareciam com escadas onde Taylor disse que estava o objecto, e outras marcas que ele disse terem sido feitas pelas esferas menores. A polícia registou o incidente como um ataque criminoso, aparentemente fazendo dele o único avistamento de OVNIs no Reino Unido que foi objecto de uma investigação criminal.

Como você se sente sobre o incidente provavelmente depende de como você se sente sobre os OVNIs mais amplamente. 
É claro que muitos crentes consideram estar entre os mais fortes avistamentos de OVNIs já registados.
Outros atribuíram isso a um ataque de epilepsia acompanhado por alucinações, provocadas por Robert Taylor, que já sofria de meningite.



Ninguém duvidou que Robert Taylor, falecido em 2007, acreditasse genuinamente que o que ele viu foi real.
A melhor forma de chegar ao local do Incidente de Livingston é saindo do estacionamento logo após a entrada da Escola Secundária Deans Community. 
Isso leva a uma área aberta de terra que atinge o seu ponto mais alto.

Uma boa maneira de se orientar é olhar para a placa de informações "Dechmont UFO Trail" e mapear através do parque de estacionamento. Tendo cruzado o flanco de Dechmont Law (o desvio menor para o topo vale bem isto para as visões) você entra em bosques de Dechmont e ao redor do fim de campo de golfe do Parque de Cervos. 
Boas trilhas florestais levam você até o local do incidente, marcado por uma placa anexada a uma grande rocha pela Livingston Development Corporation em 1991.

É um passeio agradável, mas não irá encontrar nada alienígena a não ser o barulho do tráfego na M8 . 
Dechmont Woods é agora uma floresta alta, quando você olha ao seu redor, é difícil imaginar como qualquer forma de veículo voador poderia ter pousado ali. 
Vale lembrar que a floresta era muito diferente em 1979, quando a silvicultura estava muito menos desenvolvida.


Uma rápida pesquisa no YouTube "para" Robert Taylor UFO Encounter "lança filme de Robert Taylor retornando à cena com uma equipe de filmagem revelando como era a área naquela época.

www.undiscoveredscotland.co.uk

Este será um local a ser visitado no futuro pelo UFO Portugal Network como realizar entrevista do incidente com o investigador Malcolm Robinson.

OVNI que sobrevoou Bremen ainda sem explicação

Não era um drone nem um dirigível, mas ainda não se chegou a nenhuma conlusão sobre a suposta aeronave que sobrevoou o aeroporto sem autorização em 2014

A incerteza continua a pairar sobre a investigação que a polícia de Bremen levou a cabo a propósito do objeto voador não identificado que sobrevoou, intermitentemente durante três horas, a zona do aeroporto da cidade, sem nunca ter sido captado pelo radar.

À medida que o tempo passava aumentava o número de testemunhas recolhidas pelo número divulgado pela polícia para o efeito, mas o conteúdo dos relatos não permitia chegar a resultados conclusivos.
Entretanto, foi afastada a ideia de que a suposta aeronave fosse um balão tipo Zeppelin, como declarou o porta-voz da polícia, Dirk Siemering, ao diário de Bremen "Weser Kurrier". Quanto à hipótese de se tratar de um drone, Siemering descartou-a, classificando-a como "especulação".

VISÍVEL COM BINÓCULOS, INVÍSIVEL NO RADAR 

A Segurança Aérea alemã alertou a polícia às 18h30, quando foi detetado um objeto voador não autorizado no espaço aéreo do aeroporto de Bremen. A torre de controlo não conseguiu obter resposta à sua comunicação via rádio e o objeto voador era visível com binóculos, mas não tinha leitura no radar.
Segundo a porta-voz do aeroporto, Andrea Hartmann, citada hoje pelo "Weser Kurrier", os trabalhadores que seguiram o voo "lento" do OVNI descreveram-nos como estando intermitentemente iluminado e em obscuridade. O percurso da aeronave não identificada prosseguiu em direção ao centro da cidade, sobrevoando o estádio de Wesen e a Leibnizplatz (centro), afastando-se depois em direção à zona suburbana e acabando por desaparecer por volta das 20h45 locais.

A delegação da Segurança Aérea na zona norte da Alemanha fez saber pela porta-voz Anja Naumann, que objetos voadores de metal são sempre identificados pelo radar, o que não aconteceu neste caso.
Este facto justifica não ter sido dado alarme, optou-se, antes, por fazer sobrevoar a zona por um helicóptero da polícia, que não encontrou vestígios da suposta aeronave.  
O incidente levou ao cancelamento, entre as 6h30 e as 9h30 de segunda-feira, de um voo de Frankfurt com destino ao aeroporto de Bremen e ao desvio, para Hannover, de outro avião vindo de Munique.

https://expresso.pt

sábado, 18 de maio de 2019

OVNI em Norfolk UK anos 1970


No final dos anos 1970, um disco voador foi visto pairando sobre os telhados no centro da cidade de Dereham.
Foi no mesmo ano que os Close Encounters do Terceiro Grau de Steven Spielberg fizeram o mundo vasculhar por OVNIs… mas meses antes do seu lançamento no cinema, um residente em Dereham teve um encontro próximo quando viu um disco voador a poucos metros acima da cidade.

O evento ocorreu durante o percurso para ir comprar comida chinesa, Stewart Bennett, o passageiro de um carro dirigido pela sua prima Marilyn Lorton, de Sandy Lane, quando viu algo estranho quando Marilyn saiu de Dereham Market Place na noite de 11 de maio de 1977 por volta das 21h30.

Enquanto pensava no seu pedido o Sr. Bennett viu um objeto grande voando silenciosamente logo acima dos telhados das casas.

"Era um disco voador. Essa é a única forma de descrevê-lo", disse Bennett a um repórter do Dereham and Fakenham Times, "não sou excêntrico, mas tenho interesse em OVNIs há algum tempo. Este é o primeiro." vez que eu já vi algo assim ".


O Sr. Bennett, que morava em Toftwood, estava indo pegar uma comida chinesa quando se sentiu compelido a olhar para cima: "foi quando viu um disco voador. Era completamente inconfundível", disse ele.
Num comunicado publicado no The Lantern, Bennett acrescentou: "Ele tinha uma luz pulsante vermelha e um brilho laranja numa das janelas ou vigias. Movia-se silenciosamente pelo céu de leste a oeste, não mais que quarenta. pés acima do telhado. Ele tinha aproximadamente 10 metros de comprimento e era de cor metálica. Ele estava à vista por pelo menos 15 segundos.
Não pode haver erro nisso, ele estava tão perto, a cerca de 90 metros em vôo quase nivelado ".

Ele disse que a nave era do tamanho de um jato de baixa altitude: "Era como se um modelo enorme estivesse sendo erguido no céu. Eu podia ver uma fileira de janelas ou vigias ao longo do topo".

Ms Lorton também teve um vislumbre do objeto - ela não viu nenhum detalhe, mas disse que era claramente reconhecível como um disco.
O avistamento foi passado para John Copsey do Dereham UFO Study Group - o Sr. Bennet, que havia se interessado por OVNIs desde 1969 e afirmava ter feito uma série de aparições desde então, pertencia a um grupo informal de OVNIs.

Em 2012, um empresário que pediu para não ser identificado pelo Dereham Times ficou chocado ao ver três misteriosos objetos cinzentos pairando no céu sobre Dereham em março: "No começo pensei que eram três gansos. Eles estavam em formação como aviões - eram dois na parte de trás e um na frente, eles começaram a ir muito mais rápido e o brilho laranja era muito mais brilhante, e dois se separaram para a esquerda e um para a direita.
"Eu mencionei isso à minha esposa. Eu disse: 'Eu não estou ficando louco, mas você nunca vai adivinhar o que eu acabei de ver' Eu não sei o que foi."

Depois de relatar o que viu, um homem chamado Tony Doyle relatou ter visto três objetos silenciosos semelhantes no céu sobre Little Budworth, em Cheshire, na noite anterior.

www.edp24.co.uk

Anos antes do caso acima, um outro avistamento semelhante ocorreu a 20 de Maio de 1967, em Falcon Lake no Canadá.

Stephen Michalak's fez também ele um esboço da sua observação.



A verdadeira febre dos ovnis terá ocorrido após o incidente de Roswell em 1947, embora tenham ocorrido incidentes anteriores como foi o famoso Aurora Texas em 1897 com a queda de um OVET Objecto Voador Extraterrestre em que o seu tripulante terá sido depositado no cemitério da região e profanado anos mais tarde.

Existem sete casos anteriores a Roswell de que se tem conhecimento.

17 de junho de 1966 OVNI sobre Abingdon, Oxfordshire Inglaterra

Em 2006, conversamos com um cientista nuclear aposentado - Peter Dowling Wroath estava empregado na Harwell Atomic Power Station, perto de Didcot, Berkshire.
Ao longo dos anos, conversamos com muitas pessoas, de todas as classes sociais, que haviam avistado OVNIs.
Eles incluíam policiais de diferentes patentes, pessoal de serviço da RAF e várias pessoas com qualificações científicas, mas apenas um cientista nuclear!

Achamos isso particularmente interessante, como - em geral - enquanto os OVNIs têm sido objeto de extensa investigação por vários governos, ao longo dos anos, poucos trabalhos científicos foram publicados.
Esta é uma atitude aparentemente ditada por um sistema de crenças que sente que tal investigação é injustificada.
No entanto, Peter não teve escrúpulos em relatar o que viu.
Como tantos outros, ele não alegou que esses objetos eram de origem extraterrestre, ou que eles foram pilotados por alienígenas - apenas que “isso é o que vimos, entenda como quiser".

Graças à filha de Peter - Jenny, soubemos que ele havia originalmente estudado para ser católico na Igreja, mas pouco antes de fazer os seus votos decidiu que preferiria seguir um caminho científico. Nós o achamos um homem extremamente inteligente e amigável, bem versado em assuntos astronômicos, um iatista, músico e tenista talentoso, e que, na ocasião, se envolveu na realização de investigações sobre relatos de atividade OVNI em torno da área de Berkshire.

Além desses atributos, ficamos surpresos ao descobrir que Peter - que havia iniciado sua carreira no Atomic Energy Research Establishment (AERE) - havia sido originalmente contratado sem nenhuma qualificação científica, mas, apesar disso, tornou-se membro da equipe que estava construindo o projeto do novo acelerador linear Proton.

Logo ficou claro que Peter tinha aptidão para construir equipamentos experimentais e fazê-lo funcionar de maneira confiável.
Quando o Rutherford High Energy Laboratory (agora conhecido como Rutherford Appleton Laboratory) foi formado sob os auspícios do Instituto Nacional de Pesquisa em Ciência Nuclear, para levar adiante o programa de pesquisa de física de partículas do Reino Unido, Peter foi transferido para a equipe de PLA.
Ele também ajudou a construir e realizar uma série de experiências de física de partículas no Proton Synchrotron em Rutherford, no laboratório DESY em Hamburgo e no CERN em Genebra.
Mas apesar da sua impressionante formação científica, Peter ainda ponderou sobre a natureza do que tinha sido visto por ele e o seu colega, o Dr. R.S. Gilmore, às 20h05 do dia 17 de junho de 1966:


“Vimos pela primeira vez o objeto como uma mancha amarela muito brilhante, acima de um banco de nuvens brilhantes no horizonte ocidental, movendo-se lentamente. Em seguida, acelerou e desapareceu atrás de um banco alto de nuvens, perto do horizonte norte. Após cerca de dez minutos, o que parecia ser o mesmo objeto reaparecia, viajando na direção oposta, até chegar a uma posição intermediária entre o norte e o oeste, onde permaneceu estacionário por cerca de meia hora, antes de recuar, aproximadamente, em linha de vista. Meia hora depois, foi finalmente escondido num banco de nuvens no horizonte. Visto através de binóculos 10 x 60, o objeto parecia ser de forma triangular e muito brilhante. Através de um telescópio Newtoniano de 6 polegadas, o objeto parecia um cone de luz brilhante - sua aparência lembrava a forma de um sino, com a "boca" inclinada em direção ao observador, com uma estrutura central como um domo. A periferia da "boca" parecia ser toroidal, com três "faróis" igualmente espaçados, e estava obviamente refletindo a luz do sol, pois mostrava sombra e contraste como um corpo sólido faria. Levando em conta a visão invertida do telescópio refletor, a "boca" do objeto em forma de sino apontava para cima, com o topo afinando na Terra. Pelo fato do objeto ainda estar iluminado pelos raios do sol, quarenta minutos depois do pôr do sol, e do ângulo de elevação de 25 graus, a sua distância mínima na linha de visão foi calculada em 28 milhas, a uma altitude de 7,5 milhas. , indicando o comprimento mínimo a ser de 60 pés ao longo do seu eixo principal. ”

Numa carta escrita a Gordon Creighton, o Dr. Gilmore acrescentou:
“O objeto parecia estar bem iluminado quarenta minutos depois do pôr do sol. A partir desse facto e da sua posição observada, pode-se estimar uma distância mínima que a manterá fora da sombra da Terra. Eu calculei isso a 28 milhas de distância, com uma altitude superior a 7 milhas e meia. O ângulo subentendido pelo objeto foi estimado no telescópio em cerca de 4 miliradianos, sugerindo um comprimento mínimo de 60 pés ”.

(Fontes: Flying Saucer Review, setembro-outubro de 1966, volume 12, nº 5 / The Observer, 19 de junho de 1966 / Entrevista pessoal / Wikipedia / British Astronomical Association)

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Piloto da Turkish Airlines filma OVNI

O registro de um piloto de uma companhia aérea turca surpreendeu as redes sociais, depois de ter decidido publicar uma gravação de um OVNI que avistou em pleno vôo.

As imagens foram gravadas pelo capitão turco Atilla Şentürk, da companhia aérea Turkish Airlines, que ao ver o estranho objeto não hesitou em capturá-lo com seu smartphone.

De acordo com o piloto, decidiu gravar o objeto branco brilhante porque estava se movendo a uma "velocidade incrível" e também emitindo flashes.

"Durante o voo da Alemanha para Colônia, vimos um objeto incrivelmente brilhante em alta altitude", disse Şentürk à CNN na Turquia. "Não era um satélite ou uma estrela."


O piloto disse na entrevista que o objeto desapareceu de repente pouco depois de gravá-lo.

"Foi a primeira vez que vi algo assim", disse Şentürk. "Ele estava muito próximo de nós e brilhava muito, apesar do sol. Eu nunca tinha visto nada voar tão rápido ", acrescentou.
Além dele, vários outros membros da tripulação testemunharam o avistamento.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Passageiros e tripulantes terão visto OVNI em vôo de Joanesburgo para Lisboa


Se tiver conhecimento deste incidente agradecíamos que nos desse mais informações através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt

"O UFO Portugal Network incentiva pilotos e tripulação a reportar todo e qualquer fenómeno aéreo anómalo".

Antigo Boeing 707 da TAP


Tripulações de um Boeing 707 da companhia aérea portuguesa TAP que cobria o voo de Joanesburgo, realizado escála em Luanda com destino a Lisboa afirmaram na capital portuguesa que tinham avistado no céu sobre o deserto do Saara um OVNI um dos oito membros da tripulação explicou que o objeto voador apareceu na forma de uma cadeia de luzes e maior que um avião.

Testemunha...
Sr. Manuel Espinho: "Bom dia a todos...pois em relação ao relato sobre o avião da TAP ,que só agora dei por ele, eu confirmo ...na medida que fazia parte dessa tripulação e era o Chefe de Cabine desse voo. Salvo erro o avião vinha de Joanesburgo, não tenho a certeza... Incluso tirei uma foto na época com uma máquina kodak "rasca"  que andava sempre comigo, mas como era de noite apenas depois de revelado o rolo se via um pontinho luminoso. Nem sei mais onde ela pára... No dia seguinte a notícia já corria em grandes títulos no jornal local... Curioso a nota deixada pelo Antônio José... O saudoso Comandante seu pai  ,sempre muito " low profile" nunca fez grande conversa sobre este assunto mesmo com a tripulação de que fazia parte... Seria curioso mas se calhar difícil encontrar essa noticia em jornais locais (Luanda) ou mesmo de cá, porque em relação a esse relatório da TAP, obrigatório no relato de incidentes de todo o tipo e sempre da autoria do Cte, são propriedade da Companhia e ninguém pode ter acesso apenas a autoridade competente, sei que há mais incidentes e relatos do mesmo tipo no decorrer dos anos, mas de que não há publicidade. Não tenho presente a data do "happening" aqui referido ,apenas poderei dizer que foi depois de 65 (eu entrei para a TAP em 64 ,começando a voar ainda em "Super Constellation", a TAP não possuía ainda aviões de reação e logo a seguir surgiu o Caravelle e o Boeing 707 ).
Este incidente ocorre com um avião deste modelo e o voo era de Joanesburgo na Africa do Sul para Luanda, isto passava-se na altura em que as estadias das tripulações em Luanda eram de alguns dias e se faziam navettes para outras escalas, foi o que aconteceu numa delas -voo Luanda -Joanesburgo-Luanda. Nunca mais tive nenhuma experiencia do referido tipo em nenhum dos "graus"durante os quase 40 anos que estive na TAP".


Vídeo de Objeto Voador Não Identificado em Coimbra

Vídeo registado no dia 05/03/2017, por Manuel Ferreira.
Em plena noite de chuva uma luz vagueia pela cidade de Coimbra e não passou despercebida perante a testemunha.

Helicópteros?


Ministério Britânico e os OVNIs

Em 1998, o ministério britânico da Defesa informou o então primeiro-ministro Tony Blair da recolha e análise de dados referentes aos OVNIs, consta numa documentação tornada pública no passado pelo Arquivo Nacional do país.

De acordo um artigo publicado a este respeito pelo The Times, as autoridades levaram a cabo numerosos inquéritos sobre relatos de casos de aparecimento de OVNI e de sequestro de pessoas por extraterrestres. O ministério da Defesa encarregou mesmo um funcionário de permanecer em contato com ufólogos.

Na sequência de um dos inquéritos realizados nos anos 1990, peritos do ministério concluíram que o aparecimento de OVNIs, caso tivessem natureza extraterrestre, podia se dever a três razões: missões de reconhecimento militar, pesquisas científicas ou turismo.
Os objetos não identificados não tinham revelado intenções explicitamente agressivas.

Tráfego invulgar detectado em Dublin - Irlanda do Sul

Giacinto italiano residente em Dublin, regista um movimento anómalo e desconcertante, da qual lhe despertou a curiosidade.
O mesmo terá reportado o evento ao Site do seu país, misterobufo.corriere.it
Satélites, lixo espacial ou.... Tire as suas conclusões no vídeo abaixo.


"Tenho uma atualização sobre os avistamentos em Dublin. Nos últimos meses, construí uma engenhoca que consiste num visualizador infravermelho conectado a uma câmera HD. A engenhoca é capaz de mostrar estrelas e objetos com extrema clareza, normalmente não visíveis a olho nu, porque são muito fracos. Nos últimos meses, passei noites fazendo gravações de objetos "estranhos" não relatados como satélites pelos serviços da web que os mapeiam. Pode haver satélites militares não marcados, mas também há a dizer que os satélites não emitem sua própria luz e que os satélites são visíveis apenas ao anoitecer, quando refletem a luz do sol enquanto voam para a parte escura do céu, a mesma coisa para lixo espacial. Numa das últimas noites fiz 5 minutos de gravação sem nunca me desconectar e o que você vê é pelo menos curioso: tantas luzes com diferentes trajetórias e velocidades, sempre diferentes pontos de início e fim. Os aviões, quando captados com infravermelho, mostram um rastro devido à condensação e luz intensa para os sensores. Nenhuma dessas luzes tem cauda. E nenhum deles era visível a olho nu (mas devo dizer que estava mais focado no espectador do que no céu). O que você acha do vídeo?" 


terça-feira, 14 de maio de 2019

Morreu o físico e investigador de OVNIs Stanton Friedman

A Ufologia acabou hoje por ficar mais pobre.


O célebre e conhecido física de diversos canais televisivos com assuntos sobre o fenómeno OVNI, faleceu no dia 13 deste corrente mês aos 83 anos.

Stanton Friedman, físico nuclear se tornou num ícone e exemplo a ser seguido pela comunidade científica.

O UFO Portugal Network, deseja profundo pesar aos familiares e amigos deste inesquecível investigador que durante muitos anos, ajudou abrir a mente sobre a questão de vida extraterrestre.