sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Livestream: Maratona OVNI/UFO


Amanhã, Sábado,  com inicio ás 15:00h e  sem hora certa para terminar, um grupo de investigadores junta-se numa Livestream para comentar sobre o fenómeno Ovni em Portugal  e responder ás questões do público.

Participe

https://youtu.be/-zsHu8PZ-yw

terça-feira, 11 de outubro de 2022

OVNI fotografado no Alentejo

Este incidente terá ocorrido em Maio do ano 2021 da qual o UFO Portugal Network só agora teve acesso às respetivas imagens enviadas gentilmente pela testemunha.
 
                                       Registo do fenómeno  realizado em Serpa Alentejo

Relato da Sra. Marisa Silva...

"São fotos sequenciais já no fim do evento
O objecto desloca-se da esquerda para a direita, emite o que parece ser um feixe de luz que produz essa névoa que se vê à direita.

Demorou suponho que 1 ou 2 min
Estávamos demasiado atentos para ter noção exacta de tempo...
Se puderem partilhar uma explicação para o fenómeno agradecia"
Muito obrigada 
Cumprimentos 
Marisa

Se observou algo de extraordinário poderá reportar através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt 

domingo, 9 de outubro de 2022

sábado, 8 de outubro de 2022

GNR tinha normas para proceder em caso de avistamento OVNI


Sem atitudes hostis ou gestos bruscos, com a devida distância e tudo recolhido com pinças. Seria assim que a Guarda procederia durante uma observação de um OVNI em 1999.

“Em nada se assemelham aos objectos voadores nossos conhecidos. Em geral, os Ovnis são, sobretudo, visíveis ao escurecer, por emitirem luminosidades por vezes multicolores e de intensidade variável, (…) raramente emitem ruído e demonstram uma capacidade de mobilidade de voo completamente fora do comum. Por tudo isto, tais objectos constituem um mistério por enquanto insondável. Mistério quanto às sua origens e objectivos.” 

Esta podia ser uma descrição de uma qualquer conspiração que circula na internet sobre a existência de extraterrestres.

Mas, na verdade, trata-se de parte de uma definição que consta numa norma de execução permanente (NEP) da Guarda Nacional Republicana (GNR) sobre fenómenos OVNI (Objeto Voador Não Identificado). O documento com data de 31 de maio de 1999, a que o i teve acesso, tece uma série de considerações e descreve ao pormenor procedimentos e métodos de intervenção para o hipotético caso de manifestações do tipo OVNI.

A NEP em questão, que substituía uma anterior em vigor desde 29 de agosto de 1986, tinha por finalidade “regulamentar e normalizar as informações sobre observação de fenómenos OVNI a prestar à Sociedade Portuguesa de Exploração Científica (SPEC)” que, na altura, estava encarregue da “recolha, análise e investigação sistemática e objectiva, de fenómenos aéreo espaciais de natureza invulgar, globalmente conhecidos pela sigla OVNI”.

E, ao que parece, o avistamento destes não era assim tão incomum naquela época, como deixa transparecer o documento: “Muitas vezes, esses Ovnis são observados a curtas distâncias e por um período de tempo razoável, o que, naturalmente, oferece à testemunha a possibilidade de registar muitos pormenores”.

Aliás, a descrição da GNR vai mais longe e pode até beliscar algumas certezas dos mais céticos em relação à existência de ‘homenzinhos verdes’ de outro planeta: “Também têm sido observados pousados no solo, e vistos os seus ocupantes, nem sempre com a mesma configuração física dos humanos.”

No que se refere aos procedimentos estabelecidos naquela altura para este género de episódios, “para se evitarem situações de falsas ou duvidosas informações”, só interessavam relatos que apontassem para “observações aproximadas, não merecendo especial atenção os relatos das observações efectuadas para além dos 3 mil metros e com duração inferior a um minuto”.

Depois, o método de intervenção da Guarda podia depender do tipo de observação. Caso se tratasse de uma observação onde não existissem quaisquer efeitos secundários, era classificada como uma “intervenção corrente”, procedendo-se à recolha dos relatos com o auxílio de um questionário.

No caso de se tratar de observações onde existissem efeitos secundários, nomeadamente efeitos perigosos em pessoas, animais, no ambiente, ou resíduos, classificava-se como uma “intervenção imediata” que exigia mais rapidez. E, neste caso, a recolha dos depoimentos fazia-se através de um questionário diferente específico para este tipo de observações.

“Sob o domínio dos ocupantes” As normas protocolares da GNR estabeleciam ainda um conjunto de regras de segurança que deviam ser postas em prática na eventualidade de fenómenos OVNI.

“Nunca tocar directamente em nenhum objecto que tenha estado em contacto directo com um OVNI; evitar contactos com quaisquer tipos de focos ou feixes de luz; em caso de pouso, não tocar no terreno; em presença de um OVNI, nunca tocar na sua estrutura”, começa por aconselhar o guião, onde é igualmente indicado “não tomar atitudes agressivas, pois os resultados serão sempre desfavoráveis” e ainda “evitar gestos bruscos e recordar que se ‘os’ está a ver, também estará a ser observado”.

Para que se perceba o nível de seriedade deste roteiro de segurança, estava também acautelada uma situação de “contacto direto com ocupantes” dos OVNI e as recomendações apontam, no mínimo, para as representações mais arrepiantes que se retiram dos filmes de ficção científica.

“Não se aproximar demasiado. Manter a calma mas também a vigilância. Atitudes precipitadas poder-lhe-ão ser negativas. Em contactos directos com ocupantes, você estará sempre sob o seu domínio. Evite pôr em risco a sua integridade física, cooperando se para tal for solicitado. Ao afastar-se, faça-o lentamente, sem medo mas com precaução.”

Efeitos secundários Por suposição ou fundamentados em episódios concretos do passado, cujo histórico pelo menos é desconhecido da maioria da população, estas normas de execução permanentes da década de 90 já descreviam aquilo que poderiam ser os efeitos secundários das observações de objetos voadores não identificados para seres humanos, animais, meio ambiente e objetos.

Relativamente aos seres humanos, alguns podiam ser ipsis verbis, à luz dos dias de hoje, identificados como sintomas atribuídos à covid-19, como dores de cabeça, enxaquecas, náuseas, vómitos, dores musculares, dores abdominais e ainda perturbações respiratórias. Outros podiam-se manifestar em forma de perturbações oculares, perturbações cutâneas, queimaduras, paralisias, perdas de peso, hipnose, amnésia ou, curiosamente, clarividência.

Nos animais, os indícios podiam evidenciar-se pela excitação ou silêncio absoluto, ou outros comportamentos normais. 

Mas, na verdade, trata-se de parte de uma definição que consta numa norma de execução permanente (NEP) da Guarda Nacional Republicana (GNR) sobre fenómenos OVNI (Objeto Voador Não Identificado). O documento com data de 31 de maio de 1999, a que o i teve acesso, tece uma série de considerações e descreve ao pormenor procedimentos e métodos de intervenção para o hipotético caso de manifestações do tipo OVNI.

A NEP em questão, que substituía uma anterior em vigor desde 29 de agosto de 1986, tinha por finalidade “regulamentar e normalizar as informações sobre observação de fenómenos OVNI a prestar à Sociedade Portuguesa de Exploração Científica (SPEC)” que, na altura, estava encarregue da “recolha, análise e investigação sistemática e objectiva, de fenómenos aéreo espaciais de natureza invulgar, globalmente conhecidos pela sigla OVNI”.

E, ao que parece, o avistamento destes não era assim tão incomum naquela época, como deixa transparecer o documento: “Muitas vezes, esses Ovnis são observados a curtas distâncias e por um período de tempo razoável, o que, naturalmente, oferece à testemunha a possibilidade de registar muitos pormenores”.

Aliás, a descrição da GNR vai mais longe e pode até beliscar algumas certezas dos mais céticos em relação à existência de ‘homenzinhos verdes’ de outro planeta: “Também têm sido observados pousados no solo, e vistos os seus ocupantes, nem sempre com a mesma configuração física dos humanos.”

No que se refere aos procedimentos estabelecidos naquela altura para este género de episódios, “para se evitarem situações de falsas ou duvidosas informações”, só interessavam relatos que apontassem para “observações aproximadas, não merecendo especial atenção os relatos das observações efectuadas para além dos 3 mil metros e com duração inferior a um minuto”.

Depois, o método de intervenção da Guarda podia depender do tipo de observação. Caso se tratasse de uma observação onde não existissem quaisquer efeitos secundários, era classificada como uma “intervenção corrente”, procedendo-se à recolha dos relatos com o auxílio de um questionário.

No que diz respeito ao meio ambiente, as marcas podiam ser encontradas no solo, como depressões em profundidade, terra calcinada, pedras arrancadas ou vestígios de resíduos sólidos ou líquidos. Já a vegetação podia encontrar-se pisada, arrancada, queimada ou até mesmo partida. “No caso da existência de marcas desta natureza, a presença de forte campo magnético ou radioactivo, poderá vir a verificar-se. É conveniente não tocar em nada e vedar e vigiar o local”, avisa-se no protocolo da GNR.

Nos objetos, segundo sugere o documento, os vestígios de um acontecimento com um OVNI podiam surgir como cortes gerais ou parciais de energia eléctrica, interferências em aparelhos de rádio e de televisão, paragem de máquinas sensíveis, como por exemplo relógios, desorientação de aparelhos magnéticos, avarias totais ou parciais em aparelhos eléctricos, descarregamento instantâneo de baterias, vibração de vidros e metais, oxidação espontânea de metais, entre outros sinais.

No caso de se tratar de objetos afetados passíveis de serem recolhidos como amostra, os procedimentos exigiam mais cuidados. Não se deveria tocar diretamente no material, recorrendo à utilização de luvas protectoras, uma tenaz de madeira improvisada ou uma corda atada à “amostra”, dependendo estes métodos do tamanho e natureza do objeto em questão. Em qualquer dos casos, era aconselhado não se permanecer muito tempo junto da “amostra” e era ainda sugerido o isolamento da mesma “de modo a não contaminar pessoas ou animais”.

“Ao tomar conhecimento da ocorrência de um fenómeno aero-espacial do tipo OVNI, o pessoal da Guarda deverá de imediato tomar as providências adequadas a cada caso, alertar com urgência o Comando-Geral para comunicação à SPEC, e recolher os elementos necessários à elaboração dos inquéritos e do relatório/participação da ocorrência”, explica-se ainda no documento.

O tal relatório que devia ser elaborado nestas situações e posteriormente remetido de imediato ao Comando-Geral da GNR devia responder a uma série de questões, nomeadamente “quando, onde e por quem foi observado o OVNI, quanto tempo durou a observação e a que distância da testemunha, como se manifestou o fenómeno e como terminou, qual o aspecto e forma do OVNI observado, quais as características que o OVNI apresentou, qual ou quais os efeitos provocados pelo OVNI, se foram vistos ocupantes, qual o seu aspecto, vestuário e o que faziam”, além de outras perguntas relativas ao estado da testemunha e um relato pormenorizado do avistamento.

Mais ou menos rudimentares, a verdade é que a existência destas normas parece expressar pelo menos uma preocupação clara em precaver as hipóteses mais mirabolantes de uma qualquer situação que envolva discos voadores e outros mitos estelares.

O i questionou a GNR se ainda existem medidas protocolares e se estão previstas normas de procedimento para situações deste tipo, mas não obteve resposta.

No ano passado, um relatório do Pentágono assinalava mais de 140 casos de avistamentos de fenómenos inexplicáveis nos EUA. Além disso, muitos especialistas estimam que, com a utilização de cada vez mais meios para perscrutar o céu, 2022 será um ano de grandes descobertas neste domínio.

Fonte: https://ionline.sapo.pt 

Reportagem SIC Ovnilogia em Portugal

Viemos por este meio anunciar o desenvolvimento, interesse da SIC sobre uma reportagem no mundo da Ovnilogia Portuguesa. O Ufo Portugal Network está neste momento a formalizar as diligências para avanço desta matéria como também trazer algumas figuras que no nosso entender são extremamente relevantes na abordagem do fenómeno.  

Se possuírem vídeos, imagens que possam ser úteis para esta reportagem  poderão nos enviar através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt 

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Goucha fica surpreendido: Você viu um OVNI?

 


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terça-feira, 20 de setembro de 2022

ATENÇÃO: OVNI na Figueira da Foz!

O avistamento ocorreu hoje 20 de Setembro pelas 06:45 horas da manhã em Buarcos Figueira da Foz. 
Segundo a testemunha Sr. Z. Maia, ficou incrédulo ao observar o fenómeno, constatando que não se tratava de qualquer aeronave ✈.  

Relato..
Acabo de presenciar algo muito estranho no céu. Estava a observar da minha varanda um astro que estava a brilhar com muita intensidade, e de repente surge um objeto de igual brilho a se moveu do poente ao nascente. 
De início pensamos que fosse um avião, entretanto não se movia em linha reta e o vimos desaparecer em determinada altura. Em seguida fui buscar sobre ovnis na figueira e encontrei um vídeo de 2013 que me surpreendeu. 
Parece muito com o que vimos.
Fiquei incrédulo, depois estarrecido ao perceber que movimento que fazia não era de um avião.


"Vídeo realizado a 9 de Fevereiro de 2013 Figueira da Foz "

Se observou o mesmo fenómeno poderá entrar em contacto connosco através do e-mail (ufo_portugal@sapo.pt).
Diga nos, o que observou de forma detalhada.

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Avistado OVNI em Peniche "Vídeo "

Este foi o registo do Sr. André Rodrigues na noite 5 de Setembro em Peniche durante a realização de uma ronda noturna. 

Sem explicação para esta observação, nos reencaminho o vídeo feito por si como prova dessa observação anômala.


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segunda-feira, 13 de junho de 2022

NASA anuncia que vai procurar óvnis

Estudo da agência espacial dos Estados Unidos vai ter uma duração de nove meses e vai ser conduzido de forma independente às investigações feitas pelo Pentágono para desvendar os mistérios relatados por vários pilotos do exército.

Depois do Pentágono, é a vez da NASA. A agência espacial norte-americana anunciou, esta quinta-feira, que vai juntar-se à busca por óvnis (Objetos Voadores Não Identificados), com a formação de uma equipa que vai analisar “observações de eventos que não podem ser identificados como aeronaves ou fenómenos naturais”.

O objetivo, explica a agência espacial, é trazer uma perspetiva científica para o esforço de compreender melhor os vários avistamentos registados recentemente por agências de Defesa norte-americanas. O líder da missão científica considera que esta é uma missão “de alto risco e alto impacto” da qual a agência não se devia esconder.

“A NASA acredita que as ferramentas de descoberta científica são poderosas e aplicam-se aqui também. Temos as ferramentas e a equipa que nos podem ajudar a melhorar a nossa compreensão do desconhecido. Essa é a própria definição do que é ciência. Isso é o que fazemos", disse Thomas Zurbuchen, líder do departamento de missão científica da NASA, num discurso na Academia Nacional de Ciência, Engenharia e Medicina.

Recorde-se que este anúncio acontece algumas semanas depois de uma audição no Congresso norte-americano sobre o assunto, em que o Pentágono admitiu ter dezenas de relatos, particularmente de pilotos da força aérea. De acordo com um relatório dos serviços de informações, existem mais de 140 observações que as autoridades não conseguem justificar.

relatório de nove páginas não era particularmente detalhado e não permitiu tirar qualquer conclusão, com os especialistas das forças armadas a excluir a hipótese de estes avistamentos serem parte de um programa tecnológico militar de potências rivais, como a Rússia ou a China. Porém, as autoridades sublinham que também não existem provas de que se trata de objetos de origem extraterrestre.

“Não há evidências de que os OVNI sejam de origem extraterrestre”, escreveu a agência num comunicado.

O estudo da NASA vai ter uma duração de nove meses e vai ser, segundo a agência espacial, conduzido de forma independente às investigações feitas pelo Pentágono. “Existem potenciais impactos de segurança nacional e contrainteligência e não é isso que fazemos. E não vamos entrar por aí na NASA”, revelou Zurbuchen.

No mês de maio, o diretor-adjunto de Defesa para Inteligência e Segurança dos EUA, Ronald Moultrie , e o diretor-adjunto de Inteligência Naval, Scott Bray, revelaram, perante os deputados, que receberam pelo menos 400 alertas de avistamentos de óvnis desde 2004.

A última vez que o governo dos EUA falou publicamente sobre este tema foi em 1970, ano em que pôs fim ao projeto "Livro Azul", que analisou 12.618 alertas de óvnis detetados pela Força Aérea norte-americana entre 1952 e 1969.

Em 2017, os deputados tiveram conhecimento que o Pentágono deu início, de forma discreta, a um projeto muito semelhante para investigar estes fenómenos aéreos não identificados, como são agora designados pelas autoridades.

O Pentágono admite que existem, de facto, relatos de militares da Força Aérea sobre esses fenómenos, para os quais não têm explicação. Ainda assim, Ronald Moultrie garantiu que o Pentágono está "comprometido no seu esforço de determinar as origens" destes.

Fonte CNN 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Quatro civilizações alienígenas ‘maliciosas’ poderiam atacar a Terra, diz investigador

Por várias vezes foi dito que é muito egoísmos da parte dos humanos pensar que estão sozinhos neste vasto Universo. Até porque a própria Via Láctea está repleta de propriedades habitáveis, com cerca de metade de todas as estrelas semelhantes ao sol a hospedarem mundos do tamanho da Terra, mundos que podem suster vida. Há mais de 300 milhões de mundos com condições semelhantes às da Terra. Então, qual será a chance de haver outras civilizações e algumas serem mesmo perigosas ao ponto de existir a ameaça de atacarem e invadirem a Terra?

Alberto Caballero, estudante do doutoramento em resolução de conflitos na Universidade de Vigo, estima que existam quatro civilizações extraterrestres malignas na nossa galáxia.

Primeiro: acreditar que existem civilizações alienígenas

Um investigador afirmou que podem existir quatro civilizações extraterrestres na Via Láctea com possibilidade de atacarem ou invadirem o planeta Terra. Como noticiado pela Vice News, Alberto Caballero, que é estudante de doutoramento na Universidade de Vigo em Espanha, estimou a prevalência de civilizações "extraterrestres maliciosas".

No artigo intitulado "Estimando a Prevalência de Civilizações Extraterrestres Maliciosas", Caballero tentou fornecer uma estimativa da prevalência de civilizações extraterrestres hostis. Embora, admita que existem "algumas limitações".

Caballero observou que a estimativa se baseia na "história mundial de invasões no século passado, nas capacidades militares dos países envolvidos, e na taxa de crescimento global do consumo de energia".

Na sua investigação, ainda não revista pelos pares, publicada na revista Arxiv, Caballero afirmou que os limites superiores dos desvios padrão são utilizados para obter a "probabilidade estimada de invasão extraterrestre" por uma civilização cujo planeta enviámos uma mensagem.

O investigador afirmou ainda que os resultados mostram que tal probabilidade é de "duas ordens de magnitude inferior à probabilidade de impacto de um asteroide assassino de um planeta".

Segundo: acreditar que podemos comunicar com as civilizações alienígenas

Os cientistas estão a planear enviar uma mensagem (METI, ou "Messaging Extraterrestrial Intelligence") para a chamada civilização alienígena. Embora não haja provas definitivas, o governo dos EUA está a levar a sério os crescentes sinais de vida extraterrestre.

No entanto, como aviso aos cientistas, Caballero afirmou no seu artigo que as descobertas poderiam servir de ponto de partida para um debate internacional sobre o envio das primeiras mensagens de rádio interestelares sérias para planetas potencialmente habitáveis nas proximidades.

Fiz o papel baseado apenas na vida tal como a conhecemos. Não conhecemos a mente dos extraterrestres. Uma civilização extraterrestre pode ter um cérebro com uma composição química diferente e pode não ter empatia ou pode ter mais comportamentos psicopatológicos.

Encontrei esta maneira de fazer [o estudo], que tem limitações porque não conhecemos a mente de como seriam os alienígenas.

Disse Caballero

Terceiro: acreditar que a Terra é um alvo de ataque malicioso

No seu artigo, escreveu que tal evento tem lugar uma vez a cada 100 milhões de anos. Caballero pesquisou as "invasões" humanas de outros países ao longo dos últimos 50 anos, pois mencionou que fez o papel baseado "apenas na vida tal como a conhecemos".

O relatório observou que ele aplicou os dados por si recolhidos ao número de "exoplanetas" conhecidos na nossa galáxia. Claudio Maccone, um cientista italiano, estimou que existem cerca de 15.785 exoplanetas. Após análise dos dados, Caballero estimou que poderia haver quatro civilizações alienígenas "maliciosas".

Caballero também foi autor de um estudo no Jornal Internacional de Astrobiologia, no início deste mês. Afirmou ter assinalado o "WoW! Signal", detetado pela primeira vez por um radiotelescópio em 1977. Foi uma estranha explosão de energia de rádio de um minuto de duração. De acordo com Caballero, o sinal pode ter tido origem numa estrela semelhante ao Sol a 1.800 anos-luz da Terra.

Segundo a publicação, o sinal foi recebido pela primeira vez pelo telescópio Big Ear na Universidade Estatal de Ohio.

Fonte: pplware.sapo.pt 

A Terra poderá estar a ser observada pelos alienígenas a partir de mais de mil estrelas

Pensarmos que somos os únicos seres vivos no Universo é gozar de uma enorme presunção. Com a possibilidade de haver mais de 6 mil milhões de planetas com condições de albergar vida, os investigadores compilaram uma lista detalhada de sistemas estelares a partir dos quais um observador pode facilmente descobrir a Terra e até mesmo os traços químicos de vida.

Os alienígenas podem estar a vigiar-nos a partir de planetas que orbitam mais de mil estrelas próximas do nosso planeta.

Estaremos a ser vigiados por extraterrestres?

Da mesma forma que nós, da Terra, já detetamos vários milhares de planetas ao redor de outras estrelas, uma hipotética civilização alienígena poderia ter detetado a nossa presença.

Mas de que posições no espaço isso seria possível? E quais são exatamente as estrelas das quais seria mais fácil encontrar-nos?

Com esta ideia em mente, Lisa Kaltenegger, diretora do Carl Sagan Institute da Cornell University, e Joshua Pepper, físico da Lehigh University, decidiram fazer as contas e descobriram que ao nosso redor existem 1.004 sistemas estelares que poderão permitir que os alienígenas, se existirem, estejam a observar-nos à distância.

Conforme a explicação dada pelos investigadores, cada um desses sistemas tem uma linha de visão direta para o nosso planeta. Além disso, muitos deles também estão próximos o suficiente de nós para detetar até mesmo os traços químicos deixados pela vida terrestre. As conclusões do estudo acabam de ser publicadas no Boletim Mensal da Royal Astronomical Society.

Estrelas que podem ter planetas como a Terra

As 1.004 estrelas identificadas pelos investigadores estão dentro da chamada "sequência principal", ou seja, são semelhantes ao nosso Sol e podem ter mundos semelhantes à Terra em órbita. Aliás, nenhum deles está a mais de 300 anos-luz de distância. Assim, estes são praticamente nossos "vizinhos", pois habitam a mesma região que nós da Via Láctea.

Para termos uma ideia, o mais próximo de nós, na verdade, está apenas a 28 anos-luz de distância.

Vamos reverter a situação e perguntar-nos de quais pontos de vista a Terra poderia ser detetada pelo método de trânsito. Um planeta em trânsito é aquele que passa na frente de uma estrela que está na linha de visão da Terra, obscurecendo ligeiramente o seu brilho, revelando a sua presença e dando pistas sobre a composição e o tamanho do planeta.

Explicou Kaltenegger.

TESS diz-nos quais são esses sistemas estelares que nos podem vigiar

Para descobrir quais os sistemas que nos poderiam encontrar, Pepper e Kaltenegger fizeram a lista das 1.004 estrelas. Estes astros estão próximos, conforme estão referenciados no catálogo de exoplanetas em trânsito captados pelo telescópio espacial TESS da NASA.

Contudo, é interessante pensar que, se algum ser nalgum planeta ao redor dessas estrelas observasse o local onde estamos, “podiam ver sinais de uma biosfera na atmosfera do nosso 'ponto azul'." Até porque nós podemos até ver algumas dessas estrelas, as mais brilhantes, no nosso céu noturno sem a necessidade de binóculos ou telescópios.

A equipa concluiu que cerca de 5% das 1.004 estrelas selecionadas no estudo são provavelmente muito jovens para ter planetas com vida inteligente. Contudo, 95% restantes pertencem a categorias de estrelas que podem sustentar a vida desde há milhar de milhões de anos. Como tal, usando a experiência da Terra, isso significa que é um tempo longo o suficiente para a vida inteligente ter evoluído.

Claro que procurar exoplanetas, apesar de todos os que já encontramos, não é fácil. De todos os exoplanetas existentes, apenas uma pequena parte estará na nossa linha de visão para que possamos vê-los a transitar pelas suas estrelas. O resto, mesmo que esteja "ali perto", seria impossível ver a partir da nossa posição.

Por isso é que se torna tão importante localizar as estrelas que tenham a Terra bem na sua linha de visão.

Todas as mais de mil estrelas que identificamos no nosso artigo puderam ver a nossa Terra a transitar no Sol e isso é algo que chamaria a sua atenção.

Concluiu Joshua Pepper, físico da Lehigh University.

Fonte: pplware.sapo.pt 

terça-feira, 24 de maio de 2022

Observação sobre o Tejo - Lisboa

Relato da testemunha: Sr. Pedro Silva 

Provavelmente em abril de 2016, observei uma coisa para a qual ainda não encontrei uma explicação razoável. Não sei a data correta porque no dia seguinte rasguei o desenho  e o texto que tinha feito...

Passo a relatar: estava de regresso ao Barreiro, no barco da soflusaLx./Barreiro das 12:55h ou 13:25h. O dia estava luminoso e o céu azul sem nuvens. O rio não tinha qualquer ondulação, parecia um espelho. O barco parte. Encontrava-me sentado do lado bombordo e olhei para apreciar a vista de Lisboa. Depois olhei para o rio. Então, surge do nada, uma pequena onda, paralela à margem, com +/_ 15cm de altura e +/_ 5m de comprimento. Estaria a cerca de 150 metros de distância.  Na crista dessa onda aparece de seguida um “reflexo brilhante”, que nada por perto lhe podia dar origem. Tornaram-se nítidas duas “bolas” brilhantes  do tamanho de bolas de ténis ou bolas de andebol que se deslocavam em sincronia . Quando as “bolas” desapareceram a onda desfez-se. Duração da observação, cerca de 10 segundos. 

Fiquei a "digerir" o que tinha observado e tudo começou a fazer sentido. Algo esférico (metálico???) e que parecia que irradiava luz, deslocava-se na direção da foz do rio tejo, veio à superfície. A deslocação da água fez vibrar a luz própria dos objetos dando-me a ilusão que era um reflexo de qualquer coisa. A velocidade e o tempo que as luzes estiveram à superfície, pode-se comparar à vinda das baleias à superfície para respirar, que só assisti pela televisão mas, a elegância e o controle dos movimentos das baleias, assemelham-se muito àquelas "bolas". Vieram à superfície respirar? Ou foi para ver Lisboa???

No dia seguinte, tentei saber o nome do mestre da embarcação para perguntar se tinha visto umas "luzes" na água mesmo em frente ao barco. Os mestres presentes disseram "ah, isso são mariscadores que andam aí com luzes na cabeça". Ora eu tenho 66 anos sempre vivi junto ao rio, e sei o que são mariscadores e que não andam com uma luz na cabeça quem nem mineiros, muito menos no sítio mais fundo e com mais movimento do rio...

Agradeci muito a ajuda e fui-me embora e rasguei o que tinha feito. Não ia adiantar perder mais tempo. Por isso não sei com rigor a data. 

No entanto não queria deixar de partilhar a minha experiência, com alguém que tenha a mente aberta.

Obrigado e cumprimentos

Se observou algo de extraordinário poderá reportar através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt 

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Primeira audiência pública sobre OVNIS em 50 anos. Pentágono quer entender origem destes fenómenos

Dois funcionários do Pentágono prestaram declarações naquela que foi a primeira audiência pública sobre OVNI's em 50 anos. E revelaram que há 400 "fenómenos aéreos não identificados" desde 2004.

Um comité de Inteligência dos Estados Unidos da América realizou esta terça-feira uma audiência com membros do Departamento de Defesa dos EUA. O tema? Objetos voadores não identificados, ou seja, OVNIS.

Ronald Moultrie, subsecretário de Defesa para Inteligência e Segurança dos EUA, e Scott Bray, vice-diretor da inteligência naval norte-americana, foram os dois altos funcionários que prestaram declarações naquela que foi a primeira audiência pública sobre OVNI’s em 50 anos. [Os objetos apresentados na audiência foram designados por “fenómenos aéreos não identificados” (UAP, a sigla em inglês)].

De acordo com a Reuters, Scott Bray assumiu, perante os membros da audiência, ter havido avistamentos que as autoridades norte-americanas “não conseguem explicar” devido à escassez de dados conhecidos. O responsável revelou que foram observados 400 casos de UPA desde 2004.

"Há um número pequeno de casos em que temos mais informação.  Mas os nossos analistas não conseguem simplesmente perceber o que aconteceu na plenitude”, revelou, explicando ainda: “Não temos material, nem detetámos nenhuma emanação, dentro da nossa investigação, que sugira tratar-se de algo com origens não terrestre."

Já Ronald Moultrie assumiu que, por implicarem potenciais riscos na segurança dos voos, as autoridades norte-americanas estão determinadas em perceber a origem destes fenómenos.

Segundo a Reuters, foram apresentados dois vídeos na audiência. Num deles, era possível ver “objetos triangulares a piscar” no céu noturno, que mais tarde foram identificados como sendo “artefactos visuais luminosos vistos com óculos de visão noturna”. O segundo vídeo mostrou um objeto esférico e brilhante a passar pelo cockpit de uma aeronave militar. Para este contudo, Scott Bray afirmou não haver explicação.

Andre Carson, membro do referido comité do Congresso, defendeu que o Pentágono ter-se-á, ao longo do tempo, focado demasiado nos casos relativamente simples de explicar, evitando abordar aqueles cuja origem ainda não foi compreendida. E questionou Ronald Moultrie sobre se o Pentágono iria seguir os factos de acordo com todas as hipóteses possíveis.

"Estamos abertos a todas as hipóteses, e abertos a qualquer conclusão com a qual nos deparemos”, afirmou o subsecretário de segurança e inteligência do Pentágono."

Hipóteses ‘terrestres’ poderão explicar estes avistamentos, embora faltem ainda vários dados para concluir quais as origens dos OVNIS avistados, explicou um relatório do Pentágono apresentado no ano passado. Uma das hipóteses não descarta tratar-se de algum tipo de aeronave secreta desenvolvida por uma instituição secreta norte-americana ou por uma potência mundial como a Rússia ou a China.

De acordo com a BBC, não havia uma audiência sobre OVNIS nos EUA desde 1969, quando a Força Aérea cancelou um programa relativo ao avistamento de OVNI’s, intitulado Projeto Livro Azul. Em junho do ano passado, o diretor da Inteligência Nacional dos EUA divulgou um relatório onde não foram encontradas explicações para a maioria dos casos documentados, de um total de 144 incidentes desde 2004.

Fonte: Observador 

sexta-feira, 22 de abril de 2022

US Presidente Joe Biden UFO's

Enviar mensagem aos aliens com ADN humano e a morada da Terra

O projeto “Beacon In The 'Galaxy'” pretende enviar uma mensagem encriptada em código binário para o coração da Via Láctea e convida os destinatários extraterrestres a iniciar uma conversa interplanetária. Uma possível resposta demoraria, na melhor das hipóteses, dezenas de milhares de anos a chegar à Terra

Imagine um encontro com um extraterrestre: o que lhe diria sobre nós? Uma equipa de investigadores, liderada por Jonathan Jiang, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, pretende transmitir uma mensagem para o centro da Via Láctea, região onde se acredita existir um conjunto alargado de estrelas potencialmente orbitadas por planetas habitáveis. Daqui fala a Humanidade, alguém à escuta?

O conhecimento atual estima que a grande maioria das estrelas da nossa galáxia podem hospedar exoplanetas, muitos dos quais podem conter água líquida à superfície, um requisito fundamental para o desenvolvimento da vida tal como a conhecemos, escreve a “Scientific American”.

O objetivo do projeto nomeado “Beacon In The “Galaxy” (BITG) — “Farol na Galáxia”, em tradução livre — é tentar, mais uma vez, estabelecer contacto com alguma civilização alienígena, suficientemente inteligente para decifrar a mensagem encriptada em código binário.

Por enquanto, o BITG não passa de uma proposta teórica, plasmada num estudo preliminar, ainda sem revisão pelos pares, publicado no início de março no repositório científico arXiv.org.

Esta não é uma ideia nova. A primeira vez que a humanidade tentou dialogar com seres de outros mundos foi em 1974, quando uma mensagem foi emitida pelo radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico.

No fundo, a mensagem que o “Beacon In The 'Galaxy'” propõe enviar é uma versão atualizada daquela que foi endereçada aos extraterrestres há 48 anos. O que difere é a quantidade de informação, exponencialmente maior, contendo 204 mil bits, 21 vezes superior aos dados transmitidos a partir de Arecibo.

“O objetivo é entregar o máximo de informações sobre a nossa sociedade e a espécie humana”, explica o líder científico, Jonathan Jiang.

A nova “carta” enviada para o Espaço incluiria informações do ADN humano e da localização da Terra, além de conceitos matemáticos e princípios físicos básicos para conseguir estabelecer uma forma universal de comunicação interplanetária.

A mensagem, quase como uma cápsula do tempo, partilharia também com os destinatários extraterrestres a anatomia humana e a tabela periódica. Um convite para iniciar uma conversa interestelar também está nos planos detalhados do grupo de pesquisadores.

A boa ou má notícia, dependendo se é mais curioso ou mais cauteloso, é que mesmo que a mensagem seja intercetada por uma civilização extraterrestre, capaz de a entender e com vontade de conversar, a resposta demoraria dezenas ou centenas de milhares de anos a chegar à Terra.

Até lá, é preciso garantir a preservação da vida na Terra, para que a nossa vizinhança galática não fique a falar sozinha.

Expresso. pt