quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

ETs avistados em Curitiba (PR)? Arquivos da Aeronáutica “elegem” a capital dos discos voadores

Fama da cidade veio após a liberação de arquivos da Aeronáutica sobre avistamento de objetos voadores não identificados (Imagem: Robson Vilalba/Thapcom)

Gustavo Ribeiro, especial para a Gazeta do Povo

Já passava das 4 horas da madrugada quando o engenheiro Guilherme* saiu de frente do computador em sua casa no Bairro Alto, em Curitiba, e olhou pela janela. No céu de verão, levemente estrelado, viu um objeto se movimentando. Era redondo, de cor amarelada e piscava constantemente. Ao se deslocar pelo céu, emitia feixes de luz na vertical e não fazia qualquer barulho.

“Era um objeto diferente, não tinha nada a ver com aviões ou coisas parecidas. Nenhum objeto feito pelo ser humano emite luz daquele jeito”, contou o engenheiro à reportagem da Gazeta do Povo, sem antes recordar de outros quatro casos anterior que vivenciou na capital paranaense e no Litoral.

Esse último, porém, ele entendeu que precisava reportar à Aeronáutica. “Eu registrei porque achei um absurdo aquilo e ninguém fazer nada. Se fosse um objeto armado, vai saber. É questão de segurança nacional. Liguei para o Cindacta [Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, localizado no aeroporto do Bacacheri] e relatei essa situação”, revela.

O oficial de plantão ouviu o relato e preencheu o formulário padrão de ocorrência de “Tráfego Hotel” - expressão utilizada pelas Forças Armadas para se referir a Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs). O documento foi enviado ao Comando de Defesa Aeroespacial (Comdabra) e posto em sigilo. Isso até 2017, quando esse episódio se juntou a outros cerca de 700 dessa natureza ao serem desclassificados e liberados para consulta pública no site do Arquivo Nacional.

Entre os relatos, há um pouco de tudo. Objetos redondos, em forma de estrela e com desenhos diferentes, das mais diversas cores. Movimentam-se ora lentamente, ora param e aceleram rapidamente. Tudo visto a olho a nu, seja de dia ou de noite.
Alguns registros constam até esboços dos supostos discos voadores avistados.

A fama de Curitiba

Na leva de arquivos que perderam a confidencialidade, um detalhe chamou a atenção: 84 registros de avistamento de OVNIs ocorreram em Curitiba e Região Metropolitana. Número superior a qualquer outra cidade ou região do país. E apesar de conter casos que datam da década de 1950, a maioria relacionada à capital paranaense é do ano 2000 em diante.

Essa peculiaridade foi suficiente para que Curitiba ganhasse o título informal de “capital oficial dos discos voadores”. E casos, além dos disponíveis abertamente, não faltam e nos levam para mais de 60 anos atrás. Objetos que sobrevoaram a região central em 1954, o pouso de um disco voador no Bacacheri com direito a contato com seres extraterrestres, avião precisando arremeter próximo ao aeroporto Afonso Pena para evitar a colisão com um OVNI. Sem contar os misteriosos casos de abdução.

Apesar da quantidade de casos relatados, ufólogos dizem que cidade não é tão especial assim para quem vem de outros lugares do universo. “Curitiba não é tão diferente de outras regiões. Os objetos aparecem em todos os lugares do mundo. Temos grandes ufólogos aqui e vários eventos do tema. Por serem mais expostas ao assunto, as pessoas acabam ligando para a Aeronáutica e fazendo o registro. E aqui o Cindacta tem dado mais atenção aos relatos”, comenta o ufólogo Jackson Camargo.

No ano passado, por exemplo, a cidade sediou um grande evento de ufologia chamado International UFO Summit Brazil 2018, que recebeu nomes importantes do ramo, como Giorgio Tsoukalos, apresentador do programa Alienígenas do Passado, do History Channel, além do pesquisador Erich von Däniken, que defende que seres extraterrestres visitam a Terra há milênios.

O ufólogo Ademar Gevaerd atribui a fama da cidade ao Cindacta, especialmente a partir da virada do século. Segundo ele, um militar da Aeronáutica que esteve à frente do órgão incentivava que os comandados preenchessem o formulário de Tráfego Hotel a cada ligação que chegasse. “Acredito que por ele ser interessado no assunto e mais zeloso com os relatos, havia mais registros. E isso não aconteceu em outras cidades do Brasil”, diz.



O Cindacta 2 é o órgão que recebe os relatos de avistamento de OVNIs.
Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Desconfiança

Os relatos não significam necessariamente que os objetos avistados sejam de fora da Terra. Segundo os especialistas, na maioria das ocorrências que chegam que a público são facilmente descartados. Em geral, há a confusão com aeronaves comerciais, satélites e mesmo planetas.

“Nós temos um feeling sobre as ocorrências. É muito raro alguém tentar nos enganar, inventar uma história. O que é mais comum é alguém achar que viu algo e não ter visto nada. De 100 pessoas que ouvimos, descartamos pelo menos 90, e somente de três a quatro casos que consideramos como fenômenos de interesse para a ufologia”, explica Gevaerd.

São os ufólogos que buscam elucidar os avistamentos. Oficialmente, nenhum órgão público, inclusive das Forças Armadas, se encarrega de investigar os casos. “O Comando da Aeronáutica não dispõe de estrutura e de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito desse tipo de fenômeno aéreo”, informou a Força Aérea Brasileira (FAB), via assessoria de imprensa.

Esse distanciamento gera desconfiança entre os estudiosos do ramo. Para eles, a FAB mantém secretamente informações sobre os episódios mais significativos, até para evitar que se jogue pânico sobre a população. Sem contar que seriam casos que podem interferir no aparato de defesa.

“Eu acredito que [a Aeronáutica] liberou de 10 a 20% de tudo que produziram. O restante não foi liberado. O que foi liberado é ponta do iceberg. O mais importante e mais quente não são liberados, é de segurança nacional”, lamenta Gevaerd.

*O nome real foi omitido a pedido do entrevistado.

Relatos de Curitiba

Tráfego desconhecido

“É... não, negativo, ele tá aqui, tá parado agora, ele tá acompanhando a gente, está parado aparentemente, na subida ele tava vermelho, todo vermelho, aí ele foi mudando branco, vermelho, branco, vermelho, agora ele tá todo branco, entendeu?”

Piloto do voo 9063 da Varig, 7 de agosto de 2003, às 19h40, no espaço aéreo entre Curitiba e o Litoral do Paraná.







Os discos que fecharam o centro

Aproximadamente às 13 horas do dia 14 de dezembro de 1954, três pontos luminosos surgiram no céu de Curitiba. A população saiu à rua para ver e a Rua XV de Novembro parou. Aos poucos foram diminuindo a altitude, aproximando-se de alguns prédios do centro. Os comerciantes fecharam as lojas com medo. A Força Aérea Brasileira mandou duas aeronaves para tentar alcançar os objetos, mas nada feito.

Os três do Bacacheri

Em uma noite de 1977, um soldado da Aeronáutica avistou um disco voador pousando na base aérea do Bacacheri. Atônito, viu três seres com vestimentas escuras deixarem a nave e se dirigir a um hangar da Força Aérea Brasileira. De lá, chegaram a arrastar um avião. Não demorou muito e retornaram ao objeto de onde saíram e levantaram voo. No local do pouso, a grama ficou queimada, mas foi retirada na manhã seguinte.

Disco do Hospital Cajuru

Uma mulher com três filhos transitavam em um carro próximo ao Hospital Cajuru. Avisados por motoristas que vinham no sentido contrário, viram que acima do veículo havia um disco voador. Rapidamente chegou à sua casa. Da janela do apartamento, ainda viram o objeto estacionado ao lado hospital. Logo depois decolou e não foi mais visto.

Como acessar

Os documentos estão disponíveis no Sistema de Informações do Arquivo Nacional (Sian). Para acessar o sistema, é necessário fazer um cadastro rápido no site. Após feito isso, basta fazer o login e acessar a aba Favoritos e depois Objetos Voadores Não Identificados. Os registros estão em ordem cronológica, mas é possível fazer buscas por local.

FONTE: www.gazetadopovo.com.br
Ufos-Wilson

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O dia em que misteriosas bolas de fogo e homens de preto desceram na Filadélfia

Há muito que não entendemos sobre este nosso mundo. E por ‘mundo’ quero dizer o cosmos, o universo … essa realidade que habitamos. Há coisas que acontecem que simplesmente não fazem sentido. Às vezes é fácil deixá-las de lado como mentira, fraude ou até mesmo ilusão, mas outras vezes, em uma pesquisa honesta, é mais difícil ignorar as coisas estranhas em nosso mundo.
Algumas histórias estranhas também são esquecidas. Por alguma razão, elas não chamam a atenção dos que estão preparados para analisar e compreender as características de tais histórias, mas graças à natureza arquivística de nossa cultura, muitas dessas histórias obscuras ainda estão disponíveis para serem descobertas e explicadas.
Um desses casos é o da Sra. Louise Matthews, da Filadélfia, EUA. Isto aconteceu em algum momento durante o verão de 1960, e por ‘isto’, quero dizer o incidente da bola de fogo.
Parece que Louise, em uma tarde de verão, estava descansando em seu sofá da sala, quando por acaso olhou para uma janela próxima, bem a tempo de ver através do vidro e da veneziana uma grande bola de fogo brilhante descendo. Milagrosamente, nem a janela nem as persianas foram danificadas por isso, no entanto Louise não se saiu tão bem.
Ao entrar em sua casa, a bola de fogo passou perto de sua cabeça, enquanto Louise enterrava seu rosto nas almofadas do sofá em terror. Ela ouviu um som crepitante, e em um esforço para se proteger, estendeu a mão e protegeu a parte de trás de sua cabeça, exclamando “Oh, Senhor, não assim!”
Então, sem qualquer efeito adicional, a bola de fogo atravessou a sala e deixou a casa através de outra janela.
Aturdida e confusa com a experiência, Louise fez um balanço de sua situação e descobriu que sua cabeça e mão estavam queimadas, e que o cabelo na parte de trás da cabeça estava caindo em tufos. Ela declarou que o cabelo foi mudado – sentiu-se duro e quebradiço – e ela estava compreensivelmente em pânico pela experiência.
Ela correu de sua casa para a rua, gritando e histérica, e foi recebida por vizinhos que ficaram impressionados com o estado de sua cabeça. Seu marido, mais tarde, começou a chorar ao vê-la e temeu que o incidente tivesse sido um aviso de Deus.
Tudo isso foi relatado por um repórter do The Afro American, um jornal local, que publicou a reportagem na página 5 de sua edição de 4 de junho de 1960.


Então, o que foi essa bola de fogo? Estamos olhando para um encontro com um tipo de OVNI orb? Ou isso foi outra coisa? O repórter comparou a bola de fogo a um meteoro, sensacionalizado pelo subtítulo “Great Balls of Fire!” (Grandes Bolas de Fogo – título de uma música da época), O que, de qualquer forma, provavelmente é uma descrição mais apropriada.
Entre as muitas variedades de OVNIs relatadas em todo o mundo, o OVNI tipo orb (globular) parece estar ganhando popularidade. E relatos dessa natureza parecem estar acontecendo com mais frequência do que em anos anteriores. Os céticos e ovniólogos/ufólogos têm suas próprias teorias sobre o porquê disso poder acontecer, desde a contaminação cultural até o surgimento de novas tecnologias patrocinadas por alguma entidade extraterrestre, ou por um complexo militar sem nome. Mas o ângulo OVNI pode ser a maneira mais precisa de olhar para esta história em particular.
Acontece que logo depois que Louise entrou em contato com o jornal The Afro American para transmitir sua história, ela foi visitada por dois homens estranhos em sua casa. Os homens, vestidos com ternos pretos, fizeram perguntas sobre seu encontro e recolheram os cabelos que haviam caído de sua cabeça. Eles então, curiosamente, disseram a ela que ela deveria se sentir bem por provavelmente ter ajudado em “salvar a nação”. Eles também a advertiram para não falar sobre sua experiência, como é típico de tal história.
Tenho certeza de que não preciso apontar a referência óbvia à teoria da conspiração dos Homens de Preto, mas parece prudente apontar que, dada a data dessa história, a ideologia sobre os Homens de Preto ainda não se tornara um fenômeno cultural, o que, pelo menos para mim, sugere que o encontro possa ter alguma verdade nisso.
Os primeiros relatos dos encontros com os Homens de Preto, (Men in Black, ou MiB, em inglês) surgiram em meados da década de 1940 e, apesar de terem rapidamente se tornado um recurso básico das experiências relacionadas aos OVNIs desde então, eles não se tornaram um meme cultural até a década de 1950, com livros como o de Gray Barker,
 They Knew Too Much About Flying Saucers (1956)  (“Eles Sabiam Demais Sobre Discos Voadores” – título em tradução livre). É claro que essa popularidade foi até então confinada àquelas pessoas que procuraram tais informações, e uma familiaridade generalizada com MiBs não ocorreu até muitos anos depois, através de histórias em quadrinhos baseadas no livro de Barker e na franquia do filme MiB.
Agora quase todo mundo sabe o que é um Homem de Preto – MiB e como seria um encontro com eles. No entanto, em 1960, essa familiaridade não era tão generalizada. Isso, para mim, sugere que é improvável que Louise tenha confundido o fenômeno MiB com sua experiência.
A história parece ser corroborada pela inclusão de relatos de seus vizinhos, alegando tê-la visto no dia anterior ao evento, quando ela aparentemente ostentava uma cabeça saudável e cheia de cabelos. Essa história, embora obscura, entrou em alguns livros, como o “Almanac of the Infamous, the Incredible, and the Ignored” – (2009) (“Almanaque do Infame, do Incrível e do Ignorado” – título em tradução livre), de Juanita Rose Violini, mas pode ser que a falta de atenção que recebeu tenha sido porque equivale a pouco mais que uma história divertida (diversão para o leitor, não para Louise, obviamente).
O artigo de jornal oferece uma imagem granulada da cabeça da Sra. Matthew e seu penteado resultante e desafortunado, mas isso é tudo o que há para corroborar a experiência.
Teria uma misteriosa bola de fogo entrado em sua casa, violando as leis da física o tempo todo? Isso a queimou, talvez com alguma forma de radiação? Os Homens de Preto fizeram uma visita a ela em um esforço para encobrir a experiência? Ou ela imaginou a coisa toda?
Eu não tenho essas respostas, mas essa história, e uma série de outras como essa, aumentam a quantidade crescente de evidências de que não estamos sozinhos no cosmos

Fonte: Ovni Hoje

As Origens Secretas pela Busca de vida Inteligência Extraterrestre

A Ufologia é uma espécie de ciência que deve ser levada muito a sério.

A busca por inteligência extraterrestre através do SETI, constitui um dos maiores projetos de pesquisa em radiotelescópios de todo o mundo. 

Múltiplos experimentos sobre o assunto, e projetos de ciência cidadã como o SETI @ home, estão se fortalecendo há décadas.

Todos os anos, documentos, conferências e iniciativas discutem a melhor forma de investigar - e talvez até mesmo poder se comunicar com - outros povos no espaço.
Mas nem sempre foi assim.

Enquanto avistamentos de OVNIs e representações em filmes e revistas aos quadradinhos aumentaram durante a década de 1950, o tema dos alienígenas era considerado pouco profissional entre os muitos cientistas. 

Apenas um punhado de profissionais especularia sobre a possibilidade de vida alienígena, e mesmo eles se certificaram de que era apenas uma pequena parte da sua pesquisa.

Assim, quando um grupo de cientistas de uma variedade de disciplinas se reuniu num observatório rural na Virgínia Ocidental para falar sobre homenzinhos verdes, eles o fizeram sempre em segredo.

Assim nasceu o SETI

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Contatos Imediatos no Brasil (Marco A. Petit)

O Brasil foi palco de muitos casos de contatos imediatos com óvnis e seus tripulantes. O documentário a seguir trás os principais casos ocorridos em décadas passadas, dentre eles o caso de abdução Vilas Boas ocorrido no final dos anos 50, o caso Ilha de Trindade também ocorrido em finais dos anos 50, caso Vasp envolvendo a visualização de um óvni por tripulação e passageiros no ano de 1982 entre outros.

Fonte: Marco Antonio Petit
Ufos-Wilson 

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Europeus veem cada vez menos OVNIs

Os avistamentos caíram nos últimos anos, segundo organizações que estudam tais fenômenos

O céu europeu pode ser uma caixa de surpresas.
A 31 de janeiro deste ano às 22h10, uma testemunha afirma que ter visto um movimento estranho 'um ponto brilhante' que em seguida, pára e finalmente, desaparece misteriosamente. 
Este episódio ocorreu em Bolinne, 60 quilômetros a sudeste de Bruxelas.
Outra testemunha diz que a 14 de janeiro fiz ver cerca de cinquenta estrelas  - como pontos, movendo-se em formação, em Charneux.

Também na Bélgica, a 15 - minutos de carro da fronteira holandesa.
"Eu sou cético por natureza, e convencer -me de que eu não estava sonhando, que o diga três vizinhos e a minha mãe.
Tudo parecia imóvel e ninguém sabia explicar," O vizinho ainda contactou com a imprensa pedindo respostas para o que seus olhos tinham acabado de ver.

Diversas entidades na Europa registam esses avistamentos de cidadãos e tentam decifrar o que realmente são. 
O chamado Comitê Belga para o Estudo de Fenômenos Espaciais (COBEPS) é um deles.
No primeiro caso, determinaram que as informações fornecidas eram insuficientes.
O segundo, os estranhos alinhamentos descritos por Ludovic, ainda estão sendo investigados. 

Noutras ocasiões, a resposta dos investigadores ao mistério é mais simples: os OVNIs são aviões ou balões chineses.
Todos  os anos, organizações de nove países - Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Noruega, Suécia e Portugual - publicam os dados sobre quantos alertas de objetos voadores não identificados foram recolhidos, seja porque a testemunha os envia diretamente ou fóruns de rastreamento e páginas da internet.
O resultado é 13.201 avistamentos nos últimos seis anos para os quais existem estatísticas, uma média de cerca de cinco por dia. Na era dos smartphones com câmeras de alta qualidade, a tendência está diminuindo. 

Na Bélgica no ano 2012, eram reportados 3.332 avistamentos, em 2017, apenas 1.206. Em nenhum exercício incluído entre as duas datas aumentou o seu número. 
Itália (3.343), Alemanha (2.381), Portugual o menor índice 2017, 22 relatos e 2018 apenas 12, França (2.317), os três mais populosos, mas não nessa ordem, lideram os anúncios.

Jean-Marc Wattecamps se descreve como geólogo e ufólogo.
É investigador do COBEPS, a associação belga que estuda alertas na Valônia, a região francófona, "Devemos distinguir os avistamentos diários de OVNIs reais, que permanecem não identificados após um estudo mais ou menos detalhado, mas temos ainda 14 investigações em aberto de 2018", explica.

Os responsáveis ​​pela revisão das notificações defendem que os dados são representativos, já que esses nove países cobrem 41% da população européia e 40% de seu território.
Os números para 2018 ainda não estão completos, mas alguns já os publicaram, e eles quebram essa tendência para o lado negativo. 

Embora ainda longe dos padrões de tempo atrás, na Bélgica, os avistamentos se recuperaram para 255 contra os 171 do ano passado. O mesmo aconteceu na Alemanha (328 vs 198) e na Finlândia (132 a 107).

Por: Álvaro Sánchez

UFO Portugal Network

Portanto será também uma tendência cada vez maior pelo simples facto de que as pessoas olham mais para o smartphone em vez de perder uns minutos a olhar o céu.

As tecnologias tem beneficiado bastante as telecomunicações, como também vieram causar algumas tendências negativas.
O desenvolvimento de Drones, balões LED's vieram dificultar certamente a Ufologia.

De salientar que em grande maioria muitas das observações acabam por ficar somente com as testemunhas, não as reportando às entidades de rastreamento.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Óvni na pré-história da Índia? (Curiosidades 01)

Pintura rupestre em Onake Kindi, de 1500 a.C, na Índia que teria, segundo alguns pesquisadores, as características ufológicas de uma nave e seis tripulantes. Inclusive, com seres com uma espécie de capacete e antena.






Seria um registro pré-histórico autêntico ou teria alguma explicação na Arqueologia clássica?



FONTE: Enigmas e Mistérios

UFOs sobrevoaram instalações estratégicas entre os anos 40 e 50

Parte das instalações em Oak Ridge, onde avistamentos de UFOs eram frequentes entre os anos 40 e 50

Inúmeros avistamentos levaram à criação do Projeto Twinkle para investigar as ocorrências

Entre o final dos anos 40 e início dos anos 50, em várias instalações estratégicas norte-americanas, a maior parte delas situada no estado do Novo México, foram observados objetos voadores não identificados. Documentos oficiais descrevem tais aparições como bolas de luz de cor verde, e muitos desses UFOs foram identificados por radar, consubstanciando depoimentos de testemunhas qualificadas. Parte da documentação, obtida pelo pesquisador Nick Redfern (autor do Livro: MIB: Os Verdadeiros Homens de Preto, da Biblioteca UFO), mostra como o tenente-coronel Doyle Rees, do Escritório de Investigação Especial da força Aérea (Afosi), baseado na Base Kirtland no Novo México, escreveu em 25 de maio de 1950 para o General Joseph F. Carroll, diretor de Investigações Especiais da Força Aérea norte-americana (USAF). Ele recomendou que, diante da frequência com que fenômenos aéreos inexplicados eram observados sobre o Novo México, um plano de investigação desses incidentes deveria ser estabelecido.

Um documento do Bureau Federal de Investigações (FBI) datado de 31 de janeiro de 1949 esclarece mais ainda a situação. Nele se pode ler: "Durante os dois últimos meses vários avistamentos de fenômenos inexplicados foram reportados nas proximidades da instalação da Comissão de Energia Nuclear de Los Alamos, Novo México, onde esse fenômeno parece estar concentrado. Em dezembro de 1948, nos dias 5, 6, 7, 8, 11, 13, 14, 20 e 28 avistamentos de fenômenos aéreos inexplicados foram feitos próximo a Los Alamos por agentes do Escritório de Investigações Oficiais, pilotos de aeronaves, pilotos militares, inspetores de segurança de Los Alamos e cidadãos. Em 6 de janeiro de 1949 outro objeto similar foi avistado na mesma área". Na mesma época outra instalação estratégica, Oak Ridge, no estado norte-americano do Tennessee, foi igualmente palco de diversos avistamentos de UFOs.

Em 2 de março de 1950 a Comissão de Energia Atômica (AEC) produziu um documento onde se lê: "Há uma estação de radar em Knoxville que tem operado por três meses. Em 1 de março, às 21h35, foi detectado um objeto a 340 graus e 28,97 km de distância de Knoxville, a uma altitude de 12.192 m. A direção e a distância colocavam o objeto diretamente sobre Oak Ridge. A chefia de segurança de Oak Ridge consultou a Base Smyrna, em Nachville, que informou não ter registro de qualquer voo naquele local e altitude. Em 2 de março às 11h05 a estação captou outro objeto na mesma distância e altitude, a um ângulo de 335 graus. Novamente a Base de Smyrna informou não haver voos naquele local e hora". Outro documento aponta que fatos similares aconteceram em 3 de março de 1950, e em 13 de outubro do mesmo ano um arquivo do FBI aponta para a detecção de vários objetos, também sobre Oak Ridge, no dia anterior. Ali se lê: "Instalações de radar da USAF em Knoxville captaram 11 objetos e talvez mais viajando em espaço aéreo controlado sobre a instalação de Oak Ridge, os operadores eram experientes e confiáveis, e o equipamento de radar operava perfeitamente".
Um dos documentos do FBI mencionando os avistamentos na época

AVISTAMENTOS EM SÉRIE COM TESTEMUNHAS CONFIÁVEIS TROUXERAM GRANDE PREOCUPAÇÃO

Outro documento do FBI é ainda mais incisivo, pois pela primeira vez são feitos comentários sobre a natureza dos objetos observados. Após consultas com setores de segurança e outros de Oak Ridge, do escritório do FBI e cúpula da USAF de Knoxville, além de outras autoridades, o documento atesta: "As instâncias consultadas falharam em prover uma explicação adequada para os objetos observados sobre Oak Ridge, no Tennessee; entretanto, a possibilidade de fraude, histeria em massa, balões de qualquer tipo, pássaros, insetos, condições meteorológicas peculiares, reflexos, pipas, objetos lançados a partir do solo, insanidade ou outras causas naturais foram rejeitadas, devido aos avistamentos simultâneos dos objetos ao mesmo tempo em que ocorreram as detecções por radar; devido ainda à confiabilidade das testemunhas, e por causa das detalhadas e similares descrições dos objetos vistos por diferentes pessoas". O pesquisador Nick Redfern comenta ainda que a expressão "objetos observados sobre Oak Ridge" aparece escrita toda em letras maiúsculas, indicando a preocupação que existia quanto a essas ocorrências.
Fonte: Revista Ufo
Ufos-Wilson 

Luz verde e um círculo negro no solo na Holanda despertam curiosidade

A região de Buurtschap Heukelom perto de Oisterwijk na Holanda é atingida por uma série de eventos peculiares.
'Uma estranha luz verde na escuridão e um círculo negro no solo causa tumulto entre os habitantes ”, segundo a revista semanal De Schakel. 

O que está acontecendo naquela região!

O primeiro incidente ocorreu a 8 de janeiro, quando a Heukelomse Lobke van Rijsewijk e seus membros se reuniram para os ensaios semanais.
Do lado de fora, no estacionamento de Hoog Heukelom, os seus olhos caíam sobre uma luz verde desconhecida, brilhando acima dos prados no céu escuro.

Vídeo realizado pela testemunha

"Não era apenas uma luz, como a de um avião ou uma lanterna chinesa", explica Lobke de Schakel. 

"Foram os movimentos repentinos e rápidos que nos chamaram atenção."

Objeto Voador Não Identificado

Na manhã seguinte, Lobke postou uma mensagem no Facebook, acompanhada de um vídeo do evento inexplicado. Então o Heukelomse recebeu uma montanha de reações. "Poderia ter sido um drone?
Isso parece improvável para mim: um drone faz barulho e não se move de maneira tão assustadora. Além disso, até os animais da fazenda Heukelom foram afetados; suas vacas se comportaram de forma inquietante naquela noite, disse um dos fazendeiros de vacas.
Mas não havia explicação para o Objeto Voador Não Identificado.

Quase duas semanas após o incidente, Heukelom foi novamente confrontado com um fenômeno misterioso. 
Anneke Vugs diz: "Acabei de acordar e olhei para fora da janela do meu banheiro e para minha surpresa, descobri dois grandes círculos negros no meio da nosso terreno. 


Com o incidente da luz verde ainda fresca na sua memória, Anneke também decidiu ligar para seus contatos no Facebook. "Um dos meus amigos sugeriu que a vegetação poderia ter sido queimada por alguém, uma brincadeira devido ao evento.


Imediatamente fui olhar, mas os círculos não foram queimados. 
A vegetação parecia ter se tornado escura por si mesma". 

A 1 de janeiro um outro incidente era registado em vídeo na Holanda, deixando inúmeras pessoas intrigadas com o fenómeno.


Até ao momento o mistério persiste sem uma explicação para o evento.
A mesma luz verde como definem as testemunhas, foram mencionadas noutros países incluindo Portugual.

A informação do evento é muito limitada, como também o envolvimento de alguma equipe de investigação no âmbito de recolha da vegetação afetada para análises em laboratório.

Enquanto isso o UFO Portugal Network tomou a liberdade de entrar em contacto com a testemunha de forma a obter mais resultados futuros a fim deste incidente e seu resultado final.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

OVNIs na Terceira - Açores ao longo da história

Ovnis na Terceira
Em pleno Atlântico, entre a América do Norte e a Europa, a 760 milhas marítimas de Lisboa e a 2110 de Nova Iorque, três grupos de ilhas de origem vulcânica, apontadas por alguns investigadores como vestígios da lendária Atlântida, formam o Arquipélago dos Açores ( nome das aves de rapina muito idênticas aos milhafres, pesumivelmente aí existentes por altura do seu descobrimento ). O grupo Central, constituido pelas ilhas Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial, é ladeado a oriente pelas ilhas de São Miguel e de Santa Maria, e a ocidente pelas ilhas das Flores e Corvo. No seu conjunto ocupam uma área total de 2335 Km².

Caso nº 1
1965, 05/23, 23.00 horas, Angra do Heroísmo, Terceira
Um facho luminoso pairou no céu, intrigando as pessoas que junto ao mar gozavam o ar fresco da noite. O estranho facho estacionava no ar e não se movia por largo tempo. Projectava uma cor de tal intensidade que seria difícil tratar-se de satélite e, a julgar pela distância a que se encontrava muito menos de um avião. Uma luz forte, de cor entre o laranja e o vermelho, projectava sobre a superfície tranquila do mar uma esteira intensa de luz a perder-se no horizonte e iluminando toda a baía, embora a luz viesse muito de fora. O objecto permaneceu assim, durante alguns momentos, desaparecendo depois. Algumas das raras pessoas que o observaram apontavam em direcção da linha do horizonte, onde parecia haver um breve rasto fosforescente, de cor esverdeada. Entretanto, o objecto voltara a aparecer, pairando a grande altitude. A mesma luz intensa projectava-se no mar e avermelhava as nuvens.

Caso nº 2
1968, 02/14 ou 16, Angra do Heroísmo, Terceira
«Pormenores de toda a ordem, já fornecem ao advogado científico dados preciosos para descobrir contradições e destrinçar miudezas. Apenas numa coisa estão de acordo: nunca viram nada parecido».
Comecemos por casa: alguém que no Porto Pipas viu à distância um foco luminoso correr . Parece não ter sido (pela intensidade com que se descreve) o farol do Monte Brasil.

Caso nº 3
1978, 04/14, 22.30 horas, Litoral da ilha, Terceira
Várias pessoas ligaram para o Rádio Clube de Angra do Heroísmo afirmando que havia notado objectos voadores no litoral da ilha Terceira. Um funcionário da câmara municipal anunciou ter visto objectos voadores que não conseguiu identificar. António Gabriel de Sousa Freitas, de 25 anos, conta que quando estava a pescar com dois companheiros viu cinco pontos luminosos a grande altitude, movimentando-se sobre o mar perto da costa. Pareceram-lhes de forma redonda, não produziam qualquer espécie de ruído e deslizavam vertiginosamente, deixando atrás de si longas esteiras de luminosidade amarela .

Caso nº 4
1979, Agosto, 22 ou 23.00 horas, São Mateus ou Cinco Ribeiras, Terceira
Entre as freguesias das Cinco Ribeiras e São Mateus, entre as 22 e as 23 horas, duas pessoas que se encontravam a pescar na rocha, observaram uma luz muito brilhante aproximando-se da linha da costa .
Segundo as testemunhas repentinamente a luz começou a subir até desaparecer . Uma das testemunhas entrevistada pelo RCA (Rádio Clube de Angra) declarou :
Julgo que a luz subiu, porque havia barcos a pescar na zona junto da costa com luz de lanternas, o meu colega ficou assustado e queria ir-se embora, mas eu acalmei-o no entanto disse-me:
Não venho pescar nos próximos dias!

Caso nº 5
1954, 10/25, 21.30 horas, Praia da Vitória, Terceira
O guarda Jones Beach, na zona balnear americana da Praia da Vitória, e sua mulher, Amorinda Vicente, viram claramente a pairar sobre o areal, à altura de quatro a cinco metros, um aparelho em forma de charuto, ouvindo-se distintamente o motor a trabalhar com ruído apenas perceptível, semelhante ao de uma máquina de costura. O estranho aparelho era todo negro, sem qualquer janela ou abertura, de paredes lisas e vomitando fogo, branco e amarelo, ao mesmo tempo que se dirigia lentamente para o interior da ilha.

Caso nº 6
1980,04/21, 22.00 horas, Angra do Heroísmo e Litoral da ilha, Terceira
Pelas 22 horas a estação RCA (Rádio Clube de Angra), foi alertada por uma ouvinte sobre um fenómeno estranho sobre a cidade de Angra do Heroísmo.
A testemunha afirmou tratar-se de um objecto em forma de cone e com luminosidade muito forte.
Estudantes trabalhadores do Liceu de Angra do Heroísmo, também observaram o referido objecto.
O fenómeno também se passou em redor da ilha Terceira.
Passado pouco tempo o RCA, recebeu meia centena de telefonemas confirmando a observação do fenómeno, assim como de mais 4 luzes em redor da ilha e tinham partido na direcção Leste e desaparecendo.
O RCA contactou as entidades oficiais, que não afirmaram nada de positivo.
Uma das testemunhas contactou a Torre de Controlo do Aeroporto das Lajes na altura do fenómeno e perguntou se havia alguma aeronave sobre a cidade de Angra a resposta foi negativa.
Afirma-se que o radar americano da Base das Lajes teria detectado os referidos objectos estranhos, mas nada foi confirmado oficialmente.

Caso nº 7
1980,04/27, 22.30 ou 23:45 horas, Biscoitos
Na freguesia dos Biscoitos, situada na costa norte da ilha , três individuos foram testemunhas de um fenómeno luminoso.
As testemunhas regressavam a casa após um serão numa Sociedade Recreativa da localidade entre as 23:30 ou 23:45 horas, quando observaram no céu algo estranho e luminoso.
Uma das testemunhas conhecedor de diversos tipos de aeronaves, porque a sua profissão está relacionada com as mesmas, afirma que não era avião. A luz encontrava-se parada, depois começou a movimentar-se ou a desvanecer até ficar menos luminosa e desapareceu em seguida.

OVNI com quatro seres ataca guarda açoriano
Ilha Terceira – 1968

1968, 02/01, 00.15 horas, Cabrito – Cinco Picos, Terceira
Testemunha – Serafim Vieira Sebastião, 36 anos de idade, casado, natural de Ribeira Grande, guarda das instalações militares «Azores Air Station».
Data da observação – 31 de Janeiro para 1 de Fevereiro de 1968 .
Hora – Cerca das 23 horas.
Local – Lugar do Cabrito, Cinco Picos, Ilha Terceira, Açores .
Descrição – Começamos por transcrever uma entrevista com a testemunha incluida no programa «Horizonte» da RTP, no dia 25.02.68, transcrita em parte no «Diário de Lisboa» de 26.02.68 – Entrevistador – Carlos Cruz.

LEGENDA:

1 - Porto USAF
2 - Depósitos de combustível zona sul da base
3 - Radar, TV, Meterologia, Rádio, etc..
4 - Receptor da Vila Nova
5 - Agualva Navaid NSGA (Navy)
6 - Depósitos de combustível subterrâneos Pico Celeiro
7 - Tacan na Serra do Cume
8 - Transmissor dos Cinco Picos
9 - Depósitos de combustível do Cabrito
10 - Navy Ammo Dump
11 - Ordnance Ammo Dump
Paioís de Explosivos

A maioria destas instalações militares encontram-se presentemente desactivadas.

UMA LINGUAGEM CONVINCENTE

As próprias palavras da testemunha, transcritas textualmente numa linguagem que fere o português, mas ditas com convicção, são bem ilucidativas. Vejamos:
«Encontrava-se na área do Cabrito, Serafim Vieira Sebastião, de serviço de guarda no posto de munições onde estava a ouvir o relato de futebol, Setúbal-Sporting, quando sentiu que o seu aparelho transistor não dava música, não dava nada, e tive que desligar o aparelho de rádio. Senti muita impressão, depois tornei a ligar, vi que o aparelho não me dava música nem se ouvia o relato, depois fechei-o novamente, quando senti um zumbido, saí para fora do posto e vi ao lado esquerdo do posto do sítio de guarda um veículo, um objecto estranho, aproximar-se para o paiol das munições. Quando saí novamente entrei para dentro e chamei a atenção pelo telefone comunicando que já vi um estranho objecto e que já estava a se aproximar. Quando tornei novamente a ir ao telefone, vi nesta ocasião entrar uma grandecíssima claridade pela janela dentro, que era muito forte, uma luz muito clara e tornei a ligar o telefone e pedi que viessem quanto antes para cima.
Vi aquela grandecíssima claridade. Quando olhei para o lado esquerdo é que vi que o projector estava parado sobre o posto das munições à face do paiol, donde vi aquela grandecíssima projectação projectar para os paióis. Vi, tornei para trás outra vez, entrei dentro do posto de serviço quando novamente vim buscar o foco e vi directamente apontado a grandecíssima projectação para os paióis e vi quatro homens, dois dentro e dois fora.
Os de dentro mexiam-se bem, geralmente como a gente se esteja numa secretária a tratar-se de qualquer coisa. Não vi ouvidos, não vi cara, não vi nada. Só vi visivelmente, como estou a dizer, vi os quatro homens a mexerem-se muito bem lá dentro. Quando novamente aproximei-me mais à face do paiol e vi dois lá fora e vi geralmente, só senti um zumbido exactamente como se fosse um enxame de abelhas. Desloquei-me mais atrás um pouco e vi então que eram propriamente quatro homens dois dentro, dois fora, mexiam-se e quando projectei o foco não vi nada, nem letras nem nada, só vi visivelmente, vi uma viseira, a cor do fato que ali estava era uma cor de chumbo. Só via um pouco de vidro que aparecia na frente da cara. E tão depressa acendi o foco para a projectação p’ra eles, aquilo moveu-se tão rápido e senti logo uma projectação de projector uma luz muito forte, tive de tapar a cara, quando tapei a cara senti logo, rápido, senti uma coisa tão estranha, um gás, uma poeira que atacou e caí no chão e não soube de mais nada».

Mais adiante:
Carlos Cruz – Está ciente daquilo que viu ?
Sebastião - «Vi que era verdade. Um objecto estranho que nunca me lembra de ver aqui, vi de facto quatro homens, dois dentro e dois fora. Os que estavam do lado de fora, faziam uma espécie de corrimão, podiam passar uma perna por cima do corrimão e ficavam à face do paiol das munições. Isto não são brincadeiras. Quem quiser acredite e quem quiser, não acredite».

OUTRAS DECLARAÇÕES DE SERAFIM SEBASTIÃO

«Era de forma oval, com brilho metálico, e culminava numa torre de vidro, com pequena balaustrada a que se encostavam dois seres».
«Devia ter aí uns 6 metros de comprimento e 3 de altura».
«O ruído e a forma nada se pareciam com o que habitualmente anda pelo ar. Nem avião, nem helicóptero, nem balão».
«Só quando o foco luminoso da minha lâmpada alertou os homens encostados à balaustrada é que sucedeu tudo quanto descrevi: uma núvem de poeira – e não de gás, como se disse – envolveu-me, subitamente, e o disco desapareceu enquanto eu perdia os sentidos».
«Sei perfeitamente o que é um balão-sonda de investigação e mesmo à distância distinguiria tal objecto de qualquer outro que cruzasse o céu».
Numa entrevista dada ao «Diário Insular» por Serafim V. Sebastião, anotamos :

E – Há relva queimada na área do Cabrito?

S – Agora há!

(A resposta foi peremptória e veio confirmar os elementos recolhidos pelo nosso repórter).

E – Algum médico português ou americano, ou outra pessoa propôs-lhe uma análise do seu facto?

S – Nem falaram (que eu ouvisse) no assunto.

E - Corre à boca cheia que o homem do disco voador vai à América.

S – Sobre isso não tenho nada a dizer . Nem sim, nem não!

E – E quem o tem interrogado?

S – O meu major e o meu chefe geral.

E – E o calor de gás ou poeira do disco, não lhe fez mal?

S – A poeira era totalmente isenta de calor.
Acerca de um programa, da TV americana da base das Lajes transmitido no dia 27.1.68, sobre discos voadores, insinuou-se que Serafim Sebastião tivesse sido sugestionado por ele.

Ouçamos o comentário de Serafim a propósito destas insinuações:

«Nem sequer vi esse programa e nada sabia sobre tais objectos em que aliás, não acreditava, até ter sido atacado por este!»
Na entrevista dada à RTP, já atrás citada, Serafim Vieira disse que no local não há cabos de alta tensão, como disseram os jornais (propositamente? Com que fins?) mas sim cabos telefónicos, o que aliás, é aparente na fotografia publicada no jornal «Diário de Notícias», Lisboa, de 4.2.68.
De facto, nessa fotografia, os ditos «postos de alta tensão», conforme a legenda, não se lhes assemelham nada. Erro tipográfico?
Parece, como diz Serafim Sebastião, serem postes para cabos telefónicos. Mais uma deturpação de factos conforme as conveniências? Porque não foi feito nenhum desmentido? Com «alta tensão» e «balões» a coisa vai… Com cabos telefónicos, seria um pouco mais difícil explicar a intervenção do «balão» com os tais «Campos eléctricos».
Reparemos ainda a propósito, e uma vez mais, citando o «Diário Insular»:… «determinado fenómeno – eléctrico como se pode calcular – que «assombrou» o guarda». Não haja dúvida de que se trata de uma «explicação cabal e satisfatória»!

NO HOSPITAL

…«Inanimado deu entrada no banco do Hospital Regional, cerca de uma hora da madrugada, Serafim Vieira Sebastião…
…Foi socorrido pelo médico de serviço, Dr. Ferreira Gomes, tendo sido mais tarde observado pelo Dr. Hélio Flores, director da Clínica Médica daquele hospital e alienista».
(In, «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
«Ele chegou já acordado mas não falava e ouvia muito mal. Às 3 da manhã, começou a tentar articular, mas pouco esboçava além de uns ss. Foram-lhe aplicados tranquilizantes e aplicou-se-lhe o oxigénio, apesar de não haver sintomas de intoxicação. Tudo leva a crer que foi o susto apenas que provocou a perda dos sentidos, certamente nascido da projecção forte de que ele fala .
Depois das 3 horas, um pouco nervoso ainda, é que começou a falar claramente sobre essa realidade que se não apresenta nada clara».

(In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
…Cerca das 10 horas da manhã, Serafim Sebastião teve alta do Hospital Regional de Angra e seguiu para o aeroporto das Lajes, escoltado pela Polícia, afim de ser submetido a interrogatório para o inquérito oficial que está em curso sobre o caso . (ANI)

(In, «Jornal O Comércio do Porto – 2.2.1968»)
O estado de choque em que Serafim Vieira chegou ao Hospital parece-me ser de origem psicossomática, mais talvez do que de origem tóxica ou em consequência de alguma radiação desconhecida . Efectivamente, Serafim Vieira, apresentava afazia e surdez, temporária, aspectos característicos, mas não exclusivos, de manifestações psicossomáticas. Não esqueçamos também os critérios medo e angústia com tão importante papel em tais situações . Poderemos também admitir uma hipótese de ionização atmosférica intensa (luminosidade do OVNI, a favor da hipótese) o que o poderia levar à perda da consciência. Não esqueçamos que só quando Serafim apontou o feixe de luz da sua lanterna ao misterioso objecto é que lhe sucedeu tudo o que ele conta. Este facto leva-nos a admitir uma acção intencional e não fortuita por parte do objecto, ou de quem o tripulava.* Quanto à sua vida anterior, no aspecto psíquico e social parece-me ser pessoa equilibrada e bem conceituada no seu meio ambiente. A teoria de C. G. Jung, também me parece não poder aplicar-se a este caso, como talvez tenha sido insinuado por alguém.
* Quanto à tal «poeira gasosa» que o envolveu, poder-se-á admitir que efectivamente seria mesmo poeira do solo. Esta núvem de poeira poderia ter sido levantada aquando da deslocação do OVNI e não ser ela a causa dos fenómenos que se pensam, mas sim os raios luminosos intensos que foram projectados sobre ele. Pena é que as suas roupas não tenham sido submetidas a análises.

ALGUNS DADOS SOBRE SERAFIM SEBASTIÃO

…Aspecto de forte e duro «duro», daqueles que não se assustam com qualquer coisa.
Que não sofre de nevrose e que imagina só o que interessa».
…«Estamos perante um homem sério e sizudo que não fazia qualquer esforço para convencer…»
(In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
…«Entretanto, um repórter deste jornal informou-se, na Praia da Vitória, do habitual comportamento de Serafim. Homem corajoso – nos disseram. Forte e bem constituído – acentuaram. O Serafim, pai de sete filhos, é pessoa tida em boa consideração…»
(In, «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
…«Todos aqueles que o conhecem, e desde então o ouviram, em sucessivos depoimentos, mantêm a opinião de que não se trata de um mistificador e sim de um homem que fala com convicção e seriedade».
(In, «Jornal Diário Popular, Lisboa – 2.2.1968»)
…«O objecto descrito por Serafim Vieira Sebastião corresponde ao tipo clássico de «disco voador». Foi apurado que o guarda não é pessoa sujeita a alucinações».
(In, «Jornal Diário de Notícias, Lisboa – 2.2.1968»)
…«As suas leituras, como nos informamos, não estão influênciadas de mistério, pelo que o facto não corresponde a qualquer desejo íntimo que trabalhasse no subconsciente»…
In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 3.2.1968»)
"Artigo da Revista Insólito nº 14 de Julho de 1976"

EXPLICAÇÃO OFICIAL

«Uma explicação cabal e satisfatória»
«O nosso jornal, ao princípio da tarde, obteve a informação – por intermédio de um seu correspondente – de que precisamente às 22 horas de anteontem fora lançado da base das Lajes um balão meteorológico. O aparelho – como de costume – foi acompanhado dos feixes rotativos de luz. Da «torre» daquele aeródromo verificou-se que seguiu na direcção da zona central da ilha onde está situada a instalação militar em referência.
Balões, como estes, vão inflando à medida que seguem o seu rumo.
Ao que se crê, este balão meteorológico – portador, como todos os outros, de vários dispositivos eléctricos que accionam o enchimento progressivo do aparelho e os emissores das informações meteorológicas – teria efectivamente poisado na zona para onde, segundo se sabe, o vento o encaminhou.
Ao encontrar um «Campo eléctrico» (passa naquela zona um transporte eléctrico de alta tensão) o balão teria provocado determinado fenómeno – eléctrico como se pode calcular – que «assombrou» o guarda.
Ao fim e ao cabo! Uma série de coincidências tornou possível o equívoco, terminando assim a história de um «facto», de várias suposições, de um susto muito compreensível e de uma notícia que, a esta hora, terá já corrido mundo. Pouco menos que um fogo-fátuo… Em todo o caso o Serafim terá muito para contar até ao resto da sua vida. Na verdade, ele foi «notícia» e nada fez para isso!…»
(In, «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
Esta explicação «cabal e satisfatória» é manifestamente absurda. Além de não ter poisado nenhum balão meteorológico na área do Cabrito, como foi dado crer, a hipótese do balão «veio de cima». Significativo! Também não existem cabos de alta tensão mas sim cabos telefónicos, segundo Serafim Sebastião, o que aliás para o caso pouca importância tem.
Também não se compreende o tal «fenómeno eléctrico». Não ficariam resíduos do balão ? Volatilizou-se ? Não houve falha de corrente eléctrica na zona. Seria de esperar que um fenómeno com tamanha intensidade para «assombrar» o guarda a 40 ou 50 metros de distância disparasse os disjuntores, não será assim ? Em resumo: Mais uma explicação oficial «clássica». Já estamos habituados a elas …

BALÕES

«Excluída a possibilidade de Serafim Vieira ter visto o balão das 22 horas do dia 31».
…«Efectivamente todos os dias, os serviços de Rádio-sonda lançam para o ar dois balões-sonda: Um às 4 da manhã e outro às 22 horas. Tem pleno controlo. Transmitem para terra números certos sobre temperatura, ventos e humidade em altitude.
Sobre a pressão atmosférica, o balão, cumprida a sua missão, desintegra-se (rebenta). Leva um pequeno sinal luminoso, espécie de pisca-pisca mas sem projector de luz forte. O balão sonda das 22 horas do dia 31 não tem qualquer hipótese de ter ido para o Cabrito, pois desintegrou-se a 126.000 pés, de altitude, 1 hora e 50 minutos depois de partir, remetidas todas as informações necessárias dentro da normalidade. Segundo os dados fornecidos, não há hipótese de qualquer dsevio e muito menos de ter descido».
(In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
«Conseguimos detectar mais alguns promenores sobre o «balão-intriga» do dia 31. Como todos os outros que há longos anos vem dando informações úteis à meteorologia, antes de «rebentarem», foi lançado da estação de rádio-sonda localizada em Santa Rita. O balão utiliza uma lâmpada de 1,5 volts em ordem ao controlo e recepção dos sinais na direcção do balão-sonda em ascendência.
O «balão-intriga», que como dizíamos ontem, veio a rebentar 1 hora e 50 minutos depois do seu lançamento, desprendeu-se a uma velocidade de 80 Km/h, tomou o rumo 50º, correspondente à direcção do vento, ou seja:
Sobrevoou a Praia. Para o Cabrito precisaria do rumo 100º o que não se verificou.
Não há hipótese do seu aparecimento no Cabrito a 4 metros de altura e misterioso desaparecimento.
As leis que comandam um balão, não permitem tais malabarismos… e a lâmpada de 1,5 volts não fulminaria assim o sr. Serafim Vieira».
(In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 3.2.1968»)
Quanto ao «balão» não fazemos comentários. As notícias são bem elucidativas.

FACTOS CURIOSOS

«Abordamos o assunto do balão meteorológico e perguntamos se lhe constou – quando dos interrogatórios oficiais – que essa versão viera «de cima». O homem do «disco voador» dá o seu consentimento e pronuncia-se sobre o assunto. Mas insiste: - Era um disco voador!»
(In, «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 4.2.1968»)
…«Entretanto, aparelhos das Forças Aéreas Portuguesas e Americanas continuam a sobrevoar a área dos Cinco Picos e unidades navais patrulham intensamente o mar nas proximidades»… (3.2.1968)
(Sem comentários. Apenas reparar na data)
…«O mais recente testemunho sobre a presença de discos voadores vem da Terceira, ilha onde se localiza uma importante e operosa base área estratégica: As autoridades americanas interessam-se vivamente pelo depoimento do Serafim Vieira Sebastião, o guarda da Azores Air Station…»
(In, «Jornal Diário de Notícias, Lisboa – 4.2.1968»)
…«Apesar do mutismo de Serafim Vieira Sebastião, a tal propósito, podemos informar que partirá, em breve, para os Estados Unidos, para prestar completo depoimento perante uma comissão de investigação».
(In, «Jornal Diário de Notícias, Lisboa – 4.2.1968»)

«A RÁDIO E O CASO DO «DISCO»

«Tanto o Rádio Clube Português às 21.20, (posteriormente também no programa P.B.X.) como o Rádio Clube de Angra, às 22.30, transmitiram entrevistas àcerca do «insólito» caso do disco voador. Além do «homem» que do anonimato passou a figura do dia, foram ouvidos os Drs. Ferreira Gomes e Hélio Flores, mencionados no texto do telegrama difundido pela ANI e que for a enviado desta cidade, ontem de manhã»…
(In, «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)
«Ontem o Rádio Clube Português no seu famoso programa «Grande Roda» referiu a notícia que inserimos: «Excluída a possibilidade de Serafim Vieira ter visto o balão das 22 horas do dia 31».
É realmente de admirar que se tenha assustado com um simples balão-sonda, tão familiar às suas vistas».
(In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 3.2.1968»)

«A IMPRENSA E O «DISCO»

A 1ª notícia, escrita, foi dada pelo Jornal «A União» Angra do Heroísmo, Açores do dia 1.2.68, sob título de última hora: «Sensação! Discos Voadores no Céu da Terceira ? – Último de Janeiro: noite de mistério».
Para a elaboração deste caso utilizaram-se 32 recortes de jornais, tanto da metrópole como das Ilhas, além de outras fontes de informação.
Parece-nos pois, que a imprensa falada ou escrita, deu grande relevo a este caso. Talvez seja o caso português que mais «tinta» fez correr. Só o filme da RTP tem cerca de 120 metros! Não será interesse a mais por um simples «balão meteorológico»?

COINCIDÊNCIA(?)

ÚLTIMA HORA - «AGORA ME LEMBRO»
Raul de Meneses, que trabalha em Santa Luzia da Praia quando ontem chegou a casa, sua esposa contou-lhe o que lera em «A União». E então lembrou-se dum pormenor na noite de 31 a que não tinha dado importância .
«Realmente, ontem (31) para o lado dos Cinco Picos, seriam 8 da noite, eu vi uma luz estranha, diferente e distante. Uma luz sobre o comprido, uma espécie de «garrafa de luz». Chamei algumas pessoas e pensamos que fosse qualquer fenómeno de estrelas ou planetas ou satélites, ou qualquer coisa que se não sabia o que era. Mas não nos interessamos muito. Só depois do que minha esposa disse é que me lembrei e dei importância».
(In, «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»)

OUTRAS OBSERVAÇÕES NO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES E ILHA DA MADEIRA

A observação de Serafim Sebastião parece não ser um caso isolado. Efectivamente no dia anterior há a registar também a observação de Raul de Meneses. Durante todo o mês de Fevereiro há ainda a considerar as observações do dia 14 em várias ilhas do arquipélago. No dia 28 há a observação da Ilha do Corvo e uma curiosa observação na Ilha da Madeira (vários objectos). Aliás, desde há longos anos, tanto a Madeira como os Açores tem sido «visitados» assiduamente por misteriosos objectos voadores, o que parece verificar-se também na actualidade.
Apenas coincidências? Só balões? Brevemente publicaremos outras observações feitas nos Açores, Madeira e Cabo Verde .
Aeroporto de Santa Maria – Ilha de Santa Maria (14.2.1968)
Fenais da Luz e Capelas – Ilha de São Miguel (14.2.1968)
Ilha Terceira – (14.2.1968)
Ilha do Corvo – (28.2.1968)
Funchal – Ilha da Madeira (28.2.1968)

CASO SEMELHANTE EM 1959

Na Papuásia, Nova Guiné, Missão Anglicana Boianai, o padre William Gill e mais 38 testemunhas observaram no dia 26.6.1959, ao fim da tarde, um estranho objecto voador .
O objecto, de forma oval, envolvido por um halo luminoso, emitindo um feixe luminoso azul intermitente, fazendo evoluções e pairando a baixa altitude durante, cerca de 4 horas, tinha uma balaustrada superior onde se viam 4 silhuetas de aspecto humano. Foram trocados sinais amistosos entre as testemunhas e os ocupantes do OVNI .
No dia seguinte, a observação repetiu-se pouco antes do pôr do Sol, tendo os ocupantes do estranho aparelho feito novos sinais amistosos de despedida.
Três outros objectos luminosos pairavam a grande altitude .
Afastaram-se todos desaparecendo no espaço, nunca mais sendo vistos .
É notável a semelhança entre esta observação e a de Serafim Vieira embora esta última seja nocturna.
Vejamos:
1. Luminosidade
2. Forma oval
3. Balaustrada
4. 4 seres de aspecto humano
Seria também um balão meteorológico? É uma pena não haver cabos de alta tensão à mistura ! Simplificava bastante … Será uma coincidência ? O leitor compare e tire as suas conclusões.

CONCLUSÕES

Este caso parece-nos ser um dos mais interessantes da história do fenómeno OVNI no nosso país. Achamos que se trata efectivamente duma verdadeira observação dum Objecto Voador Não Identificado, baseando-nos nos seguintes pontos:
a. Descrição e desenhos feitos pela testemunha;
b. Efeitos sofridos pela testemunha;
c. Outras declarações da testemunha (pormenores);
d. Dados biográficos sobre a testemunha;
e. Absurdez e mentira da explicação oficial;
f. Tentativa por parte das autoridades de apoiar a explicação oficial (sugestões feitas à testemunha sobre o balão);
g. Demonstração da impossibilidade de ter pairado algum balão meteorológico sobre a área de observação;
h. Deturpação intencional de factos (cabos de alta tensão, rumo do balão meteorológico);
i. Atitude das FAP e da USAF assim como de unidades navais portuguesas e americanas;
j. Vivo interesse das autoridades americanas;
k. Exagerado interesse dos orgãos de comunicação social;
l. Outras observações, anteriores e posteriores, no arquipélago dos Açores (não é um caso isolado);
m. Caso semelhante em 1959 na Nova Guiné;
n. Interesse militar e histórico – lendário do local (Atlântida).
Apesar de todas as tentativas de explicar o caso, das justificações, desculpas ou seja lá o que for, é possível que nunca se virá a saber a verdade, mas isso fica ao critério de cada um para meditar...


Se você também presenciou algo de extraordinário, poderá reportar a sua observação através do e-mail:

ufo_portugal@sapo.pt

Major Reformado da Força Aérea Americana Divulga Seu Próprio Contato Extraterrestre

Major reformado da USAF, George Filer, é testemunha do “The Disclosure Project”.

Parece não existir nenhum espaço dentro de nossa apertada e controlada visão de mundo para a ainda não iniciada aceitação que nós não estamos sozinhos no universo. Entretanto, existem contactados e testemunhas com impecáveis credenciais que podem testemunhar que ETs estão realmente entre nós; estão aqui para passar mensagens espirituais, educando e guiando a humanidade através da era nuclear. Para sobreviver, a humanidade deve acordar e cessar suas obsessões em armar o espaço, e cessar a destruição do frágil ambiente da Terra. Existe um grande Plano Cósmico para integrar uma humanidade pacífica e iluminada com outras culturas cósmicas dentro do multiverso?
Durante o UFOC 2011 em Phoenix, USA, o produtor de filmes Jake Gould, assistido por Liat Gould, estave filmando o Major da Força Aérea Americana, George Filer (reformado) sendo entrevistado por Neil Gould. Durante a entrevista, o Major Filer apresentou suas credenciais e muitas de suas atividades durante seus 20 anos na Força Aérea, tudo desde a captação de UFOs no radar, até o questionamento a um presidente dos Estados Unidos, Prince Phillip, e outros sobre a questão dos UFOs. Durante um relaxante momento na entrevista, Neil perguntou ao Major Filer o que o havia motivado a investigar e relatar avistamentos de UFOs sobre todo o mundo. Para manter o público informado através de seus Arquivos Filers. A resposta foi completamente inesperada. Major Filer e seu amigo de infância tinham assistido UFOs pousando em um parque nas proximidades, antes de serem convidados à bordo e de se encontrarem com seus ocupantes.
Major Filer é uma testemunha do Disclosure Project, e deu seu testemunho com respeito ao abatimento de um ET em Fort Dick, em 1978. Seus próprios contatos ETs nunca tinham sido mencionados à nenhuma pessoa fora de sua própria família, até agora. Na entrevista filmada, Filer descreve seus encontros, a nave, e a iluminação espiritual que ele recebeu dos habitantes de fora, que eram de aparência completamente humana. Aos poucos ele observou que esses encontros seriam a força motivadora por trás de sua disseminação dos Arquivos Filers, na esperança de espalhar pelo mundo que nós não estamos sós, nem que nós nunca estivemos sós neste maravilhoso multiverso

Fonte:Ufos-Wilson 




Cearense fascinado por ETs possui um dos maiores arquivos de ufologia do Brasil

Agobar Peixoto é ex-professor do curso de Engenharia de alimentos da UFC (FOTO: Arquivo Pessoal)

Ex-professor da UFC, Agobar Peixoto, de 65 anos, pesquisa relatos de vida extraterrestre há meio século. Respeitado entre ufólogos, ele garante: já houve um caso de abdução no Centro de Fortaleza

Olhar para o céu e analisar coisas estranhas era uma das atividades que sempre estavam presentes nas brincadeiras de criança do ex-professor de Engenharia da Universidade Federal do Ceará (UFC) Agobar Peixoto. Debruçar-se sobre jornais e revistas que falavam sobre ufologia foi o que motivou o cearense a ter sua primeira fascinação com o cosmos e com os mistérios que rondam a experiência humana.

Mas foi com a ajuda indireta de um padre que o interesse brotou. “Eu morava em Maranguape e tinha um vizinho que era padre comprava livros e revistas. Uma vez ele comprou a revista Cruzeiro que tinha algumas reportagens sobre discos voadores. Eu li a tarde inteira, e daí, aos seis anos de idade, surgiu o meu interesse pelo assunto”, relembra Agobar.

Apesar de cultivar bastante a leitura sobre o tema, Agobar destaca que o envio de naves ao espaço por parte dos Estados Unidos, em 1957, chamou sua atenção. Segundo ele, as crianças da época se interessaram bastante sobre o tema após as pesquisas espaciais e o caso não foi diferente com ele.

Logo aos 14 anos, o cearense já possuía um arquivo razoável com fotografias e matérias de jornais sobre casos misteriosos. Hoje, aos 65, o ufólogo conta sobre a primeira experiência com extraterrestres.

“Em 1968, surgiu um fenômeno no município de Pereiro, no interior do Ceará, em que apareceram bolas luminosas e coincidentemente tremores de terra. Eu e um amigo viajamos lá, e verificamos que realmente tinha acontecido o fato. Na época, fizemos uma vigília na serra dos Macacos e presenciamos novamente o caso”, relata o professor aposentado.

Meus amigos brincam que eu sou doido, mas ficam fascinados com os meus estudos (Agobar Peixoto, 65)

Com o desenvolvimento da tecnologia, também avançaram os aprofundamentos das pesquisas. Com uma máquina filmadora, Agobar apurou e arquivou materiais suficientes para se tornar o dono de um dos maiores arquivos de ufologia do Brasil.

Para o estudioso, o próximo passo é intensificar os estudos em relação a abdução de humanos por discos voadores. “No Ceará existem vários casos sobre a abdução de humanos. Nós temos uma documentação de um homem que foi abduzido no Centro de Fortaleza, e nossa ideia é intensificar os estudos”, disse.

Em anos de estudos, o pesquisador relata que as pessoas que foram abduzidas voltam marcadas e que chips são implantados como marcadores. “Com esse chip, eles coletam informações biológicas que vão examinar todas os nossos processos”, destaca.

As pesquisas recentes foram apresentadas no 9º Encontro de Ufologia e Espiritualidade do Ceará, no último domingo (16). Oportunidade de troca de informações com outros pesquisadores que, assim como Agobar, nutrem o interesse sobre aqueles que viveriam muito distante de nós.

Coincidências

Casado há 43 anos e pai de seis filhos, o educador ressalta o poder das coincidências como principal fator para o seu interesse em ufologia. “O nome do primeiro pesquisador sobre o assunto sobre o assunto foi um homem também chamado Agobar. Ele era um arcebispo de Lyon (França), no ano 847. Lá apareceram muitas naves descendo do céu e os agricultores queriam matá-los e ele os proibiu. Ele entendia que os Et’s vinham de uma cidade no céu chamada Magónia”, destacou.

Mas quem pensa que as coincidências acabam por aí estão enganados. Após vários anos, o cearense conta que um cientista iria provar o poder deste fenômeno. “Depois de vários anos um cientista francês chamado Gacqes Valle que trabalhou na Nasa e que também é pesquisador de ufologia, escreveu um livro sobre o Agobar francês chamado ‘Passaporte pra Magônia’. E em 1983 eu encontrei com esse cientista para fazer uma pesquisa no Ceará”, contou o estudioso.

Segundo ele, uma amiga conhecia o cientista, que é considerado o maior pesquisador de ufologia do mundo. “Eu tinha uma amiga falecida que era casada com um americano e esse americano conhecia esse cientista. E quando eles vieram à Fortaleza ela me apresentou. Então criei influência com ele. Isso é no mínimo curioso, porque o maior cientista de ufologia se interessou por um Agobar francês e acabou conhecendo um Agobar cearense”, completa o ex-professor.

FONTE: http://tribunadoceara.uol.com.br/
Ufos-Wilson 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Senado dos EUA, Harry Reid, pede mais investigações e audiências no Senado sobre o fenômeno OVNI

Senado dos EUA e senador e o senador do Estado do Nevada Harry Reid após a re-estabelecimento de investigações oficiais do fenômeno OVNI pelo Departamento de Defesa dos EUA , Comparado com o jornalista norte-americano George Knapp Reid explica o seu compromisso com esse assunto agora em detalhes e explica por que o assunto também de particular importância para a segurança nacional (e não só) deve ser dos EUA.

Numa entrevista com Knapp Reid explica que ele use a sua influência para audiências sobre o fenômeno OVNI antes de ambas as casas do Parlamento Americano, já que esta se refere não apenas a um fenômeno curioso, de "objetos voadores não identificados" com centenas de testemunhas credíveis incluindo militares.
"Você pode colocar (dadas as circunstâncias) que ovnis existem. Há casos em que centenas de testemunhas de instalações militares dos EUA viram essas coisas. (...) É também um fenômeno mundial ".

Reid foi um dos iniciadores que tornou-se conhecido apenas em dezembro de 2017, numa reportagem de capa do programa de investigação "New York Times" OVNIs do Pentágono (... GreWi relatado, também ver os links relacionados no final deste release) chamado "Identificação avançada contra ameaças Aerospacial Programa "(AATIP). No entanto, este programa tratados não só com a investigação de incidentes de OVNIs, mas também deixou uma série de artigos e documentos de posição criar sobre possíveis futuras tecnologias - incluindo o uso de buracos de minhoca para viagens interestelares, Tarntechnologien e unidades escoamento hipersônico (... GreWi relatado ).

À luz desses estudos e avaliações, fica claro por que uma investigação do fenômeno OVNI é tão importante, já que alguns incidentes OVNIs descrevem objetos que algumas das tecnologias listadas já parecem dominar.
No entanto, não é preciso olhar para o futuro, a fim de ser capaz de derivar o significado de uma investigação científica do fenômeno OVNI muito concretamente, então Reid: Assim, tecnologias de camuflagem, que torna os aviões literalmente invisíveis não apenas ao radar inimigo, mas também no espectro visual. Desesperadamente pesquisado pelos militares dos EUA. Outro artigo trata da questão de como os mísseis hipersônicos poderiam ser localizados, rastreados e interceptados. Foram exatamente esses sistemas de armas que a Rússia explicou recentemente .

"Tal sistema de detecção poderia nos fornecer insights sobre os OVNIs. Também poderia nos ajudar a localizar mísseis russos. Portanto, há vantagens bastante práticas de tal investigação ", observa Knapp, questionadoramente. Reid apenas brevemente: "Definitivamente".
Na entrevista, Reid também conclui sugerindo a existência de outros programas governamentais, ainda desconhecidos, que lidam com "evidências diferentes" (para a existência do fenômeno OVNI).