Uma onda de avistamentos foi relatada por habitantes da pequena cidade
de Maiquinique, região Sudoeste do Estado da Bahia, na divisa com Minas
Gerais.
Por Equipe UFOBAHIA*
De Lauro de Freitas
Para UFOVIA
IMPRENSA - Depois de um período de relativa calma, a casuística
ufológica baiana foi agitada, nos últimos meses por uma série de
avistamentos. Durante várias semanas entre março e abril de 2005 as
observações se sucederam principalmente, no município de Maiquinique no
Sudoeste do Estado, a poucos quilômetros da divisa com Minas Gerais,
agitando aquela pacata cidade.
As notícias chegaram até nós, da Equipe UFOBAHIA (G-PAZ e SEVLF) nos
primeiros dias de maio através do jornal A Tarde, na seção “A Tarde -
Municípios”, Itapetinga, coluna Municípios, uma matéria de Vicente
Coelho, assessor de Comunicação da Prefeitura de Maiquinique, que foi a
primeira pessoa a escrever e ouvir algumas testemunhas, que deram início
a este novo ciclo de casos no estado da Bahia.
Vicente nos contou que foi procurado pelo pai de uma testemunha narrando
o que seu filho observara e logo mais, outras pessoas o procuraram para
lhe narrar fatos acontecidos e presenciados por elas. Vicente Coelho
foi contatado por telefone, na prefeitura para procurarmos esclarecer as
informações recebidas, inclusive de algumas testemunhas por telefone.
Em virtude da conversação com ele mantida, resolvemos viajar até lá nos
dias 03 e 04 de Junho, numa viajem de 14 horas para investigarmos os
fatos que se mostraram muito interessantes.
LOSANGO VOADOR - A primeira visita que fizemos foi à casa de Rodolfo de
Jesus da Silva, 19 anos, músico, seguindo-se a uma série de encontros,
conversas e abordagens com pessoas da cidade, apontadas por Vicente.
Rodolfo fez à nossa equipe um relato bastante objetivo da sua
experiência, naquela noite de 18/04: “estava ao lado da minha casa,
acompanhado da minha namorada, na oficina mecânica do meu pai,
conversando, quando ouvi um barulho que me pareceu de início um carro
acelerando na estrada, porém ao olhar para o céu, percebi a origem do
som; era um objeto luminoso em forma de ‘ouro do baralho’ (losango),
grande, voando sobre o céu da cidade, seguido por dois aviões a jato (?)
na trajetória oeste/leste. Observei, aquilo por aproximadamente uns 5
minutos com a minha namorada que ficou bastante impressionada. Os dois
aviões tinham duas luzes laterais, brancas e vermelhas, foram na direção
de Itarantim e sumiram. Depois de 8 à 10 minutos, o mesmo objeto voltou
em trajetória oposta à inicial, seguido apenas por um avião em sua
traseira. O objeto tinha aparência metálica, todo iluminado com uma luz
branca ao centro, forte como um farol e em cada ponta, quatro luzes
(verde, violeta, dourada e azul) brilhantes que circundavam o aparelho
como “anéis de néon” . Aquilo tinha quatro vezes o tamanho dos aviões e
não deixava rastro de fumaça”. O fato se deu por volta das 3 ou 4 horas
da madrugada.
'Tudo isso caracteriza uma onda de observações ainda possível de
reflexões e bastantes pesquisas que talvez só o tempo e o desenrolar dos
fatos nos responda'
Os ufólogos Ramos e Paranhos com Edmilson e Vicente Coelho
ESFERA - Antes deste avistamento de abril, entre os dias 10 e 12 de
março, o ex-militar Noilson Campos Nunes, 28 anos que trabalhava num bar
com o seu pai no centro da cidade, observou um UFO luminoso “com luz de
mercúrio” a uns 60m acima da praça onde fica o estabelecimento citado.
Era silencioso e seu diâmetro era aproximadamente de 10 a 12m, depois de
alguns segundos sobre o local, aquilo manobrou para cima e sumiu.
Eram 01h30 da madrugada. Em fins de abril ou princípio de maio, sete
garotos de seis a dez anos, jogavam futebol no campinho de barro, ao
lado do campo principal da cidade no bairro União Operária, quando algo
quebrou a rotina; Lázaro C. de 9 anos nos contou que “de repente notamos
uma fumaça e em segundos uma luz e uma espécie de explosão que assustou
a todos do grupo”.
O grupo era composto por Jaquinho, Daniel, Junior, Maíra, Paulinha, Luiz
e o já citado Lázaro. Segundo informou, o objeto liberava uma névoa
escura e todos, assustados correram para longe e olharam na direção do
objeto que estava no campo principal com a fumaça em volta. Parecia uma
esfera de 1m de diâmetro.
BANDEJA INOX - Outra observação foi realizada no mesmo período por dona
Mércia Moreira Santos, casada. Ela preparava-se para assistir ao
telejornal das 19h e foi até a janela para chamar o seu filho que estava
na rua brincando, quando observando um pouco acima de uma serra que
circunda a cidade, uma luz elíptica muito brilhante atravessou o céu e
sumiu atrás das montanhas. “Parecia uma bandeja inox refletindo a luz do
sol”, disse. Ao comentar o fato no seu local de trabalho (hospital da
cidade) uma colega lhe disse também ter observado o mesmo fenômeno, no
mesmo horário, de outro ponto da cidade.
LOSANGO ILUMINADO - Reconstituição de um objeto narrado por uma
testemunha, ele estaria sendo seguido ou escoltado por duas aeronaves
caças.
Os eventos ufológicos em Maiquinique não cessaram por ai: três
pescadores e um vaqueiro tiveram um incrível avistamento de um objeto
fusiforme. Eles o descrevem com a forma de charuto e o fato se deu
quando pescavam e se encontravam acampados as margens do rio Alegria, na
madrugada do último dia 11 de abril, uma semana antes da observação de
Rodolfo de Jesus, às 4:30h. “Aquilo emitia uma luz azul ofuscante” e
cruzou o céu em direção ao distrito de Pau de Sangue, local onde reside o
vaqueiro Danilo Vila Nova, que descreve um fenômeno semelhante, quando
se preparava para cuidar do gado da fazenda. Os outros pescadores
ocasionais eram Edimilson Sampaio, Everaldo Oliveira e Jenivaldo
“Cigano” que costumavam acampar na região citada durante vários dias,
pescando e caçando como opção de lazer e diversão já que a cidade não
lhes oferecem alternativas. O objeto foi calculado como “grande” segundo
as testemunhas. Outras observações deram-se na zona urbana da cidade
onde três rapazes viram um facho luminoso que “abria e fechava
simultaneamente”. Tudo isso caracteriza uma onda de observações ainda
possível de reflexões e bastantes pesquisas que talvez só o tempo e o
desenrolar dos fatos nos responda.
'Os MIB tupiniquins falaram em português e espanhol e lançaram descrédito sobre os casos afirmando que não tinham visto nada'
BRAZILIAN’S MIB - Enquanto os avistamentos e observações transcorriam, a
cidade foi visitada por grupos de homens em veículos civis e militares.
Logo após o avistamento do músico Rodolfo e da primeira publicação de
Vicente, na madrugada de 19/04, dois jipes militares (um Willys e outro
especial Javali) com ocupantes fardados, chegaram ao único posto de
gasolina da cidade, por volta das 02h, acordaram o gerente, que mora ao
lado, senhor José Alves, abasteceram os veículos e partiram com destino
ignorado, pagando em dinheiro e não exigiram nota.
Os veículos não pertencem a nenhuma unidade militar das redondezas
segundo uma pessoa que trabalha num tiro de guerra do local. E logo após
as publicações na imprensa, apareceram na cidade cinco indivíduos
trajando paletós (a semelhança de seguranças) numa camionete “Toyota
Hillux” de cor preta, com vidros fumê e sem placas, procurando por toda
cidade, as principais testemunhas. Interrogaram sobre o que tinham visto
a Edimilson, Rodolfo e Vicente, sendo este último foi ameaçado de
processos e sanções, caso continuasse a divulgar aquelas notícias
“mentirosas” e fazendo-se deslocar até lá “gente importante”.
Os MIB tupiniquins falaram em português e espanhol e lançaram descrédito
sobre os casos afirmando que “não tinham visto nada”. Surgiram rumores
que 2 helicópteros sobrevoaram o município naqueles dias, um da CEMIG
(Centrais Elétricas de Minas Gerais) e outro da Polícia Civil também de
Minas Gerais. Fato este, incomum naquelas cercanias da Bahia.
Diante de tantos fatos ligados direta e indiretamente aos casos, temos
que pensar com mais cuidado e aprofundar nos pequenos detalhes para
atingirmos grandes ou pequenas respostas. No momento, estranhamos o
silêncio das autoridades municipais locais, o que nos dá motivos para
pensar... O senhor prefeito, Nemésio Meira Jr., procurado diversas vezes
por telefone para que esclarecesse alguns pontos nebulosos até o dia de
hoje não nos atendeu. O que existe de verdade por trás disto?
O fato de esquivarem-se as autoridades, talvez traduza uma atitude de
desconfiança, em nós, ufólogos, ou dos fatos em si; ou até - talvez -
por “pressões externas ou internas” se levarmos tudo ao pé da letra, o
que ouvimos a respeito dos MIB? Estas são perguntas que nos ocorrem
diante de tudo e, sobretudo, porque sabemos que a Ufologia, às vezes, é
um terreno muito escorregadio e polêmico. De concreto temos os fatos, as
testemunhas, as evidencias... E elas falam por si.
Foto obtida entre 15 às 16h, do dia 29/05/2005, no "Rancho das Folhagens"em Maiquinique.
MAIQUINIQUE - O município de Maiquinique se encontra localizado no
sudoeste do estado da Bahia, e foi emancipado de Itapetinga, em 1937.
Sua economia básica é a pecuária (leite e carne), além da produção
mineral de grafite, por parte da mineradora Marmoré que explora a mina a
8km da cidade. A mina Marmoré emprega uma média de 100 funcionários e
possui a Vila Pouso Alegre dentro dos seus domínios. Maiquinique se
encontra a influencia de Vitória da Conquista que é a 3ª cidade mais
importante do Estado e situa-se no planalto sudoeste baiano, entre
serras e altitude superior a 300m do nível do mar, o que caracteriza um
clima frio e úmido. O município está situado a 630km de Salvador e a
40km da divisa com o Estado de Minas Gerais, próximo às cidades de
Jordânia e Almenara. O acesso se dá pelas rodovias BR-116 e BA-470 e
130. Maiquinique foi fundado em 1962, sua altitude é 309 metros, a
população é 6.481 habitantes e sua área total é de 415,3 km².
* A Equipe UFOBAHIA esteve composta pelos ufólogos: Emanuel Paranhos, Alberto Romero e Luiz Ramos.
- Imagens: Todas as fotos: UFOBAHIA - Ilustração: Pepe Chaves
- Produção: Pepe Chaves.
FONTE: http://www.viafanzine.jor.br
Ufos-Wilson
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Casos ovnis ocorridos no nordeste brasileiro
A região nordeste brasileira é rica em sua casuística com relatos de
variados graus, são experiências narradas por pessoas simples, pessoas
honestas, de caráter ilibado muitas vezes nem tendo tv em suas casas.
Ufos Wilson já apresentou muitos casos de grande interesse com narrativa
de pessoas que foram seguidas, atacadas e até abduzidas, a seguir
apresentaremos mais uma coletânea de casos ocorridos em alguns estados
do encantador nordeste.
Morador do povoado "Mandacaru", município de Matões (MA), narra episódio em que atirou contra um objeto desconhecido que pairava na lateral de sua residência. Posteriormente ao ocorrido, o senhor em questão teve que chamar uma pessoa para consertar sua antena parabólica que fora danificada pelo artefato.
Sebastião narra avistamento de OVNI no interior/MA
Ovni observado de perto por caminhoneiro na região sul do Maranhão
Depoimento do Sr. Oseas Silva Sobrinho a respeito do avistamento de um OVNI em povoado próximo ao município de Parnarama (MA).
Quase dez anos após flagrar um suposto OVNI em movimento de pouso
próximo à sua residência, o Sr. Wilson Alves da Silva (morador do
povoado "santana", zona rural de Nazária-PI) relembra o fato,
acrescentando detalhes que não foram ditos à época e adicionando duas
situações pelas quais já havia passado antes do ano 2000.
Narração do Sr. Almir Pereira das Neves a respeito do contato visual com um suposto OVNI em 2005 no povoado "Santana", Município de Nazária-PI.
Entrevista exclusiva com o ex-delegado da cidade de Miguel Leão, onde
afirma que registrou mais de 40 boletins de ocorrências na cidade onde
moradores foram perseguidos por objetos não identificados, também com a
participação da Aeronáutica que esteve também na região.
Primeira parte de uma conversa informal com o médico que cuidou do “Caso
Manoel”, um abduzido que voltou de sua experiência todo marcado de
ferimentos cirurgicamente produzidos, os quais até hoje impressionam
quando são revistos no vídeo original. Trata-se do resgate de um momento
histórico da Ufologia cearense, na qual dois ufólogos visitaram o
médico “Dr. Fulano de Tal” (que pediu para não ser identificado) em sua
residência, ao fim da qual visitamos o local onde a abdução ocorreu e o
nosso espanto fica registrado para os anais da Ufologia nacional, uma
das mais ricas em casuística de todo o mundo.
Primeira parte da entrevista com o corajoso camponês José Maria, da cidade de Chapadinha-MA, realizada no dia 25/9/2011, onde ele conta várias experiências estranhas, a maioria comum ao povo interiorano, que já está vendo e vivendo os avanços da ciência, mas continua a ver coisas inexplicáveis para esta, cujos limites ficam sempre aquém de captar a vasta gama de fenômenos insólitos deste mundo. A seriedade e confiabilidade do entrevistado motivaram a EAT a empreender a jornada até a cidade do interior do Maranhão, na qual muitos outros camponeses relatam casos semelhantes.
Objeto Voador não Identificado visto em Serra Talhada (Pernambuco)
FONTE: Canal Youtube Studio JVS/ Ygor Patrik/Leonardo Vieira UPUPI/Pajeú Web TV
Ufos-Wilson
Morador do povoado "Mandacaru", município de Matões (MA), narra episódio em que atirou contra um objeto desconhecido que pairava na lateral de sua residência. Posteriormente ao ocorrido, o senhor em questão teve que chamar uma pessoa para consertar sua antena parabólica que fora danificada pelo artefato.
Sebastião narra avistamento de OVNI no interior/MA
Narração do Sr. Almir Pereira das Neves a respeito do contato visual com um suposto OVNI em 2005 no povoado "Santana", Município de Nazária-PI.
Primeira parte da entrevista com o corajoso camponês José Maria, da cidade de Chapadinha-MA, realizada no dia 25/9/2011, onde ele conta várias experiências estranhas, a maioria comum ao povo interiorano, que já está vendo e vivendo os avanços da ciência, mas continua a ver coisas inexplicáveis para esta, cujos limites ficam sempre aquém de captar a vasta gama de fenômenos insólitos deste mundo. A seriedade e confiabilidade do entrevistado motivaram a EAT a empreender a jornada até a cidade do interior do Maranhão, na qual muitos outros camponeses relatam casos semelhantes.
Objeto Voador não Identificado visto em Serra Talhada (Pernambuco)
FONTE: Canal Youtube Studio JVS/ Ygor Patrik/Leonardo Vieira UPUPI/Pajeú Web TV
Ufos-Wilson
Vídeo: Objecto Voador Não Identificado em Plymouth EUA
Residente de Plymouth fica perplexo por um objeto visto a voar nos céus acima da cidade.
O Sr. Burnett de 35 anos, estava com seu filho quando viram a luz no dia de ano novo.
"Saí com o meu filho pouco antes das 5 da noite passada e vi uma esfera luminosa atravessando o céu", disse ele.
“Filmei porque não tinha certeza se alguém mais tinha visto.”
Aconteceu por volta das 16h55, a esfera voava em direção a Hoe e depois desapareceu.
Já eu gravei o vídeo perto da North Road West.
Já eu gravei o vídeo perto da North Road West.
"Parecia um pouco maior do que uma bola de tênis com lampejos de fogo vindo dela."
Um caso argentino em meio aos arquivos da CIA
Em 1962 inúmeras testemunhas viram um UFO sobre Bahia Blanca, Argentina, caso descrito nos arquivos da CIA
Importante ocorrência de 1962 ocorrida no país vizinho faz parte da documentação liberada
A recente liberação de documentos da Agência Central de Inteligência (CIA), na qual a agência ainda apresenta passos de como realizar investigações ufológicas, continua repercutindo entre os pesquisadores. Um dos achados mais surpreendentes entre a documentação liberada é o Caso Bahia Blanca, acontecido em 21 de maio de 1962, em meio a uma onda de observações que é considerada um clássico da Ufologia Argentina.
A informação foi revelada por Andrea Simondini, correspondente internacional da Revista UFO. Ela é fundadora e dirigente do grupo Visión OVNI e diretora da Comissão de Estudos do Fenômeno OVNI da Republica Argentina (Cefora), grupo que tem obtido grande sucesso na liberação de arquivos do governo argentino. Andrea repassou a descoberta feita pelo pesquisador Marco Barraza, diretor do blog Nuestro Pasado Extraterrestre, que realizou uma busca dos arquivos liberados pela CIA e encontrou a menção ao incidente.
O Caso Bahia Blanca aconteceu em 21 de maio de 1962, às 19h30, e a CIA tomou conhecimento dele por meio da agência de notícias Lima AFP Spanish Latin America. Tratou-se da observação de um UFO sobre a cidade de Bahia Blanca, causando uma grande comoção popular em meio a uma grande onda ufológica que assolou a Argentina naquele ano. O fotógrafo Miguel Thomé, do jornal Nueva Província de Bahia Blanca, conseguiu obter algumas fotos do objeto. Descreveu que transitava de carro pela rua Chiclana, quando viu pessoas aglomeradas olhando para o alto. Ele também observou uma luz duas vezes maior que a Luya cheia movendo-se pela cidade.
TESTEMUNHA MILITAR
Foto do UFO visto em Bahia Blanca em 1962
Miguel Thomé seguiu dirigindo, e parou na rua Don Bosco, onde estacionou e bateu as fotos. O objeto se aproximou, aumentando seu tramanho aparente, antes de ficar estacionário por pouco tempo e finalmente disparar no rumo sul. O UFO foi ainda observado pelo contra-almirante Eladio Vásquez, comandante da Base Naval Puerto Belgrano, que afirmou estar em companhia do capitão Aldo Molinari. Ele aguardava uma comissão norte-americana que estava para pousar no aeroporto local, e apresentou uma descrição do UFO para o La Nueva Provincia. O Observatório Astronômico de Córdoba buscou reunir dados sobre o fenômeno, tentando determinar se podia ser um meteoro, a queda de um satélite, mas nada foi encontrado. Outras regiões da Argentina também observaram fenômenos luminosos semelhantes, que se acredita ter sido o mesmo UFO, mas o ápice do avistamento foi em Bahia Blanca.
O documento da CIA sobre o Caso Bahia Blanca
Fonte:Revista Ufo
Ufos-Wilson
Importante ocorrência de 1962 ocorrida no país vizinho faz parte da documentação liberada
A recente liberação de documentos da Agência Central de Inteligência (CIA), na qual a agência ainda apresenta passos de como realizar investigações ufológicas, continua repercutindo entre os pesquisadores. Um dos achados mais surpreendentes entre a documentação liberada é o Caso Bahia Blanca, acontecido em 21 de maio de 1962, em meio a uma onda de observações que é considerada um clássico da Ufologia Argentina.
A informação foi revelada por Andrea Simondini, correspondente internacional da Revista UFO. Ela é fundadora e dirigente do grupo Visión OVNI e diretora da Comissão de Estudos do Fenômeno OVNI da Republica Argentina (Cefora), grupo que tem obtido grande sucesso na liberação de arquivos do governo argentino. Andrea repassou a descoberta feita pelo pesquisador Marco Barraza, diretor do blog Nuestro Pasado Extraterrestre, que realizou uma busca dos arquivos liberados pela CIA e encontrou a menção ao incidente.
O Caso Bahia Blanca aconteceu em 21 de maio de 1962, às 19h30, e a CIA tomou conhecimento dele por meio da agência de notícias Lima AFP Spanish Latin America. Tratou-se da observação de um UFO sobre a cidade de Bahia Blanca, causando uma grande comoção popular em meio a uma grande onda ufológica que assolou a Argentina naquele ano. O fotógrafo Miguel Thomé, do jornal Nueva Província de Bahia Blanca, conseguiu obter algumas fotos do objeto. Descreveu que transitava de carro pela rua Chiclana, quando viu pessoas aglomeradas olhando para o alto. Ele também observou uma luz duas vezes maior que a Luya cheia movendo-se pela cidade.
TESTEMUNHA MILITAR
Foto do UFO visto em Bahia Blanca em 1962
Miguel Thomé seguiu dirigindo, e parou na rua Don Bosco, onde estacionou e bateu as fotos. O objeto se aproximou, aumentando seu tramanho aparente, antes de ficar estacionário por pouco tempo e finalmente disparar no rumo sul. O UFO foi ainda observado pelo contra-almirante Eladio Vásquez, comandante da Base Naval Puerto Belgrano, que afirmou estar em companhia do capitão Aldo Molinari. Ele aguardava uma comissão norte-americana que estava para pousar no aeroporto local, e apresentou uma descrição do UFO para o La Nueva Provincia. O Observatório Astronômico de Córdoba buscou reunir dados sobre o fenômeno, tentando determinar se podia ser um meteoro, a queda de um satélite, mas nada foi encontrado. Outras regiões da Argentina também observaram fenômenos luminosos semelhantes, que se acredita ter sido o mesmo UFO, mas o ápice do avistamento foi em Bahia Blanca.
O documento da CIA sobre o Caso Bahia Blanca
Fonte:Revista Ufo
Ufos-Wilson
Um caso clássico da ufologia francesa: Caso Cussac
As criaturas vistas pelos jovens franceses em Cussac, França, em 22 de agosto de 1967. Pareciam-se com crianças curiosas com o ambiente
Por Jackson Luiz Camargo
Um caso clássico francês ocorrido a 22 de agosto de 1967 e tendo como protagonistas dois irmãos que cuidavam de um rebanho de vacas nos arredores de Cussac, na França
Cussac e um pequeno povoado do Cantal do Maciço Central, administrativamente dependente de Saint-Fleur, distando desta dezenove quilômetros. Trata-se de um pequeno povoado situada a uma altitude média de 1045 metros, sobre um planalto um pouco pantanoso, onde nasce o rio Temes que vai desaguar na Truyere, depois de passar na aldeia de Alleuze.
Em 22 de Agosto de 1967, dois irmãos. François e Anne Marie, com 13 e 9 anos respectivamente, acompanhados de seu cachorro Medor, saíram as 8 horas da manha para conduzir uma dezena de vacas ate uma pastagem de Tuiles, a uns 800 metros a oeste de Cussac, seguindo as margens da estrada n .° 57 que liga Les Temes a Pont-Farin.
Eles as conduziram, mantendo vigilância sobre os animais. Enquanto as vacas pastavam eles jogaram cartas para passar o tempo. Havia um pouco de movimento na estrada local com automóveis passando ocasionalmente. Em determinado momento as vacas começaram a saltar um pequeno muro que as separavam de outra propriedade onde haviam outras vacas. François, que estava sentado na grama, levantou-se naquele momento para chamar seu cachorro a fim de que ele desviasse as vacas de seu objetivo. Foi aí que ele avistou, a uns 60 metros de onde ele estava, o que ele pensou que eram quatro crianças, atrás de uma pequena cerca de pedras e rodeados por moitas e arvores.
Intrigado, ele alertou sua irmã Anne Marie, que se ficou empolgada com a possibilidade de ter novos amigos pra brincar. Em função disso ela correu na direção dos estranhos aos gritos perguntando se eles queriam brincar.
Os pequenos seres não se assustaram com a presença das crianças e permaneceram no mesmo lugar. Dois dos desconhecidos estavam de pé a direita do aparelho em relação às duas testemunhas, e postados de perfil, parecendo se encararem. Um terceiro virou-lhes as costas, encontrava-se no centro, e ajoelhado, e parecia 'raspava" o solo. O quarto, em pé a direita, olhava na direção das crianças. Segundo as crianças ele tinha à mão o que eles parecia ser um espelho. Ele tinha formato retangular podendo medir 20 x 30 centímetros, e talvez tendo duas faces. Seu brilho cegava as crianças e lhes parecia que para trás ele projetava uma viva claridade que atingia a parte direita da maquina.
O aparelho que estava pousado nas proximidades das testemunhas emitia intensa claridade que ofuscava a vista das crianças.
Segundo relatos das crianças estes seres teriam entre 1 m e 1,20 m(com uma pequena diferença de altura entre eles), esguios, cabeça alongada,, crânio pontiagudo, nariz pontudo, queixo acentuado, braços mais longos que o normal (em comparação com os humanos), pernas magras e curtas. Vestiam um traje preto, semelhante ao de um mergulhador, com aspecto brilhante.
Como não obteve resposta a sua interpelação e intrigado pelo que tinha visto, François foi subir sobre a mureta que cerca seu campo, ao longo da estrada 57, para melhor observar os estranhos, e a partir deste momento as coisas se passaram muito rápido.
Parecendo tomar consciência subitamente daquela presença próxima, os desconhecidos voltaram para o objeto. Inicialmente os dois que se encontravam a esquerda, em seguida aquele que estava ajoelhado e depois o ser do espelho.
Esta entrada surpreendeu as duas crianças pois subitamente os seres começaram a levitar em direção à entrada do objeto. Os três primeiros mergulharam de cabeça no objeto. O quarto tripulante retornou e pegou alguma coisa que havia ficado no solo e imediatamente retornou para o objeto que executou uma ascensão em movimentos espirais até que ouviu-se um assobio agudo e suave ao mesmo tempo em que o objeto aumentava sua luminosidade. A esfera desapareceu pelo céu , em direção noroeste, direção de Plomb do Cantal.
O cachorro das testemunhas latiu durante algum tempo. As vacas do vizinho deixaram sua pastagem e uniram-se às vacas de François e Anne Marie e permaneceram mugindo durante algum tempo. Um estranho cheiro de enxofre permaneceu no ambiente. Diante destes fatos os irmãos recolheram suas vacas e voltaram para casa. François tinha um relógio que funcionava perfeitamente bem até aquela data. Aparentemente ele havia parado. A 300 metros do local eles encontraram o Sr. Valjeux a quem perguntaram as horas. Eram 10h30m. Após isso perceberam a ausência do cachorro que só encontram quando chegaram em casa. Ele estranhamente havia seguido para lá antes, ao invés de esperar os donos, como sempre fez.
Ao chegar em casa, os dois irmãos contaram aos prantos o que havia acontecido. Diante disso o pai contatou a polícia que investigou o caso logo depois. A investigação não revelou nada de anormal, apenas constatou o forte cheiro de enxofre presente no local.
Nos dias seguintes as testemunhas apresentavam olhos lacrimosos, sensibilidade à luz, sono agitado.
Foram ouvidos também testemunhas que viram as crianças no local no horário aproximado do contato. O Sr. Delcher trabalhava em um celeiro próximo e ouviu o som de assobio agudo no mesmo horário que as crianças tiveram a observação. Outro agricultor testemunhou quando as vacas começaram a se agitar, se agrupar e mugir, no entanto não viu qualquer aparelho no céu.
Representação do momento em que as testemunhas avistam o objeto e seus tripulantes
Representação da entrada dos Aliens, na esfera reluzente
Panorâmica do local, com uma indicação em espiral, representando a decolagem do objeto
Um dos investigadores do caso, acompanhado das testemunhas do caso, durante as investigações de campo
Local do contato, nos dias atuais
FONTE: http://www.fenomenum.com.br/
Ufos-Wilson
Por Jackson Luiz Camargo
Um caso clássico francês ocorrido a 22 de agosto de 1967 e tendo como protagonistas dois irmãos que cuidavam de um rebanho de vacas nos arredores de Cussac, na França
Cussac e um pequeno povoado do Cantal do Maciço Central, administrativamente dependente de Saint-Fleur, distando desta dezenove quilômetros. Trata-se de um pequeno povoado situada a uma altitude média de 1045 metros, sobre um planalto um pouco pantanoso, onde nasce o rio Temes que vai desaguar na Truyere, depois de passar na aldeia de Alleuze.
Em 22 de Agosto de 1967, dois irmãos. François e Anne Marie, com 13 e 9 anos respectivamente, acompanhados de seu cachorro Medor, saíram as 8 horas da manha para conduzir uma dezena de vacas ate uma pastagem de Tuiles, a uns 800 metros a oeste de Cussac, seguindo as margens da estrada n .° 57 que liga Les Temes a Pont-Farin.
Eles as conduziram, mantendo vigilância sobre os animais. Enquanto as vacas pastavam eles jogaram cartas para passar o tempo. Havia um pouco de movimento na estrada local com automóveis passando ocasionalmente. Em determinado momento as vacas começaram a saltar um pequeno muro que as separavam de outra propriedade onde haviam outras vacas. François, que estava sentado na grama, levantou-se naquele momento para chamar seu cachorro a fim de que ele desviasse as vacas de seu objetivo. Foi aí que ele avistou, a uns 60 metros de onde ele estava, o que ele pensou que eram quatro crianças, atrás de uma pequena cerca de pedras e rodeados por moitas e arvores.
Intrigado, ele alertou sua irmã Anne Marie, que se ficou empolgada com a possibilidade de ter novos amigos pra brincar. Em função disso ela correu na direção dos estranhos aos gritos perguntando se eles queriam brincar.
Os pequenos seres não se assustaram com a presença das crianças e permaneceram no mesmo lugar. Dois dos desconhecidos estavam de pé a direita do aparelho em relação às duas testemunhas, e postados de perfil, parecendo se encararem. Um terceiro virou-lhes as costas, encontrava-se no centro, e ajoelhado, e parecia 'raspava" o solo. O quarto, em pé a direita, olhava na direção das crianças. Segundo as crianças ele tinha à mão o que eles parecia ser um espelho. Ele tinha formato retangular podendo medir 20 x 30 centímetros, e talvez tendo duas faces. Seu brilho cegava as crianças e lhes parecia que para trás ele projetava uma viva claridade que atingia a parte direita da maquina.
O aparelho que estava pousado nas proximidades das testemunhas emitia intensa claridade que ofuscava a vista das crianças.
Segundo relatos das crianças estes seres teriam entre 1 m e 1,20 m(com uma pequena diferença de altura entre eles), esguios, cabeça alongada,, crânio pontiagudo, nariz pontudo, queixo acentuado, braços mais longos que o normal (em comparação com os humanos), pernas magras e curtas. Vestiam um traje preto, semelhante ao de um mergulhador, com aspecto brilhante.
Como não obteve resposta a sua interpelação e intrigado pelo que tinha visto, François foi subir sobre a mureta que cerca seu campo, ao longo da estrada 57, para melhor observar os estranhos, e a partir deste momento as coisas se passaram muito rápido.
Parecendo tomar consciência subitamente daquela presença próxima, os desconhecidos voltaram para o objeto. Inicialmente os dois que se encontravam a esquerda, em seguida aquele que estava ajoelhado e depois o ser do espelho.
Esta entrada surpreendeu as duas crianças pois subitamente os seres começaram a levitar em direção à entrada do objeto. Os três primeiros mergulharam de cabeça no objeto. O quarto tripulante retornou e pegou alguma coisa que havia ficado no solo e imediatamente retornou para o objeto que executou uma ascensão em movimentos espirais até que ouviu-se um assobio agudo e suave ao mesmo tempo em que o objeto aumentava sua luminosidade. A esfera desapareceu pelo céu , em direção noroeste, direção de Plomb do Cantal.
O cachorro das testemunhas latiu durante algum tempo. As vacas do vizinho deixaram sua pastagem e uniram-se às vacas de François e Anne Marie e permaneceram mugindo durante algum tempo. Um estranho cheiro de enxofre permaneceu no ambiente. Diante destes fatos os irmãos recolheram suas vacas e voltaram para casa. François tinha um relógio que funcionava perfeitamente bem até aquela data. Aparentemente ele havia parado. A 300 metros do local eles encontraram o Sr. Valjeux a quem perguntaram as horas. Eram 10h30m. Após isso perceberam a ausência do cachorro que só encontram quando chegaram em casa. Ele estranhamente havia seguido para lá antes, ao invés de esperar os donos, como sempre fez.
Ao chegar em casa, os dois irmãos contaram aos prantos o que havia acontecido. Diante disso o pai contatou a polícia que investigou o caso logo depois. A investigação não revelou nada de anormal, apenas constatou o forte cheiro de enxofre presente no local.
Nos dias seguintes as testemunhas apresentavam olhos lacrimosos, sensibilidade à luz, sono agitado.
Foram ouvidos também testemunhas que viram as crianças no local no horário aproximado do contato. O Sr. Delcher trabalhava em um celeiro próximo e ouviu o som de assobio agudo no mesmo horário que as crianças tiveram a observação. Outro agricultor testemunhou quando as vacas começaram a se agitar, se agrupar e mugir, no entanto não viu qualquer aparelho no céu.
Panorâmica do local, com uma indicação em espiral, representando a decolagem do objeto
Um dos investigadores do caso, acompanhado das testemunhas do caso, durante as investigações de campo
Local do contato, nos dias atuais
FONTE: http://www.fenomenum.com.br/
Ufos-Wilson
O Incrível Caso da Família Knowles
Na manhã de 20 de janeiro de 1988, Faye Knowles, sua esposa e seus filhos Patrick (24 anos), Sena (21 anos) e Wayne (18 anos), viajavam de carro, através de um rodovia na planície Nullarbor. Por volta das 4 horas da madrugada, a família trafegava entre Madura e Mundrabilla, tendo Sean ao volante, e Patrick no banco do passageiro. Em dado momento, uma luz intensa surgiu logo a frente do veículo na estrada. Impressionado com o avistamento o motorista perguntou ao irmão se aquilo seria uma espaçonave. Patrick rejeitou a ideia. Ainda impressionado com a experiência, Patrick tentou aproximar-se da estranha luz para observar melhor. A aproximadamente 20 metros de distância da luz, um objeto em forma de ovo, intensamente iluminado, cruzou a frente do veículo chegando muito próximo ao solo. Instintivamente Sean desviou o carro para evitar uma colisão com o objeto, mas quase batendo em uma caminhonete que vinha em sentido contrário.
Lugar exato onde ocorreu o incidente
Descrição visual do evento.
Em seguida, todos ouviram um ruído intenso vindo da parte de cima do veículo. Os dois cães da família entraram numa espécie de frenesi, ao mesmo tempo em que tudo tornou-se lento e distante para todos os passageiros. Nenhum dos passageiros sabe determinar quanto tempo seu carro permaneceu no ar ou quanto durou o estado alterado de consciência. Apenas lembram-se que o veículo foi recolocado novamente na estrada com uma certa violência a ponto de estourar o pneu traseiro. Sean imediatamente guiou o carro até o acostamento onde todos saíram e esconderam-se em arbustos próximos onde permaneceram por alguns minutos. Após verificar que o objeto havia ido embora, eles trocaram o pneu do carro e seguiram até a cidade mais próxima. Ao chegar em uma parada encontraram um caminhoneiro, chamado Graham Henley, que dirigia pela estrada quando avistou um objeto voador emitindo luz intensa pelo espelho retrovisor. O objeto permaneceu visível por aproximadamente 5 minutos. Todos examinaram o carro, identificando quatro travessões no teto, danos no pneu a a fina poeira negra, tanto dentro quanto fora do veículo. Em seguida todos retornaram ao local do avistamento onde descobriram marcas de derrapagem, pegadas e sinais que batiam com o relato da família Knowles.
A família seguiu viagem, chegando à Ceduna, onde prestaram depoimentos à polícia local, que confirmou o choque emocional nas testemunhas. Também verificaram o veículo constatando as estranhas marcas e a presença da fina poeira escura. Pesquisadores do UFO Research South Australia, iniciaram imediatamente uma investigação do caso. Entretanto, a pesquisa foi prejudicada pela mídia sensacionalista que restringiu acesso às testemunhas e posicionou-se como donos do caso, dificultando qualquer pesquisa objetiva por parte dos ufólogos. Estes veículos de informação divulgaram posteriormente que não havia amostras de poeira significativas para uma análise. Entretanto, ufólogos conseguiram amostras significativas que foram enviadas para análises em laboratório. A análise revelou diferenças substanciais entre as amostras de poeira de dentro e de fora do veículo. Entretanto, em ambos os caso nada de anormal foi detectado.
A família contando sua experiência num programa de tv
Dr. Richard Haynes da NASA, estudou este caso e outros 3000 incidentes
FONTES: http://www.fenomenum.com.br/ -
Canal Youtube MUNDO PROIBIDO - FindingUFO
Ufos-Wilson
Lugar exato onde ocorreu o incidente
Neste local existem instalações militares há muitos anos
O estranho objeto circulava ao lado direito do carro da família Knowles e aparentemente seguiu a caminhonete que passava em sentido contrário. Sean resolveu seguir o OVNI, mas desistiu em seguida, retomando a viagem. Logo depois, todos ouviram um barulho forte, como se fossem pancadas no veículo, ao mesmo tempo em que o carro parecia estar pesado. Logo em seguida, o veículo foi aparentemente suspenso um pouco acima da estrada.
A senhora Knowles abriu a janela e colocou sua mão sobre o teto do veículo. Ela sentiu algo macio, elástico e levemente quente. Ao recolher a mão percebeu que ela estava suja de um pó muito fino, escuro e que exalava um cheiro fétido semelhante à de carne em decomposição. Isso assustou a todos dentro do veículo.
O estranho objeto circulava ao lado direito do carro da família Knowles e aparentemente seguiu a caminhonete que passava em sentido contrário. Sean resolveu seguir o OVNI, mas desistiu em seguida, retomando a viagem. Logo depois, todos ouviram um barulho forte, como se fossem pancadas no veículo, ao mesmo tempo em que o carro parecia estar pesado. Logo em seguida, o veículo foi aparentemente suspenso um pouco acima da estrada.
A senhora Knowles abriu a janela e colocou sua mão sobre o teto do veículo. Ela sentiu algo macio, elástico e levemente quente. Ao recolher a mão percebeu que ela estava suja de um pó muito fino, escuro e que exalava um cheiro fétido semelhante à de carne em decomposição. Isso assustou a todos dentro do veículo.
Em seguida, todos ouviram um ruído intenso vindo da parte de cima do veículo. Os dois cães da família entraram numa espécie de frenesi, ao mesmo tempo em que tudo tornou-se lento e distante para todos os passageiros. Nenhum dos passageiros sabe determinar quanto tempo seu carro permaneceu no ar ou quanto durou o estado alterado de consciência. Apenas lembram-se que o veículo foi recolocado novamente na estrada com uma certa violência a ponto de estourar o pneu traseiro. Sean imediatamente guiou o carro até o acostamento onde todos saíram e esconderam-se em arbustos próximos onde permaneceram por alguns minutos. Após verificar que o objeto havia ido embora, eles trocaram o pneu do carro e seguiram até a cidade mais próxima. Ao chegar em uma parada encontraram um caminhoneiro, chamado Graham Henley, que dirigia pela estrada quando avistou um objeto voador emitindo luz intensa pelo espelho retrovisor. O objeto permaneceu visível por aproximadamente 5 minutos. Todos examinaram o carro, identificando quatro travessões no teto, danos no pneu a a fina poeira negra, tanto dentro quanto fora do veículo. Em seguida todos retornaram ao local do avistamento onde descobriram marcas de derrapagem, pegadas e sinais que batiam com o relato da família Knowles.
A família seguiu viagem, chegando à Ceduna, onde prestaram depoimentos à polícia local, que confirmou o choque emocional nas testemunhas. Também verificaram o veículo constatando as estranhas marcas e a presença da fina poeira escura. Pesquisadores do UFO Research South Australia, iniciaram imediatamente uma investigação do caso. Entretanto, a pesquisa foi prejudicada pela mídia sensacionalista que restringiu acesso às testemunhas e posicionou-se como donos do caso, dificultando qualquer pesquisa objetiva por parte dos ufólogos. Estes veículos de informação divulgaram posteriormente que não havia amostras de poeira significativas para uma análise. Entretanto, ufólogos conseguiram amostras significativas que foram enviadas para análises em laboratório. A análise revelou diferenças substanciais entre as amostras de poeira de dentro e de fora do veículo. Entretanto, em ambos os caso nada de anormal foi detectado.
Recriação do caso feita nos anos 80
A roda do carro totalmente dilacerada
Dr. Richard Haynes da NASA, estudou este caso e outros 3000 incidentes
FONTES: http://www.fenomenum.com.br/ -
Canal Youtube MUNDO PROIBIDO - FindingUFO
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Arquivo Ovni: Caso Luis Carlos Serra
Garoto é abduzido em área de incidência ufológica reaparecendo quatro dias depois com vários vestígios físicos e fisiológicos.
Em 24 de março de 1978, Penalva, no estado do Maranhão, foi palco de um intrigante caso de abdução, pouco depois da extraordinária onda ufológica conhecida como Chupa-chupa. Era Sexta-Feira Santa e logo depois do meio dia, o protagonista do caso, Luis Carlos Serra, na época com 16 anos, encontrava-se a oeste da cidade, em uma área de mato denso, pegando goiaba. Em dado momento, ele ouviu um barulho muito forte que o assustou.
“Eu estava dentro da mata a oeste da cidade, pegando goiaba, quando ouvi um barulhão, um som agudo como uma buzina de carro. Fiquei assustado. Olhei para cima e vi uma luz muito brilhante, maior que o Sol, com cerca de 0,5 metros de largura. Estava bem acima das palmeiras, era redonda e branca. Machucava os olhos e eu só consegui olhar para ela por pouco tempo.
De repente caí de costas no chão e não podia me mexer. Não sei por quê. Fiquei paralisado. Só conseguia ouvir e ver. Fiquei deitado no chão por um tempo. Aí, comecei a subir no ar e, de repente, vi um objeto acima das árvores. Alguma coisa estava me puxando, mas eu não sei o que era. Fiquei surpreso. Não via nada me segurando nem me tocando.
Levou só alguns segundos. Eu não estava com medo. Olhei para o objeto, enquanto ia subindo. Era redondo e tinha quatro bolas na parte do fundo, e uma delas estava iluminada. Quando cheguei bem no alto, percebi uma cúpula em cima e três janelas ao redor dela. Só uma das janelas estava aberta e eu entrei por ela, deitado, a cabeça primeiro. Tinha certa de um metro quadrado. Quando entrei no objeto, caí no chão, mas não com força. Não parecia muito grande por dentro, era mais ou menos o tamanho desta sala (uns 9 metros quadrados). Eu fiquei deitado com a barriga para cima, ainda paralisado, e não podia olhar em volta”.
Nesse ambiente, Luis viu três pequenos seres, com aproximadamente 1 metro de altura. Todos vestiam uma espécie de escafandro, sendo de aspecto metálico que cobria o corpo inteiro. Nas costas havia uma espécie de mochila pequena. Também vestiam luvas e botas, e havia na altura dos olhos uma espécie de visor de vidro.
“Estavam conversando, mas eu não entendia o que eles falavam. Suas vozes eram altas, mas não pareciam humanas. Eram muito graves. Eu continuava deitado naquela posição, mas já podia olhar ao redor. Havia três cadeiras, como poltronas de alumínio. Os braços eram feitos de borracha. Estavam de frente para a parede, que era branca e não havia nada nela.
Eu não sentia, mas sabia que estávamos nos movendo. Fazia um barulho muito alto. Fui levado à uma terra estranha sem árvores e só com grama alta. Não sei quanto tempo levamos para chegar lá. Saí pela janela da mesma forma como entrei, sem nada apoiando minhas costas. Ainda estava paralisado. Era um lugar estranho, que eu não conhecia. Parecia um campo, mas sem pássaros ou lados. A grama era muito alta, cerca de um metro. Não vi nenhuma casa ou prédio. Não dava para ver o céu, não havia árvores nem estrelas. Era muito escuro.
Eu ainda estava paralisado. Então aquelas pessoas se aproximaram de mim e puseram um tubo em meu nariz. Não doeu. Depois colocaram uma bola transparente em minha boca, e um líquido desceu pela minha garganta muito rápido. Peguei no sono e não sei o que aconteceu depois, até eu acordar no mato“.
Luis Serra acordou no começo da noite da segunda feira seguinte, 27 de março, em um matagal ainda em Penalva. Assustado ele gritou por socorro. Nas proximidades deste local, José Ribamar dos Santos pescava tranquilamente e ouviu o grito de Luis Serra. José entrou no mato e encontrou Luis caído, atordoado e aparentemente paralisado. José reconheceu Luis Serra e sabendo que estava desaparecido desde sexta feira tratou de levá-lo de volta à sua família.
“Ele parecia atordoado. Não parecia machucado e não estava chorando, mas não conseguia se mexer. Ajudei-o a se levantar, mas ele caiu de novo, por isso precisei carregá-lo até o meu barco e levá-lo para minha casa. Ele não disse nada depois que ouvi seus gritos”.
Ao chegar em Penalva, José com a ajuda de vizinhos levou Luis Serra para a casa de sua mãe, Maria. Ao chegar ao local, Maria pediu que o levassem ao Hospital Penalva onde foi atendido inicialmente por enfermeiros e no dia seguinte pela Doutora Linda Macieira, clinica geral e ginecologista.
“Luis estava completamente amortecido e tinha contrações musculares como se estivesse paralisado. Quando o vi pela primeira vez, achei que o menino havia fumado maconha ou tomado alguma outra droga, mas nós descobrimos que não era esse o caso. Faltavam quatro dentes e percebemos que eles tinham sido arrancados. Vários outros estavam quebrados. Só um dos dentes fora completamente extraído, e os outros três ainda tinham as raízes. Os quatro sangravam.
Disseram-me que o menino tinha cabelo comprido antes, mas ele estava completamente careca. Quando o examinei, descobri que os cabelos tinham sido queimados. O couro cabeludo estava intacto, mas a parte de cima das duas orelhas estavam levemente chamuscadas, como marcas de Sol, e cheirava queimado também”.
Linda percebeu que Luis estava com o corpo quase rígido. Ela não conseguiu mover os braços e pernas do jovem e em seguida resolveu fazer testes de sensibilidade.
“Espetei-os com alfinete para testar a sensibilidade, mas ele não tinha reação alguma, como dor, em nenhuma parte do corpo. Examinei todo o corpo e não vi marcas. Estava tudo normal, não havia nenhuma cicatriz, o único problema era com os dentes. O garoto respirava normalmente e não exalava hálito incomum nem tinha cheiro estranho no corpo. Não consegui chegar a nenhuma conclusão sobre o que causou aquela condição. Não tenho a menor idéia do que aconteceu com ele. Passou nove dias sem comer. Precisou ser alimentado por soro, porque nem água ele bebia. Ficou três dias sem ir ao banheiro e teve que ser cateterizado”.
Um detalhe importante é que Luis recorda-se plenamente do começo a experiência até o momento em que perdeu a consciência a bordo do aparelho. Após isso, lembra-se de ter acordado no matagal e ter gritado por socorro, fato ocorrido em 27 de março. Ele não se recorda de nada do que ocorreu nos sete dias seguintes, período em que esteve internado.
Em 30 de março ele foi transferido para o Hospital Serme, em São Luis, onde foi examinado por seis médicos de várias áreas. Um destes médicos é o Dr. Antônio Saldanha, neurologista.
“Achei um caso muito estranho, pois meu exame não revelou nenhuma reação neurológica anormal. Luis foi encontrado em estado como se estivesse em choque. Não conseguia falar. Eu não chamaria de afasia, que é a impossibilidade de falar, mas ainda assim o menino não falava. Era um paciente trancafiado".
Alguma coisa o tinha assustado. Como neurologista, não fui capaz de explicar por que ele apresentava aquele quadro clínico. Não encontrei nenhum sinal em seu exame neurológico que justificasse o que ele tinha, naquele momento. O tempo todo em que o examinei, ele manteve os olhos abertos e parados, como se estivesse acuado. Nos primeiros dias, ele não comeu e precisou de alimentação intravenosa. Não conseguia engolir comida. Era muito estranho porque ele não apresentava a menor reação à comida. Se a gente mostrasse alguma coisa para ele comer ele permanecia indiferente. A mesma coisa com água, por isso fomos obrigados a dar-lhe fluídos.
Fiz um check-up cardiológico e não detectei nada incomum. A pulsação e o batimento cardíaco, e todo o resto estavam normais. Ele não tinha reação à estímulos de dor. Seria impossível ele estar fingindo todos aqueles sintomas. Alguma coisa tinha deixado o garoto em choque. Era mesmo um caso muito estranho. Nunca vi nada parecido. Chamei um psiquiatra porque não consegui encontrar nenhum problema psicológico”.
Por fim, dois psiquiatras examinaram Luis Serra: o Dr. Renato Barcelar, e o Dr. Barcelar Viana. Suas análises focaram-se no depoimento do paciente, após este recuperar a fala, alguns dias depois. O Dr. Renato Barcelar, em entrevista ao ufólogo Bob Pratt, pesquisador do caso, declarou que tentou encontrar contradições em sua história sobre o disco voador várias vezes, mas não conseguiu.
“Ele repetiu a história sem uma variação, todas as vezes. Talvez esteja falando a verdade”.
Assim que recuperou os movimentos, Luis pediu papel e lápis onde começou a escrever sobre sua experiência e a desenhar o que havia visto durante o contato. Ele repetiu seu relato várias vezes sem alterações ou contradições. Em 7 de abril recebeu alta e voltou para casa.
O ufólogo Bob Pratt entrevistou várias pessoas na cidade que confirmaram os fatos ocorridos na ocasião. Um deles é João Francisco Mendes, então prefeito da cidade, declarou que Luis Serra é tido como rapaz honesto, humilde e que não teria motivos para inventar uma história desta natureza, ou mesmo fugir de casa. Ele acrescenta que na ocasião do desaparecimento várias pessoas na cidade observaram um objeto luminoso sobrevoando a região.
Bob Pratt, pesquisador original do caso
Livros de Bob Pratt abordando o caso
FONTE: http://www.fenomenum.com.br/
Fonte: Ufos-Wilson
Em 24 de março de 1978, Penalva, no estado do Maranhão, foi palco de um intrigante caso de abdução, pouco depois da extraordinária onda ufológica conhecida como Chupa-chupa. Era Sexta-Feira Santa e logo depois do meio dia, o protagonista do caso, Luis Carlos Serra, na época com 16 anos, encontrava-se a oeste da cidade, em uma área de mato denso, pegando goiaba. Em dado momento, ele ouviu um barulho muito forte que o assustou.
“Eu estava dentro da mata a oeste da cidade, pegando goiaba, quando ouvi um barulhão, um som agudo como uma buzina de carro. Fiquei assustado. Olhei para cima e vi uma luz muito brilhante, maior que o Sol, com cerca de 0,5 metros de largura. Estava bem acima das palmeiras, era redonda e branca. Machucava os olhos e eu só consegui olhar para ela por pouco tempo.
De repente caí de costas no chão e não podia me mexer. Não sei por quê. Fiquei paralisado. Só conseguia ouvir e ver. Fiquei deitado no chão por um tempo. Aí, comecei a subir no ar e, de repente, vi um objeto acima das árvores. Alguma coisa estava me puxando, mas eu não sei o que era. Fiquei surpreso. Não via nada me segurando nem me tocando.
Levou só alguns segundos. Eu não estava com medo. Olhei para o objeto, enquanto ia subindo. Era redondo e tinha quatro bolas na parte do fundo, e uma delas estava iluminada. Quando cheguei bem no alto, percebi uma cúpula em cima e três janelas ao redor dela. Só uma das janelas estava aberta e eu entrei por ela, deitado, a cabeça primeiro. Tinha certa de um metro quadrado. Quando entrei no objeto, caí no chão, mas não com força. Não parecia muito grande por dentro, era mais ou menos o tamanho desta sala (uns 9 metros quadrados). Eu fiquei deitado com a barriga para cima, ainda paralisado, e não podia olhar em volta”.
Nesse ambiente, Luis viu três pequenos seres, com aproximadamente 1 metro de altura. Todos vestiam uma espécie de escafandro, sendo de aspecto metálico que cobria o corpo inteiro. Nas costas havia uma espécie de mochila pequena. Também vestiam luvas e botas, e havia na altura dos olhos uma espécie de visor de vidro.
“Estavam conversando, mas eu não entendia o que eles falavam. Suas vozes eram altas, mas não pareciam humanas. Eram muito graves. Eu continuava deitado naquela posição, mas já podia olhar ao redor. Havia três cadeiras, como poltronas de alumínio. Os braços eram feitos de borracha. Estavam de frente para a parede, que era branca e não havia nada nela.
Eu não sentia, mas sabia que estávamos nos movendo. Fazia um barulho muito alto. Fui levado à uma terra estranha sem árvores e só com grama alta. Não sei quanto tempo levamos para chegar lá. Saí pela janela da mesma forma como entrei, sem nada apoiando minhas costas. Ainda estava paralisado. Era um lugar estranho, que eu não conhecia. Parecia um campo, mas sem pássaros ou lados. A grama era muito alta, cerca de um metro. Não vi nenhuma casa ou prédio. Não dava para ver o céu, não havia árvores nem estrelas. Era muito escuro.
Eu ainda estava paralisado. Então aquelas pessoas se aproximaram de mim e puseram um tubo em meu nariz. Não doeu. Depois colocaram uma bola transparente em minha boca, e um líquido desceu pela minha garganta muito rápido. Peguei no sono e não sei o que aconteceu depois, até eu acordar no mato“.
Luis Serra acordou no começo da noite da segunda feira seguinte, 27 de março, em um matagal ainda em Penalva. Assustado ele gritou por socorro. Nas proximidades deste local, José Ribamar dos Santos pescava tranquilamente e ouviu o grito de Luis Serra. José entrou no mato e encontrou Luis caído, atordoado e aparentemente paralisado. José reconheceu Luis Serra e sabendo que estava desaparecido desde sexta feira tratou de levá-lo de volta à sua família.
“Ele parecia atordoado. Não parecia machucado e não estava chorando, mas não conseguia se mexer. Ajudei-o a se levantar, mas ele caiu de novo, por isso precisei carregá-lo até o meu barco e levá-lo para minha casa. Ele não disse nada depois que ouvi seus gritos”.
Ao chegar em Penalva, José com a ajuda de vizinhos levou Luis Serra para a casa de sua mãe, Maria. Ao chegar ao local, Maria pediu que o levassem ao Hospital Penalva onde foi atendido inicialmente por enfermeiros e no dia seguinte pela Doutora Linda Macieira, clinica geral e ginecologista.
“Luis estava completamente amortecido e tinha contrações musculares como se estivesse paralisado. Quando o vi pela primeira vez, achei que o menino havia fumado maconha ou tomado alguma outra droga, mas nós descobrimos que não era esse o caso. Faltavam quatro dentes e percebemos que eles tinham sido arrancados. Vários outros estavam quebrados. Só um dos dentes fora completamente extraído, e os outros três ainda tinham as raízes. Os quatro sangravam.
Disseram-me que o menino tinha cabelo comprido antes, mas ele estava completamente careca. Quando o examinei, descobri que os cabelos tinham sido queimados. O couro cabeludo estava intacto, mas a parte de cima das duas orelhas estavam levemente chamuscadas, como marcas de Sol, e cheirava queimado também”.
Linda percebeu que Luis estava com o corpo quase rígido. Ela não conseguiu mover os braços e pernas do jovem e em seguida resolveu fazer testes de sensibilidade.
“Espetei-os com alfinete para testar a sensibilidade, mas ele não tinha reação alguma, como dor, em nenhuma parte do corpo. Examinei todo o corpo e não vi marcas. Estava tudo normal, não havia nenhuma cicatriz, o único problema era com os dentes. O garoto respirava normalmente e não exalava hálito incomum nem tinha cheiro estranho no corpo. Não consegui chegar a nenhuma conclusão sobre o que causou aquela condição. Não tenho a menor idéia do que aconteceu com ele. Passou nove dias sem comer. Precisou ser alimentado por soro, porque nem água ele bebia. Ficou três dias sem ir ao banheiro e teve que ser cateterizado”.
Um detalhe importante é que Luis recorda-se plenamente do começo a experiência até o momento em que perdeu a consciência a bordo do aparelho. Após isso, lembra-se de ter acordado no matagal e ter gritado por socorro, fato ocorrido em 27 de março. Ele não se recorda de nada do que ocorreu nos sete dias seguintes, período em que esteve internado.
Em 30 de março ele foi transferido para o Hospital Serme, em São Luis, onde foi examinado por seis médicos de várias áreas. Um destes médicos é o Dr. Antônio Saldanha, neurologista.
“Achei um caso muito estranho, pois meu exame não revelou nenhuma reação neurológica anormal. Luis foi encontrado em estado como se estivesse em choque. Não conseguia falar. Eu não chamaria de afasia, que é a impossibilidade de falar, mas ainda assim o menino não falava. Era um paciente trancafiado".
Alguma coisa o tinha assustado. Como neurologista, não fui capaz de explicar por que ele apresentava aquele quadro clínico. Não encontrei nenhum sinal em seu exame neurológico que justificasse o que ele tinha, naquele momento. O tempo todo em que o examinei, ele manteve os olhos abertos e parados, como se estivesse acuado. Nos primeiros dias, ele não comeu e precisou de alimentação intravenosa. Não conseguia engolir comida. Era muito estranho porque ele não apresentava a menor reação à comida. Se a gente mostrasse alguma coisa para ele comer ele permanecia indiferente. A mesma coisa com água, por isso fomos obrigados a dar-lhe fluídos.
Fiz um check-up cardiológico e não detectei nada incomum. A pulsação e o batimento cardíaco, e todo o resto estavam normais. Ele não tinha reação à estímulos de dor. Seria impossível ele estar fingindo todos aqueles sintomas. Alguma coisa tinha deixado o garoto em choque. Era mesmo um caso muito estranho. Nunca vi nada parecido. Chamei um psiquiatra porque não consegui encontrar nenhum problema psicológico”.
Por fim, dois psiquiatras examinaram Luis Serra: o Dr. Renato Barcelar, e o Dr. Barcelar Viana. Suas análises focaram-se no depoimento do paciente, após este recuperar a fala, alguns dias depois. O Dr. Renato Barcelar, em entrevista ao ufólogo Bob Pratt, pesquisador do caso, declarou que tentou encontrar contradições em sua história sobre o disco voador várias vezes, mas não conseguiu.
“Ele repetiu a história sem uma variação, todas as vezes. Talvez esteja falando a verdade”.
Assim que recuperou os movimentos, Luis pediu papel e lápis onde começou a escrever sobre sua experiência e a desenhar o que havia visto durante o contato. Ele repetiu seu relato várias vezes sem alterações ou contradições. Em 7 de abril recebeu alta e voltou para casa.
O ufólogo Bob Pratt entrevistou várias pessoas na cidade que confirmaram os fatos ocorridos na ocasião. Um deles é João Francisco Mendes, então prefeito da cidade, declarou que Luis Serra é tido como rapaz honesto, humilde e que não teria motivos para inventar uma história desta natureza, ou mesmo fugir de casa. Ele acrescenta que na ocasião do desaparecimento várias pessoas na cidade observaram um objeto luminoso sobrevoando a região.
Luis Carlos Serra, ainda em recuperação no Hospital Serme, em São Luis.
Luis Carlos Serra, à esquerda, indicando o tamanho dos tripulantes do objeto que o abduziu
Livros de Bob Pratt abordando o caso
FONTE: http://www.fenomenum.com.br/
Fonte: Ufos-Wilson
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
A Serra do Japi em Jundiaí (SP) abrigaria uma base para Óvnis?
Na primeira parte da entrevista, Helenice Rodrigues(foto abaixo) revelou que quatro ondas ufológicas ocorreram em Itupeva. Hoje, a estudiosa de eventos extraterrenos em Jundiaí e região fala de outros casos e da importância da Serra do Japi para quem vem de outros planetas. Para Helenice, a serra abriga uma base para naves.
O caso na propriedade da família Ming foi o mais importante em termos ufológicos ocorrido na região de Jundiaí?
Foi importante. Mas, para mim, o mais marcante, em Jundiaí, foi um contato que tivemos com tripulantes de uma nave. Nosso grupo foi hipnotizado quando estava indo ao Colégio Agrícola, para nos reunirmos com alguns jovens estudantes que se interessavam pela Ufologia. Nesta noite erramos o trajeto que fazíamos todas as semanas. Eu, sentindo um sono estranho, incentivei o grupo a ir ao local de contatos, lá no Condomínio da Serra do Japi, Eloy Chaves, onde uma gigantesca nave se materializou sobre a mata , sendo que os detalhes estão descritos no meu livro Estrela de Belém, e no vídeo do Youtube que fiz recentemente (abaixo), com o desenho da nave, feito à lápis, por um dos integrantes do grupo, naquela época, e agora, redesenhada pelo Marcos Reiki. Digno de divulgação, também, por ser um caso que envolveu umas 50 testemunhas, ocorreu no bairro que eu morava em 1982, dia 2 de agosto, no Jardim Morumbi, em Jundiaí, quando uma nave em forma de um disco, cheia de luzes vermelhas passou em frente à janela do apartamento que eu morava e depois deu voltas ao redor do Edifício Casablanca à rua do Retiro, durante uns 20 minutos, chegando a ficar à altura de um poste. Dizem que houve blecaute neste prédio e as pessoas desceram para vê-lo, sendo que as crianças ficaram eufóricas com as exibições que se seguiram, até desaparecer. No outro dia houve reportagem no jornal Jundiaí Hoje, com o desenho do objeto e depoimentos das testemunhas.
Quando do caso no sítio dos Ming, a senhora comentou que as naves eram atraídas pelos minerais que existem na Serra do Japi…
Os avistamentos de Ovnis sempre ocorreram em nossa região, só que não havia quem os divulgasse por ser um assunto que gera polêmica e as pessoas não querem cair no ridículo. No geral, há interesses específicos de cada raça visitante, desde coletas de materiais, pesquisa em animais, abduções de seres humanos com a finalidade de gerar crianças híbridas para o aperfeiçoamento da nossa espécie. Creio que a missão dos seres interplanetários do bem é colaborar com a humanidade, através dos contatos que estão cada vez mais intensos, dando orientação de novos rumos, avanços, não somente tecnológicos mas espirituais, para diminuir a ignorância e o materialismo dominante atualmente. De tempos em tempos eles dão um impulso na nossa evolução.
Então antes do caso de Itupeva, discos voadores eram vistos com frequência e continuam sendo observados na serra?
A maioria dos relatos referem-se a objetos voadores que vinham da direção da Serra do Japi em Jundiaí e Cabreúva.
Acreditam que há uma base na Serra do Japi?
Pelo movimento de Ovnis vistos e relatados por muita gente de nossa região, e por nossas observações em grupo, acreditamos que em Cabreúva exista uma base deles.
Em que época específica do ano é melhor observá-los? Se sim, pq escolhem este período?
Nós, do Grupo Renascendo, aproveitamos o período do inverno quando o tempo está mais firme, estrelado e não há perigo de interrompermos as nossas vigílias. Da parte deles não há problemas, pois já apareceram com tempo frio, nublado, chuviscos (caso da nave que se materializou no Condomínio da Serra (Eloy Chaves), no dia 4 de novembro de 1992 e eles dissiparam todo o nevoeiro com raios de luzes brancas girando na parte superior da nave (desenho de Marcos Heiki, ao lado).
Onde são os pontos de observação de vocês?
Atualmente ficamos na Chácara Sol Maior, Serra do Japi, de propriedade de um amigo que nos cede mensalmente para as nossas reuniões e vigílias. Tivemos vários avistamentos nessa chácara, iniciando por uma grande nave de luz, que vindo da região oeste, pairou sobre o nosso grupo, ao mesmo tempo que os saudamos. Às vezes usamos outros locais, quando a noite está estrelada e convidativa. As vigílias são muito gratificantes mesmo que não haja avistamentos, quando aproveitamos essas ocasiões para observarmos os planetas, a Lua, as conjunções planetárias, etc. Orbs(bolas de luz) de várias cores e elemental já foram fotografados durante as vigílias.
São grupos muito grandes? Quantos? Formados por quantas pessoas?
Sempre trabalhamos com grupos pequenos e recebemos visitantes também, mensalmente, sendo que o grupo atual é conta com 11 pessoas mais assíduas.
Já filmaram objetos estranhos?
Essa é a parte mais difícil. Já ficamos de frente com um belíssimo fenômeno ufológico, ocorrido na Fazenda Ribeirão, Serra do Japi, quando, durante 53 minutos vimos dois Ovnis acoplados, além de uma sonda em cima, formando uma grande língua vermelha, com 10 vezes a largura de uma estrela. e a altura, umas 15 vezes…Foi uma esplêndida visão, para nosso grupo Ufologia Jundiaí. Todos tentaram fotografar celulares, mas ninguém conseguiu.
De minha parte, eu estava com uma máquina Canon antiga e também não consegui gravar nenhum reflexo. Ficamos decepcionados! Numa outra vigília, também na Fazenda Ribeirão, avistamos novamente os dois Ovnis, lado a lado, indo em direção à mata que fica atrás do Casarão e ninguém fotografou.
Eu os acompanhei através de binóculos. Há algumas filmagens de Ovnis por outras pessoas, como de uma amiga, feita na avenida Nove de Julho, no ano passado, mas não são muito nítidas, feitas através de celulares. A melhor já conseguida em Jundiaí é de autoria de Luiz Crossi Neto. Ele filmou um Ovni em pleno dia, logo após a ocorrência em Itupeva. Crossi estava na divisa entre as duas cidades. Eu acredito que seja a mesma nave que desceu no bairro de Monte Serrat. Eram dois Ovnis, segundo ele, mas conseguiu filmar só um deles.
Também vi, numa outra oportunidade, estes dois Ovnis indo em direção à Serra do Mursa, mas nem máquina fotográfica e celular eu tinha nessa manhã. Liguei para os jornais para avisar da ocorrência, mas como era num domingo não havia repórter de plantão.
Uma pena! Em Itupeva, um jovem do Monte Serrat, viu e filmou os dois Ovnis no dia 1º de maio de 1997, portanto, uns dias após a ocorrência ufológica nessa região. Ele disse que nunca tinha visto nada igual: “Eles lançavam raios de todas as cores”.
O filme está em seu poder e foi divulgado por um jornal.
FONTE: jundiagora.com.br
Fonte: Ufos-Wilson
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