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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Mistério: Objeto espacial desconhecido envia sinais de rádio a cada 18 minutos

Antes que tenham a ideia de ser algo produzido pelos terráqueos, temos de referir que este sinal é diferente de tudo o que já vimos antes, segundo os especialistas. O mistério está num objeto espacial desconhecido que emite ondas de rádio aproximadamente três vezes por hora, informaram os investigadores do Centro Internacional de Pesquisa em Radioastronomia (ICRAR).


De acordo com um comunicado de imprensa, o objeto foi visto pela primeira vez em março de 2018 e tem sido observado desde então para entender as suas origens. Serão alienígenas a tentar comunicar?

Sinais de rádio vindos do universo

Poderão dizer que este tipo de assunto já não é novo e que até já foi confundido com um microondas, num laboratório de observação. Mas este parece muito diferente do que até hoje foi captado.

Os objetos celestes que emitem ondas pulsantes são uma observação bastante regular para um astrónomo. Chamados de transientes, estes objetos levam meses para desaparecer ou podem rapidamente desaparecer em questão de segundos, ou mesmo milissegundos, conforme referiu Gemma Anderson, astrofísica do ICRAR, no comunicado à imprensa.

Contudo, no caso deste objeto, a sequência repetida de pulsos é um pouco estranha.

A observação foi feita usando o Murchison Widefield Array (MWA) instalado na Austrália Ocidental, que consiste em 4.096 pequenas antenas de baixa frequência em forma de aranha dispostas em 256 grades. Segundo o site da organização por trás destes equipamentos, isto dá ao radiotelescópio um campo de visão e faixa de frequência muito amplos.

O MWA é o precursor do Square Kilometer Array (SKA) que está a ser construído através de colaboração internacional e será o maior radiotelescópio do mundo.

O objeto descoberto pelos investigadores é incrivelmente brilhante, mas menor do que o nosso Sol. Os sinais altamente polarizados recebidos sugerem que há um forte campo magnético ao seu redor.

Ondas de rádio: Serão alienígenas a tentar comunicar?

Segundo a astrofísica Natasha Hurley-Walker, da Universidade Curtin, que liderou a descoberta, o objeto poderia ser um magnetar - uma estrela de neutrões que gira lentamente e que só teve existência teórica até agora. A sua equipa vigia atualmente o objeto para ver se ele volta a ligar-se.

O objeto foi apelidado de GLEAM-X J162759.5-523504.3 e está localizado a cerca de 4.000 anos-luz da Terra, informou a Hurley-Walker, que chamou à sua localização de o nosso "quintal galáctico". A astrofísica está confiante que não são alienígenas, já que o sinal consiste numa ampla faixa de frequências e não é artificial.

Os dados do MWA são transmitidos para o Pawsey Supercomputing Center em Perth para armazenamento de longo prazo e os investigadores podem vasculhar os dados históricos recolhidos na última década para encontrar instâncias semelhantes de outros objetos pulsando ondas de rádio desta maneira.

Fonte de informação: https://pplware.sapo.pt

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Entrevista a Nuno Alves, por Marina Pereira do CPOFI

Aqui partilhamos a entrevista realizada por Marina Pereira do CPOFI "Clube Português de Ovnilogia e Fenómenos Insólitos".

No seguimento da entrevista realizada no Sábado 4 de Julho pelas 22horas, aqui deixamos a entrevista para todos aqueles que não tiveram a possibilidade de assistir online a este evento através do Facebook.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Seres humanos podem ter vindo de outra galáxia

De acordo com os cientistas, na realidade os seres humanos deveriam se considerar como “viajantes espaciais” ou “imigrantes extragalácticos”. Esses cientistas fizeram um estudo que alega que nós viemos de algum lugar, fora da Via Láctea.

Cientistas e astrofísicos da Northwestern University alegam que quase metade da matéria que compõe nossa galáxia e nosso próprio corpo veio de galáxias distantes.

Eles usaram grandes computadores para simular um modelo que demonstram como a matéria é transferida entre galáxias.

As supernovas ejetam grandes quantidades de gás nas galáxias, o que faz os átomos serem transportados de uma para outra, através de fortes ventos galácticos.

Mais da metade dos átomos que existem dentro dos nossos corpos pode vir de outras galáxias, localizadas a milhões de anos-luz de distância.

“Dado que grande parte da matéria que compõe nosso corpo pode ter vindo de outras galáxias, podemos nos considerar viajantes espaciais ou imigrantes extragalácticos”, disse Daniel Anglés Alcázar, aluno de pós-doutorado do Centro de Astrofísica da Northwestern University, e responsável pelo estudo.

“É provável que grande parte da matéria da Via Láctea tenha vindo de outras galáxias, expulsa por fortes ventos e viajando através do espaço intergaláctico, até finalmente encontrar um novo lar na Via Láctea”.

As galáxias se encontram separadas, a grandes distâncias entre si, então, embora os ventos galácticos soprem a uma velocidade de centenas de quilômetros por segundo, esse processo ocorreu vários milhares de milhões de anos atrás.

Yahoo Notícias

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

OVNI é filmado sobre a Áustria

Não existe muita informação adicional sobre o respectivo vídeo.
Apenas se sabe que foi realizado numa pequena localidade Austríaca a 11 de Fevereiro.
Com alguma atenção é possível observar que por detrás das luzes se encontra uma montanha e alguma névoa!
Porem o comportamento das luzes fogem do padrão de luzes de transito sobre a montanha.
Limpa Neves?!
Assista à imagem em HD e tire as suas conclusões.