terça-feira, 30 de julho de 2019

Luzes anómalas em Ponte de Lima Portugal

Localização - Ponte de Lima

Data, hora - 28/07/2019 - 23:00h

Testemunhas - Sra. Aninhas Martins e seus pais

Relato...
"Ontem, por volta das 23h30, eu o meu pai avistamos um fenómeno luminoso no céu. Nós estávamos no carro, o meu pai ia a conduzir e na freguesia da Ribeira, em Ponte de Lima, mais concretamente na reta da estrada nacional do lugar de Talharezes, em direcção a Ponte de Barca, reparámos numas luzes que se moviam rapidamente no ceú. As luzes assumiam padrões luminosos diferentes, primeiro eram cerca de quatro que se moviam em círculo, depois já eram duas que se moviam da esquerda para a direita e vice-versa. As luzes moviam-se muito rapidamente e acompanharam o nosso trajecto até à nossa residência, em Santa Cruz do Lima, sempre do nosso lado esquerdo, do lado do rio. E mesmo após chegarmos a casa, pela meia noite, as luzes permaneceram no ceú, até a minha mãe as viu também. Durante o trajecto, parámos o carro duas vezes, para tentar perceber o que seriam. Não passou nenhum carro por nós até chegarmos a casa. Por vezes, o fenómeno desaparecia por uns segundos, depois voltava. Numa altura, achei que já tinham desaparecido por completo, mas olhei para trás do carro e lá estava ele. Moviam-se na horizontal.

As luzes não tinham sempre a mesma dimensão, quando eram várias eram menores e deviam medir cerca de 1 metro. Quando se uniam duas a duas, deviam ter cerca de 3 metros. Eram amplas, em formato tipo de nuvem, com as pontas arredondadas, mas não muito definidas. Parecia que estavam a dançar. Eram mesmo tipo massas de luzes, transparentes, mas como o céu estava nublado, pareciam tipo nuvens. A luz era fixa e própria.

Já em casa, o fenómeno projectou raios luminosos muito mais rápidos, de cor rosada, mas essa parte já não vi eu, viu o meu pai. Ele diz que pareciam tipo raios luminosos em várias direcções, mas que não cruzavam uns com os outros e dirigiam-se para o espaço. Não viu melhor, porque tinha uma árvore no nosso jardim e ele ficou assustado e não quis ir ver à estrada.

Ambos os fenómenos não estavam muito altos no céu e no fenómeno dos raios luminosos já estavam mais próximos da casa. Não vimos quando desapareceu, porque o meu pai acabou por ir para a cama e eu já tinha ido antes.

Nós ficamos assustados, porque não conseguimos encontrar uma explicação para este fenómeno. Vocês têm alguma explicação lógica? Ou, foi mesmo um fenómeno ovni?

Eu tenho 28 anos e sou investigadora em sociologia, o meu pai te 66 e é reformado, mas faz artigos em cimento".

UFO Portugal Network

De momento não encontramos uma resposta plausível para o relato acima referenciado pela testemunha.
Poderíamos alegar a probabilidade de alguma projeção de luzes, porém as festividades da região ocorrerão somente de 4 a 9 de Setembro!
Não deixa de ser intrigante o relato, pelo simples facto da região ser rodeado por altas Serras o que nos faz vaguear com os casos ocorridos na Serra da Gardunha.

Solicitamos a quem observou o mesmo fenómeno que entre em contacto connosco através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt

Uma imagem poderia ser fundamental para obtermos uma conclusão do que pode ou não ser este fenómeno.

domingo, 28 de julho de 2019

Psicologia na Ovnilogia interpretação de uma imagem


Esta imagem irá ajudar a entender a sua forma de interação na interpretação de uma imagem, o que é fundamental no mundo da investigação do fenómeno OVNI.

Ver uma imagem ambígua e interpretá-la por conta própria acaba por ter resultados significados importantes sobre si.
É neste campo que entra em acção a compreensão psicológica de cada testemunha.
Olhe para a imagem acima durante alguns segundos, qual é a primeira imagem que lhe vêm à sua mente?
Algumas pessoas acreditam que a imagem que viram inicialmente foi uma caverna, mas há também aqueles que viram OVNIs abaixando alienígenas, ou um crânio alienígena

1. Olhe para a foto da caverna

Você que viu a foto nos primeiros segundos, é uma pessoa positiva que vê e analisa tudo.
Você é uma pessoa calma que só tenta ver o lado bom das coisas, tanto no ambiente como nas pessoas ao seu redor.

Por causa de sua força interior e optimismo, situações negativas não colocam pressão sobre você mesmo.
Pessoas como você são frequentemente solicitadas para ajuda ou dar conselhos.
Continue a apoiar essas pessoas e compartilhe energia positiva com elas.

2. OVNIs capturando humanos

Para as pessoas que vêem esta imagem como um OVNI capturando humanos, pode reflectir pessoas que parecem estar sempre à beira de perturbações emocionais que vão explodir ou pensar negativamente sobre alguma coisa.
Baixos níveis de vulnerabilidade ao estresse causam problemas de saúde, como insônia ou pesadelos freqüentes.
Não deixe que as emoções continuem sendo pressionadas e não deixe que as pequenas coisas o incomodem. Porque as pessoas com essa personalidade são facilmente estressadas por causa de pequenas coisas.
Não se deixe influenciar pelos filmes de ficção científica, que por norma mostram a conquista do planeta terra, por alienígenas malefícios, causando a espécie humana no risco de extinção.

3. Olhe para o crânio

Se você ver essa imagem como um crânio, isso pode significar que você tende a causar problemas, porque qualquer um dos seus factores ou forma de pensar são excessivos.
Para superar isso, você deve dominar a si mesmo e parar de desperdiçar energia com preocupações infundadas.
Ao enfrentar uma situação difícil, tente olhar de outro ângulo. Porque a personalidade por de trás dessa personagem é muito vulnerável e fácil de se preocupar. Aqui surgem as más interpretações.

Então e você, qual foi a primeira imagem que viu?

Suara.com 

sábado, 27 de julho de 2019

OVNIs & Filamentos "Cabelo de Anjo

O fenómeno cabelo de anjo é um fenômeno raro e extremamente misterioso, até agora os cientistas não conseguem encontrar uma explicação racional. Esta é uma seda macia e suave, normalmente quando observados Objectos Voadores Não Identificados.

Este fenómeno ocorre um pouco po todo o mundo, os locais mais populares são a América do Norte, Nova Zelândia, Austrália, Europa Ocidental e como será óbvio Portugal com dois locais registados até ao momento ( Évora 1959, Alverca do Ribatejo 2014 ).
Alguns cientistas especulam que o fenómeno cabelo de anjo, seja teia de aranha ou a seda de algumas espécies de insetos. No entanto, muitas pessoas acreditam que estes filamentos estejam relacionados a OVNIs, ou vida extraterrestre.

Em 1967, investigadores soviéticos recolheram algumas amostras de cabelos de anjo na Nova Zelândia. Ao analisar e pesquisar, os cientistas concluíram que os filamentos são um material fibroso com menos de 0,1 micrômetro de diâmetro. Muitos fios estão emaranhados para formar clusters, que são brancos e transparentes. Ao mesmo tempo, o cabelo de anjo não é formado naturalmente. No entanto, devido a não conseguirem recolher espécimes suficientes, nenhuma pesquisa adicional pode ser feita desde então.

De acordo com um relatório da British National Academy em agosto de 1998, depois de ser observado um OVNI a norte do país de Gales, o misterioso material de filamentos foi encontrado no chão.

Ovnis gravados sobre a Laguna Alalay em Cochabamba, Bolívia (1999)

Laguna Alalay

No ano de 1999, sobre a Lagoa Alalay na cidade de Cochabamba, constantes avistamentos eram presenciados por moradores das imediações desta lagoa. Por várias vezes os mesmos tentaram contactar redes de tvs locais que em sua grande maioria ignoraram os fatos, somente indo ao local uma equipe de tv do canal boliviano Red Uno, que na noite de 30 de março de 1999, dirigiu-se a residência da família Balboa, que persistentemente pedia o comparecimento da equipe de tv para captar as imagens do que eles já vinham presenciado. Nas imagens abaixo e do vídeo, pode-se observar objetos luminosos de cor branca, que fazem evoluções sobre o local e expelem deles próprios outros objetos, que separam e aumentam seu tamanho.


                                                  Luz começando a expelir outra.






Objetos realizando evoluções.

Na mesma noite, ao norte do local dos avistamentos, uma outra pessoa fez imagens com uma câmera de um outro objeto que realizava evoluções, para depois se elevar em grande velocidade deixando uma esteira na sua parte inferior. Todas as imagens foram levadas à um grupo de militares da Força Aérea Boliviana, incluindo pilotos, que ficaram estupefatos com as imagens sem darem uma explicação plausível ao caso. O observatório da cidade de La Paz, depois de analisar as imagens, assegurou se tratar de um fenômeno que merecia maiores investigações.

 Militares assistindo ás imagens estupefatos.

Devemos salientar que no ano de 1999, não haviam drones militares e nem cívis na América do Sul, existindo somente em países de grande potências militares, como é o caso dos Estados Unidos.

 Fonte

Entre 1996 e 2000, Itupeva (SP) sofreu quatro ondas ufológicas

A afirmação do título acima é de Helenice Rodrigues, estudiosa de assuntos extraterrestres em Jundiaí e região. Em 1997, durante a segunda das quatro ondas ufológicas, ela foi uma espécie de ‘tradutora’ entre os donos da fazenda onde o fenômeno foi observado, imprensa e moradores. Helenice foi quem tentou explicar, sob a ótica da ufologia, o que aconteceu no dia 26 de abril daquele ano, uma das aparições mais significativas já registradas na região.

Os avistamentos ocorridos na propriedade de Roque Ming não foram os únicos em Itupeva?

Em meus relatórios ufológicos consta que houve quatro “ondas ufológicas” em Itupeva entre os anos de 1996 ao ano 2000. A primeira, iniciando no dia 21 de janeiro de 1996, um dia após o caso ufológico ocorrido na cidade de Varginha, Minas Gerais. Foi no bairro Santa Elisa, quando observaram luzes de cor amarela que piscavam intermitentemente, vindas de um Ovni que pairava nas imediações da divisa de Itupeva com Indaiatuba, na direção de um morro. A aparição foi rápida e, como em fuga. O objeto sumiu por detrás do morro. Inúmeras pessoas confirmaram que o fato não era novo e sempre viam aparecer uma luz como se fosse uma bola de fogo que subia e descia no interior de uma mata ali existente.

No dia 22 e janeiro de 1996, por volta das 2h00 da madrugada, dois moradores do bairro Pinheiros observaram uma forte luminosidade parada sobre a cidade de Itupeva, de cor amarela que alternava para a cor verde e vice-versa. De repente eles viram um Ovni de forma arredondada que se deslocou em velocidade incrível por detrás de um morro.

Dia 26 de dezembro de 1996, um Ovni vindo da direção da Serra do Japi em Jundiaí, parou sobre a minha casa, na rua Xisto Araripe Paraíso,em Itupeva. Ele atendeu aos nossos pedidos. Foi o suficiente para chamarmos as pessoas de casa que o observaram, e neste momento, eufóricas, eu e uma das minhas sobrinhas-neta, erguemos os braços saudando-os. Parecia um fusca no céu. Logo depois ele continuou sua trajetória em direção ao bairro de Monte Serrat. Acreditamos ser o mesmo objeto que desceu lá, quatro meses depois.

A segunda onda ufológica abrange o caso de Monte Serrat, em abril de 1997, e bairro Medeiros, em Jundiaí, paralelamente, com o relato de uma senhora que viu uma nave, em pleno dia, vindo da Serra do Japi, passando sobre a casa dela e indo em direção à Itupeva. Faz parte dessa onda ufológica, também, o caso do Ovni que foi avistado na cidade de Indaiatuba, limite com Itupeva, com uma reportagem específica sobre esse caso , de página dupla, no Jornal Expressão de Indaiatuba, e que repercutiu em toda a cidade. A reportagem é datada de 26 de abril daquele ano, mesma data do caso de Monte Serrat. Faz parte dessa onda ufológica também, o caso de um Ovni (que deve ser o mesmo), emitiu um raio de luz, a uns 50 metros de distância do quarto de uma amiga e fez uma marca no seio dela. Voltou outra vez na mesma semana e deixou marca na grama no seu quintal. Nossa amizade surgiu depois que ela soube do caso de Itupeva e nos procurou para relatar o caso dela, na vizinha cidade de Indaiatuba. Temos a foto do seio dela com a marca.

A terceira onda ufológica iniciou na véspera do meu aniversário, 16 de agosto de 1997, quando um Ovni ficou sobre a cidade de Itupeva, e permaneceu por uns 20 minutos deixando cair resíduos que julgamos ser o que queimou o pasto em Monte Serrat, no dia 26 de abril. Quando pensamos que poderia ser um balão, ele voltou novamente, num outro dia, no mesmo local e da mesma maneira, relatado por uma vizinha. Outros depoimentos sobre avistamentos ocorreram e foram relatados por pessoas que trabalhavam muito cedo e avistavam objetos cruzando os céus de Itupeva por volta das 5 horas da madrugada. O repórter do Jornal Expressão de Itupeva, naquela época era o Valcyr Moraes que acompanhou todas essas ocorrências e quem divulgou no jornal também. (A ilustração acima, retrata objeto que Helenice e grupo dela observaram no Condomínio Eloy Chaves, Serra do Japi, no dia 4 de novembro de 1992).

A quarta onda ufológica foi de 1998 ao ano 2000, com muitas ocorrências estranhas, avistamentos e uma filmagem de luzes sobre a cidade que não temos em nosso poder. Novamente, foram relatados ocorrências de madrugada, quando viam um Ovni sobre a avenida Itália, em Itupeva, e duas ocorrências relatadas por vizinhos que viram por duas noite seguidas um objeto luminoso sobre a minha casa, em Itupeva, em 2000. Deixei a cidade em 2005. Voltei para Jundiaí…

O que a senhora lembra do caso de Monte Serrat?




Helenice(foto acima) – Foi num sábado, por volta das 24h45 , num sábado. A família de Roque Ming estava voltando da festa de um casamento, quando uma luz avermelhada chamou a atenção da esposa dele. Uma nova luz apareceu mais tarde quando estavam na varanda, antes de dormirem. O casal Ming disse à reportagem, na época, que viram luzes coloridas girando lentamente a uma certa altura do solo, quando viram descer quatro seres vestidos com capas brancas, os quais andavam em volta da nave com dificuldade. Ouviram suas vozes estranhas de longe e depois ao lado do quarto deles, quando já estavam deitados, com muito medo. Foi feito teste de vozes, pelo ufólogo já falecido Arismaris Baraldi Dias, de São Paulo, que chegou à conclusão de que as vozes humanas não podiam ser ouvidas naquela distância, sendo que as pessoas do sítio vizinho também não ouviram.

Importante lembrar ainda, que houve blecaute em Itupeva, e em várias cidades antes da ocorrência ufológica em Monte Serrat. São testemunhas, dois vizinhos do sítio Três Irmãos, localizado atrás do local do fato, que confirmaram para um repórter de Jundiaí, na minha presença, que viram duas luzes brancas rodeadas por focos vermelhos, as quais se acoplaram e desceram sobre o morro. Disseram também não terem ouvido vozes dos 16 rapazes que afirmaram aos repórteres do Jornal O Estado de São Paulo terem feito fogueira no local.
Foto: Paulo Romeu da Silva

Os Ovnis deixaram marcas no pasto?

No dia seguinte, o proprietário foi até local de manhã e viu um círculo queimado com quatro pontas, uma grande quantidade de pó branco, fino, parecido com cinzas. Outra descrição foi feita por um repórter do jornal Correio Popular de Campinas, de 30 de abril: “No lugar existe uma marca de 10 metros de diâmetro desenhada no capim amassado, tendo no centro do círculo uma esfera menor, com cerca de 1 metro de diâmetro e coberto por um pó de cor branca, algo parecido com cinzas, porém sem cheiro e de textura mais fina. Sob a camada de cinzas o chão foi queimado.”
 Quais as reações das testemunhas? O que contaram?

O fotógrafo Paulinho, do Jornal Expressão, já extinto, foi o primeiro a fotografar o local e ele relatou que encontrou uns caroços brancos que se desfaziam entre seus dedos quando ele tentava trazer para nós, juntamente com as amostras dos materiais recolhidos no local da marca. Ele afirmou que não encontrou nenhum vestígio de que havia gente no local, nenhuma lenha queimada, etc.

Como a senhora ficou sabendo do caso?

Pelo repórter Paulinho, que trouxe as amostras dos materiais recolhidos no local queimado, logo no domingo, de manhã, do dia 27 de abril de 1997. Nesse mesmo dia, à tarde, fomos à fazenda com o Grupo Renascendo de Jundiaí e fotografamos o local, trazendo mais amostras e um material que eu recolhi com as mãos, de cor preta, grosso, bem debaixo das cinzas brancas e que ainda estava quente. Depois, esse material, em contato com o flash do fotógrafo do jornal Correio Popular, em minha residência, sofreu uma metamorfose, das 13 às 17 horas: da cor preta para a cor cinza e virou pedregulhos. Essa foi a maior prova para mim(foto abaixo)!
 A senhora mandou as amostras da vegetação e do terreno para exames?

Como era muito caro obter as análises, depois de três anos, conseguimos que uma pessoa que trabalhava na Unicamp fizesse gratuitamente as mesmas com as amostras que enviamos e que foram recolhidas no local da ocorrência ufológica.

O que concluíram?

Bem, pelo título do laudo: “Materiais Encontrados em Campo de Pouso de Naves Extraterrestres”, concluí que era uma prova de que não foi fogueira, como afirmavam os evangélicos. O referido laudo especificou cada elemento encontrado na composição dos materiais: silício(61,61%); alumínio(26,23%); potássio(8,5%); ferro(7,28%); cálcio (4,36%) e titânio(0,76%). Há também, possivelmente, alguns elementos leves como carbono e oxigênio…

Por que o laudo não foi assinado?

A pessoa que forneceu o laudo não assinou o mesmo e ainda pediu-me para eu não divulgá-lo na íntegra; autorizou somente a divulgação da composição dos materiais. Depois de alguns anos é que decidi fazer a divulgação do restante.

Ele se enquadra num avistamento, num contato de qual grau?

O caso de Itupeva classifica-se como contato de segundo grau, pela marca no solo durante quase dois anos e ainda pelos materiais analisados na Unicamp. E de terceiro grau também, por ter supostamente aparecido seres que andavam com dificuldade em volta do Objeto e ainda emitindo estranhas vozes, ouvidas pelo casal.
Fonte

Interessante avistamento ovni ocorrido em 2005 próximo a Oruro, Bolívia

O elenco de Artistas de Tra-la-l Show foram surpreendidos em 23 de Outubro de 2005, às 00:45 horas com a presença de um OVNI que voava perto de Caihuasi. A trupe estava a de 36 quilômetros de distância de Oruro. A artista Cecilia Traves disse "Observamos uma reflexão sobre o lado direito do ônibus e comentou sobre o quão bonita a lua Estava. A lua estava do outro lado do ônibus".

"Foi um globo vermelho brilhante que cegou os olhos e iluminando dois quilômetros além das montanhas, foi realmente extraordinário Foi uma cena que eu nunca tinha visto antes em toda a minha vida", disse Manolo. Meu filho disse.." Foi um UFO! Na verdade, o reflexo do objeto era tão grande que não podia-se acreditar". Traves afirmou que o objeto voador movia-se para cima e para baixo e no centro parecia um incêndio. Após alguns minutos, o ufo ou o que quer que seja, desapareceu . O canal de televisão local havia relatado um objeto semelhante, que foi visto por outras pessoas.

FONTE: NATIONAL UFO CENTER
Fonte

O caso ovni Morro Voturuá, São Vicente no litoral paulista






Morro Voturuá

Por Wallacy Albino

O primeiro avistamento ocorreu em 08 de julho de 2006, exatamente às 15h30, quando o grupo de instrutores de vôo livre – que tem sua sede no alto do Morro do Voturuá, localizado na divisa entre Santos e São Vicente – viram uma formação aérea com dezenas de esferas brancas que simplesmente surgiram do nada no céu. O caso, no entanto, só foi comunicado ao GEUBS recentemente, sendo investigado pela entidade logo em seguida.Essa primeira aparição foi registrada em vídeo pelo instrutor de vôo duplo Tuffy Elias Junior, 47 anos, piloto de grande experiência certificado pela Associação Brasileira de Vôo Livre, além de recordista sul-americano de vôo em distância. “O curioso é que a olho nu não se podia ver tantas bolas, mas através do zoom da filmadora consegui observar que existiam centenas daqueles estranhos objetos no céu”, declarou Tuffy. A parte mais interessante das filmagens feitas por ele são exatamente três esferas que permanecem fazendo algumas evoluções no céu, se aproximam umas da outras e formam um triângulo perfeito no ar, desfazendo-se logo em seguida e ficando exatamente uma ao lado da outra formando uma linha reta.

“Esses são movimentos que jamais poderiam ser resultantes da ação do vento pois, enquanto aconteciam, as outras esferas permaneciam estáticas”. Não foi a primeira vez que o professor teve avistamento ufológico. A primeira foi em 1973, quando viu uma pequena luz no céu noturno, que começou a se locomover e parecia uma estrela cadente. Pouco depois, no entanto, Tuffy percebeu que ela passou a fazer evoluções no ar e deslocamentos totalmente diferentes de qualquer fenômeno natural. “Ela se locomovia para logo em seguida parar. Depois voltada a andar de um ponto para outro numa velocidade impressionante”. A outra experiência de Tuffy foi em 1980, quando estava no Restaurante Terraço, no alto da Ilha Porchat, em São Vicente. Ele observou uma bola muito luminosa que se deslocava lentamente pelo horizonte. “Várias pessoas viram aquilo. Até os garçons pararam de atender os clientes e ficaram olhando aquela bola, que em seguida jogou um raio de luz azulada em direção ao mar, como se tivesse soltado algo naquele local”, afirmou.

O segundo caso brasileiro de flotillas que se conhece até o momento ocorreu em dezembro de 2006, por volta das 13h30, com céu claro e na mesma região já citada. Dessa vez, o instrutor de vôo Eládio Manoel do Nascimento, 51 anos, que também estava presente e testemunhou o primeiro caso, observou abaixo das nuvens – a cerca de 1.500 a 2.000 m de altitude, segundo sua estimativa – duas esferas enormes, cada uma do tamanho de um carro. “Elas eram brancas e giravam em torno uma da outra, simetricamente. E permaneceram naquele movimento por cerca de uns cinco minutos, até entrarem em uma nuvem e simplesmente desaparecerem do campo de visão”, declarou Nascimento.

A terceira ocorrência aconteceu mais recentemente, em janeiro de 2008, chegando ao conhecimento dos ufólogos. “Essa aparição realmente parecia uma invasão. Os objetos formaram três nuvens de esferas no céu. Era um domingo, o morro estava repleto de turistas na rampa [De decolagem] e todos testemunharam aquilo”, afirmou Nascimento. Ele contou à Equipe GEUBS que, junto dos colegas de vôo, tentou contar quantas esferas havia no ar. “Mas acabamos nos perdendo porque havia mais de 500 delas no céu. Elas foram aparecendo aos poucos e se juntando, até formarem os três grupos”, disse. Outra testemunha desta ocorrência foi Wagner Rodrigues Lopes, 29 anos, técnico em telecomunicações. “Eu vi a filmagem daquela frota de objetos no Peru, no site Youtube, e vi que era exatamente igual à que apareceu por aqui”, garantiu Lopes.

Durante a observação do fenômeno, Nascimento ligou para o comandante do Helicóptero Águia, da Policia Militar de São Paulo, que fica pousado na Base de Praia Grande, para relatar o fato. Foi atendido pelo tenente Rodrigues, que o informou que nada podia ser visto a partir daquele destacamento militar. Em seguida, Nascimento ligou também para a Base Aérea de Santos e falou com o oficial de plantão, que levantou a hipótese de se tratarem de balões meteorológicos. Ao ser informado pelo instrutor de vôo que havia no céu centenas de esferas de cor alumínio, e ao saber que a testemunha tinha conhecimento de meteorologia, o militar voltou atrás. Nascimento declarou ao plantonista da base que naquele momento o vento estava na direção sul, o que foi confirmado pelos equipamentos da base, mas que os objetos estavam em direção norte, voando contra o vento.

“Não é coisa desse mundo”. Enquanto falava com Nascimento, o oficial de plantão da Base Aérea de Santos chegou a entrar em contato com uma torre de controle de vôo, que a testemunha não soube qual era, e perguntou se estavam sendo registrados objetos estranhos pelo radar. A detecção foi negada, conforme ouviu o instrutor do outro lado da linha. Mediante a negativa, Nascimento disse ao militar da base que aquilo que estava acontecendo “não era desse mundo”. Espantosamente, o plantonista concordou: “não deve ser mesmo”. O avistamento durou cerca de 30 minutos, até que a maioria das esferas foi subindo até desaparecer, restando apenas quatro, que começaram a formar a letra Z no céu e logo depois um V. Wagner e Eládio também viram as flotilhas no Morro do Voturuá.

Os instrutores de vôo livre do Morro do Voturuá jamais irão esquecer a observação daquelas estranhas esferas brancas naquela tarde ensolarada, que surgiram misteriosamente no céu do litoral. Eles acreditam que o fato voltará a acontecer, e continuam com olhos atentos e à espera de novas flotillas. Wallacy Albino é presidente do Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS), funcionário público e consultor da Revista UFO. É autor do livro O Mistério dos Círculos Ingleses [Código LIV-012 da coleção Biblioteca UFO]. Seu e-mail é: wallacyalbino@uol.com.br e site: www.geubs.com.br.

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Objecto Voador Não Identificado no Algarve

Hoje dia 16/07/2019, às 15:00h, entre Albufeira e Lagoa Objecto Voador Não Identificado, observado por cinco minutos estático no céu, realizando depois vôo picado no mar, e desaparecendo.

Alguém do Algarve sabe ou viu alguma coisa?

Se souberem de algo entrem em contacto connosco através do e-mail ufo_portugal@sapo.pt

Com o tempo estimado de cinco minutos de observação, houve muito tempo para alguém conseguir registar o fenómeno em vídeo através de um smartphone.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Morreu Jorge Lota, o pastor que viu um "charuto acabaçado" no céu do Alentejo


Com algum pesar recebemos esta triste notícia através do Diário de Notícias.

O pastor que se tornou conhecido em 1995 ao dizer que viu um OVNI morreu esta quinta-feira, em Ferreira do Alentejo.

As  duas horas da madrugada de 14 de agosto de 1995, o pastor Jorge Lota dormia ao relento, com o seu rebanho, perto de Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja, quando acordou com um som estranho, um zunido, e reparou que não se conseguia mexer. Ao olhar para o céu, viu um objeto com a forma de um "charuto acabaçado" e que projetava uma luz azul. Ao mesmo tempo, segundo contou, duas luzes alaranjadas movimentavam-se perto do chão, assustando as cabras.


O pastor agarrou a espingarda que tinha ao seu lado, conseguiu levantar-se e alcançar a sua carrinha, mas ficou surpreendido ao verificar que o motor não arrancava apesar de ter rodado várias vezes a chave de ignição. Acabou por fugir a pé, percorrendo perto de um quilómetro até ao monte. As pessoas que estavam no monte também foram testemunhas de uma dessas pequenas luzes que se movimentava rapidamente pelos campos, acabando por desaparecer.

Perto das cinco horas da manhã, Jorge Lota decidiu voltar para perto do seu rebanho e voltou a avistar aquele OVNI, que agora pairava junto da subestação elétrica local. De súbito, o objeto acelerou rapidamente e desapareceu no horizonte.
A história rapidamente se espalhou pela vila. Houve quem acreditasse em Jorge Lota e houve quem lhe dissesse que ele deveria estar bêbedo ou que deveria consultar um psiquiatra. Mas a verdade é que ele acabou por se tornar uma celebridade na terra, entrevistado por jornais e televisões nos anos seguintes, e até ouvido por especialistas no "fenómeno OVNI.

Jorge Lota morreu nesta quinta-feira de manhã, vítima de uma paragem cardíaca. Além de pastor, era também conhecido como "endireita", atividade que praticou durante mais de 40 anos no seu monte. "Não é qualquer um que pode fazer isto. Mexer no corpo de uma pessoa é uma tarefa muito delicada e de muita responsabilidade. Não se explica, não se ensina. Ou se tem aptidão ou não se tem", explicava o "dr. Jorge", como lhe chamavam, numa reportagem do siteA.ruralidades. "Como é que eu posso deixar isto se me aparecem aqui pessoas de todos os sítios do País?
Até espanhóis aqui chegam", contava.

www.dn.pt

UFO Portugal Network


Os pêsames a familiares e amigos do Sr. Jorge Lota, uma testemunha que ficará imortalizada na memória de todos os que acompanham a ovnilogia nacional.

A sua simplicidade, humildade fez do Sr. Jorge Lota, uma das testemunhas mais importantes da ovnilogia portuguesa ao longo dos tempos.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

OVNIs, Extraterrestres uma questão de compressão

Para muitas pessoas, senão na sua maioria a palavra "OVNI" é sinonimo de naves alienígenas, homenzinhos verdes, mas vale a pena relembrar que a dita palavra significa literalmente "objeto voador não identificado". Um objeto não identificado pode ser praticamente qualquer coisa, porque ... Até porque não é identificado. Perante atual ciência existem "reivindicações extraordinárias, que por sua vez exigem evidências extraordinárias também". Porem não significa que as pessoas estejam loucas a mentir ou com más intenções; Apenas devemos ter as devidas precauções ao pensar em descriminar ideias bem compreendidas ou bem retratadas que podem ou não escapar do conceito cientifico segundo a sua compreensão. De alguma forma o investigador perante todos estes conceitos está sempre no fio da navalha, perante uma avaliação que o poderá levar a perder a sua credibilidade - a ideia de que a explicação mais simples é a mais provável de ser verdadeira é um facto. Porem as pessoas tendem acreditar mais em pessoas com um conhecimento superior académico ou escolar... Na verdade não é bem assim... Facilmente uma pessoa com maiores conhecimentos terá mais facilidade de identificar determinados fenómenos, mas são também esses que buscam os seus cinco minutos de fama, quer em páginas alusivas ao fenómeno ovni, programas de televisão, rádio etc. Não precisa de refletir muito... Temos os políticos como exemplo e os grandes gestores de Bancos que entraram em ruína. Seria supostamente pessoas qualificadas, mas que no âmbito do seu dever não souberam gerir a realidade apresentada. O mesmo ocorre com o fenómeno ovni.

Pessoas com poucos conhecimentos, quer científicos ou escolar, facilmente pode ser induzidas a erro de interpretação, mas será de salientar que a sua humildade, palavras simples, básicas irão facilitar a vida do investigador na perspetiva de identificar o observado. Portanto vivemos num dilema, segundo esta simples análise... O estudioso com os seus muitos conhecimentos perante o inexplicável, irá dizer que um fenómeno extraordinário será um drone, satélite, aeronave etc... Por sua vez aquele que possuir menor conhecimento será induzido acreditar que um drone poderá ser algo de extraordinário, como as luzes de uma aeronave em altitude vs ausência de ruído devido à direção do vento seja de facto algo de extraordinário! Esta situação ocorre em Portugal na actulidade. O Ufo Portugal recebe inúmeros e-mail´s, semanalmente que descrevem balões led´s através dos inúmeros vídeos e fotos que nos vão chegando. As pessoas mesmo com um grande ou não conhecimento na área cientifica, parecem desconhecer estes balões. Imaginemos as muitas tecnologias que estão a ser desenvolvidas secretamente.

Quando se trata de OVNIs, podemos nos questionar se é provável que vida extraterrestre exista, tenha interesse em nós, tenha viajado de um outro ponto do universo, para nos visitar, estudar a nossa morfologia, geologia etc, etc .

Sem provas "extraordinárias", maioria dos cientistas (inclusive eu mesmo), acha que encontrar evidências de vida extraterrestre inteligente e não bactérias em meteoritos, seria uma das descobertas mais fascinantes que certamente iria mudar toda a nossa história, origem e conceito de toda a espécie humana. Óbvio que a religião seria a primeira a ter consequências negativas.

Na minha opinião, mesmo que objectos voadores não identificados sejam de origem terrestre, merecem a nossa compreensão, devido ao seu secretismo militar ou civil, estudar objectos genuinamente não identificados poderiam nos dar novos critérios científicos ou fornecer informações sobre ameaças à segurança do espaço aéreo. Só porque algo é improvável não significa que não seja digno de estudo académico sério ao invés do que estamos a ser acostumados com Revistas, Jornais e programas coloridos com venda de falsa informação.. Na verdade, diria que quanto mais raro é um fenómeno, mais provavél será de chegar à conclusão que poderá ter origem não terrestre. Isto sem contar com as evidências do passado no nosso país testemunhado e muito bem, por pilotos da Força Aérea entre muitas outras testemunhas espalhadas por todo o país.

Desde 1947, houve três (conhecidas) investigações formais sobre OVNIs: Projecto Signs(1947-1949), Projecto Grudge (1949-1951) e Projecto Blue Book (1952-1969). Como parte do Projeto Blue Book, o Comité Condon foi convocado em 1966, incluindo grandes científicos como o falecido Carl Sagan responsável de realizar uma análise independente dos dados disponíveis sobre OVNIs naquela época. Talvez não seja surpreendente, mas dececionante para muitos, o comité alegava que todos os casos tinham uma explicação plausível, embora existissem sempre desconfianças devido ao encobrimento militar do fenómeno após a presumível captura de dois OVNIs em Roswell 1947. No entanto, é interessante notar que cerca de 6% dos 10.147 relatos de OVNIs investigados pela Força Aérea dos Estados Unidos foram classificados como "não identificados". Ou seja 600 casos! Curioso não! É muita obra 600 casos sem uma explicação científica, quando dispunham de todos os recursos inimagináveis naquela época. Mais do que muitas entidades gostariam de ter na actualidade.

Um caso que irei aqui abordar e muito comentado pelos teoricos da conspiração, será o famoso exemplo de um caso ocorrido em 1977 com o famoso "WOW" sinal capturado por um Rádio Telescópio . Um sinal rádio de banda estreita extremamente forte foi detectado pelo radiotelescópio Big Ear, exatamente na frequência de uma linha fundamental de transição de hidrogénio (1420,41 MHz), que se esperava,o civilizações evoluídas lá fora pudessem utilizar como forma, meio de propagar as suas comunicações. Após 40 anos deste sinal os astrónomos identificam um cometa anteriormente desconhecido que estava passando próximo da Terra por volta desse mesmo ano 1977 e poderia ser o responsável pelo referido sinal "WOW". Esta explicação poderia cair por terra que seres de outros pontos do Universo não queiram falar connosco ou não existam! Parece pouco provável, mesmo após outros argumentos que o sinal afinal seria causado por erro do sistema interno dos computadores, outros apontavam o sinal como uma falha no recetor no interior da antena etc. A verdade é que cientificamente não temos uma prova palpável de qualquer tipo de comunicação connosco e se houve desconhecemos e também gostaríamos de saber, como, onde e com quem!
Embora tendo em mente o suposto encontro de visitantes intergalácticos com o ex presidente americano Eisenhower, a 26 de Outubro de 1955. Teorias à parte, mas sem provas contundentes, embora não passe de rumores, teoria da conspiração.

Por cá no nosso Portugal, também temos os nossos encontros imediatos.


Um dos avistamentos de Objectos Voadores Não Identificados (OVNIs) que continua a fazer história teve lugar a 04 de Setembro de 1957 com um conjunto de militares da Força Aérea Portuguesa que voava sob o comandado do então capitão José Lemos Ferreira.

Cinquenta anos depois, o general retirado descreveu à agência Lusa o encontro de 'cerca de 35 minutos' ocorrido 'durante um voo de treino de navegação de quatros aviões F-84G entre a Ota e as cidades espanholas de Córdova e Cáceres'. 'Estávamos por cima de Córdova, a uns nove mil metros de altitude, quando vimos, ligeiramente acima da linha do horizonte, algo diferente do habitual: não era uma estrela, um astro ou um cometa, era uma espécie de esfera amarelada', recordou.

'Eu tinha um avião à minha direita e dois à minha esquerda, tendo recorrido à interfonia para partilhar impressões sobre o que estávamos a ver, sem conseguirmos chegar a nenhuma conclusão', acrescentou. Mas o espanto ainda estava no início, pois 'após uns minutos, o objecto entrou em sucessivas expansões e retracções, passando da forma esférica amarela a uma grande bola colorida, como se fosse um berlinde dos miúdos mas de enormes dimensões'.

'Inicialmente ficámos na dúvida se a diferença de tamanho se devia à nossa aproximação mas depois vimos que o objecto estava realmente a variar de dimensões. Era como se, em segundos, se transformasse de uma bola de bilhar numa bola de basquetebol', contou. Quando os aviões já iam na direção de Cáceres, cidade espanhola que não chegaram a sobrevoar, deu-se a mais significativa das alterações, 'pois a esfera multicolor tornou-se numa espécie de salsicha mordiscada na periferia e mudou de cor para um vermelho intenso, deslocando-se para baixo da linha do horizonte'.

Eram quase 22:00 e o grupo não sabia o que pensar, 'sobretudo ao ver que quatro pequenas esferas amareladas como a inicial se destacavam do primeiro objecto e se posicionavam em torno deste', revelou Lemos Ferreira. 'Quando nos dirigíamos à Ota, um dos pilotos teve a sensação de que as esferas vinham sobre nós, pois deslocavam-se na nossa direção a uma enorme velocidade', descreveu o também ex-Chefe de Estado Maior da Força Aérea, acrescentando que 'os aviões dispersaram para evitar uma possível colisão e, quando voltaram a reunir-se, já não foi possível ver mais nada'. Lemos Ferreira, que é também ex-Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas assinalou que 'naquela época os OVNIs não eram objecto de conversa na Força Aérea', pelo que nenhum dos elementos do grupo 'imaginara que um encontro daqueles pudesse acontecer', tendo sido feito um relatório conjunto 'que a Força Aérea deve ter remetido à NATO'.

Sem querer avançar hipóteses concretas sobre o sucedido, o militar na reforma revelou que 'no dia e à hora em que isto aconteceu, dois ou três oficiais que eram caçadores viram, na zona de Coruche, onde os aviões começaram a baixar, uma dança de luzes no céu'. Também um oficial que estava na Ota mas estudava em Coimbra contou a Lemos Ferreira que o Instituto Geofísico de Coimbra detectara, em simultâneo com o encontro, 'variações significativas no campo magnético terrestre'. Apesar destas coincidências, o general considera que 'estabelecer uma relação seria especular' e conclui: 'A verdade é que, tendo milhares de horas de voo, como tripulante e como passageiro, nunca vi mais nada'.

Este foi só um dos casos nacionais, porque existem várias dezenas de avistamentos inexplicáveis. Não poderei colocar todos devido à extensão deste artigo.
Isto sem referenciar os acontecimentos com os militares durante as guerras no ultramarino com o fenómeno ovni.

Temos de admitir que as nossas tentativas de contactar com vida extraterrestre são um problema. Uma razão que isso me causa é o chamado " Paradoxo de Fermi ".

Em suma, dadas algumas suposições básicas sobre a vida, pode-se razoavelmente concluir que a nossa galáxia deveria estar repleta de vida inteligente ou menos inteligente. Então, como Enrico Fermi perguntou: "Onde estão eles?"

A presumível explicação sugere que nós simplesmente não detetamos vida extraterrestre porque continuamos a procurar de forma errada! Buscamos por civilizações lá fora, quando estes podem e certamente terão vindo ao nosso Planeta. Histórias dessas evidências não nos faltam... Exemplo do que ocorreu a 14 de Setembro de 1994 no Zimbabwe, onde muitas crianças de uma escola terão testemunhado a presença de um "OVET Objecto Voador Extraterrestre" e respetivos tripulantes que terão presumivelmente tentado estabelecer comunicação.

Abaixo vídeo desse incidente


O mesmo ocorreu 28 anos antes na Austrália Melborne Victoria a 6 de Abril de 1966. Alunos terão observado um Objecto Voador Não Identificado, inclusivê vários professores. Nem adianta falar do famoso incidente de Rendlesham Forest, Inglaterra 1980  que envolveu militares americanos num encontro directo com um OVNI pousado em plena floresta. De uma forma geral a ciência procura formas de vida inteligente de uma forma ortodoxa sem muito sentido, isto se algo já nos visita ou entra no nosso espaço aéreo. Poderíamos ficar aqui a falar deste assunto mostrando casos incrivelmente surpreendentes e credíveis, que facilmente irão calar os céticos, ou não ter forma de apresentar explicação para o inexplicável.

Dada a idade do universo e da nossa galáxia é provável que a vida extraterrestre seja milhões de anos mais avançada tecnologicamente do que nós meros humanos. Se bem que evoluímos imenso em tecnologia nos últimos 100 anos, é insondável pensar no que poderíamos ser capazes de fazer num milhão de anos! Avistamentos ocorrem embora a ciência esteja a procurar essa vida inteligente de forma errada.

Não podemos interpretar que uma civilização mais avançada tecnologicamente, disponha de equipamentos similares aos nossos, ou materiais terrestres. O Universo é totalmente desconhecido ao homem que o tenta compreender quando nem os Oceanos do nosso planeta estão explorados cientificamente.
Certamente teremos muito que aprender e não ficar dependentes das respostas dos nossos cientistas, quando se baseiam em teorias científicas com o desconhecido.
A busca por vida extraterrestre, é um exemplo desse erro que dispõe anualmente de verbas bilionárias e sem resultados aparente.


Nuno Alves
Ufo Portugal Network

ufo_portugal@sapo.pt 

Ademar Gevaerd da Revista UFO sofre lapso de tempo

O fundador e editor da Revista Brasileira UFO, Ademar Gevaerd, relata em primeira pessoa uma experiência minimamente insólita!

No passado domingo ao regressar de um evento sobre o fenómeno OVNI, indo para Curitiba sua área residencial, algo de estranho aconteceu durante a sua viagem de regresso.

Assista ao vídeo e tire as suas próprias conclusões.


terça-feira, 23 de julho de 2019

Ovnilogia - Alguns casos ocorridos em Portugal

Em Portugal o fenómeno OVNI manifestou-se e manifesta-se com poucas diferenças relativamente ao resto do mundo. E provavelmente já muito antes de 1947. É só a partir desta data no entanto que se populariza o termo “disco voador”. Há documentação que demonstra que já se vêem luzes e objectos estranhos nos céus portugueses muito antes dessa data, nos séculos XVII, XVIII e XIX, muita dessa informação investigada e compilada da imprensa portuguesa pela investigadora e historiadora, Fina D`Armada (Os OVNIs em Portugal, Joaquim Fernandes, 1984, DISCOLIVRO, Editores e Distribuidores, Lda., pág. 17). Em Portugal existem, actualmente, alguns centros que se ocupam da investigação do fenómeno OVNI. Um desses centros é o CTEC – Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência, antigo CEAFI, cuja coordenação é levada a cabo pelo Prof. Dr. Joaquim Fernandes, professor de História da Universidade Fernando Pessoa.

É louvar a criação deste tipo de centros dedicados à investigação científica séria e honesta dos fenómenos paranormais. O CTEC é formado por especialistas em várias áreas científicas que procuram abordar estes fenómenos honestamente e construir as mais diversas hipóteses para os explicar. O CTEC também organizou um programa de televisão de grande qualidade sobre OVNIs chamado Encontros Imediatos. Nesse programa foram debatidos alguns dos casos mais interessantes de OVNIs ocorridos em Portugal. Vamos apresentar e analisar alguns, embora não com demasiada precisão, dado que esse trabalho já foi feito – e bem feito – pelo Dr. Joaquim Fernandes e por Fina D`Armada nas suas obras.

O Caso Ilha Terceira (31 de Janeiro de 1968)

Serafim Vieira Sebastião, 36 anos (na altura do ocorrido) e guarda das instalações militares “Azores Air Station” na Base das Lajes da Ilha Terceira, nos Açores, estava no posto daquelas instalações a guardar o depósito de munições, tranquilo, no que era, aparentemente, uma noite igual às outras, preparando-se inclusive para ouvir no rádio um jogo de futebol Setúbal-Sporting quando, de repente, o rádio deixou de funcionar normalmente. Eram aproximadamente 23 horas da madrugada quando os seguintes factos ocorreram. O aparelho transístor que Serafim usava para ouvir o relato começou a fazer interferências e o guarda tentou averiguar se era um problema de sintonização o que não parecia ser o caso pois o rádio continuava a não funcionar apesar das suas tentativas de repará-lo. Serafim tentou ligá-lo e desligá-lo e nada. Continuava a não dar sinal. Nisto, Serafim ouviu um estranho zumbido vindo do exterior e saiu para ver o que era. Viu surgir, à sua frente, junto ao depósito de munições um estranho e brilhante objecto voador que apontava um foco para o depósito. Assustado, voltou a entrar no posto e tentou usar o telefone para informar os colegas da presença daquele estranho objecto. A claridade aumentou vinda de fora pela janela e tendo origem no invulgar objecto. Serafim deduziu que o objecto se aproximava. Voltou a sair do posto e constatou que o objecto se aproximava do paiol de munições do posto, no qual incidia a luz do que parecia ser um poderoso holofote. O objecto que Serafim viu era oval, tinha uma torre de vidro no centro e, à volta dela, um corrimão ao qual pareciam encostar-se dois homens ou dois seres. Dentro da torre estavam outros dois homens. Mais uma vez Serafim voltou a entrar no posto trazendo consigo uma lanterna que apontou para o foco produzido pelo objecto e, no instante em que o fez, pareceu-lhe ter-se levantado do solo uma estranha poeira que o fez perder os sentidos.

Foi encontrado por um colega e levado para o Hospital Regional onde veio a recuperar-se e onde contou a estranha história. O médico determinou que nada havia de fisicamente errado com ele pelo que “deve ter desmaiado do susto”. O Projecto Blue Book, então activo, meteu o bedelho neste assunto e saiu mais tarde uma explicação disparatada – para variar! – de que o que Serafim tinha realmente visto fora “um curto-circuito causado pelo choque de um balão meteorológico nuns cabos de alta tensão”, que ademais nem existiam nas redondezas. Existiam, sim, cabos telefónicos.

De qualquer forma, Serafim Sebastião, insistiu que não tinha visto curto-circuito nenhum, nem “helicóptero, nem avião, nem balão meteorológico”; que o que tinha visto mesmo foi o tal objecto oval com os quatro seres lá dentro e, mais tarde, cansado de toda a publicidade gerada à sua volta pediu para o “deixarem em paz!” e recusou-se a fazer mais declarações acerca do assunto!

Devemos insistir em que este é um dos tais casos em que existe o tal abuso da chamada “navalha de Occam”. A explicação mais “simples” serviu para os supostos cientistas meterem a cabeça na areia. Mas o Projecto Blue Book havia sido construído para isso mesmo, para “desdramatizar” a questão dos OVNI perante a população. Para os governos, mesmo os que se dizem mais “democráticos” parece ser importante que as pessoas “não pensem”. Embora talvez os governos não pensem por sua vez nos efeitos que isso possa ter a longo prazo. Julgo que os indivíduos contribuem melhor para a sociedade se lhes for permitido o acesso à informação tal-como-ela-é e se forem ensinados (não doutrinados) a reflectir sobre os assuntos sem medos nem tabus, sempre desnecessários, que aumentam o medo, a desconfiança, e mesmo a charlatanice, ao invés de os diminuir.

O Projecto Blue Book já foi bastante analisado e dissecado noutras obras principalmente pelo homem que fez parte dele e que acabou por retirar-se, decepcionado e reconhecendo as suas falhas, o grande investigador de OVNIs dos Estados Unidos, o Prof. Allen J. Hynek. De resto, a Força Aérea Portuguesa sempre tendeu a fornecer toda a informação possível sobre os seus casos aos especialistas de OVNI, procurando encontrar em conjunto com estes uma explicação, como o confirma, por exemplo, o seguinte caso, existente nos arquivos do CTEC e mencionado no livro OVNIs em Portugal do Dr. Joaquim Fernandes, e que vamos “dissecar” a seguir.

O Caso do General Lemos Ferreira (4 de Novembro de 1985)

A 4 de Novembro de 1985, o General Lemos Ferreira mais três sargentos pilotos aviadores da Força Aérea Portuguesa saíram em esquadrinha nos seus aviões F-84 num voo de rotina de navegação nocturna com destino a Córdoba e regresso em direcção a Portalegre, Coruche e novamente à OTA. Já de retorno de Córdoba e em direcção a Cáceres viram a norte um corpo que perceberam como uma esfera esquisita “parecendo um corpo celeste anormal”. O General Lemos sublinhou posteriormente que não fez confusão com Vénus que tinham inclusive identificado.

O objecto encontrava-se então à frente dos aviões, bastante longe, mas mais ou menos à mesma altitude (8000-8500 metros). Extraordinariamente o objecto muda de tamanho reduzindo-se a um ponto “umas 20 ou 30 vezes menor que a dimensão primitiva” e começa a repetir isso. O objecto fez essa operação, de aumento e diminuição de tamanho, várias vezes à medida que mudava também de cor.

Quinze minutos depois, estando a esquadrilha perto de Cáceres e pronta para seguir para Coruche, os pilotos começam a distinguir melhor a forma do objecto. “Do tamanho de um dedo, com uma ligeira curva, tendo nos bordos uma espécie de dentes” disse o General Lemos. Sublinhe-se que o objecto era “do tamanho de um dedo” VISTO ÀQUELA DISTÂNCIA dado que não puderam calcular as dimensões reais do objecto por não saberem do que se tratava. O objecto começa então a mudar de posição, a descer mais para baixo e para a esquerda relativamente à esquadrilha. Um dos sargentos, no avião que se encontrava à direita do General Lemos descobre então dois pontos luminosos destacados do objecto. Pouco depois outro piloto descobre outro, até que finalmente a esquadrilha pode observar distintamente quatro objectos para além daquele que tem a forma de dedo.

Os quatro pequenos objectos que agora se distinguiam “eram bastante menores que o outro e tinham uma forma esférica, uma espécie de disco” referiu o General Lemos. Apresentavam uma coloração amarelo-esbranquiçado ao passo que o objecto grande apresentava cor amarelo-encarniçado. A posição dos cinco corpos variava. A certo ponto o General Lemos ficou com a impressão que os objectos menores eram comandados pelo maior. Começou a suspeitar de um comportamento inteligente. Teve a sensação que os objectos eram comandados. Isto porque, segundo o General Lemos, na volta dos F-84 para a esquerda, entre Cáceres e Badajoz, volta que envolvia 70 a 80º para a esquerda, a posição dos objectos relativamente à esquadrilha manteve-se.

Já perto de Coruche um dos sargentos repara que os objectos vêm na sua direcção e dá o alarme. Os F-84 desviam-se. Evitou-se por pouco uma colisão. Um dos objectos tinha vindo na direcção da esquadrilha obrigando os caças a afastarem-se, cada qual para o seu lado. Depois disto, os objectos não mais foram vistos. O General Lemos contou o sucedido ao Dr. Joaquim Fernandes e foi inclusive autorizado a redigir um relatório o que fez e que foi assinado pelos quatro sargentos que participaram com ele daquela aventura. O relatório terá seguido para a NATO.

OVNIs no Algarve

Nesta secção vou narrar alguns casos ocorridos no Algarve. É importante referir que, seja em que região for, em Portugal ou no mundo, existem casos que não são reportados às autoridades seja porque as testemunhas não dão demasiada importância ao assunto, seja porque têm medo do ridículo, seja por outra razão qualquer. Pessoalmente conheço diversos em que isso acontece: as testemunhas “retraem-se” até porque muitas vezes aquilo que viram podia não ser necessariamente uma nave extraterrestre mas sim algo que ficou apenas no plano do “não identificado” o que já não é pouco. Por ser algarvio, dei prioridade, nesta secção, a casos ocorridos no Algarve. Os casos são extraídos do livro Ovnis em Portugal (1978) de Joaquim Fernandes da editora Nova Crítica, Porto.

Algoz, Concelho de Silves 10/06/1960

O Sr. Carlos Sabino, alfaiate de profissão, dirigiu-se a Algoz, como era seu costume, assistir à emissão de televisão, que poucas pessoas possuíam na altura, sendo mais comum existir nos sítios públicos: sociedades recreativas e cafés. Despreocupado com as horas na conversa com os amigos, quando deu por si já eram três e meia horas da madrugada e pôs-se a caminho de Silves. Acompanhado por um cão, de nome “Filipe”, fez-se à estrada naquela noite de Lua Cheia. No sítio de Peras, a pouca distância da povoação, viu o que a princípio supôs ser um automóvel. Logo se alarmou devido à intensa luminosidade que se desprendia do objecto, um disco voador, e agachou-se, cheio de medo atrás de uma moita, observando as manobras de seis pequenos humanóides, «homúnculos» como lhes chamou o Diário de Notícias do dia 13/06/60, à volta do aparelho. Quanto ao “Filipe”, o rafeiro que o acompanhava, “fugiu a bom fugir!”, assustado com o que presenciara.

Minutos depois o estranho objecto elevou-se na vertical e desapareceu. Carlos Sabino aproveitou essa oportunidade para correr para casa, mas a cerca de 50 m da sua habitação foi outra surpreendido por um objecto voador, talvez o mesmo, que vasculhava o solo com um feixe de luz intensa, finalmente, o objecto desapareceu para não mais voltar.

Durante muito tempo as pessoas da região comentaram esta estranha história, até porque, segundo diziam, Carlos Sabino, sempre se mostrou uma pessoa séria, “amiga da verdade” e, inclusive, nunca gostou de desenvolver muito o assunto acerca do que vira naquela noite. O seu pavor era real e foi testemunhado por muita gente.

Rio Alvor, Concelho de Portimão
Agosto de 1976

João Marçano, pescador, e Jorge Vidal Marçano, estudante, remavam na Ria de Alvor, ao romper do dia, quando viram surgir um estranho objecto que ao deslocar-se emitia um zumbido, sendo esse zumbido o que primeiro lhes chamou a atenção. O objecto deslocava-se de Noroeste para Este, tinha cor verde, forma de disco com diâmetro estimado entre oito e dez metros, encimado por uma cúpula e com “luzes intermitentes à volta”, deixava atrás um rasto de chamas.

O objecto deslocava-se a muito baixa altitude e dava a impressão de estar a contornar o terreno. As testemunhas ficaram com medo à passagem do objecto e até baixaram-se no barco quando aquele passou por cima deles. A duração total da observação foi de 20 a 30 segundos e terminou com o objecto a afastar-se a grande velocidade.

Praia da Quarteira 25/08/1976

Várias pessoas cujas identidades permaneceram anónimas referiram ter observado cerca da uma hora da madrugada do dia 25 de Agosto de 1976 um objecto luminoso que se deslocava a grande velocidade e a baixa altitude em direcção a sul nesta praia algarvia.

O OVNI, segundo disseram, apresentava muitas cores, sendo a mais frequente ou visível de todas, o vermelho e expelia jactos luminosos. Depois da passagem do objecto voador, uma das testemunhas resolveu telefonar para o Aeroporto de Faro para indagar se havia ali conhecimento da aterragem ou descolagem de qualquer avião à hora em que o objecto foi visto. Responderam que não, dado que as aeronaves que ali aterraram e descolaram o fizeram apenas até as 22 horas.

Alguns Casos Que Me Foram Relatados Pessoalmente

Uma senhora que conheço contou-me que viu um OVNI quando ainda era criança. Era de aspecto metálico e tinha a forma clássica de disco com cúpula. Vi que ela me descrevia aquilo que o Dr. Hynek chamava “objecto diurno” (é geralmente nesse tipo de visões que os objectos tendem a se apresentar “metalizados” sendo que à noite tendem a aparecer mais sob a forma de objectos luminosos). Perguntei-lhe “você viu esse objecto de dia, não foi?” o que confirmou. Ela tinha seis anos, viu o objecto e disse ao pai mas o pai não o viu a tempo ou não ligou. O objecto desceu para uma quinta perto da casa deles e ela foi ver. Teve que dar uma volta grande para entrar na quinta por causa de uma cerca e o objecto já não estava lá. Perguntei-lhe se tinha deixado marca de aterragem. Ela disse-me que sim e fez um reparo interessante: achou que o objecto era pequeno. Respondi-lhe que o tipo de nave que ela viu – o clássico objecto discóide, comum em 38% das observações segundo o Catalogo Poher (Scornaux e Piens, 1978) costuma ser de pequenas dimensões pois são, ou parecem sugerir, naves de reconhecimento; distinguem-se das “naves-mãe” das quais, por vezes, são vistos a sair, e que, geralmente, apresentam-se cilíndricas ou em “forma de charuto” sendo por isso frequentemente chamadas na ovnilogia de objectos em forma de charuto ou objectos-charutoides. No tempo dela, e isto foi outra observação interessante que ela fez, utilizava-se pouco a palavra ovni. “As pessoas usavam mais frequentemente a expressão disco voador”, realçou.

Numa das circunstâncias citadas acima uma senhora, mãe de um amigo meu, o seu marido, já falecido, entretanto, e amigos viram discos voadores. Digo “discos voadores” porque em duas dessas circunstâncias os objectos TINHAM MESMO a forma de discos ou, como a senhora (não vou citar o nome dela) disse “pratos”. Ela viu OVNIs em, pelo menos, três circunstâncias diferentes e da primeira vez o seu marido não acreditou nela pois não tinha partilhado a observação mas depois ficou surpreendido porque a notícia acabou por sair no jornal. Em Portimão, a mãe e a irmã de um amigo meu viram, através da janela da sua casa, um objecto voador em forma de disco pairando por cima de um prédio vizinho e quase a aterrar em cima do mesmo. Eram pessoas que nunca se interessaram muito pelo assunto dos OVNIs, antes e depois do acontecimento!

Estas são as verificações, que cada um pode fazer. Se nos interessarmos o suficiente pelo assunto, e se formos intelectualmente honestos, as pessoas sentem-se à vontade para nos contarem as suas observações ou experiências com OVNIs. Elas não vão contar – e compreende-se o porquê! – a quem não quiser acreditar nelas, estiver predisposto a negar ou a fazer troça do assunto. A “troça”, diga-se de passagem, é um mecanismo de formação reactiva. Significa que a pessoa que está a ser “espirituosa” sobre certo assunto está a deixar que o lado emocional tome conta do assunto. No fundo, as supostas implicações do assunto a incomodam. Insisto em que existência de testemunhas reais e fidedignas permite que o fenómeno OVNI não possa ser encaixado na categoria dos boatos, rumores ou mitos urbanos, como o pretenderam certos autores que, no fundo, demonstram um conhecimento superficial da ovnilogia. Tudo parece indicar, portanto, que “eles”, sejam quem forem e venham de onde vierem, andam aí (!) Existe “qualquer coisa”, há um fenómeno a ser estudado. Agora, resta saber o que é.OVNIS – CASOS PORTUGUESES
Em Portugal o fenómeno OVNI manifestou-se e manifesta-se com poucas diferenças relativamente ao resto do mundo. E provavelmente já muito antes de 1947. É só a partir desta data no entanto que se populariza o termo “disco voador”. Há documentação que demonstra que já se vêem luzes e objectos estranhos nos céus portugueses muito antes dessa data, nos séculos XVII, XVIII e XIX, muita dessa informação investigada e compilada da imprensa portuguesa pela investigadora e historiadora, Fina D`Armada (Os OVNIs em Portugal, Joaquim Fernandes, 1984, DISCOLIVRO, Editores e Distribuidores, Lda., pág. 17). Em Portugal existem, actualmente, alguns centros que se ocupam da investigação do fenómeno OVNI. Um desses centros é o CTEC – Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência, antigo CEAFI, cuja coordenação é levada a cabo pelo Prof. Dr. Joaquim Fernandes, professor de História da Universidade Fernando Pessoa.

É louvar a criação deste tipo de centros dedicados à investigação científica séria e honesta dos fenómenos paranormais. O CTEC é formado por especialistas em várias áreas científicas que procuram abordar estes fenómenos honestamente e construir as mais diversas hipóteses para os explicar. O CTEC também organizou um programa de televisão de grande qualidade sobre OVNIs chamado Encontros Imediatos. Nesse programa foram debatidos alguns dos casos mais interessantes de OVNIs ocorridos em Portugal. Vamos apresentar e analisar alguns, embora não com demasiada precisão, dado que esse trabalho já foi feito – e bem feito – pelo Dr. Joaquim Fernandes e por Fina D`Armada nas suas obras.

O Caso Ilha Terceira (31 de Janeiro de 1968)

Serafim Vieira Sebastião, 36 anos (na altura do ocorrido) e guarda das instalações militares “Azores Air Station” na Base das Lajes da Ilha Terceira, nos Açores, estava no posto daquelas instalações a guardar o depósito de munições, tranquilo, no que era, aparentemente, uma noite igual às outras, preparando-se inclusive para ouvir no rádio um jogo de futebol Setúbal-Sporting quando, de repente, o rádio deixou de funcionar normalmente. Eram aproximadamente 23 horas da madrugada quando os seguintes factos ocorreram. O aparelho transístor que Serafim usava para ouvir o relato começou a fazer interferências e o guarda tentou averiguar se era um problema de sintonização o que não parecia ser o caso pois o rádio continuava a não funcionar apesar das suas tentativas de repará-lo. Serafim tentou ligá-lo e desligá-lo e nada. Continuava a não dar sinal. Nisto, Serafim ouviu um estranho zumbido vindo do exterior e saiu para ver o que era. Viu surgir, à sua frente, junto ao depósito de munições um estranho e brilhante objecto voador que apontava um foco para o depósito. Assustado, voltou a entrar no posto e tentou usar o telefone para informar os colegas da presença daquele estranho objecto. A claridade aumentou vinda de fora pela janela e tendo origem no invulgar objecto. Serafim deduziu que o objecto se aproximava. Voltou a sair do posto e constatou que o objecto se aproximava do paiol de munições do posto, no qual incidia a luz do que parecia ser um poderoso holofote. O objecto que Serafim viu era oval, tinha uma torre de vidro no centro e, à volta dela, um corrimão ao qual pareciam encostar-se dois homens ou dois seres. Dentro da torre estavam outros dois homens. Mais uma vez Serafim voltou a entrar no posto trazendo consigo uma lanterna que apontou para o foco produzido pelo objecto e, no instante em que o fez, pareceu-lhe ter-se levantado do solo uma estranha poeira que o fez perder os sentidos.

Foi encontrado por um colega e levado para o Hospital Regional onde veio a recuperar-se e onde contou a estranha história. O médico determinou que nada havia de fisicamente errado com ele pelo que “deve ter desmaiado do susto”. O Projecto Blue Book, então activo, meteu o bedelho neste assunto e saiu mais tarde uma explicação disparatada – para variar! – de que o que Serafim tinha realmente visto fora “um curto-circuito causado pelo choque de um balão meteorológico nuns cabos de alta tensão”, que ademais nem existiam nas redondezas. Existiam, sim, cabos telefónicos.

De qualquer forma, Serafim Sebastião, insistiu que não tinha visto curto-circuito nenhum, nem “helicóptero, nem avião, nem balão meteorológico”; que o que tinha visto mesmo foi o tal objecto oval com os quatro seres lá dentro e, mais tarde, cansado de toda a publicidade gerada à sua volta pediu para o “deixarem em paz!” e recusou-se a fazer mais declarações acerca do assunto!

Devemos insistir em que este é um dos tais casos em que existe o tal abuso da chamada “navalha de Occam”. A explicação mais “simples” serviu para os supostos cientistas meterem a cabeça na areia. Mas o Projecto Blue Book havia sido construído para isso mesmo, para “desdramatizar” a questão dos OVNI perante a população. Para os governos, mesmo os que se dizem mais “democráticos” parece ser importante que as pessoas “não pensem”. Embora talvez os governos não pensem por sua vez nos efeitos que isso possa ter a longo prazo. Julgo que os indivíduos contribuem melhor para a sociedade se lhes for permitido o acesso à informação tal-como-ela-é e se forem ensinados (não doutrinados) a reflectir sobre os assuntos sem medos nem tabus, sempre desnecessários, que aumentam o medo, a desconfiança, e mesmo a charlatanice, ao invés de os diminuir.

O Projecto Blue Book já foi bastante analisado e dissecado noutras obras principalmente pelo homem que fez parte dele e que acabou por retirar-se, decepcionado e reconhecendo as suas falhas, o grande investigador de OVNIs dos Estados Unidos, o Prof. Allen J. Hynek. De resto, a Força Aérea Portuguesa sempre tendeu a fornecer toda a informação possível sobre os seus casos aos especialistas de OVNI, procurando encontrar em conjunto com estes uma explicação, como o confirma, por exemplo, o seguinte caso, existente nos arquivos do CTEC e mencionado no livro OVNIs em Portugal do Dr. Joaquim Fernandes, e que vamos “dissecar” a seguir.

O Caso do General Lemos Ferreira (4 de Novembro de 1985)

A 4 de Novembro de 1985, o General Lemos Ferreira mais três sargentos pilotos aviadores da Força Aérea Portuguesa saíram em esquadrinha nos seus aviões F-84 num voo de rotina de navegação nocturna com destino a Córdoba e regresso em direcção a Portalegre, Coruche e novamente à OTA. Já de retorno de Córdoba e em direcção a Cáceres viram a norte um corpo que perceberam como uma esfera esquisita “parecendo um corpo celeste anormal”. O General Lemos sublinhou posteriormente que não fez confusão com Vénus que tinham inclusive identificado.

O objecto encontrava-se então à frente dos aviões, bastante longe, mas mais ou menos à mesma altitude (8000-8500 metros). Extraordinariamente o objecto muda de tamanho reduzindo-se a um ponto “umas 20 ou 30 vezes menor que a dimensão primitiva” e começa a repetir isso. O objecto fez essa operação, de aumento e diminuição de tamanho, várias vezes à medida que mudava também de cor.

Quinze minutos depois, estando a esquadrilha perto de Cáceres e pronta para seguir para Coruche, os pilotos começam a distinguir melhor a forma do objecto. “Do tamanho de um dedo, com uma ligeira curva, tendo nos bordos uma espécie de dentes” disse o General Lemos. Sublinhe-se que o objecto era “do tamanho de um dedo” VISTO ÀQUELA DISTÂNCIA dado que não puderam calcular as dimensões reais do objecto por não saberem do que se tratava. O objecto começa então a mudar de posição, a descer mais para baixo e para a esquerda relativamente à esquadrilha. Um dos sargentos, no avião que se encontrava à direita do General Lemos descobre então dois pontos luminosos destacados do objecto. Pouco depois outro piloto descobre outro, até que finalmente a esquadrilha pode observar distintamente quatro objectos para além daquele que tem a forma de dedo.

Os quatro pequenos objectos que agora se distinguiam “eram bastante menores que o outro e tinham uma forma esférica, uma espécie de disco” referiu o General Lemos. Apresentavam uma coloração amarelo-esbranquiçado ao passo que o objecto grande apresentava cor amarelo-encarniçado. A posição dos cinco corpos variava. A certo ponto o General Lemos ficou com a impressão que os objectos menores eram comandados pelo maior. Começou a suspeitar de um comportamento inteligente. Teve a sensação que os objectos eram comandados. Isto porque, segundo o General Lemos, na volta dos F-84 para a esquerda, entre Cáceres e Badajoz, volta que envolvia 70 a 80º para a esquerda, a posição dos objectos relativamente à esquadrilha manteve-se.

Já perto de Coruche um dos sargentos repara que os objectos vêm na sua direcção e dá o alarme. Os F-84 desviam-se. Evitou-se por pouco uma colisão. Um dos objectos tinha vindo na direcção da esquadrilha obrigando os caças a afastarem-se, cada qual para o seu lado. Depois disto, os objectos não mais foram vistos. O General Lemos contou o sucedido ao Dr. Joaquim Fernandes e foi inclusive autorizado a redigir um relatório o que fez e que foi assinado pelos quatro sargentos que participaram com ele daquela aventura. O relatório terá seguido para a NATO.

OVNIs no Algarve

Nesta secção vou narrar alguns casos ocorridos no Algarve. É importante referir que, seja em que região for, em Portugal ou no mundo, existem casos que não são reportados às autoridades seja porque as testemunhas não dão demasiada importância ao assunto, seja porque têm medo do ridículo, seja por outra razão qualquer. Pessoalmente conheço diversos em que isso acontece: as testemunhas “retraem-se” até porque muitas vezes aquilo que viram podia não ser necessariamente uma nave extraterrestre mas sim algo que ficou apenas no plano do “não identificado” o que já não é pouco. Por ser algarvio, dei prioridade, nesta secção, a casos ocorridos no Algarve. Os casos são extraídos do livro Ovnis em Portugal (1978) de Joaquim Fernandes da editora Nova Crítica, Porto.

Algoz, Concelho de Silves 10/06/1960

O Sr. Carlos Sabino, alfaiate de profissão, dirigiu-se a Algoz, como era seu costume, assistir à emissão de televisão, que poucas pessoas possuíam na altura, sendo mais comum existir nos sítios públicos: sociedades recreativas e cafés. Despreocupado com as horas na conversa com os amigos, quando deu por si já eram três e meia horas da madrugada e pôs-se a caminho de Silves. Acompanhado por um cão, de nome “Filipe”, fez-se à estrada naquela noite de Lua Cheia. No sítio de Peras, a pouca distância da povoação, viu o que a princípio supôs ser um automóvel. Logo se alarmou devido à intensa luminosidade que se desprendia do objecto, um disco voador, e agachou-se, cheio de medo atrás de uma moita, observando as manobras de seis pequenos humanóides, «homúnculos» como lhes chamou o Diário de Notícias do dia 13/06/60, à volta do aparelho. Quanto ao “Filipe”, o rafeiro que o acompanhava, “fugiu a bom fugir!”, assustado com o que presenciara.

Minutos depois o estranho objecto elevou-se na vertical e desapareceu. Carlos Sabino aproveitou essa oportunidade para correr para casa, mas a cerca de 50 m da sua habitação foi outra surpreendido por um objecto voador, talvez o mesmo, que vasculhava o solo com um feixe de luz intensa, finalmente, o objecto desapareceu para não mais voltar.

Durante muito tempo as pessoas da região comentaram esta estranha história, até porque, segundo diziam, Carlos Sabino, sempre se mostrou uma pessoa séria, “amiga da verdade” e, inclusive, nunca gostou de desenvolver muito o assunto acerca do que vira naquela noite. O seu pavor era real e foi testemunhado por muita gente.

Rio Alvor, Concelho de Portimão
Agosto de 1976

João Marçano, pescador, e Jorge Vidal Marçano, estudante, remavam na Ria de Alvor, ao romper do dia, quando viram surgir um estranho objecto que ao deslocar-se emitia um zumbido, sendo esse zumbido o que primeiro lhes chamou a atenção. O objecto deslocava-se de Noroeste para Este, tinha cor verde, forma de disco com diâmetro estimado entre oito e dez metros, encimado por uma cúpula e com “luzes intermitentes à volta”, deixava atrás um rasto de chamas.

O objecto deslocava-se a muito baixa altitude e dava a impressão de estar a contornar o terreno. As testemunhas ficaram com medo à passagem do objecto e até baixaram-se no barco quando aquele passou por cima deles. A duração total da observação foi de 20 a 30 segundos e terminou com o objecto a afastar-se a grande velocidade.

Praia da Quarteira 25/08/1976

Várias pessoas cujas identidades permaneceram anónimas referiram ter observado cerca da uma hora da madrugada do dia 25 de Agosto de 1976 um objecto luminoso que se deslocava a grande velocidade e a baixa altitude em direcção a sul nesta praia algarvia.

O OVNI, segundo disseram, apresentava muitas cores, sendo a mais frequente ou visível de todas, o vermelho e expelia jactos luminosos. Depois da passagem do objecto voador, uma das testemunhas resolveu telefonar para o Aeroporto de Faro para indagar se havia ali conhecimento da aterragem ou descolagem de qualquer avião à hora em que o objecto foi visto. Responderam que não, dado que as aeronaves que ali aterraram e descolaram o fizeram apenas até as 22 horas.

Alguns Casos Que Me Foram Relatados Pessoalmente

Uma senhora que conheço contou-me que viu um OVNI quando ainda era criança. Era de aspecto metálico e tinha a forma clássica de disco com cúpula. Vi que ela me descrevia aquilo que o Dr. Hynek chamava “objecto diurno” (é geralmente nesse tipo de visões que os objectos tendem a se apresentar “metalizados” sendo que à noite tendem a aparecer mais sob a forma de objectos luminosos). Perguntei-lhe “você viu esse objecto de dia, não foi?” o que confirmou. Ela tinha seis anos, viu o objecto e disse ao pai mas o pai não o viu a tempo ou não ligou. O objecto desceu para uma quinta perto da casa deles e ela foi ver. Teve que dar uma volta grande para entrar na quinta por causa de uma cerca e o objecto já não estava lá. Perguntei-lhe se tinha deixado marca de aterragem. Ela disse-me que sim e fez um reparo interessante: achou que o objecto era pequeno. Respondi-lhe que o tipo de nave que ela viu – o clássico objecto discóide, comum em 38% das observações segundo o Catalogo Poher (Scornaux e Piens, 1978) costuma ser de pequenas dimensões pois são, ou parecem sugerir, naves de reconhecimento; distinguem-se das “naves-mãe” das quais, por vezes, são vistos a sair, e que, geralmente, apresentam-se cilíndricas ou em “forma de charuto” sendo por isso frequentemente chamadas na ovnilogia de objectos em forma de charuto ou objectos-charutoides. No tempo dela, e isto foi outra observação interessante que ela fez, utilizava-se pouco a palavra ovni. “As pessoas usavam mais frequentemente a expressão disco voador”, realçou.

Numa das circunstâncias citadas acima uma senhora, mãe de um amigo meu, o seu marido, já falecido, entretanto, e amigos viram discos voadores. Digo “discos voadores” porque em duas dessas circunstâncias os objectos TINHAM MESMO a forma de discos ou, como a senhora (não vou citar o nome dela) disse “pratos”. Ela viu OVNIs em, pelo menos, três circunstâncias diferentes e da primeira vez o seu marido não acreditou nela pois não tinha partilhado a observação mas depois ficou surpreendido porque a notícia acabou por sair no jornal. Em Portimão, a mãe e a irmã de um amigo meu viram, através da janela da sua casa, um objecto voador em forma de disco pairando por cima de um prédio vizinho e quase a aterrar em cima do mesmo. Eram pessoas que nunca se interessaram muito pelo assunto dos OVNIs, antes e depois do acontecimento!

Estas são as verificações, que cada um pode fazer. Se nos interessarmos o suficiente pelo assunto, e se formos intelectualmente honestos, as pessoas sentem-se à vontade para nos contarem as suas observações ou experiências com OVNIs. Elas não vão contar – e compreende-se o porquê! – a quem não quiser acreditar nelas, estiver predisposto a negar ou a fazer troça do assunto. A “troça”, diga-se de passagem, é um mecanismo de formação reactiva. Significa que a pessoa que está a ser “espirituosa” sobre certo assunto está a deixar que o lado emocional tome conta do assunto. No fundo, as supostas implicações do assunto a incomodam. Insisto em que existência de testemunhas reais e fidedignas permite que o fenómeno OVNI não possa ser encaixado na categoria dos boatos, rumores ou mitos urbanos, como o pretenderam certos autores que, no fundo, demonstram um conhecimento superficial da ovnilogia. Tudo parece indicar, portanto, que “eles”, sejam quem forem e venham de onde vierem, andam aí (!) Existe “qualquer coisa”, há um fenómeno a ser estudado. Agora, resta saber o que é.

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