sábado, 10 de fevereiro de 2018

Uma noite fora do vulgar na região de Évora

História minimamente intrigante nos chega ao correio dos leitores.
O que terá este casal presenciado numa fatídica noite de Agosto de 2017?
Segundo a descrição, o evento terá decorrido na localidade de Nossa Senhora de Guadalupe no concelho de Évora.

Para quem não conhece os Cromeleques, Almendres, estes são conhecidos como o Stonehenge Português.

Relato...
"Olá boa noite.
O meu nome é Júlio Machado, natural de Torres Vedras e passo a citar o seguinte.
O ano passado em pleno mês de agosto, fui com a minha esposa de férias visitar os cromeleques na região de Évora e aconteceu uma situação minimamente insólita.
Não vos sei precisar as horas mas penso que rondava entre as dez da noite dez e meia foi bem depois do jantar.
Enquanto passeava com a minha mulher a ver os almedres nessa noite de lua cheia vimos que no local também estavam dois fotógrafos estrangeiros a tirar fotografias e uma outra camera num tripé onde um dos fotógrafos nos pediu muito educadamente para não cruzarmos num determinado ângulo daquela camera.
O estranho é que a uma não grande distância talvez menos de um quilómetro ouvimos um pequeno estrondo e no horizonte surgiu uma luz bastante forte entre o branco e amarelo.
Essa luz tinha um formato oval, mas não era uma luz ofuscante que deveria ter prái o tamanho de um mini autocarro.
Na sua base inferior podemos ver o que parecia no meu ver um sistema de propulsão pequeno de tonalidade azul e verde que variava entre um rosa.
Aquilo subiu sempre na vertical com uma grande velocidade até ficar um pequeno ponto luminoso que perdermos de vista com as estrelas.
Um dos fotógrafos que estava no sítio tirou fotografias ao objecto que nós vimos e todos ficamos sem dizer uma única palavra durante uns dois minutos.
O que era não sabemos mas que foi estranho foi.
A minha mulher ainda tentou me convencer que se tratava de um helicóptero, mas um helicóptero faz um som ensurdecedor o objecto não fez qualquer som a não ser o estrondo inicial.
Conheço muito bem o ruído de um helicóptero.
Na manhã seguinte já no hotel tomei a liberdade de telefonar para o quartel militar de Évora onde tirei a dúvida que não houve qualquer actividade militar na região.
Não consigo adiantar muito mais não sou um crente em vida extraterrestre mas uma coisa daquelas num local histórico foi minimamente estranho.
Estou bastante arrependido de não ter pedido o contacto do fotógrafo que bateu as fotografias.
A noite estava bastante quente e estou convencido que mais pessoas naquela hora estavam na rua e devem ter visto exactamente o mesmo que nós.
Procurei na internet por imagens e relatos dessa noite e nunca consegui encontrar nada parecido com o que vimos".



Está história é minimamente curiosa, pela qual se mais alguém presenciou o mesmo fenómeno nos contacte através do nosso e-mail: ufo_portugal@sapo.pt

O UFO Portugal Network, não descarta a possibilidade de se tratar do Lidar Raman da Universidade de Évora, embora exista uma distância considerável do local vs Évora como também a fisionomia transcrita pela testemunha " Objecto Oval" e o raio projectado pelo Lidar Raman.

Imagem de um Lídar Raman projectando um laser na
atmosfera a fim de obter a leitura da mesma 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Observação anómala em Penafiel

Observação de esferas em Penafiel

Segue o relato de uma testemunha, que por motivos pessoais e profissionais, optou por manter anonimato, deixando o seu testemunho para algo que observou e pela qual não encontrou uma resposta plausível.

Abaixo relato e imagens recolhidas pela própria testemunha de forma a exemplificar o que viu ou semelhante ao que observou em 2003.

Relato...
Esfera semelhante às observadas em Penafiel
"No ano 2003 quando cheguei a casa para almoço vi a pairar sobre a serra de frente à minha casa a cerca de 4 km, três esferas prateadas não tive tempo de registar o momento pois só durou alguns minutos e depois despareceram mas ficou registado na minha memória.
O avistamento foi observado em Penafiel sobre a serra que fica entre as freguesias de Rãs e Luzim.


Já vi na internet imagens de avistamentos iguais depois disso.
Acredito plenamente na vida extraterrestre, nunca contei a ninguém apenas á minha esposa pois, achei que ninguém acreditava.
Curioso que passado tanto tempo em 2010 fui trabalhar precisamente para o sítio onde vi os objetos a pairar.
No mínimo acho estranho.
Desde aí tenho observado muitas vezes luzes passando no céu que de certeza não são aviões pois notasse claramente a diferença". 

Se é desta região ou próximo, aqui fica a recomendação de ficar vigilante ao local referenciado pelo observador.


Recomendamos a todos os leitores ou observadores de algo anómalo, enviarem os seus relatos, fotos ou vídeos para: ufo_portugal@sapo.pt

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

1968 OVNI na Estação Francesa Iha das Flores - Açores

Antiga Estação de Rastreio Francesa na ilha das Flores

2 de Fevereiro de 1968 - freguesia de Ponta Delgada (Estação Francesa), ilha das Flores

Dois funcionários técnicos do Serviço Meteorológico Nacional, Fernando Rocha e Carlos Resende Corvelo, e um outro indivíduo, António Fraga Maurício, viram ontem um estranho objecto voador na ilha do Corvo – anunciou Rádio Clube de Angra do Heroísmo no seu terceiro noticiário, divulgado às onze horas locais. 

Fernando Rocha, chefe do posto meteorológico do Corvo, procedia à observação do tempo quando a sua atenção foi despertada pela insólita visão do corpo luminoso de forma esférica. 

Chamou os companheiros e todos afirmam que objecto voador parecia pairar sobre a freguesia de Ponta Delgada, na ilha das Flores, onde está situada a Estação Francesa de Rastreio.

O estranho objecto encontrava-se a uma altitude de mil metros, tendo uma luz e uma configuração semelhante à da lua cheia, porém de cor pálida.

Durante sete minutos o objecto foi visto pelos três açorianos deslocando-se muito devagar sobre a ilha das Flores, até, finalmente, desaparecer no sentido sueste.

Fonte : «Diário Popular», – 28-02-1968

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Portugal entra na corrida em busca de vida extraterrestre


Data Center da Covilhã no projeto de radiotelescópio mundial

O Data Center da Covilhã faz parte de um enorme projeto mundial, denominado Square Kilometer Array (SKA), que visa criar o maior radiotelescópio do planeta.

Criado na África do Sul e na Austrália, o projeto conta com muitas parcerias a nível mundial e em Portugal será o Data Center da Altice, na Covilhã, a armazenar os dados.

A infraestrutura será composta por duas mil antenas, que formam um radioteolescópio gigante, distribuído em distâncias de mais de três mil quilómtetros.

O objetivo é escutar os confins do universo, conseguindo “fotografar”, em ondas rádio, um bilião de galáxias, sinalizar buracos negros e procurar civilizações fora do Sistema Solar. 

Para o público em geral, a procura de vida extraterrestre, em especial vida inteligente, será o mais interessante dos objetivos do SKA.
O projeto é apresentado para a região esta terça-feira, de manhã na UBI e à tarde na Câmara da Covilhã.

Nick Pop faz novas revelações

Anteriormente, Nick Pope trabalhou como funcionário do governo "Ministro da Defesa" britânico, no entanto, depois de deixar a sua carreira, se tornou num investigador de OVNIs. 

Nick Pop, considera como seu dever informar as pessoas sobre a realidade referente aos OVNIs e vida extraterrestre, que, a propósito, ocorrem regularmente.
Nick com mais de vinte anos de trabalho conseguiu participar em algumas investigações governamentais sobre alienígenas.
Agora, sim Nick Pop, pode falar abertamente sobre o que viram durante as investigações governamentais.

O ex-funcionário observou que a ameaça de um ataque extraterrestre existe na realidade.
Nick desenvolveu pessoalmente em 1991-1994 planos para neutralizar ataques extraterrestres.
Os estudos realizados à pele de uma criatura, diz "Nick", existem semelhanças do DNA para com os animais da terra. Portanto, os seres humanos podem ser alguns parentes distantes.

Pope revelou também aos jornalistas sobre os verdadeiros OVNIs que estão estacionados nos hangares das autoridades.
A elite política de todas as formas esconde essas coisas das pessoas.
O ex-funcionário dúvida da teoria da conspiração.
Incentiva os cientistas a pensarem mais sobre como proteger o planeta da invasão alienígena e não especular sobre estes ou outros tópicos.

De referir que a própria NATO tem os seus planos, equipes para lidar com o assunto de forma extremamente sigilosa.
Se tiver dúvidas, recomendamos vivamente assistir ao vídeo abaixo.


domingo, 4 de fevereiro de 2018

Luz misteriosa é vista por casal durante a madrugada em Patos - Brasil

Por volta de uma hora da madrugada deste sábado (03/02) o vendedor de consórcios Onaldo Medeiros e sua esposa, moradores do Luar de Angelita, em Patos, viram, através da janela de vidro de sua residência, uma forte luz vermelha se movendo lentamente no céu.

“Não sei o que era, não faço a mínima ideia, mas era bonita a luz, um ponto de luz vermelho se movendo no céu”, disse ele, que ficou por alguns minutos olhando a luz e tentando entender do que se tratava. “Fiz umas fotos, fui dormir e ela continuava lá”, disse.

Na manhã deste sábado, ele buscou informações para saber do que se tratava, se era um balão do tipo junino, um drone, mas até agora não teve uma resposta.


Fonte: Folha Patoense – folhapatoense@gmail.com

OVNIs reportados à Polícia de Cambridgeshire "Inglaterra"


Inglaterra continua a ser o centro de atenções, sobre avistamentos anómalos reportados às autoridades policiais.

Os avistamentos de OVNI e alienígenas relatados à Polícia de Cambridgeshire, têm o balanço de seis chamadas sobre avistamentos de OVNIs ou extraterrestres, segundo a solicitação de Liberdade de Informação.

As observações de alienígenas e OVNIs foram reportadas à polícia em Cambridgeshire seis vezes em dois anos, revelando novos números.

A forças policiais foram solicitadas a um pedido de Liberdade de Informação quantos números 999 e 101 receberam durante 2015, 2016 e 2017.

A polícia revelou ter recebido três chamadas mencionando "alienígenas" e três referentes a "OVNIs". Dois dos avistamentos relatados ocorreram em 2015 e quatro em 2016.

A polícia optou por não comentar sobre esses casos e procedimentos.

Os locais dos avistamentos relatados foram, Houghton, Peterborough, Brampton e Huntingdon.

Até 2017, no entanto, o número de avistamentos reportados à polícia caiu para zero.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

15 de julho de 1903 - Começa o teste da planta de Wardenclyffe. "The New York Sun" relatou atividades estranhas no transmissor de Tesla. Ele escreveu: "todos os tipos de relâmpagos brotaram da torre e dos pólos" e: "o ar estava cheio de flashes e flashes cegadores de eletricidade que pareciam disparar no escuro em direção a um alvo misterioso" - Na imagem: uma representação da torre na imprensa do tempo.

Observação anómala em Moscavide

Nesta criação gráfica, uma nave espacial de ficção científica emerge das nuvens no espaço, uma imagem que ilustra as naves espaciais do Sermão, apresentadas através de slides de 21 slides, preparadas em PowerPoint e disponíveis em PDF, em editoriallapaz.

Relato enviado pela Sra. Esmer Vilão, com algo em aproximação durante as festividades de ano novo 2016 / 2017, em Moscavide.

"Avistamento de objecto voador mais ou menos 3 metros de diâmetro  na passagem de ano 2016/2017 às 00:01h.

Cor acinzentado para o preto.
Tinhas luzes alaranjadas.
Veio na direcção dos prédios em frente mesmo por cima do telhado.
Quando o vimos tinha as luzes todas ligada e conforme se ia apróximando da nossa varanda (terraço) as luzes desligaram ficando alteranadamente ligadas.
Chegando ao pé de nós desligaram-se as luzes e ouvia um barulho tipo máquina de costura e também poderei dizer que esse mesmo barulho fazia lembrar um saco de plástico quando está muito vento e com o vento fazia um barulho tipo vibrar.

Após parar alguns segundos deslocou-se para  a frente e encostou-se ao lado do prédio junto ao terraço do mesmo que é a cobertura do prédio a uns metros à frente noutra rua.
Avistei uns vultos na cobertura do prédio e julguei que por coincidencia seria alguém desse prédio a ver os foguetes da passagem do ano não liguei mas podia no dia seguinte tentar saber se alguém subiu ao prédio nessa noite da passagem do ano mas não o fiz.

Após alguns segundos ele desloca-se a grande volocidade para cima e na direcção Portela/Prior Velho e fica parado entre as nuvens, que segundo uma pessoa com conhecimentos dizia que era impossível um drone estar à quela distância que seria a 10.000 pés.
Ainda tentei saber se haveria algum drone com estas dimensões e se deslocavam a esta altitude.
Mas não conseguir saber em concreto.

Este é o meu testunho só não disse mais cedo, porque não tendo foto e no momento estava a festejar a passagem do Ano Novo e não estava com o telemóvel nem nenhum equipamente que pudesse filmar.
Eu e a outra pessoa ficamos parados a ver aquilo ao ponto que eu não sabia se havia de festejar ou olhar para o objecto.
Por motivos profissionais a outra pessoa não poderá falar sobre esta ocorrência. Agora fica ao vosso critério se vão acreditar ou não".

OVNI observado em França


De acordo com o site, a observação foi feita quarta-feira, 24 de janeiro, entre as 19:30 e as 20h, na estrada que liga Asasp-Arros a Sarrance.
Quatro testemunas viram um objecto voador não identificado na noite de quarta-feira. 

De acordo com a MUFON NETWORK, a observação foi realizada quarta-feira, 24 de janeiro, entre as 19:30h e as 20h, na estrada que liga Asasp-Arros a Sarrance.

O MUFON (Mutual UFO Network) é uma rede de investigação e pesquisa internacional do fenómeno OVNI. 
Na sua página Facebook, esta organização solicita que mais testemunhas relatem sobre um objecto que terá surgido misteriosamente na França.

De acordo com com as 4 testemunhas que pertencem ao mesmo grupo familiar, o objecto teria uma aparência "sólida, oval e luminosa".

www.larepubliquedespyrenees.fr

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Polícia de Lancanshire "Inglaterra", continua a receber alertas de OVNIs

Vários avistamentos de OVNIs são  reportados à polícia de Lancanshire nos últimos anos e revelam novos números.

Dois dos avistamentos foram reportados, por duas pessoas via telefone, que resultaram no registo e posteriormente investigado pela Polícia de Lancashire como tal.

Os alertas incluíram um objecto voador piscando, objecto alienígena, voando com laser, objecto voador com grandes luzes brilhantes e objectos voadores a 12 metros de altitude fazendo um som vibrante.

Outros avistamentos incluíram um objecto vermelho e branco voador, objecto verde que pousou libertando um grande estrondo e um objecto voador emanando uma luz sobre as casas das pessoas.

Havia também relatos de uma luz muito brilhante piscando no céu, dois objectos flutuantes em forma de diamante, bolas de disco multicolor flutuantes.

Os números, de um pedido da Freedom of Information Act feito pelo Lancashire Telegraph, abrangeram os anos 2015 a 2017.

Em East Lancashire, três chamadas vieram de Burnley, uma de Nelson e outra de Accrington.

Um porta-voz da polícia de Lancashire disse que muitas vezes essas chamadas "não são o que elas podem realmente parecer".

"Então, uma chamada sobre um avistamento OVNI pode ser uma luz suspeita ou movimento irregular que poderia significar qualquer coisas que nós avaliaríamos e implantaríamos oficiais, se necessário, no caso de haver uma preocupação com o bem-estar da "testemunha", disse o porta-voz.

A autoridade disse que é a "obrigação" de investigar crimes e que todos os crimes notificados à polícia são investigados até certo e determinado ponto.

O último conjunto de informações ocorreu depois de três encontros próximos foram divulgados pela primeira vez em 2009, logo depois depois de serem divulgadas 4.000 páginas de documentos do Ministério da Defesa desclassificados.

Um triângulo de cor ouro e cobre que se movia em ângulos retos chamou a atenção de um residente de Colne a 18 de outubro de 1994 e a polícia também foi alertada para uma luz vermelha estacionada e brilhante que pairou acima de um jardim na cidade a 23 de Fevereiro de 1996.

Em Burnley, as autoridades receberam 250 chamadas telefónicas de um objecto no céu, que se deslocava a alta velocidade em direção a Hebden Bridge a 22 de novembro de 1995.

Em série de reportagens, 'NP' relatou visitas de OVNIs ao Brasil



Nos anos 1970 e 1990, o Brasil recebeu a visita de uma série de discos voadores e extraterrestres.

Banco de Dados Folha resgata algumas reportagens publicadas no jornal "Notícias Populares" sobre as inesperadas visitas.

Reprodução da notícia publicada no NP
Uma delas é da noite de 7 de março de 1978, quando um objeto voador não identificado sobrevoou as cidades paranaenses de Apucarana, Jandaia do Sul e Cambira, e despertou tanto a curiosidade quanto causou pânico entre os populares.


Quem assistiu à passagem do objeto não teve dúvidas: era disco voador.

O sistema de energia elétrica de Jandaia sofreu interferências no momento da passagem do objeto, o que interrompeu transmissões de rádio e TV. Até a plateia que assistia ao espetáculo do circo Tihanny ficou às escuras.

Segundo observadores, o objeto emitia uma luz intensa e, quando surgiu, apresentava um tamanho três vezes maior que o da Lua. Seu formato se assemelhava ao de um prato. Sua velocidade era lenta, e a medida que ia ganhando altura, ia desaparecendo, até sumir completamente, deixando apenas uma onda de boatos nas três cidades do norte do Paraná.

CANTAREIRA

Dois dias depois, o "Notícias Populares" informava a queda de um disco voador na Serra da Cantareira, em São Paulo. Uma equipe do COE (Comando de Operações Especiais) realizou buscas nas matas da serra na tarde do dia 9. Nenhum indício ou vestígio de OVNI ou extraterrestre foi encontrado.

Um oficial revelou ao jornal que se acreditava que havia "alguma coisa caída naquelas matas". Ao ser indagado se o objeto caído poderia ser um avião civil ou militar, o oficial do COE resumiu: "Fizemos levantamentos em todos os aeroportos e, até o momento, não se constatou a queda de nenhum avião".

Em 10 de março de 1978, o oficial do Serviço de Buscas e Salvamento da Aeronáutica foi irônico a respeito da possibilidade de o objeto ser alienígena: "Muita gente diz que vê disco voador caindo, subindo, e quantas vezes essas visões não passam de ilusão de ótica?".

Até aquele momento o que se tinha de concreto sobre a queda do objeto eram declarações de Etelvino Michete, vigia da Sabesp, e dos policiais da unidade do Tático Móvel 310. Eles afirmaram ter visto a "queda de um objeto disforme, emitindo luz prateada, andando em grande velocidade e que, ao cair, explodiu e deu origem a uma grande luminosidade e a um rolo de fumaça".

No aeroporto de Congonhas, porém, comentava-se que foi um avião militar, provavelmente um Mirage, que caiu na serra.

Essas especulações surgiram depois que a tripulação de um avião comercial que sobrevoava a região teria recebido ordens expressas de aviões militares que ali se encontravam que se afastassem da área onde teria caído o objeto.

Reprodução da primeira página do "NP"
No dia 11, o COE decidiu abandonar as buscas em São Paulo. Nem mesmo o vigia da Sabesp conseguiu passar aos oficiais uma informação ou indicação clara.


Contudo os OVNIs continuavam nas páginas do "Notícias Populares". Tanto que no dia seguinte o assunto era que outro objeto foi visto em São Paulo e Brasília.

Por volta de 1h do dia 12 de março de 1978, dezenas de moradores dos bairros de São Miguel e Tremembé afirmaram que um objeto não identificado decolou da Serra da Cantareira, sobrevoou a cidade de São Paulo e partiu em direção ao Norte.

Um outro OVNI, ou o mesmo, foi visto pela tripulação de um jato da Panam, que voava a 7 km de Brasília. Passageiros de um avião da Varig, de prefixo 800, também viram um objeto desconhecido próximo a Brasília, por volta da 1h.

O assistente de tráfego do aeroporto de Congonhas Rivaldo Cândido Nunes disse que recebeu 40 telefonemas de moradores de São Paulo relatando terem visto "algo estranho no céu".

Um morador do Tremembé (zona norte de São Paulo) disse que viu o OVNI exatamente à 1h20: "Vi-o da janela da minha casa. Ele saiu da serra da Cantareira em direção da cidade, no rumo norte. Era um conjunto de esferas luminosas com um facho de luz, como se fosse um foguete".

Nos anos 1970 e 1990, o Brasil recebeu a visita de uma série de discos voadores e extraterrestres.

Uma delas é da noite de 7 de março de 1978, quando um objeto voador não identificado sobrevoou as cidades paranaenses de Apucarana, Jandaia do Sul e Cambira, e despertou tanto a curiosidade quanto causou pânico entre os populares.

Quem assistiu à passagem do objeto não teve dúvidas: era disco voador.

O sistema de energia elétrica de Jandaia sofreu interferências no momento da passagem do objeto, o que interrompeu transmissões de rádio e TV. Até a plateia que assistia ao espetáculo do circo Tihanny ficou às escuras.

Segundo observadores, o objeto emitia uma luz intensa e, quando surgiu, apresentava um tamanho três vezes maior que o da Lua. Seu formato se assemelhava ao de um prato. Sua velocidade era lenta, e a medida que ia ganhando altura, ia desaparecendo, até sumir completamente, deixando apenas uma onda de boatos nas três cidades do norte do Paraná.


Reprodução da notícia publicada no NP

STEPHEN HAWKING

No ano de 1991, o "Notícias Populares" contou o caso de um OVNI visto nos céus do município de Casimiro de Abreu (RJ). Dezenas de caminhoneiros que viajavam na noite de 11 de maio pela BR-111 viram um objeto que apareceu, mudou de forma e de cor, desapareceu por várias vezes e tornou a aparecer dividido em pedaços.

O espetáculo durou cerca de uma hora e meia. O caminhoneiro Elton Luiz Araújo filmou tudo e cedeu a fita para a Rede Globo, que exibiu o material para o país inteiro.

Um funcionário da prefeitura da cidade falou ao "NP" que quem estava na cidade não viu o objeto. Só viram os caminhoneiros que estavam na estrada, que fica a 10 km do centro de Casimiro de Abreu.

Às vésperas do 50º aniversário da ufologia, no dia 27 de abril de 1997, o jornal publicou a primeira reportagem de uma série sobre ETs no Brasil. Stephen Hawking, um dos maiores cientistas do século, declarou que a chegada de ETs ao nosso planeta seria uma experiência muito pior e mais devastadora do que qualquer um de nós possa imaginar.

Para servir como exemplo do que Hawking previu, o "NP" estampou em sua primeira página uma chocante imagem de um homem que teria sido sugado por ETs. O seu corpo foi encontrado oco, sem os órgãos internos, na represa Guarapiranga (zona sul de São Paulo).

Segundo o jornal, este caso iria mudar os rumos da ufologia em todo o mundo. Um extenso documento elaborado pelos médicos do Instituto Médico Legal, dizia que os órgãos pareciam ter sido "aspirados" por pequenos orifícios simetricamente recortados no corpo da vítima.

Para muitos estudiosos do assunto, a técnica era um trabalho de alienígenas. Há anos caçadores de extraterrestres estudam o mesmo tipo de furos produzidos em animais do mundo inteiro.

Estômagos de bois, com mais de 50 cm, são sugados através de orifícios de 3 cm. Os beiços dos animais também são cortados com precisão milimétrica, impossíveis de serem feitos no mato, onde os animais mutilados são normalmente encontrados.

Esta foi a primeira vez que um homem foi vítima das mesmas experiências extraterrestres. Ele era aposentado, tinha 53 anos e costumava nadar até uma ilha deserta para pescar.

Segundo a ufóloga Encarnación Zapata Garcia, que estudou o caso Guarapiranga, os cientistas alienígenas recortaram cirurgicamente os lábios, olhos, orelhas e língua e, através de seis furos simétricos, sugaram coração, fígado, estômago, pâncreas, esôfago, intestino, apêndice e baço, além de amostras de músculos e do pulmão.

Reprodução da notícia publicada no NP

VARGINHA

A saga extraterrestre se manteve. Em 28 de abril de 1997, o "Notícias Populares" contou o caso de Marco Eli Chereza, um policial militar que morreu infectado por uma substância desconhecida um mês depois de participar de uma operação secreta de caça a ETs que teriam caído na cidade de Varginha (MG).

Para estudiosos do assunto, a morte do militar é uma das poucas provas de que algo estranho aconteceu na cidade em 20 de janeiro de 1996.

Na tarde deste dia, três meninas encontraram uma estranha criatura na periferia da cidade. A notícia correu o mundo, e dezenas de ufólogos já passaram por Varginha na esperança de encontrar o alienígena.

O policial trabalhava no serviço de inteligência da polícia. Depois de participar da operação de caça ao ET, percebeu um furúnculo debaixo do braço. Procurou o serviço médico da corporação que retirou o ferimento. Dias depois, porém, foi acometido por fortes dores nas costas.

Internado e fortemente medicado, seu estado piorou. Quatro dias depois da internação, ele entrou em coma e morreu. A infecção em seu corpo era generalizada.

O "NP" teve acesso a um documento interno do hospital que relatou a causa da morte do policial: "Granulações tóxicas finas em 8% dos neutrófilos". Isso significa que Marco estava com sangue contaminado. Essa contaminação nunca foi identificada pelos médicos responsáveis.

Para a irmã do PM, Marco capturou o ET de Varginha sem luvas e foi infectado. "Pode ter se arranhado ou simplesmente encostado, mas a criatura infectou meu irmão."

Reprodução da notícia publicada no NP

AERONÁUTICA

Na última reportagem da série, o "NP" revelou um documento confidencial do Ministério da Aeronáutica que mostrava que militares se preocupavam com OVNIs, mas não divulgavam suas descobertas.

O texto orientava os militares da Aeronáutica a não revelar informações sobre OVNIs para jornalistas ou curiosos.

Em suas cinco páginas, o documentou apresentava 28 orientações para o militar que avistasse um OVNI.

Entre elas estava um surpreendente procedimento: "Havendo telefonemas de jornalistas ou curiosos, responder que não está autorizado a fornecê-las [as informações]."

O porta-voz do Ministério da Aeronáutica, à época, o brigadeiro José Montgomeri Melo Rebouças explicou a medida: "O ministério tem um compromisso com a sociedade de não permitir a exposição de fatos sem comprovação".

Também esclareceu que OVNI não significa um disco voador. "O documento em pauta considera objeto voador não identificado todo aquele que, penetrando ou evoluindo no espaço aéreo brasileiro, não fornece elementos que possibilitem sua identificação."

Reprodução do documento da Aeronáutica

Crédito

Petróglifos Na Região Do Seridó (RN - Brasil)

Há cerca de cinco anos, postei aqui no blog sobre o Sitio Pintado (lembre aqui) desenhos feitos em pedra, os Petróglifos. Figuras bem curiosas e peculiares que me deixou animado para as pesquisas em campo.

Ontem, com o Amigo Felipe Barros fomos em busca de Sítios arqueológicos que são abundantes aqui na Região do Seridó e que estão condenados a extinção e ao esquecimento! Próximo ao local que fomos, está sendo construída uma barragem de grandes proporções que em breve alagará uma vasta área e cobrindo esses sítios.

O IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, não toma providências em pelo menos catalogar esse patrimônio.

O fato curioso desses desenhos que eu quero mostrar pra vocês, meus amigos, são o que esses desenhos lembram! Desenhos que lembram aeronaves, seres bem estranhos, constelações e fenômenos espaciais.

Vejam as imagens e tirem suas conclusões: 

Não lembra um foguete?


Um objeto emitindo luz?





Cometas?

Um ser espacial?



Esse é só um aperitivo do que vem por aí! Espero que tenham gostado.
Rondinelli




quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Três pessoas avistam OVNI na Figueira da Foz a 8 de Julho de 1990

Resumo...

A 8 de Julho de 1990, um casal acompanhado por uma familiar deslocava-se de carro, durante a madrugada, do Minho para a Figueira da Foz, onde os primeiros residem.

Já após as 4 horas, seguiam pela Estrada Nacional nº 109 de Aveiro para a Figueira da Foz, quando a poucos quilómetros da Tocha, o condutor e a passageira do banco traseiro, reparam num objecto luminoso deslocando-se rente ao chão, nuns campos de milho que ladeiam a estrada e na direcção desta.
Apercebem-se que se trata de uma espécie de cubo, sendo as arestas luminosas, de cor branca, onde se podiam ainda notar luzes vermelhas, uma espécie de fumo na interior (transparente) do engenho, e uma forma abaulada escura no seu topo.

Observam, mudos pelo espanto, o objecto chegar até à berma a estrada, enquanto o carro se ia deslocando muito devagar.
O condutor afirma que o objecto desapareceu repentinamente, mas a outra testemunha admite que tenha permanecido no local.
Ao mesmo tempo, a passageira do banco da frente, olhando para o lado inverso, observa um objecto luminoso arredondado, aí com uns dois palmos de comprimento, deslocando-se ao lado do carro, sobre uns fios de telecomunicações que ladeiam a via, a uns quatro metros do solo.

É peremptória quanto ao desaparecimento repentino do engenho.
Quando regressam ao local da observação, cerca de um mês depois, concluem ser aquele o local da observação, mas surgem-lhes fortes dúvidas quanto ao local do início da observação, é que, vários quilómetros atrás, existe um outro local, esse sim coincidente com as suas recordações. 

Mais estranho ainda, não se lembram de ter passado por Mira, cujo centro é atravessado pela estrada nacional e que é uma localidade muito representativa para a família, que serve de ponto de referência nas viagens regulares que fazem naquele trajecto.

Introdução
O caso cuja investigação aqui se relata afigura-se, para o GIFI, como relevante por três ordens de razões.

Por um lado, um dos objectos descritos tem uma forma e características pouco comuns nos referenciais da ovnilogia.
Por outro lado, a dinâmica da observação, tal como nos foi relatada por duas das testemunhas, aponta para uma possível interferência dos objectos com o automóvel e seus ocupantes, factor que se encontra relativamente bem documentado no anais da investigação deste tipo de fenómenos, mas que neste caso nos parece assumir particularidades, pelo menos, curiosas.
Por fim, em termos do próprio decurso dos trabalhos de investigação, parece-nos ter sido possível obter uma extensa bateria de dados, confirmados e reconfirmados quer junto das testemunhas, quer através de fontes colaterais de informação, os quais nos conferem alguma segurança tanto na apresentação dos resultados obtidos, como no das conclusões da investigação.
Antes de mais, importa apresentar brevemente a mecânica da investigação, por forma a que o leitor possa aquilatar da valia dos dados adiante expostos.
Método de Investigação.

A notícia deste caso chegou-nos, via “Recorte”, através de um artigo publicado no jornal “A Voz da Figueira), na sua edição de 4 de Outubro de 1990.
Muito embora fosse claríssimo que o autor do artigo era uma das testemunhas do avistamento, apenas após alguns contactos telefónicos com o jornal, já em Dezembro de 1990, nos foi possível obter o seu nome e contactos.
Realizou-se, assim , uma primeira deslocação à Figueira da Foz a 23 de Dezembro de 1990, no regresso de outros trabalhos de investigação no Norte do país, tendo-se procedido a uma primeira entrevista à testemunha senhor António Oliveira Sousa.

O objectivo dessa entrevista, para além da recolha de uma primeira versão integral do avistamento, foi o de apurar do efectivo interesse, de princípio, do caso, em termos de justificar a continuidade da investigação.
Concluindo-se que, de facto, o caso merecia atenção suplementar, designadamente por força da inesperada descrição de um dos objectos observados, decidiu-se aprofundar o seu estudo.

Assim, nos dias 19 e 20 de Janeiro de 1991, os dois elementos da primeira equipa de investigação, acompanhados por um outro membro da associação, regressaram à Figueira da Foz para proceder, separada e conjuntamente, à entrevista da primeira testemunha e de sua mulher senhora D. Júlia Oliveira Sousa.

Procedeu-se igualmente a uma extensa recolha fotográfica no local, com a presença das testemunhas e do veículo em que se deslocavam na noite da observação, realizando-se igualmente a planta do local.
Realizaram-se ainda algumas entrevistas próximo do local, tendo em vista identificar outras testemunhas, sem sucesso no que se refere à observação em investigação.
Durante a noite, procedeu-se igualmente a uma deslocação ao local da observação, por forma a observarmos directamente, tanto quanto possível, as condições em que se verificou o avistamento, refazendo-se parcialmente o trajecto realizado pelas testemunhas.

A 5 de Julho de 1991 esteve-se em Coimbra, por forma a contactar os serviços locais da EDP, JAE e Portugal Telecom, tendo em visa obter informação adicional sobre as condições existentes no local à data da observação. 
Adicionalmente, realizou-se uma nova deslocação ao local da observação, para fotografá-lo nas condições aproximadas registadas no momento do avistamento - isto é, na mesma época do ano, com as culturas existentes próximo da estrada, principalmente milho, na fase de maturação equivalente à existente aquando da observação do fenómeno.


Finalmente, em 27 de Julho de 1991, foi entrevistada a terceira testemunha da observação, senhora D. Rosa de Sousa, na sua casa em Sobral de Monte Agraço.
Obteve-se junto do INMG um relatório acerca das condições meteorológicas no local, à data da observação.
No total, participaram nos trabalhos de investigação cinco membros do GIFI, um dos quais, como elemento permanente de ligação, interveio em todos os actos realizados. 

Resultados obtidos
A- Súmula do caso:
Data: 8 de Julho de 1990.
Hora: Entre as 4h00 e as 5h30m (as testemunhas insistem em referir as 4h00 como a hora da observação, mas afirmam ter chegado à Figueira da Foz às 5h15m / 5h30m).
Local: Cruzamento a cerca de 1 km da Tocha, na Estrada Nacional Nº 109.

Testemunhas:
- António Joaquim Oliveira de Sousa, 59 anos (nascido a 20 de Janeiro de 1931), secretário judicial no Tribunal de Vila Nova de Foz Côa.
É cego do olho direito.
Usa óculos, para ver ao perto e para ver ao longe.
Tinha os óculos postos durante a observação.

Comunicou a sua observação ao jornal “Voz da Figueira”, logo na manhã da segunda-feira dia 10 de Julho de 1990, sendo publicada uma curta notícia na edição seguinte.
Posteriormente escreveu quinze artigos, que foram publicados nas edições seguintes do jornal.
- Júlia Oliveira de Sousa, mulher da testemunha anterior, mais de 50 anos de idade, professora na Escola C + S da Figueira da Foz.
É peremptória ao afirmar que, mau grado a realidade que atribui à sua experiência, continuou, após a observação, a não acreditar na hipótese extraterrestre, como forma de explicação do fenómeno OVNI.
- Rosa Oliveira de Sousa, irmã da primeira testemunha, 47 anos, professora de trabalhos oficinais na Escola C + S de Sobral de Monte Agraço, solteira. 

Condições da observação: Céu totalmente limpo.
Lua cheia, com forte luar.
O relatório do INMG indica que na região as condições eram favoráveis à ocorrência de céu pouco nublado, visibilidade reduzida pela madrugada e vento geralmente fraco.
É, portanto, de admitir a formação de zonas de nevoeiro ou neblina baixa, típicas daquela região.

B- Relato da observação:
Na noite da observação as três testemunhas deslocavam-se do Minho (Portela do Vade, localidade situada entre Ponte da Barca e Braga), para a Figueira da Foz, onde residem os dois primeiros.
Tinham assistido à missa do sétimo dia da mãe das primeira e terceira testemunhas, falecida repentinamente uma semana antes, posto o que jantaram em Vila Verde. 
Tinham projectado passar a noite em Braga, mas como a terceira testemunha pretendia seguir na manhã seguinte para Sobral de Monte Agraço e considerando que naquela noite estava um luar “maravilhoso”, decidiram, provavelmente após a meia-noite, sair para a Figueira da Foz.
Faziam-se deslocar num automóvel Simca Aronde, modelo com cerca de 33/34 anos.
A primeira testemunha seguia ao volante, com a segunda testemunha a seu lado e a terceira no banco de trás, sensivelmente sentada a meio do banco.
A viagem decorreu normalmente, desde Braga, onde entraram na auto-estrada, até Aveiro, localidade em que tomaram a Estrada Nacional nº 109, que segue a linha de costa, em direcção ao seu destino.
As testemunhas recordam-se claramente do trajecto nos 11 quilómetros seguintes, passando em Ílhavo e Vagos, tendo atingido esta última localidade talvez pelas 4h00 da madrugada.
Depois da passagem por Vagos, visto que apenas nesse momento, a primeira testemunha começou repentinamente a guiar muito mal, enquanto a sua mulher o tentava auxiliar na condução, a qual prossegue com dificuldade pois os faróis do automóvel produzem pouca luz.
A condução processa-se a marcha consideravelmente lenta- talvez 50 / 60 km/h.
As duas primeiras testemunhas descrevem a estrada como parecendo remendada, com zonas de cor diferente e mais estreita que o normal, pelo que a segunda testemunha refere que colocou a hipótese de ser terem desviado, sem o reparar, para uma estrada lateral.
A primeira testemunha sente, por essa altura, um sobressalto, como se estivesse a passar sobre uma lomba, chegando mesmo a dizer que parecia que o automóvel vinha pelo ar.
Alguns quilómetros adiante, a primeira testemunha olha para o seu lado esquerdo, abrandando a marcha do veículo para uns 5 km/h, e vê o que, numa primeira impressão, lhe pareceu ser um tractor engalanado, como é costume na região fazer-se para efeitos das festas populares- “que coisa bonita”, pensou. 
À testemunha parece que o “veículo”, que se encontrava numa clareira ao fundo, num plano mais baixo, e que começa por essa altura a deslocar-se, no sentido da via principal. 

Observando com mais atenção, verifica tratar-se de um objecto cúbico, cujas arestas superiores esquerda e direita se apresentam laças, como cordas distendidas, com duas luzes vermelhas nos extremos.
O restante corpo do objecto apresenta-se opaco, com as barras ou arestas escuras, denotando apenas uma leve luminosidade branca.
Nesse momento, deslocando-se o objecto com uma oscilação pendular, as partes laças tornam-se tensas e vai ganhando luz em todas as arestas, que no entanto até certo ponto se mantêm visíveis sob a luz.
Forma-se como que uma sequência de luzes em forma de algodão em rama, aí com uns 8 cm de diâmetro, “com luz por dentro”, que se vão juntando, até formar uma luz branca contínua, sem produzirem brilho.
Continuando a sua marcha na direcção do veículo em que se encontravam as testemunhas, o objecto passa a deslocar-se como se deslizasse.
A primeira testemunha nota que o objecto terá cerca de dois metros, por cada lado e aresta de uns 8/10 cm. No entanto, no final da observação o objecto parece à testemunha mais pequeno, com cerca de 1,20 metros por cada lado, e com a forma de um paralelepípedo.
Ao centro do objecto, a testemunha nota uma sombra escura, que descreve como uma nuvem cinzenta, com bordos irregulares e que lhe pareceu não ter mudado de forma ao longo da observação. 
As luzes vermelhas estavam então na aresta frontal de cima.
Conforme a luz branca vai aumentando, vai exercendo influência sobre as luzes vermelhas, pelo que a interpenetração do vermelho no branco evolui até que as barras ficam totalmente brancas.
A sequência de alteração da cor das luzes foi de vermelho a laranja escuro, ao laranja médio, laranja claro e, por fim, branco, sempre assemelhando-se a algodão em rama com luz por dentro.
A primeira testemunha nota um fluxo de força (vibração horizontal, da esquerda para a direita e vice-versa) entre uma e outra das luzes vermelhas, que vai comprimindo a luz da esquerda até esta lançar uma ponta (tipo borracha de apagar), enquanto se liberta um ténue gás cor de abóbora, semelhante ao fumo libertado por uma sopa num dia de frio e humidade.
Segunda a primeira testemunha, é quando o objecto fica totalmente luminoso e começa a perder luz que a terceira testemunha o avistou, isto é, ela não terá assistido à metamorfose inicial.
O objecto está agora próximo da estrada principal, recomeça a oscilar e perde parte da intensidade luminosa, posto o que, junto à berma esquerda da referida estrada secundária, para a sua marcha, assentando no terreno num movimento para trás, sobre um pequeno talude que se encontra junto à via. 

O objecto lança então, uma sequência cada vez mais rápida de raios avermelhados, a partir da sua aresta frontal superior, que parecem dardejar na direcção do solo, sem no entanto o atingir.
É então que toda a luz se apaga, exclamando a primeira testemunha “mas o que e isto ?”, enquanto agarra o volante com força. Logo de seguida, segundo a primeira testemunha, o objecto desaparece.
A primeira testemunha estima a observação em alguns segundos, talvez 15, muito embora afirme que para si o avistamento parecia ter durado meia-hora.
A terceira testemunha descreve o objecto por si observado de forma algo diferente da primeira testemunha.
Afirma que viu o objecto vir da sua esquerda, apenas com duas luzes que lhe pareceram faróis grandes. O corpo do objecto era escuro, parecendo um cubo, com os seus lados opacos.
O objecto terá avançado cerca de dois metros, muito devagar, depois baloiçou, parecendo vir a subir um caminho e recuou um meio metro para trás, imobilizando-se.
Estaria nessa altura, segundo a estimativa da testemunha, a uns trinta metros de si.
Ao parar, o objecto parece, na sua face frontal, um rectângulo com metro e meio de lado, com uma meia circunferência em cima, de meio metro, com cor cinzenta escura. 
Nessa altura, o objecto começa a libertar faíscas, em direcção ao chão, que pareciam estalactites ou pingos a cair. As faíscas pareciam sair em maior quantidade da parte superior esquerda do objecto que da sua direita, não iluminando o chão.
Ficou a olhar pois pensou que era um veículo, talvez um tractor, que estaria a pegar fogo, pelo que estava assustada, à espera de ver se o presumível condutor abandonava o veículo, por forma a não ficar ali todo queimado.
Não viu rodas no objecto.
Não ouviu qualquer ruído.
Não viu fumo, nem as luzes ou as faíscas produziam clarão luminoso.
A testemunha não viu o objecto apagar-se, pelo que ficou com a sensação de que ele teria ficado no local, após a passagem do veículo em que se deslocavam.
Algum tempo depois a primeira testemunha pediu-lhe para olhar pelo vidro de trás, para ver se o objecto lá estava.
Pareceu-lhe ver ao longe umas luzes brancas, que, no entanto, a primeira testemunha atribuiu a um automóvel, que com eles tinha acabado de se cruzar.
Na sequência da exclamação, acima referida, da primeira testemunha, a segunda testemunha chama-lhe a atenção, batendo com os nós dos dedos no vidro, perguntando-lhe se está a ver a mesma coisa que ela..

De facto, já há momentos que a segunda testemunha via, sobre os fios espalmados suspensos existentes junto ao lado direito da estrada (posteriormente identificados pelo GIFI como cabos de telecomunicações), a uns 4 metros de altura e a 2,5 / 3 metros de si, um objecto arredondado e luminosa, sem brilho, com cerca de dois palmos de comprimento, deslocando-se paralelamente ao automóvel, como que colado aos fios e lançando pequenas faíscas. 
Descreve a luz como se fosse um holofote, mas cuja luz não feria os olhos, nem parecia iluminar nada à sua volta.
As faíscas, que se adelgaçavam para o seu final, mas sem nunca ficarem muito finas, saiam na direcção da Figueira da Foz e no sentido do solo, com tamanhos desiguais e, conforme o objecto as libertava parecia suportar uma vibração, que a testemunha descreve como o tremer de um pudim, a qual fazia o objecto alongar-se e comprimir-se no sentido esquerda / direita.

As faíscas mais compridas teriam uns dois palmos 
O objecto tinha ao centro uma coloração laranja escura, cor que se ia diluindo para os seus bordos, no sentido de um laranja mais claro, quase até ao branco.
Os bordos do objecto não eram totalmente definidos, muito embora a forma fosse em geral ovalada, particularmente por força da libertação das referidas faíscas.
Também esta testemunha descreve as faíscas como semelhantes aos tentáculos de um polvo. 

Esta observação terá durado escassos segundos, mas também esta testemunha afirma que lhe pareceu que tinha estado a olhar para o objecto durante vários minutos.
É peremptória no sentido de que, se bem que lhe tenha parecido que o objecto estava preso aos fios e parado, este se terá deslocado paralelamente ao automóvel, pois nunca teve de olhar para trás para o observar, aspecto que as demais testemunhas também referem.
As outras duas testemunhas não avistaram esse objecto, presumivelmente porque o tecto do automóvel lhes impedir a sua visão.
Por seu turno, a segunda testemunha não reparou no cubo luminosos, pois estava com a sua atenção centrada na berma oposta da estrada. 
Uns metros mais à frente (quarenta na opinião da primeira testemunha), o objecto luminoso arredondado desapareceu.
Pouco tempo depois da observação, entraram na povoação da Tocha, ao que a segunda testemunha logo perguntou “já estamos na Tocha ? - o que o marido lhe confirmou - mas não passámos em Mira !”.

A terceira testemunha nada refere quanto a este ponto, pois não conhece bem aquela estrada e como vinham de noite, não prestou qualquer atenção à sequência do caminho que estavam a percorrer.
Quando, cerca de um mês depois da observação, as primeira e segunda testemunhas tentaram voltar ao local da observação, acabaram por ir quase até Aveiro. 
A dado passo, na estrada entre Vagos e Mira (considerando o sentido Aveiro - Figueira da Foz), chegaram a um local, junto à Pensão Mestre, que a primeira testemunha considerou adequado às características do local no início da observação, por o terreno ao lado esquerdo da estrada estar a um nível inferior a esta e por ali existirem umas casas ao fundo e vários eucaliptos e arbustos.
No entanto, logo a primeira testemunha registou o facto de que não poderia ter sido ali, visto que estavam antes de Mira e a vários quilómetros de Tocha, onde tinha chegado logo após a observação.
Posteriormente encontraram o pequeno cruzamento, logo junto antes de se chegar à Tocha (uns 1700 metros), que correspondia às características do local onde se produziu a observação. 
A primeira e a segunda testemunhas ficaram muito perturbadas por não se lembrarem de passar em Mira, pois recordam-se de passar nas demais povoações relevantes do caminho.
Aliás, Mira é o seu ponto de referência nestas viagens, de e para o Minho, que fazem com regularidade, pois sabem que estão quase a chegar a casa e, ao longo da sua vida mantiveram, por várias razões, ligação int+ima àquela localidade. Acresce que a estrada nacional passa mesmo pelo interior de Mira, fazendo várias curvas, ao contrário dos demais troços, principalmente na direcção da Tocha, que são grandes rectas, pelo que parece de todo impossível que não reparassem na chegada a Mira.
Diz a primeira testemunha “Existe aqui um fosso muito grande, que não sei explicar.”
Informações adicionais recolhidas durante a observação permitem concluir que:

a) A probabilidade do objecto cúbico se tratar de um tractor são ínfimas, para não dizer inexistentes;

b) A EDP não registou qualquer avaria ou falha da sua rede, na data e local da observação; 

c) Também a (à data) Telecom Portugal não registou qualquer avaria ou falha da sua rede, na data e local da observação;

d) Mau grado a nossa insistência, a JAE não nos prestou qualquer informação, que seria particularmente útil para conhecer as características e datas das obras realizadas na Estrada Nacional nº 109, ao que se sabe antes e depois da data da observação.

Conclusões 
O método que o GIFI utiliza, ao qual recorrem normalmente os investigadores do fenómeno OVNI comprometidos com critérios de objectividade, pressupõe que antes de mais se afira da possibilidade de se estar perante uma fraude ou de um erro de interpretação de algo perfeitamente identificado no âmbito do conhecimento humano à data da observação.

Neste caso, devemos começar por dizer que todos os indícios vão no sentido de que não estamos perante uma fraude, pois a idade e o estatuto social das testemunhas afiguram-se como claramente inibitórios da criação voluntária de uma mistificação, bem como não se detectou qualquer vantagem potencialmente pretendida pelas testemunhas com a divulgação pública da sua experiência.
Aliás, pode referir-se que a terceira testemunha de forma incisiva contrariou o irmão em aspectos essenciais do relato da observação, o que, convenhamos, para uma efabulação implicaria uma sofisticação totalmente desproporcionada à ausência de vantagens para as testemunhas do facto da sua experiência ter sido tornada pública.

No segundo nível de análise, importa esclarecer se, dos dados obtidos, decorre o indício de que as testemunhas tenham observado algo enquadrável no conhecimento humano, mas interpretado mal o que estavam a presencia ou, o que pode ser questão conexa ou paralela, tenham de alguma forma sofrido uma alucinação.
Como ponto prévio, importa debater o facto de existirem discrepâncias evidentes e de algum relevo entre as descrições realizadas por cada uma das testemunhas, quer quanto àquilo que observaram, quer no que se refere às condições da observação. 

Estendemos que tais discrepâncias não são susceptíveis de nos induzir a avançar reservas quanto ao valor dos dados obtidos no âmbito desta investigação.
Vale a pena citar Wernher Von Braun, numa entrevista incluída no seu livro com o título “Os primeiros Homens na Lua”, publicado pela Livraria Bertrand nos anos sessenta- a entrevista data de Janeiro de 1960. 
O “pai” do Saturno V, ao sublinha a sua convicção de que apenas 2% das observações de OVNI correspondem a casos inexplicados, adianta com rigor que:
“... uma vida inteira dedicada a ensaios de projécteis guiados deu-me a maior prudência e reserva quanto às descrições de testemunhos oculares dum lançamento falhado dum foguetão: de três observadores experimentados, interrogados após um ensaio típico, o primeiro jurará ter visto claramente tombar um pedaço do foguetão antes de ter vacilado; o segundo negará energicamente, mas dirá que o foguetão oscilou violentamente antes de se desviar; o terceiro observador experimentado não viu nem a queda dum bocado, nem uma oscilação, nem o mais pequeno desvio da trajectória, mas sustentará que o foguetão voava de forma perfeitamente estável até ao momento em que uma explosão interna o fez bruscamente voar em pedaços.”
Parece-nos de todo admissível generalizar tais palavras, no sentido de que, particularmente em observações por espaços de tempo curtos, a mente humana capta e regista caprichosamente os dados do avistamento, provocando o que definiríamos como uma descrição subjectivada. 

Neste caso tal natural tendência humana é ainda potenciada por nenhum dos observadores poder ser qualificado como experimentado, bem como porque a observação ocorre de noite, durante uma longa viagem de automóvel, durante as quais as testemunhas, com toda a probabilidade fatigadas, são positivamente surpresas pela aparição dos objectos observados.
Mau grado a relativa imprecisão da (vasta) informação disponível, não poderemos deixar de tomar posição quanto à eventual explicabilidade do relatado.
Por comodidade expositiva, comecemos pelo segundo objecto, observado apenas pela segunda testemunha.
Sendo os dados recolhidos claros no sentido de que não foi registada qualquer anomalia nos cabos de telecomunicações e fios eléctricos existentes no local da observação, não vemos qualquer possibilidade de explicação do objecto referido no âmbito do actual conhecimento humano.
Acresce que as condições atmosféricas existentes não seriam propícias ao surgimento de fenómenos tais como o “fogo de santelmo”.
Aproveita-se a ocasião para sublinhar que nos parece tratar-se de um segundo objecto, na medida em que o cruzamento da descrição das três testemunhas aponta no sentido de que parte da observação se passa simultaneamente, bem como principalmente a terceira testemunha é bem clara na convicção de que o objecto, ainda que tendo perdido luz ou parado de produzir faíscas, permaneceu no local da observação enquanto o automóvel dele se afastava. 
Quanto ao primeiro objecto, o problema deve colocar-se quanto à hipótese de as testemunhas terem avistado um veículo, relativamente incomum, aproximando-se por uma estrada lateral à Estrada Nacional 109.

Quanto à tese, aventada pelas próprias testemunhas, de se ter tratado de um tractor agrícola, não só a descrição se afasta desse modelo, quando a descrição das testemunhas entra em pormenores (designadamente, por mais evidente, o facto de não terem sido observadas rodas, normalmente descobertas nos tractores), como também terceiros entrevistados no local da observação demonstram claramente a diminuta possibilidade de uma máquina agrícola deambular naquele local na ocasião da observação.

Uma outra hipótese é a de se ter tratado de uma máquina interveniente nas obras que, confirmadamente, a JAE estava a realizar naquele local.
É curioso registar que a terceira testemunha afirma ter visto uma máquina de assentar asfalto que lhe pareceu semelhante àquilo que observou e que tal hipótese foi aventada num “brain- storming” realizado pelo GIFI a propósito das conclusões desta investigação, por parte de associados a quem garantidamente a referida afirmação da testemunha não havia sido previamente transmitida.
Contra tal sugestão vai, em primeiro lugar, a informação de que a Estrada Nacional 109 já estava reasfaltada na data da observação e que só faltava pintá-la, sendo que as máquinas que realizam tal tarefa não serão confundíveis com o observado pelas testemunhas. No entanto, parece haver registo que a estrada lateral do cruzamento próximo da Tocha só foi reasfaltada após a data da observação.
Em segundo lugar, o trabalho de madrugada, ainda por cima num fim-de-semana, normalmente só é utilizado em obras públicas em caso de urgência, pelo seu sobrepreço, nenhuma informação disponível apontando nesse sentido, pois ao invés, parece que as obras na rede viária daquela região se prolongaram por bastante tempo, tanto mais que, como é mau hábito em Portugal, uma via importante foi mantida sem sinalização horizontal durante algum tempo.
Pode ainda aduzir-se que seria normal que estando a realizar-se obras na rede viária as testemunhas tivessem avistado outros operários ou máquinas, não parecendo particularmente lógico que se encontrasse em manobras apenas a máquina de asfaltar.
Também as faíscas claramente referidas pelas primeira e terceira testemunhas são de um tipo tal que não parece que pudessem ter sido produzidas por uma máquina do tipo referido, ainda que estando a processar asfalto para assentamento.
Como decorre das conclusões supra, somos levados a considerar como mais relevante a descrição da terceira testemunha do que a da primeira, o que exige desvalorizar relativamente a extensa descrição da mutação do objecto realizada pelo condutor do automóvel.
De facto, o repensar continuado da observação pela primeira testemunha e a forma obsessiva como se interessou pelo ocorrido, levam-nos a admitir fortemente que vários dos pormenores descritos poderão ter por ele sido construídos mentalmente, de boa fé, nos meses seguintes à observação.

Em todo o caso, admitimos que de facto a primeira testemunha tenha começado a observar o fenómeno algum tempo antes da terceira testemunhas e que portanto a mutação haja ocorrido, sendo no entanto impossível discernir totalmente o que realmente foi observado e o que a testemunha terá aditado posteriormente ao seu relato.
De acordo com a nossa consultora externa na área da psicologia, alguns dados gerais (pois não se realizou uma avaliação técnica e directa do estado psíquico das testemunhas) podem ser aduzidos, como prevenções tendentes a diminuir, que não necessariamente destruir, a validade absoluta do relato das testemunhas:
a) Caso exista um fenómeno de mútua dependência ou mesmo de simbiose funcional entre os elementos do casal, é de admitir que possa ter ocorrido um comportamento mimético, em que, por uma partilha de inconscientes, a segunda testemunha tenha absorvido dados gerados pelo marido, assumindo-os como seus. 
Em todo o caso, a diversidade dos testemunhos e o facto de a segunda testemunha ter manifestado o seu espanto quanto ao que estava a observar, dentro do automóvel e antes de as demais testemunhas lhe terem relatado a sua experiência torna diminuta a aplicabilidade desta tese ao caso concreto;
b) Na medida em que as testemunhas vinham do funeral de um familiar muito próximo, falecido repentinamente, tem de se admitir que se encontrassem num estado emocional muito particular, de maior fragilidade.
Nessas condições, é perfeitamente possível que o sujeito se feche nos seus pensamentos e reflexões, agindo com plena desatenção ao que o rodeia, mas cumprindo sem dificuldade os actos que está a praticar, designadamente a condução do veículo.

Ao tomarem consciência da sua desatenção, não é impossível que gerem uma explicação que considerassem plausível, neste caso a influência de objectos desconhecidos, agindo inteligentemente, referência implícita na descrição das primeira e segunda testemunhas, essencialmente.
Quando estamos tensos ou ansiosos, as nossas capacidades cognitivas (de pensar, percepcionar o exterior e de processar a informação recebida) estão enfraquecidas e mesmo comprometidas;
Não há dados que nos permitam determinar se durante o funeral ou nas ocasiões subsequentes alguém se referiu ao fenómeno OVNI ou, em tese geral, ao insólito, podendo assim sugestionar as testemunhas, sensibilizadas pela situação, para uma eventual pseudo-experiência.

Estes dados, decorrentes dos conhecimentos actuais no campo da psicologia, são de considerar no caso concreto, mas não se nos afiguram decisivos para afastar a séria possibilidade de estarmos perante o relato de uma experiência real, surgindo como mais viável a eventualidade da descrição em si estar “amplificada”, aditada de referências produzidas pelo subconsciente das testemunhas, por força do contexto de pressão e sensibilidade psicológica acima evidenciado.
À falta de outras explicações adequadas à descrição das testemunhas, a nossa segunda conclusão é a de que foi de facto avistado algo que, por ora, permanece inexplicado.
Significativo, tanto mais que se trata de matéria bem registada nos anais da ovnilogia, é o facto das testemunhas se referirem à ausência de brilho luminoso e de que as luzes e faíscas nada iluminavam no objecto e ao seu redor. Considerando ainda a descrição dos raios de luz, especialmente pela segunda testemunhas, parece-nos ser de admitir a verificação neste caso de algo próximo ao chamado “fenómeno da luz sólida”.
Cumpre, por fim, debater a importante questão do lapso de espaço registado pelas primeira e segunda testemunhas.

A primeira nota a considerar, por nos parecer atestar tanto a perplexidade, como a boa fé das testemunhas, é a do facto de sublinharem a sua vontade de não aprofundar excessivamente a sua convicção de que não passaram por Mira.
Entre o local que as testemunhas indicam como aquele onde se iniciou a observação, situado depois de Vagos (onde se recordam de passar) e o cruzamento localizado antes de se chegar à Tocha distam mais de 20 quilómetros.

Parece-nos extremamente difícil que, fosse por que razão fosse, as testemunhas não notassem a passagem por Mira, visto que a estrada nacional atravessa o centro da localidade, com várias curvas entre os edifícios, além de que é uma localidade significativa para as testemunhas, como se assinalou supra.
Durante a nossa investigação refizemos o trajecto das testemunhas durante a noite, tentando verificar da possibilidade, por exemplo pela presença de bancos de neblina, terem inadvertidamente entrado numa estrada lateral, regressando à estrada principal apenas depois de Mira. 
Tal situação afigurasse como extremamente improvável, pois as vias laterais à Estrada Nacional 109, que poderiam servir de saída e entrada nesta , para as testemunhas, têm ângulos muito pronunciados, pelo que apenas voluntariamente é de admitir os desvio da via principal, pois de outra forma, mesmo a baixa velocidade, muito dificilmente se evitaria um despiste ou, ao menos, a constatação evidente de que se estavam a desviar do trajecto pretendido.
Também não pretendemos nós sublinhar a verificação de um “salto no espaço”, por interferência dos objectos observados. No entanto, não podemos deixar de anotar que, em face dos dados disponíveis, tal hipótese não pode ser liminarmente afastada.

É, aliás, de referir o pormenor perturbante de que, no cruzamento próximo da Tocha, no sentido em que as testemunhas se deslocavam, há um poste entre o automóvel e a estrada lateral, mesmo em cima do extremo esquerdo dessa estrada, pelo que deveriam as testemunhas ter reparado que o referido poste limitava, até ao momento em que estavam sobre o cruzamento, a sua visão do objecto. 
No primeiro local indicado como o da observação, situado antes de Mira, não existem obstáculos tão evidentes à observação do objecto.
Mesmo considerando que se deslocavam a baixa velocidade, há que considerar que as testemunhas são peremptórias na afirmação de que nunca tiveram de olhar para trás, para observar qualquer dos objectos, o que permite admitir à tese de que aqueles se deslocaram paralelamente ao automóvel.
Infelizmente, não há dados exactos que permitam estabelecer se ocorreu ou não um lapso de tempo, visto que as testemunhas falam de um tempo “real” de escassos segundos de observação, mas que lhes pareceram de facto largos minutos (distorção explicável, em todo o caso, em termos psicológicos, pelo esforço de atenção focalizado pelas testemunhas nos objectos).
Se considerarmos que o trajecto a realizar pelas testemunhas foi de cerca de 200 quilómetros, se a média da viagem (considerando a fase em que se deslocaram mais devagar) for de cerca de 50 quilómetros por hora, deveriam ter demorado 4 horas a chegar à Figueira da Foz. Admitindo que terão saído de Vila Verde pela meia-noite e meia, a verdade é que certamente só chegaram ao destino às 5h30m. 

Em conclusão, mesmo se a média da viagem tiver sido marginalmente inferior a 50 quilómetros por hora (o que não nos parece evidente), é possível admitir que ocorreu neste caso um lapso de tempo superior a 30 minutos.
Designadamente por termos considerado inadequado submeter as testemunhas, em especial a primeira, a pressões psicológicas adicionais, bem como por os nossos consultores externos considerarem pernicioso o recurso a métodos como o da hipnose, optámos por não aprofundar esta vertente do caso, permanecendo em aberto as dúvidas e hipóteses acima enunciadas. 

GIFI

Pombos Lunares, o que são de facto?

O Mistério da Apollo 10 e os Pombos Lunares (Moon Pigeons) ainda sem uma explicação convincente da NASA 



Nos últimos meses um grande número de vídeos sobre o programa Apollo da NASA inundaram o Youtube alegando que as filmagens oficiais haviam registado a passagem de um ovni durante a missão da Apollo 10. 

Como sempre vídeos muito trabalhados, com efeitos, músicas impactantes, frases de efeito moral, tudo para prender ao máximo a atenção do internauta curioso .

A NASA apelidou os misteriosos objectos de "Pombos Lunares", que durante a sua passagem, parecem intervir nos comandos das nossas naves!

Porquê de pombos e não OVNIs "Objectos Voadores Não Identificados"!

Já alguns cientistas dentro do cérebro da NASA classificam este fenómeno (objectos), como partículas de gelo.

Porém, as partículas de gelo não interferem com sistemas eletrônicos, o que alimenta mais ainda as teorias sobre a conspiração da NASA e o fenómeno OVNI.