quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Petróglifos Na Região Do Seridó (RN - Brasil)

Há cerca de cinco anos, postei aqui no blog sobre o Sitio Pintado (lembre aqui) desenhos feitos em pedra, os Petróglifos. Figuras bem curiosas e peculiares que me deixou animado para as pesquisas em campo.

Ontem, com o Amigo Felipe Barros fomos em busca de Sítios arqueológicos que são abundantes aqui na Região do Seridó e que estão condenados a extinção e ao esquecimento! Próximo ao local que fomos, está sendo construída uma barragem de grandes proporções que em breve alagará uma vasta área e cobrindo esses sítios.

O IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, não toma providências em pelo menos catalogar esse patrimônio.

O fato curioso desses desenhos que eu quero mostrar pra vocês, meus amigos, são o que esses desenhos lembram! Desenhos que lembram aeronaves, seres bem estranhos, constelações e fenômenos espaciais.

Vejam as imagens e tirem suas conclusões: 

Não lembra um foguete?


Um objeto emitindo luz?





Cometas?

Um ser espacial?



Esse é só um aperitivo do que vem por aí! Espero que tenham gostado.
Rondinelli




quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Três pessoas avistam OVNI na Figueira da Foz a 8 de Julho de 1990

Resumo...

A 8 de Julho de 1990, um casal acompanhado por uma familiar deslocava-se de carro, durante a madrugada, do Minho para a Figueira da Foz, onde os primeiros residem.

Já após as 4 horas, seguiam pela Estrada Nacional nº 109 de Aveiro para a Figueira da Foz, quando a poucos quilómetros da Tocha, o condutor e a passageira do banco traseiro, reparam num objecto luminoso deslocando-se rente ao chão, nuns campos de milho que ladeiam a estrada e na direcção desta.
Apercebem-se que se trata de uma espécie de cubo, sendo as arestas luminosas, de cor branca, onde se podiam ainda notar luzes vermelhas, uma espécie de fumo na interior (transparente) do engenho, e uma forma abaulada escura no seu topo.

Observam, mudos pelo espanto, o objecto chegar até à berma a estrada, enquanto o carro se ia deslocando muito devagar.
O condutor afirma que o objecto desapareceu repentinamente, mas a outra testemunha admite que tenha permanecido no local.
Ao mesmo tempo, a passageira do banco da frente, olhando para o lado inverso, observa um objecto luminoso arredondado, aí com uns dois palmos de comprimento, deslocando-se ao lado do carro, sobre uns fios de telecomunicações que ladeiam a via, a uns quatro metros do solo.

É peremptória quanto ao desaparecimento repentino do engenho.
Quando regressam ao local da observação, cerca de um mês depois, concluem ser aquele o local da observação, mas surgem-lhes fortes dúvidas quanto ao local do início da observação, é que, vários quilómetros atrás, existe um outro local, esse sim coincidente com as suas recordações. 

Mais estranho ainda, não se lembram de ter passado por Mira, cujo centro é atravessado pela estrada nacional e que é uma localidade muito representativa para a família, que serve de ponto de referência nas viagens regulares que fazem naquele trajecto.

Introdução
O caso cuja investigação aqui se relata afigura-se, para o GIFI, como relevante por três ordens de razões.

Por um lado, um dos objectos descritos tem uma forma e características pouco comuns nos referenciais da ovnilogia.
Por outro lado, a dinâmica da observação, tal como nos foi relatada por duas das testemunhas, aponta para uma possível interferência dos objectos com o automóvel e seus ocupantes, factor que se encontra relativamente bem documentado no anais da investigação deste tipo de fenómenos, mas que neste caso nos parece assumir particularidades, pelo menos, curiosas.
Por fim, em termos do próprio decurso dos trabalhos de investigação, parece-nos ter sido possível obter uma extensa bateria de dados, confirmados e reconfirmados quer junto das testemunhas, quer através de fontes colaterais de informação, os quais nos conferem alguma segurança tanto na apresentação dos resultados obtidos, como no das conclusões da investigação.
Antes de mais, importa apresentar brevemente a mecânica da investigação, por forma a que o leitor possa aquilatar da valia dos dados adiante expostos.
Método de Investigação.

A notícia deste caso chegou-nos, via “Recorte”, através de um artigo publicado no jornal “A Voz da Figueira), na sua edição de 4 de Outubro de 1990.
Muito embora fosse claríssimo que o autor do artigo era uma das testemunhas do avistamento, apenas após alguns contactos telefónicos com o jornal, já em Dezembro de 1990, nos foi possível obter o seu nome e contactos.
Realizou-se, assim , uma primeira deslocação à Figueira da Foz a 23 de Dezembro de 1990, no regresso de outros trabalhos de investigação no Norte do país, tendo-se procedido a uma primeira entrevista à testemunha senhor António Oliveira Sousa.

O objectivo dessa entrevista, para além da recolha de uma primeira versão integral do avistamento, foi o de apurar do efectivo interesse, de princípio, do caso, em termos de justificar a continuidade da investigação.
Concluindo-se que, de facto, o caso merecia atenção suplementar, designadamente por força da inesperada descrição de um dos objectos observados, decidiu-se aprofundar o seu estudo.

Assim, nos dias 19 e 20 de Janeiro de 1991, os dois elementos da primeira equipa de investigação, acompanhados por um outro membro da associação, regressaram à Figueira da Foz para proceder, separada e conjuntamente, à entrevista da primeira testemunha e de sua mulher senhora D. Júlia Oliveira Sousa.

Procedeu-se igualmente a uma extensa recolha fotográfica no local, com a presença das testemunhas e do veículo em que se deslocavam na noite da observação, realizando-se igualmente a planta do local.
Realizaram-se ainda algumas entrevistas próximo do local, tendo em vista identificar outras testemunhas, sem sucesso no que se refere à observação em investigação.
Durante a noite, procedeu-se igualmente a uma deslocação ao local da observação, por forma a observarmos directamente, tanto quanto possível, as condições em que se verificou o avistamento, refazendo-se parcialmente o trajecto realizado pelas testemunhas.

A 5 de Julho de 1991 esteve-se em Coimbra, por forma a contactar os serviços locais da EDP, JAE e Portugal Telecom, tendo em visa obter informação adicional sobre as condições existentes no local à data da observação. 
Adicionalmente, realizou-se uma nova deslocação ao local da observação, para fotografá-lo nas condições aproximadas registadas no momento do avistamento - isto é, na mesma época do ano, com as culturas existentes próximo da estrada, principalmente milho, na fase de maturação equivalente à existente aquando da observação do fenómeno.


Finalmente, em 27 de Julho de 1991, foi entrevistada a terceira testemunha da observação, senhora D. Rosa de Sousa, na sua casa em Sobral de Monte Agraço.
Obteve-se junto do INMG um relatório acerca das condições meteorológicas no local, à data da observação.
No total, participaram nos trabalhos de investigação cinco membros do GIFI, um dos quais, como elemento permanente de ligação, interveio em todos os actos realizados. 

Resultados obtidos
A- Súmula do caso:
Data: 8 de Julho de 1990.
Hora: Entre as 4h00 e as 5h30m (as testemunhas insistem em referir as 4h00 como a hora da observação, mas afirmam ter chegado à Figueira da Foz às 5h15m / 5h30m).
Local: Cruzamento a cerca de 1 km da Tocha, na Estrada Nacional Nº 109.

Testemunhas:
- António Joaquim Oliveira de Sousa, 59 anos (nascido a 20 de Janeiro de 1931), secretário judicial no Tribunal de Vila Nova de Foz Côa.
É cego do olho direito.
Usa óculos, para ver ao perto e para ver ao longe.
Tinha os óculos postos durante a observação.

Comunicou a sua observação ao jornal “Voz da Figueira”, logo na manhã da segunda-feira dia 10 de Julho de 1990, sendo publicada uma curta notícia na edição seguinte.
Posteriormente escreveu quinze artigos, que foram publicados nas edições seguintes do jornal.
- Júlia Oliveira de Sousa, mulher da testemunha anterior, mais de 50 anos de idade, professora na Escola C + S da Figueira da Foz.
É peremptória ao afirmar que, mau grado a realidade que atribui à sua experiência, continuou, após a observação, a não acreditar na hipótese extraterrestre, como forma de explicação do fenómeno OVNI.
- Rosa Oliveira de Sousa, irmã da primeira testemunha, 47 anos, professora de trabalhos oficinais na Escola C + S de Sobral de Monte Agraço, solteira. 

Condições da observação: Céu totalmente limpo.
Lua cheia, com forte luar.
O relatório do INMG indica que na região as condições eram favoráveis à ocorrência de céu pouco nublado, visibilidade reduzida pela madrugada e vento geralmente fraco.
É, portanto, de admitir a formação de zonas de nevoeiro ou neblina baixa, típicas daquela região.

B- Relato da observação:
Na noite da observação as três testemunhas deslocavam-se do Minho (Portela do Vade, localidade situada entre Ponte da Barca e Braga), para a Figueira da Foz, onde residem os dois primeiros.
Tinham assistido à missa do sétimo dia da mãe das primeira e terceira testemunhas, falecida repentinamente uma semana antes, posto o que jantaram em Vila Verde. 
Tinham projectado passar a noite em Braga, mas como a terceira testemunha pretendia seguir na manhã seguinte para Sobral de Monte Agraço e considerando que naquela noite estava um luar “maravilhoso”, decidiram, provavelmente após a meia-noite, sair para a Figueira da Foz.
Faziam-se deslocar num automóvel Simca Aronde, modelo com cerca de 33/34 anos.
A primeira testemunha seguia ao volante, com a segunda testemunha a seu lado e a terceira no banco de trás, sensivelmente sentada a meio do banco.
A viagem decorreu normalmente, desde Braga, onde entraram na auto-estrada, até Aveiro, localidade em que tomaram a Estrada Nacional nº 109, que segue a linha de costa, em direcção ao seu destino.
As testemunhas recordam-se claramente do trajecto nos 11 quilómetros seguintes, passando em Ílhavo e Vagos, tendo atingido esta última localidade talvez pelas 4h00 da madrugada.
Depois da passagem por Vagos, visto que apenas nesse momento, a primeira testemunha começou repentinamente a guiar muito mal, enquanto a sua mulher o tentava auxiliar na condução, a qual prossegue com dificuldade pois os faróis do automóvel produzem pouca luz.
A condução processa-se a marcha consideravelmente lenta- talvez 50 / 60 km/h.
As duas primeiras testemunhas descrevem a estrada como parecendo remendada, com zonas de cor diferente e mais estreita que o normal, pelo que a segunda testemunha refere que colocou a hipótese de ser terem desviado, sem o reparar, para uma estrada lateral.
A primeira testemunha sente, por essa altura, um sobressalto, como se estivesse a passar sobre uma lomba, chegando mesmo a dizer que parecia que o automóvel vinha pelo ar.
Alguns quilómetros adiante, a primeira testemunha olha para o seu lado esquerdo, abrandando a marcha do veículo para uns 5 km/h, e vê o que, numa primeira impressão, lhe pareceu ser um tractor engalanado, como é costume na região fazer-se para efeitos das festas populares- “que coisa bonita”, pensou. 
À testemunha parece que o “veículo”, que se encontrava numa clareira ao fundo, num plano mais baixo, e que começa por essa altura a deslocar-se, no sentido da via principal. 

Observando com mais atenção, verifica tratar-se de um objecto cúbico, cujas arestas superiores esquerda e direita se apresentam laças, como cordas distendidas, com duas luzes vermelhas nos extremos.
O restante corpo do objecto apresenta-se opaco, com as barras ou arestas escuras, denotando apenas uma leve luminosidade branca.
Nesse momento, deslocando-se o objecto com uma oscilação pendular, as partes laças tornam-se tensas e vai ganhando luz em todas as arestas, que no entanto até certo ponto se mantêm visíveis sob a luz.
Forma-se como que uma sequência de luzes em forma de algodão em rama, aí com uns 8 cm de diâmetro, “com luz por dentro”, que se vão juntando, até formar uma luz branca contínua, sem produzirem brilho.
Continuando a sua marcha na direcção do veículo em que se encontravam as testemunhas, o objecto passa a deslocar-se como se deslizasse.
A primeira testemunha nota que o objecto terá cerca de dois metros, por cada lado e aresta de uns 8/10 cm. No entanto, no final da observação o objecto parece à testemunha mais pequeno, com cerca de 1,20 metros por cada lado, e com a forma de um paralelepípedo.
Ao centro do objecto, a testemunha nota uma sombra escura, que descreve como uma nuvem cinzenta, com bordos irregulares e que lhe pareceu não ter mudado de forma ao longo da observação. 
As luzes vermelhas estavam então na aresta frontal de cima.
Conforme a luz branca vai aumentando, vai exercendo influência sobre as luzes vermelhas, pelo que a interpenetração do vermelho no branco evolui até que as barras ficam totalmente brancas.
A sequência de alteração da cor das luzes foi de vermelho a laranja escuro, ao laranja médio, laranja claro e, por fim, branco, sempre assemelhando-se a algodão em rama com luz por dentro.
A primeira testemunha nota um fluxo de força (vibração horizontal, da esquerda para a direita e vice-versa) entre uma e outra das luzes vermelhas, que vai comprimindo a luz da esquerda até esta lançar uma ponta (tipo borracha de apagar), enquanto se liberta um ténue gás cor de abóbora, semelhante ao fumo libertado por uma sopa num dia de frio e humidade.
Segunda a primeira testemunha, é quando o objecto fica totalmente luminoso e começa a perder luz que a terceira testemunha o avistou, isto é, ela não terá assistido à metamorfose inicial.
O objecto está agora próximo da estrada principal, recomeça a oscilar e perde parte da intensidade luminosa, posto o que, junto à berma esquerda da referida estrada secundária, para a sua marcha, assentando no terreno num movimento para trás, sobre um pequeno talude que se encontra junto à via. 

O objecto lança então, uma sequência cada vez mais rápida de raios avermelhados, a partir da sua aresta frontal superior, que parecem dardejar na direcção do solo, sem no entanto o atingir.
É então que toda a luz se apaga, exclamando a primeira testemunha “mas o que e isto ?”, enquanto agarra o volante com força. Logo de seguida, segundo a primeira testemunha, o objecto desaparece.
A primeira testemunha estima a observação em alguns segundos, talvez 15, muito embora afirme que para si o avistamento parecia ter durado meia-hora.
A terceira testemunha descreve o objecto por si observado de forma algo diferente da primeira testemunha.
Afirma que viu o objecto vir da sua esquerda, apenas com duas luzes que lhe pareceram faróis grandes. O corpo do objecto era escuro, parecendo um cubo, com os seus lados opacos.
O objecto terá avançado cerca de dois metros, muito devagar, depois baloiçou, parecendo vir a subir um caminho e recuou um meio metro para trás, imobilizando-se.
Estaria nessa altura, segundo a estimativa da testemunha, a uns trinta metros de si.
Ao parar, o objecto parece, na sua face frontal, um rectângulo com metro e meio de lado, com uma meia circunferência em cima, de meio metro, com cor cinzenta escura. 
Nessa altura, o objecto começa a libertar faíscas, em direcção ao chão, que pareciam estalactites ou pingos a cair. As faíscas pareciam sair em maior quantidade da parte superior esquerda do objecto que da sua direita, não iluminando o chão.
Ficou a olhar pois pensou que era um veículo, talvez um tractor, que estaria a pegar fogo, pelo que estava assustada, à espera de ver se o presumível condutor abandonava o veículo, por forma a não ficar ali todo queimado.
Não viu rodas no objecto.
Não ouviu qualquer ruído.
Não viu fumo, nem as luzes ou as faíscas produziam clarão luminoso.
A testemunha não viu o objecto apagar-se, pelo que ficou com a sensação de que ele teria ficado no local, após a passagem do veículo em que se deslocavam.
Algum tempo depois a primeira testemunha pediu-lhe para olhar pelo vidro de trás, para ver se o objecto lá estava.
Pareceu-lhe ver ao longe umas luzes brancas, que, no entanto, a primeira testemunha atribuiu a um automóvel, que com eles tinha acabado de se cruzar.
Na sequência da exclamação, acima referida, da primeira testemunha, a segunda testemunha chama-lhe a atenção, batendo com os nós dos dedos no vidro, perguntando-lhe se está a ver a mesma coisa que ela..

De facto, já há momentos que a segunda testemunha via, sobre os fios espalmados suspensos existentes junto ao lado direito da estrada (posteriormente identificados pelo GIFI como cabos de telecomunicações), a uns 4 metros de altura e a 2,5 / 3 metros de si, um objecto arredondado e luminosa, sem brilho, com cerca de dois palmos de comprimento, deslocando-se paralelamente ao automóvel, como que colado aos fios e lançando pequenas faíscas. 
Descreve a luz como se fosse um holofote, mas cuja luz não feria os olhos, nem parecia iluminar nada à sua volta.
As faíscas, que se adelgaçavam para o seu final, mas sem nunca ficarem muito finas, saiam na direcção da Figueira da Foz e no sentido do solo, com tamanhos desiguais e, conforme o objecto as libertava parecia suportar uma vibração, que a testemunha descreve como o tremer de um pudim, a qual fazia o objecto alongar-se e comprimir-se no sentido esquerda / direita.

As faíscas mais compridas teriam uns dois palmos 
O objecto tinha ao centro uma coloração laranja escura, cor que se ia diluindo para os seus bordos, no sentido de um laranja mais claro, quase até ao branco.
Os bordos do objecto não eram totalmente definidos, muito embora a forma fosse em geral ovalada, particularmente por força da libertação das referidas faíscas.
Também esta testemunha descreve as faíscas como semelhantes aos tentáculos de um polvo. 

Esta observação terá durado escassos segundos, mas também esta testemunha afirma que lhe pareceu que tinha estado a olhar para o objecto durante vários minutos.
É peremptória no sentido de que, se bem que lhe tenha parecido que o objecto estava preso aos fios e parado, este se terá deslocado paralelamente ao automóvel, pois nunca teve de olhar para trás para o observar, aspecto que as demais testemunhas também referem.
As outras duas testemunhas não avistaram esse objecto, presumivelmente porque o tecto do automóvel lhes impedir a sua visão.
Por seu turno, a segunda testemunha não reparou no cubo luminosos, pois estava com a sua atenção centrada na berma oposta da estrada. 
Uns metros mais à frente (quarenta na opinião da primeira testemunha), o objecto luminoso arredondado desapareceu.
Pouco tempo depois da observação, entraram na povoação da Tocha, ao que a segunda testemunha logo perguntou “já estamos na Tocha ? - o que o marido lhe confirmou - mas não passámos em Mira !”.

A terceira testemunha nada refere quanto a este ponto, pois não conhece bem aquela estrada e como vinham de noite, não prestou qualquer atenção à sequência do caminho que estavam a percorrer.
Quando, cerca de um mês depois da observação, as primeira e segunda testemunhas tentaram voltar ao local da observação, acabaram por ir quase até Aveiro. 
A dado passo, na estrada entre Vagos e Mira (considerando o sentido Aveiro - Figueira da Foz), chegaram a um local, junto à Pensão Mestre, que a primeira testemunha considerou adequado às características do local no início da observação, por o terreno ao lado esquerdo da estrada estar a um nível inferior a esta e por ali existirem umas casas ao fundo e vários eucaliptos e arbustos.
No entanto, logo a primeira testemunha registou o facto de que não poderia ter sido ali, visto que estavam antes de Mira e a vários quilómetros de Tocha, onde tinha chegado logo após a observação.
Posteriormente encontraram o pequeno cruzamento, logo junto antes de se chegar à Tocha (uns 1700 metros), que correspondia às características do local onde se produziu a observação. 
A primeira e a segunda testemunhas ficaram muito perturbadas por não se lembrarem de passar em Mira, pois recordam-se de passar nas demais povoações relevantes do caminho.
Aliás, Mira é o seu ponto de referência nestas viagens, de e para o Minho, que fazem com regularidade, pois sabem que estão quase a chegar a casa e, ao longo da sua vida mantiveram, por várias razões, ligação int+ima àquela localidade. Acresce que a estrada nacional passa mesmo pelo interior de Mira, fazendo várias curvas, ao contrário dos demais troços, principalmente na direcção da Tocha, que são grandes rectas, pelo que parece de todo impossível que não reparassem na chegada a Mira.
Diz a primeira testemunha “Existe aqui um fosso muito grande, que não sei explicar.”
Informações adicionais recolhidas durante a observação permitem concluir que:

a) A probabilidade do objecto cúbico se tratar de um tractor são ínfimas, para não dizer inexistentes;

b) A EDP não registou qualquer avaria ou falha da sua rede, na data e local da observação; 

c) Também a (à data) Telecom Portugal não registou qualquer avaria ou falha da sua rede, na data e local da observação;

d) Mau grado a nossa insistência, a JAE não nos prestou qualquer informação, que seria particularmente útil para conhecer as características e datas das obras realizadas na Estrada Nacional nº 109, ao que se sabe antes e depois da data da observação.

Conclusões 
O método que o GIFI utiliza, ao qual recorrem normalmente os investigadores do fenómeno OVNI comprometidos com critérios de objectividade, pressupõe que antes de mais se afira da possibilidade de se estar perante uma fraude ou de um erro de interpretação de algo perfeitamente identificado no âmbito do conhecimento humano à data da observação.

Neste caso, devemos começar por dizer que todos os indícios vão no sentido de que não estamos perante uma fraude, pois a idade e o estatuto social das testemunhas afiguram-se como claramente inibitórios da criação voluntária de uma mistificação, bem como não se detectou qualquer vantagem potencialmente pretendida pelas testemunhas com a divulgação pública da sua experiência.
Aliás, pode referir-se que a terceira testemunha de forma incisiva contrariou o irmão em aspectos essenciais do relato da observação, o que, convenhamos, para uma efabulação implicaria uma sofisticação totalmente desproporcionada à ausência de vantagens para as testemunhas do facto da sua experiência ter sido tornada pública.

No segundo nível de análise, importa esclarecer se, dos dados obtidos, decorre o indício de que as testemunhas tenham observado algo enquadrável no conhecimento humano, mas interpretado mal o que estavam a presencia ou, o que pode ser questão conexa ou paralela, tenham de alguma forma sofrido uma alucinação.
Como ponto prévio, importa debater o facto de existirem discrepâncias evidentes e de algum relevo entre as descrições realizadas por cada uma das testemunhas, quer quanto àquilo que observaram, quer no que se refere às condições da observação. 

Estendemos que tais discrepâncias não são susceptíveis de nos induzir a avançar reservas quanto ao valor dos dados obtidos no âmbito desta investigação.
Vale a pena citar Wernher Von Braun, numa entrevista incluída no seu livro com o título “Os primeiros Homens na Lua”, publicado pela Livraria Bertrand nos anos sessenta- a entrevista data de Janeiro de 1960. 
O “pai” do Saturno V, ao sublinha a sua convicção de que apenas 2% das observações de OVNI correspondem a casos inexplicados, adianta com rigor que:
“... uma vida inteira dedicada a ensaios de projécteis guiados deu-me a maior prudência e reserva quanto às descrições de testemunhos oculares dum lançamento falhado dum foguetão: de três observadores experimentados, interrogados após um ensaio típico, o primeiro jurará ter visto claramente tombar um pedaço do foguetão antes de ter vacilado; o segundo negará energicamente, mas dirá que o foguetão oscilou violentamente antes de se desviar; o terceiro observador experimentado não viu nem a queda dum bocado, nem uma oscilação, nem o mais pequeno desvio da trajectória, mas sustentará que o foguetão voava de forma perfeitamente estável até ao momento em que uma explosão interna o fez bruscamente voar em pedaços.”
Parece-nos de todo admissível generalizar tais palavras, no sentido de que, particularmente em observações por espaços de tempo curtos, a mente humana capta e regista caprichosamente os dados do avistamento, provocando o que definiríamos como uma descrição subjectivada. 

Neste caso tal natural tendência humana é ainda potenciada por nenhum dos observadores poder ser qualificado como experimentado, bem como porque a observação ocorre de noite, durante uma longa viagem de automóvel, durante as quais as testemunhas, com toda a probabilidade fatigadas, são positivamente surpresas pela aparição dos objectos observados.
Mau grado a relativa imprecisão da (vasta) informação disponível, não poderemos deixar de tomar posição quanto à eventual explicabilidade do relatado.
Por comodidade expositiva, comecemos pelo segundo objecto, observado apenas pela segunda testemunha.
Sendo os dados recolhidos claros no sentido de que não foi registada qualquer anomalia nos cabos de telecomunicações e fios eléctricos existentes no local da observação, não vemos qualquer possibilidade de explicação do objecto referido no âmbito do actual conhecimento humano.
Acresce que as condições atmosféricas existentes não seriam propícias ao surgimento de fenómenos tais como o “fogo de santelmo”.
Aproveita-se a ocasião para sublinhar que nos parece tratar-se de um segundo objecto, na medida em que o cruzamento da descrição das três testemunhas aponta no sentido de que parte da observação se passa simultaneamente, bem como principalmente a terceira testemunha é bem clara na convicção de que o objecto, ainda que tendo perdido luz ou parado de produzir faíscas, permaneceu no local da observação enquanto o automóvel dele se afastava. 
Quanto ao primeiro objecto, o problema deve colocar-se quanto à hipótese de as testemunhas terem avistado um veículo, relativamente incomum, aproximando-se por uma estrada lateral à Estrada Nacional 109.

Quanto à tese, aventada pelas próprias testemunhas, de se ter tratado de um tractor agrícola, não só a descrição se afasta desse modelo, quando a descrição das testemunhas entra em pormenores (designadamente, por mais evidente, o facto de não terem sido observadas rodas, normalmente descobertas nos tractores), como também terceiros entrevistados no local da observação demonstram claramente a diminuta possibilidade de uma máquina agrícola deambular naquele local na ocasião da observação.

Uma outra hipótese é a de se ter tratado de uma máquina interveniente nas obras que, confirmadamente, a JAE estava a realizar naquele local.
É curioso registar que a terceira testemunha afirma ter visto uma máquina de assentar asfalto que lhe pareceu semelhante àquilo que observou e que tal hipótese foi aventada num “brain- storming” realizado pelo GIFI a propósito das conclusões desta investigação, por parte de associados a quem garantidamente a referida afirmação da testemunha não havia sido previamente transmitida.
Contra tal sugestão vai, em primeiro lugar, a informação de que a Estrada Nacional 109 já estava reasfaltada na data da observação e que só faltava pintá-la, sendo que as máquinas que realizam tal tarefa não serão confundíveis com o observado pelas testemunhas. No entanto, parece haver registo que a estrada lateral do cruzamento próximo da Tocha só foi reasfaltada após a data da observação.
Em segundo lugar, o trabalho de madrugada, ainda por cima num fim-de-semana, normalmente só é utilizado em obras públicas em caso de urgência, pelo seu sobrepreço, nenhuma informação disponível apontando nesse sentido, pois ao invés, parece que as obras na rede viária daquela região se prolongaram por bastante tempo, tanto mais que, como é mau hábito em Portugal, uma via importante foi mantida sem sinalização horizontal durante algum tempo.
Pode ainda aduzir-se que seria normal que estando a realizar-se obras na rede viária as testemunhas tivessem avistado outros operários ou máquinas, não parecendo particularmente lógico que se encontrasse em manobras apenas a máquina de asfaltar.
Também as faíscas claramente referidas pelas primeira e terceira testemunhas são de um tipo tal que não parece que pudessem ter sido produzidas por uma máquina do tipo referido, ainda que estando a processar asfalto para assentamento.
Como decorre das conclusões supra, somos levados a considerar como mais relevante a descrição da terceira testemunha do que a da primeira, o que exige desvalorizar relativamente a extensa descrição da mutação do objecto realizada pelo condutor do automóvel.
De facto, o repensar continuado da observação pela primeira testemunha e a forma obsessiva como se interessou pelo ocorrido, levam-nos a admitir fortemente que vários dos pormenores descritos poderão ter por ele sido construídos mentalmente, de boa fé, nos meses seguintes à observação.

Em todo o caso, admitimos que de facto a primeira testemunha tenha começado a observar o fenómeno algum tempo antes da terceira testemunhas e que portanto a mutação haja ocorrido, sendo no entanto impossível discernir totalmente o que realmente foi observado e o que a testemunha terá aditado posteriormente ao seu relato.
De acordo com a nossa consultora externa na área da psicologia, alguns dados gerais (pois não se realizou uma avaliação técnica e directa do estado psíquico das testemunhas) podem ser aduzidos, como prevenções tendentes a diminuir, que não necessariamente destruir, a validade absoluta do relato das testemunhas:
a) Caso exista um fenómeno de mútua dependência ou mesmo de simbiose funcional entre os elementos do casal, é de admitir que possa ter ocorrido um comportamento mimético, em que, por uma partilha de inconscientes, a segunda testemunha tenha absorvido dados gerados pelo marido, assumindo-os como seus. 
Em todo o caso, a diversidade dos testemunhos e o facto de a segunda testemunha ter manifestado o seu espanto quanto ao que estava a observar, dentro do automóvel e antes de as demais testemunhas lhe terem relatado a sua experiência torna diminuta a aplicabilidade desta tese ao caso concreto;
b) Na medida em que as testemunhas vinham do funeral de um familiar muito próximo, falecido repentinamente, tem de se admitir que se encontrassem num estado emocional muito particular, de maior fragilidade.
Nessas condições, é perfeitamente possível que o sujeito se feche nos seus pensamentos e reflexões, agindo com plena desatenção ao que o rodeia, mas cumprindo sem dificuldade os actos que está a praticar, designadamente a condução do veículo.

Ao tomarem consciência da sua desatenção, não é impossível que gerem uma explicação que considerassem plausível, neste caso a influência de objectos desconhecidos, agindo inteligentemente, referência implícita na descrição das primeira e segunda testemunhas, essencialmente.
Quando estamos tensos ou ansiosos, as nossas capacidades cognitivas (de pensar, percepcionar o exterior e de processar a informação recebida) estão enfraquecidas e mesmo comprometidas;
Não há dados que nos permitam determinar se durante o funeral ou nas ocasiões subsequentes alguém se referiu ao fenómeno OVNI ou, em tese geral, ao insólito, podendo assim sugestionar as testemunhas, sensibilizadas pela situação, para uma eventual pseudo-experiência.

Estes dados, decorrentes dos conhecimentos actuais no campo da psicologia, são de considerar no caso concreto, mas não se nos afiguram decisivos para afastar a séria possibilidade de estarmos perante o relato de uma experiência real, surgindo como mais viável a eventualidade da descrição em si estar “amplificada”, aditada de referências produzidas pelo subconsciente das testemunhas, por força do contexto de pressão e sensibilidade psicológica acima evidenciado.
À falta de outras explicações adequadas à descrição das testemunhas, a nossa segunda conclusão é a de que foi de facto avistado algo que, por ora, permanece inexplicado.
Significativo, tanto mais que se trata de matéria bem registada nos anais da ovnilogia, é o facto das testemunhas se referirem à ausência de brilho luminoso e de que as luzes e faíscas nada iluminavam no objecto e ao seu redor. Considerando ainda a descrição dos raios de luz, especialmente pela segunda testemunhas, parece-nos ser de admitir a verificação neste caso de algo próximo ao chamado “fenómeno da luz sólida”.
Cumpre, por fim, debater a importante questão do lapso de espaço registado pelas primeira e segunda testemunhas.

A primeira nota a considerar, por nos parecer atestar tanto a perplexidade, como a boa fé das testemunhas, é a do facto de sublinharem a sua vontade de não aprofundar excessivamente a sua convicção de que não passaram por Mira.
Entre o local que as testemunhas indicam como aquele onde se iniciou a observação, situado depois de Vagos (onde se recordam de passar) e o cruzamento localizado antes de se chegar à Tocha distam mais de 20 quilómetros.

Parece-nos extremamente difícil que, fosse por que razão fosse, as testemunhas não notassem a passagem por Mira, visto que a estrada nacional atravessa o centro da localidade, com várias curvas entre os edifícios, além de que é uma localidade significativa para as testemunhas, como se assinalou supra.
Durante a nossa investigação refizemos o trajecto das testemunhas durante a noite, tentando verificar da possibilidade, por exemplo pela presença de bancos de neblina, terem inadvertidamente entrado numa estrada lateral, regressando à estrada principal apenas depois de Mira. 
Tal situação afigurasse como extremamente improvável, pois as vias laterais à Estrada Nacional 109, que poderiam servir de saída e entrada nesta , para as testemunhas, têm ângulos muito pronunciados, pelo que apenas voluntariamente é de admitir os desvio da via principal, pois de outra forma, mesmo a baixa velocidade, muito dificilmente se evitaria um despiste ou, ao menos, a constatação evidente de que se estavam a desviar do trajecto pretendido.
Também não pretendemos nós sublinhar a verificação de um “salto no espaço”, por interferência dos objectos observados. No entanto, não podemos deixar de anotar que, em face dos dados disponíveis, tal hipótese não pode ser liminarmente afastada.

É, aliás, de referir o pormenor perturbante de que, no cruzamento próximo da Tocha, no sentido em que as testemunhas se deslocavam, há um poste entre o automóvel e a estrada lateral, mesmo em cima do extremo esquerdo dessa estrada, pelo que deveriam as testemunhas ter reparado que o referido poste limitava, até ao momento em que estavam sobre o cruzamento, a sua visão do objecto. 
No primeiro local indicado como o da observação, situado antes de Mira, não existem obstáculos tão evidentes à observação do objecto.
Mesmo considerando que se deslocavam a baixa velocidade, há que considerar que as testemunhas são peremptórias na afirmação de que nunca tiveram de olhar para trás, para observar qualquer dos objectos, o que permite admitir à tese de que aqueles se deslocaram paralelamente ao automóvel.
Infelizmente, não há dados exactos que permitam estabelecer se ocorreu ou não um lapso de tempo, visto que as testemunhas falam de um tempo “real” de escassos segundos de observação, mas que lhes pareceram de facto largos minutos (distorção explicável, em todo o caso, em termos psicológicos, pelo esforço de atenção focalizado pelas testemunhas nos objectos).
Se considerarmos que o trajecto a realizar pelas testemunhas foi de cerca de 200 quilómetros, se a média da viagem (considerando a fase em que se deslocaram mais devagar) for de cerca de 50 quilómetros por hora, deveriam ter demorado 4 horas a chegar à Figueira da Foz. Admitindo que terão saído de Vila Verde pela meia-noite e meia, a verdade é que certamente só chegaram ao destino às 5h30m. 

Em conclusão, mesmo se a média da viagem tiver sido marginalmente inferior a 50 quilómetros por hora (o que não nos parece evidente), é possível admitir que ocorreu neste caso um lapso de tempo superior a 30 minutos.
Designadamente por termos considerado inadequado submeter as testemunhas, em especial a primeira, a pressões psicológicas adicionais, bem como por os nossos consultores externos considerarem pernicioso o recurso a métodos como o da hipnose, optámos por não aprofundar esta vertente do caso, permanecendo em aberto as dúvidas e hipóteses acima enunciadas. 

GIFI

Pombos Lunares, o que são de facto?

O Mistério da Apollo 10 e os Pombos Lunares (Moon Pigeons) ainda sem uma explicação convincente da NASA 



Nos últimos meses um grande número de vídeos sobre o programa Apollo da NASA inundaram o Youtube alegando que as filmagens oficiais haviam registado a passagem de um ovni durante a missão da Apollo 10. 

Como sempre vídeos muito trabalhados, com efeitos, músicas impactantes, frases de efeito moral, tudo para prender ao máximo a atenção do internauta curioso .

A NASA apelidou os misteriosos objectos de "Pombos Lunares", que durante a sua passagem, parecem intervir nos comandos das nossas naves!

Porquê de pombos e não OVNIs "Objectos Voadores Não Identificados"!

Já alguns cientistas dentro do cérebro da NASA classificam este fenómeno (objectos), como partículas de gelo.

Porém, as partículas de gelo não interferem com sistemas eletrônicos, o que alimenta mais ainda as teorias sobre a conspiração da NASA e o fenómeno OVNI.



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Avistamento anómalo em Braga 2018

Localização - Braga

Data e hora - 17/01/2018 - 21:40PM 

Testemunha - Sr. Pedro Dias

Relato de observação...
"Gostaria de comunicar um avistamento em Braga de uma situação curiosa. 
Cerca das 21h40, desde a cidade de Braga, olhando para norte observei o movimento que parecia ser uma estrela aos zigues-zagues durante cerca de 2 minutos e depois estabilizou.
Este é impossível por qualquer meio mecânico. 

Foi visto no ponto cardeal norte relativamente à cidade de Braga. 
Situava-se entre o poste de iluminação e o poste de electricidade.
O objeto ou estrela ou seja lá o que for percorria distâncias gigantescas e depois voltava para trás, subia, descia.
Tudo muito estranho".

UFO Portugal Network
Se você viu o mesmo fenómeno poderá deixar o seu testemunho através do e-mail ( ufo_portugal@sapo.pt ).

Discovery Channel: Os contactos com extraterrestres vão ser investigados em “Alien Mysteries”



Desde há 50 anos que a ovnilogia é uma constante, já que a curiosidade humana é aguçada pela possibilidade de existir vida no espaço. Os últimos 50 anos de contactos extraterrestres vão ser investigados em  “Alien Mysteries”, que vai estrear no Discovery Channel no dia 29 de Janeiro, às 21:00.

 Nesta nova série uma equipa de cientistas viajará a todos os locais onde estão documentados avistamentos, contatos e pistas de extreterrestres, nos últimos 50 anos. Os especialistas vão dar voz aos protagonistas destes acontecimentos e analisar exaustivamente todas as provas recolhidas.

 Cada uma das histórias apresentadas será vista à lupa pelos especialistas que ao longo de seis episódios vão apresentar testemunhos credíveis, relatórios de investigação e provas tangíveis, tais como marcas físicas, fotografias, relatórios de radares e vídeos que, supostamente, corroboram a existência de visitantes vindos do espaço.

 Em “Alien Mysteries” serão vistas reconstruções de casos inquietantes como o de Matthew Reed, um fazendeiro de Indianapolis que, depois de perseguir no seu carro uma estranha luz alaranjada, viu como o veículo parou de forma brusca. Depois do sucedido, não se lembra de nada durante hora e meia.

Também vamos conhecer o caso de Corina, uma jovem mãe de dois filhos que, em julho de 1991, avistou um ovni em forma de bumerangue, do tamanho de um campo de futebol, que sobrevoou a sua casa a escassos metros do telhado.
“Alien Mysteries” vai estrear no Discovery Channel no dia 29 de Janeiro, às 21:00.

http://infocul.pt

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Jorge Gabriel da RTP um crente no fenómeno OVNI e vida extraterrestre


Para surpresa ou não dos leitores do UFO Portugal Network, Jorge Gabriel, Jornalista e apresentador do programa da RTP "A Praça", também é um crente no fenómeno OVNI e vida extraterrestre.

Assim o expressou no seu Blog pessoal a 6 de Setembro de 2016.

Leia na íntegra as suas palavras referentes ao fenómeno.

EXTRATERRESTRES E NAVES ESPACIAIS: I’M A BELIEVER!

Este texto devia ser acompanhado com a música de Ficheiros Secretos, porque vou falar-vos de extraterrestres e naves espaciais!
Pois é, pode ser uma surpresa, mas eu, Jorge Gabriel, acredito em extraterrestres e vou ficar extremamente desapontado se um dia descobrir que não existem mesmo.
Atenção, não acredito em homenzinhos verdes e com olhos esbugalhados que vêm à terra de 100 em 100 anos trazer-nos tecnologia de ponta.
Isso são os ETs dos filmes!

Mas acredito que é impossível estarmos sozinhos no Universo. 
Era só o que mais faltava, sermos donos e senhores disto tudo! 
O Universo é infinito e nós aqui neste cantinho nem fazemos ideia do que deve andar por aí a pairar.
Pensem bem nisto. 
Um ser extraterrestre pode ser qualquer coisa. 
Desde que se descobriu que já houve um oceano em Marte que é perfeitamente possível que tenha havido vida no planeta há muitos anos atrás. 
E haver vida pode querer dizer simplesmente que se desenvolveram algas ou pequenas bactérias. 

Se pensarmos que durante 1,5 biliões de anos existiram condições óptimas no planeta, e isto é mais tempo do que foi necessário para se começar a formar vida na terra, não é assim tão difícil perceber que é possível. 
E isto é fascinante!
Eu ando sempre a ver todas as notícias que saem da NASA, à espera do dia em que revelam que descobriram microorganismos num planeta do nosso sistema solar. 

É mais forte do que eu, e acho que todos temos essa curiosidade por saber o que anda por aí.

É claro que seria fantástico se os extraterrestres fossem mesmo aquelas criaturas que vemos nos filmes e digo-vos já que, se são mesmo, até gostava de encontrar um!
Mesmo com medo de ser raptado e levado para Marte, ainda o convidava para vir falar do seu planeta n’A Praça.

http://jorgegabriel.pt

Fica aqui o desafio a Jorge Gabriel, de levar o fenómeno OVNI ao seu programa na RTP.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

PILOTOS DA FAP OBSERVAM FEIXE DE LUZ SOBRE TOMAR


Data: 18 de Junho de 1975

Hora: Entre as 23H45 e as 00H15
Local: TOMAR, distrito de Santarém, província do Ribatejo
Testemunhas: Aníbal Fuentefria Jacinto, 26 anos, mais cinco tripulantes, todos pilotos militares, a bordo de um avião Cessna Skymaster em viagem de Lagos para a base de Tancos.

Condições meteorológicas: Céu limpo, com bruma no horizonte. Ausência de vento e temperatura de cerca de 15/18 graus. Visibilidade da Lua: negativa
Tipo de observação: LN (Hynek)
Índice de credibilidade: 3,38
Índice de estranheza: 3

SITUAÇÃO HISTÓRICA E GEO-MORFOLÓGICA

A cidade de Tomar está situada nas duas margens do rio Nabão, na base de um monte acastelado, a 135 kms de Lisboa, 60 de Santarém e a 30 de Fátima. 
É possível conjecturar acerca do seu povoamento em épocas recuadas mas carece-se de documentação anterior ao séc. XII. 
A origem de Tomar está ligada à existência das velhas povoações de Sellium, estação luso-romana da via militar Scalabis (Santarém) – Aeminium (Coimbra e de Nabância cuja implantação ainda hoje se discute. 
De salientar naturalmente a importância do Castelo de Tomar, fundado por D. Gualdim Pais, mestre dos Templários em Portugal, e que assentaria também em ruínas de uma povoação existente no morro onde foi implantado.

Quanto aos aspectos geológicos temos a considerar que Tomar está assente sobre calcários terciários. 
Os afloramentos jurássicos começam a 1 km ao norte da cidade. 
Os terrenos liássicos constituem uma banda N-S de seis kms ao longo do rio Nabão, estendendo-se por uma largura de 2,5 kms entre Pedreira e Casais. 
Na complexa tectónica desta área, sobressai uma rede de falhas geológicas de importância desigual que desenham uma rede ortogonal, ao norte da localidade.
A principal das falhas meridianas pode-se designar por falha de Nabão. 
Existe um primeiro grupo de falhas com uma orientação WSW-ENE e outro com direcção N-S. 
A leste do vale do Nabão, ressalta uma rede muito cerrada de anticlinais e sinclinais.

A outra região que nos interessa analisar sob o ponto de vista geomorfológico é a correspondente à vertical do lugar de imobilização do Ovni e que, pelos cálculos efectuados se situa sobre a Serra de Santo António, na região de Mendiga, aproximadamente. 
Trata-se de um maciço calcário jurássico, limitado a W e N por falhas normais. 
O planalto com o mesmo nome está recortado por diversas falhas de orientação NW-SE, por vezes injectadas por filões de rochas eruptivas doleríticas. 
Outras falhas, de direcção sensivelmente N_S, mais ou menos paralelas à estrutura tifónica da área, são também conhecidas. 
Sob o ponto de vista hidrológico, é uma região de morfologia kárstica, com numerosas bacias fechadas, grutas, algares e ribeiras subterrâneas.

A VIAGEM DE LAGOS PARA TANCOS

Num avião Cessna Skymaster, as seis testemunhas – quatro pilotos e dois mecânicos – seguiam viagem desde Lagos até Tancos, base militar onde pertencem. A rota passava à vertical de Fátima. 

Na região de Santarém o controle da Torre de Lisboa solicitou aos ocupantes do aparelho que, logo chegados às cercanias da base, tentassem identificar um alvo desconhecido que não respondia às chamadas feitas para o efeito. 
Aníbal Jacinto, um dos pilotos, pormenoriza os incidentes da viagem:
Estávamos a ouvir o controle de identificações de todos os aviões que entram no sector da base, quando, a umas 10/12 milhas da zona de Tancos, vimos o alvo que tinha a aparência da luz de anti-colisão de um avião e cuja presença estava a ser dada pelo radar planimétrico. 
Naquele momento, estávamos a uns quatro mil pés de altura. 
Sei que foi depois de Santarém que eles nos pediram para fazer a identificação do alvo. 
Este, estaria a uma distância de oito a nove milhas de distância da base, para Oeste, no sentido do Oceano Atlântico portanto. 
Nessa altura, seguíamos rumo à vertical de Fátima.

O comandante do avião acelerou-o até ao máximo permitido, tendo-nos aproximado do alvo a umas cinco milhas, segundo as indicações do radar. 
Aí, a luz começou a deslocar-se para Oeste e a acelerar de tal modo que a distância entre nós aumentou rapidamente até que a luz desapareceu na bruma do horizonte. 
Ficamos a umas 30/40 milhas de distância em pouco tempo. 
O aspecto desse alvo  - foi a única vez que o vimos  - era o de uma luz vermelha, do tipo anti-colisão. 
Tinha um pulsar ritmado e essa era a única luz visível. 
Quando nos aproximamos mais, reparámos que não se apagava como o flash, mas um pouco mais lento, talvez de um em um segundo ou de dois em dois. Entretanto, no mesmo momento, vimos um avião comercial da TAP que entrava no território e se situava a umas 10 milhas ao nosso lado. 
A luz era muito mais potente do que a do avião.

PENSAMOS NO ERRO DO RADAR

Estávamos a sul de Fátima. 
Quando vimos que não o podíamos alcançar, comunicamos com o controle de Lisboa e voltámos novamente para o bordo de Fátima para fazermos a descida para a nossa base. 
Quatro ou cinco minutos depois, aproximávamo-nos de Tomar, quando o radar de Lisboa nos informou que o objecto estava outra vez na zona. 
Começou a dar-nos indicações sobre a sua posição e nós movimentávamo-nos de acordo com as informações recebida. 
A dada altura ficamos a cerca de uma milha – distância que é quase a mínima que o radar consegue resolver – e não vimos luz nenhuma. 
Não nos tinha possibilidade de dar a altitude porque na altura o controle tinha uma avaria. 
Apenas nos diziam que estávamos a uma milha à esquerda, depois atrás de nós e ainda para o lado da nossa asa direita. 
Tanto assim que pensámos que o radar estivesse avariado e a dar-nos indicações trocadas: olhem, está uma milha à vossa asa esquerda – diziam: Virávamos para lá e logo emendavam: afastou-se agora para cinco milhas... . Andámos assim durante uns 20 minutos na área, até que, quando estávamos na vertical de Tomar, ao darmos uma volta sobre a esquerda, a três mil pés, o radar indicou-nos que os ecos estavam coincidentes no scope.

UMA LUZ INTENSA E SEM DISPERSÃO

Estávamos então a ser controlados pelo radar civil, tendo o de Montejunto tentado o radar em altitude. 
Logo nos disseram que os ecos estavam coincidentes. 
Olhamos para cima e para baixo, tentando descortinar qualquer coisa. Procurámos intensamente na zona e foi então que, quando estávamos a voltar para a esquerda, na sombra da nossa asa, vimos um foco de luz muito intensa e de forma oval, muito limitada e sem dispersão alguma.
Aquilo estaria a uns 500 metros ao nosso lado e a uma altitude superior à nossa porque vimos o foco mas não víamos a sua origem. 
Ele surgia já no enfiamento da nossa asa. 
Estávamos nessa altura a 900 metros de altitude e é difícil calcular o ponto de origem do foco. 

O ângulo de abertura do feixe luminoso, desde que surgia na nossa asa até ao seu encontro com o solo, abria muito pouco. 
Pelo que ele iluminou de Tomar – a praça principal – nós calculámos que seria, na base, uma elipse com cerca de 120/150 metros de comprimento maior por uns 75. 
O foco varreu a praça, dando a ideia de que tinha sido focado como se estivesse ligeiramente em movimento e daí que esse jacto de luz fosse varrer a zona durante uns dois segundos. 
Era uma elipse bastante excêntrica em virtude da inclinação que o feixe trazia. O que notámos desde logo foi a diferença com um tipo de avião que nós temos e que dispõe de um feixe potente mas cuja luz, ao chegar ao solo, se dispersa normalmente, com penumbra. 
Aquele não: onde caía era tudo branco, logo limitado pelo negro da noite. 
Não tinha esbatimento progressivo da penumbra. 
Estaríamos a uns 500 metros por sobre a periferia da cidade. 
O radar, dizia-nos que os ecos eram coincidentes porque o aparelho não tem poder de resolução para distâncias tão pequenas. 
A origem do foco estava por certo acima de nós. 
Ainda virámos para lá mas mal tentamos a manobra já o foco se tinha apagado e não vimos nada, nem sequer a luz vermelha que tínhamos visto de início. Suponho que, pela largura do foco na base, o ponto projector estaria, entre 150 a 300 metros acima de nós. 
Portanto, nós estaríamos a 3000 pés e ele a uns 4000 de altitude.

REPETE-SE O JOGO DO ALVO E DO AVIÃO

A cor do foco era branca, tipo holofote. 
Não nos apercebemos de movimento na referida praça, pelo facto de ser noite e também pelo escasso tempo de projecção. 
Só nos convencemos de que aquilo não era nenhum avião. 
Um dos pilotos que ia connosco experimentou um certo pânico porque constatou isso mesmo. 
Nosso não era, porque não tínhamos qualquer informação sobre outro movimento através da Torre de Lisboa. 
Aliás, quando fizemos o relatório para a Região Aérea disseram-nos igualmente que não havia aviões nossos no ar. 
Um outro aparelho que tinha feito a mesma viagem, 15 minutos atrás de nós, ainda ficou no local para ver se localizava alguma coisa já que estávamos com pouco combustível.

De facto, na altura da observação, tínhamos registado a posição do alvo como coincidente com a nossa. 
Como pouco depois voltamos para a base, o outro avião ficou na área tentando a busca, durante cerca de um quarto de hora. 
Andou também às voltas com o eco, como nos aconteceu a nós. 
Ora para a direita, ora para a esquerda, não conseguiu ver nada, ficando com a impressão que o radar de Lisboa não estava em boas condições. 
Nessa altura, o controle continuava a afirmar que tinha o objecto na mesma zona, sempre referenciado pelo radar.
Concluindo: o foco luminoso teria de comprimento mais de um quilómetro. Para iluminar daquela maneira só um laser. 
Nós temos helicópteros que tem um foco mais pequeno e dispersivo. 
Outros aviões, como os V 2 V 5 têm um projector que ilumina a longa distância mas dispersa a luz, sem dúvida. 
Outros aviões que passaram na zona, foram interrogados pela Torre sobre se viam alguma coisa estranha. 
De outras bases, viemos a saber que não houvera saídas de aviões. 
Por fim, a nossa Torre de Tancos também localizou o objecto. 
Aqui, o pessoal da noite parece ter tido uma certa experiência deste tipo de fenómeno, a que chamam luz fantasma. 
Por outras ocasiões, aconteceu o mesmo, segundo apurámos.

LUZ FANTASMA – VISITA FREQUENTE

Soubemos isto mal chegamos à Base. 
Logo o pessoal de serviço nocturno nos informou que também via a tal luz fantasma que pouco antes passara por ali. 
O sargento de serviço disse-nos que o fenómeno passara à vertical do aeródromo.

No fim de semana imediato, um dos tripulantes que fazia o nosso voo, o furriel Francisco, que estava de serviço às Operações, foi chamado juntamente com outro colega para ver a luz fantasma. 
Aí, identificou-a como sendo do mesmo tipo que havíamos visto sobre Tomar. 
A luz vermelha a lançar o mesmo foco de luz densa para o solo. 
O pessoal de terra viria a confirmar, aquando do nosso caso, a observação da mesma luz três ou quatro dias antes. 
O objecto encontrava-se na vertical da Base, deslocando-se no sentido vertical e horizontal com acelerações enormes que nem sequer são de helicóptero. 
Para uma imobilização daquelas só temos o heli ou os modernos aviões de descolagem vertical que são relativamente lentos a fazê-lo. 
Os pilotos que observaram esta luz disseram logo que não podia tratar-se de helicóptero. 
Além disso, não emitia o mínimo ruído. 
Enfim, não conheciam meio aéreo capaz de fazer aquilo.
Não vejo motivos para qualquer confusão. 
Nos aviões, a luz anti-colisão é vermelha e as outras, na ponta das asas, não deixam qualquer dúvida. 
O aspecto do alvo era apenas luminoso. 
Nas observações da Base era o mesmo foco de propagação instantânea com uns dois segundos de duração. 
Andou por ali a passear até que arrancou em grande velocidade. Havia bastantes chamadas para a Base por causa da tal luz. 
Uns e outros, perguntávamo-nos se havia aviões no ar mas nunca encontrámos justificação para uma coisa daquelas.

AS CONDIÇÕES DE VOO E DOS TRIPULANTES

Segundo o mesmo piloto, estava de facto bom tempo para fazermos voo nocturno sem problemas. 
Todos os tripulantes do Cessna estavam em boas condições físicas e psíquicas, portanto, de operacionalidade. 
As suas idades estão compreendidas entre os 21 e os 30 anos. 
Todos fizeram a observação a olho nu. 
O piloto que mais se assustou com o caso tem, inclusive, muitas horas de voo, cerca de 12 mil. 
Uns e outros eram conhecidas de missões em África e quando aquele viu o foco de luz, quis virar para o lado contrário mas o comandante de bordo forçou a manter o rumo e a alterá-lo para tentarem ver o foco.

Trocaram rápidas impressões sobre a natureza do fenómeno e a propriedade do mesmo, não conseguindo atribuir o facto aos aviões comuns. 
A testemunha citada e o furriel Francisco, que observaria um objecto semelhante três ou quatro dias depois, eram os menos experientes. 
Não se verificaram interferências nem no avião nem efeitos secundários nos tripulantes. 
A duração total do caso, foi de cerca de meia hora para o primeiro Cessna e mais 15 minutos para o segundo aparelho que o seguia e permaneceu na área.

Fonte: Revista Insólito nº 36 Novembro / Dezembro de 1978

OVNIs em Castanheira do Ribatejo


Relato referente ao ano 2011 extraído da web

"Uma vez que esta é minha primeira cache queria que fizesse referência a algo misterioso.
Numa noite com céu estrelado andava eu por ali com um amigo (joaodavidmateus), na altura que andávamos a aprender a conduzir ( há uns 7 anos atrás), e aquela zona ( como irão perceber) é bastante boa para treinar os pontos de embreagem, embora agora não seja possível ir para lá com carro.. Mas continuando.
Avistámos algo bastante intrigante.. 2 luzes no céu que se moviam rapidamente, a uma velocidade verdadeiramente surpreendente ( e agora dizem vocês: ..pois era um avião..) errado,
as luzes moviam-se a grande velocidades sem ser rectilineamente, isto é, faziam uns ziguezgues no ar, a uma altura considerável..
Pois bem avistámos este fenómeno durante uns 2 minutos mais ou menos, e depois aquelas 2 luzes muito brilhantes desapareceram sem deixar rasto ( ..e NÂO! Não estávamos com alcool a mais no sangue ou qualquer outra substância..).
A nossa conclusão foi: de certeza era um OVNI..ou dois".

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Montejunto 1982: Militar português desaparece durante uma hora após surgirem luzes misteriosas

Sabia que a primeira estação de radar em Portugal foi construída na Serra de Montejunto e começou a trabalhar em 1955? E que ainda é lá que funciona um dos três radares militares do solo continental, que “varrem” o nosso céu em busca de aeronaves não autorizadas ou objectos voadores não identificados?

O caso que se segue decorreu no ano 1982 em Montejunto na Unidade Militar da Força Aérea, em que um militar desaparece do seu posto de vigia sem deixar rasto.

Com o vento e o frio a arrepiar as almas vivas na serra de Montejunto, desapareceu misteriosamente um sentinela da torre – rapaz de 19 anos, bem constituído e protegido pela própria espingarda automática G3.
Da guarida, ninguém fugia por ser tudo a pique; nem subia porque a vista era plena. Só que o soldado desapareceu.

Chegaram então 40 militares para reforçar as buscas no meio do breu da noite e do mato.
Uma hora depois, 40 metros abaixo do posto de retransmissão de TV, ali estava ele.

Encolhido.

Branco.

Sem movimentos e com a mão cravada à espingarda. “Revelou que estava a ler quando viu um carro.
Saiu da guarida, com a espingarda em punho.
Viu então que o veículo com duas luzes não era um carro.
A única coisa de que se lembra depois foi de ter visto dois olhos amarelos”, diz Morais militar do acontecimento.

Informação recolhida do CM

Caças F-16 perseguiram Objecto Voador Não Identificado


Turquia enviou caças F-16 em Diyarbakir para interceptar OVNI, explica o Tenente-geral aposentado Dogan Temel, que também foi preso no caso de "Sledgehammer", a operação decorreu na linha da fronteira daquele país há 19 anos e foi explicada em detalhes. 

O incidente decorreu em 1999 entre a fronteira Turquia-Síria.
Ao Turquia enviou caças F-16 para reconhecimento de um corpo estranho detectado pelos radares.
Os sistemas eletrônicos dos F-16 foram bloqueados durante a sua aproximação, tendo em seguida regressado à Base , foi enviado para a região um helicóptero das Forças Especiais, que relatou não estar mais visível o suposto OVNI.
Este tinha simplesmente desaparecido.


Dogan também compartilhou fotografias que foram avaliadas como OVNIs e gravadas por soldados com uma câmera térmica.

Livro de Dogan que retrata os acontecimentos

Dogan Temel, que era um comandante do 7º Corps em Diyarbakır entre 1999-2001 e comandante assistente do comandante do Harp Akmedemiler em 2003.
Desta forma escreveu um livro a relatar todos os acontecimentos daquela operação de intercepção a um OVNI. 

Relatos OVNI antes do terramoto de 1755 em Lisboa.

Após 263, anos depois da maior catástrofe natural que atingiu Portugal, causando segundo se crê, 90 mil mortos em Lisboa e mais 10 mil em Marrocos. 

As ondas de choque foram sentidas desde o Norte da Europa, nomeadamente Finlândia, até ao Norte de África. 

A magnitude deve ter sido 9 na escala de Richter, seguido de um tsunami.
Pouco ou nada se fala nos fenómenos OVNI vistos e relatados na época pelo Padre Manuel Portal.
Dias antes “Bolas verdes”começaram a  cruzar os céus de Lisboa, e continuaram a ser vistos para Sul, inclusivé nos céus do Norte de África.
Os relatos da época assim o relatam.

Tudo aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755.

Como era Dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa.

• O cais da cidade afundou-se completamente e a água do rio Tejo começou a avançar para a cidade.

• Além do terramoto em terra, sentia-se o maremoto no mar e no rio. Os barcos que estavam no rio começaram a rodopiar e a afundar-se a pique.

• Abriram-se falhas na terra, em zonas como Alcântara, Sacavém, S. Martinho, Azeitão e Setúbal. Dessas falhas, surgiu água, vento e vapores.

• Passado algum tempo, houve um segundo abalo muito violento.
A cidade incendiou-se. As velas e as lareiras que tinham sido deixadas acesas ajudaram a chamas a crescer ainda mais.

• As pessoas que sobreviveram rezavam nas ruas, cobertas de pó.

• Durante horas, os abalos não pararam, embora já fossem mais fracos do que os primeiros.

Em Lisboa, a baixa estava praticamente destruída. Caíram casas, igrejas e edifícios públicos.

• Milhares de pessoas desceram até ao Terreiro do Paço para tentarem fugir dos incêndios e da queda de paredes e pedras.

• Levaram todos os pertences que puderam e tentaram apanhar um dos barcos que estavam a recolher pessoas. Mas as ondas do rio estavam tão altas que acabaram por arrastar os barcos e muitas pessoas se afogaram.

• Durante três dias, os abalos e os incêndios não pararam! O terramoto destruiu a baixa de Lisboa e fez ruir casas e monumentos por todo o país.

• Depois de passado o horror, o rei ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade.

• Foi nesta época que se construiu a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e as ruas paralelas e perpendiculares da baixa onde agora é zona de compras.

• A maior parte dos monumentos que ficaram destruídos, foram depois restaurados.

• No entanto, houve alguns monumentos, como o Convento do Carmo, em Lisboa, em que não se fizeram obras, para simbolizar este acontecimento tão trágico.

Paulo Cosmelli
Registos históricos das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo foram perdidos, e incontáveis construções foram arrasadas (incluindo muitos exemplares da arquitectura do período Manuelino em Portugal).
A família real escapou ilesa à catástrofe. 
O Rei D. José I e a corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém, nos arredores de Lisboa, na altura do terramoto.
A ausência do rei na capital deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade. 

Depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, denominado como Real Barraca da Ajuda, em Lisboa.
Tal como o rei, o Marquês de Pombal, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra e futuro primeiro-ministro, sobreviveu ao terramoto.
Com o pragmatismo que caracterizou a sua futura governação, ordenou ao exército a imediata reconstrução de Lisboa.

Conta-se que à pergunta “E agora?” respondeu “Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos”
Na época alguém perguntou ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu que um dia hão-de achá-las estreitas….
O novo centro da cidade, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. 

São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções à prova de sismos (antí-sismicas), que foram testadas em modelos de madeira, utilizando-se tropas a marchar para simular as vibrações sísmicas.
Já as Legiões Romanas, não atravessavam pontes a marchar por causa do que hoje se conhece: a vibração.

Cá temos mais uma vez, uma demonstração de um conhecimento que só em pleno século XX se “descobriu”. Será mais correcto dizer: re – descobriu?
Fenómenos OVNI têem sido quase sempre relatados antes, durante e/ou depois de grandes catástrofes.
Será coincidência, ou haverá razões ainda não explicadas pela ciência e por outros conhecimentos?



Tenho um amigo, o Araújo de Brito, Comandante da Marinha de Guerra Portuguesa, que uma vez disse numa conferência que fizemos juntos: -“Será que estes fenómenos ligados a grandes catástrofes não poderão ser viajantes do tempo a assistir a factos que marcaram a história da nossa  civilização?”
Na altura achei completa ficção.
Hoje já ponho como hipótese.

Desde 1995 que se espera um outro grande terramoto para a mesma zona.
Os geólogos afirmam que as probabilidades são muitas.
Curiosamente, nos finais dos anos 70, uma série de luzes azuladas iluminaram durante dias, os locais da falha da placa tectónica onde se deu o terramoto de 1755. 

Foram relatados e fotografados grandes e demorados relâmpagos, acompanhados de estrondos enormes.
Chegaram a fazer várias figuras nos céus, como a de uma foiçe e martelo (símbolo utilizado pelo partido comunista).

Houve certos grupos espíritas, que disseram ter recebido comunicações de que civilizações extraterrestres estavam a soldar essa falha da placa tectónica.
Lembro que foi um desses grupos espíritas, que em 1917, meses antes das manifestações de Fátima, publicou num grande jornal da época uma comunicação, em que lhes foi transmitido que iriam dar-se os acontecimentos que tiveram lugar em Fátima.

Estaremos a ser protegidos por seres que nunca nos deixaram sozinhos, ou queremos acreditar que assim é?
Haverá mesmo alguém a olhar por nós a ponto de evitar mais catástrofes?
Ser houver, até quando temos essa proteção?

Matéria de Paulo Jorge Cosmelli para a Revista UFO

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Terá o governo Americano informações importantes sobre o avistamento OVNI de Rendlesham Forest?



As informações sobre o encontro com um OVNI mais conhecida de Suffolk podem estar contidas num dossiê retido pelo governo americano, de acordo com um ex-funcionário do Ministério da Defesa.
O incidente de Rendlesham Forest, ocorreu em dezembro de 1980, recebeu muita atenção dos meios de comunicação nacionais e globais ao longo dos anos e tem sido frequentemente chamado de Roswell da Grã-Bretanha.
Oficiais americanos estacionados no antigo site da RAF Woodbridge relataram ver estranhas luzes e uma nave alienígena em duas ocasiões na área da floresta ao redor da base.

Os céticos já criticaram as reivindicações de atividade extraterrestre alegando que os feixes de luz não eram mais do que luzes de um carro da polícia ou do farol de Orfordness.
Informações recentes vieram à luz nos Estados Unidos sobre investigação OVNI pelo Departamento de Defesa.
O jornal americano New York Times revelou que mais de US $ 20 milhões foram gastos no que se conhecia como o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais ou AATIP pelo Departamento de Defesa entre 2007 e 2012.

Outra publicação dos EUA, o Washington Post, afirmou que um relatório de 490 páginas deste programa continha alegados avistamentos históricos de OVNIs de diversos países estrangeiros, bem como dos Estados Unidos.

Nick Pope
Nick Pope foi o oficial responsável do Ministério da Defesa Britânico entre 1991 e 1994, onde conduziu uma revisão de avistamentos de OVNIs no Reino Unido.
"Por muitos anos, os EUA disseram que não tinham qualquer ligação ou interesse com OVNIs, mas o Pentágono desmentiu e admitiu ter um programa", diz Nick.

Não se sabe exatamente quais os detalhes que podem estar dentro do arquivo do Pentágono, mas Nick acredita que o incidente no Rendlesham tem que ter um argumento muito forte para a inclusão.
"É inconcebível para mim que informações sobre o incidente da Rendlesham Forest não estariam nesse dossiê, já que é o incidente OVNI mais conhecido e mais credível do Reino Unido e porque envolveu pessoal dos EUA nas bases da USAF", diz Nick.
"É um grande enigma.
Pode ser que o Pentágono tenha dados que mais ninguém no Reino Unido (mesmo no MoD) tenha sobre o caso e possivelmente uma explicação definitiva para o mistério Rendlesham Forest".


Quantos países não estarão envolvidos em programas secretos sobre investigação OVNI?

Os Governos libertam os documentos após serem cozinhados e preparados para o público, documentos em que maioria dos casos não revelam grande importância. Já os documentos mais importantes, esses continuam no segredo dos deuses.

Será Portugal um destes países!

domingo, 7 de janeiro de 2018

NASA pode ter encontrado vestígios de vida em Marte


Descoberta do jipe-sonda Curiosity causou tumulto na NASA, após capturarem imagens do que podem ser sinais de vida antiga em Marte.

O jipe-sonda em Marte tirou fotos do que podem ser vestígios de fósseis, de acordo com o pesquisador Barry DiGregorio.

DiGregorio, pesquisador da Universidade de Buckingham, disse: Eles parecem notavelmente semelhantes aos fósseis ordovicianos que estudamos e fotografamos aqui na Terra.

Se não forem fósseis, quais outras explicações geológicas a NASA irá dar? As imagens foram obtidas usando a MAHLI do jipe-sonda, uma câmera colorida montada no topo do veículo espacial.

Elas foram tiradas no início de 2018 e descritas como ‘únicos’ pelo cientista do projeto Curiosity.
 Os traços de fósseis são sinais de vida passada, seja dos restos mortos de criaturas vivas ou de coisas deixadas por elas.

Ashwin Vasavada, cientista chefe da missão Curiosity da NASA, disse que os vestígios têm entre um e dois milímetros de largura, com um comprimento máximo de cerca de cinco milímetros. 



Ele disse à Space.com que ‘não descarta’ que sejam vestígios fósseis.

Ashwin acrescentou: Eles são tão pequenos.

Estes foram únicos o suficiente, dado o fato de que não sabíamos que eles estavam lá, que agora achamos que devemos voltar [ao local onde os possíveis fósseis foram encontrados].
Se virmos mais deles, começaremos a dizer que este é um processo importante que está acontecendo na Serra Vera Rubin.

Fonte: Caicó Digital

sábado, 6 de janeiro de 2018

OVNIs no Alentejo: Aventuras de um Biólogo na Vidigueira

Segue o relato prestado pelo próprio biológo Ricardo Lima, durante um trabalho realizado na Vidigueira em Julho de 2009.

Relato...
Esta semana começou com uns dias pelo Alentejo a torrar ao Sol na companhia da Nadine. Fui fazer um trabalho de monitorização de aves na zona da Vidigueira, por causa dos blocos de rega do Alqueva! Basicamente tínhamos que registar todas as aves de rapinas que observássemos durante 1h em diferentes pontos. E alguns dos pontos montávamos um radar (como os dos barcos), para ver se ele detectava as mesmas aves que o observador. Ao todo montámos e desmontámos o aparato que se vê na foto abaixo (mais o que ficava na carrinha e não se vê) uma meia dúzia de vezes... Uma tarefa nada fácil com temperaturas quase nos 40ºC e que deixou a suas marcas!


Radar pronto para detectar as aves da planície alentejana.


Sequelas dos dias de trabalho no Alentejo, ou de não ter posto protector... O que vale é que o bronzeado à camionista está sempre na moda!
Para além desta tarefa diurna, que permitiu algumas observações interessantes (nomeadamente de rolieiro ;), tivémos um pequeno extra nocturno. Montámos o radar à noite, para tentar perceber se as aves também andam por aí a voar à noite. E pelos vistos andam. Ou pelo menos anda qualquer coisa. 
A migração nocturna nas aves é um fenómeno bastante conhecido, mas fora de época de migração é um pouco estranho andarem tantos OVNI no céu nocturno do Alentejo!!!! E se durante o dia já é difícil identificar o que o radar detecta, durante a noite é quase impossível, principalmente quando se tratam de objectos a 1000m de altitude. Enfim, este mistério há-de persisitir, pelo menos por mais algum tempo. Talvez morcegos???


OVNIs no céu nocturno da Vidigueira
Voltado a casa, 5ª foi dia de stress. A bolsa não vem, nem o resultado do TOEFL e o que já tinha chegado à Universidade, afinal não tinha... E para ajudar, uma vez que tinha que mandar muitos mails: a Internet tirou meio dia de folga.

riscas83.blogspot.com