
Por sua vez o capitão de voo disse não ter visto nada.


A CIA publicou cerca de 930 mil documentos desclassificados, perfazendo mais de 12 milhões de páginas, que estão agora online e acessíveis ao público em geral. A decisão surgiu depois da pressão exercida por variados grupos de defesa da liberdade de informação e na sequência de um processo judicial.
A notícia foi dada em primeiro lugar pelo site Buzzfeed, informando que a documentação, que inclui relatórios sobre avistamentos de OVNIS ou experiências psíquicas, era já pública mas era apenas disponibilizada no Arquivo Nacional americano em Maryland. Agora, as páginas podem ser consultadas aqui.
Na sua página, a CIA admite que a visita a Maryland para a consulta dos documentos era “inconveniente e representava um obstáculo para os investigadores”.
Da base de dados, denominada “Crest”, fazem parte documentos do antigo secretário de Estado dos Presidentes Richard Nixon e de Gerald Ford, Henry Kissinger, e documentos sobre os crimes de guerra cometidos pelo regime nazi. A colecção inclui também temas mais científicos, alvo de várias teorias de conspiração, tais como OVNIS, receitas para tintas invisíveis e investigação centrada na telepatia.
Neste âmbito, encontram-se registos sobre o chamado Stargate Project, que se baseava na análise de capacidades psíquicas sobrenaturais e extra-sensoriais, estudando-se a possibilidade de utilizar a telepatia para fins de espionagem e militar.
Em concreto, disponibiliza-se os exames realizados a Uri Geller em 1973, numa altura em que este ganhava destaque em programas de televisão onde demonstrava os seus poderes sobrenaturais. A BBC notaque os relatos documentados referem que o israelita conseguiu reproduzir desenhos feitos por pessoas presentes numa sala separada.
Apesar de ter impressionado os investigadores da altura, em 1995 foi escrito um relatório onde se concluía que não foi demonstrada a existência de um “fenómeno paranormal ou visão remota”.
O Guardian, por sua vez, traz a lume a actuação da CIA em relação aos órgãos de comunicação social. A documentação agora divulgada mostra que a agência possuía informação detalhada sobre empresas de media e jornalistas. Por exemplo, uma cópia de um artigo da revista Mother Jones de 1978 era acompanhada com uma nota onde se descrevia que a publicação era “um escândalo produzido localmente publicado por um grupo de dissidentes”.
Sobre os jornalistas responsáveis pela investigação que culminou no caso Watergate a informação é extensa. Na altura em que Carl Bernstein passou para a televisão ABC, foi enviada uma carta à CIA a dar conta da transferência, sendo que o autor afirmava querer “descobrir que tipo de pessoa é que ele é”. Outras dezenas de documentos incidem sobre o parceiro de Bernstein, Bob Woodward, e a respectiva equipa de investigação que trabalhou no caso que ditou a queda do Presidente Nixon. Em 1985, foi escrita uma notaonde se informava o que Woodward andava a preparar: “Soube por uma fonte da CIA que o repórter do Washington Post Bob Woodward lançou um mau olhado ao chefe da CIA Bill Casey. Woodward anda a entrevistar toda a gente que alguma vez conheceu Casey”. Dois anos mais tarde, Woodward escreveu mesmo um livro sobre o período em que Casey foi director da agência.
Foi o grupo sem fins lucrativos MuckRock, defensor da liberdade de informação, que primeiro processou a CIA tentando forçar a publicação dos referidos documentos na Internet. Mas, ao mesmo tempo, o jornalista Mike Best iniciou uma campanha de recolha de fundos, em que conseguiu reunir 15 mil dólares, para visitar o arquivo em Maryland, imprimir todas as páginas e divulgá-las por iniciativa própria.
Público.pt


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A lendária piloto de testes de primeira classe soviética Marina Popovich, chamado "Madame MIG" para a condução supersônica no cockpit de um caça MiG-21, morreu aos 86 anos.
A aviadora desenvolveu uma paixão pelos extraterrestres, alegando ter encontrado OVNIs.
Nascida em 1937, Popovich se alistou na Força Aérea no pós-guerra para se vingar dos assassinatos fascistas na sua cidade natal na região de Smolensk. Ela disse à mídia russa que a sua família repetiria o destino de muitos outros queimados ou morto a tiros pelos fascistas em um massacre na aldeia se as milícias locais não o salvassem.
A experiência horrível deixou uma profunda impressão sobre ela. Popovich tinha apenas 16 anos quando escreveu uma carta ao ministro da defesa soviética, Voroshilov, pedindo-lhe que queria ser uma piloto profissional, uma carreira que estava fechada às mulheres. Ela acrescentaria vários anos à sua idade para perseguir seu sonho, fingindo que tinha 22 anos quando começou a treinar.
Como Popovich disse que era seis anos mais velha do que realmente era, e que o engano se refletia nos documentos oficiais, sua idade "oficial" diferia do real e causava confusão ao longo dos anos.
Em 1961, Popovich tornou-se a única piloto de testes de primeira classe soviético e, em 1964, um piloto de testes militares. Um ano depois, ela quebrou a barreira do som atingindo a velocidade de 2.320 km / h num MiG-21, um jato supersónico e uma aeronave de interceptação.
Durante a sua longa carreira na aviação, ela voou em 40 aeronaves e helicópteros diferentes, estabelecendo 102 registros mundiais da aviação.
Dez desses registros foram estabelecidos no pesado avião de transporte militar Antonov An-22 Antei, que continua sendo o maior avião movido a turbopropulsor no mundo até à data. Ela se aposentou em 1984, depois de ter voado cerca de 6.000 horas de vôo.
Após sua aposentadoria, Popovich concentrou-se na sua outra paixão por um longo tempo.... a busca de evidências de vida extraterrestre. Ela falou abertamente sobre as suas próprias experiências com OVNIs e afirmou ter visto três vezes, a primeiro em 1962, e compilou inúmeras contas de avistamentos ao redor do mundo.
Ele também afirmou ter encontrado a criatura mítica Bigfoot durante uma viagem às montanhas Pamir em 1982.
No seu livro "UFO-Glasnost", ela escreveu que os pilotos militares e civis soviéticos relataram cerca de 3.000 avistamentos de OVNIs e que o KGB tinha os restos de cinco OVNIs escondidos, declarações que reiterou em entrevistas públicas.
"Os OVNIs existem, o seu comportamento é lógico, os seus motivos e comportamento são sensíveis, à sua origem artificial, Inteligente... Um aviso: você deve ser cauteloso e vigilante quando se encontra com ovnis, às vezes esses encontros podem ser trágicos ", escreveu no seu livro," OVNIs no planeta Terra ", em 2003.
Popovich foi premiado com uma das maiores honras do estado na União Soviética, Herói do Trabalho Socialista, a Ordem do Valor em 2007 e outras decorações.
www.rt.com
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Informamos que houve uma pequena alteração na lista de oradores. Tivemos conhecimento de que o Prof. Dr. Joaquim Fernandes não poderá comparecer, por motivos pessoais alheios à sua vontade.
Em sua substituição, contaremos com a Dra. Frederica Armada (filha da Dra. Fina D'Armada), que assumiu a responsabilidade de apresentar o mesmo tema tendo também ela participado nas filmagens de um episódio de "Extraterrestres?" Este episódio devido ao seu teor acabou por ser censurado em Portugal. Venha saber porquê.
Sábado 02 Dezembro, ás 17:00 no Centro Cultural e Congressos de Caldas da Rainha. Inscrições grátis em: www.exopoliticsportugal.org/conferencia2017
Vilhena, 1974: ruas de terra e um aspecto de velho oeste no casario primitivo. O que um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) faria aqui naquele ano? Quem sabe dar uma mãozinha na povoação do arraial. Brincadeiras à parte, o lugarejo de somente 300 habitantes foi palco de uma história que hoje pode ser ironizada, mas que na ocasião ganhou a mídia nacional.
Veículos de comunicação como O Cruzeiro (a mais importante revista da época) e a Folha de São Paulo, estiveram em Vilhena para investigar o suposto sequestro de um professor de Campinas, no interior de São Paulo, que teria sido trazido para cá por uma nave espacial.
A história é lembrada por Gilberto Barros de Lima, 72. Naquele ano ele era o agente distrital de Vilhena (o cargo mais importante do lugarejo) e narra que um rapaz de 28 anos foi encontrado de bruços, por volta das 6h da manhã de um sábado, na avenida Major Amarante. Alguém tentou acordá-lo, mas ele estava completamente inerte. O então “prefeito” (Gilberto era tratado assim) foi chamado para tomar uma providência. Ele determinou que o desconhecido fosse levado para o hospital, onde tomou uma injeção e voltou em si.
No bolso do rapaz foi encontrado o número de um telefone. Gilberto Barros conseguiu, “depois de muito sacrifício”, falar com seus pais em São Paulo. Eles ficaram boquiabertos em saber que o tal professor estava em Vilhena. Como? Se viesse de carro, demoraria no mínimo cindo dias para chegar e, na noite anterior, nenhum avião havia aterrissado aqui. E o detalhe: suas roupas estavam absolutamente limpas, como se não tivesse enfrentado uma viagem de três mil quilômetros.
Os pais do “sequestrado” eram de classe média e chegaram em Vilhena no mesmo dia, de avião. Eles informaram que o rapaz não era epilético, como inicialmente se cogitou, e muito menos estava maluco. Já acordado, ele disse não se lembrar de nada o que ocorrera. Contou apenas que sua última parada foi numa agência do Bradesco, em São Bernardo, de onde sacou 320 cruzeiros (o dinheiro no bolso dele quando foi achado). O Fusca em que estava também foi encontrado na porta do banco.
Não passou disso. Ficou o dito pelo não dito. Mas, mesmo passados 24 anos (já em 1998), Gilberto Barros ainda se intrigava com a história. “Aqui não tinha nada que pudesse atrair um extra-terrestre. A não ser que fosse justamente por isso que o ET resolveu ajudar povoar a cidade”, brinca o bem-humorado Gilberto, depois diretor do Procon e hoje morando em Cáceres (MT). “Só lamento em não ter anotado o nome do rapaz para acompanhar o desenrolar do caso”, conclui.
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