terça-feira, 4 de abril de 2017

OVNIs no AB4 Guerra Colonial - Testemunhos

O tempo vai passando e cada vez mais nos vamos esquecendo de algumas coisas que em tempos nos chamaram a atenção e que a memória (já não é o que era) nos vai pregando partidas.
Nos anos 70, que não consigo precisar concretamente se foi 70 ou 71 ou quem sabe 72, passou-se algo de insólito, nos céus de Henrique de Carvalho (A.B.4) que me tem trazido á memória imagens tão reais como se as estivesse agora a ver, imagens essas que queria corroboradas por mais camaradas que também as tivessem presenciado.
Como disse, não consigo lembrar-me da data, mas o que se passou foi o seguinte:Certa noite, pelas 23 horas, mais coisa menos coisa, pois penso que tinha chegado da cidade no transporte da Base, havia imensos camaradas de olhos postos no céu, a que se juntou mais um (eu), pois realmente algo de estranho se passava.
O que vi, foram quatro luzes, “objectos”posicionadas nos quatro pontos cardeais, que emitiam por sua vez, tonalidades de luz, penso que passando por todas a que conhecemos, e parecendo que se comunicavam entre si. No firmamento, evoluíam outros dois pontos de luz, ”objectos”, a grande altitude de forma quase paralela entre si, parecendo que se deslocavam fazendo com que um V.
Lembro-me que nessa altura, os pequenos rádios que quase todos nós tínhamos, faziam imenso ruído e que nada se percebia da emissão que estava no ar. Penso que este período de tempo foi “talvez” de meia hora, apesar de ter parecido uma eternidade, a confusão que gerou tal fenómeno. Estas “luzes” estimava-se que estivessem estacionadas a cerca de 40mil/pés, isto, para quem pela linha do horizonte, conseguia ler distâncias, sendo que as outras duas estivessem bem lá no “cimo”. Recordo, ainda que de forma menos clara, do pedido feito por H.C. ao Luso, para o envio de um PV2 para intercepção dos referidos “objectos”.
Mais tarde, porque para isso não tive acesso, foi falado à boca cheia, que teria sido enviado um PV2 para tal efeito e que em aproximação a H.C. teria dito que, estaria nessa estação em poucos minutos. Após esta informação, teriam os respectivos ”objectos” subido para um tecto de cerca de 80mil/pés, impossível de atingir para o PV2.
Também nessa altura, creio ter sido solicitado o envio de apoio Sul-Africano dos aviões Camberra, que teriam tecto para a possível perseguição.Quando o PV2 indica que não tem qualquer possibilidade de atingir aquele tecto,” penso” que depois de tentar atingir o máximo da sua possibilidade e é obrigado a descer, os ditos “objectos” efectuam uma manobra de segundos, até atingirem as mesmas posições ,onde originalmente se encontravam. Quanto aos Camberra não sei o que se passou com eles.

Nota: Estas informações sobre o pedido de intervenção de meios aéreos foram-me transmitidas posteriormente, pelo que é apenas relato do que ouvi.
Após a situação descrita, ainda houve um período de tempo em que os “objectos” pareciam “falar” entre si, com a evolução de troca de sinais de luzes (seria?).
Lembro-me também, como se fosse no presente, que antes de este estranho fenómeno desaparecer, se criou uma neblina, tão intensa que não nos permitiu ver o desaparecimento do “objectos”.Quando se dissipou a neblina, mais um estranho acaso se verificou. Os rádios voltaram a funcionar normalmente.
Como é normal, troquei impressões com outros camaradas que também se recordam de algumas coisas, deste episódio. Mas que a memória não traz tudo (40 anos é muito tempo). Para alguns, isto nada dirá, a outros que porventura tenham tido esta vivência desencadeará se calhar, memórias á muito esquecidas. Pensei que pudesse avivar e trazer este alguns destes “farripas “ e se possa escrever mais uma página da nossa memória colectiva.
Todas e quaisquer informações que houver deste “cenário” agradecemos que nos seja enviado.
OBS.Tive conhecimento que este fenómeno foi relatado por um avião da TAP, mas não tenho confirmação
Durante o tempo que mediou este escrito e a sua posterior edição, foi solicitado através de e-mail enviado pelo nosso companheiro A. Neves, a todos os ex-camaradas (que constam da nossa base de dados) e tivessem também assistido ao fenómeno, o favor de enviar o seu comentário para que também fosse inserido neste espaço.
Recebemos vários testemunhos a seguir transcritos.

Testemunhos:
Eu recordo-me desse acontecimento.
Para mim foi em finais de 71, princípio de 72.
De facto, naquela noite algo de anormal se passou nos cèus de HC, não tenho a certeza da quantidade, eram vários com a tal luminosidade diferente das estrelas, com mutação de cores.
Houve períodos em que se movimentavam e depois voltavam a fixar.
Recordo--me também, do que relatas quanto ao PV2 e das várias opiniões que a malta expressava, que eram helicópteros experimentais, etc.
Estás a ver aquelas cenas do costume em que todo o pessoal dá o seu palpite e para mais aquela hora !!!
Certo, é que motivou uma noitada diferente e razão para se beber mais umas Nocais, que aquela coisa de estar muito tempo a olhar para o céu a ver estrelas e ovnis enquanto se aguardava por PV2s e Camberras, fazia uma sede do caraças.
A.NevesEABT

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Caros
O meu testemunho
Em 1970, estava destacado no AM44 ( Luso, destacamento de H.C.) com mais dois colegas que não me recordo o nome.
Todos os dias pelas 21h00, era obrigatório fazermos o QRX com o A.B.4 (XXR34) endereço radiotelegráfico.
Liguei a fonia e a grafia
Qual o meu espanto, que o circuito (fonia) estava um autentico delírio; o Controlador de serviço em H.C. era um individuo baixo com uns grandes bigodes e quando chegava ao circuito o seu grito de guerra era “AIKAMOCA AIKAMOCA chama chama”. Não me recordo do nome, mas lembro-me que o meteorologista Helder Guedelha de Castelo Branco era amigo dele.
Bem, como já disse, o circuito estava um delírio e todos gozavam com o AIKAMOCA pois pensavam que o homem estava na torre de controle com uma grande piela, o que não era difícil…
Lembro-me, que a narrativa aqui feita pelo Aníbal de Oliveira, é precisa. Melhor, é impossível.
O que se passou nessa noite foi fantástico, acontece que no Luso, nessa altura, não havia nenhum PV2 , lembro-me que estava em missão (???)
O que acontece é que o AIKAMOCA nessa noite devia estar histérico e pedia tudo e mais alguma coisa, inclusive os F´s que estavam na BA9 em Luanda.
Dizia, que eram três OVNIS e que vinham atacar o A.B.4, baixavam e levantavam e ainda se deslocavam para a direita e esquerda.
Depois, eram todos os RT´s que estavam em QRX, lembro-me do destacamento em Gago Coutinho, penso que seria o Gaspar que lá estava, que metiam a sua “colher” a gozar com o AIKAMOCA, isto foi um pouco longe de mais, uma vez que, como todas as pessoas sabem, as ondas Hertzianas de noite propagam-se com mais facilidade e com o tecto (céu) limpo ainda se propagam melhor e a comunicação chega mais longe e limpa.
Entretanto, um RT de Moçambique, e que estava em Lourenço Marques, apanhou toda esta conversa e meteu-se na frequência a dizer que fazia parte da tripulação do OVNI, foi um pandemónio… e este queria falar com o AIKAMOCA através de morse, aí, resolvi entrar em contacto com ele, e pediu-me para escutar (QAP) em (CW) morse, o qual me informou ser o Modesto. (Seria mesmo o Modesto??) O Modesto era Alentejano e este não tinha voz Alentejana. Informei-o que isto estava a ir longe demais e que o meu Comandante estava presente (o que era mentira), então ele teve receio, calou-se e saiu do circuito.
Para agravar a situação, entrou em cena um outro operador, que dizia ser de um voo da TAP, e confirmava tudo o que o AIKAMOCA dizia, e via perfeitamente a movimentação dos OVNIS, e que a F.A. tinha de tomar uma posição o mais rapidamente possível.
O AIKAMOCA delirava, e já não sabia o que fazer mais, mandou chamar o Oficial de Dia para ir à Torre de Controle. Esta não posso testemunhar, mas ele disse que o ia fazer.
Um episódio próprio do RECAMBOLL.
Bem, nessa noite foi uma tourada, só regressei com o motorista e outro colega (?) Casca??, já passava das 22h30, viemos para a cidade, e já não fomos ao cinema como estava previsto.
Já na esplanada dos gelados em frente ao Hotel Luso, e depois de ter narrado o romance a todos os presentes, estes não acreditaram no que estava a contar e que era invenção minha. Calei-me, e esqueci esse EPISÓDIO DELIRANTE , que só veio agora a lume, por ter lido este inóspito incidente cuja acção narrativa é de uma obra literária ou artística, de factos verdadeiros e notáveis.
P.S.: Fiquei sempre na dúvida se isto aconteceu mesmo, ou se o AIKAMOCA, com o seu liberalismo quis desestabilizar um pouco o sistema.
Não sei se ele foi chamado á atenção,
O que sei é que ele com o seu saber a sua frontalidade e a sua veia artística e revoltada, era bem capaz de fazer um romance numa noite inolvidável em HENRIQUE DE CARVALHO.
Um abraço a todos
J.D.ErnestoOPC
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*Também me lembro desse acontecimento, poderá ter sido outro mas sendo 71/72 deve de ser o mesmo. Estava de serviço em Luanda, no Comando da Região Aérea, quando chegou a informação dos OVNIS que estariam á vertical de Henrique de Carvalho. Recordo-me que, de Luanda, foram enviadas instruções para descolarem meios aéreos, a partir do Luso, a fim de observarem e interceptarem esses ovnis. Creio que esses meios não chegaram a descolar. Mais tarde veio a informação que os ovnis tinham desaparecido e tudo voltou ao normal.
Um abraço
Pedro GarciaOPC
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*Aníbal eu recordo isso e segundo me parece, antecedeu a crise de doença quase colectiva, que se instalou em que poucos não caíram á cama e um dia ou dois depois foi enviada uma equipa de médicos de Luanda com medicamentos e alguns de nós (lembro-me do falecido Bilinhos que não largou a cadela durante esses dias) íamos com os médios visitar todos os acamados e distribuir medicamentos. Tenho a ideia que a manutenção não abriu e os outros serviços também não funcionaram
Um Abraço
Raposeiro "Jesu"MMA
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*Pois amigos eu penso que isso se passou antes de Fevereiro de 1971, pois foi nessa data que os PV´s passaram de Luanda para H.C., e eu fui com eles, portanto se chamaram o PV do Luso, era porque ainda não estavam baseados em H.C.
Manuel PratesMRAD
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*Nada vi do que contais, pois decerto já estaria casado e a viver na cidade...
O que vos posso relatar é que, estando eu numa noite com o Félix na Torre de Controlo... apareceu-nos um gringo qualquer a chamar-nos em 'Sierra 2', dando-nos bailarico...
Naturalmente o Félix pediu que se identificasse, nada logrando com isso...
FAP Luanda que estava, como nós, à escuta, também entrou no ar, já que tudo se ouvia 5/5, por todos...
O dito cujo, fosse ele quem fosse, às tantas calou-se...
O estranho é ter ele entrado numa nossa frequência classificada.
Dizer-vos-ei, para terminar, que estou à vontade sobre UFO's ou OVNIS, pois tais Naves sempre existiram... e, hoje em dia, apesar de vibrarem na Quinta Dimensão, andam por aí em grandes Grupos... sob o Comando de ASHTAR SHERAN.
Quem quiser analisar e desenvolver este Tema, pode ir ao
www.google.com
Colocar em busca: 'Comando Ashtar Sheran'.
Uma Boa Navegação, por instrumentos, vos desejo!
Abraços e tudo em PAZ!
JesusOPC
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Também me recordo dum acontecimento parecido. Não sei se foi o mesmo, mas aquele que me apercebi -- deu-se em princípios de 1972. Relatei-o na minha Crónica "Leste de Angola nº. 5", Episódio 2. Aqui vai a cópia do extracto:
2 - Noutra ocasião, encontrava-se um companheiro meu, (Rui Silva), de serviço à Torre. Ao escurecer, notou que havia uma luz que pairava no céu, mas que teimosamente não queria fazer-se à pista!... Tentou contactar com a suposta aeronave, mas esta não dava sinais de vida. Disparou um “very light” verde, para permissão de aterragem e, a luz da aeronave continuava a circular em volta da pista sem se aperceber de qualquer intenção. Intrigado, pensando que pudesse ser algum disco voador, telefonou para o Bar de sargentos a fim de solicitar a ajuda dum outro controlador mais experiente.
Lá vou eu ter com o Rui Silva para indagar da situação.
Conclusão, houve “ilusão de óptica”, “miragem pura”. A aeronave não existia! Porém, já tinha sido avisado o oficial de dia, iluminado as pistas com os candeeiros a petróleo e, chamado um bombardeiro que se encontrava ocasionalmente no Luso (Douglas B-26), para ajudar no combate… Para mais informações, só se contactarmos o Rui Silva. Ele foi o maior protagonista dessa cena. Encontrava-se de serviço na Torre de Controlo e, era um maçarico, na altura.
Um abraço
Vítor OliveiraOPCART
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Envio-vos a minha visão da tal noite dos OVNIS no AB4. Cito nomes, mas acho que não poderia deixar de o fazer e a história não teria interesse sem os citar. O "Pilas" (Vitor Faria) era meteorologista e tu deves lembrar-te dele muito bem. O capitão Acabado era de facto o comandante do PV2 que foi "combater" os OVNIS. Datas certas posso dizer-te, mas estão num livro de apontamentos que conservo, mas está no meio da papelada antiga que preciso de procurar.
Aqui vai o que me lembro dessa memorável noite dos OVNIS em HC
O facto aconteceu pouco tempo depois de ter chegado ao AB4, já que ainda não estava na Linha da Frente. Lembro-me bem de ter voltado da cidade de uma jantarada, ou bailarico e subitamente me deparar ali no descampado que rodeava a torre de controlo com um relativo ajuntamento de especialistas e quejandos que olhavam para o ar com ar interessadíssimo.
E lá estavam nos céus as tais luzes nos quatro cantos do horizonte. Perguntei o que se passava e foi-me dito (creio que pelo Terrinha MMA) que havia OVNIS postados sobre a base. Para mim OVNIS não eram aviões inimigos, mas sim, obviamente, discos voadores. E lá estavam eles. Um estático no zénite. Brilhante como um pequeno astro-rei nocturno a fazer horas extraordinárias. O outro de cor fulva junto à linha do horizonte para o lado da porta de armas. Dos outros não me recordo, não por causa da Nocal, mas porque já lá vão quase quatro décadas. Mas concedo que a Nocal tenha contribuído para exacerbar a situação e a imaginação também. "Rádio Moscovo” a estação que mais gostava de sintonizar a seguir à South Africa Broadcasting... qualquer assunto: - O OVNI principal encontrava-se a 60 mil pés de altitude! Declarou
Nesse momento houve um àh... de admiração a toda a roda dos circunstantes iluminados pelos holofotes da torre de controlo onde se encontravam os camaradas “controladores” que sabiam de facto o que estava a acontecer, pensávamos nós. Ainda hoje não faço a mínima ideia de como é que o ”Pilas” fez os cálculos, já que os operou de cabeça perante mim e mais não sei quantos (uma dezena, dezena e meia, sem auxílio de qualquer instrumento, nomeadamente sextante, ou coisa que o valha. Sextantes e Teodolitos são instrumentos necessário para tais observações, julgava eu.
Certo é que os 60 mil pés do “Pilas” pegaram, já que o controlador aéreo de turno (um camarada de que me não lembro o nome, que tinha descido da torre e estava connosco, subiu de novo à dita e comunicou a “sentença” do meteorologista de serviço de HC para o Luso:- O OVNI encontra-se à vertical da base a 60 mil pés de altitude.
Finda a mensagem, em vez de responder a torre do Luso, responde o capitão Acabado, a partir de um PV2 que dali tinha descolado uns 20, ou 30 minutos antes: - 60 mil pés? Como é que eu vou interceptar um OVNI a 60 mil pés se esta caranguejola foi feita para a luta contra os submarinos no Pacífico na Segunda Guerra Mundial, poucos pés acima do nível do mar. Nem sequer temos máscaras de oxigénio! Terá sido mais ou menos assim a mensagem do simpático capitão Acabado, excelente chefe de família, de que me recordo bem de várias missões, acordado a meio da noite para combater OVNIS, enquanto o resto de Angola dormia pacificamente sem cuidar de mais nada a não ser acordar no dia seguinte para os seus afazeres quotidianos.
Nesse momento de “stress de guerra” (stress de guerra?) o mistério adensou-se.
A torre de HC começava a receber uma mensagem em 5 por 5: - “papá, papá, palhota”. “papá, papá palhota”. Consultados os manuais coisa... (creio que era “Sistems”, já que a conhecíamos pela sigla SABS) e que transmitia os últimos êxitos do rock internacional, nomeadamente os “Osy Bisa”, “Janis Joplin” e “Melanie” já para não falar de Bob Dilan e Donovan. O Macedo tinha sempre a última e mais preciosa informação sobre qualquer coisa. Fosse o que fosse, mas em matéria política especialmente. O Macedo era do contra por natureza. Um grande amigo e companheiro. No entanto, nesse ponto, achei que estaria a exagerar.
Mas enfim... era possível! Que “raio”. Tinha 19 anos e estava no meio da guerra. O melhor era acreditar em tudo nomeadamente num ataque da URSS sobre a ignota base de Saurimo (HC).
Penso, hoje, que na altura Moscovo se preocuparia mais com uma qualquer base de muito menores dimensões do Vietname onde a guerra-fria se decidia de facto e onde as coisas andavam muito, mas muito mais acirradas do que alguma vez em Angola estariam. Muito menos no nosso perímetro, mais, ou menos anónimo do Leste de Angola.
Nesse momento de cogitação técnico política surge o “Pilas” (outro camarada e amigo). Tão camarada e amigo que não lhe recordo o apelido, nem o nome próprio, mas sim a alcunha porque todos os tratavam assim. E ele fazia gala desse epíteto. Afinal “Pilas” fazia jus à virilidade da nossa juventude. Estive com ele uns anos depois já na vida civil em Lisboa, na Av. Da Igreja em Alvalade. Tinha então deixado as ciências herméticas dos cúmulos-nimbos e dos estratos e dos higrómetros, enfim... Depois disso nunca mais dele tive notícia.
O “Pilas” meteorologista de lei, que estava de serviço, veio pôr ponto de ordem à mesa, ou melhor, ao ajuntamento a esmo que se tinha reunido. E depois de reflectir longamente (meia dúzia de segundos, na verdade, creio eu, se a memória não me falha quatro décadas depois) esclareceu o as de tudo isso me lembro como se fosse hoje. Nesse intróito de cogitação pessoal, comecei a ouvir os “sound bites" (como se diz hoje) dos circunstantes. Ao pequeno grupo inicial foi-se juntando o pessoal que vinha do Clube, da cidade, ou sabe-se lá de onde. Enfim...
Todos pontificavam. O Terrinha que era dos PV2 fazia cálculos e declarava que os OVNIS pairavam muito alto. Achei que o que dizia era correcto. Pairavam alto de facto. Faltava no entanto saber a que nível pairavam como se requeria. Quantos pés, que ângulo?
O Macedo que entendia que tudo no mundo pertencia ao domínio da política, afirmava que o regime e a guerra estavam por um fio porque os OVNIS não eram mais do que aeronaves inimigas altamente sofisticadas que só podiam ser soviéticas. Se calhar tinha ouvido alguma coisa na assunto: - O OVNI principal encontrava-se a 60 mil pés de altitude! Declarou !
Nesse momento houve um àh... de admiração a toda a roda dos circunstantes iluminados pelos holofotes da torre de controlo onde se encontravam os camaradas “controladores” que sabiam de facto o que estava a acontecer, pensávamos nós.
Nessa altura, Luanda decidiu assumir o controlo da situação ordenando à torre de HC que se calasse. A partir dali era o comando da 2ª Região Aérea que tomava conta da situação. O alto comando achava que a situação era grave. Era o momento dos generais tomarem conta da situação. Tratava-se de um caso de segurança nacional e assim foi.
Provavelmente terá sido nessa altura que Luanda (algum general zeloso) terá pensado em pedir auxílio aos “primos”(sul-africanos) que com os seus Camberra detinham a tecnologia de ponta que nos faltava para detectar o inusitado ataque.
Ouvi dizer que os F84, da BA9 terão sido postos em alerta, mas não sei se chegaram a descolar. Acho que não. O que sei é que nesse entre tempo o OVNI alaranjado que pairava no horizonte baixo sobre a porta de armas foi subitamente ofuscado por uma névoa que se levantou e dissipou em pouco menos de meia hora. Finda a dita, a tal luz alaranjada desapareceu mais subitamente do que tinha aparecido. Simultaneamente o OVNI que pairava (segundo o Pilas) a 60 mil pés à vertical da base perdeu o fulgor. Os outros dois OVNIS em que não reparei de todo devem ter desaparecido igualmente. Devo dizer neste ponto da história que só me lembro de dois OVNIS, embora me recorde esparsamente, de que no murmúrio do ajuntamento se falar em quatro.
Entretanto as horas foram-se passando. Seriam já uma onze da noite, ou mais e perante o desvanecimento dos céus e das luzes cada um foi à sua vida. Afinal o ataque dos marcianos não se tinha concretizado. Que chatice!...
Entretanto, vim a saber mais tarde, que o OVNI que pairava à vertical de HC, não era mais do que Canopus, uma estrela da constelação do Cão Maior que pairava bem mais alto do que os cálculos do “Pilas”. Estava não a 60 mil pés, mas provavelmente a 60 mil anos-luz. Bem mais distante do que a nossa imaginação dos 19 anos de idade pensaria possível. O facto de a humidade relativa na altura ser maior do que o usual, funcionou como lente fazendo com que Canopus se apresentasse aos nossos olhos inexperientes e sempre expectantes perante maravilhas nocturnas.
Por seu turno o flamejante OVNI que surgiu e desapareceu no horizonte sobre a porta de armas não era mais do que o planeta Marte que nessa época do ano faz uma órbita baixa surgindo pouco depois do sol-pôr e desaparecendo a seguir. O mesmo efeito de lente provocado pela humidade fora do usual fez com que “planeta vermelho” brilhasse mais e consequentemente captasse a atenção sobre um astro que surgia diariamente, mas em que nenhum de nós reparava.
A bruma que se levantou fez com que o planeta vermelho desaparecesse dos nossos olhos ainda mais depressa do que o costume. O facto foi anómalo, mas não passou de uma super coincidência de fenómenos atmosféricos. Finalmente o último mistério, que era a estação de rádio chamando “palhota”, também se resolveu. Afinal tratava-se da torre de controlo da Beira (Papá) que chamava um outro posto qualquer em Moçambique designado “palhota”. As mesmas condições meteorológicas que tinham ampliado o brilho de Canopus e Marte, igualmente tinham ampliado as condições de recepção rádio em Angola das comunicações do lado oriental de África.
Quarenta anos depois irrita-me que Canopus e Marte não fossem os helicópteros experimentais do Aníbal, ou as armas secretas de Moscovo do Macedo, a pairar sobre nós. Por isso devo dizer a terminar que o que continua a bailar sobre a minha imaginação são os inexplicáveis OVNIS que de facto pairaram nessa noite indelével sobre o Aeródromo Base Número 4, algures nos céus extraordinários do Leste de Angola dos idos da década de 70.
Não sabia que esse auxílio tinha sido pedido, mas não me custa acreditar já que o Aníbal (MMA), que diz ter ouvido que os OVNIS seriam helicópteros experimentais o afirma. E o Anibal não discorria em vão, nem o repetiria hoje sem citar fonte credível. Deixem-me dizer que o Aníbal, para além de exímio xadrezista, que se confrontava comigo nesta matéria e ganhava muitas vezes (eu também ganhava algumas, diga-se de passagem) era já veterano da guerra nessa altura e lia muito, que não só os jornais. Sabia como estava situação em Angola e no resto do mundo, porque também lia a “Vida Mundial”.
PS – Continuo a não saber bem em que ano foi, mas vou confirmar à minha caderneta militar que tem tudo.
João GuedesMMA
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No tempo em permaneci no AB4, fui sempre o responsável pela linha da frente como mecânico de radio, ficando depois o Prates, quando vim para o "Puto" .(nunca fiz destacamentos, só algumas operações e recolha de aviões que caíram, como o do Anibal)
Isto para vos dizer, que confirmo tudo o que a ANÍBAL descreve, não me recordo é da data mas recordo como fosse hoje o desassossego que houve nessa noite e nos dias seguintes.
Ainda hoje, não sei de facto o que realmente era aquele brilhar.
Também me lembro, que foi pedido auxilio, não me recordo se a Luanda se ao Luso, pelo peri-pi-pi. auxilio esse que nunca chegou pois com o passar das horas o tal brilhar desapareceu.
BaptistaMRAD


A todos os camaradas que contribuíram com a sua visão sobre o assunto um obrigado.

Por Aníbal de Oliveira Clube dos Especialistas 

ELES SEMPRE EXISTIRAM - AVISTAMENTOS NOS AÇORES

O Arquipélago dos Açores, também foram palco de alguns dos poucos contactos imediatos de terceiro grau da casuística portuguesa. 
Região autónoma composta por nove ilhas situadas no Atlântico Norte, a oeste do Portugal continental, talvez tenha um índice deste tipo de fenomenologia mais elevado que o do resto do território, apesar da pequena dimensão territorial, de apenas 2.333 km2. 
Aquele que podemos considerar o primeiro caso de observação de um ser associado a um OVNI na região ocorreu precisamente no aeroporto da Ilha de Santa Maria, em Setembro de 1954. 
O fato se deu numa fase de aumento de avistamentos em Portugal, que acompanhou a grande incidência francesa daquele ano. 
Outro encontro de terceiro grau como este ocorreu na noite de 31 de janeiro de 1968, considerado um dos mais interessantes da Ovnilogia Portuguesa.
Tal como no anterior, foi vivido por um guarda-nocturno, desta vez na Ilha Terceira. Associado a este caso, houve um número considerável de avistamentos nos Açores durante a mesma época. 
O caso de observação mais recente de seres ocorrido no arquipélago foi pesquisado por Filipe Gomes, membro da SPO e natural da ilha. 
Infelizmente, a testemunha principal já tinha falecido, mas Maria do Carmo, sua viúva, deu um depoimento ao estudioso. 
A data da ocorrência é incerta, muito provavelmente no verão de 1973, mas o local foi São Miguel Arcanjo, na Ilha do Pico.
Miguel Alexandre, mais conhecido por Miguel Cantoneiro, observou algo anormal naquela tarde. 
Além de artista, tinha suas próprias terras de pastagem, e foi numa delas que observou um objecto em forma de peneira, de aspecto metálico e em procedimento de pouso no meio da propriedade. 
Alexandre, que se encontrava mais abaixo, olhou para cima depois de ter ouvido uma zoada. 
No meio do objecto, então parado, abriu-se uma espécie de porta rectangular, da qual saiu uma pequena escada para o solo. 
Mais tarde, duas figuras deixaram o interior da nave, descritas por ele como “homenzinhos de pequena estatura”. 
Falavam entre si numa linguagem alheia ao conhecimento do cantor. 
Em seguida, voltaram para dentro do objecto, que ascendeu e voou para o sul, de onde tinha vindo.


O ano de 1973 foi rico em avistamentos de criaturas supostamente extraterrestres em todo o mundo, sendo apelidado de “o ano dos humanóides”.
Em Portugal, um desses casos aconteceu na região de Trás-os-Montes, no nordeste do país. 
Numa noite do final do verão daquele ano, Sérgio e Maria Lisboa e Maria Costa viajavam de automóvel entre Carrazeda de Ansiães e Fiolhal, quando ele, ao volante, ouviu um zumbido que vinha do exterior. 
Em seguida, todos conseguiram ver um clarão ao lado direito do veículo, em deslocamento contrário. 
O condutor continuou a seguir o fenómeno pelo retrovisor até imobilizar o automóvel para observar melhor. 
O objecto se deslocou do sul para o norte e foi perdido de vista pouco tempo depois. Tinha formato elíptico, com uma espécie de visor na parte superior, e emitia uma luz avermelhada intermitente.
Depois da localidade de Alijó, em direcção à Vila Real, Sérgio Lisboa sentiu uma perda de rendimento do motor, e novamente ouviu-se o zumbido, desta vez de forma ritmada. 
Mas tudo voltou ao normal e, alguns quilómetros mais à frente, se depararam com um pequeno objecto cilíndrico, de cor esverdeada, atravessado na estrada. 
O motorista diminuiu a velocidade e desviou do estranho objecto, com receio de que este explodisse. 
Foi neste momento que os três ocupantes do veículo observaram a presença de duas figuras humanóides deitadas de costas à esquerda da estrada. 
Sua estatura era de aproximadamente um metro e meio e vestiam uma espécie de manto cor de chumbo claro. 
Suas cabeças estavam ocultas por uma espécie de capacete de formato esférico, no qual havia uma viseira retangular na altura dos olhos. 
A atenção das testemunhas foi inicialmente atraída para duas luzes avermelhadas que se encontravam na ponta do que pareciam ser antenas em duas caixas posicionadas nas costas de cada ser. 
Este pormenor se tornou mais perceptível quando as figuras se ergueram após o veículo se afastar.

Crédito 

sexta-feira, 31 de março de 2017

Operação Mainbrace

A Operação Mainbrace foi uma operação militar organizada pela OTAN entre os dias 14 e 25 de setembro de 1952 para mostrar o poderio de fogo da organização para a URSS.
Cerca de 80.000 homens, 1000 aviões e 200 navios participaram desta operação, que envolveu as forças armadas dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Dinamarca, Bélgica e Países Baixos. A operação foi dirigida pelo almirante britânico Sir Patrick Brind, sendo a maior manobra da OTAN realizada até aquele momento.
A operação ganhou notoriedade por uma serie de relatos de avistamentos de vários Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) e Objetos Submersos Não Identificados (OSNIs) sobre a Noruega e Dinamarca.
Os Avistamentos
14 de Setembro - O primeiro incidente aconteceu quando o destroyer Willemoes dinamarquês, que participava das manobras, foi ao norte da ilha de Bornholm.
Durante a noite, o tenente-comandante Schmidt Jensen e vários membros da tripulação viram um objeto não identificado, de forma triangular, que passou em alta velocidade em direção ao sudeste.
O objeto emitia um brilho azulado. Comandante Jensen estima a velocidade em mais de 900 mph.
Logo após, três OVNIs foram avistados voando em formação triangular, à uma velocidade similar à do primeiro.
Eles deixaram para trás um “rastro de luz branca”.
14 de Setembro - O segundo incidente ocorreu ainda no primeiro dia.
Este relato foi da equipe da Força Aérea Real que estava localizada na base Topcliffe, Yorkshire, na Inglaterra.
Um avião a jato britânico estava voltando para o aeroporto em Topcliffe, pouco antes das 11:00 quando se aproximava para pouso, e um objeto prateado foi observado.
O tenente John W. Kilburn e outros observadores no terreno, disse que quando começou a circundar o avião, o OVNI parou.
Ele tinha forma de disco, e roda em seu eixo.
O disco, de repente saiu em direção a oeste a uma velocidade alta, mudou de rumo e desapareceu ao sudeste.
15 de Setembro - O terceiro avistamento ocorreu no dia seguinte e um fotógrafo estava presente.
A tripulacao a bordo do porta-avioes USS Franklin D. Roosevelt, que participava nas manobras, observou um objeto esférico de prata que também foi fotografado.
O OVNI foi visto em movimento no céu por trás da frota.
Reporter Wallace Litwin tomou uma série de fotografias a cores.
Estas fotos, porem, nunca se tornaram públicas.
Supostamente, elas foram examinadas pelos oficiais de inteligência da Marinha britânica, mas os resultados nunca foram disponibilizados a público.
A possibilidade de que um balão tinha sido lançada de um dos navios foi imediatamente verificado.
Porem, nenhuma unidade tinha lançado um balão.
15 de Setembro - Ainda no mesmo dia, três oficiais da Força Aérea Dinamarquesa afirmaram terem visto um objeto brilhante em forma de disco, com aparência metálica, passar por eles acima de suas cabeças e desaparecer no horizonte.
Eles supostamente avistaram estes objetos no campo Karup, Dinamarca, as 07:30 (horario local).
21 de setembro - seis pilotos britânicos que estavam voando em formação com os aviões da RAF sobre o Mar do Norte, afirmaram terem avistado um objeto esférico brilhante saindo da água e se aproximando de sua localização.
O UFO iludiu sua busca e desapareceu. Ao retornar à base, um dos pilotos olhou para trás e viu o OVNI que o seguia. Virou-se para persegui-lo, mas o OVNI também virou-se e fugiu.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Observação em Santiago do Cacém - Alentejo

Localização - Santiago do Cacém - Vila Nova de Santo André

Data hora - 11/03/2017 - 22:45h

Testemunha - Sra. Helena Rebelo

Relato da testemunha...
No dia 11 do corrente mês,por volta das 22:45h, enquanto conduzia, reparei numa luz muito grande no céu.
De imediato chamou-me a atenção e comentei com uma amiga que me acompanhava e da qual nao se apercebeu.

Esta observação ocorreu na estrada Santiago do Cacém - Vila Nova de Santo André e teve lugar a cerca de 500m desta última localidade e assim que pude parar o carro em segurança, ficámos a observar aquela estranha luz.
Era uma luz grande e irradiava uma cor alaranjada.
O céu estava pouco nublado e iluminado pela lua cheia.
Infelizmente quando me preparava para filmar este fenômeno, a luz desapareceu.
A luz estava parada no céu, ou seja, totalmente imóvel e de seguida foi como se a luz dela apagasse, o que deu maior estranheza ao avistamento.

Localização do objecto segundo a testemunha
Gostaria de saber se mais alguém observou este estranho fenômeno.
O avistamento foi durante cerca de 3 minutos.

Se observou este fenômeno queira entrar em contacto connosco ufo_portugal@sapo.pt

sábado, 25 de março de 2017

Polícia Britânica admite enviar oficiais para investigação de OVNIs e alienígenas


Os policiais britânicos admitem enviar oficiais para investigar OVNIs após relatos de discos voadores, luzes estranhas e seqüestro por alienígenas

A polícia não encontrou nenhuma evidência da existência de OVNIs, mas disse que os telefonemas podem apontar para outros crimes. A COPS admitiu enviar oficiais para investigar OVNIs depois dos telefonemas sobre “naves alienígenas”.

A polícia de Lancashire disse ter intervido oito vezes em dois anos depois que a força registou uma série de relatos de "alienígenas" de espectadores aterrorizados.
A polícia de Lancashire investigou avistamentos de OVNIS 8 vezes nos últimos 2 anos

Mas os PCs uniformizados não encontraram nenhuma evidência da existência de OVNIs dizem.

Um porta-voz da polícia disse: "Como qualquer chamada recebida na sala de controle o operador avalia cada um e identifica qualquer risco / ameaça / dano.

"O operador fornece a resposta apropriada, que pode incluir a implantação de um oficial.

A polícia disse que investigar OVNIs era apropriado porque os sightings poderiam apontar a uma atividade criminal logo tudo é suspeito.

Às vezes essas chamadas não são o que podem parecer assim como um potencial OVNI.

"Isso poderia significar qualquer número de coisas e avaliaríamos e implantaríamos oficiais, se necessário, ou poderia haver uma preocupação para o bem-estar do chamador." Lancashire não é estranho a atividade alienígena.
Um incidente notável em 1995 provocou 250 chamadas alegando ter visto um objeto suspeito voando pelo céu em altas velocidades.

Nos últimos dois anos, a polícia investigou uma suspeita de abdução alienígena, um pouso de um OVNI num parque, vários avistamentos de nave espacial e um "feixe de luz" que o interlocutor achava que poderia ser de um veículo alienígena.

Andy Sierolawski, do Observatório de Todmorden em Lancashire, disse que os habitantes locais são muito curiosos sobre a existência de OVNIs.

Inf 


quinta-feira, 23 de março de 2017

Luz vermelha misteriosa no céu gera curiosidade em São José, SP Brasil

Imagem ilustrativa do filme contacto 
Foram duas aparições nesta semana, vistas à noite e durante a madrugada.
Luzes são mistério para especialistas.

Luzes vermelhas piscando no céu provocaram curiosidade nos moradores de São José dos Campos (SP). Foram duas aparições nesta semana, sendo uma entre a noite da última segunda-feira (20) e a madrugada de terça (21) e, a outra, a partir da noite de quarta (22) até madrugada desta quinta-feira (23). 
No entanto, os episódios ainda são um mistério para astrofísicos da região. (leia mais abaixo)
O contador Lucas Malimpensa foi fechar a janela do apartamento que mora no bairro Monte Castelo por volta da 1h desta quinta-feira, quando observou as luzes e registrou as imagens. (veja vídeo acima)
"Me chamou muito a atenção porque parecia que saía por trás das nuvens. 
Não tenho a menor ideia do que seja, achei muito curioso e bonito. Gostei de ter visto", contou.
No Residencial Flamboyant um casal também observou io evento no céu da janela. 
"Há alguns dias minha irmã tinha visto e me falou que tinha uma luz parecendo um rastro. Na terça olhei na janela e vi. 
Chamei minha esposa para ver, ficou horas no céu. 
Na madrugada de hoje ela apareceu novamente. 
Tinha horas que o rastro ficava pequeno e horas enorme parecendo a calda de um cometa. Percebi que ele aparecia só quando passava uma nuvem ", relatou o motorista Alexandre Aldwin.
O G1 consultou três especialistas da região que sugeriram possibilidades a respeito do que provocou o evento. 
No entanto, todos foram categóricos ao afirmar que não é possível, apenas pelas imagens registradas, apontar com certeza do que se trata.
O professor Odylio Aguiar, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), acredita que pode ser desde um balão até um fenômeno meteorológico.
"Em algumas fotos parece até um cometa, mas por ter ficado visível apenas por 50 minutos, não me parece viável esta hipótese, mesmo porque já teria saído no noticiário mundial. Cometas claramente visíveis a olho nu são raros. 
Também não é um meteoro. 
Meteoros não ficam parados no céu. 
Já Cometas poderiam parecer parados no céu, pois eles estão muito longe ou também balões , pois eles poderiam estar a cerca de 30-40 km de altitude", disse.

Inf G1

sexta-feira, 10 de março de 2017

Observação em Coruche

Relato enviando pela testemunha Sr. António Prates...

No domingo 12 de Fevereiro, por volta das 17 horas. eu e minha esposa  fomos surpreendidos com esta "coisa", visível por uns 2 minutos até desaparecer por entre uma nuvem mais escura.

Alguém faz uma ideia do que seja?
Tentei recriar em vídeo o que nós vimos, isto foi o melhor que consegui.


No domingo 12 de Fevereiro, por volta das 17 horas. eu e minha esposa  fomos surpreendidos com esta "coisa", visível por uns 2 minutos até desaparecer por entre uma nuvem mais escura.
Alguém faz uma ideia do que seja?
Tentei recriar em vídeo o que nós vimos, isto foi o melhor que consegui.

Informações complementares:

Local: arredores de Coruche (Mapa em anexo)


Hora: Cerca das 17,20 do dia 12 -2-2017

Direção - Sul/norte

Cor - Cinzento escuro, por vezes com alguma transparência aparente, mas sempre nítido
Som sem qualquer som aparente

Tamanho aparente - + - 120 cm x 60 cm

Velocidade  de deslocação podendo comparar-se com a de um avião comercial mas um pouco mais lento             
          
Formato - Letra U  com pernas  alongadas

A largura do traço á distância  poderia ter entre 10 cm e 15 cm

Céu encoberto com nuvens aparentemente sem movimento  e alternando entre mais ou menos densas

Duração da observação: +- 2 minutos

Altitude: Parecia deslocar-se acima do teto de nuvens e o facto é que o perdi de vista quando surgiu no seu trajeto uma nuvem mais densa      
            
Testemunhas: Eu e a minha esposa



Obs: Na montagem de vídeo que fiz, as nuvens estão em movimento, mas no momento da observação como afirmei acima, as nuvens não tinham quase movimento percetível.
Com os meus quase 65 anos, nunca assistira a nada assim e não escondo que duas semanas depois ainda estou a tentar dar um sentido ao que vimos.

             Se observou o mesmo fenómeno queira entrar em contacto connosco "ufo_portugal@sapo.pt" 

quinta-feira, 9 de março de 2017

Mitos e Mistérios - OVNIS e Extraterrestres na SIC

Excelente intervenção do Dr. Luís Morais, na estação televisiva SIC.
O povo, população mundial necessita de abrir mais a mente..



segunda-feira, 6 de março de 2017

O Livro Do Danados - Charles Fort



Bom pessoal, nessa postagem irei fazer algo que não costumo e com certeza irei pôr em prática que é falar sobre livros e com certeza filmes. Para começar, vou falar de um dos livros que poucos conhecem e que deveria ser estudado no meio Ufológico! Este livro é O Livro Dos Danados cujo Seu autor é Charles Fort (1874-1932), nascido nos Estados Unidos.
Fort passou boa parte de sua vida pesquisando em livros científicos, jornais diversos casos relacionados à fenômenos estranhos e bem curiosos.
Fazia o máximo para provar e rebater os cientistas da época e os céticos nem se fala! Fort com toda certeza iria sofrer bem menos nos dias de hoje, isso é o que eu acho.
Postarei alguns casos curiosos retirados do livro que Charles Fort e na qual buscava fontes sérias! Vamos lá.

Um pó amarelo caiu sobre Gerce na Calábria em 14 de março de 1813. Parte desta substância foi recolhida pelo senhor Simenini, professor de Química em Nápoles. A substância tinha um gosto insípido de terra e foi descrita como untuosa. ...


Mas concomitante a esta precipitação: foram ouvidos fortes rumores no céu. Caíram pedras do céu. ”


“No American Journal of Science 1-2-335 há a notícia do Graves, comunicada pelo professor Dewey:


No anoitecer de 13 de agosto de 1819 foi vista uma luz em Amherst, um objeto cadente e ouviu-se o ruído de uma explosão.


Na casa dos Dewey esta luz foi refletida na parede de um aposento onde se encontravam vários membros da família Dewey.


Na manhã seguinte, no pátio, ...foi encontrada uma substância dissemelhante de tudo observado anteriormente por aqueles que a viram. Era um objeto em forma de taça, com o diâmetro de cerca de 8 polegadas. Cor de couro intensa e recoberta por uma espécie de penugem. Retirada esta última, foi encontrada uma substância polposa, cor de couro, com a consistência do sabão em pasta e com um odor repugnante e sufocante. ”


“Em 3 de maio de 1876, em Olympian Springs, Bath Country, em Kentucky, caíram do céu, de um céu límpido, pedaços de uma substância semelhante à carne de vaca. Queremos sublinhar o fato de que se afirmou que no céu nada mais era visível além da substância que caía. ... sobre um território restrito: uma faixa de terra de cerca de 100 jardas de comprimento e com a metade da largura. ...Vide Scientific American, 34-197 e o New York Times de 10 de março de 1876. ”


“Hiram de Witt de Springfield em Massachussettes, quando voltava da Califórnia trouxe consigo um pedaço de quartzo aurífero do tamanho de um punho humano. Esse caiu acidentalmente e se rompeu ... no interior – um prego. Um prego de ferro, das dimensões de um prego de seis centímetros, levemente corroído. Completamente reto e com a cabeça perfeita. ”

Ironizando: “Na Califórnia, há séculos atrás quando o quartzo aurífero ainda estava em formação ... um carpinteiro a milhões de milhas de altura deixou cair um prego. ”


“Marcas de pés no arenito, proximidades de Carson, em Nevada ... cada uma com comprimento de 45 a 50 cm. (American Journal, Science, 3-26-139). ”


“Notes and Queries apresenta numerosas alusões a intensas obscuridades verificadas nesta terra, exatamente como se verificam os eclipses, mas não indica nenhum corpo conhecido como eclipsante”


“Segundo correspondente do Birmingham Morning News as pessoas que habitavam nos arredores de King’s Sutton, Bambury, viram por volta de uma hora de 7 de dezembro de 1872, atravessar o ar algo semelhante a um feixe de feno. Era acompanhado por fogo como um meteoro, por fumaça densa e fazia um ruído semelhante ao de um trem. Às vezes estava voando alto e por vezes próximas à terra. ... agora já é muito tarde para verificar a história, mas é fornecida uma lista de pessoas que tiveram suas propriedades danificadas. Foi dito que a coisa desapareceu de repente. ”

Charles Fort


Explosões, substâncias, odores, luzes e diversas coisas que por muitas vezes são comuns em observações de OVNIS! Cabe a cada um tirar suas conclusões.
Esse livro está recheado de outras esquisitices que irá satisfazer o leitor que gosta de fatos insólitos e é facilmente encontrado em sites especializados! Boa leitura, recomendo.
RONDINELLI.

Ufo Truht Magazine Conference com Francisco Correa

Conferência extraordinária realizada a 16 e 17 de Setembro na Inglaterra com a presença portuguesa de Francisco Correa, da Exopolitic Portugal.

Aos que se encontram no Reino Unido uma oportunidade a não perder.

domingo, 5 de março de 2017

OVNIs na SIC TV com Luís de Belo Morais dia 7 de Março

Luís de Belo Morais, será o nosso protagonista sobre um dos temas mais misteriosos da atualidade: a ovnilogia. 
O programa da SIC “ Juntos à Tarde “ irá apresentar, ainda, as dramatizações de histórias de aparições de OVNIs e vida extraterrestre, aprimorando assim a compreensão de um dos grandes enigmas da humanidade, o da vida noutros mundos.
Será certamente um programa a não perder.
Início do programa 15:45h do dia 7 de Março.

Luís Belo Morais

sábado, 4 de março de 2017

Ovnilogia em Lisboa - Palestra com Paulo Cosmelli a 25 de Março

A não perder,  o próximo evento no Lugar da Esperança,  com um dos mais sábios sobre ovniologia:
Paulo Cosmelli,  faça sua reserva , lugares limitados.
Entrada:5 Euros,  apenas para limpeza e manutenção do espaço.


A não perder 😉

Ex piloto fala sobre OVNIs

Enquanto a mídia prefere gozar com os OVNIS, Jean-Gabriel Greslé, ex-piloto e hoje ufólogo, explicou numa entrevista este fenômeno inexplicável, após ter estudado vários documentos desclassificados dos serviços secretos norte-americanos e franceses.

Antigo piloto de caças francês formado pela Força Aérea dos EUA, e comandante de bordo da Air France durante mais de 20 anos, Jean-Gabriel Greslé, que sempre se interessou por OVNIs, falou ao grupo Vice Media.
Nos anos cinquenta, graças ao estatuto de jovem piloto da Força Aérea dos EUA, Greslé conseguiu consultar todos os documentos classificados como altamente secretos disponíveis na biblioteca da base aérea da Carolina do Sul. Segundo o interlocutor do Vice Media, se trata essencialmente de documentos datados dos anos 1940-1960 e provenientes dos arquivos norte-americanos.

Assim ele teve acesso a grande número de documentos franceses e norte-americanos onde se falava de "objetos desconhecidos" ou de "corpos não humanos".  
Segundo Greslé, enquanto cientistas continuam céticos sobre o assunto, os serviços secretos afirmam que estes "objetos" e "corpos" existem e que eles "não são de origem terrestre". O número de informações e dados que podem comprovar a presença extraterrestre era enorme.

Descoberta impressionante: OVNI visto em território de laboratório da NASA
Uma vez, ele estava a ouvir a emissão da música clássica com colegas, quando a emissão foi interrompida por mensagem de urgência.
"Senhoras e senhores, interrompemos as emissões em todo o território norte-americano porque acontecem as coisas muito graves. Objetos desconhecidos sobrevoaram o Pentágono e a Casa Branca", dizia o locutor.    

Segundo Greslé, a situação se normalizou após 30 minutos, mas os instrutores confirmaram que dois objetos voadores não identificados foram avistados sobre duas zonas proibidas para todos os pilotos.

"A partir deste momento já sabia que havia algo único", diz ele.

Após a introdução da lei Freedom of Information and Protection of Privacy Act (Lei sobre a Liberdade de Informação) adotada em 1966, as agências federais foram obrigadas a permitir que seus documentos secretos fossem consultados por quem os solicitasse. Assim foi que mais de 1600 páginas de documentos desclassificados caíram nas mãos de Greslé.  

O que está lá no céu americano?
Enquanto a maioria dos documentos respeitava aos EUA, Greslé não se esquecia da França. Mas aí a situação no que se refere a consultar tais documentos é muito mais complicada.
"Sabemos que as leis do nosso país são muito mais restritivas do que as leis dos EUA em questões da divulgação de informações sensíveis", confirmou ele à mídia, acrescentando que os serviços secretos também se interessaram pelo fenômeno dos OVNIs.

Segundo Greslé, os dados secretos mostram que os OVNIs sobrevoavam as fábricas norte-americanas onde eram produzidas armas e bombas atômicas.

"O fato de que estas unidades eram sobrevoadas indica que todos os segredos atômicos eram conhecidos e constituíam o ponto de dissuasão", acrescentou Greslé.

Ele acrescentou que tais zonas secretas constituíam a maior parte das estruturas de interesse dos OVNIS. Todos os fatos são apresentados em 231 relatórios. 

Fonte