sábado, 24 de setembro de 2016

ETs: Não estamos sozinhos

Nunca estivemos tão perto de pôr um fim na nossa solidão cósmica. Pesquisas recentes mostram que boa parte dos planetas de fora do sistema solar é a cara da Terra. E agora astrônomos contam com um arsenal de novas tecnologias para buscar vida em clones do nosso planeta.

Você mora na periferia de uma cidade do interior. Em termos cósmicos, pelo menos. Sua casa é uma rocha cheia d’água que gira num cantinho da galáxia, bem longe do movimentado centro. O Sol, esse reator nuclear com diâmetro de 1,4 milhão de quilômetros, é só uma entre os 300 bilhões de estrelas da Via Láctea. Uma galáxia bem pacata, por sinal. A verdadeira megalópole deste pedaço do Universo é Andrômeda, nossa galáxia vizinha, com 1 trilhão de sóis.

Não, não estamos nada sozinhos no Cosmos. Além de Andrômeda, há pelo menos outros 125 bilhões de galáxias no Universo visível. E, se respeitarmos a lógica, o que não falta em cada uma delas são planetas, muitos planetas. Como disse o astrônomo Carl Sagan sobre a vida lá fora: “Deve haver bilhões de trilhões de mundos. Então por que só nós, jogados aqui num canto esquecido do Universo, seríamos afortunados?”

A descoberta de que estamos no meio de um Universo tão vasto e rico é relativamente recente: começou na 2a metade do século 20. E as provas de que, sim, existem mesmo planetas em outras estrelas se trata de algo mais novo ainda. Isso tudo deu uma guinada na ciência, a ponto de a exobiologia, que estuda a possibilidade de vida fora da Terra, ter subido de status. “Quando cunharam o termo exobiologia, [nos anos 60] ele foi ridicularizado como uma ‘ciência sem objeto de estudo’.? Mas a maré científica mudou e hoje há um entusiasmo crescente em tentar achar vida em outros lugares do Universo”, diz a astrônoma Jill Tarter, da Universidade da Califórnia, no livro The Search for Life in the Universe, (“A Busca da Vida no Universo”), inédito em português.

Outros vão mais longe e apostam que não só a vida é inevitável lá fora mas civilizações tão ou mais avançadas que a nossa também. Como já disse o físico de Harvard Paul Horowitz: “Vida inteligente no Universo? Garantido. Na nossa galáxia? Extremamente provável”.

De onde vem tanta empolgação?

Condições para a vida

As apostas de que, sim, há muita vida lá fora começam com duas novas certezas. Primeiro, a de que não faltam planetas fora do sistema solar.

Até anteontem não havia prova de que outras estrelas, fora o Sol, tivessem mesmo planetas. A astronomia dizia que sim: estudos sobre a formação de estrelas mostram que elas costumam nascer carregando um séquito de pequenos astros. Mas o ponto final na questão só veio em 1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra detectaram um planeta gigante feito de gás, como Júpiter, em volta de uma estrela parecida com o Sol, a 51 Pegasi.

De lá para cá a década de 1990 teve uma média de 3,4 planetas extra-solares descobertos por ano. E agora, com instrumentos mais precisos, o ritmo explodiu. No ano passado, foram mais 61. Em 2008, só até julho, outros 36. Total: 307. E a conta não pára de crescer.

A segunda certeza é ainda mais determinante: a de que dois ingredientes fundamentais para a vida, água e moléculas orgânicas, são comuns no Universo. Essas moléculas são fáceis de achar no espaço sideral – elas ajudam a formar as nuvens de gás e poeira que dão à luz qualquer estrela (e conseqüentemente qualquer planeta) no Universo. Quanto ao H20, ele também é arroz-de- festa no Cosmos: a própria água que enche os oceanos da Terra chegou aqui na forma de bolas de gelo que caíram do céu (os cometas) durante a formação do sistema solar. E isso pode ter acontecido em qualquer outro ponto do Universo.

Para completar, em 2007 o telescópio Hubble detectou pela primeira vez a existência de água num planeta extra-solar, ainda que em forma de vapor. E neste ano encontrou água e moléculas orgânicas em mais outro. Isso não indica que algum desses dois tenha vida. Ambos são gigantes feitos de gás, como Júpiter – um tipo de planeta pouco amigável a seres vivos. Mas, se houver um planeta parecido com a Terra na região, aquilo que aconteceu aqui pode ter acontecido lá.

“Estamos tão, tão perto de encontrar vida em outros planetas que é só uma questão de continuar procurando. Parece que é só uma questão de tempo”, diz o astrônomo Marc Kuchner, do Laboratório de Exoplanetas da Nasa. Mas como Kuchner e seus colegas estão procurando?

Guia do caçador de planetas

Buscar um astro em volta de uma estrela é como tentar achar um pernilongo ao lado de um prédio em chamas. A olho nu. Simplesmente não dá para ver. O que os astrônomos fazem, então, é detectá-los de formas indiretas. Por exemplo: se o brilho de uma estrela diminui um pouco num ponto da superfície dela, em intervalos regulares, significa que tem um planeta girando ali. Outro jeito de procurar é observar o “balanço” de uma estrela. A gravidade de um planeta é forte o bastante para chacoalhá-la um pouco. Se os observadores apontarem seus equipamentos por muito tempo para ela dá para analisar essas balançadas e deduzir que há um planeta passando por ali. Mais: pelo movimento, dá para calcular a massa do planeta e sua órbita.

Muito bom, mas tem um problema: desse jeito os mundos mais fáceis de detectar acabam sendo os muito grandes e próximos das estrelas. Só que planetas grandes são sempre bolas de gás como Júpiter, um monstro de hidrogênio com massa igual à de 317 Terras. E isso é um tanto frustrante na busca pelo que interessa, que é a vida fora da Terra: a atmosfera desses gigantes gasosos é tão maciça que a pressão lá dentro fica insuportável – seres complexos simplesmente estourariam em ambientes assim. E pior ainda se o planeta recém-descoberto estiver perto de sua estrela. Assim as temperaturas lá dentro ultrapassam 100 ºC, e a água só tem como existir na forma de vapor. Aí não adianta.

Procurar por planetas com vida significa buscar por um que tenha água líquida. Isso não é egocentrismo de cientista terráqueo, achando que a vida em outros planetas tem que ser igual à daqui. É respeito pelas leis da química, que valem para o Universo inteiro. Funciona assim: para ter algo que dê para chamar de vivo, precisamos de moléculas que se juntem para formar coisas complexas. As que melhor fazem isso são as moléculas orgânicas, estruturas que têm átomos de carbono como pilares e que, por sinal, formam o seu corpo. Só que moléculas não andam. Elas precisam de um solvente, de um meio fluido para se locomover e encontrar umas às outras. E a água líquida é a melhor coisa que tem para isso no Universo – não é à toa que a vida por aqui começou nos oceanos.

Isso não quer dizer que ausência de água seja evidência de planeta morto. “A vida como conhecemos é feita de carbono. Mas eu facilmente acreditaria que um ser fosse formado por outro elemento básico, como silício, ou que tivesse amônia como solvente em vez de água. Tenho certeza de que a vida no Universo é bastante diversificada”, diz a astrobióloga mexicana Graciela Matrajt, da Universidade de Washington.

Mesmo assim, os cientistas preferem o certo ao duvidoso, e vão atrás de planetas parecidos com o nosso – relativamente pequenos e com uma temperatura amena, que deixe a água correr.

Só que achar planetas assim por aí é difícil, justamente por causa do tamanho. A própria Terra, em pessoa, seria invisível para os instrumentos que os astrônomos usam hoje. Mas existe um alento: as “super-Terras”, mundos com a cara deste aqui, só que grandes o suficiente para entrar na mira dos equipamentos mais modernos.

A precisão desses instrumentos deu um salto nos últimos anos. A “sintonia fina” na hora de detectar as balançadas nas estrelas, por exemplo, melhorou. Já dá para perceber oscilações mais sutis, causadas por planetas menores. E isso abriu as portas para encontrarmos mundos com massa 10 vezes menor que a de Júpiter – planetas Terra muito, muito grandes. Mas ainda assim amigáveis para a vida.

Já encontraram 11 desses, de 2006 para cá. E a grande notícia veio no ano passado: dois gêmeos da Terra com possibilidades reais de terem água líquida. São os planetas Gliese 581 c e Gliese 581 d (não, os nomes não são nada poéticos: sempre colocam a denominação da estrela que eles orbitam – no caso, a Gliese 581 – seguida de uma letra). O que esses dois têm de mais especial em relação aos outros 9 planetas terrestres é a localização. O 581 c, por exemplo. Ele é o primeiro planeta pequeno, com “apenas” 5 vezes a massa da Terra, dentro daquilo que os astrônomos chamam de “zona habitável”: uma distância em relação à estrela que não deixa o astro nem frio nem quente demais. Ele fica mais perto de Gliese que Mercúrio fica do Sol. Se fosse no nosso sistema solar, isso significaria temperaturas de quase 500 ºC, só que a estrela Gliese é pequena e fria, com 10% da luminosidade do Sol. Então o planeta pode ter um clima equivalente ao da Terra. E só isso já é um indício de que existe água líquida por lá.

Quando o 581 c apareceu, foi uma festa. No mundo da astronomia a sensação era que, se existisse vida em algum lugar, seria ali. Mas então alguns astrônomos teorizaram que, se a atmosfera do planeta for grossa demais, os “raios de sol” de Gliese podem ficar presos no planeta. É o efeito estufa, que pode elevar demais o termômetro e acabar com a idéia de água líquida. A desconfiança ainda perdura entre os especialistas. E, se for isso mesmo, o grande candidato a abrigar seres vivos automaticamente passa a ser o 581 d. Ele fica um pouco mais distante de Gliese, numa região mais fria que a da zona habitável, com temperaturas sempre abaixo de zero. Mas aí o efeito estufa por lá seria um bom negócio. Ele poderia deixar a temperatura tão amena quanto a daqui.

Tudo isso é hipótese, claro. Quando você encontra um planeta pelo efeito que ele causa em sua estrela, como aconteceu com os dois de Gliese, o astro não “aparece na foto”. Então não dá para deduzir como ele é de fato, muito menos cravar que pode existir vida lá ou não. Mas essa limitação está para acabar. Quer dizer: acabou.

Como desvendar as novas Terras

Em fevereiro do ano que vem a Nasa lançará a missão Kepler, um telescópio em órbita que se dedicará exclusivamente a buscar planetas na nossa vizinhança galática. Ele tem duas grandes melhoras em relação ao Hubble. Primeiro, consegue observar mais estrelas em detalhes. Enquanto o telescópio veterano só tem foco para analisar uma de cada vez, o Kepler foi projetado para fazer isso com dezenas ao mesmo tempo. Segundo, fará imagens mais nítidas. Suas lentes ganharam uma espécie de máscara para filtrar o brilho das estrelas. Isso diminui as interferências de luz e permite detectar pelo menos algumas cores dos exoplanetas.

E isso pode dizer mais sobre eles do que parece. Cada elemento químico reflete a luz de um jeito diferente. É graças a isso que sabemos o que tem na atmosfera dos planetas mais distantes do sistema solar sem nunca termos pousado uma nave naquelas bandas.

Mas fazer isso com planetas a anos-luz de distância é outra coisa. O Hubble até fez aquela detecção de água e de moléculas orgânicas, mas só porque se tratavam de planetas gigantes. Agora, com o Kepler, o objetivo é desvendar a atmosfera dos exoplanetas menores. Se encontrarmos bastante oxigênio em algum, por exemplo, teremos um bom indício de vida. Quem encheu a Terra de oxigênio, afinal, foram coisas bem vivas: as algas.

Só com o Kepler, esperam achar e analisar a atmosfera de pelo menos 50 planetas do tamanho da Terra em zonas habitáveis. E vem mais por aí: a Agência Espacial Européia (ESA) prepara 3 telescópios espaciais que trabalharão juntos para encontrar lugares habitáveis, com lançamento agendado para 2015. E a Nasa planeja o sucessor do Hubble, também para a próxima década. Ele será 4 vezes maior e 10 vezes mais preciso. A esperança é que, com ele, consigamos fotos detalhadas de planetas extra-solares.

Mas e aí? E se encontrarmos um planeta com uma atmosfera recheada de oxigênio, sinais de moléculas orgânicas, temperatura amena, oceanos e o escambau? Vamos mandar uma sonda espacial nos moldes dos jipinhos marcianos para ver se existem aliens mesmo no lugar?

Vida no sistema solar

Enviar sondas espaciais é o melhor jeito de entender o que acontece fora da Terra. Que o diga a nave Phoenix. Ela chegou a Marte em junho, ainda está coletando e analisando informações do solo marciano e de cara confirmou que existe água em forma de gelo no pólo norte de lá. A temperatura marciana é muito fria (chega a -140 °C), mas, se essas calotas fossem derretidas, seriam capazes de formar uma camada de 11 metros de profundidade no planeta inteiro, pelos cálculos da Nasa. Outra análise da Phoenix mostrou que o solo do planeta não é tão morto assim: nutrientes importantes para a vida, como magnésio, sódio e potássio, estão presentes nas amostras. É muito difícil haver vida lá? Hoje, é. Mas ontem, nem tanto: fotos aéreas mostram erosões que, ao que tudo indica, são leitos secos de rios que corriam numa época em que o planeta era mais quente. A probabilidade de que Marte tenha tido água líquida é real. Por isso estamos longe de desistir de achar indícios de que já houve pelo menos micróbios lá – e, em última instância, de que a vida é comum em qualquer lugar que ofereça as condições. Uma nave ainda mais equipada que a Phoenix pousará lá no ano que vem, enquanto a Agência Espacial Européia vai lançar em 2013 o ExoMars, carrinho capaz de perfurar profundamente o solo em busca de vestígios orgânicos. Para fechar, tanto os europeus como a Nasa planejam missões tripuladas com humanos antes de 2040.

Outro alvo na busca pela vida é Europa, uma lua de Júpiter. Ela tem uma fina atmosfera com oxigênio e, ao que tudo indica, uma surpresa embaixo de sua camada de 200 quilômetros de gelo: água líquida. É que a forte gravidade de Júpiter pode ter feito o gelo mexer e remexer tanto que ele acabou esquentado, só pela fricção. E onde há água líquida, há chance de vida.

Para ver se tem mesmo, a Nasa planeja mandar uma sonda para a órbita de Europa na próxima década. E a Agência Espacial Russa (Roscosmos) vai mais longe: quer pousar uma nave (não tripulada) em Europa até 2020. Tudo isso, porém, só dá para fazer porque Marte e a lua de Júpiter são logo ali. Se quisermos mandar uma sonda para algum planeta extra-solar, temos um problema. A estrela mais próxima daqui, Alpha Centauri, fica a 4,3 anos-luz da Terra. Isso significa que um raio de luz demora 4,3 anos para chegar lá. Não parece grande coisa, mas são 40 trilhões de quilômetros de distância. Demais para as nossas sondas.

E olha que elas são até rápidas. A Voyager, que já atravessou o sistema solar inteiro, hoje rasga o espaço a 1,4 milhão de quilômetros por hora, 1 000 vezes mais rápido que o som. Só que isso não é nada em termos espaciais: representa apenas 0,000058 da velocidade da luz.

Nesse pique ela demoraria 80 mil anos para chegar a um eventual planeta na órbita de Alpha Centauri. Dureza: nem se os neandertais tivessem lançado uma sonda espacial ela teria chegado...

Se é tão difícil mandar algo ou alguém para conversar, o que poderíamos fazer, então? “Telefonar” para eles é claro! Ou, pelo menos, ficar a postos para uma ligação interplanetária, ouvindo se chega alguma mensagem alienígena aos nossos radiotelescópios, as antenas que captam ondas de rádio vindas do espaço. Só que aí entramos em outro terreno.

Em busca da vida inteligente

Até agora estávamos falando da busca por seres vivos. Aí qualquer bactéria está valendo. Mas, se já é difícil encontrar sinais de vida pura e simples, como uma atmosfera cheia de oxigênio, topar com seres capazes de criar tecnologia é mais ainda. Se a história da vida na Terra, da primeira célula até hoje, fosse um jogo de futebol, o homem só teria entrado em campo faltando 3 segundos para o apito final. Quer dizer, se alguma civilização nos últimos bilhões de anos mandou mensagens para cá para ver se achava algum ser inteligente do outro lado da linha, pode ter cansado de esperar.

E, se a vida inteligente é só uma piscada na história deste planeta, o mais provável é que ela também seja extremamente rara lá fora. Mesmo assim, quem espera pelas chamadas de outros planetas mantém as esperanças.

Quem faz isso é o Seti, sigla em inglês para Procura por Inteligência Extraterrestre. Eles jogam todas as fichas na espera de receber sinais de rádio dos alienígenas. Mesmo com a possibilidade de que haja pouca vida inteligente lá fora, faz sentido: ondas de rádio viajam à velocidade da luz (1,08 bilhão de quilômetros por hora, a maior possível pelas leis da física). Não é o ideal para tentar falar com Andrômeda, a galáxia mais próxima, já que o sinal demoraria 2 milhões de anos para fazer a viagem. Mas dá para tentar aqui pela Via Láctea. Se uma mensagem partisse de um planeta na órbita da estrela Alpha Crucis, a base do Cruzeiro do Sul, levaria 321 anos para chegar aqui. Caso eles tenham mandado uma quando a Terra estava no ano de 1687, o sinal estaria chegando agora. E consideremos: captar um sinal assim nos colocaria em contato com uma civilização extraterrestre de um jeito até mais eficiente do que se tivéssemos mandado sondas.

“Trocar fotos e textos já é suficiente para quem se relaciona via internet, não? Então. Você pode aprender muito sem ter de ir a um planeta extra-solar”, diz o astrônomo americano Seth Shostak, diretor do Seti. O que o instituto faz, então, é alugar radiotelescópios para captar ondas do espaço e ver se aparece alguma que siga algum padrão, que só possa ter sido feita por alguma coisa inteligente. O romance Contato, de Carl Sagan, dá um exemplo prático: lá o Seti detecta uma espécie de código Morse vindo da estrela Vega.

Agora Shostak e sua turma esperam que isso vire realidade logo. É que está em fase final de construção o Allen Telescope Array (Campo de Telescópios Allen), bancado pelo bilionário Paul Allen, co-fundador da Microsoft. É um campo de 350 radiotelescópios todo dedicado ao Seti. “Não que isso seja caro. Manter os telescópios por um ano é menos do que o governo gasta para comprar um helicóptero militar de última geração [US$ 20 milhões]”, diz Seth. Com o batalhão de radiotelescópios de ouvidos abertos, a busca por vida inteligente será pelo menos 100 vezes mais rápida do que hoje. “Simplesmente por podermos usar o negócio o tempo inteiro, 24 horas por dia, nos próximos 20 anos teremos checado 1 milhão de estrelas.” Além disso, o Seti ficará de olho nas pesquisas das agências espaciais. E os planetas exosolares que podem ter vida serão alvos prioritários dos novos telescópios.

A outra maneira de fazer contato é, em vez de esperar por mensagens, mandá-las ao espaço para ver se algum alienígena capta. A humanidade tentou isso 4 vezes. As últimas foram enviadas pelo astrofísico canadense Yvan Dutil. Ele é uma espécie de porta-voz dos terráqueos e, junto com o colega Stephane Dumas, desenvolveu duas mensagens mandadas para os ETs em 1999 e 2003. A linguagem delas é a matemática (afinal, em qualquer lugar do Universo 1+1=2) e lá estão alguns dos últimos algarismos conhecidos de pi e o maior número primo pra mostrar que, se nós ainda não tivemos chance de viajar pela galáxia, pelo menos já temos uma capacidade computacional bem razoável (veja mais na página 68). No final das mensagens, Yvan propõe algumas questões para os aliens: “Nós nos baseamos na idéia de que, se quisermos sobreviver aqui na Terra, temos de gerenciar eficientemente nossos recursos. As civilizações mais avançadas teriam tido o mesmo problema e poderíamos aprender com elas. Os ETs que responderem podem ser um povo que já viveu por muito tempo, ou seja: que soube manejar a sustentabilidade”.

Não é só Yvan que acredita nisso. Existem modelos sérios de “exo-sociologia” que tentam explicar como seria, afinal de contas, uma civilização anos-luz à frente de nós – em ambos os sentidos. A teoria exo-sociológica que ficou mais famosa, e serve para guiar astrônomos até hoje, foi criada pelo astrofísico russo Nikolai Kardashev. Para ele, as civilizações extraterrestres poderiam ser divididas em 3 tipos. O primeiro, que ele chama de K1, seria o nosso: relativamente primitivo, e confinado em termos cósmicos – ou seja, só consegue usar os recursos de seu planeta natal para obter energia.

O segundo estágio seria uma civilização que dominasse a energia de sua estrela – o físico americano Freeman Dyson sugeriu que algum povo avançado poderia usar uma espécie de cobertor sobre as estrelas para absorver energia e, de quebra, controlar melhor a luminosidade de seu sol.

Uma civilização K3 seria mais ou menos como o Império de Darth Vader, de Star Wars: uma potência que reina sobre os recursos de várias estrelas e planetas.

Tudo isso é mais ficção do que teoria científica para valer, mas tem sua lógica. Tanto que um grupo de astrônomos japoneses procura distúrbios na luminosidade de algumas estrelas para verificar a existência de um desses “cobertores” de Dyson. Sem sucesso ainda – como tem sido toda e qualquer tentativa de acabar com a nossa solidão, seja buscando vida em planetas parecidos com a Terra, seja em nossos vizinhos, seja com radiotelescópios. Frustrante? Talvez não.

A verdade, lá fora

Mesmo que seja infrutífera para sempre, a busca por vida e por inteligência extraterrestre não deixa de revelar alguma coisa. Se daqui a centenas de milhares de anos jogarmos a toalha, dizendo “Já vimos tudo. Acabou. Somos únicos na Via Láctea”, vamos saber que somos privilegiados por uma série de eventos fortuitos. Primeiro, o Sol mantém basicamente a mesma luminosidade há 4,5 bilhões de anos, algo raro; vivemos em uma vizinhança tranqüila da nossa galáxia, sem estrelas explodindo o tempo todo, como acontece em outras áreas; temos um planeta grande como Júpiter por perto para atrair cometas e meteoros que, de outra forma, bateriam aqui o tempo todo... Seria sorte demais? Essa é a hipótese da “Terra Rara”, batizada pelos astrônomos americanos Peter Ward e Donald Brownlee.

Outra linha para explicar por que não fizemos contato até agora vai por um caminho oposto. Defende que a vida pode, sim, ser bem comum. Inclusive a inteligente. Mas que talvez as civilizações tecnológicas não sobrevivam por muito tempo: mais hora menos hora acabam se autodestruindo. Foi o que imaginou o astrônomo Frank Drake: o Universo tem 13,8 bilhões de anos; a fase tecnológica da nossa civilização, só 100. E já temos armas nucleares para acabar com essa festa a qualquer momento. Se for assim em outros lugares, outras civilizações já tiveram tempo mais do que suficiente para dar cabo de si mesmas (veja aqui em cima). E não teríamos muita “gente” para conversar na galáxia. Pense nisso quando ouvir o silêncio da noite.

“Na verdade a absoluta falta de certeza sobre o que vamos encontrar em outros planetas é o que faz a procura especialmente interessante”, diz Yvan Dutil, que tem uma citação favorita para explicar o seu interesse. “Cristóvão Colombo viajou para o Novo Mundo disposto a achar especiarias, ouro e diamantes. Voltou com batata, tomate e milho. E isso é 50% de nossa alimentação hoje. O que nos impactou não foi o que procurávamos”, dizia o ex-diretor da Nasa Daniel Goldin sobre por que gastar dinheiro procurando vida extraterrestre. A verdade, seja ela qual for, está lá fora.

Uma lua especial

Distância: 44 anos-luz.

O astro grandão ali atrás é o Cancri 55 f, uma bola de gás inóspita. Mas ele pode ter um satélite com água líquida. E vida.

Planeta “vizinho”

Distância: 4,3 anos-luz.

Simulações de computador indicam que pode haver um planeta com as características da Terra na estrela mais próxima daqui, Alpha Centauri.

Trio de super-terras

Distância: 41,3 anos-luz.

Descobertos em 2008 na estrela HD 40307, estes 3 planetas terrestres são quentes demais para a vida, mas indicam que astros como o nosso são comuns por aí.

Terra gigante

Distância: 20,5 anos-luz.

Um planeta igual a este aqui, só que com 5 vezes mais massa e diâmetro 50% maior. Eis o principal candidato a abrigar alienígenas.



As outras terras
Uma viagem por dentro de alguns dos astros com mais chances de abrigar vida

1. Pôr-do-sol eterno
Ele é 13 vezes mais próximo de sua estrela que a Terra do Sol. Mas Gliese 581 c pode ter vida porque sua estrela é mais fria. A gravidade, um pouco mais que o dobro da nossa, permitiria poucas montanhas. Por ser tão próximo da estrela, a atração gravitacional prende sua posição, e só um lado do planeta é iluminado. Então dia e noite duram para sempre em cada lado. E nos pólos o pôr-do-sol é eterno.
2. Sol das 3 da manhã
Os habitantes de um suposto planeta em volta de Alpha Centauri, um sistema com duas estrelas, veriam no céu, de manhã, um sol parecido com o nosso. Mas uma espécie de lua gigante, mil vezes mais clara que a daqui, apareceria durante o dia numa metade do ano e à noite na outra, eliminando a escuridão. Ainda não foi comprovado se há planetas ali – o sistema será alvo dos astrônomos a partir de 2009.
3. Terra mirim
Água abundante, um ano de 240 dias e temperatura amena. Quase como a Terra. Só que, no céu de lá, o astro dominante não é uma estrela, mas um enorme planeta, do tamanho de Saturno, o 55 Cancri f. A gravidade do gigante sacodiria o subsolo, criando erupções vulcânicas com quilômetros de altura. A esperança de vida é grande: já mandamos uma mensagem para lá em 2003, que chegará em 2044.

Carta de apresentação da humanidade
Em 1999, astrônomos mandaram esta mensagem para algumas estrelas. Agora esperam uma resposta dos Ets

Como falamos
A primeira parte explica o vocabulário da mensagem. São códigos que mostram os números de 1 a 9 como quadradinhos, e depois uma tradução em código binário (tipo, 2=0010), que será usada no resto da mensagem.
O que sabemos
Explicamos a eles como estabelecemos comprimento, área e volume. Mais os 15 primeiros números de pi e os últimos dos 51 539 600 016 algarismos que conhecemos da dízima, mostrando que temos computadores com potência para calcular isso.
Onde estamos
Aqui indicamos nossa localização, dando a posição da Terra no sistema solar. Para que eles nos achem mais facilmente, damos a massa e o raio do Sol e de Júpiter, os dois astros mais detectáveis para quem está longe.
Do que somos feitos
Aqui vão detalhes do que os humanos são feitos. Depois de mostrar os desenhos dos 4 ácidos nucléicos que compõem as bases do nosso DNA (timina, adenina, guanina e citosina), damos a estrutura básica das células e o tamanho delas: 10-5 metro.
Oi!
Dizemos a altura e o peso das pessoas na Terra. Outros gráficos apresentam as freqüências de som e de luz que nossos sentidos percebem. Assim, no caso de os ETs mandarem alguma mensagem de volta, eles terão certeza de que poderemos vê-la e ouvi-la.

Quantos vizinhos nós temos?
O astrônomo Frank Drake bolou uma equação para determinar quantas civilizações existiriam na galáxia neste momento. Veja os resultados otimistas (= O) e os conservadores (= C).
Número de estrelas
Como a comunicação com outras galáxias ainda é impossível – elas ficam tão longe que um sinal demoraria entre milhões e bilhões de anos para chegar –, a equação se restringe ao número de estrelas na Via Láctea: 300 bilhões.
Estrelas com planetas
Estrelas gigantes ou muito pequenas não têm condições de ter planetas habitáveis. Estrelas novas demais também estão fora. O que sobra é a fração de estrelas propícias a ter vida em volta. C: 0,005% O: 100%
Temperatura amena
Toda estrela tem uma zona habitável em sua órbita, onde a temperatura permite a vida. Pegando o exemplo do sistema solar (Marte estaria nessa zona), estimamos o número de planetas viáveis nessa zona. O: 3. C: 1.
Vida
Não é porque o planeta tem condição de abrigar vida que seres vivos irão aparecer. Como não sabemos o que provoca o aparecimento dela estimamos uma fração dos planetas favoráveis que produzam vida de fato. O: 100%. C: 50%
Inteligência
Alguns desses planetas com vida podem ter apenas bactérias e animais – a própria Terra teve só isso por mais de 99,9% do tempo. Aqui entra a fração de planetas onde a vida teria evoluído para uma civilização. O: 100%. C: 33%
Fator autodestruição
É preciso considerar que os seres inteligentes talvez não durem para sempre. Neste último fator dividimos o tempo de vida de uma civilização com capacidade de se comunicar com outras estrelas. O: 10 000 C: 450.
Civilizações aqui e agora
Acabou. Agora dividimos o resultado de todas as variáveis pela idade da Via Láctea (10 bilhões de anos). E o resultado é uma estimativa de quantas civilizações existem na galáxia neste momento. O: 900 000 C: 4
Fontes - Astrônomos Donald Goldsmith e Tobias Owen

Para saber mais
The Search for Life in the Universe
Donald Goldsmith e Tobias Owen, University Science Book, EUA, 2002.
Where is Everybody?
Stephen Webb, Copernicus Books, EUA, 2002.
Rare Earth
Peter D. Ward e Donald Brownlee, Copernicus Books, EUA, 2004
.

Crédito

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Jardineiro inglês alega ter fotografado um ovni




Segundo Peter Lee, o avistamento do UFO aconteceu no momento em que ele as filhas observavam o tráfego aéreo.

  

O que era para ser um dia rotineiro na companhia das duas filhas, se tornou o evento mais intrigante já testemunhado pelo jardineiro inglês Peter Lee, 57 anos. 
Ele afirma ter testemunhado e fotografado um objeto voador não identificado (ovni/UFO) na região da Grande Manchester (Inglaterra).
Segundo Lee, no momento do avistamento o objeto pairava sobre um gerador de energia. Em entrevista a um dos mais tradicionais jornais da Inglaterra, Daily Mirror, edição de quinta-feira (22), ele comenta as características do UFO, ao destacar que ovni era de cor prata e formato circular.


Peter acrescenta a impossibilidade de a estrutura fotografada ser um balão de gás hélio ou qualquer aeronave conhecida, devido ao objeto estar em altitude superior à dos aviões convencionais. “Foi milhares de pés para cima no ar, superior a [altura de] alguns aviões, e estava se movendo muito, muito lentamente”, observa.



De acordo com Lee, ele costuma levar a máquina fotográfica a todos os lugares que frequenta. O inglês também salienta ter experiência em identificar aviões. 
O hábito de observar os voos das aeronaves é compartilhado entre ele e as filhas.
O jardineiro acentua que, em decorrência da prática em acompanhar as aeronaves sobre o céu da Grande Manchester, ele e as crianças conseguiram perceber o emblemático objeto. 

“Nós sempre olhamos para [os] aviões, como eles voam mais e, em seguida, lá estava ele [ovni] - todos nós vimos isso”, avalia.
Apesar dele não acreditar ter registrado balão ou aviões convencionais, Lee revela incertezas sobre a origem do objeto. Entretanto, diz estar disposto a manter a ‘mente aberta’.
Conforme o jornalista do Daily Mail, Thomas Burrows, dados oficiais da polícia da Grande Manchester - composta por dez cidades - indicam a existência de apenas dez relatos de UFOs, todos em 2013.

Contudo, o jornal enfatiza que tem ocorrido diversos avistamentos de ovnis que não são comunicados à polícia.
Devido à falta de diálogo entre testemunhas e autoridades, a ocorrência do fenômeno acaba sendo negligenciada pelas autoridades.

Por falar em autoridades, até o momento elas não comentaram o assunto

 
Fonte:http://br.blastingnews.com/mundo/2016/09/jardineiro-ingles-alega-ter-fotografado-um-ovni-001136519.html

OVNIS -- 2016 -- Leiria-Portugal



Ovnilogista capta uma imagem espetacular nesta noite de
 21/09/2016
  22h 25m

terça-feira, 20 de setembro de 2016

China vai andar à procura de extraterrestres a partir desta semana


É no domingo que o maior rádio telescópio do mundo começa a funcionar.
O Five-hundred-metre Aperture Spherical Telescope, ou mais resumidamente FAST, demorou cinco anos a construir e vai estar em testes nos próximos três. Em busca de vida extraterrestre e de buracos negros.

Também conhecido como Tianyan, é um rádio telescópio com 500 metros de diâmetro, e está localizado na província de Guizhou, uma das zonas mais montanhosas da China.  

Com a extensão de 30 campos de futebol, esta estrutura apresenta uma superfície composta por 4.450 refletores triangulares e, quando em funcionamento, terá a mais elevada sensibilidade de deteção de sinais vindos do espaço.

Para funcionar em pleno necessita “silêncio rádio” num raio de 10 Kms, estando proibidas atividades como caça, desflorestamento (havendo um trabalho na prevenção de incêndios) ou construção na área circundante. Aliás, o FAST obrigou mesmo ao realojamento de cerca de 9.100 pessoas, pois residiam num raio de 5 Kms do telescópio e “estariam sujeitos aos malefícios provocados pela criação de um vasto campo de ondas sonoras e eletromagnéticas”.

Apresentado oficialmente em julho, o projeto faz parte da estratégia espacial da China, tendo custado qualquer coisa como 180 milhões de dólares a desenvolver. O Governo chinês avança mesmo que tem como objetivos levar um homem à Lua até 2036 e também criar uma estação especial, projeto a que já deu início, inclusive.  

O FAST demorou cinco anos a construir e vai estar em testes durante os próximos três anos. Servirá acima de tudo para observar fenómenos relacionados com matéria negra, além da busca por vida extraterrestre.


Crédito

A grande questão se mantém!

Será que não somos já visitados por estes seres?

domingo, 18 de setembro de 2016

Homem filma OVNIs sobre floresta inglesa


Britânico capturou imagens estranha de três esferas brilhantes que flutuam acima de uma floresta do Reino Unido.



O homem de 32 anos de idade, quis manter o anonimato, disse que manteve o interesse em tentar perceber o que eram os estranhos objectos enquanto caminhava com o seu cão pelas colinas perto de Great Shefford em Berkshire.

Na segunda-feira (12), decidiu levar uma câmera com ele na expectativa de registar os objetos misteriosos numa tentativa de descobrir a sua origem.

Depois de menos de dois minutos de filmagem dos objectos a sua câmera de repente desligou sem bateria - apesar de ser totalmente carregada.

Inglaterra ao logo do ano 2016, conta com um vasto número de observação quer por civis, quer por autoridades deste país.

Avistamento em Queluz 17/09/2016

Por: Paulo Santos, -  17/09/2016 encontrava-me em Queluz, eram cerca das 17h28, olhei para o céu e mesmo por cima vi 8 bolas brancas que brilhavam como estrelas, reparei que se deslocavam devagar, por uns momentos 3 delas ficaram paradas algum tempo formando um triângulo! 

Quando não é o meu espanto que ao olhar para o lado do Hospital Amadora Sintra, vejo um grande aglomerado das mesmas bolas, não consigo precisar , mas eram mais de 40! 

Também estas se deslocavam devagar e na direcção do mar! 

Consegui observar o fenómeno cerca de 15 minutos, contudo começaram a tomar mais altitude e começou a ser difícil a observação com de início!
Tirei algumas fotos do meu tlm, em algumas fotos sem zom vêm-se bem, mas não da mesma forma como eu via ao natural (por exemplo em termo de brilho)... com zoom a coisa piorou, nalgumas nem se vê nada! 


Também filmei, vê-se umas coisas...e ouvem-se umas azneiras minhas de admirado e emocionado que estava!




Avistamento em Águas Santas, Maia


Correio dos leitores 'Ufo Portugal'

O meu nome é Gustavo Sousa, morador na Maia, 34 anos de idade.

O seguinte texto relata a visualização de um fenómeno perto de Águas Santas, Maia.

Penso que convém, antes de mais, informar que tanto eu e os meus pais temos muitos anos de observações do céu. Já avistamos todo o tipo de “estrelas cadentes”, satélites, estações espaciais, etc.

Este relato surge na necessidade de informar de algo “anormal” que aconteceu na noite de 25/07/2016.

Estávamos um total de 5 pessoas no pátio de casa dos meus pais a conversar. Nisto a minha mãe chamou-nos à atenção de um “satélite esquisito” que ia a passar no céu.

Foi nisto que todos observamos o primeiro objecto, que fazia uma trajectória norte-sul.

A velocidade assemelhava-se à velocidade com que habitualmente se observa as “estrelas cadentes”, o formato era idêntico ao das estrelas vistas a olho nu, ou seja, um ponto brilhante.

O que distinguia era que piscava 3 vezes, depois parava, voltava a piscar 3 vezes, sempre nesta sequência.


Ou seja, era algo com tecnologia!

Observamos este objecto até ele sair do nosso campo de visão, ou seja, uns prédios localizados em Águas Santas, Maia.

De repente vimos um clarão no horizonte. Idêntico aos que se observa no céu quando existe fogo de artifício a uma certa distância.

Ainda estávamos a discutir o primeiro objecto, e apareceu o segundo. Exactamente a fazer a mesma trajectória, exactamente a mesma forma de piscar 3 vezes, e ao desaparecer no horizonte, mais um clarão.

Passados mais uns 5 segundos, o 3º objecto, na mesma trajectória, mesma forma de piscar. Só que desta vez não vimos nenhum clarão.

Para a eventualidade de se vir a pensar que pudessem ser Caças da FA, na minha leitura, um avião que viajasse àquela velocidade, desintegrava-se com toda a certeza.

Obviamente que está totalmente fora de questão que fossem balões com led…

Não consigo identificar se os objectos estavam dentro ou fora da atmosfera, o certo é que não emitiram qualquer tipo de som. Absolutamente nenhum!! Nem mesmo os clarões.

Se fossem caças, iriamos com certeza ouvir alguma coisa. Até um avião comercial que viaje a muitos kms de distância emite som suficiente para ser ouvido.

Passei estas últimas horas a ver órgãos de informação vários, para tentar perceber se havia algum relato ou notícia de mais alguém que tivesse assistido ao mesmo fenómeno, mas até agora não encontrei nada.

Volto a salientar que eramos 5 adultos a ver precisamente a mesma coisa, ainda aguardamos para ver se acontecia de novo. E foi tudo tão rápido que nem sequer deu tempo para pensar sequer em filmar ou fotografar.

Convido-vos também a ver o vídeo que postei no youtube, de um avistamento a 4 de Fevereiro deste ano. 



Neste caso a única sugestão que poderei dar será de aviões de manobras, daqueles tipo os da Red Bull, no entanto, já na parte final do vídeo, um dos objectos faz uma trajectória muito rápida da direita para a esquerda.

Também de salientar as mudanças de trajectória em ângulos de 45 graus ou inferiores.

Peço desculpa pela qualidade do vídeo, mas foi gravado por um telemóvel com uma câmera de baixa qualidade.

sábado, 17 de setembro de 2016

Objecto anômalo observado a sobrevoar Guimarães

Localização - Guimarães

Data & hora - 11/09/2016 - 18:48h

Testemunha - Pedro Dinis

Relato da testemunha


"Vinha de automóvel a descer a Montanha da Penha pela estrada da Costa e logo abaixo da nascente da Vimágua na zona das vivendas novas a minha amiga a quem ia dar boleia para levar as tralhas do campismo a casa comentou o facto de existir uma faixa de luz mais forte ao nivel das montanhas antes do pôr do Sol viradas a poente, quando reparei que havia um objecto alongado e achatado da cor das nuvens que se movia de Norte para Sul. 
Quando parei o automóvel reparei que o objecto girava sobre o seu proprio eixo quando se deslocava, e quando efectuava uma paragem notavam-se duas protuberâncias na vertical do lado direito (ver esboço).
Foi visto entre -10º e 10º no horizonte Oeste, não sei precisa".




domingo, 11 de setembro de 2016

Turista surpreendido em França, regista fenómeno em vídeo


Na tarde 14 de agosto, um fenómeno surpreendente foi observado no céu Berckois na Sternes em França.
Um turista com seu telefone regista esse momento.
Inicialmente julgou se tratar de balões, mas uma observação mais atenta o levou acreditar que não!
Nesse momento correu para ir buscar o seu telefone e registar o fenómeno juntamente com a sua filha que estava presente.



"No vídeo existem apenas pequenas bolas brancas"

"Fiz algumas imagens antes do objeto desaparecer.
O objeto foi pelo menos duas vezes tão visível quanto um avião afirma a testemunha. No vídeo, existem apenas pequenas bolas brancas como pudemos distinguir os objetos claramente.
Não se parecem nada com aviões ou balões, especialmente naquela altitude e nessa velocidade. Estou realmente desapontado não ter registado o fenómeno com o telefone logo no início ... Precisamos saber se alguém ali presente teria coragem de falar sobre este acontecimento ... "

Convencido de que ele tinha visto alguma coisa, o homem decide investigar por conta própria.
Entrou em contacto com o Posto de Turismo de Berck eo Parc de Bagatelle em Merlimont, confirmando-lhe que não houve nenhum lançamento de balões a 14 de agosto.
Airfield de Berck terá sido contactadotambém. No telefone, Rodolphe Larrieu, instrutor de vôo: "Este senhor entrou em contacto comigo onde assisti o vídeo com os meus colegas e podemos ver realmente alguma coisa.
Não podemos interpretar estes sinais como extraterrestres.
"Dependendo da posição do sol, pode ser uma reflexão sobre a Estação Espacial Internacional ou em diferentes satélites”.

Mathieu Ader, um membro do site da UFO Ciência, disse que não poderia realizar uma confirmação por "falta de provas", o fenómeno ainda está em estudo.
Enquanto isso, investigadores estão tentando eliminar todas as possibilidades "racionais", antes de declarar o avistamento como autêntico.

O local próximo a Calais, durante a segunda guerra mundial era conhecido pelos pilotos britânicos e aliados por estranhas luzes que perseguiam os seus aviões, denominados como 'foo fighters'.



sábado, 10 de setembro de 2016

Objecto triangular avistado em Santo André - Costa Vicentina


O litoral alentejano tem sido palco de observações surpreendentes nestes últimos anos.
Que o diga o Sr. José Antunes, sendo uma dessas pessoas surpreendidas com algo para qual não encontrou uma explicação perante os seus conhecimentos.
Poderá se dizer que terão sido umas férias insólitas ou não seja a Costa de Sines um dos locais com um número de observações consideráveis nos últimos anos.
Siga o relato em primeira pessoa...


"Caros amigos:
Estava de férias na Lagoa de Santo André, na aldeia que fica mesmo junto à Lagoa e cerca das 0.15 do dia 30 de Agosto vi atravessar o céu, um objecto voador com três luzes amareladas mas pouco brilhantes na forma de um triângulo equilátero. Isto deixou-me surpreso porque o distanciamento das luzes tinha exactamente a forma de um triângulo com os lados todos iguais. Nunca tinha visto nada assim. O que vi, voava rectilineamente num sentido aproximado leste-oeste e atravessou rapidamente o céu. Não piscou, não mudou de direcção, não deixava rasto nem produzia qualquer ruido.
Sou muito céptico no que respeita a OVNI’s mas fiquei curioso e achei que deveria reportar a alguém que se interessa e estuda estas coisas.
Sou médico e sou pessoa séria. Observei e reporto apenas o que vi.
Agradecia que caso achem a minha observação útil me informem disso e me digam em vossa opinião o que é que eu realmente vi.
Obrigado".



Lagoa de Santo André - Sines

OVNI fotografado em São Bernardo do Campo-SP


Na semana passada, eu estava trabalhando como de costume quando o meu telefone toca. Ao olhar quem ligava ví a foto do Edison Boaventura Jr., nosso diretor de pesquisas de campo na tela do celular.
Apesar de estarmos em constante contato dificilmente um liga para o outro durante o horário de trabalho, e quando isso acontece normalmente ou temos uma bomba nas mãos e precisamos da ajuda do outro, ou temos alguma notícia/descoberta muito boa nas mãos e queremos compartilhar um com o outro.
Eu atendi o telefone e neste caso era um misto das duas coisas: boa notícia e bomba!
O Edison estava eufórico no telefone, me contando que havia acabado de fotografar um OVNI, durante o dia, próximo a seu local de trabalho. Claro que que pedi para ele me enviar a foto na hora por WhatsApp para que eu pudesse ver na hora, mas pedi para ele também me mandar posteriormente o arquivo original por email para que pudéssemos fazer as análises.
Apenas para esclarecimento, é importante deixar claro que fotos enviadas pelo WhatsApp, Facebook, Instagram, ou qualquer sistema/rede social que altere as propriedades do arquivo original não servem como evidências de absolutamente nada, pois não é possível garantir a autenticidade da mesma uma vez pois seus pixels originais já foram alterados. Apesar do Edison ser meu amigo pessoal a décadas, membro de nossa equipe e um ufólogo renomado, naquele momento ele era a testemunha, e as regras de autenticidade se aplicam a qualquer evidência que ele também venha a apresentar.
A foto era realmente impressionante, especialmente em se tratando de uma foto diurna, algo extremamente raro. Acompanhem abaixo o relato completo do Edison:

 
Claro que assim que eu recebi a imagem original, enviei para nosso especialista em imagens e vídeo, que possui todo um background de conhecimento técnico em fotos, imagens 3D e criações digitais, o Philipe Kling David, responsável pelo site Mundo Gump. Não é por que o autor da foto era o Edison que a foto não passaria por uma análise minuciosa.
Deste ponto para frente, você lerá as palavras de Philipe Kling David:


[Início da Análise]

Apresentação

Recebi o pedido de análise da imagem obtida pelo Edison Boaventura Jr. por intermédio do nosso companheiro de equipe Josef Prado.

Esta é a foto original tirada por Edison Boaventura Jr.
(Você pode baixar sua cópia para análise ou coleção, e pode inclusive enviar o resultado de sua análise para nós, porém a imagem só pode ser publicada em qualquer outro meio, digital ou impresso mediante autorização expressa da Rede Brasileira de Pesquisas Ufológicas)

A fotografia em questão foi obtida com a câmera embarcada no Celular Iphone 5s.
É importante que se diga, o processo de análise da imagem em questão descartará um elemento fundamental que acompanha qualquer investigação ufológica baseada em evidências fotográficas/fílmicas que é: A história que acompanha a imagem. Nesse caso, é preciso que se diga que apenas o fato da autoria da imagem ter sido feita por um respeitado ufólogo, e estar pública e disponível acrescenta um real valor imaterial à evidência apresentada, uma vez que sabemos que uma das maiores constantes nas fraudes fotográficas ligadas à ufologia é justamente a sua complexa rastreabilidade até o autor. São comumente fraudes imagens recebidas “anonimamente”, por fontes que buscam a autopreservação a qualquer custo, ou ainda sem Exif, indicando aí uma malícia implícita na tentativa de dificultar a análise do material.
Neste caso não temos apenas em mãos a imagem original em sua versão naturalmente digital, como foi obtida por um aparelho eletrônico comumente conhecido pela sua qualidade de imagem, algo pouco comum no panorama ufológico de um modo geral. Não obstante, a imagem foi obtida com nitidez impressionante, em plena luz do dia, em uma área densamente populada, uma das maiores densidades demográficas do território Brasileiro.
O relato da testemunha que acompanha a fotografia indica que segundos após essa imagem ser registrada, o objeto voador não identificado efetuou uma manobra em “L” movendo-se em tamanha velocidade no eixo ascendente que não foi possível obter uma segunda imagem. Essa informação é preciosa para a investigação do ocorrido, mas como o movimento de aceleração brutal não ocorre na evidência em questão, ela não pode ser levada em consideração na análise empírica do objeto fotográfico.
Todos esses fatores inerentes à imagem somados com a experiência prévia do autor do registro, com muitos anos de pesquisas ufológicas, e grande conhecimento de fotografias, astronomia e perfeitamente habilitado para discernir um balão de um drone, ou aeronave, nos leva à conclusão de que se trata de um registro muito significativo, que pode ser a porta de entrada para uma pesquisa mais ampla, dada a magnitude da qualidade do registro. Dado o local, a divulgação da imagem poderá trazer à tona eventuais testemunhas do caso.

A

FOTOGRAFIA 

Aspectos Gerais e análise global

A análise do Exif da imagem foi feita usando o Jeffrey´s Metadata Viewer: http://regex.info/exif.cgi
 A análise do Exif bate perfeitamente com a descrição da testemunha. Hora e local, bem como revela a integridade da imagem enviada para análise.

Segundo os dados do Exif, o ponto de observação no mapa é o exibido acima.
O passo seguinte após a análise do Exif da imagem é uma varredura em busca de indícios de adulteração.
Essa análise da imagem foi feita usando o Forensically-Beta.
O objeto em questão passou no teste de detecção de clonagem, indicando que nenhum tipo de recurso digital similar à ferramenta clone foi usada na imagem.
 A análise por indícios de adulteração do Forensically não retornou nenhum indício de anomalia no objeto, que parece perfeitamente integrado em termos de densidade de pixels ao restante da imagem. Isso indica consistência na distribuição dos pixels da imagem.
 A análise de luminância apenas nos permite notar as massas sólidas na imagem. Há uma clara coerência dessas massas com as folhagens e o alto do poste de iluminação.

A Análise PCA (Principal component analysis) também não apontou nenhum indício significativo que indique adulteração.

A análise do elemento anômalo

Através da observação da imagem, é possível perceber que se trata de um objeto de grandes dimensões registrado a uma considerável altitude, que é impossível de determinar com precisão.  Há aqui duas chances potenciais que se traduziriam neste tipo de registro:
A – Um objeto de pequenas dimensões próxima da câmera;
B – Um objeto de grandes dimensões distante da câmera.
Com base apenas na observação do quadro geral, acredito que o objeto registrado seja do tipo B, uma vez que sua superfície parece suficientemente polida para produzir uma reflexão de mais qualidade se fosse o caso da imagem representar um objeto tipo A. No entanto, não se nota nenhuma massa volumétrica verde sendo refletida no objeto. Voltando ao mapa gerado pelo geoposicionamento do aparelho na hora da fotografia (e aqui está uma vantagem real das fotografias de celular na análise ufológica) nos permite notar que logo abaixo do objeto estava o Parque Raphael Lazzuri, com um amplo conjunto de vegetação. Esse grande elemento verde seria esperado que refletisse na superfície inferior do objeto, no entanto, eu não percebo isso naquela superfície metalizada.

Segundo os dados do Exif, o ponto de observação no mapa é o exibido acima.
Isso parece indicar que se trata de um objeto a uma grande altitude. Outro elemento que também contribui para essa percepção é que comparando as tonalidades do objeto com as tonalidades mais definidas do poste no primeiro plano, há um esmaecimento do objeto, que é produzido pela atmosfera. Assim, um objeto mais próximo não tenderia a tonalidades esmaecidas, e pareceria mais contrastado.
A análise por ampliação nos dá uma melhor compreensão das formas do objeto. Observe que a imagem não foi redimensionada, o que produziria interferência por função de interpolação de pixels. Felizmente o original contém uma grande quantidade de pixels que mesmo dada a altitude do objeto, que o faz representar menos de 2% da imagem completa, ainda manteve uma qualidade que nos permite produzir inferências acerca de materiais e design geral do objeto, o que poderia, em última análise, contribuir para as hipóteses de solução do mistério.

A forma como a luz solar incide na superfície indica claramente uma superfície abaulada, levemente recurvada.
Há aqui, quanto à forma, duas hipóteses a considerarmos: A primeira é que o Objeto Voador Não Identificado seja composto de duas massas.
Se isso estiver certo, o objeto em questão parece ser composto de duas massas visíveis de materiais que parecem opostos em relação à taxa de transmissão/reflexão de luz. È possível que o objeto tivesse mais alguma massa na parte de cima, mas dado o ângulo de ataque da imagem, é impossível determinar esse pormenor, nos limitando a análise aos dois elementos claramente distinguíveis e contrastados não apenas em cor, mas em dimensão e forma.
Enquanto a estrutura maior é arredondada e recurvada, com tom metálico típico de OVNIs, o outro elemento posiciona-se no centro do primeiro, que sugere uma forma quadrada no ponto de conexão com o objeto, podemos ver três arestas nesse objeto.
Seria possível estabelecer hipóteses para este objeto escuro? Talvez seja um trem de pouso, uma antena, um canhão de projeção de luz ou mesmo algum compartimento desprendendo- se do centro da estrutura com uma finalidade específica desconhecida… Enquanto a mente humana é livre para estabelecer hipóteses, nada na imagem parece apontar para a real finalidade daquela aparente pirâmide escura sob o objeto, de modo que só posso notar essa característica, e definir que sua volumetria fica clara pelo pequeno detalhe na curva inferior da massa principal objeto, que nos dá pistas sobre a forma dessa massa secundária.
A outra hipótese a se considerar, é que o objeto pode ser formado não a partir de duas massas, mas apenas uma única massa circunvolucionada altamente reflexiva, como um espelho. Uma massa circunvolucionada é uma curva bidimensional que é girada pelo seu eixo mínimo, em um giro completo de 360 graus, produzindo assim uma forma tridimensional.
Grande parte de todos os avistamentos de ufos no Planeta estão ligados a formas circunvolucionadas, de esferas, roscas a charutos. Muitas dessas formas nos indicam um eixo central que pode ser vertical ou horizontal e talvez esteja intimamente relacionado ao processo tecnológico que permite o voo dos objetos. Se este OVNI da fotografia se tratar de apenas uma forma, como seria possível explicar a parte escura sob a estrutura?
Uma possibilidade para essa massa escura apareceu quando eu estava observando a posição da câmera em relação ao mapa local. Note o Parque Raphael Lazzuri. Note a forma do paque. De longe, visto em reflexão numa superfície espelhada, esse parque poderia explicar àquela forma?
 Foi com base nesse questionamento que resolvi usar meus conhecimentos de computação gráfica na tentativa de replicar essa imagem. Usei mapas de satélite para mapear um plano e posicionei uma câmera no local que o geottaging da imagem me diz ser o ponto de obtenção da imagem. Criei um material de reflexão quase absoluta. Com base na reflexão, e usando dados de posicionamento solar com base em latitude-longitude, dia e hora, fui capaz de definir o sol, com precisão de intensidade luminosa do segundo em que a foto foi batida, graças às funções de render arquitetônico nativas do 3DStudio Max.  O resultado é a imagem abaixo.

À esquerda vemos a foto ampliada e à direita a simulação 3d de como o ambiente refletiria num objeto espelhado visto do mesmo ângulo da câmera em relação ao mapa do terreno.
A simulação nos mostra que se forma uma massa escura no lado direito da superfície, essa reflexão do terreno é bastante coerente no objeto 3d quanto o da foto. Há também uma massa escura central aparecendo no meio do meu disco. Poderia ser o reflexo do parque? A partir dessa simulação penso que muito provavelmente, sim. Evidentemente não é necessário lembrar que a reflexão em qualquer superfície depende fundamentalmente de sua tipologia, e eu não sei dizer com precisão qual a topologia desse ufo, mas apenas essa correta reflexão lateral já traz um excelente indício de que a superfície fotografada está mesmo inserida e corretamente interagindo com aquele ambiente ao redor.

Hipóteses a considerar

A análise do objeto fotografado tem como limitações a atribuição de um veredito que se baseia apenas no que temos na imagem. É sempre bom ressaltar que a análise de uma fotografia ufológica de uma simples fraude feita com uma bacia jogada para cima pode ser positiva e atestar a veracidade da imagem. Isso não significa que bacias sejam naves extraplanetárias, correto? Mas uma análise fotográfica não tem poder de definir aspectos indiretos do objeto. Assim, é impossível dizer que Edison Boaventura fotografou um veículo extraterreno em plena cidade de São Bernardo do Campo.
No entanto eu posso dizer que havia algo lá, e que era discoide, de modo que o termo popular “disco voador” parece se aplicar perfeitamente bem aqui.
Não posso, como disse antes, levar em consideração na análise da imagem algo que não está nela, como o movimento impossível para nossas aeronaves relatado assim que a imagem foi registrada, o que impediu uma sequência de imagens, que seria de grande valia para o estudo aprofundado do caso.
No entanto, podemos elencar aqui os diversos objetos voadores presentes numa cidade como São Bernardo do Campo. Sua ampla maioria pode ser descartada de cara diante da simples análise da morfologia do objeto anômalo. São eles:
  • Helicóptero
  • Ultraleve
  • Avião
  • Asa Delta
  • Zepellin
Sobram as seguintes possibilidades mundanas:
Drone  – Um drone pode fazer movimentos bruscos e acelerar para cima a grande velocidade. E existem drones de formato circular, geralmente com oito motores elétricos capazes de um empuxo impressionante. Eu mesmo já trabalhei com um assim. (embora tenha que dizer que eu desconheço drone nesse formato fechado por ser um impeditivo de funcionamento) muito menos com tal dimensão com base na taxa de contraste do objeto com os elementos do primeiro plano.
Balão – Existem balões com formas circulares e também achatados. No entanto, a superfície lisa e polida do objeto chama a atenção. Não deve ser descartado também um elemento simples que é: Se fosse um balão, por que motivo haveria apenas uma única imagem? A lógica manda que diante do insólito alguém munido de uma câmera faça o máximo de registros que o mesmo permitir, de modo que só haver uma única imagem pode ser um fator para colocar em xeque a hipótese do balão, ainda mais se somado ao relato de que o objeto fez uma curva em forma de “L”, impeditivo para nossa tecnologia aviônica atual e tenha disparado para o espaço em menos de um segundo.
Algum tipo de pipa – Seria também improvável que algum tipo de pipa com revestimento metalizado estivesse sendo erguida no local pelo vento. No entanto, não posso dizer que é impossível que exista pipa nesse formato. Mas a hipótese da pupa bizarra também nos leva ao problema da foto única do evento descrita acima.

Conclusão

Com base em todas essas observações diretas, e pela ausência de indícios de adulteração, com base nas características do Exif, dados de geoposicionamento, análise de ruído, varredura de densidade, e simulação 3d com base na luz e no ambiente, acredito na autenticidade da imagem, ressaltando ainda os elementos indiretos que me levam a admitir sua veracidade, que são a identidade pública do autor da imagem, sua reputação ilibada, a qualidade do equipamento de registro, seu conhecimento e experiência de observação de objetos aéreos anômalos ou não, somado a ampla disposição para que o material fosse periciado.
Sem mais, agradeço imensamente a confiança no meu trabalho e me coloco à disposição para o que precisar.
Philipe Kling David
[Final da Análise]

Fonte:  http://www.portalburn.com.br/ovni-fotografado-em-sao-bernardo-do-campo-sp/

sábado, 3 de setembro de 2016

Inglaterra - Imagem deixa especialistas sem explicação!

Novas imagens deixam ingleses intrigados, inclusive especialistas da aviação e investigadores do fenómeno OVNI.

O incidente ocorreu na província de Yorkshire, quando Nicole Smith de 19 anos realizou várias fotos durante passeio familiar.

Nicole apenas se apercebeu do estranho objecto ao visualizar as imagens em casa.

As imagens feitas por um smartphone, foram disponibilizadas para o jornal "the sun", divulgando assim os acontecimentos.
Inglaterra tem nas últimas semanas um aumento significativo de observações anómalas da qual animais têm desaparecido sem deixar rasto!

A foto de Nicole tem despertado o interesse de especialistas da Marinha Americana e de Philip Mantle, especialista no fenómeno ovni na Inglaterra.
Até ao momento ninguém encontrou uma explicação plausível!
Teorias de pólen, insetos parecem não ser a causa como também um truque digital.


Contudo esta foto aparenta algumas semelhanças com o objecto registado em Portugal, Valongo Alfena em 1990.



A possibilidade de ave em vôo não se descarta, abaixo em imagem explicamos o porquê.
Tire as suas conclusões 😉


Aves em determinados voos vs ângulos criam efeitos surreais em fotografia.
Esta seria a melhor ou talvez a explicação mais plausível para o ocorrido.


OVNI surpreende em Salamanca Espanha ' Vídeo '


Salamanca se tornou famosa com um fenômeno viral nos últimos dias.
Vídeo tem deixado investigadores sem palavras precisas para um suposto objeto voador não identificado lançado através do Youtube e WhatsApp rede de mensagens móvel.
Segundo avançou a UFOVNI, as imagens foram gravadas em Salamanca na última segunda-feira, 22 de agosto às 16:30 horas.
No vídeo podemos vislumbrar um pequeno objeto definido como um "charuto".
A sua aparência parece ser solida e metalica, com o que parece ser janelas nos lados, como se fosse um avião comercial, mas sem asas e leme da cauda.



Os primeiros avistamentos destes objetos datam de 1897, onde em áreas rurais dos Estados Unidos e da Rússia eram casos semelhantes.
Nas últimas décadas têm sido comum nos Estados Unidos e México.

Atualmente, não há certeza científica sobre a sua aparição em Salamanca segundo informa LA Gaceta Salamanca.

Ufo Portugal

A única explicação plausível seria de um balão solar de coloração cinza, podendo desfa forma criar alguma ilusão.
O seu voo rotativo, desgovernado levanta essa suspeita.
Porém não existe até ao momento essa confirmação.
Tire as suas próprias conclusões.