sábado, 9 de julho de 2016

Terra pode ser zoológico de alienígenas, diz astrofísico


O nosso planeta pode ser um Big Brother intergaláctico mantido por alienígenas. Parece ideia de malucos, mas pense bem: até que os ETs apareçam por aqui, não dá para provar o contrário.

E não é teoria de bar - quem disse isso foi o astrofísico Neil DeGrasse Tyson, na conferência Starmus, na Espanha.
Para ele, só há três certezas: a vida alienígena existe, é muito mais inteligente do que a nossa e não está nem aí para o nosso planetinha azul.

Na sua palestra, Tyson afirma não acreditar que a humanidade conseguirá entrar em contato com uma civilização alienígena - pelo menos, não como nos filmes e livros de ficção científica profetizam
De acordo com o cientista, qualquer vida extraterrestre desenvolvida deve ser muito mais inteligente que os seres humanos, e, por isso, fazer contato seria uma perda de tempo para eles - nos destruir, então, deve dar até preguiça.

Para explicar, o astrofísico comparou: "Os alienígenas inteligentes devem nos ver do mesmo jeito que você vê uma lagarta". É, ninguém quer parar o que está fazendo para falar com uma lagarta sobre tecnologia.
O físico continua: "Mesmo que você quisesse matar todas as lagartas do mundo, você rapidamente ficaria entendiado e iria fazer outra coisa".

A mesma coisa seria verdade para os ETs, afirma Tyson: nos aniquilar seria, no máximo, chato para eles.

Então, a única coisa que os alienígenas fariam (se realmente nos encontrassem), seria nos transformar em uma espécie de zoológico, só para poderem nos observar e se divertir com isso.

Para o cientista, pode ser que os ETs estejam fazendo a política terráquea ficar maluca só para dar umas risadas.
Ele deu exemplos: a crise do Brexit e a eleição dos Estados Unidos (e também seria uma boa resposta para todas as coisas ruins que têm acontecido no Brasil...).

Mas o mais provável, diz Tyson, é que eles não tenham se esforçado tanto.
É que, numa escala intergaláctica, podemos ser tão burros que os aliens talvez nem tenham notado que por aqui existe vida inteligente.
É uma bofetada na cara, mas o cientista coloca em perspectiva: só nos achamos inteligentes porque nós é que decidimos o que é ser inteligente.

"As bactérias que vivem nos nossos intestinos veem os humanos apenas como um recipiente de matéria fecal a serviço delas.
Esse é o propósito da vida humana para elas", diz ele.
As bactérias são muito diferentes dos humanos, mas se nos compararmos aos nossos parentes mais próximos, os primatas, dá para ter uma ideia melhor de como os alienígenas nos veriam: "Nós não conseguiríamos compreender mesmo os pensamentos mais simples dessa raça evoluída.
Da mesma forma que um macaco não consegue entender as nossas frases mais simples.
Para uma raça hiper inteligente, a mente brilhante de Stephen Hawking poderia ser equivalente à de um bebê extraterrestre", conclui.

Fonte

As observações de OVNIs em Portugal e nas ilhas de 1946 a 1979


Seguem-se relatos ou o «catálogo» da maioria dos «casos portugueses» que foram do conhecimento público da   imprensa e que devem constituir apenas uma percentagem dos aparecimentos não noticiados.

É interessante notar o tom humorístico como são redigidos alguns relatos e o carácter mais sério e objectivo que vai sendo aplicado no decorrer do tempo.
                            


001 (1946.5.29- Lisboa

No dia 29 de Maio, um projéctil -cometa cruzou o espaço aéreo da capital portuguesa por volta das 18 horas e 30 minutos . O engenho foi observado por muitas pessoas, que, em princípio, julgaram tratar-se de um cometa.
(La Vanguardia - Barcelona- 17.12.46)  

002 (1954.7.15)

Segura (Beira Baixa)- Foi observado, pelos habitantes desta freguesia, uma espécie de balão, que deslizava lentamente na direcção sul, à altura de cerca de 800 metros .
Valhelhas- Foi visto atravessar o céu desta localidade, no sentido noroeste- sudeste, um objecto prateado e cintilante . Apesar do Sol ir já alto, não ofuscava o brilho do estranho  aparelho, que causou geral admiração .
(Diário de Notícias –Lisboa -16.7.54)

003 (1954.10.7)

Condeixa, ontem, cerca das 16h, o caçador e comerciante desta vila Sr. António Magalhães Castela, quando se encontrava na serra, viu passar um disco voador. A uma velocidade espantosa, o engenho mudou de posição e ficou durante algum tempo de forma oval, vendo-se uma abertura, o disco desapareceu quase misteriosamente sem o mais leve ruído.

(Diário de Notícias – Lisboa -8.10.54)

(003 (1956.30.8)- Entroncamento

Um corpo estranho que, esta tarde, fora visto no céu despertou viva curiosidade em grande parte da população local, que, em grande numero, veio para a rua, com o nariz no ar, a admirar o estranho fenómeno. Pelo que vimos- e foi a policia de giro que nos indicou- tratava-se de uma pequena bola branca, situada a pouca distância (?) da Lua e sem se mexer. Entretanto, algum tempo depois a estranha bola branca deixou de se ver.
(Comércio do Porto-2.9.56)

004  (1957.3.7) -Sacavém

Dizem-nos de Sacavém que hoje, alguns populares e um guarda - fiscal observaram, pelo espaço de dez minutos, brilhando no céu, a grande altura, um disco que não se movia e que irradiava luz muito intensa . Entretanto, as nuvens ocultaram-no e o disco, que pelo visto era planador e não voador, deixou de se ver.
(Diário de Lisboa-3.7.57)

005 (1957.10.7)

Aldeia do Bispo (Sabugal) - Um disco voador a deslocar-se, ora com lentidão ora com rapidez, foi visto no céu por muitos habitantes desta localidade, constituindo o assunto de todas as conversas.

(Diário de Noticias-10.7.57)


006 (1961.12.5)- Lamego

Ontem por volta das 23 horas, verificou-se sobre a cidade passava determinado objecto luminoso animado de grande velocidade.
O estranho objecto, possivelmente um míssil, seguia uma órbita oeste - este, a grande altura, tendo sido observado por muitas pessoas.
(Diário de Coimbra-16.5.61)

004 (1968.2.14)

Funchal, “Uma esquadrilha de discos voadores em formação paralela” e “Satélites em desintegração” foram duas das várias opiniões formuladas pela imaginação de vários espectadores que, no funchal, assistiram á passagem de estranhos corpos luminosos pelo céu, movimentando-se a elevada altura e em vertiginosa velocidade, na direcção norte sul, ontem á noite.

(O século- Lisboa- 15.2.68)

005 (Maio de 1971)

Olhão- Nas ultimas noites, a população de várias localidades da costa algarvia tem observado certas luminosidades no céu, geralmente no levante. As luminosidades apresentam-se, ás vezes, como esferas avermelhadas, outras vezes, a forma de um 8. As explicações para o fenómeno vão desde “discos voadores” a satélites artificiais, mas há sempre quem apresente argumentos mais espiritualistas.
(O século- Lisboa- 30.5.71)


007 (1977.18.10)- Setúbal

Mais três pessoas, desta vez em Setúbal, afirmaram ter visto um OVNI sobrevoar aquela cidade. Tal como em Lisboa e no Porto, o objecto voador estranho foi detectado naquela cidade na última terça-feira, sensivelmente á mesma hora, coincidindo com a descrição que ontem publicámos. «Vínhamos da pesca, dos lados da Arrábida quando avistei a sobrevoar por cima do parque da escola um objecto a deslocar-se no
sentido Tróia para Lisboa.
Uma das pessoas disse: “Olha um foguetão.” Não concordei, pois quando muito podia ser um foguete para sinalizar um barco. Esta hipótese foi posta de parte, pois o objecto luminoso mantinha uma trajectória firme e horizontal», afirmou ao nosso jornal José dos Santos Pereira, de 55 anos, industrial, proprietário de uma pensão.
Depois de terem discutido o assunto, este ficou encerrado, até que a notícia publicada em A Capital sobre o OVNI observado em Lisboa e Porto veio avivar a questão e apresentar uma solução plausível ao que ficaria sem resposta. 
Além de José dos Santos Pereira, observaram o fenómeno Celso Pereira Mendes e um amigo de apelido Oliveira, ambos residentes em Setúbal.

(A Capital - Lisboa-25.10.77)

008-(1978.15.1)- Aldeia da Beira

Testemunha-- Leontina do Carmo Gonçalves, de 24 anos de idade.
Narração do avistamento- Quando seguia ao volante do seu carro reparou a certa distância e a baixa altura num objecto voador de forma oval, emitindo uma luz esbranquecida, que a perseguiu durante algum tempo.
(Jornal de Almada-26.1.79)

006 (1978.8.30)

No passado dia 30, entre as 21 e  as 22h, foi bem visível um objecto voador (OVNI), na sua passagem em direcção da Costa da Caparica, por cima da serra de S. Luís. Foram certamente poucas as pessoas que viram o estranho objecto, mas eu fui um dos que casualmente, ao chegar á janela, vi o dito objecto luminoso.
(Voz de Palmela- 13.9.78)

007 (1979.11.1)

Testemunhas oculares garantem ter visto, ontem, cerca das 20:50h, na zona do estádio dos Barreiros, no Funchal, um objecto voador não identificado, vulgo OVNI em forma de charuto, de um azul luminoso, com raios vermelhos e cruzando o ar, onde se manteve imóvel durante alguns minutos.
(Diário de Noticias- 2.11.1979)  

http://clientes.netvisao.pt

sexta-feira, 8 de julho de 2016

A verdade está lá fora (ou não), dizem estes conhecidos portugueses!


Por todo mundo há quem afirme que já viu OVNIS, objectos voadores não identificados. 
Portugal não é exceção, e há mesmo relatos de algumas figuras públicas que viveram momentos por explicar. 

As noites de verão podem ser boas para passear à beira-mar com os amigos mas há, em noites quentes, quem tenha avistado algo inexplicável.
Foi que aconteceu com Ben Monteiro, produtor e membro do grupo D’Alva.
A 29 de junho deste ano, o músico estava com o Adelaide de Sousa e o marido, Tracy Richardson, juntamente com o filho do casal, a passear pela Costa da Caparica, quando viu “um agrupamento de luzes intermitentes que piscavam num padrão, como uma constelação mas em movimento e com uma forma que foi mudando conforme se foi afastando”, descreveu Ben no Facebook.

Ben Monteiro
Os quatro ficaram sem saber como reagir, não havia explicação possível para o que estavam a ver. Olhavam, incrédulos, uns para os outros e depois para o céu.

Não havia som, “o formato era o de um bando de pássaros, como se fossem centenas deles, com um brilho azulado, metálico, a piscar muito rápido, com uma luz maior, mais forte e fixa perto da cauda que parecia ter uma divisão escura a meio”, comentou, por sua vez, Adelaide de Sousa no post do artista.

Dia Internacional do Extraterrestre
A apresentadora da SIC Mulher confessa que quando se deparou com esse cenário ainda pensou que se tratasse de algum evento publicitário, mas o grupo rapidamente chegou à conclusão de que não seria nada desse género, mas algo mais complexo. “Iam rápido, demoraram menos de um minuto a fazer uma porção grande do céu, mas para saber a velocidade precisava de saber a que distância estavam de nós.
A altitude parecia ser entre os 300 e os 500 metros. Concordas, Ben Monteiro?”, recorda Adelaide de Sousa, que, apesar de ter observado um fenómeno inexplicável, garante que continua a ser céptica em relação à possibilidade de existir vida fora do Planeta Terra.

Para Ben Monteiro, as luzes “pareciam estar perto mas não havia como perceber", até que mudaram de direção lentamente e "desapareceram pelo céu adentro”.

Tracy Richardson confessa que sempre imaginou como iria reagir se alguma vez fosse confrontado com um momento destes.
“Sempre pensei nas experiências que outras pessoas tiveram. Agora sei. Na primeira pessoa. E vivi-o com a minha mulher, o meu filho e um amigo, para me provarem que o que eu estava a ver era o que eles estavam a ver. É uma experiência que nos une ainda mais.”

Segundo o grupo, estaria na praia uma família de turistas paquistaneses que viu tudo, assim como "mais uma pessoa em Lisboa que viu”, garantiu Adelaide.

Para Ben foi uma noite que não esquecerá tão cedo. “Com a confusão no meu cérebro de ver algo que nunca vi na vida e de não encontrar explicação possível, nem me lembrei do iPhone no bolso da camisa! Vou (tentar) dormir!!!”, escreveu o músico no post.

Não se chegou a saber o quer seriam aquelas luzes no céu e, apesar de nenhum dos membros do grupo acreditar em fenómenos do género, naquela noite não encontraram explicação racional para o que viram.

A foto que arrepiou Rita


Mais a norte, na cidade do Porto, a cantora e compositora Rita Redshoes tinha acabado de chegar ao hotel, quando resolveu tirar uma foto da vista que tinha do seu quarto e partilhá-la no Facebook.

Rita Redshoes
Podia ver-se o rio Douro, a Ponte Luiz I, as duas margens, mas algures no canto superior esquerdo da foto viam-se ainda três pontos de luz, que deixaram muitos dos seus seguidores curiosos.
A cantora chegou a comentar que “é a fotografia com mais 'likes' e partilhas que tenho”.

O grupo UFO Portugal tomou conta do caso e analisou-o.
Não poderia ser um satélite ou um drone.
Uma outra fase da investigação passa por se cruzarem dados: mais alguém teria observado o mesmo fenómeno?
E se sim, o que teria visto?

O grupo relatou que havia relatos de fotografias semelhantes, na mesma noite, uma do Porto e outra de Coimbra.

Dias mais tarde, o UFO Portugal concluiu que, afinal, as luzes que surgiram na fotografia de Rita Redshoes não eram de um OVNI, apenas de um flare.
Trata-se de uma “refracção da luz dos candeeiros da rua sobre a lente da câmara", afirmou Nuno Alves, ovnilogista que investigou o caso.

Segundo o P3, a confirmação chegou quando Rita publicou uma sequência de três fotos, com uma das imagens a captar dois candeeiros no passeio, o que fez com que os pontos luminosos fossem duplicados no céu.

Duas histórias diferentes, uma delas rapidamente explicada, mas outra ainda por esclarecer.
Estará a verdade lá fora?
Talvez Fox Mulder e Dana Scully possam responder no regresso de "Ficheiros Secretos" à televisão...

http://mag.sapo.pt

Testemunha importante do caso Zimbabwe ocorrido em 1994 fala pela primeira vez

Emily Trim foi uma das crianças que observaram um ovni na capital do Zimbabwe e teve contato direto com os seus tripulantes...


Um dos mais impressionantes contactos da ovnilogia em massa de todos os tempos aconteceu na capital do Zimbabwe, Harare, na localidade de Rowa, a 16 de setembro de 1994. Um dos casos mais documentados e pesquisados da história da ovnilogia teve como testemunhas cinco dúzias de crianças com idades entre 5 e 12 anos. 
Elas afirmam ter observado um grande ovni acompanhado de vários outros menores, pairando e se movendo silenciosamente sobre a escola onde estudavam.

Os objetos pousaram, conforme a descrição das crianças, próximo ao playgroud da escola, e deles saíram alguns seres que se aproximaram delas. 
As testemunhas afirmam ter interagido e se comunicado com os alienígenas por 15 minutos, antes destes regressassem às suas naves e fossem embora. 
Após o surpreendente acontecimento, as crianças foram entrevistadas por jornalistas e especialistas, aí incluído o psiquiatra de Harvard Dr. John Mack. 
Todos os depoimentos foram concisos e coerentes entre si, e o caso foi abordado numa grande reportagem da rede britânica BBC, com enorme repercussão.

Ao longo do tempo, os jovens mantiveram suas versões, mantendo consistência os seus vários depoimentos e entrevistas. 
Descobriu-se depois que os moradores da região observaram, por algumas noites antes da ocorrência, alguns estranhos fenômenos atmosféricos e a presença de luzes inexplicáveis no céu, informação que foi inclusive repassada para os representantes locais da Rede Mútua de UFOs (MUfon). 
Na noite de 14 de setembro, por exemplo, conforme alguns relatos, entre 20h50 e 21h05 fenômenos multicoloridos foram observados à noite, quando o céu estava claro, em várias regiões da África do Sul, que faz fronteira com o Zimbabwe.

Emily Trim

PELA PRIMEIRA VEZ UM RELATO PÚBLICO DOS ACONTECIMENTOS
Uma das testemunhas do caso foi Emily Trim. 
Ela foi uma das crianças entrevistadas pela BBC, e que também conversou com John Mack a respeito dos impressionantes factos que experimentou. 
Emily afirma que a ocorrência teve um profundo impacto na sua vida, até os dias de hoje. 
Ela diz ainda sentir o efeito da incrível experiência, quando ficou a pouca distância dos visitantes, e que estes transmitiram mensagens a todas as crianças com quem tiveram contacto. 
Tanto Emily quanto as outras testemunhas produziram ao longo dos anos desenhos, e ela mesma criou várias pinturas retratando o caso do qual foi protagonista. 
Recentemente, na Alien Cosmic Expo, ela falou em público pela primeira vez sobre a experiência, em vídeo que pode ser conferido abaixo.



Infelizmente o referido vídeo de Emily Trim está inaudível no YouTube.
Deixamos acima um outro onde podemos seguir a investigação e testemunho das testemunhas da antiga escola.

Crédito 

Estudantes observam OVNI em Lisboa

Mais um caso antigo nos chega através da testemunha 'Luís Carlos'...


Boa tarde, o relato que venho apresentar não é recente, passou-se há cerca de 2 anos, comentei com alguns amigos que me disseram que era problema dos meus olhos, mas eu tenho a certeza do que vi, sou um jovem de 23 anos e felizmente tenho uma visão muito boa, tanto que a pessoa que estava comigo também viu e pode confirma-lo.

Não me recordo da data, mas sei que eram entre as 13h e as 14h, estava a caminho da faculdade em Lisboa na zona de Santos, ia com um colega na mesma rotina de sempre, seguindo o mesmo trajecto de todos os dias, estava um dia de sol.
A meio do caminho entre Cais do Sodré e Santos, senti um reflexo vindo de cima a ofuscar-me os olhos num dos passos que dei, o que me fez olhar para cima para ver o que era.

Quando olhei para o céu, vi uma esfera grande, a baixa altitude, era uma esfera transparente mas não a 100%, o seu interior fazia parecer uma gigante bolha de água, o reflexo do sol a incidir sobre ela realçava os limites daí ter tido a percepção do seu formato esférico.


Ilustração criada pela testemunha
Boa tarde, o relato que venho apresentar não é recente, passou-se há cerca de 2 anos, comentei com alguns amigos que me disseram que era problema dos meus olhos, mas eu tenho a certeza do que vi, sou um jovem de 23 anos e felizmente tenho uma visão muito boa, tanto que a pessoa que estava comigo também viu e pode confirma-lo.

Não me recordo da data, mas sei que eram entre as 13h e as 14h, estava a caminho da faculdade em Lisboa na zona de Santos, ia com um colega na mesma rotina de sempre, seguindo o mesmo trajecto de todos os dias, estava um dia de sol.
A meio do caminho entre Cais do Sodré e Santos, senti um reflexo vindo de cima a ofuscar-me os olhos num dos passos que dei, o que me fez olhar para cima para ver o que era.

Quando olhei para o céu, vi uma esfera grande, a baixa altitude, era uma esfera transparente mas não a 100%, o seu interior fazia parecer uma gigante bolha de água, o reflexo do sol a incidir sobre ela realçava os limites daí ter tido a percepção do seu formato esférico.

No momento em que olhámos ela estava parada como se a flutuar, e alguns segundos depois começou a mover-se em linha recta, enquanto tentava sacar do telemovel para ver se conseguia fotografar ela foi-se afastando até a perder de vista. Mas não por ter ido para longe, parecia mesmo que estava a desvanecer e a desaparecer.

Eu e o meu colega vimos, e obviamente fomos comentar com colegas da faculdade, professores etc… Falaram-nos em balões meteorológicos, mas já fiz uma pesquisa sobre isso e não se enquadra no que vimos, nem no aspecto nem obviamente no comportamento, outro simplesmente disseram que posso ter olhado diretamente para o sol e ter criado essa ilusão ótica.

Mas não, eu sei o que vi, o meu colega também sabe e não foi algo assim tão momentâneo deu para observar durante uns quantos metros.

Envio-vos este e-mail na curiosidade de saber se existem mais relatos de objectos deste tipo, e saber a vossa opinião relativamente a isto, porque são concerteza mais entendidos no assunto do que eu.

No momento em que olhámos ela estava parada como se a flutuar, e alguns segundos depois começou a mover-se em linha recta, enquanto tentava sacar do telemovel para ver se conseguia fotografar ela foi-se afastando até a perder de vista. 
Mas não por ter ido para longe, parecia mesmo que estava a desvanecer e a desaparecer.

Eu e o meu colega vimos, e obviamente fomos comentar com colegas da faculdade, professores etc… Falaram-nos em balões meteorológicos, mas já fiz uma pesquisa sobre isso e não se enquadra no que vimos, nem no aspecto nem obviamente no comportamento, outro simplesmente disseram que posso ter olhado diretamente para o sol e ter criado essa ilusão ótica.

Mas não, eu sei o que vi, o meu colega também sabe e não foi algo assim tão momentâneo deu para observar durante uns quantos metros.

Envio-vos este e-mail na curiosidade de saber se existem mais relatos de objectos deste tipo, e saber a vossa opinião relativamente a isto, porque são concerteza mais entendidos no assunto do que eu.

UFO Portugal

Estes casos de observações de objectos voadores não identificados semi transparentes, já nos são conhecidos de relatos anteriores!
Temos vários exemplos... 
10 de Novembro 2010 Alicante Espanha era observado um ovni da qual as testemunhas mencionam ter uma fisionomia transparente...


Alicante Espanha 10/11/2010
A Dezembro de 2012 outro fenómeno bizarro com transparência era registado no México na cidade Tijuana.
As testemunhas mencionaram um objecto transparente.


Tijuana México 2012
 Viena Áustria, era registado um outro caso intrigante a 26 de Novembro de 2014.


Áustria Viena 2014
Em Portugal já foram mencionados avistamos similares sem registo de imagem.
Porém existe um senão!
Existem balões de testes, estudos científicos que podem provocar uma má interpretação devido à sua estrutura e transferência, como já ocorreu inúmeras vezes!
Estes balões além de atingirem altitudes elevadas, percorrem milhares de quilómetros!



Porém a baixa altitude são perceptíveis.
Os restantes casos acima permanecem numa incógnita até aos dias de hoje sem uma explicação plausível.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Avistamentos de Ovnis em Portugal

Testemunhos individuais e coletivos. Relatos de pilotos, militares e forças de segurança. 
Os casos mais falados nos media. 
Um livro apaixonante.
Vanessa Fidalgo
Naquela noite de 28 de dezembro de 1964 um forte feixe luminoso irrompeu pelo cockpit do avião do tenente-coronel Carlos Marques Pereira, cegando-o. 
A 2 de novembro de 1982, pela manhã, três pilotos da Força Aérea Portuguesa descolaram da base da Ota para um voo de treino e foram surpreendidos por uma estranha "bolha de mercúrio com dois hemisférios e mais de dois metros de comprimento". 
Portugal tem sido cenário de diversos fenómenos envolvendo Objectos Voadores Não Identificados (OVNI), e estes são apenas dois dos vários episódios presentes neste livro sobre situações fascinantes em que aeronaves e outras formas de origem desconhecida sobrevoaram o território português.

Os relatos, feitos na primeira pessoa, mostram o quão inesperado, avassalador e transformador um acontecimento como este pode ser na vida de quem o observa, seja alguém sozinho ou mesmo uma comunidade inteira, tal como aconteceu em 2004. 
Esse foi o ano em que se registou o maior avistamento coletivo de sempre em Portugal. 
Foi testemunhado por milhares de pessoas de Norte a Sul e registado pelos radares da Força Aérea Portuguesa. 
Nestas páginas sucedem-se vários casos de OVNI que nos dão que pensar. Porque a verdade é que, apesar dos extraordinários avanços da ciência nas últimas décadas, continuamos sem resposta para uma das questões fundamentais da nossa existência: estaremos sozinhos no Universo?

Para os protagonistas dos episódios aqui descritos, a resposta tornou-se evidente de um momento para o outro.
Avistamentos de Ovnis em Portugal de Vanessa Fidalgo.

Um livro a não perder onde pode comprar aqui

Jovem filma suposto UFO em cidade siberiana

Relatados em todos os continentes, os objetos voadores não identificados (ovnis/UFOs) continuam a impressionar as pessoas em todo o mundo. Dessa vez, o russo Petr Mironov, 22 anos, disse ter flagrado um UFO sobre o céu de Omsk, cidade localizada na Sibéria (Rússia), em 28 de junho.
Segundo o jornal The Siberian Times, o russo alega que alienígenas estavam analisando a Sibéria em naves espaciais que costumam mudar de forma. Conforme o jovem, o objeto gravado aparenta trocar de aparência no decorrer da filmagem.
Apesar da ‘tremedeira’ observada na gravação, Mironov garante que ele não moveu a câmera. O rapaz enfatiza que os movimentos são do UFO. Durante o vídeo, divulgado no Youtube, ele destaca que os movimentos só podem ser notados pela lente do objeto. “Aqui está. Uau. Eu estou filmando. Olha, nós não vemos isso, mas a câmera faz. Não, eu não estou tremendo a câmera. Eu estou segurando-a firme”, revela.
Na gravação, ele avalia o aspecto do ovni ao enfatizar sua semelhança com um cone. Porém, o russo declara não ser possível observar a forma do UFO sem o auxílio de equipamentos. “Olha, é uma espécie de chama. Você vê a bola. É em forma de cone, e não estamos vendo isso com os nossos olhos”, destaca.
De acordo com o periódico, a namorada do rapaz, Tatiana Kopylova, 23 anos, pesquisadora do assunto, é a responsável pela publicação do fenômeno. Ela contou à reportagem que diversos objetos em forma de cone ou de diamante foram vistos voando sobre o rio Irtysh (abrange a Rússia e a China) por cerca de duas horas.
Ainda que o casal alegue se tratar de um evento extraplanetário, diversas pessoas se mostraram céticas com relação ao episódio. Um desses indivíduos, o astrônomo Vladimir Krupko, acredita que Mironov tenha filmado uma estrela, e que o movimento do objeto foi causado por ele. “Para resumir, é uma estrela brilhante, ou talvez mesmo um satélite. Todos os outros efeitos foram criados pela câmera e o homem. Eu recomendaria uma filmagem com um tripé em tais casos, para evitar os efeitos estranhos”, concluiu.
Embora o astrônomo acredite se tratar de um simples engano, diversos eventos anômalos são testemunhados sobre Omsk, como um estranho objeto gravado sobre o município em novembro de 2015.
A seguir, veja o ovni captado pelo casal. Depois, assista a filmagem de um emblemático objeto registrado por vários moradores de Omsk, no ano passado.
 



 ( Obs do Blog:. Seria mesmo apenas uma estrela? ou estamos frente a frente com algo inevitável?)

Fonte:blastingnews

domingo, 3 de julho de 2016

Acredita que é observada por extraterrestres


Vera Spigel acredita que seres de outro planeta a observam após três avistamentos de OVNIs.




E você acredita no fenómeno 👽VNI?! 

sábado, 2 de julho de 2016

Ovnis entre nós - Portugal

No país há centenas de relatos de populares e de pilotos.

Por Vanessa Fidalgo

O ‘boom’ da ovnilogia deu-se entre os anos 40 e 80, mas desde o tempo dos descobrimentos marítimos portugueses que há relatos de fenómenos celestes incompreensíveis e avistamentos de objetos não identificados. No entanto, poucos relatos serão mais impressionantes do que aqueles que são relatados por pilotos profissionais. Como o episódio que envolveu militares da Força Aérea Portuguesa na Base Aérea da OTA, a 2 de novembro de 1982.
Cabelos de Anjo caíram em Évora em 1959 Naquela manhã de céu perfeitamente limpo, o Tenente Júlio Guerra e os alferes Carlos Garcês e António Gomes fizeram-se à pista para um habitual voo de treino.
Já em pleno voo, por volta das 10h50, Júlio Guerra, a bordo de um Chipmunk, apercebeu-se da presença de um objeto brilhante, que se deslocava de Norte para Sul. 
Estaria a voar a 5500 pés de altitude, sensivelmente, sobre a pequena freguesia de Vila Verde dos Francos (Alenquer).
"Lembro-me dos acontecimentos desse dia como se tivesse sido ontem!", garante Júlio Guerra, hoje piloto da aviação comercial, à ‘Domingo’.
"Primeiro pareceu-me ser apenas o reflexo do cockpit de um avião a jato.
Uma vez que aquela era a zona que me estava atribuída, voltei imediatamente para a esquerda para identificar o possível avião.
Mas qual não é o meu espanto quando, dando uma volta de 180 graus, vejo uma bola brilhante e metálica, que começou a descrever uma elipse em meu redor", recorda. 
Piadas na torre a situação começa a ser estranha e Júlio Guerra contacta a torre de controlo para que o informassem sobre o tráfego aéreo na zona.
Qual não é o seu espanto quando, do lado de lá, lhe garantem que não há qualquer aparelho no ar.
A situação provocou até alguns gracejos nas comunicações entre os militares.
Júlio Guerra não se incomodou: "respondi-lhes que se achavam que aquilo era um balão que viessem até à zona ‘E’ ver com os próprios olhos!"
Assim aconteceu, Carlos Garcês e António Gomes voaram para a zona onde estava Júlio Guerra avistando igualmente o objeto a olho nu. 
Júlio Guerra enceta-lhe então uma perseguição, apesar dos avisos de prudência dos colegas.

"Eu tinha imensa dificuldade em acompanhá-lo.
Tinha de fazer uma curva muito apertada com o pescoço completamente virado para o lado para não o perder de vista", conta agora o piloto.
É então que decide arriscar tudo por tudo: comunicou aos colegas que iria aproximar-se para fazer uma rota de interceção à aeronave desconhecida.
Gomes e Garcês avisaram-no para que não arriscasse demasiado.
Júlio Guerra não lhes deu ouvidos.
Mantendo uma velocidade elevada constante, o engenho desconhecido continuava a descrever círculos em redor do monomotor, obrigando o experiente piloto a fazer curvas cada vez mais apertadas no céu.
"Confiando na minha capacidade de manobra aeronáutica mas também já um pouco cansado daquela perseguição, que durou mais de 20 minutos, decido fazer a interceção, esperando que ele passasse por trás de mim para me colocar na sua rota. 
Qual não é a minha surpresa, porém, quando o vejo a cair para cima de mim, a uma velocidade bruta. 
Ficou a uns 10 ou 15 metros, num voo algo instável, acima do avião. Pensei... ‘olha, já foste!
Estimámos posteriormente que ele deveria atingir os 2500 quilómetros hora em voo horizontal e 500 km/hora na vertical. Depois desses escassos segundos voltou a ganhar estabilidade e desapareceu como um raio de luz em direção à Serra de Sintra", relembra o piloto.
Anos depois, a história de Júlio Guerra foi recuperada pela jornalista norte- -ameri-cana Leslie Kean, autora do livro ‘UFOs – Generals, Pilots and Government Officials go on the Record’, que se debruçou precisamente sobre o fenómeno ovni presenciado por homens e mulheres em cargos insuspeitos, de militares a responsáveis governamentais.
O seu caso faz parte da ínfima percentagem de cinco por cento para a qual nunca foi encontrada explicação.
Chuva Não foi caso único, como o Antigo Chefe de Estado General da Força Aérea, Tomás Conceição e Silva pode constatar ao longo da sua carreira.
Pelas suas mãos passaram vários relatos e relatórios sobre a passagem de ovnis pelos céus de Portugal.
Ele próprio testemunhou um acontecimento insólito na base aérea de Sintra a 2 de novembro de 1959.
Nessa manhã solarenga, Évora tinha sido acometida por uma chuva de filamentos – um fenómeno conhecido por cabelos de anjo, o qual tinha sido antecedido pela passagem de dois objetos voadores não identificados sobre a cidade.
Em Sintra, na base aérea, caíram também alguns desses filamentos.
Conceição e Silva que se encontrava na pista prestes a iniciar um voo de treino ainda pegou em alguns.
"Pareciam de gelo, pois desfaziam-se imediatamente ao toque", recorda.
Mas quis o destino que em Évora esses filamentos tivessem sido recolhidos pelo professor Joaquim Guedes do Amaral, que na época era o diretor da Escola Industrial e Comercial de Évora, amigo do seu pai, astrónomo e homem muito interessado pela ciência.
Dias depois "o professor Guedes do Amaral foi a minha casa e levou consigo a amostra, cuja análise ao microscópio detetou um ser em forma de aracnídeo e que se movia quando pressionado, tudo indicando que fosse um ser vivo", conta.
A amostra foi deixada na Faculdade de Ciência, que alguns anos depois a perdeu num incêndio.
Nunca se chegou à verdade, tal como em muitos outros casos relatados.
"Mas uma coisa é certa: os pilotos, quando veem uma coisa no céu, podem não saber o que é, mas sabem sem dúvida o que ela não é…" Avistamentos em livro   Relatos de avistamentos de ovnis feitos por pilotos, bem como testemunhos coletivos e uma reflexão sobre lugares considerados ‘hot-spots’ foram compilados por Vanessa Fidalgo no livro ‘Avistamentos de OVNIS em Portugal’ (Edição Esfera dos Livros) que no dia 1 chega aos escaparates. O lançamento será a 19 de julho, na FNAC Chiado, em Lisboa, conduzido pelo ex-Chefe do Estado- -Maior da Força Aérea Conceição e Silva.
O livro deu o mote para uma série de reportagens que a CMTV irá passar.

CM 

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Abdução em Maringá (PR)






Importante caso de abdução envolvendo o jovem Jocelino de Matos e seu irmão, no bairro Jardim Alvorada, em Maringá (PR), em 13 de abril de 1979.

Por Jackson Luiz Camargo

Numa noite de sexta feira 13, em abril de 1979 (semana santa), aconteceu uma das mais intrigantes abduções da história da Ufologia. O caso se deu no Jardim Alvorada, um populoso bairro na cidade de Maringá (PR). O jovem eletricista Jocelino Mattos (que na época tinha 21 anos) estava acompanhado de seu irmão mais novo, Roberto Carlos, de 13 anos, quando foi surpreendido, por um objeto intensamente iluminado. Jocelino, então, foi levado para o UFO, enquanto seu irmão ficou inconsciente, caído sobre a grama.

O incidente durou aproximadamente das 23hrs à 1:30hrs da manhã. Tudo começou quando o contatado e seu irmão estavam indo para a casa de suas irmãs assistiremum programa religioso na TV e decidiram voltar, pois já era muito tarde. Jocelino contou que percebeu o UFO no caminho: "meu irmão chamou minha atenção para uma estrela esquisita. Ele estava perturbado com a presença daquilo no céu e eu disse a ele que era apenas uma estrela e por isso não precisava ter medo. Mas eu senti que aquilo nos seguia enquanto andávamos (e acho que nos seguiu por uns 100 m) e comecei a ficar assustado também.

Jocelino continua o relato: "Quando chegamos na esquina onde tomaríamos o caminho direto para casa, sentimos uma estranha sensação. Meu sangue começou a correr mais rapidamente em minhas veias e comecei a me sentir nervoso. Eu não sei porque, mas começamos a correr emdireção à uma árvore num cmapo próximo, saindo completamente da nossa rota. Eu não queria ir naquela direção, mas algo fez com eu e meu irmão fossemos pra lá. Era difícil andar sobre aquela terra arada, que já estava preparada para o plantio.

"Quando nós estávamos embaixo da árvore, fomos jogados ao chão por uma força desconhecida. O objeto voador estava a uns 15 m de nós, pairando a aproximadamente 3m do solo. Ele estava flutuando silenciosamente no ar e isso é tudo o que eu posso me lembrar, exceto o fato que ouvi uma voz me dizendo algo como '...a missão não está terminada, nós voltaremos'. Não sei como ouvi essa voz, mas parecia um sonho".

Algum tempo depois, eles se levantaram e começaram a andar com com dificuldade. Não conseguiram andar sozinhos e foi preciso que apoiassem um no outro para fazer o resto do caminho de volta. Eles levaram um bom tempo para encontrar a casa. Parecia estar muito longe queriam chegar logo, pois estavam sujos de terra e sentindo uma estranha fome. Jocelino disse que nunca havia se sentido assim antes, suas pernas estavam fracas e tremendo muito.

Ao chegar em casa, os irmãos eram esperados pela família, que já estava preocupada: "Minha mãe e meus outros irmãos correram até mim e Roberto, nos ajudando. Explicamos tudo o que aconteceu. Inicialmente, eles duvidaram, mas depois eu os levei lá fora e mostrei a tal estrela, que ainda era visível no céu. Observamos a luz que continuava pairando silenciosamente sobre algumsa árvores e continuei a explicar o que tinha ocorrido".

Isso foi tudo que Jocelino conseguiu se lembrar conscientemente de seu contato. Várias outras pessoas haviam avistado objetos estranhos em Maringá na mesma época e isso chegou ao conhecimento de autoridades e pesquisadores. O fato chamou a atenção de A. J. Gevaerd, que morava na cidade e era membro do OPETOVNI, um extinto grupo de pesquisas ufológicas. Gevaerd procurou Jocelino e investigou o caso. Após várias entrevistas, conseguiu levar o contatado e seu irmão para uma sessão de hipnose com o doutor Osvaldo Alves, com a esperança de que os dois conseguissem se lembrar o que teria acontecido durante o tempo em que ficaram inconscientes.

Todas as hipnoses foram gravadas em mais de 30 horas de fitas e suas transcrições ultrapassam 200 páginas. Nas partes mais importantes do material compilado das regressões, Jocelino revela: "Quando chegamos embaixo da árvores, ficamos caídos no chão por uns dois minutos até que alguém me levantou. Nós estávamos flutuando... Eu fiquei assustado depois de ver algo tão inacreditável... uma porta foi aberta... entrei e havia dois homens lá dentro".


Em busca da memória perdida do contato: um processo que pode definir se uma pessoa sofreu ou não uma abdução
Jocelino continua: "Um deles veio e me observou. Pegou um objeto que eu não sei o que é, e colocou-o no meu braço esquerdo. Fez um sinal para que fosse mais para dentro da nave. Andamos um pouco e chegamos a uma sala cheia de computadores. Havia um tipo de mostrador em uma mesa, que tinha luzes diferentes que eu não sei explicar. Depois disso, levou-me para um sala cheia de coisas que pareciam motores, eu nunca tinha visto nada parecido antes. Os tais motores não estavam quentes e nem faziam barulho".

O extraterrestre levou o contatado para conhecer toda a nave, passando também por uma sala onde havia pinturas semelhantes à fotografias. As imagens eram fixas na parede, num tipo de tela de vídeo. Porém, a parte mais marcante da visita de Jocelino àquela nave foi quando chegou a uma sala com equipamentos parecidos com instrumentos hospitalares, onde foi submetido a intensivos exames fisiológicos e psicológicos:

"Era uma sala médica. Eles pediram que eu me deitasse e me examinaram com variados instrumentos. Tiraram amostras de meu sangue, cabelos e demais tecidos. Depois de um longo exame, extraíram meu semem, foi uma quantidade pequena. Eles fizeram essa extração com um instrumento de sucção, colocando material numa espécie de pacotinho plástico. Depois disso, fizeram-me sentar numa espécie de mesa, colocaram uns instrumentos em minha cabeça e começaram a falar entre si numa linguagem que eu não entendia.

Depois - e isso me assustou muito -, depois de alguns minutos, uma mulher chegou na sala... Ela me tocou, acariciou e excitou... Nós começamos a fazer amor... e quando paramos ela disse a seguinte frase: 'A semente viverá'. Eu não entendi... Ela saiu da sala e os outros seres continuaram a conversar. Telepaticamente, eles me disseram que vinham em paz, que seu objetivo era estudar e entender a Terra. Falaram sobre a vida, sobre conflitos, guerras, de forma que eu realmente vi que eram seres de paz... amigos".

Jocelino conseguiua, através de telepatia, conversar extensivamente com os extraterrestres, recebendo diversas informações. Teve uma longa conversa com eles sobre sistemas solares, planetas e galáxias, além de saber sobre as intenções alienígenas na Terra. Por fim, o contatado foi avisado de que precisava voltar: "Eles disseram que era hora de partir e me pegaram pelo braço voltando pelo mesmo caminho que usamos para entrar na nave. Saltaram no chão comigo, deitaram-me exatamente no mesmo lugar onde eu estava antes e voltaram flutuando. Eu senti meu corpo paralisado, totalmente imóvel. Então, recobrei meus sentidos, deitado ali, embaixo da árvore".

Há muitas evidências, neste caso, de que as abduções não acontecem por acaso. Alguns ufonautas dizem, em suas mensagens, que existem seres extraterrestres vivendo em missões na Terra em diversos outros planetas. Os contatados geralmente não sabem de suas origens alienígenas ou contatos anteriores com seres extraplanetários. Há algumas indicações de que Jocelino é um destes humanos, programado para viver nesta Terra e neste tempo.

As sessões revelaram informações sobre a história dos ETs que abduziram o jovem de Maringá, suas incursões na sociedade terrestre relacionadas ao nosso passado e até mesmo ao futuro. Jocelino, como muitos outros, foi preparado para este tipo de experiência muito antes do seu nascimento (hoje sabe-se que a mãe de Jocelino teve seu primeiro contato ufológico aos nove anos de idade teve continuidade com mais cinco ou seis visitas dos mesmos seres, além de ter conhecido o planeta de onde eles vieram).

Jocelino, por sua vez, teve o primeiro contato aos sete anos, em um campo. Tal como revelaram as suas sessões hipnóticas, ele estaria incluído em um programa de contatos extendido à varios membros da família. Houve um grande número de confirmações de atividades ufológicas envolvendo a família, como tempo, locais, etc. Há também várias fotografias dos UFOs que apareceram em Maringá.


Trecho da primeira sessão hipnótica de Jocelino Mattos
Hipnólogo - Em que lugar da nave você está agora?
Jocelino - Estou em algo parecido com uma cadeira de dentista, muito moderna, sofisticada e mecanizada. A temperatura no ambiente é normal. Tem um aparelho na minha cabeça.

Hipnólogo - Como eles colocam os equipamentos na sua cabeça?
Jocelino - É parecido com um capacete. Sinceramente, não vejo muito bem. Sei que estou consciente todo o tempo, mas vejo somente que o capacete é móvel.

Hipnólogo - Com quem você conversa na nave?
Jocelino - Converso somente com a mulher. Porém os outros ETs falavam comigo antes dela chegar. Ela entrou por uma porta e sentou ao meu lado. Começa a me fazer... começa a me acariciar amavelmente... Passa a mãe no meu rosto, cabelo, peito, por todo meu corpo.

Hipnólogo - Você fica excitado?
Jocelino - Sim. Agora ela abre uma parte da roupa, uma espécie de zíper. Não posso ver nada direito... estou encima dela. Fazemos sexo.

Hipnólogo - Que tipo de sensação ela demonstra?
Jocelino - Ela não demonstra nada, nenhuma sensação. Tem um prazer gelado... Diz poucas palavras, apenas que é uma mulher viajante, mas não especifica que tipo de pessoa é.

Hipnólogo - Como se comunicam?
Jocelino - Conversamos por pensamento. Ela não precisa mexer os lábios para conversar.

Hipnólogo - E como é essa mulher?
Jocelino - Ela usa um macacão preto. Seus cabelos são longos, negros e caem sobre os ombros. Ela não permite que veja todo seu corpo, permanece vestida todo o tempo. É uma moça alta, de mais ou menos 1,75m de altura (mais alta que eu), seus olhos são negros, tem sobrancelhas e sua pele é morena, mais escura que a dos homens que estão na nave.

Hipnólogo - Tem outras características?
Jocelino - O nariz e os olhos são iguais aos nossos, tinha lábios médios e não vejo se há dentes. Tem orelhas comuns. É uma moça muito bonita em relação às terráqueas. Não usa nenhuma jóia, sua roupa é fechada até o pescoço, não consegui saber se tinha seios ou não. Ela não permite que eu veja ou toque.

Hipnólogo - O que vocês conversam?
Jocelino - Ela me diz que talvez a semente cresça. Nós conversamos sobre a Terra, sobre a maneira neurótica que as pessoas vivem. Ela diz que a vida aqui é cheia de conflitos, guerras e fome, de forma que ninguém se preocupa com os efeitos de tudo isso. Diz também que ela e todos os outros na nave são amigos, que vieram numa missão para nos julgar ou algo parecido... Agora ela se retirou pela mesma porta que entrou.

Hipnólogo - Fale mais sobre essa missão. Eles vieram para nos julgar?
Jocelino - Eles teriam que observar nosso comportamento, ver a nossa ética e esse foi um dos motivos pelo qual me raptaram. Eles dizem vir de um lugar muito longe, entre as estrelas.

Hipnólogo - Como você sai da nave?
Jocelino - Flutuando, levam-me até o lugar onde o meu irmão está deitado. A nave está a uma distância de mais ou menos 800m da árvore, a 5m do solo. Vou para junto de meu irmão e não vejo mais os ocupantes do UFO.

Hipnólogo - E o que faz ao encontrar seu irmão?
Jocelino - Tento ir para casa. Estamos muito desgastados, precisamos nos apoiar para levantar. Eu me sinto muito mal neste momento. Lembro que no caminho para casa, vi três luzes passando como um flash no céu.


Conclusões
Um importante aspecto do contato de Jocelino Mattos e seu irmão Roberto Carlos é que eles manifestam algo menos comum: uma escrita espontânea em linguagem extraterrena, ou seja, uma espécie de psicografia. Contudo, essa linguagem não é compreendida pelos contatados, mas eles esperam ainda compreendê-la no futuro. Esse fenômeno iniciou em 1981, quando Jocelino começou a escrever utilizando estranhas simbologias.

De acordo com a esposa de Jocelino, Marilena, essas manifestações começaram quando, certa vez, eles estavam sentados na mesa e o contatado sentiu uma incontrolável vontade de escrever. Imediatamente, pegou caneta e papel e iniciou, fazendo uma série de símbolos indecifráveis, escritos de forma irregular. No entanto, esse fato se tornou mais significativo quando soube-se que estava relacionado à mãe de Jocelino, dona Maria Rosa.

O contatado não deu valor a esses escritos, que são muitos. Pare ele, ninguém irá saber o que eles querem dizer. Mas dona Maria Rosa pensa o o contrário, pois para ela essas mensagens são muito importantes. Vale ressaltar que a mãe do contatado também recebia esse tipo de mensagem dos extraterrestres desde o seu primeiro contato, aos nove anos de idade. Atualmente, os pesquisadores suspeitam que os contatos continuam acontecendo com outros membros da família.
 Planta urbana no município de Maringá, na década de 1980. Na parte inferior temos a indicação do local onde um UFO foi fotogrado na época. Na parte superior, temos a indicação do local onde se ocorreu a abdução.
                                         Representação do momento inicial da abdução

    Aspectos externos do UFO observado por ocasião da abdução de Jocelino de Mattos.
                                    Aspectos internos descritos sob hipnose regressiva.
 Página com os caracteres estranhos psicografados por Jocelino de Mattos tempos depois de sua experiência.
 Livro escrito por A. J. Gevaerd e Wendelle Stevens abordando o caso Jardim Alvorada.

Fonte:Ufos-Wilson

OVNIS 2016 -- LEIRIA --PORTUGAL



Captado a Este de Leiria a 29 de junho de 2016 pelas 21h e 45m
emitindo um padrão de 7 flashes separados por
alguns seg.nunca iguais nem na mesma posição

            Observe o filme e fotos