domingo, 3 de julho de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
Ovnis entre nós - Portugal
No país há centenas de relatos de populares e de pilotos.
Por Vanessa Fidalgo
O ‘boom’ da ovnilogia deu-se entre os anos 40 e 80, mas desde o tempo dos descobrimentos marítimos portugueses que há relatos de fenómenos celestes incompreensíveis e avistamentos de objetos não identificados. No entanto, poucos relatos serão mais impressionantes do que aqueles que são relatados por pilotos profissionais. Como o episódio que envolveu militares da Força Aérea Portuguesa na Base Aérea da OTA, a 2 de novembro de 1982.
Cabelos de Anjo caíram em Évora em 1959 Naquela manhã de céu perfeitamente limpo, o Tenente Júlio Guerra e os alferes Carlos Garcês e António Gomes fizeram-se à pista para um habitual voo de treino.
Já em pleno voo, por volta das 10h50, Júlio Guerra, a bordo de um Chipmunk, apercebeu-se da presença de um objeto brilhante, que se deslocava de Norte para Sul.
Estaria a voar a 5500 pés de altitude, sensivelmente, sobre a pequena freguesia de Vila Verde dos Francos (Alenquer).
"Lembro-me dos acontecimentos desse dia como se tivesse sido ontem!", garante Júlio Guerra, hoje piloto da aviação comercial, à ‘Domingo’.
"Primeiro pareceu-me ser apenas o reflexo do cockpit de um avião a jato.
Uma vez que aquela era a zona que me estava atribuída, voltei imediatamente para a esquerda para identificar o possível avião.
Mas qual não é o meu espanto quando, dando uma volta de 180 graus, vejo uma bola brilhante e metálica, que começou a descrever uma elipse em meu redor", recorda.
Piadas na torre a situação começa a ser estranha e Júlio Guerra contacta a torre de controlo para que o informassem sobre o tráfego aéreo na zona.
Qual não é o seu espanto quando, do lado de lá, lhe garantem que não há qualquer aparelho no ar.
A situação provocou até alguns gracejos nas comunicações entre os militares.
Júlio Guerra não se incomodou: "respondi-lhes que se achavam que aquilo era um balão que viessem até à zona ‘E’ ver com os próprios olhos!"
Assim aconteceu, Carlos Garcês e António Gomes voaram para a zona onde estava Júlio Guerra avistando igualmente o objeto a olho nu.
Júlio Guerra enceta-lhe então uma perseguição, apesar dos avisos de prudência dos colegas.
"Eu tinha imensa dificuldade em acompanhá-lo.
Tinha de fazer uma curva muito apertada com o pescoço completamente virado para o lado para não o perder de vista", conta agora o piloto.
É então que decide arriscar tudo por tudo: comunicou aos colegas que iria aproximar-se para fazer uma rota de interceção à aeronave desconhecida.
Gomes e Garcês avisaram-no para que não arriscasse demasiado.
Júlio Guerra não lhes deu ouvidos.
Mantendo uma velocidade elevada constante, o engenho desconhecido continuava a descrever círculos em redor do monomotor, obrigando o experiente piloto a fazer curvas cada vez mais apertadas no céu.
"Confiando na minha capacidade de manobra aeronáutica mas também já um pouco cansado daquela perseguição, que durou mais de 20 minutos, decido fazer a interceção, esperando que ele passasse por trás de mim para me colocar na sua rota.
Qual não é a minha surpresa, porém, quando o vejo a cair para cima de mim, a uma velocidade bruta.
Ficou a uns 10 ou 15 metros, num voo algo instável, acima do avião. Pensei... ‘olha, já foste!
Estimámos posteriormente que ele deveria atingir os 2500 quilómetros hora em voo horizontal e 500 km/hora na vertical. Depois desses escassos segundos voltou a ganhar estabilidade e desapareceu como um raio de luz em direção à Serra de Sintra", relembra o piloto.
Anos depois, a história de Júlio Guerra foi recuperada pela jornalista norte- -ameri-cana Leslie Kean, autora do livro ‘UFOs – Generals, Pilots and Government Officials go on the Record’, que se debruçou precisamente sobre o fenómeno ovni presenciado por homens e mulheres em cargos insuspeitos, de militares a responsáveis governamentais.
O seu caso faz parte da ínfima percentagem de cinco por cento para a qual nunca foi encontrada explicação.
Chuva Não foi caso único, como o Antigo Chefe de Estado General da Força Aérea, Tomás Conceição e Silva pode constatar ao longo da sua carreira.
Pelas suas mãos passaram vários relatos e relatórios sobre a passagem de ovnis pelos céus de Portugal.
Ele próprio testemunhou um acontecimento insólito na base aérea de Sintra a 2 de novembro de 1959.
Nessa manhã solarenga, Évora tinha sido acometida por uma chuva de filamentos – um fenómeno conhecido por cabelos de anjo, o qual tinha sido antecedido pela passagem de dois objetos voadores não identificados sobre a cidade.
Em Sintra, na base aérea, caíram também alguns desses filamentos.
Conceição e Silva que se encontrava na pista prestes a iniciar um voo de treino ainda pegou em alguns.
"Pareciam de gelo, pois desfaziam-se imediatamente ao toque", recorda.
Mas quis o destino que em Évora esses filamentos tivessem sido recolhidos pelo professor Joaquim Guedes do Amaral, que na época era o diretor da Escola Industrial e Comercial de Évora, amigo do seu pai, astrónomo e homem muito interessado pela ciência.
Dias depois "o professor Guedes do Amaral foi a minha casa e levou consigo a amostra, cuja análise ao microscópio detetou um ser em forma de aracnídeo e que se movia quando pressionado, tudo indicando que fosse um ser vivo", conta.
A amostra foi deixada na Faculdade de Ciência, que alguns anos depois a perdeu num incêndio.
Nunca se chegou à verdade, tal como em muitos outros casos relatados.
"Mas uma coisa é certa: os pilotos, quando veem uma coisa no céu, podem não saber o que é, mas sabem sem dúvida o que ela não é…" Avistamentos em livro Relatos de avistamentos de ovnis feitos por pilotos, bem como testemunhos coletivos e uma reflexão sobre lugares considerados ‘hot-spots’ foram compilados por Vanessa Fidalgo no livro ‘Avistamentos de OVNIS em Portugal’ (Edição Esfera dos Livros) que no dia 1 chega aos escaparates. O lançamento será a 19 de julho, na FNAC Chiado, em Lisboa, conduzido pelo ex-Chefe do Estado- -Maior da Força Aérea Conceição e Silva.
O livro deu o mote para uma série de reportagens que a CMTV irá passar.
CM
Por Vanessa Fidalgo
O ‘boom’ da ovnilogia deu-se entre os anos 40 e 80, mas desde o tempo dos descobrimentos marítimos portugueses que há relatos de fenómenos celestes incompreensíveis e avistamentos de objetos não identificados. No entanto, poucos relatos serão mais impressionantes do que aqueles que são relatados por pilotos profissionais. Como o episódio que envolveu militares da Força Aérea Portuguesa na Base Aérea da OTA, a 2 de novembro de 1982.
Cabelos de Anjo caíram em Évora em 1959 Naquela manhã de céu perfeitamente limpo, o Tenente Júlio Guerra e os alferes Carlos Garcês e António Gomes fizeram-se à pista para um habitual voo de treino.
Já em pleno voo, por volta das 10h50, Júlio Guerra, a bordo de um Chipmunk, apercebeu-se da presença de um objeto brilhante, que se deslocava de Norte para Sul.
Estaria a voar a 5500 pés de altitude, sensivelmente, sobre a pequena freguesia de Vila Verde dos Francos (Alenquer).
"Lembro-me dos acontecimentos desse dia como se tivesse sido ontem!", garante Júlio Guerra, hoje piloto da aviação comercial, à ‘Domingo’.
"Primeiro pareceu-me ser apenas o reflexo do cockpit de um avião a jato.
Uma vez que aquela era a zona que me estava atribuída, voltei imediatamente para a esquerda para identificar o possível avião.
Mas qual não é o meu espanto quando, dando uma volta de 180 graus, vejo uma bola brilhante e metálica, que começou a descrever uma elipse em meu redor", recorda.
Piadas na torre a situação começa a ser estranha e Júlio Guerra contacta a torre de controlo para que o informassem sobre o tráfego aéreo na zona.
Qual não é o seu espanto quando, do lado de lá, lhe garantem que não há qualquer aparelho no ar.
A situação provocou até alguns gracejos nas comunicações entre os militares.
Júlio Guerra não se incomodou: "respondi-lhes que se achavam que aquilo era um balão que viessem até à zona ‘E’ ver com os próprios olhos!"
Assim aconteceu, Carlos Garcês e António Gomes voaram para a zona onde estava Júlio Guerra avistando igualmente o objeto a olho nu.
Júlio Guerra enceta-lhe então uma perseguição, apesar dos avisos de prudência dos colegas.
"Eu tinha imensa dificuldade em acompanhá-lo.
Tinha de fazer uma curva muito apertada com o pescoço completamente virado para o lado para não o perder de vista", conta agora o piloto.
É então que decide arriscar tudo por tudo: comunicou aos colegas que iria aproximar-se para fazer uma rota de interceção à aeronave desconhecida.
Gomes e Garcês avisaram-no para que não arriscasse demasiado.
Júlio Guerra não lhes deu ouvidos.
Mantendo uma velocidade elevada constante, o engenho desconhecido continuava a descrever círculos em redor do monomotor, obrigando o experiente piloto a fazer curvas cada vez mais apertadas no céu.
"Confiando na minha capacidade de manobra aeronáutica mas também já um pouco cansado daquela perseguição, que durou mais de 20 minutos, decido fazer a interceção, esperando que ele passasse por trás de mim para me colocar na sua rota.
Qual não é a minha surpresa, porém, quando o vejo a cair para cima de mim, a uma velocidade bruta.
Ficou a uns 10 ou 15 metros, num voo algo instável, acima do avião. Pensei... ‘olha, já foste!
Estimámos posteriormente que ele deveria atingir os 2500 quilómetros hora em voo horizontal e 500 km/hora na vertical. Depois desses escassos segundos voltou a ganhar estabilidade e desapareceu como um raio de luz em direção à Serra de Sintra", relembra o piloto.
Anos depois, a história de Júlio Guerra foi recuperada pela jornalista norte- -ameri-cana Leslie Kean, autora do livro ‘UFOs – Generals, Pilots and Government Officials go on the Record’, que se debruçou precisamente sobre o fenómeno ovni presenciado por homens e mulheres em cargos insuspeitos, de militares a responsáveis governamentais.
O seu caso faz parte da ínfima percentagem de cinco por cento para a qual nunca foi encontrada explicação.
Chuva Não foi caso único, como o Antigo Chefe de Estado General da Força Aérea, Tomás Conceição e Silva pode constatar ao longo da sua carreira.
Pelas suas mãos passaram vários relatos e relatórios sobre a passagem de ovnis pelos céus de Portugal.
Ele próprio testemunhou um acontecimento insólito na base aérea de Sintra a 2 de novembro de 1959.
Nessa manhã solarenga, Évora tinha sido acometida por uma chuva de filamentos – um fenómeno conhecido por cabelos de anjo, o qual tinha sido antecedido pela passagem de dois objetos voadores não identificados sobre a cidade.
Em Sintra, na base aérea, caíram também alguns desses filamentos.
Conceição e Silva que se encontrava na pista prestes a iniciar um voo de treino ainda pegou em alguns.
"Pareciam de gelo, pois desfaziam-se imediatamente ao toque", recorda.
Mas quis o destino que em Évora esses filamentos tivessem sido recolhidos pelo professor Joaquim Guedes do Amaral, que na época era o diretor da Escola Industrial e Comercial de Évora, amigo do seu pai, astrónomo e homem muito interessado pela ciência.
Dias depois "o professor Guedes do Amaral foi a minha casa e levou consigo a amostra, cuja análise ao microscópio detetou um ser em forma de aracnídeo e que se movia quando pressionado, tudo indicando que fosse um ser vivo", conta.
A amostra foi deixada na Faculdade de Ciência, que alguns anos depois a perdeu num incêndio.
Nunca se chegou à verdade, tal como em muitos outros casos relatados.
"Mas uma coisa é certa: os pilotos, quando veem uma coisa no céu, podem não saber o que é, mas sabem sem dúvida o que ela não é…" Avistamentos em livro Relatos de avistamentos de ovnis feitos por pilotos, bem como testemunhos coletivos e uma reflexão sobre lugares considerados ‘hot-spots’ foram compilados por Vanessa Fidalgo no livro ‘Avistamentos de OVNIS em Portugal’ (Edição Esfera dos Livros) que no dia 1 chega aos escaparates. O lançamento será a 19 de julho, na FNAC Chiado, em Lisboa, conduzido pelo ex-Chefe do Estado- -Maior da Força Aérea Conceição e Silva.
O livro deu o mote para uma série de reportagens que a CMTV irá passar.
CM
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Abdução em Maringá (PR)
Importante caso de abdução envolvendo o jovem Jocelino de Matos e seu irmão, no bairro Jardim Alvorada, em Maringá (PR), em 13 de abril de 1979.
Por Jackson Luiz Camargo
Numa noite de sexta feira 13, em abril de 1979 (semana santa), aconteceu uma das mais intrigantes abduções da história da Ufologia. O caso se deu no Jardim Alvorada, um populoso bairro na cidade de Maringá (PR). O jovem eletricista Jocelino Mattos (que na época tinha 21 anos) estava acompanhado de seu irmão mais novo, Roberto Carlos, de 13 anos, quando foi surpreendido, por um objeto intensamente iluminado. Jocelino, então, foi levado para o UFO, enquanto seu irmão ficou inconsciente, caído sobre a grama.
O incidente durou aproximadamente das 23hrs à 1:30hrs da manhã. Tudo começou quando o contatado e seu irmão estavam indo para a casa de suas irmãs assistiremum programa religioso na TV e decidiram voltar, pois já era muito tarde. Jocelino contou que percebeu o UFO no caminho: "meu irmão chamou minha atenção para uma estrela esquisita. Ele estava perturbado com a presença daquilo no céu e eu disse a ele que era apenas uma estrela e por isso não precisava ter medo. Mas eu senti que aquilo nos seguia enquanto andávamos (e acho que nos seguiu por uns 100 m) e comecei a ficar assustado também.
Jocelino continua o relato: "Quando chegamos na esquina onde tomaríamos o caminho direto para casa, sentimos uma estranha sensação. Meu sangue começou a correr mais rapidamente em minhas veias e comecei a me sentir nervoso. Eu não sei porque, mas começamos a correr emdireção à uma árvore num cmapo próximo, saindo completamente da nossa rota. Eu não queria ir naquela direção, mas algo fez com eu e meu irmão fossemos pra lá. Era difícil andar sobre aquela terra arada, que já estava preparada para o plantio.
"Quando nós estávamos embaixo da árvore, fomos jogados ao chão por uma força desconhecida. O objeto voador estava a uns 15 m de nós, pairando a aproximadamente 3m do solo. Ele estava flutuando silenciosamente no ar e isso é tudo o que eu posso me lembrar, exceto o fato que ouvi uma voz me dizendo algo como '...a missão não está terminada, nós voltaremos'. Não sei como ouvi essa voz, mas parecia um sonho".
Algum tempo depois, eles se levantaram e começaram a andar com com dificuldade. Não conseguiram andar sozinhos e foi preciso que apoiassem um no outro para fazer o resto do caminho de volta. Eles levaram um bom tempo para encontrar a casa. Parecia estar muito longe queriam chegar logo, pois estavam sujos de terra e sentindo uma estranha fome. Jocelino disse que nunca havia se sentido assim antes, suas pernas estavam fracas e tremendo muito.
Ao chegar em casa, os irmãos eram esperados pela família, que já estava preocupada: "Minha mãe e meus outros irmãos correram até mim e Roberto, nos ajudando. Explicamos tudo o que aconteceu. Inicialmente, eles duvidaram, mas depois eu os levei lá fora e mostrei a tal estrela, que ainda era visível no céu. Observamos a luz que continuava pairando silenciosamente sobre algumsa árvores e continuei a explicar o que tinha ocorrido".
Isso foi tudo que Jocelino conseguiu se lembrar conscientemente de seu contato. Várias outras pessoas haviam avistado objetos estranhos em Maringá na mesma época e isso chegou ao conhecimento de autoridades e pesquisadores. O fato chamou a atenção de A. J. Gevaerd, que morava na cidade e era membro do OPETOVNI, um extinto grupo de pesquisas ufológicas. Gevaerd procurou Jocelino e investigou o caso. Após várias entrevistas, conseguiu levar o contatado e seu irmão para uma sessão de hipnose com o doutor Osvaldo Alves, com a esperança de que os dois conseguissem se lembrar o que teria acontecido durante o tempo em que ficaram inconscientes.
Todas as hipnoses foram gravadas em mais de 30 horas de fitas e suas transcrições ultrapassam 200 páginas. Nas partes mais importantes do material compilado das regressões, Jocelino revela: "Quando chegamos embaixo da árvores, ficamos caídos no chão por uns dois minutos até que alguém me levantou. Nós estávamos flutuando... Eu fiquei assustado depois de ver algo tão inacreditável... uma porta foi aberta... entrei e havia dois homens lá dentro".
Em busca da memória perdida do contato: um processo que pode definir se uma pessoa sofreu ou não uma abdução
Jocelino continua: "Um deles veio e me observou. Pegou um objeto que eu não sei o que é, e colocou-o no meu braço esquerdo. Fez um sinal para que fosse mais para dentro da nave. Andamos um pouco e chegamos a uma sala cheia de computadores. Havia um tipo de mostrador em uma mesa, que tinha luzes diferentes que eu não sei explicar. Depois disso, levou-me para um sala cheia de coisas que pareciam motores, eu nunca tinha visto nada parecido antes. Os tais motores não estavam quentes e nem faziam barulho".
O extraterrestre levou o contatado para conhecer toda a nave, passando também por uma sala onde havia pinturas semelhantes à fotografias. As imagens eram fixas na parede, num tipo de tela de vídeo. Porém, a parte mais marcante da visita de Jocelino àquela nave foi quando chegou a uma sala com equipamentos parecidos com instrumentos hospitalares, onde foi submetido a intensivos exames fisiológicos e psicológicos:
"Era uma sala médica. Eles pediram que eu me deitasse e me examinaram com variados instrumentos. Tiraram amostras de meu sangue, cabelos e demais tecidos. Depois de um longo exame, extraíram meu semem, foi uma quantidade pequena. Eles fizeram essa extração com um instrumento de sucção, colocando material numa espécie de pacotinho plástico. Depois disso, fizeram-me sentar numa espécie de mesa, colocaram uns instrumentos em minha cabeça e começaram a falar entre si numa linguagem que eu não entendia.
Depois - e isso me assustou muito -, depois de alguns minutos, uma mulher chegou na sala... Ela me tocou, acariciou e excitou... Nós começamos a fazer amor... e quando paramos ela disse a seguinte frase: 'A semente viverá'. Eu não entendi... Ela saiu da sala e os outros seres continuaram a conversar. Telepaticamente, eles me disseram que vinham em paz, que seu objetivo era estudar e entender a Terra. Falaram sobre a vida, sobre conflitos, guerras, de forma que eu realmente vi que eram seres de paz... amigos".
Jocelino conseguiua, através de telepatia, conversar extensivamente com os extraterrestres, recebendo diversas informações. Teve uma longa conversa com eles sobre sistemas solares, planetas e galáxias, além de saber sobre as intenções alienígenas na Terra. Por fim, o contatado foi avisado de que precisava voltar: "Eles disseram que era hora de partir e me pegaram pelo braço voltando pelo mesmo caminho que usamos para entrar na nave. Saltaram no chão comigo, deitaram-me exatamente no mesmo lugar onde eu estava antes e voltaram flutuando. Eu senti meu corpo paralisado, totalmente imóvel. Então, recobrei meus sentidos, deitado ali, embaixo da árvore".
Há muitas evidências, neste caso, de que as abduções não acontecem por acaso. Alguns ufonautas dizem, em suas mensagens, que existem seres extraterrestres vivendo em missões na Terra em diversos outros planetas. Os contatados geralmente não sabem de suas origens alienígenas ou contatos anteriores com seres extraplanetários. Há algumas indicações de que Jocelino é um destes humanos, programado para viver nesta Terra e neste tempo.
As sessões revelaram informações sobre a história dos ETs que abduziram o jovem de Maringá, suas incursões na sociedade terrestre relacionadas ao nosso passado e até mesmo ao futuro. Jocelino, como muitos outros, foi preparado para este tipo de experiência muito antes do seu nascimento (hoje sabe-se que a mãe de Jocelino teve seu primeiro contato ufológico aos nove anos de idade teve continuidade com mais cinco ou seis visitas dos mesmos seres, além de ter conhecido o planeta de onde eles vieram).
Jocelino, por sua vez, teve o primeiro contato aos sete anos, em um campo. Tal como revelaram as suas sessões hipnóticas, ele estaria incluído em um programa de contatos extendido à varios membros da família. Houve um grande número de confirmações de atividades ufológicas envolvendo a família, como tempo, locais, etc. Há também várias fotografias dos UFOs que apareceram em Maringá.
Trecho da primeira sessão hipnótica de Jocelino Mattos
Hipnólogo - Em que lugar da nave você está agora?
Jocelino - Estou em algo parecido com uma cadeira de dentista, muito moderna, sofisticada e mecanizada. A temperatura no ambiente é normal. Tem um aparelho na minha cabeça.
Hipnólogo - Como eles colocam os equipamentos na sua cabeça?
Jocelino - É parecido com um capacete. Sinceramente, não vejo muito bem. Sei que estou consciente todo o tempo, mas vejo somente que o capacete é móvel.
Hipnólogo - Com quem você conversa na nave?
Jocelino - Converso somente com a mulher. Porém os outros ETs falavam comigo antes dela chegar. Ela entrou por uma porta e sentou ao meu lado. Começa a me fazer... começa a me acariciar amavelmente... Passa a mãe no meu rosto, cabelo, peito, por todo meu corpo.
Hipnólogo - Você fica excitado?
Jocelino - Sim. Agora ela abre uma parte da roupa, uma espécie de zíper. Não posso ver nada direito... estou encima dela. Fazemos sexo.
Hipnólogo - Que tipo de sensação ela demonstra?
Jocelino - Ela não demonstra nada, nenhuma sensação. Tem um prazer gelado... Diz poucas palavras, apenas que é uma mulher viajante, mas não especifica que tipo de pessoa é.
Hipnólogo - Como se comunicam?
Jocelino - Conversamos por pensamento. Ela não precisa mexer os lábios para conversar.
Hipnólogo - E como é essa mulher?
Jocelino - Ela usa um macacão preto. Seus cabelos são longos, negros e caem sobre os ombros. Ela não permite que veja todo seu corpo, permanece vestida todo o tempo. É uma moça alta, de mais ou menos 1,75m de altura (mais alta que eu), seus olhos são negros, tem sobrancelhas e sua pele é morena, mais escura que a dos homens que estão na nave.
Hipnólogo - Tem outras características?
Jocelino - O nariz e os olhos são iguais aos nossos, tinha lábios médios e não vejo se há dentes. Tem orelhas comuns. É uma moça muito bonita em relação às terráqueas. Não usa nenhuma jóia, sua roupa é fechada até o pescoço, não consegui saber se tinha seios ou não. Ela não permite que eu veja ou toque.
Hipnólogo - O que vocês conversam?
Jocelino - Ela me diz que talvez a semente cresça. Nós conversamos sobre a Terra, sobre a maneira neurótica que as pessoas vivem. Ela diz que a vida aqui é cheia de conflitos, guerras e fome, de forma que ninguém se preocupa com os efeitos de tudo isso. Diz também que ela e todos os outros na nave são amigos, que vieram numa missão para nos julgar ou algo parecido... Agora ela se retirou pela mesma porta que entrou.
Hipnólogo - Fale mais sobre essa missão. Eles vieram para nos julgar?
Jocelino - Eles teriam que observar nosso comportamento, ver a nossa ética e esse foi um dos motivos pelo qual me raptaram. Eles dizem vir de um lugar muito longe, entre as estrelas.
Hipnólogo - Como você sai da nave?
Jocelino - Flutuando, levam-me até o lugar onde o meu irmão está deitado. A nave está a uma distância de mais ou menos 800m da árvore, a 5m do solo. Vou para junto de meu irmão e não vejo mais os ocupantes do UFO.
Hipnólogo - E o que faz ao encontrar seu irmão?
Jocelino - Tento ir para casa. Estamos muito desgastados, precisamos nos apoiar para levantar. Eu me sinto muito mal neste momento. Lembro que no caminho para casa, vi três luzes passando como um flash no céu.
Conclusões
Um importante aspecto do contato de Jocelino Mattos e seu irmão Roberto Carlos é que eles manifestam algo menos comum: uma escrita espontânea em linguagem extraterrena, ou seja, uma espécie de psicografia. Contudo, essa linguagem não é compreendida pelos contatados, mas eles esperam ainda compreendê-la no futuro. Esse fenômeno iniciou em 1981, quando Jocelino começou a escrever utilizando estranhas simbologias.
De acordo com a esposa de Jocelino, Marilena, essas manifestações começaram quando, certa vez, eles estavam sentados na mesa e o contatado sentiu uma incontrolável vontade de escrever. Imediatamente, pegou caneta e papel e iniciou, fazendo uma série de símbolos indecifráveis, escritos de forma irregular. No entanto, esse fato se tornou mais significativo quando soube-se que estava relacionado à mãe de Jocelino, dona Maria Rosa.
O contatado não deu valor a esses escritos, que são muitos. Pare ele, ninguém irá saber o que eles querem dizer. Mas dona Maria Rosa pensa o o contrário, pois para ela essas mensagens são muito importantes. Vale ressaltar que a mãe do contatado também recebia esse tipo de mensagem dos extraterrestres desde o seu primeiro contato, aos nove anos de idade. Atualmente, os pesquisadores suspeitam que os contatos continuam acontecendo com outros membros da família.
Planta urbana no município de Maringá, na década de 1980. Na parte inferior temos a indicação do local onde um UFO foi fotogrado na época. Na parte superior, temos a indicação do local onde se ocorreu a abdução.
Representação do momento inicial da abdução
Aspectos externos do UFO observado por ocasião da abdução de Jocelino de Mattos.
Aspectos internos descritos sob hipnose regressiva.
Página com os caracteres estranhos psicografados por Jocelino de Mattos tempos depois de sua experiência.
Livro escrito por A. J. Gevaerd e Wendelle Stevens abordando o caso Jardim Alvorada.
Fonte:Ufos-Wilson
OVNIS 2016 -- LEIRIA --PORTUGAL
Captado a Este de Leiria a 29 de junho de 2016 pelas 21h e 45m
emitindo um padrão de 7 flashes separados por
alguns seg.nunca iguais nem na mesma posição
Observe o filme e fotos
segunda-feira, 27 de junho de 2016
OVNIS - 2016 -Leiria- Portugal
Captados a Oeste e Este de Leiria nos dias
25/ e 26/ de Junho 2016
22h 55m e 23h 05m
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Dia Mundial dos Discos Voadores é comemorado nesta sexta-feira
Foi à 69 anos que o aviador e empresário norte americano Kennet Arnold, anunciou à imprensa ter avistado nove objetos voadores não identificados (OVNIs), se deslocando em formação, próximo ao Monte Rainier, em Washington (EUA).
O episódio marca o início da ufologia moderna, que se iniciou a 24 de junho o Dia Mundial dos Discos Voadores.
Kennet Arnold, durante a entrevista, descreveu os objetos como parecendo discos a saltar sobre a água. Esta descrição foi encurtada para "discos voadores" pelos jornalistas o que resultou no uso popular do termo.
Poucos dias depois do avistamento de Kennet Arnold, uma suposta nave espacial teria caído na cidade de Roswell, Novo México. O Caso Roswell, como ficou conhecido, é considerado o mais importante registrado até hoje .
Embora o governo americano negue e busque justificar o Caso Roswell , os relatos sugerem que a nave e os corpos dos tripulantes teriam sido resgatados pela Força Aérea Americana e levados para uma base secreta.
O avistamento dos discos voadores seguido do Caso Roswell transformaram Kennet Arnold em celebridade, que por mais de dez anos seguidos foi requisitado para entrevistas ao lado de outras pessoas que viram ou entraram em contato com OVNIs.
Em 1952, Arnold publicou um livro: "A chegada dos discos". Ao longo dos anos, escreveu diversos artigos para revistas sobre seu avistamento do OVNI além de sua pesquisa posterior.
No ano 2000, o engenheiro norte-americano James Easton tentou explicar o Caso Kenneth Arnold . Segundo o engenheiro, o piloto teria visto pelicanos que, em voo, refletem a luz do sol em seu corpo como se fosse uma superf ície metálica.
Casos de avistamentos de discos voadores são registrados no mundo.
Desde o avistamento de Kennet Arnold e os casos subsequentes, milhões de pessoas no mundo questionam: Afinal, existem discos voadores ou não?
No mês passado, a candidata a presidência dos Estados Estados Unidos pelo partido Democrata, Hillary Clinton, afirmou que, se eleita, vai abrir os aquivos secretos dos Estados Unidos sobre os OVNIs.
Por via das dúvidas, hoje (24) a noite dê uma olhada no céu, hoje é o Dia Mundial dos Discos Voadores.
Quem sabe estaremos recebendo uma visita 😉
Fonte
Caça a alienígenas fez vocalista do Blink-182 abandonar banda.
“Sei de coisas que não posso falar”
Tom DeLonge, que saiu do grupo em 2015, precisava de mais tempo para os alienígenas. “Lido com algo que é questão de segurança nacional”, diz
Em janeiro de 2015, Mark Hoppus e Travis Barker, do Blink-182, anunciaram que o vocalista e guitarrista Tom DeLonge abandonava a banda.
Um trecho do comunicado dizia: “Estávamos prontos para tocar num festival e gravar um novo disco e Tom ficava adiando sem motivo.
Uma semana antes de irmos para o estúdio, recebemos um e-mail de seu empresário explicando que ele não queria participar de projetos do Blink 182 por tempo indeterminado.
Preferia trabalhar nos seus outros empreendimentos não-musicais”.
Pois por “empreendimentos não-musicais” entenda-se o estudo sobre alienígenas, uma questão de segurança nacional, segundo o músico.
Foi o que ele contou numa entrevista recente ao site “Mic”, para divulgar o projeto “Sekret Machines”.
A série terá livros de ficção e não ficção, um documentário e canções da banda na qual DeLonge ainda toca, a Angels & Airwaves, todos tendo como tema “fenômenos aéreos não identificados”, como prefere o vocalista.
O primeiro título, “Sekret Machines Book 1: Chasing Shadows”, foi lançado em Abril.
O músico conta que se interessa pelo tema desde os tempos de escola.
O músico conta que se interessa pelo tema desde os tempos de escola.
Ainda nos Blink, escreveu “Aliens Exist” (“Aliens Existem”) para o disco “Enema of State”, de 1999 .
Sobre ter deixado a banda que fundou, ele explica. “Um indivíduo como eu lida com algo que é questão de segurança nacional e ganha a oportunidade de comunicar algo pelo qual foi apaixonado a vida inteira – algo que tem a chance de mudar o mundo ao longo do tempo – ser uma pequena parte disso é imensamente importante para minha trajetória.
Sobre ter deixado a banda que fundou, ele explica. “Um indivíduo como eu lida com algo que é questão de segurança nacional e ganha a oportunidade de comunicar algo pelo qual foi apaixonado a vida inteira – algo que tem a chance de mudar o mundo ao longo do tempo – ser uma pequena parte disso é imensamente importante para minha trajetória.
Mas eu não consigo fazer tudo!
Eu não posso sair em turnê por nove meses e ter tempo suficiente para a grandiosidade daquilo que tenho que fazer ”, conta, vago.
“Eu tinha tempo livre e ia para a biblioteca da escola procurar por livros sobre o assunto. No início da minha carreira eu tinha muito tempo livre viajando pelo país dentro de uma van por 12 meses, então consegui um monte de livros que desafiaram o jeito que eu pensava sobre as coisas”.
TOM DELONGE
Ex-vocalista e guitarrista do Blink-182 veja também
Guitarrista Tom DeLonge deixa o Blink-182
DeLonge comenta sobre a experiência com extraterrestres há algum tempo, o que muitos encaram como piada.
Apesar disso, não quer a responsabilidade de convencer ninguém. “Não acho que eu vá ser a pessoa que vai oferecer a melhor evidência a não ser que as pessoas realmente confiem no que estou fazendo e acreditem em mim. (...) Sei de coisas que não posso falar agora”.“Eu tinha tempo livre e ia para a biblioteca da escola procurar por livros sobre o assunto. No início da minha carreira eu tinha muito tempo livre viajando pelo país dentro de uma van por 12 meses, então consegui um monte de livros que desafiaram o jeito que eu pensava sobre as coisas”.
TOM DELONGE
Ex-vocalista e guitarrista do Blink-182 veja também
Guitarrista Tom DeLonge deixa o Blink-182
DeLonge comenta sobre a experiência com extraterrestres há algum tempo, o que muitos encaram como piada.
Fonte
quarta-feira, 15 de junho de 2016
OVNIS 2016-- LEIRIA ..PORTUGAL
OVNIS são observados sobre a capital portuguesa, deslocando-se
para norte onde foram capturados
As filmagens que vou passar aconteceram em LEIRIA na madrugada de segunda-feira, dia 13 de Junho de 2016, entre a 1h 35 e a 2h 50m
terça-feira, 14 de junho de 2016
OVNIs são observados sobre capital portuguesa
OVNIs " Objectos Voadores Não Identificados", são observados e registados em fotografia durante a sua passagem sobre Lisboa.
O fenómeno terá sido presenciado por jornalista e uma amiga.
Relato descritivo da observação da testemunha....
"Chamo-me Vítor Correia, tenho 48 anos, sou jornalista, e resido na Rua Manuel Marques, no Lumiar, em Lisboa.
Os factos que vou passar a descrever aconteceram na madrugada da passada segunda-feira, dia 13 de Junho de 2016, entre a 1h20 e a 1h50.
Estava em casa, com uma amiga, quando decidimos ir à janela da cozinha fumar (por hábito só fumo nessa janela).
Quando olhei para a minha esquerda vi que algo se movia no céu. Reparei então que vários pontos se deslocavam da minha esquerda para a direita. A velocidade seria semelhante à de um avião quando se prepara para aterrar, mas a sua altitude deveria equivaler à altitude de um avião numa rota de passagem, penso que acima de 10.000 metros.
Comentei com a minha amiga que aqueles pontos luminosos se moviam. E ficámos os dois estupefactos a olhar. A seguir àqueles, vinham outros e mais outros... E outros. Estavam agrupados em três ou quatro, pelo menos tendo em conta o que a nossa visão alcançava. Nesses grupos uma unidade situada sensivelmente a meio da formação era a mais luminosa. Todos tinham luz própria, branca e que não era intermitente e não cintilava. Tratava-se de uma luz contínua. Nalguns períodos da observação os pontos pareciam alterar a sua velocidade, acelerando, talvez para se esconderem por cima do tecto de nuvens que existia nessa noite.
Utilizei a bússola do meu iPhone e constatei que se deslocavam de Sul para Norte (entre os 150 e os 160 graus), descrevendo linhas rectas e em sentido oposto ao do vento. No seu percurso usavam parte do corredor aéreo utilizado pelos aviões para aterrarem no Aeroporto da Portela.
O céu nessa noite estava bastante nublado, mas existiam algumas abertas, que nos permitiam ir vendo o verdadeiro desfile de Objectos Voadores Não Identificados. Durante cerca de 30 minutos passaram algumas dezenas desses objectos. Sempre com trajectórias idênticas. Curiosamente, não houve durante esse período nenhuma aterragem de aviões na Portela. Acredito que os radares do aeroporto tenham captado os referidos objectos.
O meu iPhone tem menos resolução do que o iPhone da minha amiga. Por isso, foi ela quem fez as fotos. Vou pedir-lhe para lhe enviar. Fiz dois vídeos com o meu, mas só num deles se consegue perceber, embora com dificuldade, a presença dos referidos objectos".
Podemos concluir que durante a hora de observação do Sr. Vítor Correia, efectivamente não decorria qualquer vôo sobre Lisboa!
Poucos dias antes era reportado um outro avistamento semelhante em Cascais.
No vídeo acima a colocação de filtros ajuda a clarear a imagem, porém o vídeo fica completamente imperceptível.
Optamos por manter o vídeo original.
Na mesma madrugada os mesmos objetos eram registados em Leiria pelo colaborador Euclides Santana.
Coincidência!
Ambos os vídeos, quer do Sr. Vitor como do Sr. Euclides, os objectos fogem do padrão comum na sinaletica aérea de aéronaves militares ou comerciais!
No dia 8 era reportado ao Ufo Portugal uma outra observação na orla de Lisboa pela qual não se obteve imagéns apenas a visualização de uma luz anómala com voo bastante lento.
Devido às festividades, podemos concluir, deduzir ser alguma espécie de balão Junio! "Dedução".
Os avistamentos de estranhos fenómenos têm aumentado significativamente em Portugal.
Maioria dos relatos apresentam uma explicação plausível!
Porém 10% dos relatos acabam sem uma explicação onde determinamos estes casos como ovni Objecto Voadore Não Identificado.
As constantes observações nos levam a questionar que a Segurança Aérea do país sabe do assunto e possivelmente o investiga.
Enquanto isso a imprensa continua de olhos fechados fixada nas políticas e futebóis manipulando o povo a seu belo prazer.
28 Julho confirmação...
FAP confirma a inexistência de voos militares.
Se observou o mesmo fenómeno não exite em nos reportar a sua observação para: ufo_portugal@sapo.pt
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Pesquisador narra a busca de ovni's na Serra da Beleza
A história da ufologia brasileira tem como um de seus
principais capítulos a pesquisa na
Serra da Beleza, iniciada pelo renomado ufólogo Marco Antônio Petit, em 1982,
em Conservatória, distrito de Valença, Rio de Janeiro. Pioneiro na pesquisa de
campo na região, Petit encontrou uma
incidência do fenômeno OVNI que remonta há pelos menos 50 anos e foi relatado
pelos moradores da região em mais de 400 casos documentados por ele.
Eu me juntei ao grupo de pesquisa em 1989 e, desde então,
vimos muitas manifestações. Aprendemos que diante de uma experiência ufológica
real o menos relevante é fotografar ou filmar. Foi exatamente isso que
aconteceu em 3de agosto do ano passado, um sábado, por volta de 21h30m, em uma
noite limpa de céu estrelado. Eu e o pesquisador Júlio Ferri, estávamos em
vigília desde as 17h, em um platô, ponto de observação dentro de uma fazenda
onde temos autorização de pesquisa.
Esse é um ponto de fluxo de carros que transitam na
região e os faróis podem confundir quem não está acostumado com a pesquisa de
campo. Fizemos um pacto e lançamos um
pensamento de que não iríamos fotografar nem filmar, caso tivéssemos um
avistamento. Minutos depois comecei a
ver clarões no céu, à nossa direita, bem próximo ao horizonte. Não podia ser
relâmpago, pois o céu estava claro e estrelado. Foram cinco clarões como
flashes, mas grandes. Olhamos na direção contrária e vimos uma luz gigantesca
que ocupava toda a montanha e toda a estrada.
Vimos perfeitamente um carro passando embaixo da luz e a
reação do motorista que vinha acelerando, mas quando viu a luz quase parou,
depois prosseguiu lentamente. Debaixo da luz dava para ver as lanternas
traseiras dentro daquela luminosidade toda. Quando o motorista ultrapassou o
limite mais central da luz, ele acelerou visivelmente apavorado.
De repente, Júlio pegou a máquina para fotografar e para
nossa surpresa a luz se fechou. Pelo binóculo eu via perfeitamente que ela
permanecia lá, só que pequena e vermelha. Bati na mão dele e falei que havíamos
combinado de não fotografar. “Guarda a máquina”, eu gritei. Ele guardou e a luz
voltou, com toda intensidade. Naquele momento percebi que estávamos interagindo
com eles.
Ficamos em êxtase. Tudo acontecia a um quilômetro de
distância mais ou menos. A luz tinha um arco de uns 40 metros de diâmetro ou
mais, era branca luminescente, seu núcleo era azul cintilante, parecia viva. Ao
sair da fazenda passamos por uma porteira que antecede uma mata fechada. Júlio
saiu do carro para abri-la e quando ele estava passando eu senti uma pancada
enorme no carro, acompanhada de um estrondo e um tranco que sacudiu o veículo na lateral direita. Imediatamente
pensei que havia calculado errado e enfiado o carro na porteira.
De fora do carro, Júlio ouviu e sentiu a mesma coisa. Ele
pensou que eu tinha atropelado algum bicho. Saí do carro e constatamos que não
havia nenhum arranhão, nenhum amassado, o carro estava intacto. No caminho para
a cidade, que fica a 12 quilômetros,
paramos quatro vezes, pois não entendíamos o acontecido. Especulei que poderia
ser um animal, mas não ouvimos nenhum barulho na mata cujas folhas estavam
secas.
Até hoje não conseguimos explicação. Ufologicamente,
acredito que o objeto poderia estar ali em uma condição invisível e, ao partir,
provocou deslocamento de ar, um barulho, mas provavelmente em outra condição extrafísica.
Hoje tenho a intuição de que os seres que estão na região não querem ser
fotografados e nem filmados.
O Ufólogo Arthur Ferreira é um dos maiores nomes da
Ufologia no Brasil! Pesquisador sério. Rondinelli.
Fonte: http://www.otempo.com.br/interessa/pesquisador-narra-a-busca-de-ovni-s-na-serra-da-beleza-1.846959
sábado, 11 de junho de 2016
OVNI é fotografado a sobrevoar 'Rio Tinto' - Portugal
O misterioso Objeto Voador Não Identificado terá sido registado por Hélder Pinto, pelas 07:30/08:00 horas da noite do dia 8 de Junho deste corrente ano 2016.
Hélder registou o objeto com o seu Vodafone smart ultra 6 de 13 mpx.
O aparatoso objeto ainda por identificar terá criado algum furor nas redes sociais além de ter despertando atenção de alguns grupos de investigação Internacional pela qualidade e captura do misterioso objeto.
Hélder conta ao UFO Portugal que viu o objecto da qual somente teve tempo de ligar o telefone e realizar a fotografia.
Após uma caminhada rotineira do trabalho para casa, enquanto terminava o seu cigarro observou o misterioso objecto que se movimentava mais rápido do que um avião sem produzir qualquer ruído!
A foto foi realizada nas traseiras do Pingo Doce em Rio Tinto.
Se tiver alguma informação queira-nos contactar através do nosso e-mail ufo_portugal@sapo.pt
Hélder registou o objeto com o seu Vodafone smart ultra 6 de 13 mpx.
O aparatoso objeto ainda por identificar terá criado algum furor nas redes sociais além de ter despertando atenção de alguns grupos de investigação Internacional pela qualidade e captura do misterioso objeto.
Hélder conta ao UFO Portugal que viu o objecto da qual somente teve tempo de ligar o telefone e realizar a fotografia.
Após uma caminhada rotineira do trabalho para casa, enquanto terminava o seu cigarro observou o misterioso objecto que se movimentava mais rápido do que um avião sem produzir qualquer ruído!
A foto foi realizada nas traseiras do Pingo Doce em Rio Tinto.
Se tiver alguma informação queira-nos contactar através do nosso e-mail ufo_portugal@sapo.pt
Esta foto se real, poderá ser uma das melhores fotos no mundo do fenómeno OVNI.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
Segurança filma ovnis no Alasca com imagem impressionante
Na noite de 13 de Maio, no Alasca, um agente de segurança filmou uma luz estranha que parece estar dividido em objetos separados.
"Inexplicável": esta é a conclusão lapidada pela investigação da MUFON, a maior Associação de investigação OVNI nos EUA , que abordou este vídeo de um objeto brilhante filmado em Fairbanks, segunda maior cidade do Alasca a 13 de maio de 2016 , cerca de três horas. "Notei uma luz intermitente inicialmente pensei que era um avião diz a testemunha. Mas quando cheguei ao outro lado do edifício Morris Thompson, voltada para o leste, vi uma grande esfera brilhante ir direta para o chão, enquanto que a primeira luz ficou estacionária. "
A testemunha, que trabalha no setor de segurança, disse que estava “de patrulha” no momento do incidente.
Imediatamente começou a filmar este fenómeno com o seu smartphone, "eu estava muito animado por ver este fenómeno.
Infelizmente, a câmera não faz justiça à intensidade da luz que tem ainda perturbado a minha visão e me deu uma dor de cabeça.
A parte mais interessante do vídeo é entre 1'03 '' e 2'30. Mas a 3'20 '' Estou tão impressionado que eu deixei um 'wow'.
O objecto de repente se move à velocidade máxima antes de retornar à sua posição original.
Então, no final ele desaparece. "
No relatório da MUFON, o investigador Jessica Desmond observa que a testemunha não ouviu qualquer característica de ruído de um veículo a motor ou helicóptero como evidencia no vídeo.
"Os únicos sons audíveis eram o canto dos pássaros.
"Também enfatiza o efeito incomum de luz sobre a visão da testemunha, incapaz de fazer um balanço do objeto principal e forçado a assistir indiretamente no ecrã do smartphone. "
No entanto, o elemento mais interessante desta observação é a divisão dos supostos OVNIs vários elementos, pontos brilhantes que parecem resistir ao primeiro objeto antes de desaparecer.
No entanto, o elemento mais interessante desta observação é a divisão dos supostos OVNIs vários elementos, pontos brilhantes que parecem resistir ao primeiro objeto antes de desaparecer.
Este tipo de fenômeno é frequentemente descrito na literatura OVNI.
Em 2013 era registado um vídeo com características semelhantes a este ultimo em Boise, Idaho e enviado para MUFON.
A cena é semelhante em todos os aspectos para o oficial de segurança, três anos mais tarde, no Alasca.Tire as suas conclusões...
Fonte
Adaga no túmulo de Tutankamon é de ferro extraterrestre
Lâmina da arma cerimonial encontrada junto da múmia do faraó é feita do metal de um meteorito
A descoberta do túmulo de Tutankamon, em 1922, abriu uma nova era no estudo do Antigo Egito, mas passado quase um século, o túmulo do rapaz-faraó continua a ser fonte de surpresas para os cientistas. Desta vez, a novidade é esta: o ferro da lâmina de uma das adagas encontradas junto da múmia é extraterrestre. Mais de 3300 anos antes de Cristo, os construtores do túmulo usaram o material de um meteorito para homenagear o seu faraó morto, presenteando-o com um requintado objeto fúnebre que, literalmente, veio do espaço.
A descoberta foi feita por um grupo de investigadores italianos e egípcios, dos Politécnicos de Milão e de Turim, da Universidade de Pisa e do Museu Egípcio do Cairo, que usaram uma técnica não invasiva de espectrometria por fluorescência de raios X para analisar o material. E o que verificaram é que ele tem na sua composição os altos teores de níquel que só existem nos meteoritos, confirmando assim a origem extraterrestre do material da lâmina.
Encontrada em 1925, três anos depois da descoberta do próprio túmulo, a adaga, cujo punho está finamente decorado e recoberto a ouro, com um cristal incrustado, e que se encontra hoje depositada no Museu Egípcio do Cairo, chamou de imediato a atenção dos arqueólogos.
Por um lado, o ferro era muito raramente usado no Antigo Egito. Por outro, o seu aspeto era estranhamente homogéneo, e não havia sinal de ferrugem, como se seria de esperar num objeto de ferro que tinha estado mais de cinco milénios no túmulo, junto da múmia do faraó.
Durante décadas, especulou-se sobre a natureza do metal, colocando-se a certa altura a hipótese da sua origem espacial. Ela foi agora, justamente, confirmada no estudo publicado na revista científica Meteoritics & Planetary Science pela equipa coordenada por Daniela Cornelli, do Politécnico de Milão.
Os autores concluem que, dada a raridade do uso deste material no Antigo Egito - além deste, apenas um outro artefacto cerimonial encontrado num túmulo da mesma época, em Gizé, é feito de material meteorítico -, "o Antigo Egito atribuía um alto valor ao ferro dos meteoritos para a produção de objetos ornamentais ou cerimoniais de grande requinte, até ao século 14 a.C", como escrevem no artigo. "A alta qualidade da manufatura da lâmina da adaga de Tutankhamon demonstra uma capacidade precoce e bem sucedida de trabalhar o ferro nessa época [naquela região] ", concluem os autores.
Inf - DN
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Dois casos envolvendo pilotos e UFOs na Argentina em 1974
douglas A-4B exposto em Córdoba, semelhante aos envolvidos em dois estranhos eventos em 1974
Com um dia de diferença, caças da Força Aérea Argentina caíram em presença de objetos não identificados; um dos pilotos nunca foi encontrado
Em outubro de 1974 dois casos envolvendo caças Douglas A4B Skyhawk da Força Aérea Argentina chamaram a atenção, em dois incidentes que permanecem inexplicados até hoje. Os dois casos ocorreram durante testes preparatórios para a 26º Semana da Aeronáutica e Espaço. Em 23 de outubro o caça A-4B pilotado pelo tenente Jose Van Deer caiu nas proximidadea de Maria Teresa, ao sul da província de Santa Fé. Van Deer conseguiu se salvar utilizando o assento ejetável da aeronave. Entretanto, um grupo de testemunhas afirma ter visto um grande e desconhecido objeto antes do acidente. Fazendeiros nas redondezas igualmente disseram ter observado um avião militar seguido de um grande disco metálico, que desapareceu em questão de segundos.
Uma investigação militar analisou o local da queda e entrevistou as testemunhas, tentando identificar o que foi chamado de "veículo estrano, sem resultados. A própria atitude do tenente Van Deer chamou a atenção, quando telefonou a partir da estação de trem de Maria Teresa para membros da Força Aérea, descrevendo dificuldades mecânicas advindas de um fenômeno magnético. O véu do segredo logo envolveu o caso, e as testemunhas receberam ordens de não comentar o incidente. O próprio Jose Van Deer, embora tenha tomado cuidado em não divulgar sua experiência, foi removido do serviço algumas semanas depois de forma abrupta e sem explicações.
O segundo incidente aconteceu em 24 de outubro, no dia seguinte, envolvendo o capitão Eduardo Isern. Também voando um A-4B da Força Aérea Argentina, desta vez sobre o Rio Parana, nas proximidades de Rosario, subitamente ele experimentou um problema na turbina. Com a cidade tão próxima, Isern apontou o avião para o rio, na área de uma grande ilha nas proximidades. Ele então acionou o assento ejetor, porém o paraquedas não se abriu da forma apropriada, e aparentemente o capitão caiu no rio envolvido pelo tecido, desaparecendo nas águas. O fato é que Isern nunca foi encontrado, apesar das intensas buscas que sde seguiram. O impacto da queda do A-4B criou uma trilha de sete metros terminando em uma cratera, onde a aeronave explodiu.
PILOTO TRAGADO POR LUZ ESTRANHA?
O capitão Eduardo Isern
De acordo com as investigações do pesquisador Nicolás Ojeda, entretanto, algo muito diferente aconteceu. Várias testemunhas que preferiram permanecer anônimas afirmam que, em meio à queda, Eduardo Isern foi envolvido por uma luz compacta em pleno ar e pareceu ser tragado por ela, desaparecendo, e somente seu paraquedas caiu no rio. Há relatos de que sua família teria depois recebido uma carta, com a caligrafia de Isern, dizendo que estava bem e logo retornaria. Examinada por um especialista em grafologia, a carta de fato foi escrita por Eduardo Isern. Outras testemunhas apontam que, enquanto o acidente com Isern acontecia, um grupo de seis A-4B da Quinta Brigada Aérea, baseados em Villa Reynolds em San Luis, voaram direto para uma formação de nuvens. Após circulá-la como se procurassem algo, os caças penetraram na formação, e em seguida tornaram a sair, rumando para o Rio Paraná em fila. De acordo com o pesquisador argentino S. Corrales, o caso ainda tem vários elementos que necessitam elucidação.
Fonte:Ufos-Wilson
Com um dia de diferença, caças da Força Aérea Argentina caíram em presença de objetos não identificados; um dos pilotos nunca foi encontrado
Em outubro de 1974 dois casos envolvendo caças Douglas A4B Skyhawk da Força Aérea Argentina chamaram a atenção, em dois incidentes que permanecem inexplicados até hoje. Os dois casos ocorreram durante testes preparatórios para a 26º Semana da Aeronáutica e Espaço. Em 23 de outubro o caça A-4B pilotado pelo tenente Jose Van Deer caiu nas proximidadea de Maria Teresa, ao sul da província de Santa Fé. Van Deer conseguiu se salvar utilizando o assento ejetável da aeronave. Entretanto, um grupo de testemunhas afirma ter visto um grande e desconhecido objeto antes do acidente. Fazendeiros nas redondezas igualmente disseram ter observado um avião militar seguido de um grande disco metálico, que desapareceu em questão de segundos.
Uma investigação militar analisou o local da queda e entrevistou as testemunhas, tentando identificar o que foi chamado de "veículo estrano, sem resultados. A própria atitude do tenente Van Deer chamou a atenção, quando telefonou a partir da estação de trem de Maria Teresa para membros da Força Aérea, descrevendo dificuldades mecânicas advindas de um fenômeno magnético. O véu do segredo logo envolveu o caso, e as testemunhas receberam ordens de não comentar o incidente. O próprio Jose Van Deer, embora tenha tomado cuidado em não divulgar sua experiência, foi removido do serviço algumas semanas depois de forma abrupta e sem explicações.
O segundo incidente aconteceu em 24 de outubro, no dia seguinte, envolvendo o capitão Eduardo Isern. Também voando um A-4B da Força Aérea Argentina, desta vez sobre o Rio Parana, nas proximidades de Rosario, subitamente ele experimentou um problema na turbina. Com a cidade tão próxima, Isern apontou o avião para o rio, na área de uma grande ilha nas proximidades. Ele então acionou o assento ejetor, porém o paraquedas não se abriu da forma apropriada, e aparentemente o capitão caiu no rio envolvido pelo tecido, desaparecendo nas águas. O fato é que Isern nunca foi encontrado, apesar das intensas buscas que sde seguiram. O impacto da queda do A-4B criou uma trilha de sete metros terminando em uma cratera, onde a aeronave explodiu.
PILOTO TRAGADO POR LUZ ESTRANHA?
O capitão Eduardo Isern
De acordo com as investigações do pesquisador Nicolás Ojeda, entretanto, algo muito diferente aconteceu. Várias testemunhas que preferiram permanecer anônimas afirmam que, em meio à queda, Eduardo Isern foi envolvido por uma luz compacta em pleno ar e pareceu ser tragado por ela, desaparecendo, e somente seu paraquedas caiu no rio. Há relatos de que sua família teria depois recebido uma carta, com a caligrafia de Isern, dizendo que estava bem e logo retornaria. Examinada por um especialista em grafologia, a carta de fato foi escrita por Eduardo Isern. Outras testemunhas apontam que, enquanto o acidente com Isern acontecia, um grupo de seis A-4B da Quinta Brigada Aérea, baseados em Villa Reynolds em San Luis, voaram direto para uma formação de nuvens. Após circulá-la como se procurassem algo, os caças penetraram na formação, e em seguida tornaram a sair, rumando para o Rio Paraná em fila. De acordo com o pesquisador argentino S. Corrales, o caso ainda tem vários elementos que necessitam elucidação.
Fonte:Ufos-Wilson
Coronel da FAB relata seu avistamento de UFO
O coronel Marcelo relatou ao ufólogo Thiago Luiz Ticchetti o avistamento de um ovni, nos anos 70 sobre Passo Fundo (RS) quando iniciava uma decida de aproximação em direção a base aérea de Santa Maria RS enquanto pilotava uma aeronave de caça Embraer AT-26 Xavante. O coronel disse ter visto a sua direito uma luz muito forte e azulada, consultando o controle Curitiba o mesmo foi informado nada haver sido detectado, vejam a seguir a entrevista.
Embraer AT-26 Xavante semelhante ao envolvido no caso.
Subscrever:
Mensagens (Atom)























