segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ovni avistado em Mato Grosso "Brasil"

Foto:














Objeto não identificado foi fotografado por pessoas que passavam pela Salgadeira na Chapada do Guimarães

Lua, vênus, difração na luz, fraude. Muitas hipóteses mas nenhum consenso sobre o objeto voador não-identificado (ovni) fotografado esta semana na região da Salgadeira, em Chapada dos Guimarães.

A doutora em astronomia Telma Couto da Silva, da UFMT, levantou a possibilidade da foto ser resultado de um fenômeno chamado difração. "Muitas vezes aparecem figuras de difração em fotos de objetos brilhantes, tais como estrelas", explica a doutora.

O fenômeno poderia ter ocorrido, por exemplo, ao fotografar o planeta Vênus, que têm aparecido brilhando com muita intensidade nos últimos dias. No entanto, Vênus está visível no oeste, ao pôr-do-sol. A foto do ovni em Chapada foi tirada na direção oposta - leste.

"Em regiões com pouca luz, Vênus está lindo, logo após o Sol se por. O horário da foto coincide com o horário que Vênus está visível no céu nesta época, mas Vênus está próximo ao lado cardeal oeste. Se a foto foi tirada do leste, Vênus está descartado".

Telma Couto diz haver inconsistência no depoimento de uma testemunha, que afirma que o Sol estava em um ponto do céu (poente) e a Lua ainda não havia surgido. "A Lua estava na fase final de crescente e entrou em sua fase cheia ontem, dia 27 de maio. Portanto, Lua e Sol estavam quase em oposição. O Sol se ponto a oeste e a Lua nascendo do lado leste", observou.

Fenômeno ufológico

O psicólogo Ataíde Ferreira da Silva Neto é um pesquisador do assunto e afirma já ter presenciado coisas estranhas nos céus de Mato Grosso. Ele argumenta que os testemunhos desta semana somam-se a outros inúmeros casos de avistamentos na região.

"A foto mostra realmente ser um objeto que foge a explicações simplistas como avião, pássaro, satélite ou algo do gênero. E aparentemente o objeto é de proporções grandes para ser confundido com o planeta Vênus. Até o momento trata-se de mais um objeto voador não-identificado", diz Ataíde, que é presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas.

Ataíde Ferreira ressalta que, apesar do fenômeno UFO (Unidentified Flying Objects - ovni em português) ser um fato, ainda assim há muitas fraudes em fotografias ufológicas.

"Todavia, quando o fenômeno é registrado não apenas com fotos, mas especialmente observado por inúmeras testemunhas, passa a ser mais difícil ser contestado. Este é o caso destas fotos em Chapada".

O astrônomo amador Eduardo Baldaci também levantou a possibilidade da luz ter sido meramente um fenômeno físico.

"Pode ser a foto da Lua com uma refração da câmera. Porém, não se trata de um meteoro, pois me parece que ele ficou bastante tempo no céu", frisou Baldaci, levando em consideração as fotos tiradas no fim da tarde e também à noite. A explicação de Baldaci esbarra justamente nas testemunhas do fenômeno, que garantem que a Lua estava em outro ponto no momento do avistamento.


Fonte inf - http://www.primeirahora.com.br/

sábado, 26 de junho de 2010

Junta - te a nós






O Ufo Portugal dispõe de um forum no (yahoo) de caracter informativo, onde pessoas de várias nacionalidades colaboram na partilha de informação, de casos remotos até á actualidade.
Se gostas deste tema, entra e faz o teu registo e participa neste forum.
UFO_PORTUGAL-subscribe@yahoogrupos.com.br
Entra a bordo e participa...





Área 51 Submarina

Quando abordamos a Área 51 a primeira coisa que os vem á mente é o facto ocorrido em Roswell em 1947 Novo México.
A queda de um OVNI “Objecto Voador Não Identificado”.
Mesmo depois de muitas controvérsias e discordâncias é um tema que ainda na actualidade dá muito que falar e mantêm um certo cepticismo entre as pessoas e os próprios investigadores de Ovnis.
Porem á uma pergunta que paira no ar entre todos nós!
Se os OVNIS e querem estar entre os humanos, onde eles se abrigam e mantêm ocultos dos olhares da humanidade!
Bem, segundo variadas teorias estes podem se abrigar no espaço relativamente próximo ao Planeta Terra em particular na parte escura da Lua.
Seria um óptimo local e se bem que já existe a controvérsia da Apolo 11 ter visualizado estes durante a sua ida á Lua.
Outros defendem que se abrigam no interior da Terra denominados como os Intra Terrenos.
Á quem afirme e defenda que a Terra é “OCA”.
Porem discordo com esta opinião na totalidade e para isso basta pesquisarmos um pouco Geologia e entrar no mundo sísmico e vulcanismo para o entender de que está fora de questão.
E os Oceanos!
A Terra vista do espaço é azul. E não é à toa: aproximadamente ¾ da superfície do planeta são constituídos por água. Metade da superfície do Hemisfério Norte é coberta por água.
O Hemisfério Sul é praticamente água: 90% da sua superfície são cobertos por oceanos.
De uma forma generalizada são 90% de mistérios Oceânicos e de lendas desde os tempos mais primórdios.
Muito se fala de OSNIS “Objectos Submarinos Não Identificados”
Na verdade os OSNIS são OVNIS, muitas pessoas testemunham a entrada destes em aguas quer em oceanos quer em grandes lagos ou rios.
Aqui fica um breve caso bem conhecido e popular na tentativa de intercepção de um OSNI por parte da Marinha da Noruega.
- A 22 de Novembro de 1972, a marinha Norueguesa lançou cargas de profundidade contra um suposto objecto não identificado.
Essa operação utilizou 24 navios de guerra, diversos aviões de reconhecimento, assim como dois helicópteros britânicos.
O próprio ministro da defesa Johan Kleppe dirigiu as operações.
A 27 de Novembro a Marinha Norueguesa suspendeu as operações, dizendo que o submarino que se tinha escondido no fiorde de Sogne se tinha escapado.
Existem centenas de relatos desta categoria divulgados na Internet, todos eles despertam curiosidade como também alguns despertam muitas suspeitas.
De muitos relatos existentes um dos que chama demasiado atenção é o famoso Triangulo das Bermudas pelos seus inúmeros misteriosos, desaparecimentos de embarcações e mesmo aviões devido ao seu forte Campo Magnético.
Mas mesmo junto ao Triangulo das Bermudas existe algo que desperta muita curiosidade perante investigadores e residentes locais.
Refiro - me á Área 51 Submarina, ou designada como tal pelos investigadores.
Base Naval A.U.T.E.C (Atlanic Undersea Test and Evaluation Center)
Centro de Avaliação e Testes de Submarinos.
A Base Naval de A.U.T.E.C foi construída 1967 na Ilha Andros Bahamas.
Andros com quase 6 mil km2, é a maior e menos explorada ilha nas Bahamas.
Sendo Andros o local perfeito para a Marinha criar esta Base Militar distante dos muitos olhares curiosos.
Esta ilha está situada junto a uma das fossas oceânicas mais profundas com 1800 metros de profundidade, num autentico abismo
O que seria perfeito para o seu desenvolvimento de projectos secretos com armas exóticas para submarinos.
Desde a construção desta Base militar que surgem inúmeros relatos de OVNIS e mesmo de OSNIS por parte de pescadores e elementos da Patrulha Costeira locais.
E mais curioso e alguns investigadores acreditarem convictamente de ai existir uma base alienígena submarina, da qual sustentam ter uma parceria com os militares, ou parte deles, envolvidos em projectos secretos.
Veja este documentário do History Channel tire as suas dúvidas.









quinta-feira, 24 de junho de 2010

24 de Junho dia Mundial do OVNI



No próximo dia 24 de Junho, Dia Mundial do OVNI, comemorar-se-ão 63 anos desde a
...observação de Kenneth Arnold, de nove objectos a sobrevoarem as montanhas
Cascade no Estado de Washington, EUA, dando origem ao período designado por Era
Moderna da Ovnilogia.

Para assinalar esta data histórica, e integrado nas comemorações do 5.º
aniversário da sua constituição, a Sociedade Portuguesa de Ovnilogia em conjunto
com a Antagonista Editora, lançam a Colecção SPO, que resulta de uma parceria
com o
objectivo de elaborar uma colecção de livros dedicados ao tema.

O livro será apresentado e lançado, sábado, dia 26 de Junho, pelas 21h00, na
livraria "Les Enfants Terribles", no Cinema King, em Lisboa, e conterá com uma
breve
análise do livro seguida de uma tertúlia aberta a todos.


terça-feira, 22 de junho de 2010

Además de nosotros – Vaticano y los OVNIs Leave la comment



Como es tratada la existencia de vida extraterrestre por la Iglesia Católica

Recientemente, y de modo muy gradativo, Vaticano, representando la Iglesia Romana Apostólica Romana viene dando declaraciones acerca el fenómeno OVNI y la existencia de vida extraterrena en diversas publicaciones.

Diversos teólogos y algums de ellos en contacto con alguna dirigência papal afirman que los Ets, como así son popularmente llamados, son nuestros hermanos cósmicos, y que la existencia de los mismos no afectaría en nada la doctrina católica, pero el contrario, exaltaria aún más la obra divina del universo.
En sus dogmas y leyes religiosas, la iglesia siempre fue en el opuesto la ciencia. Siempre tuvo dificultad en aceptar los nuevos descubrimientos y el avance tecnológico hasta hoy no fue de mucha validez para las instituciones católicas.
Investigaciones recientes muestran que la iglesia católica viene perdiendo muchos fieles por estar como si normalmente dice, estar “parada el tiempo”.
Y lo que esto implica en la ufologia? Muchas cosas. Como sabemos, la ufologia atribuyó a los años de estudio un significado para los OVNIS. Son de origen extraterrena.
Esa idea de más civilizaciones en el universo meche con la moral y con el íntimo humano. De este modo, una institución tan conservadora tardó y mucho para aceptar la vida fuera de la Tierra. Pero lo que la iglesia aún no aceptó fue que estos nuestros “hermanos extraterrenos” estén entre nosotros, en sus naves y objetos no identificados. Una cosa que era de esperarse.

Montaje hecho para ilustrar de modo exagerado es claro algunas peculiariedades que vienen ocurriendo en Vaticano acerca OVNIS.


Las polémicas envolviendo la doctrina católica ante asuntos ufológicos

La iglesia ya tuvo que varias veces driblar teorías malucas sobre algunos hechos de su organización y de algunas peculiariedades.
Pero algunas teorías viene siendo discutidas hasta hoy, como por ejemplo, la cuestión de las aparições divinas.
Muchos teóricos dicen que fenómenos relacionados la aparição de ángeles, maria, jesus y otros santos sería nada más nada menos del que aparições de seres extraterrestres.
Como investigador serio que soy, no llevo en consideración estas teorías por tratar de un asunto que entra en el campo religioso, pero percibimos que un amplio debate es posible.
Nosotros sabemos que seas extraterrestres en diversas aparições emiten gran concentración de luz y muchas veces tiene una grande leveza corporal, lo que también ocurre en aparições divinas. Uno de los casos más estudiados para entender esta relación es el episódeo de Nosssa Señora de Fátima, donde tres niños avistaram la imagen de Maria de forma muy interesante.
Otra cosa notable en estos casos son las sensaciones experimentadas por los contactados, iguales en las narraciones religiosas y ufológicas.
La iglesia siempre se portó de modo muy contrario la cuestiones que disvirtuam su doctrina, y se estivésemos en la edad media, probablemente muchos irían para hoguera, hasta mi persona, simple divulgador del conocimiento. Finalmente, no estamos tratando de una religión cualquiera, ella es una de las más ricas y mayores instituciones del mundo, además de haber sido la mayor asesina de la historia. Infelizmente es verdad.

Aconteció recientemente

En Vaticano y en sus proximidades encontramos diversas embajadas, inclusive la embajada Americana que se destacó este mes.
El día 7 de Junio, aproximadamente cuatro horas de la madrugada , fueron avistados por tres soldados del décimo séptimo regimento aéreo , tres OVNIS pairando en los cielos de Roma encima de la cúpula de la catedral de São Pedro. Los militares excluyeron la posibilidad de ser avión comercial u otro medio de locomoção aéreaconhecida. Según ellos, los OVNIS eran puntos luminosos y hacían movimientos de arremeter muy rápido y estaban aproximadamente a 300m del suelo.
El hecho llegó la mídia y la policía local, causando baubúrdia, aún porque, el día anterior, día 6 de Junio, varios conductores avistaram en sus coches OVNIS en las mismas proximidades, algo muy curioso.

Todo esto muestra que realmente fenómenos anômalos vienen ocurriendo en el más pequeño territorio nacional del mundo. Pero finalmente, en cuál país eso no ocurre? Simplemente es algo global.

Vidio hablando del caso...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Fotos e Vídeo de possível Ovni assustam estudiosos

22/06/2010 - 01h00

Fotos e Vídeo de possível Ovni assustam estudiosos


imirante.com

Essas fotos foram tiradas do céu da Rússia ano passado. Parece uma mancha no céu, mas os garotos que fotografaram juram que a figura voava na velocidade de um avião.

Esse video também foi filmado no final do ano passado. Também em Moscou na Rússia. Pode se encontrar outras filmagens do mesmo círculo no céu da Rússia... Veja e tire suas próprias conclusões:

Aqui está um optimo exemplo em video, fica mesmo ao seu critério....

domingo, 20 de junho de 2010

Señales del robot ruso perdido en la Luna en 1971

Un robot controlado a la distancia que la Unión Soviética perdió en la Luna en 1971 está enviando señales, lo que muestra que aún funciona.



Los científicos consideran esta una enorme sorpresa.
Un equipo de físicos norteamericanos anunció que descubrió un objeto de la antigua Unión Soviética perdido en la Luna.
Se trata del Lunokhod 1, un robot que formaba parte de la misión no tripulada Luna 17, que aterrizó en el satélite natural en Noviembre de 1970. Durante 11 meses envió datos e imágenes para la Tierra, pero a 14 de Noviembre de 1971 simplemente se desconectó.

El silencio terminó ahora y los científicos consiguieron recibir señales del Lunokhod 1, a través del reflector del robot.
Los especialistas se muestran muy admirados, una vez que extrañan que un objeto antiguo, cubierto de poeira lunar, aún consiga funcionar.
Uno de los responsables por el descubrimiento, de la Universidad de San Diego UC, explica que fue apuntado "un láser para la posición del Lunokhod 1 y quedamos estupefactos por el poder de la reflecção". Esta respuesta significa que el robot "habla alto y claro".

Ufología: Abducciones. Verdades y mentiras de los Encuentros en la Cuarta Fase

Textos David Benito Del Olmo

La película The Fourth Kind (La cuarta fase), que llega en estos días a los cines de nuestro país, ha reabierto el debate sobre el controvertido fenómeno de las abducciones. Aunque han pasado casi 50 años desde que se produjo el primer caso –el presunto rapto del matrimonio Hill–, aún seguimos sin saber qué pasó aquel 19 de septiembre de 1961. Sin embargo, ahora se han conocido nuevos y desconcertantes datos sobre la que podría ser la abducción del siglo XX.

A finales de agosto de 2009 se lanzó en Estados Unidos el tráiler del filme The Fourth Kind (La cuarta fase), que se estrena en España en estos días. En él aparecía la conocida actriz Mila Jovovich anunciando que interpretaría el papel de la doctora Abigail Tyler, una psicóloga que durante la década de 1960 llevó a cabo una investigación sobre personas desaparecidas –supuestamente abducidas– en Nome (Alaska, EE.UU.). Y también explicaba que la película era una dramatización de hechos reales que se habían producido en 2000. Sin embargo, nada más hacerse públicos estos datos se desató la polémica. Había detalles que no encajaban. Si bien era cierto que se habían producido las citadas desapariciones, el FBI nunca confirmó que se debieran a abducciones, como se refleja en la película. Asimismo, en el filme se intercalan supuestas imágenes reales grabadas por la propia doctora Tyler en el transcurso de las sesiones de hipnosis realizadas a los presuntos abducidos con imágenes dramatizadas que reproducen este tipo de situaciones. Parecía evidente que la productora intentaba desarrollar una campaña de marketing tipo El proyecto de la bruja de Blair, pero había varios “fallos” que, si bien podían pasar desapercibidos al público en general, no lo fueron para los amantes de la ufología. Al rastrear en Internet a la doctora Abigail Tyler aparecían algunas referencias suyas. Pero las páginas en las que se la mencionaba eran sitios web demasiado “artesanales” y escasos de contenido. Una de estas webs, llamada Medical Journal, cuya existencia era desconocida hasta para expertos en psiquiatría, publicaba diferentes estudios sobre psicología y psiquiatría. En otra se podía acceder a la biografía de la misteriosa doctora y se dejaba entrever que la psicóloga se hallaba estudiando los desórdenes del sueño. Otra de las webs publicaba el currículo de la doctora Judy Pearson –una supuesta colega de la doctora Tyler–, en el que se afirmaba que era experta en hipnosis. También figuraba su teléfono, pero cuando intentamos llamarla saltó un contestador y nadie devolvió las llamadas. Por otra parte, circulaban en la Red webs de presuntos periódicos y agencias de noticias en los que se recogían detalles sobre supuestos trágicos sucesos acaecidos en la vida de la enigmática doctora Tyler. Sin embargo, como era de esperar, cuando se estrenó el filme en Estados Unidos todas estas páginas dejaron de estar activas. Además, en la película aparecen imágenes que, según se decía, fueron grabadas por la propia policía, pero esto no es cierto. Son claramente recreaciones. Otro de los detalles a valorar tiene que ver con el desenlace del filme, que se cierra de tal modo que, después de verlo, nadie puede llegar a contactar con ninguno de los presuntos implicados. Y una última curiosidad: la película comienza con una entrevista del director de la misma, Olatunde Osunsanmi, a la supuesta doctora Tyler. Junto a ellos se observa un logotipo que pertenece a la Universidad Chapman (EE.UU.), donde, por cierto, estudió Osunsanmi. Pues bien, nada más divulgarse el trailer, la universidad publicó un comunicado desligándose de todo el asunto.

50 años de abducciones


Dejando el marketing a un lado, si algo ha conseguido La cuarta fase es que se reabra el debate sobre la verosimilitud de las supuestas experiencias que afirman haber protagonizado miles de personas en todo el mundo. Ha pasado casi medio siglo desde que dieron comienzo las “abducciones alienígenas” con el caso del matrimonio compuesto por Betty y Barney Hill, aunque, según Budd Hopkins, “padre” de la investigación de este fenómeno, existen crónicas aún más antiguas que se remontan a la década de 1920. Al principio de la aparición de estos supuestos raptos, la opinión pública se dividía entre el miedo y el escepticismo. Rondaba el fantasma de los contactados, que describían historias que iban más allá de las películas de ciencia ficción. Pero con el paso de los años los investigadores fueron recopilando casos similares al del matrimonio Hill y comenzaron a estudiar este asunto con datos sobre la mesa. Tanto el investigador Budd Hopkins como el doctor Richard Haines idearon métodos para analizar más a fondo los testimonios que les llegaban. A finales de los ochenta Hopkins publicó Intruders: the Incredible Visitations at Copley Woods (Intrusos: las increíbles visitas a Copley Woods. Edaf), una obra en la que se daba a conocer una polémica hipótesis: a los presuntos secuestrados –además de someterles a tediosas pruebas médicas para extraerles esperma y óvulos– se les hacía entrar en contacto con seres que habían nacido de las muestras que les habían sustraído. No obstante, siempre ha habido estudiosos de la psiquiatría y la psicología que han atribuido este fenómeno a la propia mente, algo que ya hizo Benjamin Simon,el psiquiatra que llevó el caso del matrimonio Hill y que nunca creyó su historia, pues pensaba que se hallaba ante una fantasía compartida.

Han pasado los años y el número de supuestas abducciones ha aumentado considerablemente, pero, a pesar de ello y de las “pruebas materiales” aportadas por los testigos, el fenómeno sigue enfrentando a defensores y detractores. Aunque continúa sin haber pruebas concluyentes que avalen su existencia –y dejando a un lado la hipótesis que sugiere que se trata de una “representación teatral” de nuestra mente–, hay quien cree que utilizando la hipnosis es posible completar los “tiempos perdidos” que afirman haber experimentado la mayoría de los testigos. Muchos de ellos, tras someterse a regresiones hipnóticas, descubren que supuestamente han estado dentro de un extraño habitáculo con seres extraterrestres y que, además, han sido sometidos a complejas pruebas médicas (esto también ha ocurrido en algunos casos de pacientes que presentaban fobias de origen desconocido).

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Ufología: Entrevista a Julio Marvizón, pionero de la investigación OVNI: “No creo que los extraterrestres utilicen la ouija para comunicarse”

Textos Moises Garrido Vázquez

Veterano meteorólogo, estudioso de la parapsicología y conocido por sus investigaciones sobre el fenómeno OVNI, Julio Marvizón comenzó a interesarse por estas materias a raíz de una experiencia personal que le marcó de por vida. Su afán por saber qué se esconde detrás de los ovnis y otros sucesos anómalos le ha convertido en uno de los mayores expertos en estas disciplinas. MÁS ALLÁ le ha entrevistado a propósito de la publicación de su último libro.

El veterano meteorólogo y ufólogo Julio Marvizón
Es evidente la enorme importancia que la ufología andaluza tuvo en los años sesenta y setenta del pasado siglo. En pleno apogeo del fenómeno OVNI, cuando la casuística alcanzaba cotas más que considerables y los medios de comunicación comenzaban a prestar un inusitado interés hacia la cuestión, en distintas localidades andaluzas, y más concretamente en la provincia de Sevilla, un nutrido grupo de jóvenes entusiastas de los ovnis fueron concentrándose en torno a la destacada figura del umbreteño Manuel Osuna Llorente, considerado el pionero de la ufología andaluza. Nombres como Ignacio Darnaude (MÁS ALLÁ, 241), Joaquín Mateos, Manuel Filpo, Rafael Llamas... y colectivos como el Grupo GEOS (de Gerena y Olivares), la Agrupación de Estudios sobre Objetos No Identificados (AEONI), la Agrupación de Investigadores Aficionados sobre Astronomía (ADIASA) o la Red Nacional de Corresponsales (RNC) se encargaron de hacer una ingente labor de recogida de casos por todo el sur de España con entrevistas a testigos y vigilancia nocturna de los cielos en aquellas zonas más calientes en avistamientos de ovnis. La denominada “investigación de campo” se convirtió en el objetivo primordial de aquellos locos aventureros que salían ilusionados a perseguir luces extrañas. Así, el Aljarafe sevillano, el Coto de Doñana, la sierra de Aracena y el Condado onubense se convirtieron en puntos geográficos de constante peregrinación ufológica. Y uno de los más estrechos colaboradores del ilustre Manuel Osuna fue, sin duda, el prestigioso ufólogo Julio Marvizón Preney (Sevilla, 1942).

El propio Osuna llegó a decir de él que “su gran preparación científica y habilidosa manualidad representó nuestra mejor garantía de sensibilidad receptora”. Actualmente, Julio se encuentra promocionando su nuevo libro, La verdadera historia del condesito (Probable contacto tecnológico con seres extraterrestres) (Ediciones Giralda, 2009).

Julio Marvizón cursó estudios de Ingeniería Industrial Superior. En 1964 se presentó a la oposición al Cuerpo Especial Técnico del Instituto Nacional de Meteorología y obtuvo el número uno de la oposición y de la promoción de 1966. En septiembre de ese año se incorporó al Centro Meteorológico de Sevilla, donde prestó sus servicios como meteorólogo durante 30 años. Por sus colaboraciones en Radio Sevilla (Cadena SER) y en Canal Sur TV (RTVA), es conocido como el “hombre del tiempo de Andalucía”. Marvizón ha compartido su labor profesional con su gran afición a la ufología y la parapsicología, iniciada hace cincuenta años. En diciembre de 1977 fue ponente del I Congreso Nacional de Ufología, celebrado en Barcelona. Ha sido director y conferenciante de los tres Cursos de Paraciencias realizados en el Colegio Oficial de Médicos de Sevilla. Es además, miembro asociado al Centro Internacional de Sindonología de Turín y del Centro Español de Sindonología de Valencia.

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¿Quién construyó las pirámides? Nuevas pistas sobre un enigma sin resolver

Más Allá de la Ciencia nº 253

Textos Nacho Ares

La pregunta de cómo se construyeron las pirámides parece estar en un segundo plano después de plantear la cuestión no menos sugerente de quién las erigió. Hay nuevos datos.

El enigma de cómo se construyeron las pirámides de la meseta de Giza (Egipto) hace casi 4.500 años parece no tener importancia ya. Los arqueólogos se han rendido a la evidencia de que, hoy por hoy, resulta muy complicado dar con la clave ante la falta absoluta de evidencias. Así, las líneas de investigación se han orientado en otro sentido: buscar las tumbas de los obreros y, entre sus restos, intentar aclarar tan escurridizo enigma.

Último hallazgos en Giza


Las nuevas tumbas descubiertas en la meseta de Giza, al sur de El Cairo (Egipto), confirman algo que, desde que apareció el primer sepulcro en el año 1989, ya se sabía: las pirámides no fueron construidas por esclavos, sino por obreros cualificados. La idea romántica de un faraón Keops tirano, propiciada en parte por algunos autores antiguos, como Heródoto, y apoyada también por el error al que lleva la lectura literal de algunos mitos bíblicos, hizo que durante generaciones muchas personas creyeran que las pirámides fueron construidas por prisioneros. Y nada más lejos de la realidad. En las recientes excavaciones se han descubierto las tumbas de los obreros que debieron de participar en la construcción de las dos pirámides más antiguas de la Meseta, las de Keops y Kefrén, a principios de la IV Dinastía. Estos sepulcros están formados por simples pozos en los que se han depositado decenas de cuerpos pertenecientes a los jornaleros, que han llegado en buen estado hasta nosotros debido a la sequedad del ambiente. Junto a los cuerpos los arqueólogos han encontrado ofrendas en forma de jarras para contener pan y cerveza que el difunto usaría como alimento en el Más Allá. En palabras de Zahi Hawass, secretario general de las Antigüedades de Egipto, “estas tumbas fueron construidas al lado de la pirámide del rey, lo que indica que esta gente no era de ninguna manera esclava. Si hubiesen sido esclavos, no se les habría permitido erigir sus tumbas junto a la de su monarca”.

Descubrimiento casual


La necrópolis se encontró de forma casual en el año 1989 cuando una turista estadounidense cabalgaba por la zona sur de la meseta de Giza. Las patas del animal se hundieron en la arena dejando al descubierto el interior de una tumba. En el lugar, separado de la necrópolis real formada por los conjuntos funerarios de las tres pirámides de Keops, Kefrén y Micerinos por un gran muro de piedra (“el Muro del Cuervo”), se han hallado hasta ahora centenares de tumbas de la IV Dinastía y algunas de comienzos de la V. Aparte de miles de vasijas y ajuares sencillos, los sepulcros también han conservado los restos de multitud de personas. Muchas de ellas presentaban varias deformaciones en la espalda que han sido interpretadas por los paleopatólogos como producto del transporte de los grandes bloques de piedra usados en la construcción de las pirámides. Sin embargo, lo sorprendente es que estas dolencias también se manifiestan en los cuerpos de las mujeres, muchas de ellas dedicadas al culto de la diosa Hathor. Si, además, se tiene en cuenta que los templos mortuorios levantados al pie de las pirámides durante la IV Dinastía estaban dedicados a esta divinidad femenina, todo parece indicar que los “constructores de las pirámides” podrían quedarse en simples constructores de templos anexos. Los títulos de estos personajes importantes así lo demostraban: “director de los trabajos del rey”, “director de los trabajadores”, “inspector de los artesanos”, “director de los proyectistas” y “observador de la cara de la pirámide”. Todos ellos correspondían a funcionarios del mantenimiento de la necrópolis años después de que se construyeran las pirámides. Sin embargo, por primera vez, los hallazgos de nuevas tumbas retrasan la datación de esos sepulcros a épocas contemporáneas a la construcción de los monumentos, lo que puede abrir nuevas puertas a la investigación.

Un cementerio... con sus ciudad


Más al Este, cruzando el Muro del Cuervo, se encuentra la llamada “Ciudad de los Constructores”. Allí el egiptólogo estadounidense Mark Lehner lleva más de una década realizando un trabajo magnífico, sacando a la luz los restos de la ciudad que posiblemente habitaran en el Imperio Antiguo los obreros que trabajaban en los monumentos de Giza. Desde hacía décadas se sabía que en algún lugar de esta Meseta debía de estar el emplazamiento en el que vivían las personas que trabajaban en la propia planicie, convertido con el paso de los años en casi una nueva ciudad. Desde su descubrimiento, Lehner ha puesto de manifiesto la presencia de una cultura sofisticada. Entre los hallazgos cabe destacar cientos de panaderías, comedores, dormitorios, viviendas y edificios públicos. Todos ellos proporcionan algo más de información sobre este lugar y sobre la vida cotidiana de los egipcios en el Imperio Antiguo.

El último secreto de la Gran Pirámide



El manido canal sur de la Cámara de la Reina en la Gran Pirámide está siendo investigado por dos equipos científicos diferentes. Uno de ellos pertenece a la Universidad de Singapur y otro, quizá el más activo, a la Universidad de Manchester (Reino Unido). Este último realiza pruebas en laboratorio sobre el proceso que habría que seguir para traspasar la primera puerta y poder perforar la segunda con el fin de conocer qué hay detrás de ella. En el año 1993 el alemán Rudolf Gantenbrink descubrió en el canal sur, a unos 65 m de profundidad, una pequeña puerta de las mismas dimensiones que el pasadizo, 20 x 20 cm. En 2002 el Consejo Superior para las Antigüedades de Egipto y National Geographic llevaron a cabo una primera exploración al perforar la primera puerta de Gantenbrink. Tras ella apareció una segunda puerta sellada que ahora espera a ser atravesada para conocer su misterioso secreto.

MÁS ALLA de la ciência

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quarta-feira, 24 de março de 2010

CIA Y LOS OVNIS

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Este capítulo, dedicado a explicar la forma con que la Fuerza Aérea de los Estados Unidos intentó de todas las maneras ocultar las evidencias del fenómeno ÓVNI - recurriendo, en algunos casos, a la ridicularização de valiosas testigos - no podría ser concluido sin relatar la parte que cupe, en esa trama, a la cia (Céntrica Inteligence Agency), el servicio de espionaje del país. Según las declaraciones del major Donald Y. Keyhoe, en su último libro Aliens from Space ("Alienígenas del Espacio"), publicado en inglés en enero de 1975 y aún no editado en ningún otro idioma (?), la CIA constituye el "verdadero poder invisible" por detrás del secreto ÓVNI. Aunque pocos sepan, la CIA tiene autoridad sobre los departamentos de inteligencia de todas las organizaciones militares de los Estados Unidos. Su influencia sobre los co-mandantes del Ejército, de la Fuerza Aérea, de la Marina de Guerra y de la Infantaria de la Marina es enorme, pudiendo, además de eso, aún sin poseer control total, ejercer presión sobre la FAA (Administración de la Aviación Federal), la Coast Guard, la Comisión Federal de Comunicación y también sobre la mayoría de las otras organizaciones del gobierno, con excepción del FBI (Federal Bureau of Investigation).
La CIA se encargó de las investigaciones iniciadas por la Fuerza Aérea en 1953, o sea, después que el vice-almirante R.H. Hillenkoetter abandonó su cargo de director.
Desde entonces, la Agencia Céntrica de Inteligencia viene usando todo su poder para mantener el secreto del fenómeno OVNI bajo el dominio de la Fuerza Aérea, ante el Congreso, la prensa y el público.
"No es esta una tentativa de crucificar la CIA", dije el major Keyhoe, como se fuera posible ocurrir esta idea a alguien; pues sus jefes, forzados a tomar una decisión muy seria, decidieron, equivocadamente o no, de la manera que juzgaron más conveniente para la nación.
Pero, cualquiera que haya sido la razón, tanto la CIA como la Fuerza Aérea llevaron los Estados Unidos a una perigosíssima situación - que difícilmente podría ser peor, si a programaron con malas intenciones.
En su informe, Keyhoe detalla numerosos casos en que la CIA trató de paralizar la investigación de importantes observaciones de OVNIs - entre ellas, la ocurrida en abril de 1952, cuya testifica fue el entonces secretario de la Marina de los Estados Unidos, almirante Dan Kimball, que describió así su encuentro con dos OVNIs, mientras volaba para el Havaí: "Su velocidad era sorprendente: mis pilotos calcularon entre 1500 y 2000 millas por horas (2.400 a 3.200 km por hora). Los objetos circundaron dos veces 1 nuestro avión e inmediatamente se alejaron rápidamente para el Este.
Por detrás de nó se encontraba otro avión transportando el almirante Arthur Radford, para quien envié un mensaje de radio sobre el OVNI. Casi en la misma hora, el pilot del almirante Radford nos respondió, excitado: "Los OVNIs están volando en círculo a nuestro redor. Cubrieron en menos de dos minutos las 50 millas qu nos separan, y en pocos segundos nos abandonaron y desaparecieron." Al aterrizar en el Havaí, el secretario de la Marina envió uno informe por radio Fuerza Aérea encargada oficialmente de la investigación del fenómeno OVNI. Truman: empecilho a aquellos que deseaban ocultar el fenómeno UFO en los EUA.
Cuando regresó Washington, el almirante Kimball envió uno de su ajudantes para consultar la Fuerza Aérea sobre la acción tomando con base en si testimonio. La respuesta fue esa: "ES contra las órdenes discutir los análisis del casos OVNIs, aún nos de observaciones testificadas personalmente."
Esta respuesta constituyó un indesculpável error, pues Kimball era un hueso dur de roer y de inmediato ordenó que la Marina iniciara una investigación própri del fenómeno OVNI.
En esa investigación, los detalles de la observación fueron controlados minuciosamente. Más tarde, investigaron también el caso ocurrido con el fotógrafo de la Marina Delbert C. Newhouse, el día 2 de julio de 1952 (el llamado si Utah). Él avistou y filmó un gru-po de doce o catorce OVNIs que manobravam en gran velocidad cerca de Tremon-ton. La Marina consideró esta película coloreada como verdadero, juzgando ser imposible simular las maniobras que realizaban los OVNIs filmados.
Durante todo ese tiempo, la CIA vigiló estrechamente el fenómeno OVNI y las operaciones de la Fuerza Aérea. Esto - según lo que informó el almirante Hillenkoetter, ex-director de la CIA , la Keyhoe - ocurría desde el año de 1948, cuando era director de la Central de Inteligencia.
En 1952, sin conocimiento de la Marina ni de la Fuerza Aérea, la CIA estaba sólidamente empeñada en mantener oculto el tema OVNI, y cuando sus directores tomaron co-nhecimento de la investigación conducida por la Marina y de las conclusiones de esta Arma sobre la "Película de Utah", decidieron que deberían colocar obstáculos al almirante Kimball.
Sabiendo que presionar Kimball podría hacer con que él tuviera una reacción violenta y, en franco desafío, no sólo intensificara la investigación como también decidiera dar publicidad a todas importantesevidencias sobre la existencia de los OVNIs que la Marina posee, la CIA decidió recurrir a la intervención del 2presidente de los Estados Unidos, Harry S. Truman, solicitándole que ordenara a Kimball el cessamento de sus investigaciones sobre el fenómeno OVNI.
Sin embargo, este plan falló rápidamente, pues llegaron a la conclusión de que provocarían la reacción del presidente y, enseguida, de Kimball. Consecuentemente, la CIA decidió esperar la elección presidencial de noviembre.
La victoria del general Dwight D. Eisenhower alivió la Central de Inteligencia, pues el almirante Kimball sería evidentemente sustituido por un republicano que decerto avitaria atritos entre la Marina y la Fuerza Aérea. La elección de Eisenhower garantizó mayor libertad de acción a la CIA. Aún con la situación controlada, la CIA sabía que otros problemas con la Marina aún podrían acontecer.
Como no considerara la Fuerza Aérea suficientemente fuerte para controlar la situación, el servicio norteamericano de espionaje decidió tomar las rédeas del plan de ocultar el secreto, desplazando la Fuerza Aérea y estableciendo de vez una estrecha censura, para eliminar las creencias del público sobre los OVNIs.
Con esta finalidad, la CIA organizó una reunión con la Fuerza Aérea y un grupo de científicos. Se suponía que en tal reunión se haría un minucioso y objetivo examen de los informes y observaciones de OVNIs verificados. "En la realidad", continúa el major Keyhoe, "los científicos escogidos por la CIA cómo invitados para la reunión eran conocidos como descrentes de la existencia de los OVNIs. La mayoría, inclusive, no poseía ni el más remoto conocimiento sobre el tema, y no pou-cos lo consideraban totalmente sin sentido."
Desde los agentes de la CIA detenían plena autoridad, pudiendo limitar y ocultar las evidencias, y conducir los científicos para un veredicto totalmente negativo, los directores de la Central de Inteligencia no dudaron que así fuera ocurrir.
La mayoría de los oficiales de la Fuerza Aérea del grupo se oponía al secreto, por lo menos en carácter particular.
Pero la CIA engenhosamente consiguió convencê- los de que la preo-cupação verdadera de la Central de Inteligencia era precisamente con relación a la creciente censura, diciendo considerarla peligrosa. Completamente desprevenidos sobre las verdaderas intenciones de la CIA, los oficiales de la Fuerza Aérea esperaban que ella les presentara pruebas irrefutáveis de la existencia de los OVNIs, lo que haría con que tanto los científicos como los miembros de la Fuerza Aérea y de la Central de Inteligencia se unieran para decidir terminar con el secreto. Pero esto no aconteció.
Entre los oficiales de la Fuerza Aérea invitados a la conferencia se encontraban major Dewey Fournet, del Estado-Mayor, que tuteaba como supervisor del Proje OVNI, el capitán Edward J. Ruppelt y otros oficiales de la Fuerza Aérea: el gener Wright-Patterson, dos coroneles de la dirección de inteligencia y Albert M. Cho encargado de la oficina de prensa del Proyecto OVNI. Sin que la CIA sospechara, seis semanas antes de la conferencia el major Fournet varios otros oficiales del Estado-Mayor de la Fuerza Aérea trabajaron secretamente en un plan para desvelar el misterio OVNI.
Transladación; Portugues / Español

Possível aparição de um Pterodactilo em Papua Nova Guiné?

Tradução da descrição do vídeo
"Durante um feriado em Papua Nova Guiné com minha esposa, eu filmei esta criatura voadora. Isso é semelhante a um passarinho de uma certa distância, mas quando ele sobrevôou diretamente sobre nossas cabeças nós o vimos bem maior (envergadura de mais ou menos 10 pés [equivale a 3 metros]) e não tinha penas. Esta é a primeira parte quando eu peguei minha camera enquanto ele estava exatamente sobre nossas cabeças."
Curiosidades:
Alguém no YouTube comentou isto: “É um tipo de dragão, este é conhecido como “Wryvern”. Menor do que os maiores dragões e escapou de ser morto devido à sua habilidade em voar e por causa de sua natureza tímida.”


"Minha esposa e eu filmamos esta larga criatura voadora na praia perto do resort Praia Malásia em Papua Nova Guiné. As asas eram lisas e pontiagudas sem penas e a cauda era longa e lisa como uma cauda de uma ratazana."
Fonte inf - http://portugalparanormal.com/index.php?PHPSESSID=64795ffc77e3cab9c60a503779643f31&topic=4887.0

Não será esta ave!!!


Acredito que exista alguma confusão com esta ave.

OVNI: A incrível declaração do ex- Vice Primeiro-Ministro do Canadá, Paul Hellyer

23/03/2010 - 13h18 ( Tradução: ProvaFinal2012)
Imagem(s): Divulgação

Discurso do Ex-Vice-Primeiro-Ministro do Canadá

"Eu gostaria de estar de bom humor, mas não estou.

Nós dirigimo-nos para a destruição do nosso planeta, e eu acho que não fazemos caso algum disso.

Décadas atrás, visitantes de outros planetas vieram nos avisar sobre a direção que tínhamos tomado e ofereceram-nos ajuda.

Mas ao invés disso, nós, ou pelo menos alguns de nós, interpretaram suas visitas como uma ameaça e decidiram "disparar" primeiro e perguntar depois.

O resultado inevitável é que alguns dos nossos aviões foram perdidos. Mas quantas dessas perdas se devem as medidas de retaliação, e quantas são, de fato, o resultado da nossa própria estupidez, é um ponto discutível.

Wilbert Smith, um dos primeiros canadenses a ter tido um interesse ativo no estudo de OVNI´s, pediu aos visitantes as razões da destruição acidental de um avião que voava nas proximidades de uma de suas naves.

A resposta foi que, se alguns de nossos aviões conheceram um triste fim, foi resultado da incrível estupidez por parte dos nossos pilotos, eles tomavam medidas corretivas para evitar os nossos aparelhos.

Perguntei-lhes o que tinha acontecido e eles disseram: "Bem, os campos a volta das naves, que asseguram assim a propulsão produzindo gravidade diferencial, produz, por vezes, devido ao diferencial do campo temporal necessário ao movimento, combinações de campos que reduzem a resistência dos materiais para o ponto onde eles já não são suficientes para suportar as pressões para que foram calculados."

Como sabemos agora, alguns aviões, especialmente de tipo militar, foram construídos com um fator de resistência relativamente baixo, e nas juntas da estrutura, os materiais já não eram suficientemente resistentes para suportar as tensões mecânicas induzidas , e os aviões, simplesmente, desfaziam-se.

Isso não satisfez os nossos chefes militares que devem ter pensado que era mais importante garantir a superioridade nuclear americana - mesmo que usá-la possa resultar na nossa própria destruição - do que aceitar a sugestão dos visitantes e começar a eliminar o risco para o planeta de um holocausto global.

Os militares foram, e ainda são, tão paranoico que acham que é melhor usar a tecnologia dos visitantes para forçá-los a retirarem-se ao invés de aceitá-los como parceiros de desenvolvimento - embora tenham sido ajudados por alguns renegados que os assistiram no que podemos perceber como progressos diabólicos.

Stephen Bassett, diz que falar de OVNI faz parte do passado, agora devemos falar de Exopolítica. Em teoria concordo, mas na realidade, temos um problema porque a política oficial dos Estados Unidos afirma que os OVNI´s não existem.

O véu do sigilo deve ser levantado agora, antes que seja tarde demais.

É irônico que os Estados Unidos tenham começado uma guerra devastadora - supostamente à procura de armas de destruição maciça - enquanto os desenvolvimentos mais perturbador nessa área ocorrem nos bastidores.

É irônico que os Estados Unidos possam empreender guerras monstruosamente caras no Iraque e no Afeganistão - supostamente para levar a democracia a esses dois países - enquanto que a própria não pode legitimamente reivindicar ser chamada de uma democracia quando triliões de dólares são gastos em projetos em que o Congresso e o comandante-em-chefe, são deliberadamente mantidos afastados.

O que foi realizado em sessenta anos de atividade febril por algumas das mentes mais instruídas dos Estados Unidos?

Será que a América desenvolveu discos voadores que são indistinguíveis das dos visitantes, como alguns afirmam?

E se assim for, o que se propõem a fazer com eles?

De uma maneira mais crítica ainda, que progressos foram feitos no desenvolvimento de fontes de energia não poluentes, que podem substituir os combustíveis fósseis e evitar, assim, que o planeta se torne impróprio para a vida?

Quem tem as respostas? Alguns, mas aparentemente eles não dizem nada, nem aos secretários de Defesa, nem aos Presidentes, porque esses não precisam de saber.

Numa história relatada pelo Dr. Stephen Greer, o presidente Clinton quando foi questionado por Sarah McClendon, uma repórter da Casa Branca, sobre o porquê dele não fazer nada sobre a divulgação do fenômeno OVNI, respondeu "Sarah, há um governo dentro do Governo e eu não o controlo."

Desculpem-me, mas será que o comandante-em-chefe, ou seja, a pessoa que tem o controle do fogo nuclear, não tem o direito de saber o que os seus subordinados andam a fazer? ...

Os cidadãos dos Estados Unidos, que pagaram as faturas, têm o direito de saber.

Os Cidadãos do mundo tem o direito de saber porque, para os nossos descendentes, também, o perigo mortal está aqui.

É hora de o povo dos Estados Unidos lançarem uma nova guerra contra o flagelo da mentira, do engano, das trevas, e todos estão envolvidos, a fim de ganhar a vitória da verdade, da transparência e da luz."

Honorável Paul Hellyer

(Discurso proferido a 19 de Abril de 2008)


http://www.agoravale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=22276&cod=1

terça-feira, 23 de março de 2010

OPINIÕES; VÁRIAS LUZES DURANTE TERRAMOTOS














TRIBOLUMNISCENCIA E MICHAEL PERSINGER
Triboluminiscencia: O fenômeno luminoso próprio dos terramotos.

Ainda que não é do todo conhecido pela ciência, o fenômeno lumínico azulado que sucede durante terremotos e outros movimentos tectónicos, se pensa que é produto da reação com o Nitrógeno atmosférico similar ao que ocorre durante as auroras boreales e diferentes ao estallido de transformadores do tendido elétrico.
A base de dados Wikipedia explica que a triboluminiscencia se produz quando chocam as placas tectónicas pressionam ao cuartzo e a outros cristais em certas regiões e por breves períodos. Isto causa que os enlaces atômicos, ao se romper, produzam plasmas.
Outra teoria:
Faz três décadas Michael Persinger, psifisiólogo canadense da Universidade de Sudbury, Ontario, demonstrou estatisticamente a relação existente entre os movimentos sísmicos e os fenômenos luminosos desconhecidos.
Hoje em dia esta teoria para explicar o fenômeno Ovni não está esquecida, e menos quando os dados comparativos nos dizem claramente que os Ovnis aparecem justamente nos dias próximos aos movimentos subterrâneos de terras e rochas .
A começo dos anos 60 Persinger declarou em diferentes meios informativos e cátedras universitárias que em áreas com falhas geológicas e atividade sísmica notável se produziam com maior freqüência observações de Ovnis.
A teoria denominada “Tectonic Strain Theory of Ufos” explicava como as tensões produzidas por rochas subterrâneas durante os movimentos sísmicos provocam uma descarga de energia luminosa de composição piezoeléctrica que se manifestaria em formas de esferas de cor, colunas luminosas, luzes a ras de solo e alterações electromagnéticas, as quais actuariam sobre objetos e também pessoas.
Estas manifestações foram recebidas com verdadeiro escepticismo nos meios científicos especializados.
Persinger foi bem mais longe em suas declarações e não duvidou em relacionar este ônus piezoeléctricas que nascem da Terra com pessoas que apresentavam uma maior atividade no lóbulo temporário de cérebro.
O debate que se propõe entre as possibilidades que o fenômeno das abduções tenha uma explicação em experiências traumatizantes durante alguma etapa da vida do paciente, ou que seja produto da existência de estados alterados da consciência, influídos por certos tipos de ondas electromagnéticas, resultantes das placas tectónicas, nos abre um leque novo de possibilidades, já que estas descargas energéticas muito elevadas, ao estimular zonas específicas do cérebro humano nos fariam depender de uma forma quase umbilical de nossa Mãe Terra.
No entanto, deixa sem explicação alguns pontos importantes Por que só uma minoria das pessoas seria sensível a ditas ondas?
Por que estes estados alterados se dariam geralmente pela noite quando se dorme e não durante a sésta, por exemplo?
Por que as pessoas que vivem longe de uma falha geológica também observam o fenômeno?
Ainda que a teoria das placas tectónicas de Persinger parece débil em certos aspectos, as estatísticas são demolidoras.
Em estudos realizados nos maiores movimentos sísmicos que se produziram no planeta em 1960, Persinger conseguiu determinar que quase em mais de 90% dos casos os terremotos foram acompanhados com depoimentos de Ovnis.
Na estatística mencionada pode-se comprovar claramente que nove casos ocorreram no dia anterior, oito o posterior, e os restantes (dezoito) no mesmo dia.
Seguidores da teoria de Persinger têm continuado confeccionando este recuadro e até hoje em dia estas estatísticas têm mantido este curioso “sincronismo” Seguindo na análise do quadro pode-se comprovar que ocorreram nas “linhas ou zonas de fratura” regiões de grande atividade vulcânica e sísmicas de nosso planeta.
Também contamos com os estudos realizados pelo analista francês Lagarde, quem sustenta que a onda francesa de 1954 as aparições de Ovnis era mais freqüente.
Estes dados contribuídos na época de Persinger têm sido relacionados com novos estudos mais recentes, e, ao que parece, as estatísticas dão a razão às observações do cientista canadense, ainda que a nível ufológico deixa muitas dúvidas ainda por resolver.
Fontes: A Nação; Williams Courney Investigation; Arquivos IIEE

NOUFA
http://noufa2.blogspot.com/

Tradução Espanhol / Portugues.

A ovniologia não é uma ciencia de loucos.


Não a podemos chamar de ciencia pois não há um objecto fisico para o estudo, o
objecto de estudo é a tentativa de provar que não estamos sós no universo e que
há provas disso no nosso planeta.

Muitos são os profissionais respeitados que se dedicam a este tema. Astronomos,
astrofisicos, biologos, advogados, etc. Todos buscam a verdade, nem que para
isso tenham que decifrar muita mentira.

Seremos menos inteligentes do que os que não acreditam? Não. Muito pelo
contrário, temos uma mente aberta a coisas novas. Assim como os primeiros
navegadores foram á descoberta do que não conheciam. Assim são os ovniologistas,
que desvendam coisas não conhecidas, e tentam colocar a verdade acima de tudo.

Não andam por aí a olhar para o céu feito loucos, olham para o céu, para a Terra
em busca da verdade, ser cepticos acima de tudo, para que as coisas falsas sejam
assinaladas.

Será por isso que somos os loucos? Não, loucos são os que pensam que a Terra é
um unico planeta habitado e todo o resto do universo são rochas. Loucos foram os
que pensaram que o planeta Terra era achatado e que quem se aventurasse poderia
cair no universo.
Loucos são os que pensam que são os mais inteligentes e apelidam os
ovniologistas de loucos e burros, ó gente vã quão pequeno é o vosso
conhecimento, abram a vossa mente e vejam o que está perante os olhos da
humanidade e que ninguem quer ver.

Loucos...loucos até um dia em que se provem que todas estas coisas são reais. Aí
sim estas pessoas que dedicam algum do seu tempo á ovniologia serão como os
primeiros navegadores, recebidos como descobridores.


Artigo de: Marina Pereira
Pesquisas ovni

sexta-feira, 12 de março de 2010

Os Treze Mandamentos do anti-cientista pós-moderno e radical

mad_scientist.gif Mad Scientist image by drcatz27

1. Se o cientista tenta explicar as coisas com base na ciência
conhecida, está sendo dogmático.

2. Se admite que não consegue explicá-las com base na ciência
conhecida, está sendo preguiçoso.

3. Se tenta mostrar que a ciência atual pode explicar a maioria das
coisas, está sendo arrogante.

4. Se tenta explicar o que sabe de maneira a ser entendido, está sendo
paternalista.

5. Se nega frontalmente os testemunhos como provas, está sendo
agressivo.

6. Se escuta pacientemente as pessoas, está sendo fraco.

7. Se usa a ciência para combater os argumentos dos outros, está sendo
chauvinista.

8. Se usa a lógica para combater os argumentos dos outros, está sendo
falacioso.

9. Se mostra que que certos fenomenos têm explicações banais, está sendo
sarcástico.

10. Se tenta enquadrar as coisas numa perspectiva geral, está fugindo
ao tema.

11. Se tenta explicar as coisas uma por uma, está sendo reducionista.

12. Se tenta explorar vários raciocínios possíveis, é incoerente.

13. Se se mantém sempre firme no seu raciocínio, é fanático.

www.humornaciencia.com.br