domingo, 13 de abril de 2008
sábado, 12 de abril de 2008
FRAUDES FOTOGRÁFICAS E VIDEOGRÁFICAS

Até 1960, a fotografia era considerada a melhor prova da existência dos discos voadores. Mas, se a técnica fotográfica evoluiu, também as técnicas de fraudar evoluíram, e muitas destas técnicas fraudulentas foram descobertas, além de erros de interpretação de um fenômeno qualquer conhecido. Infelizmente, em tudo onde existe o ser humano, existe também a fraude. A Ufologia não é exceção, o que, conseqüentemente, leva as fotografias ao descrédito popular. Temos uma estimativa de aproximadamente 50.000 fotos de discos voadores que circulam no meio ufológico, mas as pesquisas revelaram que aproximadamente 90% (alguns pesquisadores encontraram até 95%) nada tem a ver com o Fenômeno UFO. Por ser uma porcentagem muito alta, as fraudes e os erros de interpretação fazem parte de um capítulo único na Ufologia, onde sofisticadas análises e equipamentos especiais são imprescindíveis para se ter um alto grau de confiabilidade no resultado, seja ele positivo ou negativo. Existem dois tipos de fraudes fotográficas: a inconsciente e a consciente. A inconsciente, ou sem má-fé, é aquela em que a pessoa crê ter fotografado um disco voador, visível ou invisível na hora da foto. Visível quando envolve algum evento físico ou luminoso na atmosfera e observado pelo fotógrafo, e invisível quando não é observado pelo fotógrafo e só aparece após a revelação da foto. A consciente, ou com má-fé, é aquela preparada pelo fotógrafo, através dos vários processos técnicos que a fotografia permite. Essa é mais perigosa, porque normalmente o autor da fraude insiste em manter sua história, com isso dividindo a opinião pública que acompanha a Ufologia, tomando-a mais polêmica do que normalmente é. As razões que levam uma pessoa a fraudar fotos de discos voadores e publicá-las como autênticas são as mais diversas: 01 – Simples deboche da Pesquisa Ufológica (ou dos Ufólogos). ALGUNS TRUQUES FOTOGRÁFICOS Dentre os truques fotográficos mais comuns, usados com má-fé para falsificar fotografias ufológicas, encontram-se as técnicas de fotomontagem e dupla exposição, retoques em positivos (fotos) e negativos, manchação química no negativo, suspensão de pequeno modelo à frente da câmara (normalmente pendurado por fios finos), objetos arremessados para o ar e fotografados a seguir, pinturas em vidros com posterior fotografia sobre um quadro real, exposição demasiada do filme sobre objetos comuns em movimento, efeitos com luminárias, efeitos com raios laser, reflexos em lentes (da câmara), reflexos em vidros e janelas, eventos e máquinas aéreas comuns, manufaturadas (balões, objetos tripulados, aves, armas secretas em teste), eventos ou fenômenos de ordem astronômica (satélites, meteoritos, astros, planetas), fenômenos atmosféricos e climáticos (nuvens lenticulares, camadas de inversão térmica, aurora boreal ou austral, nuvens noctilucentes, relâmpagos incomuns, fenômeno Parélio, fogo de Santelmo, Parasselênio, fogo fátuo, energia telúrica, etc...), efeitos parapsicológicos, fogos pirotécnicos e diversos outros fenômenos. Para que se conheça realmente algo mais aprofundado sobre fotografia ufológica, reconhecendo e separando o verídico do duvidável, do falso ou do suspeito, é necessário uma abordagem resumida sobre cada um dos efeitos ou fenômenos que podem levar, voluntária ou involuntariamente, alguém a obter uma foto ufológica inverídica. Após tal análise, passaremos a expor quais os cuidados necessários que se deve tomar no trato de fotografias ufológicas e quais as técnicas usadas e recomendadas ao ufólogo, ou ao leigo, para certificar-se da validade ou não de um determinado retrato. FOTOMONTAGEM E DUPLA EXPOSIÇÃO – Este fenômeno ocorre quando o fotógrafo obtém uma foto de uma paisagem qualquer, normalmente tendo árvores focalizadas da metade para baixo e o céu limpo da metade para cima. Nesse quadro ele bate a foto de um modelo com forma discóide, tendo somente o céu limpo como fundo. O fotógrafo utiliza 2 fotos por problemas de foco: uma quando o ambiente está longe e outra quando o objeto está perto. Depois de revelar os dois negativos, devidamente posicionados, as duas imagens são sobrepostas no mesmo papel fotossensível, tendo como resultado o ambiente e o modelo focalizados na mesma foto. Essa técnica também é usada utilizando-se as 2 fotos iniciais em slides, projetando os dois em uma única tela ao mesmo tempo, utilizando-se de 2 projetores. Após posicionar as 2 imagens corretamente. Outro processo é o de dupla exposição no mesmo negativo quando a pessoa fotografa o ambiente e depois o objeto em cima de um único negativo. Após a revelação tem-se a foto do conjunto. O técnico de laboratório fotográfico, tendo bons equipamentos em mãos, usando a imaginação e a habilidade na construção de modelos, pode conseguir resultados surpreendentes. Um simples buraco oval em um cartão, colocado no ampliador fotográfico e projetado fora de foco no papel fotossensível, pode conseguir o resultado de uma foto que facilmente pode passar como um disco voador luminoso, fotografado à noite contra o céu escuro. A análise da granulação, das sombras e dos negativos permite, no entanto, detectar esse tipo de fraude. RETOQUES NAS FOTOS E NOS NEGATIVOS – A pessoa faz uma foto qualquer, previamente preparada. Logo após ter a foto revelada, ela faz um desenho sobre a foto ou a retoca (uma nuvem por exemplo) e em seguida bate uma foto da foto retocada. Na Ufologia temos um caso em que uma pessoa colocou um botão sobre a foto e pintou a sombra no solo, depois bateu outra foto do conjunto. A foto original foi feita de dentro de um avião e, com a sobreposição do botão, parece uma nave voando e projetando a sombra no solo. A análise do negativo também é importante, porque com o auxílio de um pequeno estilete ou um simples alfinete, uma pessoa pode rasurar a película gelatinosa do filme, ou até furar, causando efeitos curiosos. O próprio processo de revelação automática, às vezes, rasura acidentalmente os negativos na hora da revelação. Em laboratórios com processos manuais, a marca da pinça que o técnico usa para mudar o filme de um produto químico para outro, as vezes, chega a riscar a película com uma forma discoidal bem sugestiva. A análise do negativo, da foto e da granulação pode detectar a rasura. MANCHA QUÍMICA NO NEGATIVO – Nos laboratórios onde normalmente são reveladas as fotos, é muito comum algum tipo de produto químico respingar, acidental ou propositalmente, sobre o negativo e causar uma mancha redonda ou oval. Numa foto aparece um lindo disco voador. Como é conhecido no meio ufológico que o disco voador tem a capacidade de, as vezes, ser invisível ao olho humano (embora detectado pela emulsão fotossensível do filme), a pessoa que não viu nada de anormal na hora da foto, e após a revelação vê impressa na sua fotografia uma imagem sugestiva, passa a acreditar que inesperadamente fotografou um disco voador. A análise do negativo detecta qualquer tipo de mancha de produtos químicos. OBJETO SUSPENSO POR UM FIO – Normalmente, nesse caso, a pessoa fabrica um pequeno modelo com material leve, ou utiliza um objeto conhecido como tampa de panela, bacia, calota de automóvel, bandeja, prato de papelão, etc..., que é fixo por um fio de linha fina, ou de cor azul celeste, e pendurado em um suporte qualquer. A análise do foco e das regulagens da máquina fotográfica é importante para a determinação deste caso. OBJETO JOGADO PARA O AR – Os mesmos objetos descritos no item anterior podem ser jogados para o ar e fotografados. Normalmente a pessoa faz uma série de fotos deste tipo e só seleciona as melhores para divulgação. A análise das regiões tremidas na foto é importante, porque teremos o ambiente sempre fixo e o objeto sempre em movimento. O fotógrafo pode deixar a máquina fixa ou acompanhar o movimento do objeto. Consequentemente, o ambiente ou o objeto terá as bordas levemente distorcidas, ainda mais levando-se em conta que o objeto é pequeno e está relativamente próximo da máquina fotográfica. A ampliação de uma dada foto de disco voador permitiu identificar que esta não era de um disco realmente, mas um disco fonográfico, onde se via o selo do produtor e o furo central... PINTURAS EM VIDRO – É comum a pessoa desenhar um disco voador em uma placa de vidro plana e incolor. Ela escolhe um ambiente qualquer de fundo e coloca o vidro entre a máquina fotográfica e o ambiente. Assim se faz a foto. As análises da foto, do negativo e do local são imprescindíveis neste caso. Analisem bem o foco, pois provavelmente o ambiente estará em foco e o "disco voador" não, ou vice-versa. TEMPO DE EXPOSIÇÃO LONGO EM OBJETOS COM MOVIMENTO – Neste caso, a pessoa fixa a máquina fotográfica em um tripé e dá um tempo de exposição longo (1 a 20 s), sobre um objeto em movimento, tendo o ambiente de fundo fixo. O objeto pode ser um avião, um balão, uma ave, um meteoro, etc... Nas fotos diurnas há necessidade de filtros atenuadores de luz devido ao tempo de exposição, que pode velar totalmente o filme. A análise das características da foto e da máquina permitem qualificar corretamente os efeitos utilizados. EFEITOS COM LUMINÁRIAS – Utilizando os recursos da máquina fotográfica, variando as regulagens, principalmente tendo a fonte de luz totalmente fora de foco, pode-se obter efeitos surpreendentes, conforme o ângulo utilizado. A análise das características deste tipo de foto e da máquina fotográfica usada, determina os efeitos utilizados. O formato do diafragma interno da máquina também é verificado. EFEITOS COM RAIOS LASER – Pequenos modelos em acrílico, quando iluminados por raios laser, causara efeitos interessantes. Também a luz do laser, retratada sobre um painel por prismas óticos, causa efeitos luminosos que podem facilmente ser registrados em fotos. O processo atual de holografia permite até se projetar imagens tridimensionais em um dado ambiente. REFLEXO NAS LENTES DA OBJETIVA – As lentes da objetiva da máquina fotográfica normal podem ter até 7 tipos diferentes de aberrações óticas, sendo a mais comum a aberração esférica que forma um halo colorido ao redor da imagem, e a aberração "coma" ou "cauda de cometa", que forma uma imagem luminosa simétrica em relação a um foco de luz intenso. Normalmente, ocorrem reflexões luminosas nas várias lentes da objetiva da máquina que acabam atingindo o filme com uma característica própria. Esse tipo de reflexo não é visível na hora da foto e só aparece após a revelação. Esse efeito acontece normalmente com tempos longos de exposição, máquina com tripé, diafragma totalmente aberto, foco infinito, ambiente com um ou vários focos de luz intensa (Sol ou holofotes) da metade da foto para baixo, ou tendo da metade para cima da foto o céu quase sempre escuro. De acordo com o ângulo visual do foco de luz intensa, a aberração do tipo coma terá as mais diversas formas: redonda, cilíndrica, oval, etc... A análise da foto envolvendo a simetria, as aberrações e as cores das fontes de luz permitem, facilmente, identificar tratar-se ou não de um simples reflexo. REFLEXOS EM VIDROS DE JANELAS – O simples reflexo de uma luminária acesa em um vidro liso e incolor de uma janela, tendo um ambiente qualquer como fundo, pode mostrar em uma foto a forma típica discoidal. A análise do local neste caso é importante. FILMAGENS Nas filmadoras também pode acontecer acidentes e fraudes. O engano mais comum são pequenos insetos ou pequenas partículas que passam em alta velocidade perto da objetiva da máquina, quando o foco está para o infinito. Esses acidentes ficaram conhecidos como "rods", ou simplesmente bastões ou bastonetes. É fácil verificar pois o ambiente estará em foco e o "rod" estará fora de foco. Podemos reproduzir isso facilmente através da obliteração solar, o que consiste em fixar a filmadora em um tripé e virar na direção do Sol, tomando o cuidado de esconder o Sol com o auxílio do bico do telhado de uma casa, uma árvore, etc... ANÁLISES FOTOGRÁFICAS E VIDEOGRÁFICAS Dentro da questão ufológica, deve-se utilizar todos os instrumentos disponíveis para se obter melhor quantidade de informações sobre a origem e natureza das naves que insistentemente são flagradas cruzando os céus do planeta. Entretanto, os vestígios de suas passagens considerados como "matéria prima" da Ufologia são raros. Entre esses vestígios, as fotografias e as filmagens são uma das melhores fontes de informação sobre tais civilizações que nos observam tão ininterruptamente, desde que bem interpretadas. Após vários anos de pesquisa da problemática que envolve o fenômeno Ufológico, já não temos qualquer dúvida de sua existência real. Porém, após todos estes anos, também pudemos concluir que muita coisa que se publica na imprensa nacional e internacional, a respeito do assunto, corresponde a fatos sensacionalistas, imediatistas e, até mesmo (as vezes até muito freqüentemente), falsos. Destes fatos, normalmente apresentados como verídicos e, até mesmo, defendidos por seus protagonistas, as fotografias ufológicas têm sido uma fonte especial de surpresa em nossas pesquisas. A fotografia é uma invenção relativamente recente, tendo sido criada no inicio do século 19, recebendo constantes melhorias e aperfeiçoamento desde então. As fotografias ufológicas, no entanto, começaram a surgir bem mais recentemente, tão logo o invento passou a tomar-se popular e, quanto mais usado mundialmente, ao longo da história fotográfica, tanto maior é o número de fotos ufológicas que passam a compor os arquivos especializados em todo o globo. Logo no início do século, em 1907, foi realizada em Basle, Suécia, a primeira foto ufológica de que se tem notícia, retratando uma bola luminosa, de diâmetro estimado em cerca de 3 metros, cuja origem ainda não foi totalmente esclarecida. Alguns pesquisadores relacionam essa foto com o evento conhecido no folclore brasileiro com "M' Boi Tatá" ou "Mãe D'ouro", provavelmente uma pequena nave que normalmente tem em seu interior dois ou três ufonautas (tripulantes dos UFOS) de aproximadamente um metro de altura. Outros pesquisadores acreditam que a foto está ligada a um fenômeno de origem parapsicológica, envolvendo uma formação plasmática. Há, ainda, outros que acreditam tratar-se de um simples defeito na emulsão fotográfica. Como não tivemos acesso ao negativo original da foto, nada podemos dizer sobre o que, realmente, mostra a foto em questão. Há quem diga que a primeira foto de um UFO foi realizada no fim do século passado. Após a Segunda Grande Guerra Mundial, as indústrias de máquinas fotográficas desenvolveram modelos mais práticos e acessíveis ao público, possibilitando o surgimento de grande quantidade de fotografias de discos voadores. Fotografar um disco voador é apenas uma questão de estar com a máquina fotográfica no local e hora certa, juntamente com uma boa dose de sorte, no entanto. Idem para as filmagens, que atualmente, nos últimos anos, as pessoas tiveram mais acesso, e consequentemente, hoje ocorrem mais filmagens do que fotos. CUIDADOS NAS ANÁLISES FOTOGRÁFICAS Todo pesquisador da temática ufológica, esteja ele especificadamente trabalhando com fotografias de UFOS ou não, deve considerar uma série de cuidados básicos ao trabalhar com tais fotografias. Esse capítulo da pesquisa ufológica representa, devido a variedade de condições e características do material usado, um dos quais o ufólogo deve tratar com o maior cuidado, em virtude do surgimento de eventuais falhas técnicas em análises, mesmo que cautelosamente executadas. Como todo esforço e atenção em cada detalhe são imprescindíveis para que se obtenha bons resultados analíticos, qualificativos e quantitativos, sugerimos aos estudiosos do fenômeno UFO que tomem os seguintes cuidados: 01 – Examinar a foto e o respectivo negativo. ANALISADORES DE IMAGENS DISPONÍVEIS Em um laboratório fotográfico, temos que dispor de vários equipamentos necessários às análises das fotos. No mínimo, precisamos de um bom ampliador para "closes" do objeto. Revelações especiais com subexposição e superexposição, associadas com filtros padrões, permitem realçar alguns detalhes de fotos em análise. Um bom microscópio também permite analisar detalhes de granulação do filme, verificando casos de dupla exposição, manchas químicas, retoques no negativo, etc... Existem outros equipamentos que têm função específica em tipos de análises especiais, mas sem dúvida, o melhor equipamento é o analisador de imagens computadorizado. Através de uma câmara comum de TV, a imagem da fotografia é convertida em um sinal de vídeo; a seguir, os pulsos elétricos do sinal de vídeo são convertidos em linguagem de computador pelo digitador. O computador recebe os sinais do digitador e converte tal informação elétrica em pequenos microquadrados chamados "pixels". O número de pixels será proporcional à capacidade do computador. Por exemplo, podemos dividir o eixo horizontal em 800 colunas e o eixo vertical em 600 linhas, obtendo 480.000 pixels. Cada pixel terá o seu valor de tonalidade cinza correspondente à cor original da foto. Normalmente os tons de cinza são divididos em 256 partes, desde o 0 (máximo preto) até o 255 (máximo branco). Todos esses valores são registrados na memória do computador, formando uma falsa matriz tridimensional. Através de programas apropriados podemos comparar os tons de cinza de um pixel com os tons de cinza dos pixels adjacentes, ou mesmo trabalhar com esses tons de cinza matematicamente. As sub-rotinas utilizadas normalmente são: 01 – Supressão de contraste. Esses programas de computador, nas análises das imagens das fotos, permitem visualizar detalhes que normalmente são invisíveis a olho nu. O olho humano vê muito bem os altos contrastes mas não vê os baixos contrastes. Os programas permitem verificar, por exemplo, se o objeto é ou não tridimensional, se tem luz própria ou se reflete a luz solar, se tem algum fio fino de sustentação, se a iluminação é regular ou irregular, quando comparada como ambiente, se a imagem tem consistência ou não, etc... O programa mais importante é a fatoração da borda ponto-a-ponto, pois permite determinar a distância e o tamanho do objeto. Quanto mais distante está o objeto, maior será a quantidade de ar entre o objeto e a máquina fotográfica. Essa "parede" de ar é registrada na foto em baixo contraste, a qual denominamos de distorção atmosférica, que não é perceptível a olho nu. Com o computador podemos realçar esses detalhes, sendo possível calcular a distância do objeto e, consequentemente, seu tamanho, inclusive com uma precisão relativamente alta. Em todas as partes do mundo, os órgãos oficiais e centros de estudos que utilizam métodos científicos nas análises dos eventos ufológicos e fotografias de discos voadores encontraram uma grande porcentagem de ocorrências que nada tem a ver com esse grande enigma, e sim com fraudes e erros de interpretação. Mas o mais importante é que restam milhares de casos que a ciência não consegue explicar, que se enquadram perfeitamente dentro do fenômeno global dos UFOs. Essa porcentagem, ainda que pequena, aplicada ao número de casos ocorridos em todo o planeta, representa uma quantia muito grande. Nesses 54 anos de pesquisas científicas, através das análises de eventos ufológicos, pela descrição das naves e dos ufonautas pelas testemunhas, pelas várias informações que as testemunhas ou vítimas disseram serem revelações desses humanóides, chegamos à conclusão mais provável de que representam civilizações de origem extraterrestre, de fora do nosso sistema solar, procedentes de outros sistemas estelares, da nossa imensa galáxia, a Via Láctea (ou de outras). A maioria dos astrônomos admite presentemente a existência de vida em outros sistemas estelares, tanto que gastam fortunas em projetos que envolvem inúmeros radiotelescópios, na esperança de que dentro em breve possamos receber um sinal inteligente de algum local distante do Cosmo, apenas para confirmar que não estamos sós neste imenso Universo! http://www.portalufonet.com/cursos_ufologicos/fraudes_fotograficas_e_videograficas.htm | Sex, 11 de Abr de 2008 5:51 pm "rafa_cnif" rafa_cnif |
Fraudes Ufológicas 02
Por Equipe UFONEWSBR
REGISTRO FOTOGRÁFICO DE FALSO "UFO" A PARTIR DE
PINTURA EM JANELA OU VIDRO
Depois de limpar bem o vidro de uma janela, desenhamos um "UFO"
à altura que for mais conveniente de acordo com a paisagem.
Com diversas tonalidades e cores, vamos preenchendo o interior da
pintura do "UFO" tentando reproduzir sobre o vidro as qualidades
do metal, com seus brilhos peculiares.
Segundo seja conveniente pela luminosidade do dia, escolhemos um filtro
para a câmera, com o que conseguiremos, ao mesmo tempo, que todos
os efeitos e brilhos sejam convenientes.
Montamos a câmera sobre o tripé e procuramos o melhor enquadramento que
nos permita capturar a paisagem que temos por trás da superfície do vidro.
Com a ajuda do filtro, se o enquadramento foi correto, tiramos a fotografia
com imagens tão sugestivas como a reproduzida acima.
REGISTRO EM FILME DE FALSO "UFO" COM
MOVIMENTOS DESCENDENTES
Uma vez obtida a paisagem de uma fotografia, a colocamos na parte
posterior de um aquário. A imagem tem que estar totalmente aderida
à superfície do vidro.
Com um pedaço de esponja e/ou massinha, confeccionamos o falso "UFO",
obtendo uma densidade semelhante à da água. Logo em seguida, forramos
o "UFO" com alumínio.
Enchemos o aquário com água clara e limpa até a borda. A seguir,
aguardamos que cesse qualquer movimento da água.
Dispondo de lentes convenientes, procuramos com a câmera o enquadramento
perfeito que nos pareça oportuno. É extremamente importante que em nenhum
frame sequer fique registrado os limites da foto e do aqu.
Soltamos com muito cuidado o "UFO" sobre a água. Se o objeto tiver uma
densidade parecida com a da água, ele irá se movimentar lentamente em
direção descendente fazendo, ainda, vários movimentos (lateral direito, lateral
esquerdo, para frente e para trás) – isso tudo enquadrado com a paisagem.
Eng. Claudeir Covo é ufólogo e presidente do INFA
Reinaldo Stabolito é ufólogo e coordenador geral do INFA
Paola Lucherini é ufóloga e secretária do INFA
Fraudes Ufológicas 01
Por Equipe UFONEWSBR
Há muitas formas de fabricar um registro ufológico falso. Na revista ufo número 81, Philipe Kling David nos mostra como os atuais recursos gráficos possibilitam obter resultados surpreendentes. Nesta série "FRAUDES UFOLÓGICAS UFONEWSBR", mostraremos alguns recursos manuais (existem inúmeros) que foram amplamente utilizados até então:
REGISTRO FOTOGRÁFICO DE FALSO "UFO" A PARTIR DE
UM PRATO FORRADO COM PAPEL ALUMÍNIO
Pegamos um prato, de pouco peso, nesse caso específico da foto é
metálico, e fazemos um pequeno furo na zona central, porém ligeiramente
deslocado do centro geométrico preciso.
Forramos, a seguir, com papel alumínio, cuidando que não se formem "rugas".
Introduzimos pela perfuração aberta anteriormente um pedaço de fio náilon.
Amarramos a outra extremidade do fio num galho de uma árvore e
situamos a câmera fotográfica procurando o ponto adeqüado.
Como o prato não está pendurado por seu centro geométrico preciso,
ele ficará ligeiramente inclinado e se mexerá a impulsos do vento,
adquirindo diversas posições.
Podemos ir procurando com a câmera fotográfica diferentes quadros,
com o que obteremos uma série de fotos que "demonstram que o
objeto se desloca no espaço".
Se os enfoques fotográficos estão realizados com habilidade, poderemos
conseguir magníficos efeitos, e será muito difícil descobrir que a fotografia é,
na verdade, uma fraude.
REGISTRO FOTOGRÁFICO DE FALSO "UFO" A PARTIR
DE PINTURA EM UM ESPELHO
Primeiramente limpamos a superfície de um espelho acuradamente.
Depois começamos a pintar sobre sua superfície um "UFO".
Escolhemos a paisagem que nos pareça mais apropriada e procuramos,
por meio da colocação do espelho e da câmera fotográfica, uma boa
paisagem refletida.
Deslocando o espelho, obteremos o enquadramento desejado. No exemplo
acima, situamos o "UFO" sobre a silhueta dos edifícios do fundo.
É necessário tomar cuidado para que não aconteça qualquer brilho ou reflexo
indesejado no espelho. Também é necessário que haja enfocamento com a
mais absoluta precisão.
Todos os efeitos que desejamos conseguir podem ser obtidos aproximando
ou afastando a câmera do espelho e, ainda, imprimindo neste leves
deslocamentos e inclinações.
Eng. Claudeir Covo é ufólogo e presidente do INFA
Reinaldo Stabolito é ufólogo e coordenador geral do INFA
Paola Lucherini é ufóloga e secretária do INFA
quarta-feira, 9 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Resultados da Onda de Choque

Brasil
sexta-feira, 28 de março de 2008
O que cai do Espaço....
Em 2002 Nordeste Brasileiro Piauí misterioso artefacto se despenha provocando a maior atenção por parte da Midia.
Estes são os vários exemplos de que sempre tivemos a queda destes objectos na Terra, não passam de lixo espacial, quando unitilizados em combustivel são largados em pleno espaço vagueando por em Orbita da Terra que por sua vez entram e colisão com a terra.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Falso ovni fotografado em Gillingham Inglaterra

Inglaterra. A
data era sexta-feira, março 21, 2008 @ 4:00 AM.
Eu tenho olhado aos céus e tenho visto recentemente luzes estranhas.
Eu vivo perto de um aeroporto. Eu sou americano, mas eu vivo com meu
boyfriend inglês. Nós vivemos no monte-cercados por mais montes e
por um poço profundo onde a cidade se encontre.
No retrato está a segunda luz que brilhante eu vi, mas depois que eu
fiz exame do retrato ele não olhou como uma luz brilhante. À
esquerda era uma outra luz, mas era azul. A fotografia unida é do
segundo UFO (puramente não identificado assim distante, não
significando crafted necessariamente inteligente ou controlado). Este
foi laranja brilhante, mas branco girado antes que desapareceu da
vista.
O tempo era aproximadamente 4:12 AM. Dois dias há eu vi meu primeiro
UFO no mesmo lugar que o UFO esquerdo (não retratado) foi visto.
Assim aqui está. Quando eu zumbo nele olha como um tipo do
saucer-ish-ish mas isso pode ser porque era uma noite disparada e
necessitou conseqüentemente o tempo extra do obturador (de acordo com
a câmera = o P)
Nome retido pelo pedido
fonte & referências:
Submetido a UFO Casebook
[Gillingham, UFO De Inglaterra]
Mas a REALIDADE pode ser bem outra e daquela que imaginamos!
Após uma breve análise e experiencia em fotografia e eu mesmo ter já feito este tipo de experiencias com fotografia a fim de obter este tipo de resultado.
Para observar a foto em tamanho grande clik com o rato (Mause) sobre a foto e tire suas conclusões, e veja as diferenças entre imagens.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Arruda de los Vinos: El cartero que presenciou la caída de una misteriosa piedra de hielo azul
El cartero que presenciou la caída de una misteriosa piedra de hielo azul
Un cartero de Arruda de los Vinos no ganó para el susto cuando iba de moto distribuir correo y oyó el sonido de un objeto a caer en la carretera teniendo después verificado que era «una piedra de hielo azul».
Nacional
Arruda de los Vinos: Piedra de hielo azul no debe tener origen en los aviones - TAPArruda de los Vinos, Lisboa, 26 Mar (Lusa) - La piedra de hielo azul que martes cayó en el municipio de Arruda de los Vinos no deberá tener origen en ningún avión, defendió hoy un responsable de la TAP.
Segundo explicó a la agencia Lusa el portavoz de la TAP, António Monteiro, "no parece muy crível que haya sido hielo de un avión hasta porque en ese local los aviones están volando a una altura muy baja (están a tres/cuatro minutos del aeropuerto de la Portela) y ya no traen hielo ninguno"."En teoría puede ser posible pero no es de todo crível. Aunque un avión traiga hielo de algún país frío cuando llega Portugal, a una velocidad de 900 kilómetros/hora, ya no hay hielo", subrayó el portavoz de la transportadora portuguesa.
Un cartero de Arruda de los Vinos afirmó hoy que martes cuando iba de moto distribuir correo oyó el sonido de un objeto a caer en la carretera teniendo después verificado que era "una piedra de hielo azul".
"Si me hubiera caído encima de la cabeza había muerto de certeza ya que con la velocidad que vino abrió una pequeña cratera en el suelo", contó hoy a la Lusa Eduardo Jorge.
El cartero, que aún no encontró explicaciones para el sucedido el martes al fin de la mañana, dijo que "atrapó un grande susto pues no vio la piedra pero oyó un barulho de algo a batir en la carretera" muy cerca de él cuando se encontraba en medio de una zona prácticamente desierta.
"No sé lo que será esto (la piedra de hielo y de tono azul esverdeado que ahora está guardada en un frigorífico), un conocido me dijo que son descargas de los aviones, el problema es que me podía haber matado", dijo Eduardo Jorge mientras recordaba lo que le aconteció.
"Aún paré unos metros al frente a pensar que era alguien a tirar piedras pero no vi nadie", dijo.
El cartero decidió entonces aproximarse del objeto, que sin embargo había resbalado para la valeta.
"Vi que había provocado una cratera y noté que había bocados de hielo azul esparcidos por el suelo. Aún meneé en aquello con un palo pero después fui aunque distribuir el correo a la (aldea de la) Tesoureira", relató Eduardo Jorge.
Pasadas cinco horas el objeto fue retirado del local y aún pesaba 575 gramos.
ZO.
Lusa/Fin
� 2008 LUSA - Agencia de Noticias de Portugal, S.A.
2008-03-26 18:55:01
segunda-feira, 24 de março de 2008
El esfuerzo prepara vuelta a la tierra
El oscilación del esfuerzo deja este lunes Estação Espacial Internacional en la noche (ISS), a la vuelta a la tierra24 de marzo de 2008 - 12.38h
Tiene una semana en el espacio
El esfuerzo prepara vuelta a la tierra
El oscilación del esfuerzo deja este lunes Estação Espacial Internacional en la noche (ISS), a la vuelta a la tierra después de una semana de trabajo intenso que ?cinco incluidos da un paseo el espacio?. La vuelta se preve para el miércoles próximo.Sobre las horas pasadas, los siete astronautas del vaivé m había sido proceder al transferê pasado; los ncias de proveer y del equipo para el ISS y éste marcaron para este conferê de la tarde una; ncia de la prensa común con el trê colegas de s de la estación.
Durante su permanê el ncia en órbita con el ISS, estos astronautas había procedido al montaje de una robusteza canadiense del mantenimiento, Dextre, y todavía había instalado, un módulo del almacenaje para el japonê del laboratorio; s Kibo, ese seré condujo para la estación en mayo del año actual.
El programa del agê Ncia norteamericano del espacio, NASA, vaivé el esfuerzo de m rompe para arriba 23h56 a él de hoy (la misma hora en Lisboa) del ISS, que vino al costado a los 12 días.

