terça-feira, 13 de março de 2018

OVNI. Antigo membro do Pentágono garante que “podemos não estar sozinhos”

Depois da descoberta de um programa secreto do Pentágono para investigar OVNI, a CNN foi à procura de quem lá trabalhou.
O homem que chefiou o programa garante que os extraterrestres visitam a Terra.

Recentemente o New York Times publicou um artigo sobre a muito provável existência de um programa de investigação a OVNI dentro do imenso Departamento da Defesa dos Estados Unidos.
O jornal contava que o Advanced Aviation Threat Identification Program existiu realmente – de 2007 a 2012 -, mas acabou por ser encerrado por uma mudança de prioridades no financiamento, já que só este programa era orçamentado em 22 milhões de dólares.

A resposta oficial do Pentágono confirmava a existência oficial do programa durante aqueles cinco anos e deixava a porta aberta para a hipótese de continuar a funcionar, escondido nos milhares de milhões de dólares de que o Departamento da Defesa dispõe.

EUA ainda investigam OVNI? 
Sim e devia ser segredo

Depois de um artigo do NY Times sobre a possível existência de um programa de investigação a OVNI, o Pentágono respondeu.
E deixou espaço para acreditar que os EUA ainda procuram vida extraterrestre.
Todos os jornais e canais de televisão norte-americanos pegaram no assunto e investigaram, contactaram antigos membros do programa e tentaram perceber se o governo dos Estados Unidos da América ainda procura a existência de visitantes extraterrestres no planeta Terra.
A CNN conseguiu encontrar o membro do Pentágono que liderava o Advanced Aviation Threat Identification Program: que acredita ter encontrado provas suficientes de que existe vida para além da humana a chegar ao nosso planeta.

Acredito pessoalmente que existem provas suficientes de que podemos não estar sozinhos”, afirmo Luis Elizondo em entrevista ao programa “Erin Burnett OutFront”, da CNN.
O antigo membro do Pentágono garante que “descobriram muita coisa” e identificaram “objectos voadores que pareciam desafiar as leis da aerodinâmica”.

Luis Elizondo detalhou e contou que viu muitos “objectos sem superfícies de voo óbvias, sem formas óbvias de propulsão e a mover-se em maneiras que incluem extrema mobilidade, para além da força G saudável de um humano ou qualquer coisa biológica”.

Elizondo falou posteriormente com o NY Times e contou que se demitiu do Departamento da Defesa em Outubro em protesto com aquilo a que chama sigilo excessivo à volta do programa.
Desde aí, está a trabalhar com a To The Stars Academy Of Arts and Sciences – uma empresa co-fundada por Tom DeLonge, antigo músico dos Blink-182 -, que investiga assuntos como o sigilo governamental e objectos não identificados.

Crédito

De salientar que os EUA, nunca deixou de estudar o fenómeno ovni, embora mantenha diferentes departamentos de alta segurança envolvidos em estudos separados.
Os serviços do Pentagno foram os de nível mais baixo deixando outros departamentos de nível mais alto lidar com investigações mais sérias como faz o Reino Unido com uma operação que envolve a NATO num pré acordo entre o antigo Presidente dos EUA Ronald Reagan e Ex. Ministra Britânica Margareth Thatcher.

Durante décadas o governo americano entre outros, negavam qualquer conhecimento, estudo sobre o fenómeno ovni e vida extraterrestre, catalogando investigadores do fenómeno como pessoas debilitadas mentalmente.
Esta seria a sua forma de actuar sigilosamente afastando todos e qualquer interessado no fenómeno.
Esta situação tomou repercussões extremas por parte de Ex. Oficiais envolvidos nestes programas, onde chefes das forças armadas apresentaram o seu manifesto contra o encobrimento e envolvimento destes programas secretos como recuperação de objectos voadores não identificados caídos em terra.


Será caso para dizer que somente levantamos o véu de uma das várias pontas do Ice Berg.
A verdade continua lá fora e o governos dos EUA sabe, embora continue a negar categoricamente o envolvimento, estudo do fenómeno e desenvolvimento de uma tecnologia não terrestre para seu uso militar.

Sem comentários:

Enviar um comentário