quinta-feira, 29 de junho de 2017

ELES SEMPRE EXISTIRAM - ENVOLVIMENTO MILITAR PORTUGUÊS COM OVNIS

Com uma aura um tanto mais oficial, é significativo o número de casos de OVNIs envolvendo a Força Aérea Portuguesa (FAP), a maioria dos quais vivida por pilotos em voos de treino. 
É o caso da Esquadrilha Dragões da Ota. 
Na noite de 04 de Setembro de 1957, pouco depois das 20h00, uma esquadrilha da FAP composta por quatro aviões F-84G deslocou-se da Base Aérea da Ota sob o comando do capitão José Lemos Ferreira. 
O objectivo era fazer um voo nocturno a 25 mil pés [8.300 m], com o percurso de Ota a Granada, já na Espanha, retornando a Portalegre e Coruche, de volta ao território português. 

Sobre Granada, a esquadrilha observou um fenómeno luminoso anómalo no horizonte, semelhante a um astro.
Foram notadas mudanças de cor e, já a partir de Portalegre, o fenómeno aumentou de tamanho, passando do formato esférico para oval. O artefacto tinha aspecto incandescente, vermelho-rubro.
Mais tarde, quatro luzes esféricas de menor dimensão saíram do corpo maior. Momentos depois, o corpo oval fez uma descida repentina, seguindo-se subida rápida em direcção à esquadrilha, acompanhado dos outros quatro corpos menores, deixando então de ser observados. caso veio a público apenas dois meses depois, no Diário Ilustrado
O Observatório Meteorológico de Coimbra detectou variação importante no campo magnético daquela área, coincidindo com o momento da observação por parte da esquadrilha portuguesa.

Semelhante a este caso, outros pilotos da Base Aérea da Ota também foram protagonistas, na manhã de 02 de Novembro de 1982, de um acontecimento que é um dos mais impressionantes dos anais da Ovnilogia de Portugal.
Com céu limpo, três homens partiram da base com direcção ao sul da Serra de Montejunto, para um voo de treino.
Por volta das 10h50, o tenente Júlio Guerra, a bordo de um monomotor de dois lugares, observou um objecto brilhante à baixa altitude e em deslocamento de norte para sul, sobre Vila Verde dos Francos.
Subitamente, o objecto subiu até 1.500 m, ficando na mesma altura da testemunha. Ele foi descrito por Guerra como uma “bolha de mercúrio composta por dois hemisférios”. 

A metade inferior era avermelhada, metálica e brilhante.
Teria diâmetro aproximado de dois metros.
O aparelho começou então a descrever círculos ao redor do avião militar, até que, por volta das 11h00, depois de contactada a base, outro avião partiu com dois pilotos a bordo para verificar o acontecimento.
O objecto continuou em evoluções junto à primeira aeronave, permanecendo em perseguição após a chegada do avião de apoio.
Alguns minutos depois, ascendeu e deslocou-se para sudoeste, em direcção à Serra de Sintra, até sumir de vista.

OVNI detectado em radar — Em agosto de 1960, a Base Aérea da Serra de Montejunto, a 70 km de Lisboa, foi alvo de um acontecimento insólito com efeitos físicos nas testemunhas, todo militar. 
Num domingo indeterminado daquele mês, Heitor Morais, cabo especialista em radares, estava monitorizando o espaço aéreo português quando percebeu um ruído intenso semelhante ao produzido por cinco motores a jacto.
Parecia estar sendo emitido de algum objecto parado acima da base.
Poucos instantes depois, Morais estava caído, encostado em uma parede a 10 m de distância do local onde se encontrava. Voltando à consciência e observando ao redor, pôde constatar que os outros operadores de radar estavam na mesma situação.

Morais estranhou que o gerador da base não funcionava, razão pela qual se encontravam totalmente às escuras e com os radares completamente inoperantes.
Quando o cabo abriu uma porta para deixar entrar luz, seus colegas observaram um brilho anormal sobre a Serra de Sintra, subindo a uma velocidade vertiginosa.
O inusitado não se devia somente à velocidade tremenda com que o objecto subia, mas também pelo fato de que, naquele dia, não estarem agendados quaisquer tipos de voos militares, e os voos civis transatlânticos ainda eram raros.
Recuperada a energia eléctrica, correram de imediato para o radar altimétrico, que detectou o enorme objecto a 500 mil pés de altitude [166.700 m], subindo a aproximadamente 4.800 km/h, perto de Mach 5, ou seja, voando a cinco vezes a velocidade do som, algo tecnologicamente impossível para a época.
A observação foi anotada nos registos da base com a menção:“objecto desconhecido”. 
Por vezes, os fenómenos ovnilógicos são observados por grande número de testemunhas ao mesmo tempo, havendo detecção simultânea através de radar. 
Esse tipo de ocorrências torna a existência física de tais fenómenos bem mais plausível. 

Ao fim de 30 de Julho de 1976, por volta das 21h00, algo estranho foi observado a sudoeste de Lisboa por três aviões comerciais, dois ingleses e um português. 
O fenómeno chegou a ser detectado pelo radar do Aeroporto de Lisboa, tendo sido enviado um avião da força aérea para identificar o artefato.
Tratava-se de um foco luminoso bastante intenso e relativamente estacionário, junto ao qual apareceram mais tarde duas formações de aspecto alongado e escuro. 
Não foi possível ter certeza da posição exacta.
A tripulação de um dos aviões ingleses chamou a atenção dos passageiros para o fenómeno, tendo um deles observado a manifestação através de binóculos.
A testemunha observou que havia algo semelhante a papel de alumínio enrugado no interior da luz.
O acontecimento foi ainda observado pela população da capital portuguesa. 

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