segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ovni de Jerusalem verdade ou mais uma fraude digital!


Nos últimos dias uma série de vídeos de um OVNI em Jerusalém, tem vindo a invadir fóruns, Sites, Blog´s e mesmo o Facebook.



Existe um certo fascínio por este tipo de vídeo.
Porem existe já um grade número de crentes convictos da sua realidade.

Veja o vídeo com atenção e se possível coloque o mesmo em ercâ gigante.

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Já um outro vídeo surge a mesma imagem, porem com uma observação mais detalhada pode se, observar falsos movimentos das pessoas.
Um erro digital!


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Nesta foto pode ver que o objecto em questão não tem qualquer similaridade de luz com as restantes em seu redor.

Supostamente sendo um objecto luminoso teria interferido com a camera da mesma forma que as restantes luz de rua o que não acontece neste caso.



Não acredite em tudo o que vê.

Uma luz que se movimenta num vídeo, um ponto que surge numa foto, nem sempre são OVNI´s.

Aqui ficam as imagens para vosso critério.

Ovni em San Antonio Colombia



Será um possível pouso!

Objecto se movimenta a baixa altitude .
Análise a cargo de Red Radio Argentina "Bibiana Bryson".

Relembramos a recente noticias a 25/01/2011 de um Ovni na Colombia próximo á cidade Barrancabermeja na aldeia Llanito, segundo informação muitas pessoas terão observado por mais de 20 segundos um estranho Objecto Voador Não Identificado que supostamente terá causado a morte de milhares de peixes, segundo populares e jornais locais.


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Ufo Portugal Nuno Alves Representa a Red Radio em Portugal.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Nuvens, OVNIS ou manobras Militares


Três formações praticamente idênticas, as formações de nuvens OVNI como recentemente apareceram sobre Myrtle Beach, Carolina do Sul, provocando discussões on-line que ligam recursos para tudo, desde a Segunda Vinda de recentes mortes de aves em massa para experiências secretas militares.


Pelo menos um cientista acredita que as nuvens chamadas de perfuração tem uma explicação militares, embora possa não ser bem o que os teóricos da conspiração esperam.
A 07 de janeiro, técnico de TI Wesley Tyler estava acabando com seu carro para uma peça do computador quando ele percebeu as formações disco-voador.
"No começo pensávamos que eram nuvens de tornado, mas o ar estava tão mausoléu ainda como ainda", disse Tyler. "Você já sabia que isso era incomum.
Vivi na praia durante anos e nunca vi nada como isso."

A falta de finas partículas, como poeira, no meio das nuvens de gotículas de água têm pouco a condensar ", afirmou, para não se transformarem em gelo até que a nuvem atinja cerca de menos 38 graus Fahrenheit (menos 36 graus Celsius).


"Basicamente, as moléculas de água ficam lentas o suficiente para esta temperatura formar o seu próprio cluster de gelo que produz um cristal de gelo de forma espontânea", segundo o gelo microphysicist Andrew Heymsfield.
Quando os aviões subem para este tipo de nuvem, a força para trás é criado por hélices ou por ar forçado sobre as asas do ar provoca a se expandir.

Esta expansão pode arrefecer uma seção vagamente circular da nuvem até o ponto onde muitas das gotas de água congelam e formam cristais de gelo, de acordo com um furador junho co-nuvem-estudo de autoria de Heymsfield no Boletim da Sociedade Meteorológica Americana.
De volta para casa, ele enviou fotos das nuvens para o Facebook, tagging um amigo meteorologista, que mais tarde identificou a fenômenos como perfuração nuvens ou nuvens furos.
Perfuração nuvens são tempestades de neve em miniatura, que pode ocorrer em finas, camadas de nuvens subfreezing.
Nos próximos 45 minutos ou assim, os cristais de gelo crescem e se espalham para fora, muitas vezes resultando em um bem contido, cerca de meia hora nevasca, deixando para trás um buraco "soco" na nuvem. (Relacionadas: fotos de um possível novo tipo de nuvem).


Nuvens Triple perfuração Vinculado ao HAARP, o Céu?

Tyler, o fotógrafo, estava céptico quanto á explicação do avião, devido ao grande número e proximidade das formações de nuvens.

"Eu percorri a internet e ainda têm de encontrar mais de uma nuvem de perfuração em um único quadro", disse ele.
Myrtle Beach International, acrescentou, "não é tão movimentado o aeroporto." E ele disse: "Eu li que essas nuvens se formam a 20.000 pés [6100 metros], e as nuvens pareciam que estavam logo acima de nós.

"Duvido que eles foram criados por aviões", concluiu Tyler, e ele não está sozinho.
Depois das suas fotos serem colocadas em spaceweather.com, o Myrtle Beach (mapa) residentes começaram a ouvir falar pessoas de todo o mundo.
Alguns suspeitaram de uma causa mais colorido, talvez os militares financiados pela High Frequency Active Aurora Research Program, ou HAARP, que os teóricos da conspiração têm relacionado a terremotos, síndrome da fadiga crônica, o aquecimento global e outros fenômenos.

Embora remota, a instalação de observatório e antena no Gakona, no Alasca, não é nada secreto.
Mesmo assim, o uso de ondas de rádio para "animar" as áreas da ionosfera terrestre ajudou a convencer alguns de que o HAARP pode controlar o tempo e talvez até mesmo criar nuvens tripla perfuração.

"Não há nenhuma dúvida", escreveu um teórico HAARP da aparição Myrtle Beach na placa da mensagem Big Wobble, "é um corredor eletromagnético produzido por nossa tecnologia." Outro escreveu sobre Starseeds.net, "Isso pode estar relacionado com HAARP ou alguma manipulação do clima como também os laços com a morte do pássaro."

E em êxtase no ar, um site dedicado aos sinais da Segunda Vinda de Cristo, "Mike", escreveu: "Espero que as fotografias foi tomada depois de 3 [arcas] invisível espaço desceu do céu que o Senhor tem enviado à Terra.. .. "

Enquanto Tyler não significa necessariamente comprar essas teorias, ele pensou que o avião foi danificado explicação. "Deve haver outra explicação natural ou de outra forma."

Militares responsáveis pelas nuvens!


Para Heymsfield, o físico, a explicação é tanto natural quanto o contrário.

"Para mim, é um slam dunk" que estes são perfuração nuvens que foram criados a habitual ida por planos-disse Heymsfield, do Centro Nacional para Pesquisas Atmosféricas, em Boulder, Colorado.

Não há "absolutamente nada" sobre a imagem surpreendente, acrescentou.
Por um lado, é o tipo certo de nuvens finas, sem outras camadas por cima, como evidenciado pelo céu claro logo depois, ele disse.
A temperatura da camada de nuvens se encaixa o modelo de perfuração: 14 graus Fahrenheit (menos 10 graus Celsius), de acordo com o National Weather Service registros.

Quanto à nuvens estarem  baixas no céu-9, 000 pés (2.700 metros), de acordo com o tempo de serviço "não importa", enquanto a camada de nuvens é frio o suficiente, disse ele.

Mas por que os três juntos?

"O tamanho do furo e da estrutura da neve que cai fora dos buracos sugerem que os três furos foram feitos quase ao mesmo tempo", disse ele. "A minha suspeita é que as aeronaves militares voavam em formação ou um atrás do outro."

E, na verdade, é "muito comum" para manobras de treino serem feitas em Myrtle Beach, de acordo com Robert Sexton, gerente de relações comunitárias para o próximo Shaw Air Force Base.

Mais ao ponto, Sexton confirmou que caças de Shaw e de 169 da Carolina do Sul Air National Guard Fighter Wing estavam treinando ao largo da costa da Carolina do Sul em 7 de janeiro nove horas - duas horas

"Depois nós, os fuzileiros navais estavam no espaço aéreo 3-4 horas, com F-18s" fora da estação de ar Corpo de Fuzileiros Navais em Beaufort, Carolina do Sul, ele por e-mail.

Depois de ter ouvido as novas provas, Tyler, o fotógrafo, disse que está convencido com a explicação de aeronaves, embora ele inicialmente parecia um pouco desapontado por sua franqueza.

"Mas isso ainda é frio o suficiente," Tyler decidiu. "Eu sou um conspiracionistas, mas também um naturalista".

Tradução Inglês / Português

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Envie o seu relato, observação a sua experiêcia...


Se observou algo, se tem conhecimento de algum caso em particular relacionado com o fenómeno Ovni queira partilhar connosco a sua experiencia.


Contactoufoportugal@sapo.pt

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Refinaria de Sines 13/09/2004

Revele o que sabe, partilhe e contribua nas investigações.
Se vê ou continua a observar algo no céu, tente obter imagens dessas luzes, objectos.
Não fique no silêncio, divulgue partilhe a sua experiência.

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Santarém 23/07/2007

Algures neste Portugal está a decorrer uma observação.

Maioria das pessoas se remete ao silêncio, impedindo que hoje se tenha conhecimento de casos muito importantes.
Muitas pessoas podem partilhar as mesmas experiencias, observações.

Não fique indiferente.
Partilhe colabore.


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Sines LNG 03/08/2007

Estes são dos muitos exemplos que ocorrem um pouco por todo o mundo.

                         Todos os dias alguém consegue captar imagens como estas.

Toneladas de polvos mortos deram à costa em Valadares

Margarida Fonseca.

Toneladas de polvos mortos deram à costa em Vila Nova de Gaia, entre as praias de Valadares e Canide-Sul. As razões para tal mortandade ainda não estão claras: a Câmara diz que tudo aponta para fenómeno natural; a Polícia fala em forte descarga poluente.
José Nogueira vive há 55 anos junto à praia de Valadares. Garante que já viu "muita coisa", "muita poluição colorida, muita espuma esquisita", mas nunca se deparou com uma situação como a de ontem. "Até dói ver tantos polvos a serem atirados para a areia pela força do mar. Tem de ser coisa forte para matá-los desta forma", afirmou, ontem, ao JN.
Essa "coisa forte" foi, para os agentes da Polícia Marítima que permaneceram no areal entre as 10 horas e o princípio da tarde, uma "forte descarga poluente com metais pesados". "Não venham com conversas. Isto é poluição e apanhou os polvos porque são os que estão mais fundos no mar", garantiram, apesar de passarem as certezas para depois. "O Parque Biológico de Gaia está a fazer exames. O serviço ambiental da GNR anda a percorrer terreno junto à ribeira de Paço, de onde poderá ter vindo a descarga. Aguardemos", remataram.
A preocupação da Polícia era evitar que moradores levassem os polvos para consumo e que eles fiossem retirados rapidamente do areal. No entanto, os poucos bombeiros de Valadares e a ausência de pessoal camarário, à hora do almoço, não surtia efeito, sobretudo fora da praia de Valadares.
Mas, segundo os resultados preliminares da autópsia efectuada pelo Parque Biológico de Gaia, "não há nenhuma razão de carácter agressivo que justifique a morte dos polvos", assegurou ao JN o vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa. "Está completamente fora de hipótese tratar-se de algo relacionado com poluição", disse o autarca.
A meio da tarde de ontem, o director do Parque Biológico de Gaia mantinha-se no local a acompanhar os trabalhos de limpeza do areal. E eram muitas as dúvidas de Nuno Oliveira e para as quais apenas as conclusões vindas do Laboratório Nacional de Medicina Veterinária acharão resposta.
Na análise "muito sumária" feita pelos técnicos do Parque Biológico apenas se estabeleceu tratarem-se de polvos frescos, já que havia a suspeita de poder tratar-se de moluscos atirados ao mar. Ainda de acordo com o presidente do Parque Biológico, a hipótese da morte dos polvos estar relacionada com poluição "elimina-se com facilidade", uma vez que não houve outros peixes mortos. No entanto, o JN viu algumas tainhas entre os moluscos mortos, se bem que em menor quantidade
"A origem da morte deve ter sido uma causa natural", adiantou, estranhando, no entanto, o facto de os cadáveres terem dado à costa todos ao mesmo tempo.Dúvidas que deverão ser esclarecidas dentro de alguns dias.
Marco António Costa sugeriu, ainda, que na origem do fenómeno poderão ter estado a alterações das condições biológicas, resultantes da agitação verificada nos últimos dias. 
*com Cláudia Monteiro

Inf - Jornal Noticias


Este fenómeno é repetente em relação a 2010.
Resultado finál dos laboratórios.


Os polvos que deram à costa em Vila Nova de Gaia morreram devido ao excesso de água doce que correu para o oceano durante as fortes enxurradas que assolaram a região nos dias anteriores, revelaram as análises.

De acordo com fonte oficial do Ministério da Agricultura, as análises efectuadas aos polvos pelo Laboratório Nacional de Investigação Veterinária (LNIV), antigo IPIMAR, revelaram que houve um "desequilíbrio na salinidade" dos polvos que lhes provocou a morte.
A explicação para este desequilíbrio está nas enxurradas e chuvas fortes que causaram "escorrências de água doce em elevadas quantidades dos rios para o oceano".
Mais de meia tonelada de polvos mortos deram à costa no dia 02 de Janeiro, entre as praias de Valadares e Canide-Sul, em Vila Nova de Gaia.
Na altura, o LNIV fez uma recolha de amostras para análise, para tentar perceber a causa da morte dos polvos.
Contudo, os primeiros resultados foram inconclusivos, tendo sido necessário recorrer a exames complementares, cujos resultados foram hoje conhecidos.


De acordo com fonte oficial do Ministério da Agricultura, as análises efectuadas aos polvos pelo Laboratório Nacional de Investigação Veterinária (LNIV), antigo IPIMAR, revelaram que houve um "desequilíbrio na salinidade" dos polvos que lhes provocou a morte.
A explicação para este desequilíbrio está nas enxurradas e chuvas fortes que causaram "escorrências de água doce em elevadas quantidades dos rios para o oceano".
Mais de meia tonelada de polvos mortos deram à costa no dia 02 de Janeiro, entre as praias de Valadares e Canide-Sul, em Vila Nova de Gaia.
Na altura, o LNIV fez uma recolha de amostras para análise, para tentar perceber a causa da morte dos polvos.
Contudo, os primeiros resultados foram inconclusivos, tendo sido necessário recorrer a exames complementares, cujos resultados foram hoje conhecidos.


INFOR/RR

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Fotos Originais do Milagre do Sol ou OVNIs Fátima 1917


Fátima Milagre ou manifestão de OVNIs!
Aqui ficam algumas fotos que são uma extrema raridade, que terão sido supostamente tiradas durante o evento.
Para muitas pessoas é a primeira vez que observam estas imagens.

Para ficar a saber mais sobre o caso:

O chamado Milagre do Sol foi um fenómeno testemunhado por cerca de 70 mil pessoas em 13 de outubro de 1917 nos campos de Cova da Iria, perto de Fátima, Portugal.
As estimativas do tamanho da multidão variam de "trinta a quarenta mil" por Avelino de Almeida, escrevendo para o jornal português O Século, a cem mil, segundo estimativa de José de Almeida Garrett, professor de ciências naturais na Universidade de Coimbra. Ambos presenciaram o fenómeno.


 
As crianças haviam relatado em datas anteriores que Nossa Senhora tinha prometido um milagre para o meio-dia de 13 de Outubro, na Iria de Cova, "de modo que todos pudessem acreditar.

De acordo com muitas indicações das testemunhas, por exemplo o avô materno de Fátima Magalhães, entre muitos outros, após uma chuva torrencial, as nuvens desmancharam-se no firmamento e o Sol apareceu como um disco opaco, girando no céu.
Algumas afirmaram que não se tratava do Sol, mas de um disco em proporções solares, semelhante à lua. Disse-se ser significativamente menos brilhante do que o normal, acompanhado de luzes multicoloridas, que se reflectiram na paisagem, nas pessoas e nas nuvens circunvizinhas.
Foi relatado que o pretenso Sol se teria movido com um padrão de ziguezague, assustando muitos daqueles que o presenciaram, que pensaram ser o fim do mundo.
Muitas testemunhas relataram que a terra e as roupas previamente molhadas ficaram completamente secas, num curto intervalo de tempo.

Tratamento de imagem ( Nuno Alves ) revela a área circular que levou as pessoas a pensarem ser o Sol "Milagre do Sol".
No centro o Objecto Esférico Voador  que continha três ocupantes.
Três ocupantes que levaram a crer ser entidades religiosas.

De acordo com relatórios das testemunhas, o Milagre do Sol durou aproximadamente dez minutos.
As três crianças, relataram terem observado Jesus, a Virgem Maria, e São José abençoando as pessoas dentro ou junto do Sol. Outras testemunhas afirmaram ter visto vultos de configuração humana dentro do Sol quando este desceu. (Wikipédia)...






terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vídeo incrível! OVNI sobre Victoria, CANADÁ

Este vídeo contém cenas extensas de um objeto voadore não identificado avistado sobre a Ilha de Vancouver a 22 de janeiro de 2011.



Morrem dois mil peixes na Colômbia e atribuem-no a um OVNI


Bogotá.

- Habitantes de uma população do Nordeste da Colômbia asseguram que uns 2.000 peixes têm  morrido desde a semana passada após ter surgido um estranho objecto que voava e emanava luz, visto por uns segundos sobre uma ciénaga da região.

O caso ocorreu na aldeia do Llanito, jurisdição da cidade de Barrancabermeja, onde na Sexta-Feira passada vários populares observaram um objeto voador, segundo meios de imprensa locais.

Pouco depois começaram a flutuar peixes mortos na ciénaga, mas a diferença de outros casos similares atribuídos pela falta de oxigênio, desta vez aos habitantes do Llanito chamou-lhes a atenção que todos apresentam queimaduras nas escamas.

Segundo Magaly Gutiérrez, dirigente de uma organização comunal, o fenômeno durou uns 20 segundos e foi observado por muitas pessoas.

A radio RCN assinalou que habitantes da aldeia vizinha de Ponte Sogamoso, em jurisdição do município de Porto Wilches, disseram ter visto voando um objecto redondo que fazia deslocações laterais no mesmo dia que começou a morte dos peixes no Llanito.

O presidente da Associação de Acuicultores e Pescadores do Llanito, Juan Terceiro, disse que os peixes mortos apresentam queimaduras e começaram a flutuar desde a "estranha iluminação na ciénaga", segundo declarações que publica o diário "Vanguardia Liberal" de Bucaramanga.

Autoridades ambientais de Barrancabermeja deslocaram-se para a ciénaga para recolher amostras que permitam conhecer o que produziu a mortandade dos peixes, segundo RCN.

Líderes empresariais do mundo dizem que OVNIs são reais e os extraterrestres existem...


Michael E. Salla, Ph.D.

Cinco mil dólares por bilhete, alguns líderes empresariais tem mais do que esperavam quando participaram no primeiro dia do Global Competitiveness Forum (GCF), a ser realizado em Riyadh, na Arábia Saudita.
Eles foram informados sobre discos voadores, são reais, e será melhor começar a pensar sobre as implicações de negócio de vida extraterrestre e tecnologias. Convocados anualmente pela Saudi Arabian General Investment Authority, o GCF reúne líderes empresariais e políticos para discutir formas de promover a competitividade das empresas.
Pela primeira vez na sua conferência anual, o GCF realizado um painel discutindo vida extraterrestre.
Intitulado "Aprender from Outer Space", o painel foi composto por cinco oradores que todos aprovaram a ideia de que a vida extraterrestre é real, e tem muitas implicações para o mundo como nós o conhecemos.


O painel foi realizada a 23 de Janeiro, e era um "mini plenário" significa que todos os participantes GCF puderam assistir e ouvir o que os especialistas tinham a dizer sobre a vida extraterrestre.
Até 1000 participantes incluídos negócios e as elites políticas, como a British e ex-primeiro-ministros do Canadá, Tony Blair e Jean Chretien, Jim Albaugh, presidente e CEO da Boeing, Andy Bird, presidente da Walt Disney International, Jared Cohen, director do Google idéias, e muitos outros.
O conselho que recebi foi que a questão da vida extraterrestre é real, e melhor começar a prestar atenção para as implicações do negócio. Veja como o GCF resumiu o painel de apresentações em seu website:

Learning from Outer Space - Painel

O tema não convencional e altamente relevante das formas de vida extraterrestre foi abordada por meio da discussão de ontem do painel "Contacto: Learning from Outer Space".
Especialistas Zoaghloul El-Naggar, Stanton Friedman, Michio Kaku, Nick Pope e Jacques Vallee existem casos convincentes para a existência dos seres vivos em outras partes da galáxia, com base na evidência empírica, a teologia religiosa e raciocínio lógico.

Friedman abriu seu discurso com uma declaração ousada, "Discos voadores são reais!" E isso resume a perspectiva dos membros do painel. Sr. Papa explorou as implicações potenciais de negócios do espaço exterior, como a rentabilidade da marca estrangeira ou de patrocínio.
Enquanto El-Naggar também estava convencido de sua existência, ele levantou o ponto interessante que pode não ser ético para gastar recursos tentando manter contacto com sociedades exóticas, quando ainda enfrentamos a guerra e a pobreza na nossa sociedade.
Vallee incentivou mais os académicos para analisar as provas.
No entanto, em nome do seu bem sucedida fundo de venture capital, ele disse, "Nós não estamos dispostos a investir neste tipo de investigação, mas nós pensamos que alguém deveria."

O painel da conferência 2011 GCF sobre Espaço Exterior, abriu a porta para os líderes de negócios do mundo a considerarem seriamente as implicações das provas relativas aos OVNIs e vida extraterrestre.
Um gráfico que resume as discussões GCF pelo artista, sunitas Brown (à direita), revela a importância dada às questões de contacto com extraterrestres e as mudanças esmagadora novas energias trarão para a humanidade.
Os empresários estão prontos para fazer o que os líderes políticos têm até agora não conseguiu fazer - projectivamente lidar com evidências convincentes de que estamos sendo visitados por civilizações galácticas que têm tecnologias avançadas para partilhar com a humanidade.


http://news.exopoliticsinstitute.org/
Tradução Inglês Português

O “Acidente” de 1945 em San António Novo México

Cedido por Paola Leopizzi Harris
Traduzido por Exopolitics Portugal.

Nascidos no limite do Ground Zero, vivendo à sombra da Área 51, duas pequenas crianças latino-americanas testemunharam um evento extraordinário. José Padilla, de 9 anos e Reme Baca, de 7 anos presenciaram a queda de um OVNI na terra Padilla na cidade de San Antonio, Novo México. Os dois foram testemunhas de um dos eventos mais espectaculares da história dos OVNIs.

Este novo livro, Nascidos no Limite do Ground Zero, Vivendo na sombra da Área 51, será lançado em Fevereiro de 2011 e é a descrição detalhada de José Padilla e Reme Baca do que aconteceu nas suas infâncias. Eles explicam o que viram, o acidente real, as aparências da criatura, as peças que levaram, a limpeza por parte dos militares e uma análise aprofundada da importância deste caso.
Inicialmente impresso na The Mountain Mail, em Soccorro, Novo México a 2 de Novembro de 2003 pelo jornalista Ben Moffet, o caso foi passado para mim, jornalista/investigadora, Paola Harris, a 4 de Maio de 2009. O desejo de finalmente revelar os detalhes, e o amável convite de Reme Baca, levou-me a voar para Gig Harbor, no Estado de Washington na parte Norte dos Estados Unidos para entrevistar Reme Baca e sua mulher, Virgínia, em Julho de 2010. Consequentemente, devido ao facto de ele agora viver na Califórnia, eu entrevistei Jose Padilla por telefone da casa Baca. Durante a minha estadia de dois dias, eu fui capaz de ver e fotografar a peça que José extraíu da nave e estudei a análise detalhada da sua composição feita na Europa.
É um dos casos mais impressionantes que eu já estudei ao longo da minha carreira e que ajuda a completar o puzzle da razão pela qual têm havido tantas recuperações de quedas de OVNI no Novo México. Como o jornalista Ben Moffet, que tão bem descreve o encobrimento – podemos começar a ver onde ele se encaixa na história dos OVNIs.
Foi nesse estado de desconfiança e desinteresse criados pela familiaridade que um pequeno contingente do Exército dos EUA passou quase despercebido por San Antonio, em meados de Agosto de 1945, numa missão secreta.
Pouco ou nada foi publicado sobre a missão, envolta na atmosfera do momento. Mas o detalhe militar veio aparentemente de White Sands Proving Grounds para o leste, onde a bomba explodiu. Foi uma operação de recuperação destinada à algaroba e do oeste do deserto da “Velha” US-85Greasewood, no que é hoje Milepost 139, a saída para San Antonio da Interstate 25.
Ao longo de vários dias, os soldados com uniformes do Exército carregaram os destroços de um aparelho “voador” para um enorme camião de carga. Que tal uma operação teve lugar entre cerca de 20 de agosto e 25 de agosto de 1945, não há dúvida, insistem dois ex-San Antonianos, Remigio Baca e Jose Padilla, testemunhas oculares do evento. Padilla, na altura com 9 anos, e Baca com 7, observaram escondidos numa cordilheira próxima, muito do trabalho dos soldados na recuperação dos destroços.
Graças ao trabalho de Ben Moffet, e agora, graças às testemunhas,  actualmente na casa dos 70 anos, o mundo saberá ver o interesse extraterrestre na nossa descoberta da bomba atómica. Abriu-se uma caixa de Pandora na história humana que não poderá ser facilmente fechada. A humanidade e, possivelmente, outros visitantes dimensionais foram colocados perante o perigo da destruição total. San Antonio foi mais do que um acidente, uma observação – um evento. Foi um aviso de que os militares não fazem caso, seja nos EUA, ou no estrangeiro. Se somarmos o corajoso testemunho do painel da Força Aérea liderado por Robert Hastings e sete oficiais reformados da Força Aérea no Clube da Imprensa de Washington em 27 de Setembro de 2010, então percebemos que chegou o momento de falar. Se estes visitantes têm a capacidade de fazerem OVNIs desactivar ou derrubar os nossos mísseis nucleares, então podemos ver que 70 anos depois, eles estão finalmente a agir.
Em última análise, o caso de 1945 em San Antonio apresenta uma mensagem de paz, e um poderoso alerta para o planeta.
__________________________________________
ENTREVISTA COM TESTEMUNHA DA QUEDA DE OVNI EM 1945
Extracto da entrevista de Paola Harris [P] com Reme Baca [R]. – Traduzido por Ricardo O.
Estado de Washington, 5 de Julho de 2010
P: Depois de ter visto os destroços, levou pessoas lá. E quem é que trouxe de lá? Trouxe a quem?
R: O que aconteceu foi que, após a queda, voltámos para para casa, para o rancho.
P: Pode dizer-nos em que data foi isso? A data aproximada? Sabemos que foi em 1945.
R: 1945, em Agosto…seria talvez no dia 15…Eu tinha 7 anos e José tinha 9. Faustino, o pai de José, pedira-nos uns dias antes para vermos uma vaca que estava quase a parir…E então fomos à procura da tal vaca. Assim, enquanto fazíamos isso, não era anormal haver tempestades e trovoada no Verão já longo e naquela altura não foi diferente e então procurámos refúgio nalguma beirada…José tinha lanche com ele, algumas tortilhas e penso que algumas maçãs. Sentámo-nos para comer e a trovoada e a chuva vieram. Ficámos ali debaixo e não nos molhámos. Depois disso, a chuva começou a diminuir e acabou. Estávamos a preparar para nos levantarmos e vermos se a vaca comia e para dar uma olhada ao vitelo. Enquanto o fazíamos, ouvimos um “bang” forte.
P: Ouviram, de facto, a queda em si.
R: Na altura não sabíamos que era a queda [do OVNI]…Ouvimos o som e o chão a tremer e vieram às nossas memórias a explosão da bomba atómica. Estariam eles com novos testes? Olhámos em redor e vimos fumo surgindo atrás de alguns rochedos mais à frente. José disse “vamos dar olhada e ver o que se passa”. Começámos a caminhar e vimos um pouco de fumo vindo dessa direcção. Assim que atingimos um ponto alto, o fumo tornou-se intenso. Descemos o cume e vimos o que parecia ser um grande sulco no chão. Era como se um caterpillar tivesse passado ali. Não conhecíamos ninguém que tivesse uma máquina dessas com 30 metros de largura. No entanto, parecia mesmo que uma lâmina de 30 metros de largura tinha escavado ali, fazendo um sulco com uns 30 cm de profundidade. Caminhámos nesta “estrada”, no sulco, que era bastante acidentado para os nossos pés e estava quente. As solas dos nossos pés estavam quentes.
P: E lembram-se de que horas eram?
R: Não tínhamos relógio. Provavelmente eram 4 ou 5 da tarde, talvez mais tarde.
P: Pergunto isto porque noto que vocês conseguiam ver o que vos rodeava, não estava escuro.
R: Não, não estava escuro. Mas enquanto explorávamos o caminho sulcado, havia muito fumo. Assim, recuámos para onde pudéssemos apanhar algum ar fresco e beber um pouco do cantil, para reflectir sobre o que tinha acontecido e tentar entender o que se tinha passado. Eu perguntei ao José “aquilo é um avião que caiu?”. Eu só havia visto, até então, aviões no céu. Vivia numa pequena vila. Não via muitos aviões. José disse, “Não sei, talvez haja alguém ferido e talvez precisemos de ajudar.” Respondi “Ok” e tentámos aproximar mais. Vislumbrávamos algo no limite do sulco…Não ía sempre a direito. Ia em frente mas depois virava à direita, como um se fosse um “L”. Víamos algo, mas havia tanto pó no ar, e estava húmido da chuva, e havia fumo negro, como de combustível queimado, que nos atingia os olhos, e era mesmo difícil de ver e tentar tirar alguma conclusão dali. Voltámos para trás e descansámos, e José tinha os seus binóculos e começou e procurar ver o que se passava. Ele disse “Sabes, há alguma coisa ali. Vamos ver se conseguimos chegar mais perto.”. Tentámos novamente chegar mais perto e finalmente começou a clarear mais. O tempo parecia estar a passar depressa. Observávamos pelos binóculos e podia ver um buraco na lateral do objecto. O objecto era em forma de avocado [fruto ou árvore do mesmo nome, do México; semelhante a uma pêra ou ovo].
P: Então, viram um objecto arredondado, como um avocado, e podiam ver um buraco. A que distância diriam estar do objecto?
R: Eu estimaria umas poucas centenas de metros.
P: E depois viu o interior do buraco, dessa distância?
R: Não, não o interior do buraco. José disse “Olha para aqui”. Olhei pelos binóculos e vi umas pequenas criaturas movendo para trás e para a frente.
P: Eles moviam-se depressa?
R: Eles ”deslizavam”…Não deslizar, mas mais como a deslocar-se de um lado para o outro…Esse tipo de “deslizar. E conforme olhava, começaram a surgir pensamentos na minha mente. Estava a vê-los e a sentir coisas malucas tipo, que sentia pena deles…E sentia mesmo pena, como se fossem crianças também.
P: Sentiu preocupação por causa deles. E estava a ter pensamentos, sentiu alguma coisa por causa do acidente?
R: Sim, penso que sim; ouvia um som muito agudo vindo de lá. Não sabíamos o que pensar. O único som agudo que conhecíamos era das lebres quando estavam com dores ou o som de um recém-nascido a chorar.
P: Acho isso interessante. Então ouviram mesmo esse som?
R: E movia-se para nós. Depois vimos umas imagens nas nossas cabeças…Não sabia o que raio eram.
P: Por outras palavras, você pensa que recebeu uma mensagem telepática desses seres?
R: Sim, se é que é disso que se tratava…Recordo-me do que eram, recebia imagens, mas não entendia o seu significado e continuo sem entender.
P: Então é óbvio que eles sabiam que vocês estavam lá?
R: Sim, eles deviam saber que estávamos lá…
P: Então se os seres vos tinham avistado e vos observavam, vocês não só os viam, mas também eles podiam estar a transmitir imagens para vocês. O que é que vocês fizeram, fugiram?
R: Olhámos para eles e estava a começar a escurecer e tínhamos um longo caminho a percorrer para os cavalos e depois até ao rancho. Mas José queria ver melhor, eu não…E disse ao José “Que se passa?”. A sua resposta foi “Não sei”. “Ok, se não sabes o que raio se passa eu é que não vou ver o que é aquilo. Nem pensar. Quero ir para casa. Não alinho nisto. Terás de ver por ti mesmo. Vou para casa e encontrámo-nos no rancho.”. E ele disse “Vamos observar por um pouco mais o que se passa. Sabes, talvez tenhas razão, eu não sei o que são eles. Parecem crianças, crianças muito estranhas…”.
P: Se eu lhe perguntasse sobre o diâmetro daquela coisa, que tamanho diria ter? Tentou compará-lo a alguma coisa?
R: Teria entre 7,5 a 10 m de comprimento. Dez metros. E cerca de 4,5 de altura. Como é que eu o sei? Porque as vigas de um telhado são dessa altura…Bom, finalmente concordámos que era altura de voltar para casa porque se fazia tarde. Então partimos, voltámos para os cavalos e partimos. Estava a escurecer e quando chegámos ao rancho já tinha escurecido bastante. E o pai de José estava à nossa espera. Estava preocupado. Entrámos e o José falou-lhe da história da vaca e depois começou a falar-lhe do acidente…Eu disse-lhe o que vimos e o pai dele disse que a primeira coisa a fazer era levar-me a casa. Veríamos o que tinha acontecido no dia seguinte ou assim. Provavelmente era algo que pertencia ao governo e deveria ser apenas isso. Disse que talvez fosse melhor estarmos afastados daquilo. Então levaram-me para casa, deixei lá o meu cavalo, eles cuidariam dele. Levaram-me a casa e o Faustino teve uma longa conversa com a minha mãe sobre o objecto que descobrimos no rancho de Padilla. Faustino enfatizou que poderia pôr em perigo o seu emprego, dado que o meu pai trabalhava para o governo…O meu pai trabalhava no Hospital de Veteranos de Albuquerque, e o pai de José trabalhava para o Refúgio Federal, em desenvolvimento, em El Bosque Del Apache, perto de San Antonio…E basicamente foi o que se passou nessa noite. No dia seguinte, José veio até à minha casa e eu fui com ele até à sua casa, onde nos encontrámos com Eddie Apodaca que era um Polícia do Estado e também um amigo da família. Faustino pediu-lhe para ir connosco ao local do acidente. Foram no carro da polícia estadual e nós fomos numa carrinha pickup. Fomos até o mais longe que podíamos com os veículos, depois fomos o resto do caminho a pé até ao local da queda. Quando nos aproximámos do local do acidente, ao ver de cima da colina não conseguíamos avistar o objecto…No topo da colina e observando para baixo onde havíamos visto anteriormente o objecto, não estava mais visível para nós, nessa altura. Não havia explicação para tal. Simplesmente não o víamos. Parecia ter desvanecido. José disse, “Não sei o que se passa ali.” Eddy e Faustino disseram, “O que é que vocês disseram que tinham visto?” e a minha resposta foi que estava lá em baixo, mas agora não o podíamos ver. Faustino disse “Vamos descer e dar uma olhada”. Começámos a caminhar colina abaixo e vimo-lo. O objecto tinha muito entulho sobre ele e então perguntei ao Faustino, como é que não o conseguíamos ver lá de cima. A resposta dele foi que não fazia ideia.
P: Então está a dizer que era quase invisível.
R: Eu quase que não o podia ver. Então chegámos lá e disseram “Ok, rapazes, ficam aqui e nós vamos entrar…” Então eles entraram e lá ficámos, sentados a observá-los. E eles lá estiveram por uns 5-10 minutos e depois saíram. Tinham mudado o seu comportamento, uma mudança completa de comportamento. Até quase que pareciam outras pessoas. Eles viram algo que nunca tinham visto antes. Saíram e disseram “Ok. O que se passou foi isto. Quero que escutem rapazes. Isto é muito difícil. Vocês estão sob juramento. Não devem dizer a ninguém sobre isto, nem ao vosso irmão, nem primo, nem mãe, nem pai, esse é o vosso dever. Vamos ter de garantir isso. E a razão para isto é que vocês podem arranjar problemas. Queremos tê-los fora de complicações.”. Nós concordámos com eles e então eles deram-nos um grande sermão, e levamo-lo muito a sério…
Voltámos lá várias vezes. José às vezes ía comigo, outras não. Sabe, nós éramos miúdos. Trabalhávamos naquela área. Como crianças os nossos pais davam-nos um pouco de dinheiro para trabalhar e se não o fizéssemos, quem o faria?…Então tínhamos de ir lá e ver o que descobríamos. Estivémos lá um dia de semana, antes do Faustino e o Apodaca virem ter connosco. Era de tarde e tínhamos acabado o nosso trabalho…Finalmente, chegámos lá ao entardecer, montados nos cavalos, e vínhamos de uma direcção oposta ao cume, e vimos algum pessoal militar a pegar em coisas.
…Mas nunca fomos inspeccionar a nave, tudo o que tínhamos de fazer era descer e pegar em algum dos destroços e atirá-lo sobre um buraco e cobri-lo com rochas e terra. Depois dos dois jipes abandonarem o local, estava escuro e tivémos de voltar para casa.
P: Como é que era o material, o material que atiraram para o buraco? Era como chumbo ou leve como alumínio? Como era? Têm algum pedaço disso? Era como pedra?
R: Era um pouco como esta peça que tenho na minha mão…Era duro. No primeiro dia, tinha conseguido uma peça tipo folha de alumínio e mostrei-a a José. Lembrava-me as folhas de alumínio que vinham nos cigarros Philip Morris que a minha mãe fumava. Peguei naquilo e guardei-o no bolso.
P: O que aconteceu a isso?
R: Usei-o para arranjar a mó do moinho.
P: Então, no segundo dia, basicamente esperaram que os militares se fossem embora. E pegou em mais peças e enterrou-as no buraco, mas não viu lá os seres.
R: Estava afastado da vala, e escurecia. Os militares estiveram lá, vimo-los, mas acho que não nos viram.
P: A coisa foi deixada lá e no dia seguinte o pai de José e Apodaca foram lá.
R: Correcto.
P: E vocês levaram-nos lá. Ok. E viram-no novamente? Ao aparelho?
R: Sim, continuava lá.
P: E vocês foram lá uma quarta vez?
R: Não, não. Depois, provavelmente no terceiro ou quarto dia, José veio até à minha casa e para levar algumas malaguetas, pimentos e tomates, porque eu tinha uma pequena horta e ele não, e enchemos uns sacos com vegetais e fomos até à casa dele. Entrámos pelas traseiras. Assim que entrámos, estava um veículo militar na parte da frente e um soldado a falar com o pai dele pela janela da porta da entrada, por isso demos a volta e entrámos pela cozinha para ir ter com eles. Faustino disse, “Venham cá rapazes.” e juntámo-nos a ele e falava com o Sargento Avila, e ele convidou-o a entrar. Sargento Avila disse “Sou do Exército dos EUA e o que preciso é a vossa permissão para retirar o vosso gradeamento e colocar outro nosso porque um dos nossos “balões meteorológicos experimentais” caiu inadvertidamente na vossa propriedade”.
P: Ele chamou-lhe balão meteorológico? Essas palavras mesmo?
R: Um balão meteorológico experimental, eles tinham de o recuperar e tinham de ter permissão para o fazer. Então o pai dele disse “Por que é que vocês não atravessam as grades de rebanho [grades horizontais colocadas no chão, próprias para impedir a travessia de rebanhos em certas zonas] como toda a gente faz em vez de as estragarem?” E ele respondeu “Porque o equipamento que vamos trazer é mais largo que o vosso gradeamento e não passará facilmente”. Ele disse “Entretanto, vocês têm uma entrada fechada à chave e precisaremos de uma chave para irmos lá e podermos tirar o gradeamento”. Ele falou “Nós colocaremos uma boa entrada para vocês. Depois precisaremos de trazer algum equipamento de construção de estradas, algumas coisas para pavimentarmos uma estrada para levar até lá um camião que levará de volta o balão meteorológico. Então finalmente o pai do José disse “Ok”, e eles falaram os dois praticamente em Espanhol. Ele disse “Ok, avancem com isso”. E ele respondeu ”Deitem um olho no local e garantam que ninguém vai lá porque, sabem, isto é mesmo importante, não queremos que ninguém saiba disto. Não queremos causar problemas a ninguém, por isso estejam atentos para que ninguém, que não tenha nada a ver com isto, vá até lá.”. E Faustino disse “Ok” e o Sargento Avila deixou-nos e foi quando começou oficialmente o processo de preparar a área para levar de volta o objecto. A recuperação não foi como se lê nos livros de óvnis, com pessoal em uniformes roxos, descendo de helicópteros, com tudo esterilizado. Nada disso.
P: Então eles não usavam roupa de protecção?
R: Sim, usavam uniformes. Montaram uma tenda, ligaram um rádio, com música western…Nós viamo-los sempre que podíamos, às vezes de manhã e outras ao anoitecer.
O nosso trabalho era observar a rede e deitar um olho nos animais, incluindo os cavalos.
Podíamos ouvir o rádio com música. Havia um tipo na tenda e dois ou três a trabalhar, recolhendo destroços. Tinham com eles um atrelado de tractor, material de soldar e construíram uns carris para colocar o aparelho e o poderem retirar. Depois reparámos que tinham de fazer isso porque havia uma inclinação de quarenta cinco graus para o conseguirem retirar.
P: Eles ataram ou colocaram uma cobertura sobre aquilo?
R: Sim, puseram uma cobertura.
P: E ataram-no… E vocês viram-nos a pegar nos destroços no local do acidente?
R: Sim.
P: Eles abandonaram a nave. Explique-me como conseguiu aquele metal.
R: No final do dia, quando trouxeram uma pequena grua, imagino que uma grua de 4,5 a 6 metros, eles colocaram a nave no atrelado.
P: Eles viram-no?
R: Não sei se viram ou se se importaram…Bem, sabe, eles não andavam atrás de nós propriamente, e havia vegetação nas encostas das colinas e nós não éramos muito altos, por isso era fácil de esconder.
P: Mas vocês não foram lá e não falaram com alguém.
R:…Anos depois, um dos soldados casou com uma prima do José.
P: Acabou de dizer que um deles casou com uma prima do José e a questão óbvia para toda a gente é se esse soldado alguma vez falou do incidente?
R: Não acredito que ele soubesse. Ele apenas fazia o seu trabalho, recolhendo os destroços, procurando completar o seu trabalho e voltar para casa. A guerra tinha terminado e muitos dos soldados tinham sido enviados para perto da base que fica perto de Trinity, nos últimos 90 dias…
José disse “Vamos esperar um pouco e quando eles se forem, vamos nós”. Esperamos um bocado até todos partirem. Foram numas pickups militares e partiram. Nós sabíamos onde iam e que estariam fora por um bom bocado. Fomos até lá e lá estava o aparelho, com a cobertura, para que ninguém soubesse sequer que existia um aparelho. Tentámos penetrar pela rede, indo pelas traseiras de um camião. para o qual trepámos. Estávamos a cerca de 1 metro ou pouco mais. Aquilo tinha de 7,5m a 10m por uns 4,5 de altura. E então olhámos para a parte inferior do aparelho, porque não tínhamos visto esta parte antes e estava parcialmente no solo. Mas agora podíamos ver tudo. Meu, aquilo era um monstro, era enorme. Agora podíamos ver a parte debaixo. E o fundo tinha como que três pequenas bossas, pequenas lombas debaixo daquilo, em cada lado
P: Bom, talvez fossem para aterrar, talvez alguns pés saíssem de lá.
R: Poderia ser. Então o José destapou parcialmente a cobertura, expondo parte da lateral da nave, enquanto eu segurava na cobertura para manter aquilo aberto. José trepa para a abertura…Eu estava parcialmente dentro, segurando na cobertura e a deixar a luz entrar. De início parecia não haver nada.
P: Mas vocês podiam ver a forma daquilo? Tipo, se havia divisórias? Era suave a toda a volta. Havia painéis? E se havia, diga-me como era.
R: José disse que havia bossas de tanto em tantos metros.
P: Ele viu painéis, como painéis de controlo?
R: Não. Ele não viu propriamente um painel grande, mas seria talvez com uns 75 cm de lado.
P: Estava afixado a alguma parede esse painel?
R: A uma antepara ou parede traseira talvez. Seria pelo menos a parte traseira em relação a nós. Ele tentou arrancar o painel mas não conseguiu e então foi buscar uma alavanca na frente do atrelado. Era uma espécie de pé-de-cabra, usada na indústria de camionagem. É usada para medir a tensão nas correntes que seguravam o atrelado.
P: Falou de uns pinos, com eram eles?
R: Sim falei, eram só de um sentido. Ou seja, empurravam-se uma vez e não voltavam a sair. Eram serrilhados e estavam enfiados em orifícios eram eles que seguravam uma peça de suporte que estava localizada na antepara (parede traseira). Os pinos eram amarelos.
P: Eram amarelos os pinos? Era essa a minha próxima pergunta. Que tipo de cor tinham? De que tipo de cores falamos nós?
R: Amarelo. Os pinos eram amarelos. Tinham uns tons prateados, que compararia a cabelo de anjo. Não havia bancos nem nada. Deviam ter tirado tudo, ou talvez não houvesse nada realmente. Não vi nenhuns instrumentos, como manômetros, relógio, volantes, pedais, nada disso.

                   Crédito e direitos de informação de:
                           

Itália, e o caso OVNI de Pretare...


Arquata del Tronto - Após 18 anos o caso volta novamente aos tópicos, Filiperto Caponi em destaque no Itália 1, com um serviço especial e novas revelações do "Mistério", apresentado por Raz Degan.

Na realidade, a história, uma história de repetidos encontros imediatos do terceiro grau em (1993) Filiberto Caponi de 23 anos e suposta criatura alienígena imortalizado por seis fotos Polaroid chocantes, não parece ter sido afetado pelo uso do tempo, agora vivendo uma vida própria particular em qualquer lugar.

A escritora Andrea G. Pinketts com Filiberto Caponi reconstruiram a dinâmica das reuniões por meio de duas das seis famosas fotos, desenhos e documentos secretos e depois enfrentar as inevitáveis consequências dos meios de comunicação social e os processos judiciais em que o caso se quebrou.

Será lançado em breve, também o novo livro escrito por Caponi (publicado pela Fas Editor), dado o sucesso do primeiro.
Também começaram as negociações por um longo tempo para a realização de um filme co-produção para filmar nos locais originais das reuniões, conduzido por Gil Ferrara líder da equipe responsável pelo projeto editorial e artístico.

Fonte de inf - http://www.avnotizie.it/home/index.cfm

Ao que parece, existe algum descontentamento por parte da comunidade para com este caso em que maioria entitula como uma fraude.

F.A.O.E - Fotografia Aérea Onde Estiver "UFO HUNTERS"

 
Este projeto se destina a que todos os amantes da fotografia e Ufologia, possam desfrutar de registos anômalos aéreos, por parte de suas câmaras fotográficas, e mostrar estas para a comunidade ufológica!
25/04/2011
Esta será a data a memorizar para esta mega-operação fotográfica mundial.
Para participar só precisa de uma câmara fotográfica e boa disposição.
A hora poderá ser à sua escolha como o local também, o objetivo é tirar fotografias aéreas, onde apanhe o céu ou paisagem.
O importante é apanhar sempre o céu!
 
Devido as câmaras fotográficas terem a capacidades de detectar anomalias não visíveis aos nossos olhos esperamos captar algumas destas anomalias.
 
Quantas mais pessoas aderirem maiores as possibilidades de termos imagens inéditas para divulgação na comunidade Ufológica.
Convide os seus amigos, familiares para participar neste mega-evento fotográfico.
Depois poderá enviar as suas fotos para análise e publicação em baixo mencionado neste folheto informativo.
Divulgue e passe esta iniciativa para um amigo ou familiar.
Para todos que participarem: é importante enviarem junto com as fotos dados sobre a câmara fotográfica utilizada assim como o filme, dados sobre o local da fotografia (cidade, país, etc.), horário, data e dados pessoais básicos.
 
 
Ajude a divulgar este evento.
Copie e divulgue no seu Blog ou Site, colabore participe.
Todas as fotos deverão ser enviadas para:
ufo_portugal@sapo.pt

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

«DEUSES OU CIVILIZAÇÕES DAS ESTRELAS?»

A mensagem que tentei passar ao leitor durante esta obra, baseado em factos e interpretações, muitas quase enigmáticas da nossa história, que os deuses da antiguidade e as suas aparições aos terrestres não eram mais que outros seres ou civilizações vindos das estrelas, que, muito possivelmente, atravessaram as portas dimensionais para nos “visitar”.


Estas civilizações, deram o seu contributo tanto tecnológico como cientifico, no processo evolutivo da raça humano ao longo da história aqui na Terra, colonizando-a.

Com o decorrer dos tempos, estas civilizações das estrelas entraram em conflito, e com a utilização das suas potentes armas bélicas, nucleares e biológicas, deixaram o rasto de uma catástrofe global, com um cenário de perda de milhares de vidas humanas e alienígenas. Os valiosos testemunhos registados nos manuscritos religiosos permitem-nos colocar a hipótese de que o efeito destas guerras surge na base de mitos e lendas acerca do famoso Dilúvio.

Estes seres das estrelas, durante a colonização do planeta, construíram grandes obras arquitectónicas com base no conhecimento da física — electromagnetismo, e da astronomia, construindo-os estrategicamente em locais, dimensões e coordenadas. A finalidade seria a de deixarem informações acerca sua estrela ou constelação de origem, bem como os seus conhecimentos sobre o universo. Depois de regressarem, os humanos transformaram-nos em templos sagrados e as suas ofertas em símbolos religiosos.

Durante a sua permanência no planeta, mantiveram entre os humanos os chamados profetas, com o objectivo de divulgarem esses conhecimentos. Estes mestres, no passado profetas, hoje são conhecidos por escolhidos.

Algumas destas civilizações das estrelas realizaram algumas experiências no campo da genética e da biologia, em que as vitimas abduzidas eram humanas. Os humanos sempre relataram, durante a

História, a existência de veículos voadores estranhos, assim como nos mares do nosso planeta. Hoje compreende-se que estes encontros não são milagres ou encontros dos deuses, mas encontros imediatos. Estes encontros têm uma classificação própria, como já foi descrito.

Durante a nossa história, estes avistamentos e acontecimentos de abdução foram negados e censurados pelos mais altos cargos religiosos e senhores ocultos, donos do poder dos governantes mundiais.

Cheguei ao “Fim do Mundo” com controvérsias religiosas no que diz respeito ao pecado humano e ao sacrifício perante o mal.

Será este o verdadeiro final? Será que se aproxima da Terra, uma civilização dos confins do Universo, com intuito de dar origem a outro conflito entre humanos e alienígenas que já estão entre nós?

Será que estamos numa transformação chamada “Nova Era” de evolução para os humanos, como resultado do contacto directo com civilizações das estrelas que nos têm observado e orientado ao longo da História Humana na Terra?

Não sabemos.

Uma coisa é certa, o futuro será a resposta para o que estamos a construir aqui e agora!
A Humanidade não está prestes a ser invadida. Ela já foi invadida!
A invasão está quase no estágio final. Grandes invasões não acontecem com arsenal nuclear, mas sim em segredo.

Na evolução biológica e genética, deixa de se questionar as relações entre seres das estrelas e o homem terrestre. Nesta altura, deixa de haver duas espécies.
Os híbridos darão lugar a uma nova raça, que esteve sempre nos passos dos deuses ou das civilizações das estrelas



«DEUSES OU CIVILIZAÇÕES DAS ESTRELAS?»

CAPÍTULO I

Chega da dos Deuses ou Civilizações das Estrelas

I – Chegada das civilizações vindas das estrelas

II – Descrição de aeronaves alienígenas ao longo da História

III – Civilizações das estrelas e alguns locais de origem no Universo

IV – Homens pássaros

CAPÍTULO II

CONFLITOS ENTRE CIVILIZAÇÕ ES VINDAS DAS ESTRELAS

I – Armas biológicas e nucleares

II- Armas dos deuses Alienigenas

CAPÍTULO III

DILÚVIO

CAPÍTULO IV

A MISSÃO DAS CIVILIZAÇÕ ES DAS ESTRELAS NA TERRA

I – Experiências genéticas entre seres das estrelas e humanos

II – Tecnologia vinda das estrelas

III – Ofertas sagradas vindas das estrelas

IV – Profetas das civilizações das estrelas

V – Espirais

CAPÍTULO V

TEMPLOS SAGRADOS

TEMPLOS EM MARTE?

CYDONIA

I – Portas dimensionais ou portais

CAPÍTULO VI

SEGREDOS E CONSPIRAÇÕES: PASSADO E PRESENTE

I – Bases alienígenas

II – Abduções

III – Mutilações de gado bovino

IV – Queda de naves das civilizações das estrelas

V – OSNIS: Objectos submarinos não identificados

VI – Naves-mães e/ou estações espaciais das estrelas

CAPITULO VII

FIM DO MUNDO?

I – Calendários, as suas previsões

Conclusão

ALGUMAS CONTRADIÇÕES BÍBLICAS

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«DCE» «O Testemunho»

Esta é uma história de vida «igual» a qualquer outra, constituída por um passado, presente e sem futuro final datado, ou não!

Mas a verdade é que com tantos locais e pessoas no Mundo, estes acontecimentos sê deram com uma criança «eu» em Portugal no Alto-Alentejo numa vila pacata chamada Vimieiro onde nada de novo sê passava.

Mas deixa-mos de apresentações e será melhor contar como tudo começou para nunca mais terminar, dando origem ao livro que lhe chamei de «Deuses ou Civilizações das Estrelas?» «Resumido (Dce)».

Quando me perguntam donde saíram todas estas ideias que sê encontram no livro, eu respondo:

Faz parte de acontecimentos enigmáticos que me ocorreram até hoje, que eu próprio questiono simplesmente com duas perguntas.

Porquê eu?

Para quê este Livro?

Mas continuemos:

Tudo começa nos finais dos anos 70 início dos anos 80 não consigo determinar exactamente a data, sei que era uma criança e o que queria era brincadeira com os amigos, mas tudo mudou a partir duma noite, lembro me que era Inverno e seriam aproximadamente 18:00 horas, quando eu sai de casa para ir ter com um colega «Alexandre», como vivia numa quinta tinha que apanhar um atalho sem qualquer iluminação por entre as oliveiras para chegar até a sua casa, foi quando de repente me deparei com uma luz muito intensa de cor branca parada mesmo por cima das oliveiras, bem junto de mim, fiquei a observar este fenómeno algum tempo não recordo que tenha acontecido nada de especial entre eu e esta luz.

Foi quando me pensei de ir chamar esse colega para a observar também, corri até a sua casa mas ele já tinha saído pensei que deveria estar já no Clube Vimierense onde tínhamos combinado em ir, voltei ao local e esta luz ainda estava estável no mesmo local e com a mesma intensidade luminosa.

Corri até ao clube sei que encontrei uma pessoa o jovem X mas continuei, chegando ao clube chamei-o para ele ir ver uma coisa e fui lhe explicando o que tinha visto, descemos a Rua Santo António e quando chegamos ao portão da quinta dos meus pais vimos a luz a deslocar-se «lentamente» sem qualquer ruído por cima das oliveiras, mas desta vez a luz era duma cor alaranjado, ficamos espantados a observa-la a desaparecer no horizonte, de seguida comentamos o que seria aquilo tão estranho.

Recordo-me que contámos a algumas pessoas mas estas fizeram troça de nós, começamos a evitar contar para não seremos gozados.

Mas os acontecimentos a seguir assim como as ideologias duma criança modificaram-se radicalmente, na escola tinha dificuldades em assimilar as ideias na disciplina de História tudo parecia errado no 7ºano a pré-história não fazia sentido as civilizações antigas «egípcios, sumérios, Maias, chineses etc.…», tão avançadas em tantas áreas das ciências como poderiam andar a puxar e rolar pedras para construir os templos, a verdade que sentia que faltava uma explicação mais aplausiva para isto tudo, mas mesmo assim conseguia ser um bom aluno nesta disciplina.

Nas semanas seguintes algo modificou-me e de imediato fiquei interessado em todo o tipo de religiões comecei a analisar e a retirar partes que falassem de milagres e visões e fazia compilações para o «Dce», assim surge a teoria que houve civilizações alienígenas que foram confundidos com deuses que visitaram a Terra, e que criaram forma de vidas neste planeta.

Confuso, com estranhos acontecimentos como desde visões, assim como sonhos que viram a acontecer nos dias seguintes, sonhos esses que faziam me bastante cansado ao longo do dia seguinte.

Durante a noite era acordado de repente porque parecia ouvir chamamentos de vozes olhava e não conseguia ver nada, tudo estava a começar a ser muito estranho mas sempre tive a sensação que estavam ligados ao avistamento da luz.

As situações mais estranhas são as que lhe chamo «Vibrações Paralisantes» que me ocorreram em algumas noites.

Eram como fosse picadas no corpo que começavam nos pés e iam subindo com uma rapidez que não tinha tempo para mexer os braços tentar ligar o interruptor do candeeiro, assim ficava totalmente paralisado, tentando gritar mas não saindo nenhum som, tentava novamente chegar ao candeeiro de cabeceira mas o meu corpo estava totalmente imóvel.

Mas de repente e muito rápido sem motivo aparente essa sensação desaparecia como estivesse a sair pelos pés, quando me sentia «livre» corria do meu quarto para o quarto dos meus pais.

Por vezes, mais tarde, timidamente voltava para o meu quarto e como não tinha sono, punha-me a escrever o «Dce» ia colocando as folhas em cima duma mesa.

Recordo-me, como este acontecimento repetia-se várias vezes, a minha mãe decidiu colocar um colchão no chão junto da sua cama.

Numa certa noite em que estava quase a deixar me dormir comecei a sentir que as tais picadas estavam rapidamente a entrar e a paralisar me quando muito atrapalhado consegui estender um braço e sem querer coloquei a mão em cima das folhas do «Dce» de imediato as picadas se retiraram, lembro-me de pensar: «já tenho uma forma de afastar estas picadas», mas enganei-me, elas voltaram na mesma sem sucesso meu nas outras tentativas.

Ao longo do tempo em que estava a escrever o «dce» sentia vontade á noite de sair para locais onde se encontram Antas ou até Menires (antigos locais sagrados), ai parecia que qualquer coisa acontecia mas não sabia o que era, sabia que havia necessidade de recorrer a esses locais, estando algum tempo no local sentia que tinha que voltar para o quarto, para continuar a escrever.

O tempo foi passando e continuava a fazer a minha vida de jovem «normal» paralela com a minha vida oculta, falava com colegas e outras pessoas sobre a teoria dos deuses eram civilizações alienígenas alguns achavam que eu era um louco dos Óvnis mas não me importava até achava graça, outros mais tarde a sós diziam que acreditavam no que eu dizia mas não tinham coragem de o dizê-lo perante as pessoas.

Quando estudava no liceu de Estremoz que fica a 22km da minha terra, como alguns dias não havia aulas de tarde, íamos para a estrada nacional nº4 pedir boleia, para virmos mais cedo para casa, num certo dia estava eu mais um colega L quando surgiu um carro de alta velocidade todo negro, fez uma grande travagem e o condutor mandou-nos entrar eu fiquei junto do condutor e o meu colega foi no banco de trás, o condutor era caucasiano meio calvo, era um homem na facha dos 50, vinha vestido com um fato escuro não me recordo se tinha gravata ou não, arrancou com velocidade e em seguida o condutor a primeira pergunta que me fez, (O que é que tu achas do Triangulo das Bermudas?), foi uma pergunta bastante estranha, ora esse tema deixou-me um pouco confuso assim como surpreendido, mas depois a segunda pergunta, (O que é que tu achas do milagre do Sol de Fátima?), em seguida falou-me das pirâmides do Mundo que teriam sido povos que vieram do Cosmos, a seguir recomendou-me a ler três livros um deles era “As Aparições de Óvnis em Fátima”.

Quando chegamos ao Vimieiro, deixou o meu colega em casa dele e foi me levar á minha.

O tempo foi passando eu pesquisando em várias vertentes desde históricas a religiosas para o «dce», paralelamente ia fazendo a minha vida de jovem «normal», desde jogar á bola pelo Clube da terra assim como tocando numa banda musical, vida de vila dos anos 80.

Passado algum tempo estava eu á boleia no mesmo local, mas com outro colega Q, quando surge um carro negro de grande cilindrada, ao parar verifiquei que o condutor era o mesmo que falou do “Triangulo das Bermudas” mandou-me entrar, o meu colega assentou-se no banco de trás onde estava uma pessoa jovem com óculos escuros de modelo um pouco á frente da época vestia um fato escuro com uma camisa branca, esse tal jovem nem se mexeu nem falou uma palavra esteve sempre a olhar para a frente, o penteado desse jovem era tipo militar rapado ao redor das orelhas, eu não olhei bem para ele mas a descrição foi feita mais tarde pelo meu colega Q, ele estava sentado atrás do condutor o que era um pouco estranho nas paisagens do Alentejo não ir ao lado do condutor «como estivessem planeado esta boleia».

Ao seguir viagem a primeira coisa que o condutor me perguntou foi se eu tinha lido os livros que ele me aconselhou, eu desculpei me que andava a fazer um trabalho, então o condutor respondeu me:

(Então continua a fazer o trabalho que estás no caminho certo), bem chegamos ao Vimieiro o condutor deixou o meu colega Q em casa e foi levar-me a minha e disse-me:

«Boa sorte, um dia nós vê-se outra vez», na verdade, que eu saiba nunca mais o voltei a encontrar até aos dias de hoje.

Passado algum tempo surge outro acontecimento, nos anos oitenta estava eu em casa com o meu pai (visto que nessa altura a minha mãe tinha sido operada e encontrava-se no hospital) ao serão a ver o programa da “Vaca Cornélia” na TV, quando os nossos cães começaram a ladrar assim como outros cães dos vizinhos ao ouvir este barulho resolvi verificar o que se passava, quando sai de casa reparei que todos os cães tanto nossos como dos vizinhos sê calaram, chamei os meus um a um mas eles não saíram das suas casotas pensei que qualquer coisa de anormal se passava, foi quando olhei para o céu nocturno e vi um enorme clarão cor de laranja em forma de um lápis de cera ou charuto com uma grande intensidade de luz alaranjada, de imediato chamei o meu pai e estivemos a observar acerca de meia hora aquele objecto que nunca tínhamos visto, corri até ao quarto para ir buscar os binóculos e pudemos verificar que na parte de (trás) desse objecto deixava o que parecia um rabo de luz que parecia que era cortado rapidamente na vertical também através dos binóculos conseguia-se distinguir uma zonas quadradas mais escuras como fossem aberturas ou até possíveis janelas.

Depois de algum tempo de estarmos a observar aquele espectáculo de luz, regressamos para casa, passado algum tempo os cães todos começaram a ladrar tanto os nossos como da vizinhança vim até á rua chamei os meus cães eles vieram junto de mim foi quando olhei para o céu e vi que já não existia nenhuma luz tudo estava normalizado, pensei que aquela luz teria feito aos animais, (principalmente uma reacção de medo?).

Como sempre ao chegar a noite, ficava no meu quarto a fazer os estudos sobre livros de Arqueologia assim como na área da Astronomia como também dedicar-me aos versículos bíblicos, durante o dia alem da vida de um jovem normal, tinha ás vezes visões ou imagens surgindo do nada na minha mente que me levava mais tarde a coloca-las no «dce».

Assim como espécie de chamamento telepáticos fazer me com que á noite fossem aos locais onde existem antas ou então ir ao local onde tinha visto a primeira vez a luz, como já tinha referido atrás tudo isto me parecia fora do meu próprio controlo mas sem saber explicar nem ter ninguém para poder conversar a não ser com o meu colega que viu também.

Chegou a hora de mudar de rumo, acabou-se uma relação de vários anos com uma moça, tinha saído da banda musical por não aceitar algumas ideologias do grupo, tinha com isso afastado alguns supostos amigos. Vou para a tropa com praticamente 18 anos, assentei praça no quartel de Beja para a recruta e depois fui transferido para Évora para a Orquestra Militar, devido ás minhas provas físicas no atletismo convidaram me para fazer parte da equipa de atletismo militar.

Uma experiência mais tarde que já mais consegui explicar, fomos chamados para participar numa prova em Tavira, mas na noite antes da prova estava eu a dormir no quartel, quando de repente acordei levantei-me e vi uns tipos ao fundo do corredor o estranho não era o que estavam a fazer mas sim; é que eu sabia que tudo o que ia acontecer a seguir como já estivesse visto toda aquela cena a partir desse dia até hoje muitas vezes me ia acontecendo esta espécie de DejaVu.

Sai da tropa e voltei para a minha terra natal, continuei a debruçar me sobre o «dce», foi então a 14 de Março de 1987 (anos do meu pai) quando tive outro encontro inexplicado:

Estava eu com uns colegas a praticar desporto com as bicicletas e parámos perto da escola junto ao jardim, quando um colega P disse que já são quase 19:00 horas era melhor irmos para casa, e assim aconteceu, então peguei na bicicleta e desci a Rua de Santo António para a quinta do meu pai, quando cheguei ao junto do portão da quinta, vi uma luz parecida com uma estrela, com um forte brilho amarelo estava precisamente na mesma direcção das outras luzes que tinha visto anteriormente, de imediato pensei em aproximar-me o mais perto possível dessa luz pedalei rapidamente até á estrada que dá ligação á vila de Pavia.

Quando cheguei á estrada parei e vi que ela não se movimentava, foi que de repente desapareceu e reapareceu do outro lado da estrada mas um pouco mais afastada, pedalei um pouco mais e a luz desapareceu outra vez e reapareceu do outro lado da estrada, mais um pouco longe e aconteceu por quatro vezes até que desapareceu por completo e não mais voltou a reaparecer.

Entretanto olhei para o relógio e eram 19:45 minutos perguntei a mim próprio como é que poderia ter demorado tanto tempo até aqui, perante aquele enigmático perda de tempo, fiquei curioso e confuso decidi voltar para o local inicial e fazer o percurso todo outra vez, e assim foi, quando cheguei ao local onde estava a luz olhei para o relógio e fiquei ainda mais surpreendido pois tinha realizado o percurso em 5 minutos, ai tive a noção que qualquer coisa estava errada pois não era capaz de explicar aquela perca de tempo de mais ou menos 40 minutos.

Estamos a 4 Julho de 1987 viajo para o Canada e de seguida com um golpe de sorte nesse mesmo dia passo para os Estados Unidos da América, com um saco de roupa e o meu «dce», vou viver para o estado de Connecticut para uma cidade de nome Danbury, onde fico a viver até Dezembro de 1997, é claro que os casos continuam, alem da minha curiosidade sobre este fenómeno por coincidência ou não descubro uma organização americana que estuda este tipo de mistérios a MUFON «Mutual UFO Network» (esta organização com redes em quase todos os países democráticos), entrei em contacto com a representante da Mufon do estado onde vivia a Sr.ª Anastácia Wietrzychowska, convidou me para ir assistir a uma reunião, recordo que a primeira vez foi na sua casa e estavam algumas pessoas mas o mais curioso é que eram pessoas de todas as idades e de várias nacionalidades, mandou nos fazer uma roda e sentámos no chão, e começaram pela esquerda cada um a contar as suas experiencias com estas luzes ou Óvnis «sê quisermos chamar assim, quando chegou a minha vez contei-lhe o ultimo encontro que tive a 14 de Março de 1987 do tempo perdido, mas ao ver pela primeira vez aquelas pessoas a contar coisas tão parecidas com o que me tinha acontecido ao longo da minha vida eu somente pensei, que afinal não estava sozinho e foi uma sensação muito boa, como de alivio.

Assim ouvi relatos que muitas pessoas tinham passado pelo mesmo que eu, de ter achado que algum estava errado com a falta do tempo, eles chamavam-lhe «Missing Time»

Ninguém conseguia explicar, houve até um relato duma pessoa, que quando deu em si estava muito longe do local onde tinha visto a luz.

Sai da reunião com a vontade «claro» de voltar outro dia, não sabia quando, porque estava sempre muito ocupado com o restaurante (Sycamore) na cidade em Bethel onde era o gerente, mas tentava arranjar sempre um tempinho para ir até lá.

No inicio do mês de Outubro de 1990 estava eu no restaurante a trabalhar quando notei que um senhor encontrava se já algum tempo ao balcão tomando o seu café e mandava encher a taça e ficava ali sentado, até que me mandou chamar através duma empregada e disse que queria falar comigo, aproximei me dele e nesse momento reparei que usava um fato escuro com uma gabardina creme clara até aos joelhos, disse que queria falar comigo a sós, eu disse que estava bem quando sai-se falaria com ele, de seguida levantou-se e saiu do restaurante, quando sai á noite do restaurante não estava ninguém á minha espera.

Nessa mesma noite, já estava na minha casa quando bateram á porta e o meu pai que estava lá de férias foi abrir a porta, fui atrás do meu pai para atender a pessoa, nesse momento reconheci a então que era a mesma pessoa que tinha estado no restaurante, não sei como ele soube onde eu morava mas foi lá ter, convidou-me sê eu queria ir a um bar porque precisava de falar comigo e porque estávamos mais á vontade, lembro me que o meu pai queria ir também mas disse-lhe que era melhor ficar porque eu não fazia a mínima ideia o que queria ele e seria em inglês o dialogo ele não ia entender nada, «bem no principio pensei que fosse uma proposta de trabalho como já tinha tido algumas anteriormente».

Ao chegar ao bar sentamos de frente um para o outro, e nessa altura apresentou-se como engenheiro da IBM não sei sê era ou não, a seguir pedimos as bebidas e ele sem perder tempo disse me que eu deveria ter cuidado com estes assuntos de óvnis que era um assunto muito delicado assim que deveria afastar-me das pessoas com que eu andava a falar principalmente do Sr. Dante, de seguida tirou do seu bolso da gabardine um livro pequeno entregou-mo, disse para ficar com ele e lê-lo, (guardo até hoje mas ainda nunca o li) olhei para o livro, a sua capa dizia «UFO IN CANADA de Yurko Bondarchuk de 1979», levantou-se imediatamente e foi-se embora, nunca mais vi este homem na minha vida.

Na noite, 19 de Abril de 1995 enquanto a dormia tive um sonho que se repetiu várias vezes até quase ao amanhecer, sonho este que mostrava-me a palavra em inglês de «country» assim como a bandeira dos Estados Unidos envolta de sangue a escorrer por ela própria assim como muitos corpos espalhados pelo chão, de manhã quando acordei apercebi-me que não era um sonho qualquer mas sim algo que estava para acontecer, sentia me muito cansado como estivesse trabalhado árduo a noite toda, descrevi o sonho a minha ex mulher e quando estava no emprego surgiu na televisão a noticia de um atentado na cidade de Oklahoma, explodindo uma bomba num edifício do governo donde faleceram 168 pessoas das quais 19 crianças, fiquei sem saber o que dizer estava a acontecer o sonho (é curioso que neste momento estou a escrever este relato e o meu corpo ficou todo arrepiado e frio), liguei para a minha ex mulher para lhe contar o sucedido e reparei que naquele momento o cansaço do corpo tinha desaparecido.

O tempo foi passando uns melhores outros piores mas é a vida, certo dia estava em casa um pouco chateado com a vida e pensativo quando olhei para uma bolsa pequena de cabedal onde tinha sempre guardado o «Dce» peguei nela e atirei-a para o fundo do roupeiro e pensei «afinal para que serves!», mas a resposta não demorou a chegar, durante duas noites consecutivas seguintes a este acontecimento tive sempre o mesmo sonho:

«Que havia muitas naves alienígenas a destruírem o nosso planeta por onde passavam era tudo destruído com fogo, via muitas pessoas a fugir de pânico não matavam ninguém, no cimo dos montes algumas pessoas eram levadas através duma luz para o interior das naves e outras ficavam para trás, foi nesse momento que me vi a mim próprio no sonho com um casal J, mais o meu filho em cima de um monte nesse momento uma nave estava a passar por cima de nós e com uma flash de luz puxou o casal e o meu filho ficando eu no monte, no sonho perguntei:

E eu porque não me levam?

A resposta:

Foste tu que escolhes-te!

O sonho era repetitivo ao longo das duas noites de manhã era o tal cansaço mas na segunda noite olhei para o roupeiro e pensei:

«Estou ligado a este livro para sempre» tirei-o do armário e entendi que tinha sido escolhido para esta missão e teria que ir até ao fim, mas perguntando sempre o mesmo:

Porquê eu?

E para que servirá este livro?

Em 1996 mudei de emprego e fui trabalhar para um campo de golfe em Easton, alem ter conhecido outras pessoas por coincidência «ou não, já não sei» conheci um Sr. H «de origem alemã» muito conhecedor da vida em várias áreas, fazia aquele trabalho por gosto, tinha estado na guerra do Vietname e foi conselheiro dos negócios estrangeiros do Estados Unidos da América em vários países, a sua mulher com descendências açorianas, tinha trabalhado para o FBI durante muitos anos, (sei que era verdade porque todos falavam dele) gostava falar com ele e sentia que ele também gostava de falar comigo; falámos em vários assuntos e com o tempo como não podia deixar de ser um dia a conversa foi parar aos óvnis e projectos secretos dos governos, e ele perguntou me o que eu achava dessa farsa, mas como já estava na hora de irmos para casa disse-lhe que no outro dia trazia-lhe uma coisa para ele ver, recordo-me que ele exprimiu um sorriso e disse, ok.

No outro dia quando tive ocasião de estarmos sós, aproveitei «junto de um bunker de areia» sentamos numas pedras e mostrei-lhe o «Dce» claro como estava em português fui traduzindo para ele os tópicos e o seu conteúdo e também as minhas ideias, de que os deuses e alienígenas são o mesmo, mas com nomes diferentes devido ás épocas, como viemos cá ter á Terra assim como os projectos secretos dos governos realizados por eles, recordo-me que ele sorria de tudo isto, mas ia fazendo perguntas mas sentia que para ele era como já soubesse as respostas, ou melhor «faço de conta que tudo é novidade para mim, é melhor assim deixa o falar».

Mas devido ás nossas conversas surgiu que falamos sobre os livros Apócrifos que significa em grego «Escondidos ou Secretos» que foram os livros retirados da Bíblia pela igreja considerados perigosos ou até falsos mas o que mais me atraiu e a ele também foi o livro de Henoch, lembrei-me então de ir á biblioteca da cidade procurar este livro.

Quando cheguei a casa preparei-me e peguei no meu filho e fomos até á biblioteca da cidade de Danbury, tentei procurar este livro nas prateleiras mas é claro! Não o encontrei, perguntei á Sr.ª que estava na recepção e ela disse que teria que ser encomendado porque só existia um na biblioteca de Hartford e que levava pelo menos uma semana a chegar, eu disse que estava bem e fiz o pedido e ela aceitou.

Pareceu essa semana tinha demorado um ano estava desejoso de poder tê-lo nas minhas mãos para consulta-lo e estuda-lo sentia que era muito importante para mim, até que o dia chegou, telefonaram me e depois de sair do trabalho fui para lá.

Cheguei á biblioteca, perguntei pelo livro, lá estava ele velhinho com uma capa azul escura e umas letras brancas as suas folhas com os dedos se despegavam lentamente como ali á anos estivesse sem ninguém lhe tocara, a Sr.ª disse para eu segui-la que ela ia mostrar onde eu deveria ficar a lê-lo, mas pedi-lhe ignoradamente que queria levar para casa para estudá-lo e tirar apontamentos, mas a Sr.ª disse que o livro não podia sair da biblioteca nem podia ser lido em qualquer lugar ao publico e que tinha que ser entregue até ás 19:00 horas fecho da biblioteca, tinha que ser devolvido para a biblioteca de Hartford no outro dia, foi então que notei que tinha um policia atrás de mim, disse-lhe que não consegui-a fazer o estudo deste livro em tão pouco tempo mas a Sr.ª propôs que eu tira-se cópias, mas para ter cuidado com as folhas.

Assim foi, tirei cópias do livro todo de Henoch, com todo o cuidado devido as folhas serem muito frágeis, mas sempre com o olhar atento do polícia, terminei as cópias e levei o livro para a Sr.ª ao entregar olhei para ele e pensei; «este foi um livro que tinha dado muitas dores de cabeça a igreja cristã e quantas pessoas não teriam pago com a vida o seu silêncio».

Levei as cópias para casa e comecei a estudar os seus versículos e quanto mais lia mais fascinado ficava com ele e mais entendia porque é que a igreja o tinha retirado da Bíblia e o considerava perigoso, a sua leitura era muito avançada para a época assim como pedia perguntas que a igreja ainda hoje não está interessada em responder.

«Estupidamente, em Évora um dia emprestei a uma arqueóloga (Célia Anacleto) para tirar cópias mas a senhora desapareceu com tudo assim como ela própria, procurei-a no instituto de Arqueologia em Évora mas ninguém sabia quem era nem nunca tinham ouvido falar, nunca mais vi essas folhas».

Mas voltamos atrás no tempo, Easton passado algum tempo no campo de golfe o Sr. H chamou me e perguntou sê eu estava interessado em ir a uma reunião dum grupo a que ele pertencia, mas a minha resposta foi que neste momento não ia dar talvez um dia, somente com o passado do tempo vim a descobrir que esse grupo era a Maçonaria, mas também já faltava poucos meses para vir para Portugal não iria funcionar na mesma, mas tive pena de não ter lá ido.

Em Dezembro de 1997 regresso para Portugal, fui viver para Lagos, em Agosto de 1998 após ter estado no casamento da minha irmã resolvemos eu e a minha ex mulher ir de férias, senti a vontade de visitar o Santuário de Fátima, não sabia porquê mas tinha que lá ir, quando chegamos ao Santuário de Fátima passeamos e eu sempre com a presunção que havia um motivo por ter lá ido, foi quando chegou a hora do almoço como turistas de «merenda atrás» deslocamos até sombra duma arvore, quando deitei-me no chão debaixo duma dessas arvores olhei para cima vejo vários troncos assim como os ramos e os seus raminhos que iam surgindo, surge-me a imagem no meu «cérebro» das origens da religião assim como as religiões descendentes.

Ora o tronco representava a «origem» os ramos que saíam do tronco «as principais religiões», os ramos mais pequenos «as religiões que foram surgindo ao longo da História da Humanidade», após esta revelação veio dar origem ao primeiro esquema do «dce», comecei a sentir que não estava a fazer ali mais nada, tudo tinha já sido revelado.

O mais curioso é que as mensagens e visões aparecerem muitas vezes em locais cultos religiosos.

Estamos no ano 2000 o povo fala no fim do Mundo os computadores vão enlouquecer as seitas e outras religiões aproveitam-se de tudo isto, muito bem, nada aconteceu como o povo depois dizia a verdade é que o mundo acabou para os que morreram, e eu cá vou indo com o meu «dce» e a minha vida vai andando como todos os outros, troco outra vez de residência, desta vez compro uma casa em Évora e venho viver para o Alentejo, não fiquei satisfeito vendo a casa e compro uma quinta num local chamado Canaviais também em Évora e ai fico até ao presente dia.

Estamos em pleno Inverno de 2000 de noite resolvo ir com o meu filho até á quinta ainda desabitada quando somos surpreendidos por uma luz amarela no céu da qual se move em zig-zag cada movimento fazia ficava imóvel por uns segundos até que desapareceu com uma velocidade incrível, seguimos a nossa caminhada não quis alarmar nada mas que foi estranho, foi.

Finais de Agosto até meados de Setembro de 2001 faço uma viagem até ao Egipto permaneço lá três semanas, trago alguns conhecimentos que escrevo no «Dce», coincide com o ataque das torres gémeas nos Estados Unidos dá-se a grande mudança no mundo, entramos na era do terrorismo.

Volto com a convicção que o livro ainda falta algum tempo para terminar, assim procuro locais isolados e tento adquirir respostas, recebo mensagens negativas como «que não está ainda pronto o livro», não sei como recebo estas mensagens somente sei que as recebo.

Ao longo dos tempos como disse anteriormente, muitas vezes fazia e faço as saídas á noite á procura de algo que eu próprio não sei o que é mas sim vejo que é sempre para locais históricos, não sei por quem.

Mas continuo ao longo desses anos todos perguntar as mesmas duas perguntas, certa noite levei como sempre o «Dce» comigo e tudo foi diferente; parece tolice, mas nessa noite senti muito forte uma presença de alguém ou alguma coisa, coloquei o livro no chão, e perguntei;

O que falta ainda?

Certa noite estava a passear na quinta a minha esposa estava nessa altura grávida quando comecei a observar uma estrela amarela que pouco a pouco estava a ficar maior, nesse momento tentei ligar lhe mas o telemóvel não funcionava tentei várias vezes mas sem sucesso, regressei para casa e passado algum tempo fui ver se a luz ainda lá estava mas já tinha desaparecido tentei outra vez telefonar e fez a ligação sem qualquer problema.

Duma dessas reuniões em que falamos de abduções comecei a recordar dum acontecimento que sempre não dei importância até esse dia.

Não sei quando foi que aconteceu, somente recordo o seguinte:

«Estava num corredor muito luminoso e duas criaturas iam comigo não consigo descreve-las porque somente as sentia mas não as vi, foi quando passei por uma sala onde estavam umas crianças a brincar, essa sala era toda iluminada de branco desde o piso as paredes assim como o tecto, recordo-me que eram várias crianças com jogos de espécie de cubos, e eram de várias etnias a que eu recordo melhor era um miúdo ai dos seus quatro anos com cabelo ruivo encaracolado e estava sentado no «chão!» assim como uma menina dos seus seis anos de pé com uma fisionomia idêntica dos nativos da América do Norte, todos eles estavam vestidos com umas túnicas todas brancas até aos pés e olhava-me atentamente, notei que tudo era muito silencioso».

È um este episódio parece bizarro, bem; como se as outras não fossem.

Um dia decidir ir ao Porto para conhecer o Dr. Joaquim Fernandes que é um perito nesta área assim como em História, tivemos uma longa conversa sobre diversos temas do ramo da ovnilogia.

Certo dia o Luís Aparício telefonou-me a perguntar se eu queria ser entrevistado pelo canal da SIC, eu disse que estava bem e os repórteres vieram á minha casa e depois deslocamos á minha terra natal «Vimieiro» para filmar exactamente nos locais onde tinham ocorrido os avistamentos, falei-lhe do terceiro encontro e do primeiro e (abri) um pouco do véu do «Dce», mais tarde surgiu no programa chamado Grande Reportagem ás 21:00 horas Sábado, mas fiquei desiludido porque houve muita coisa que falamos que eram e são importantes de divulgar ás pessoas, tinha sido cortado «mas é assim mesmo é o mundo do oculto».

Em Agosto de 2007 o Sr. Aparício telefonou-me outra vez se eu queria ir ao programa das Tardes da Júlia na TVI, fui eu mais ele e o Sr. AL da Apo..

Nesse mesmo dia «30 de Setembro» saiu um artigo no jornal Registo de Évora na página 17, sobre o livro encontrava-se um resumo do livro assim como da capa.

O lançamento foi realizado no dia 2 de Outubro 2010 ás 15 horas na livraria Dom Pepe em Évora, estavam ai umas 50 pessoas entre familiares e amigos e curiosos no assunto, assim como representantes da Papiro Editora pela jovem Elsa Novais abrindo ela a sessão com uma apresentação do «Dce», fiz os meus agradecimentos aos presentes assim como a comunicação social que lá sê encontrava, houve algumas perguntas dos presentes (estava um pouco nervoso) e em seguida a sessão de autógrafos acompanhado dum pequeno banquete.

Foi feita uma entrevista por uma jornalista (Marina Pardal) do jornal Diário do Sul de Évora em que demorou acerca de uma hora, saiu ao público dia 8 de Outubro 2010 na primeira página assim como na página 5 acompanhadas de três fotos.

Chegou o momento em ir a um dos dois locais, no dia 11 de Outubro de 2010 pelas 21.30 horas parti na minha bicicleta para o local, estava uma noite escura e cheia de estrelas, quando cheguei á Anta pelas 22.00, observei-a e subi até ao topo da Anta, tirei o «Dce» e senti naquele momento que não estava sozinho havia as tais presenças que não sei explicar não são físicas, pensei para comigo, «tantos anos esperei por este momento», coloquei o «Dce» em cima da pedra do topo da Anta e olhei para o céu cheio de estrelas era um momento exacto, contemplei o céu e pensei «Está aqui; Está pronto.

Não tive resposta naquele momento, de repente senti que já tinham partido, estava ali somente eu e a minha bicicleta, «não sei explicar quando sinto que estão presentes e quando eles partem, somente sei», olhei para o relógio e eram 0.00 horas olhei para o céu reparei que estava a constelação de Touro e as Plêiades alinhadas com o corredor da Anta, sorri e senti que tive a resposta da sua origem.

Fiquei ainda mais um pouco e regressei para casa eram 1.00 hora.

No dia 18 de Novembro de 2010 surge na página 16 do Jornal Registo de Évora a entrevista e as fotos que tinham sido realizados nos dias 6 e 9 de Novembro.

Surgiu algumas polémicas entre pessoal do local do meu trabalho assim um representante da igreja comentando.

No dia 9 de Dezembro de 2010 sou entrevistado pelo jornalista Paulo Nobre da RDF.
Sei que muita coisa ainda ficou por contar, também duvido se sei tudo.
Hoje sinto que cumpri a missão que me foi concedida, não por total sinto isso, muita coisa está para vir.

Porquê Eu?
Porquê o livro?
Para quem o livro?

Sei que é uma história muito estranha, mas é esta a historia da minha vida com o «DCE».
Deuses ou Civilizações das Estrelas?

António Alves